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sexta-feira, julho 04, 2008

FIDEL CASTRO E SEU LADO HUMANITÁRIO-CAPITALISTA







"Civis nunca deveriam ser sequestrados, nem militares deveriam ser mantidos como prisioneiros nas condições da selva. Eram fatos objetivamente cruéis. Nenhum propósito revolucionário justifica isto" "Betancourt, debilitada e doente, e os outros reféns em precárias condições de saúde, dificilmente poderiam resistir por mais tempo", . Fidel Castro




A falta de liberdade de imprensa provoca distorções. O que realmente, o lider Fidel Castro quis dizer?. E já que lá, como cá, a impren$$a não ouve todo o discurso dos governantes, vamos dar continuidade ao que o Fidel, no fundo de sua alma - a um passo do inferno -, diria a seguir.




"Nossos fiéis representantes do narco-comunismo colombiano, se tivessem lido mais a respeito da Revolução Cubana, teriam aproveitado o sangue desses sequestrados. O mercado de sangue é hoje, infinitas vezes mais lucrativo do que na década de 60. Por ordem e graça do companheiro Che,(1) em 27 de maio de 1966, das seis da manhã à noite, os presos políticos foram executados continuamente por fuzilamento na prisão de La Cabana . Cento e sessenta e seis homens foram executados e, antes do fuzilamento misericordioso, cada prissioneiro deixava sua contribuição na forma de 5 pints de sangue (cerca de 2,5 litros)*. Depois, é lógico, vendiamos o sangue ao Vietnã do Norte. É claro que a extração dessa quantidade de sangue produziria anemia cerebral e inconsciência; mas na hora da execução ninguém ouviria lamurios. Hay que endurecer, pero sin perder una sola gota de sangre: no soy un comunista bestia"




(1)* Eu aumento mas não invento. Está lá no Vaca Atolada




Mais um exemplo da falta de Liberdade de Impren$$a?:




O que NoçuGhia declarou a respeito da Operação Xeque:


"Fiquei extremamente satisfeito pelo fato de Ingrid Betancourt e mais 14 pessoas terem sido resgatadas das mãos das Farc. Para mim, era e é abominável alguém manter pessoas sequestradas. Aqui na América Latina e América do Sul (sic) não existe nenhuma razão para alguém querer chegar ao poder pela via armada".


...e o que elle gostaria de ter dito:





"Nada de via armada, cumpanhêros farquianos. Estou convencido de que contratar um bom Instituto de pesquisa, encher o rádio, as televisão e as "otras" midia de recrames do governo, trazer alguns jornalistas prá trabalhá no governo, dar uma calibrada na maquininha de votar e pronto: tá eleito uma, duas, trêis ou mais vez"

sábado, maio 24, 2008

Ousar Lutar, Ousar Vencer. Pátria Socialismo ou Morte! Venceremos

“Ousar Lutar, Ousar Vencer. Pátria Socialismo ou Morte! Venceremos!” - Palavras de Ordem do Movimento Bolivariano que, brevemente, nossas crianças estarão gritando nas escolas.




Poderiam ser mais discretos. Poderiam ter a assessoria de um especialista em marketing. Poderiam encomendar uma frase, um texto inteiro ou até mesmo o refrão de um hino por um compositor popular; poetas, jornalistas e artistas esquerdopatas na América Latrina não faltam. Uma adaptação nas musicas do Chico Buarque e a coisa ficaria mais aceitável:

"Vai passar nessa latrina um tango popular...";


"Estava à toa na vida/Simon Bolivar chamou/Prá ver a gang passar..".


Convenhamos, essa quadrilha que se instalou na América do Sul é de uma total falta de sensibilidade.


A Criação da UNASUL (União das Nações Sul-americanas ou União dos Nababos, Apedeutas, Sacanas e Utópicos Latrino-americanos), do Banco do Sul e do Fundo Soberano (o travesseirinho preferido do NoçuGhia) chegam a parecer piada de mal gosto; mas não é. O Fôro de São Paulo está impondo suas idéias. Enquanto isso, Noçimpre$$a, livre e democrática, cala-se ao som do tilintar das moedinhas jogadas em seus cofres, via propaganda governamental. Por quê se cala a nossa imprensa, a respeito do Fôro de São Paulo?:


"...não há complicação nenhuma para entender, Antônio: o foro de São Paulo não é notícia, porque não é notícia. veículos de comunicação não lidam com idéias, ameaças ou esperanças, mas lidam apenas com notícias.
grande abraço. Nêumanne
[José Nêumanne, articulista do Estadão e da Jovem Pan AM].


Quando a Imprensa acordar, estarão todos com a corda no pescoço e nós... Bem; nós teremos o fim que temos desejado - ou pelo menos permitido - desde a Piada da Redemocratização do Brasil.



A grande ausência, na fundação da Unasul, foi Luis Edgar Devia (30/09/1948 - 01/03/2008), mais conhecido como "Raúl Reyes".

A foto ao lado (surrupiada do Vaca Atolada) deveria ser exibida aos participantes que ousaram assinar a ata da fundação da Unasul.

Por enquanto, parabéns a Alvaro Uribe que saltou de banda dessa gelada.

O blog do Clausewitz (aqui), (aqui) e (aqui) tem mais sôbre a Unasul