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terça-feira, maio 04, 2010

PNDH - Quem está do lado do povo?



A Pastoral de Católicos na Política da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro e do Leste 1 divulgou uma nota (24/04/2010) sobre a proposta de implementação do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 proposta pelo Governo.

1. O Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) suscita graves preocupações não apenas pela questão do aborto, do casamento de homossexuais, das adoções de crianças por casais do mesmo sexo, pela proibição de símbolos religiosos nos lugares públicos, pela transformação do ensino religioso em história das religiões, pelo controle da imprensa, a lei da anistia, etc, mas, sobretudo, por uma visão reduzida da pessoa humana. A questão em jogo é principalmente antropológica: que tipo de pessoa e de sociedade é proposto para o nosso país.

2. No programa se apresenta uma antropologia reduzida que sufoca o horizonte da vida humana limitando-o ao puro campo social. Dimensões essenciais são negadas ou ignoradas: como a dignidade transcendente da pessoa humana e a sua liberdade; o valor da vida, da família e o significado pleno da educação e da convivência. A pessoa e os grupos sociais são vistos como uma engrenagem do Estado e totalmente dependentes de sua ideologia.

3. Os aspectos positivos, que também existem, e que constituíram grandes batalhas da CNBB e de outras importantes organizações da sociedade civil, são englobados dentro de um sistema ideológico que não respeita a concepção de vida humana da grande maioria do povo brasileiro. Por isso, são de grande valia os pronunciamentos de tantos setores da sociedade, que mostraram profunda preocupação com as consequências da aplicação desse Programa.

4. Nesta 3ª edição do PNDH, estamos diante de uma cartilha de estilo radical-socialista, que esta sendo implantada na Venezuela, no Equador e na Bolívia, e que tem em Cuba o seu ponto de referência.

5. Trata-se de um projeto reduzido de humanidade destinado a mudar profundamente a nossa sociedade.

6. Vida, família, educação, liberdade de consciência, de religião e de culto não podem ser definidos pelo poder do Estado ou de uma minoria. O Estado reconhece e estrutura estes valores que dizem respeito à dignidade última da pessoa humana, que é relação com o infinito e que nunca pode ser usada como meio, mas é um fim em si mesma. A fonte dos direitos humanos é a pessoa e não o Estado e os poderes públicos.

7. O programa do Governo é um claro ato de autoritarismo que enquadra os direitos humanos num projeto ideológico, intolerante, que fez retroceder o país aos tempos de ditadura.

8. Diante desse instrumento de radicalização, somos todos interpelados face às ameaças que dele derivam à eficácia de valores vitais, como os da vida, da família, da pessoa, do trabalho, da liberdade e da Justiça.

9. Os membros da Pastoral de Católicos na Política da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro e do Leste 1, posicionam-se fortemente contra tal programa e desejam ver bem discutidas estas propostas de modo a transformá-las, de ameaça que são, em um esforço útil a todo o Povo Brasileiro.

E a CNBB está de que lado?

A nota da Pastoral de Católicos na Política do Rio contra o Programa Nacional de Direitos Humanos foi mal recebida na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Dom Dimas Lara Barbosa, Secretário-geral da CNBB, disse que o texto não pode ser visto como uma posição da Igreja.(Imaginem serem contrários à posição de São Luiz Inácio, inspirador da pastoral da corrupção..!!!?)
Para Dom Dimas, o maior problema da nota é que ela ataca todo o PNDH e não apenas alguns pontos específicos. Na avaliação dele, o documento pode transmitir a ideia de que a Igreja é contra os direitos humanos. (Dom Dimas - não seria dom Dilmas? - vê alguma coisa de positivo num documento inspirado em similares que estão sendo implantados na Venezuela, no Equador e na Bolívia, inspirados no modelo cubano???)

Políticos petistas da Pastoral, que não assinaram a nota, estiveram com o coordenador do grupo, Dom Filippo Santoro, bispo de Petrópolis. Ele ficaram de redigir um documento alternativo.(Esses petralhas estão espalhados em todo lugar e mandam em tudo, revogam o irrevogável, cancelam o incancelável -uau! - e conseguem estourar o que já está em frangalhos: meu saco)

quarta-feira, maio 02, 2007

CNBB QUER DIZER CRÍTICAS AO NEGATIVO BATRÁQUIO BRASILEIRO?


CNBB crítica políticas econômica e agrária do governo (2007)
CNBB critíca plebiscito sôbre aborto (2007)
CNBB critica declarações de Lula sobre preservativos (2007)
CNBB critica governo Lula e diz que o Brasil é um 'paraíso financeiro (2006)
CNBB critica o governo Lula: não houve avanços na promoção humana (2006)
CNBB critica política econômica de Lula (2005)
CNBB critica gestão de Lula e fala em “explosão social” (2004)
CNBB critica a política social do governo Lula (2003)

PERGUNTAR NÃO OFENDE
- Mas não foram os bispos da CNBB que em 2002 incentivaram o "Rebanho" Católico a votar no Lulla?
- Após Quatro Anos criticando o (des)governo Lulla, não foram os mesmos bispos da CNBB que, novamente, incentivaram o "Rebanho" a votar em Lulla?
CONCLUIR OFENDE MENOS AINDA
- Os Bispos da CNBB estão levando ao pé da letra a palavra Rebanho.
- Quando o Rebanho passa para as mãos de outras seitas ("seita" cheque,cartão de crédito,vale transporte; seita tudo) os bispos ficam vermelhos (mais ainda) de raiva, mas aí já é tarde para RENASCER

sábado, novembro 18, 2006

Bolsa-Família é um programa "que vicia", afirma CNBB.








Lígia Formenti - Ag. Estado.



BRASÍLIA - O presidente da Comissão para Serviço de Caridade, Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Aldo Pagotto, fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira, e disse que o Bolsa-Família "é um programa que vicia". Ele afirma que não são exigidas contrapartidas das famílias. "São várias famílias que se contentam com o mínimo", completou.




- Com a CNBB é sempre assim: primeiro morde, depois assopra. D. Aldo acertou quando diz que o Pochete-Miserê vicía. Mas de que adianta dizer isso agora? A CNBB - que deveria mudar para CNBV, Confederação Nacional dos Bispos Vermelhos - apoiou desde sempre essa República de Sindicalistas Chupassangues. Não pode alegar ignorância. Desde as greves do ABC qualquer flanelinha sabe muito bem quem eram e o que desejavam os amigos do operário-retirante-que-chegou-a-prisidenti.

E para não passar em branco, as bobagens da CNBB chegam ao absurdo de propor a realização de plebiscito sobre reestatização da Vale.

Caros bispos vermelhinhos, o povão não sabe nem o que é pibi(?!), vai lá saber sobre privatização desta ou daquela empresa? Se depender de mim eu quero a Estatização da CNBB. Poderiam todos serem ministros da Estupidez Teológica.

Andatus Plantantis Batatum! Amém!.
Imagem: D.Aldo em meio às batatadas que pronuncia.