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sexta-feira, fevereiro 27, 2015

A Petrobras e a intelectualidade corrupta.









por José Carlos Sepúlveda da Fonseca




Um manifesto assinado por expoentes da assim chamada ”intelectualidade brasileira”, como Fábio Konder Comparato, Marilena Chauí, Cândido Mendes, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Leonardo Boff e Maria da Conceição Tavares (e haja fôlego!), denuncia a Operação Lava Jato como tentativa de destruição da Petrobras, de seus fornecedores e de mudança do modelo que rege a exploração de petróleo no Brasil.

Vejam bem, segundo estes senhores, a destruição da Petrobras vem da apuração dos crimes feitos pela Justiça e pela Polícia Federal; não provém dos próprios crimes praticados pela máfia petista encastelada na máquina pública.
Conspiração

O texto do dito manifesto aponta ainda uma “conspiração” para desestabilizar o governo; as investigações, segundo esses “expoentes intelectuais”, atropelam o Estado de Direito.

Chamo de novo a atenção: não são os crimes cometidos pela máquina corrupta do Partido dos Trabalhadores para consumar seu projeto de poder anti-democrático – e reduzidos por estes luminares a simples “malfeitos” – os que abalam o Estado de Direito; o que abala o Estado de Direito é a ação da Polícia e da Justiça, transformada numa “conspiração para desestabilizar o governo”.

Para finalizar e acentuar a má-fé que perpassa o texto, o manifesto conclui por afirmar que “o Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza”, a qual nos custou “um longo período de trevas e de arbítrio”. Qual o fundamento para esta aproximação arbitrária e gratuita?
Subversão das ideias, distorção dos fatos

Consolida-se hoje, de Norte a Sul do Brasil, um sentimento de aversão e repulsa em face da imensa máquina de corrupção instalada pelo PT (e associados) na Petrobras, em diversas outras instâncias dos negócios do Estado e nas instituições, com a finalidade de consumar um projeto de poder totalitário. É bom e louvável que assim seja.

Mas é preciso atentar para um aspecto talvez mais perigoso do que a corrupção material! Uma corrupção intelectual na tentativa de inverter a realidade dos fatos, de destruir a objetividade das análises e de subverter a reta razão dos indivíduos. Não se esqueçam, é este tipo de “intelectualidade” e de “lógica” perversa que constitui o esteio de regimes tirânicos e genocidas, como o da Alemanha de Hitler, o da União Soviética de Lênin e Stalin, o da China de Mao, o do Camboja de Pol-Pot, entre tantos outros.
Manifesto que exala agonia

Convido os leitores a lerem trechos do artigo “Que agonia”, que Vinícius Mota publica na Folha de S. Paulo (23.fev.2015):

“Ao final da longa purgação que apenas se inicia, a Petrobras e todo o complexo político-empresarial ao seu redor terão sido desidratados. Do devaneio fáustico vivido nos últimos dez anos restará um vulto apequenado, para o bem da democracia brasileira.

“As viúvas do sonho grande estão por toda parte. Um punhado de militantes e intelectuais fanáticos por estatais monopolistas acaba de publicar um manifesto que exala agonia.

“O léxico já denota a filiação dos autores. A roubalheira na Petrobras são apenas “malfeitos”. O texto nem bem começa e alerta para a “soberania” ameaçada, mais à frente sabe-se que por “interesses geopolíticos dominantes”, mancomunados, claro, com “certa mídia”, em busca de seus objetivos “antinacionais”.

“Que agenda depuradora essa turma teria condição de implantar se controlasse a máquina repressiva do Estado. Conspiradores antipatrióticos poderiam ser encarcerados, seus veículos de comunicação, asfixiados, e suas empresas, estatizadas para abrigar a companheirada. (…)

“Quanto maior é o peso de empresas estatais na economia, mais amplos são os meios para o autoritarismo. Imagine se o governo ainda tivesse em mãos a Vale, a Embraer e as telefônicas para fazer política. Quais seriam os valores da corrupção, se é que sobrariam instituições independentes o bastante para apurá-los?”

Fonte: IPCO

sábado, fevereiro 25, 2012

"MANIFESTO INTERCLUBES MILITARES"


"Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada.
Estendo minha mão a eles.
De minha parte, não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.
A partir da minha posse, serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política."

No dia 31 de outubro de 2010, após ter confirmada a vitória na disputa presidencial, a Sra Dilma Roussef proferiu um discurso, do qual destacamos o parágrafo acima transcrito.
Era uma proposta de conduzir os destinos da nação como uma verdadeira estadista.
Logo no início do seu mandato, os Clubes Militares transcreveram a mensagem que a então candidata enviara aos militares da ativa e da reserva, pensionistas das Forças Armadas e aos associados dos Clubes.
Na mensagem a candidata assumia vários compromissos.
Ao transcrevê-la, os Clubes lhe davam um voto de confiança, na expectativa de que os cumprisse.
Ao completar o primeiro ano do mandato, paulatinamente vê-se a Presidente afastando-se das premissas por ela mesma estipuladas. Parece que a preocupação em governar para uma parcela da população sobrepuja-se ao desejo de atender aos interesses de todos os brasileiros.
Especificamente na semana próxima passada, e por três dias consecutivos, pode-se exemplificar a assertiva acima citada.
Na quarta-feira, 8 de fevereiro, a Ministra da Secretaria de Direitos Humanos concedeu uma entrevista à repórter Júnia Gama, publicada no dia imediato no jornal Correio Braziliense, na qual mais uma vez asseverava a possibilidade de as partes que se considerassem ofendidas por fatos ocorridos nos governos militares pudessem ingressar com ações na justiça, buscando a responsabilização criminal de agentes repressores, à semelhança ao que ocorre em países vizinhos.
Mais uma vez esta autoridade da República sobrepunha sua opinião à recente decisão do STF, instado a opinar sobre a validade da Lei da Anistia.
E, a Presidente não veio a público para contradizer a subordinada.
Dois dias depois tomou posse como Ministra da Secretaria de Política para as Mulheres a Sra Eleonora Menicucci.
Em seu discurso a Ministra, em presença da Presidente, teceu críticas exarcebadas aos governos militares e, se auto-elogiando, ressaltou o fato de ter lutado pela democracia (sic), ao mesmo tempo em que homenageava os companheiros que tombaram na refrega.
A platéia aplaudiu a fala, incluindo a Sra Presidente.
Ora, todos sabemos que o grupo ao qual pertenceu a Sra Eleonora conduziu suas ações no sentido de implantar, pela força, uma ditadura, nunca tendo pretendido a democracia.
Para finalizar a semana, o Partido dos Trabalhadores, ao qual a Presidente pertence, celebrou os seus 32 anos de criação.
Na ocasião foram divulgadas as Resoluções Políticas tomadas pelo Partido.
Foi dado realce ao item que diz que o PT estará empenhado junto com a sociedade no resgate de nossa memória da luta pela democracia (sic) durante o período da ditadura militar.
Pode-se afirmar que a assertiva é uma falácia, posto que quando de sua criação o governo já promovera a abertura política, incluindo a possibilidade de fundação de outros partidos políticos, encerrando o bi-partidarismo.
Os Clubes Militares expressam a preocupação com as manifestações de auxiliares da Presidente sem que ela, como a mandatária maior da nação, venha a público expressar desacordo com a posição assumida por eles e pelo partido ao qual é filiada e aguardam com expectativa positiva a postura de Presidente de todos os brasileiros e não de minorias sectárias ou de partidos políticos.

Rio de Janeiro, 16 de fevereiro de 2012
- V. Alte Ricardo Antonio da Veiga Cabral
- Gen Ex Renato Cesar Tibau da Abilde Costa
- Ten Brig Carlos de Almeida Baptista .
Presidente Clube Naval
Presidente Clube Militar
Presidente Clube de Aeronáutica"


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TÂNIA MONTEIRO / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Os presidentes dos Clubes Militares foram obrigados ontem a publicar uma nota desautorizando o texto do "manifesto interclubes" que criticava a presidente Dilma Rousseff por não censurar duas de suas ministras que defenderam a revogação da Lei da Anistia. Logo depois, porém, tanto o comunicado original como o desmentido foram retirados do site em que foram divulgados.
Dilma não gostou do teor da nota por não aceitar, segundo assessores do Planalto, qualquer tipo de desaprovação às atitudes da comandante suprema das Forças Armadas.
A presidente convocou o ministro Celso Amorim (Defesa) para pedir explicações. Ele se reuniu com os comandantes das três Forças, que negociaram com os presidentes dos clubes da Marinha, Exército e Aeronáutica a "desautorização" da publicação do documento, divulgado no site do Clube Militar no dia 16, como revelou o Estado na terça-feira.
No dia seguinte, houve a reunião de Amorim com os comandantes das três Forças e uma conversa com a presidente. Paralelamente a essa movimentação, os comandantes telefonaram aos presidentes dos três clubes a fim de que a nota crítica a Dilma fosse suprimida.
Ontem, o "comunicado interclubes" foi retirado do site no início da tarde. Por volta das 16 horas, foi divulgado um outro texto, em que os presidentes desautorizavam o comunicado anterior. Esse desmentido, porém, não chegou a ficar meia hora no ar. O Clube do Exército, para tentar encerrar a polêmica, retirou a nota e o desmentido, mas a celeuma já estava criada.
Críticas. Apesar de terem sido obrigados a recuar e, com isso, não criar uma crise militar, os presidentes dos clubes não se conformam com as críticas que têm recebido e temem que a Comissão da Verdade só ouça um dos lados na hora de trabalhar.

domingo, junho 20, 2010

Look what you did, Ayatollah Khamenei and Mahmoud Ahmadinejad. Why did not chide Lula this and so many deaths?







É um pouco mais do que um confronto entre times adversários,
conforme definiram os pensadores Ahmadinejad e Luiz Inácio Lula da Silva


20 de junho de 2009. Naquela manhã, Neda Agha-Soltan a jovem de 26 anos morreu diante das câmeras quando participava de um protesto contra a reeleição do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

“É uma dor que nunca vai cicatrizar”, disse Hajar,mãe de Neda. Ela recorda que costumava acompanhar a filha nos protestos que culminaram após as eleições de 12 de junho, mas não pôde fazer o mesmo naquele dia. “Pedi a ela que tomasse cuidado e ela disse que assim o faria”, disse Hajar.

A morte dessa jovem não reflete apenas um acontecimento restrito a um país sem o menor indicio de democracia; está acontecendo em muitos outros. Aqui do nosso lado, na nossa sofrida América que já virou latrina, querendo ou não, poderemos em breve ver cenas iguais.


Roguemos a Deus que isso não aconteça; o problema é que os governantes de há muito se afastaram de Deus e tudo indica não querem se afastar do poder, jamais.


segunda-feira, julho 21, 2008

Göbbels, Amorim, Marco Aurélio Top Top...




A frase:

"Göbbels costumava dizer que se você repetir uma mentira várias vezes, ela se torna uma verdade".


Quem disse: Celso Amorim, suposto ministro das relações exteriores da república de Banânia, que poderia ter estudado um pouco mais e corrigido o Gobbels por Lênin autor da frase. Ato falho; como bom comunistóide ele não quis macular a imagem do seu ídolo.


Por quê disse: Porque o Brasil da era Lulla não tem negociadores à altura para discutir na OMC ou em qualquer boteco da Vila Madalena. O Brasil da era da corrupção desenfreada, marca registrada do lulo-petismo, tem apenas propagandistas de uma política que não existe.


A se levar a fala de Celso Amorim à sério, poderiamos dizer que ele, na verdade, estava denunciando o que representa o governo da qual ele faz parte, foi um desabafo, um mea-culpa: UMA MENTIRA REPETIDA MUITAS VÊZES MAS PAGA COM O DINHEIRO DOS IDIOTAS BRASILEIROS ATRAVÉS DE ESPAÇO PUBLICITÁRIO, SE TORNA VERDADE, pelo menos para quem tem um neurônio.


Essa cambada não tem limites; exatamente porque não existe oposição, jornalismo independente e muito menos brasileiros com cojones.

sábado, setembro 08, 2007

O QUE FOI ESCRITO (E O QUE NÃO FOI) SOBRE O 7 DE SETEMBRO






1 - Lula faz sinal da cruz antes de desfilar em carro aberto - ...E baixinho disse: Em nome de Stálin, de Fidel e do Capeta; e que se exploda o povo....

2 - Após desfile, Lula faz pose em moto do reality "American Chopper" - Lembrando que o país também está Sem Destino

3 - Também acompanham o desfile os ministros Nelson Jobim (Defesa do Renan Calheiros), Dilma Rousseff (Casa Civil, mas com perfil de Sargentão Militar), Tarso Genro da (IN)Justiça e Extradição de cubanos descontentes com Fidel e Celso Amorim (Relações Exteriores com países de quinto mundo).


4 - Público que assiste ao desfile está abaixo do esperado em Brasília - A Une, o MST e a CUT, mais uma vez, como na abertura do Pan, não receberam convite$ para irem aplaudir o chefe que o$ alimenta com no$$o dinheiro.

5 - Após desfile, Lula recebe 'Magos da Motocicleta' em Brasília - Mas até hoje não se sabe se Lulla recebeu os "Magos da Morte Secreta" do Celso Daniel.


6 - Renan não comparece às cerimônias de 7 de Setembro - Renan não quis se expor ficando ao lado do Pessoal do Mensalão; ele é o-nesto e deve preservar sua imagem.


7 - Apenas 16 dos 36 ministros acompanharam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Parada Militar.- Os outros 20 (ou serão 23?) nem sabem que são ministros. Aliás, nem o presimente os conhece.


8 - Lula comemora feriado sem vaias - O desfile superfaturado deste ano, foi idealizado para deixar os descontentes bem longe do palanque, mesmo assim o presimente, por precaução deve ter enfiado "OBs" nos ouvidos; sugestão de sua Galega Letícia.