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quinta-feira, novembro 02, 2017

Ciro Gomes: falso patriota, verdadeiro vendido






por Lucas Berlanza(*).




Aquilo que Gustavo Corção chamava de “patriotismo” (e Roberto Campos de “nacionalismo de fins”) não pode ser confundido com o que o próprio Corção chamava de “nacionalismo” (e Campos alcunhava “nacionalismo de meios”). Esta é, no entanto, uma confusão recorrente no Brasil, desde Getúlio Vargas. Associando a experiência de pertencimento e apreço pela pátria a uma devoção irracional pelos “minerais” e pela sua exploração mediante a burocracia estatal, muitos de nossa gente se tornam presas fáceis de demagogos que se dizem os legítimos defensores das potencialidades da nação contra os traidores “entreguistas”, vendidos ao “imperialismo americano”, dispostos a retirar de “nosso controle” todos os nossos bens.

Tais demagogos, não raramente, são, eles próprios, não apenas os maiores falsos patriotas, como também os verdadeiros vendidos. Foi o que demonstrou, se alguém ainda precisava de mais alguma evidência, o pedetista Ciro Gomes, aventado como possível esperança das esquerdas na disputa eleitoral de 2018, em discurso que fez em evento tão emblemático quanto repulsivo: a inauguração do Memorial Luiz Carlos Prestes, em Porto Alegre, que fizemos questão de denunciar em artigo anterior. Em uma tentativa de recapturar a atenção do grosso do povo e não enfatizar tanto as pautas mais próprias à esquerda “pós-moderna desconstrucionista lacradora”, preferindo regressar um tanto ao “Petróleo é nosso”, ao perceber que o outro discurso sofre uma reação no Brasil e no mundo, Ciro Gomes quer agora posar de grande brasileiro, apaixonado por seu país.

O que Ciro Gomes não entende é que o verdadeiro patriotismo não está em querer preservar, nas mãos da máquina estatal e das castas políticas, o controle de empreendimentos vultosos, cujos prejuízos são repartidos com a população. A aposta no mercado e na iniciativa privada não equivale e nunca equivaleu ao desprezo pela nacionalidade, na medida em que justamente conduz a nacionalidade, através de sua constituição fundamental – os indivíduos que a compõem, por óbvio – a mais riqueza e mais prosperidade. Só neomercantilistas paralisados no passado pensariam o contrário. Uma nação não se resume ao seu Estado; é muito mais que isso. É a esfera cultural, simbólica, civilizacional, de valores da sua sociedade. É tudo o que o comunismo, esse sim, não respeita. Que dizer do senhor Ciro Gomes, prestando homenagens a um comunista assassino?



Diz ele em seu discurso: “A sociedade gaúcha se afirma para a admiração de quem ama o Brasil e conhece a sua história. O que fazem as sociedades sadias civicamente? Elas homenageiam os seus do passado. Elas homenageiam seus ancestrais. Elas consolidam ícones, memórias, para guardar a lembrança, imortalizar o exemplo dos seus maiores. E é o que estamos fazendo hoje, em tempos tão trágicos como os que estamos vivendo. (…) O que vocês estão fazendo é imortalizar a memória de um brasileiro absolutamente extraordinário. (…)”. Enaltece a coragem de Prestes ao se lançar pelo país, arriscando a carreira de tenente, saindo do comodismo, para batalhar no Tenentismo por uma alternativa, ainda sem ser comunista. Segundo Gomes, ele foi “aprendendo a ser” comunista “vendo inclusive que nas áreas mais miseráveis, a que ele mais devotadamente dedicava seu entusiasmo, o risco da sua vida, foi onde encontrou a mais encarniçada resistência reacionária, manipulada pelo terror, pela mistificação, pela propaganda. Olha como muda pouco o Brasil”, ressaltou. “Estamos reunidos aqui, enquanto a maioria simplesmente se aquieta em casa assistindo ao vilipêndio e à venda pura e simples do futuro da pátria brasileira”. Saudou então a petista Maria do Rosário, orgulhou-se de caminhar ao lado de pessoas como Lula (sim, exatamente!) e frisou que, apesar das diferenças (até parece!), eles estarão sempre juntos no “debate fraterno” para que “eles” (os inimigos, a direita, o PMDB, o Donald Trump, o Satanás, seja lá o que for, qualquer um que ache que a Petrobras deveria ser privatizada) não triunfem. Luiz Carlos Prestes, para ele, faz falta, pelo seu exemplo de “patriotismo”, de “inquietude”, de inconformidade com as “mazelas e desigualdades”. Termina, é claro, se referindo a Temer, sem usar seu nome, como o “vagabundo golpista” que roubou o Brasil e perguntando ao jovem brasileiro o que fará para ser amanhã “lembrado como Prestes”.

Comecemos pelo final dessa brilhante peça de venenosa oratória. Nada faremos, Ciro Gomes. Não queremos ser lembrados no futuro como Luiz Carlos Prestes. Não queremos ser lembrados como o Cavaleiro da (Des)Esperança que, no limiar dos dramas do século XX, ficaria ao lado do Komintern e da União Soviética, traindo a sua pátria, em nome de uma ideologia fanática e sangrenta que despreza as sensibilidades e as bases mais primordiais da nossa civilização. Não queremos ser lembrados como o assassino da jovem Elza Fernandes. Fosse quem fosse e como fosse esta jovem senhorita sobre quem pouco sabemos e que, aos dezesseis anos, foi executada em nome da maravilhosa “Revolução” de Prestes, ela certamente faz mais falta que ele próprio. Como fazem mais falta ao mundo os milhões de mortos pelo comunismo que as dezenas de ditadores e lunáticos que perpetraram a nefasta trama vermelha sobre a face planetária.

Decerto que concordamos em que uma sociedade civilizada homenageia seus heróis e ícones, cultiva os valores dos exemplos. E nós os temos. Temos a sábia antevisão de um Bonifácio, a bravura de um Pedro I e uma Maria Quitéria, a generosidade e sensibilidade ímpares de um Nabuco, o ardor pelo saber de um Pedro II, a eloquência de um Rui Barbosa, a solidariedade de uma Isabel, a lucidez de um Roberto Campos, o vigor combativo de um Lacerda, o espírito realizador de um Mauá, o pioneirismo de um Donald Stewart Jr. Não precisamos das armas de Prestes, a desfraldar a bandeira da tirania.

Fala Ciro Gomes que Prestes foi desafiado por uma encarniçada “resistência reacionária” no seio dos miseráveis, manipulados pelo “terrorismo” e pela “propaganda”. Admitindo a expressão “reacionária” no pior dos sentidos, constatamos o quanto isso é ainda possível no Brasil diante do terrorismo perpetrado pelos governos petistas, dos quais Ciro não se envergonha, pretendendo ganhar o Planalto em 2014 à base da ameaça de que a vitória adversária seria o fim imediato do Bolsa Família.

Disposição e inquietude poderiam ser virtudes até em nazistas, pouco ou nada dizendo sobre o resultado das pregações de quem as experimentasse. De fato, Lula já expressou, em certa oportunidade, admiração pela disposição de Adolf Hitler em “ir lá e fazer o em que acreditava”. “Patriotismo”, esse não dá as caras, nem em Luiz Carlos Prestes, nem em Lula e Maria do Rosário. Que patriotismo é esse que submete o país ao projeto soviético, que suplanta as aspirações nacionais em prol das tramoias sub-reptícias do comando central stalinista, ou que, modernamente, constrange a dignidade diplomática nacional aos ditames da “Pátria Grande”, do delírio bolivariano, do Foro de São Paulo? Que patriotismo é o do próprio PDT de Ciro Gomes, flagrado recentemente em conversas estranhas com o Partido Comunista chinês, aquele mesmo que parece muito interessado em difundir pelo mundo as maravilhas do seu modelo autoritário e socialista?


Ciro Gomes nada sabe sobre o significado de patriotismo. O defensor da privatização não é o verdadeiro “entreguista”. O verdadeiro “entreguista” e “vendido” é aquele que comercializa a sua honra, a sua verdade, a sensibilidade geral de seu país, a projetos ideológicos estranhos à sua gente e às aspirações de seus fundadores. O Brasil de Prestes seria um “puxadinho” da União Soviética. Seu exemplo tem de ser lembrado, sim, apenas, e realmente apenas, para jamais ser repetido.

Fonte:institutoliberal.org.br


(*)Lucas Berlanza-Jornalista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é carioca, editor dos sites “Sentinela Lacerdista” e “Boletim da Liberdade” e autor do livro “Guia Bibliográfico da Nova Direita – 39 livros para compreender o fenômeno brasileiro”.

segunda-feira, outubro 02, 2017

O que o prefeito de Nova York, Ciro Gomes e Adolf Hitler têm em comum?





por Ricardo Bordin(*).



Separados por largas distâncias temporais, geográficas e circunstanciais, o que poderia vir a unir estes três personagens? Vejamos, pois, como cada uma dessas figuras proeminentes na política vê a relação entre Estado e mercado, para então identificar possíveis similaridades entre suas concepções a respeito do tema:

1) Bill De Blasio, prefeito de Nova York, em entrevista concedida em setembro do corrente ano a Chris Smith, jornalista do New York Magazine, quando perguntado sobre a melhor forma de reduzir a desigualdade de renda na big apple, saiu-se com essa:


O problema é que nosso sistema legal foi elaborado para favorecer a propriedade privada. Eu acredito que a maioria de nossos cidadãos, independente de sua inclinação política, gostaria que o governo pudesse determinar onde cada prédio seria construído, que altura ele teria, quem deveria viver nele, quanto custaria o aluguel.

Eu acho que há um impulso socialista em curso, que eu escuto todo dia, em todo tipo de comunidade, que deixa claro que as pessoas gostariam que as coisas fossem planejadas de acordo com suas necessidades. E eu gostaria também. Infelizmente, o que impede que isso aconteça são os direitos de propriedade. Eles é que direcionam o desenvolvimento da cidade.

2) Ciro Gomes, durante debate realizado na University of Oxford há pouco tempo, reafirmou uma vez mais sua descrença na capacidade do livre mercado suprir as necessidades dos consumidores sem gerar “injustiças” pelo caminho:


” (…) Isso é o capitalismo, o capitalismo é assim [empresas privadas envolvidas em escândalos de corrupção]. O que aconteceu em 2008 nos Estados Unidos? A fraude campeando, a esculhambação generalizada, roubalheira, tudo de fraudes, etc. Puniram as pessoas e salvaram a cara das empresas. A Volkswagen aqui na Alemanha entrou em um escândalo extraordinariamente grave, falsificando indicadores de poluição. (…) e eu não quero estatizar estas empresas. Eu prego o controle social, o fim da ilusão moralista. Existem mil caminhos de controle. (…)”

3) Adolf Hitler, durante todo o período no qual o Nazismo ditou as regras na Alemanha, instituiu um regime de controle da economia que subjugava os interesses privados aos imperativos estatais, conforme explica Ludwig Von Mises:


Na Alemanha de Hitler havia um sistema de socialismo que só diferia do sistema russo na medida em que ainda eram mantidos a terminologia e os rótulos do sistema de livre economia. Ainda existiam “empresas privadas”, como eram denominadas. Mas o proprietário já não era um empresário; chamavam-no “gerente” ou “chefe” de negócios (Betriebsführer).

Todo o país foi organizado numa hierarquia de führers; havia o Führer supremo, obviamente Hitler, e em seguida uma longa sucessão de führers, em ordem decrescente, até os führers do último escalão. E, assim, o dirigente de uma empresa era o Betriebsführer. O conjunto de seus empregados, os trabalhadores da empresa, era chamado por uma palavra que, na Idade Média, designara o séquito de um senhor feudal: o Gefolgschaft.

E toda essa gente tinha de obedecer às ordens expedidas por uma instituição que ostentava o nome assustadoramente longo de Reichsführerwirtschaftsministerium (Ministério da Economia do Império), a cuja frente estava o conhecido gorducho Goering, enfeitado de jóias e medalhas.

E era desse corpo de ministros de nome tão comprido que emanavam todas as ordens para todas as empresas: o que produzir, em que quantidade, onde comprar matérias-primas e quanto pagar por elas, a quem vender os produtos e a que preço. Os trabalhadores eram designados para determinadas fábricas e recebiam salários decretados pelo governo. Todo o sistema econômico era agora regulado, em seus mínimos detalhes, pelo governo.

Acredito que agora tenha ficado bem mais fácil visualizar o traço em comum entre Bill de Blasio, Ciro Gomes e Adolf Hitler: a obsessão em determinar os rumos da economia – e, consequentemente, da vida de todas as pessoas. A semelhança entre suas ideologias salta aos olhos na medida em que os três acreditam piamente que seja humanamente possível ou mesmo desejável que um grupo de burocratas estabeleça o que deve ser produzido e comercializado, quando, como, por quem e a que preço. 

Friedrich Hayek já apontava o primeiro (mas não o único) fator que desaconselha governantes a intervirem na economia de tal forma:


O caráter peculiar do problema de uma ordem econômica racional se caracteriza justamente pelo fato de que o conhecimento das circunstâncias sob as quais temos de agir nunca existe de forma concentrada e integrada, mas apenas como pedaços dispersos de conhecimento incompleto e frequentemente contraditório, distribuídos por diversos indivíduos independentes. O problema econômico da sociedade, portanto, não é meramente um problema de como alocar “determinados” recursos — se por “determinados” entendermos algo que esteja disponível a uma única mente que possa deliberadamente resolver o problema com base nessas informações.

Além disso, Hayek alertava para o fato de que, uma vez que a um Estado qualquer seja conferido o poder de regular por completo as relações econômicas, resta que este governo, a pretexto de “corrigir distorções”, pode vir a interferir em todo e qualquer aspecto da vida dos cidadãos. Em O caminho da servidão, o austríaco apresentou essa tese demonstrando que as tentativas de exercer um controle central da economia levaram invariavelmente à perda da liberdade individual – em alguns casos extremos, inclusive, ao totalitarismo (basta dar uma olhada para a Venezuela e seu “socialismo do século XXI” para constatar a validade deste teorema).

E ainda existe um terceiro motivo que contraindica centralizar decisões da área econômica no Estado que nós, brasileiros, estamos carecas de conhecer: quando o governo é detentor da prerrogativa de determinar quem pode exercer cada ofício ou atuar em cada atividade econômica; cultiva o hábito de conceder empréstimos para “campeões nacionais” por ele mesmo designados a juros muito abaixo do que pagou para captar dinheiro no mercado; costuma conceder perdões fiscais e isenções tributárias para os “amigos do rei” e extorquir o restante da população sem perdão; o resultado disto tudo será sempre um só: CORRUPÇÃO, CORRUPÇÃO E CORRUPÇÃO.

O hoje ministro do STF Luiz Edson Fachin, durante toda sua carreira jurídica, sempre foi um dos adeptos da famigerada teoria da “função social” da propriedade privada, a qual é reiteradamente utilizada para fundamentar atos administrativos que impõem elevação de preços de IPTU de imóveis urbanos desocupados e até mesmo ações de expropriação de terrenos rurais. Até mesmo um novo conceito de “empresa com responsabilidade social” vem sendo gradualmente cunhado e propagado na mídia – como se obter lucro fosse uma atitude reprovável de per sique precisasse ser compensada com outra medida de efeito contrário (isto é, objetivando gerar “impacto social positivo”).

Ou seja, esta mentalidade anticapitalista é bem mais comum do que se possa imaginar. Ocorre que apontar os erros cometidos por empreendedores e seus efeitos negativos sobre a sociedade não é argumento forte o suficiente para justificar a implantação de providências de caráter socialista, dado que os resultados nefastos destas superam em muito quaisquer falhas do livre mercado. O próprio prefeito de Nova York levou um “pito”, um dia desses, da apresentadora Trish Intel, da Foxnews, quando do episódio em que ele elogiou uma escultura de uma menina que ficava encarando a famosa estátua do touro de Wall Street:




Da mesma forma que nenhum morador de um condomínio de apartamentos permite que o síndico se intrometa na sua vida privada, também o Estado deve se manter adstrito a suas funções primordiais, sem imiscuir-se, em especial, nas negociações livres de ardil de qualquer espécie e realizadas espontaneamente entre os indivíduos, ainda que isto gere desigualdade – o que é muito diferente de pobreza.

Os primeiros colonizadores da América morreram de inanição trabalhando em prol do “bem comum” até que a inovação da propriedade privada foi abraçada como solução e deu origem a nação mais próspera do planeta. Hitler já foi visitar o capeta, mas bem que Bill de Blasio e Ciro Gomes poderiam tentar aprender esta simples lição…



(*)Ricardo Bordin - Atua como Auditor-Fiscal do Trabalho, e no exercício da profissão constatou que, ao contrário do que poderia imaginar o senso comum, os verdadeiros exploradores da população humilde NÃO são os empreendedores. Formado na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) como Profissional do Tráfego Aéreo e Bacharel em Letras Português/Inglês pela UFPR.

quarta-feira, abril 23, 2008

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO. NOVO?

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO. NOVO?

- Empresa lança
papel higiênico literário na Espanha.
Esses espanhóis e suas invenções ultrapassadas. Não foram eles que inventaram o telefone celular, mas inventaram os preços abusivos dessa telefonia. Jamais conseguirão nos ultrapassar em matéria de invenções. Nós inventamos o inverso e com muito sucesso: os discursos do NoçuGhia, quando impressos, servem exatamente para a nobre finalidade do papel higiênico.


- Ciro Gomes diz que candidatura [dele] à Presidência depende das necessidades do país. Clique
Aqui


O Ciro Gomes foi convidado pela Falha de São Paulo a participar de uma sabatina. O Data-Falha, que é da Falha, digo Folha de São Paulo, diz que Ciro Gomes é o segundo colocado nas pesquisas de intenção de votos para a presidência (?!). 


O Ciro Gomes, há pouco tempo, disse que a imprensa Paulista quer desestabilizar o guvernu do NoçuGhia; naturalmente a Falha de São Paulo ou não é imprensa ou não é Paulista. Ciro Gomes pode ficar tranquilo: será candidato em 2010. O país já tem merda suficiente como candidatos à Presidência; um a mais, um a menos não fará diferença.

Mais uma do Ciro Gomes, o defensor da utilidade das mulheres brasileiras:
- "A eleição do Severino [chique-chique Cavalcanti] foi tentativa de golpe. Era para ele receber o pedido do impeachment [de NoçuGhia]. O Aécio Neves [o garanhão das Gerais] foi um dos que ajudou a impedir o Golpe. Mas, antes disso, Severino aderiu ao Lula".


Caramba, o Aécio então é puxa-saco do Lulla?. Quem disse ao Ciro, que um Congresso comprado pelo Planalto - éticamente, é claro -,  iria dar um chute nos fundilhos do NoçuGhia?




- Tremor de terra em Sampa.

Agora já não falta mais nada. Os tempos bíblicos fazem remake por aqui. Se não tivemos a praga da invasão das Rãs; um único sapo [barbudo] já está fazendo um estrago desgraçado desde Janeiro de 2003. Não tivemos a praga das moscas; mas um único mosquitinho, o Aedes Temporão, já matou uma centena de cariocas. Agora temos terremotos. Confesso, não senti absolutamente nada, a não ser uma raiva desgraçada de morar num país que perdeu a capacidade de se indignar com tanta roubalheira.

quarta-feira, abril 16, 2008

PESQUISAS PARA TODOS OS GOSTOS









1 - A liderança da Rede Globo está despencando. Nada que preocupe a Vênus Platinada; afinal basta colocar no ar mais um BBB ou um casal homossexual transando na próxima novela e, tudo volta ao normal. 

Quem vem com tudo agora é a Record do Edir Macedo (IURD), aquele que também tem um plano de poder: colocar seu sobrinho Marcelo Crivella na presidência em 2014. 

A Record, a exemplo do NoçuGhia, também quer entrar no seleto clube dos que fabricam pesquisas. No domingo [13/04], o brilhante porta-voz petralha, Paulo Henrique Amorim, no programa Domingo Espetacular, anunciou a última pesquisa de intenção de votos para a prefeitura do Rio. Nem é preciso dizer quem estava em primeiro: Crivella ora, ora!!. 

O grande problema dessa pesquisa? Quem a produziu foi o Instituto GERD (não confundir com GERP) a pedido do PTdoB. Até aí tudo bem; a CNT/CNI podem fabricar pesquisas para o Lulla, por quê não o PTdoB para o Crivella?

Acontece que não se consegue achar nenhum Instituto GERD no planeta Terra. O site do PTdoB também não registra nenhuma pesquisa recente. O Bispo inovou: além da pesquisa ser fajuta o Instituto também não existe; e isso é ou não é pecado?

2 - E por falar em Institutos de Pesquisas, parece que Hugo Chávez é mesmo um pão duro: quer conquistar a popularidade sem comprar pesquisas. Pelo visto, Chávez não aprende nada quando conversa com o NoçuGhia.

O Instituto Consultores 21 - nada a ver com o canal de televisão do pimpolho-zôo-empreendedor do NoçuGhia -, divulgou nesta terça-feira [l5/08] que 60% da população venezuelana, desaprova a gestão de Hugo Chávez (fazer merda tem nome diferente na Venezuela). 

3 - Pesquisa encomendada pela ONG Sogras sem Fronteira, aponta que o melhor governador do Brasil é Cid Gomes do Ceará (PSB), irmão do Ciro Gomes (PMDB) e amigão de Tasso Jereissati (PSDB). O ético e ó-nestíssimo governador pagou a viagem de sua sogra à Europa em fevereiro último. Não é qualquer sogra que vai de jatinho fretado à Zoropa a um custo merreca de R$ 388, 5 mil. Eita sogra porreta.

4 - Mais pesquisas. O Instituto HEP-DEMIA, indica que o melhor presidente do mundo é o NoçuGhia. O Instituto apontou que nove entre dez Aedes Egypt são favoráveis à politica de procriação do mosquito da dengue, implementada pelo presimente e seu ministro Temporão. A última parábola de Lulla, na marcha dos prefeitos de ontem, não deixa dúvidas de que teremos uma epidemia Nuncaantesvista: "...o trabalho mais importante é matar o mosquito antes que ele nos mate".

E vem aí a Força Nacional de Saúde. O ministro Temporão andou assistindo o filme Outbreak (Epidemia aqui em Brazucolândia) com o Dustin Hoffman e Rene Russo e resolveu criar uma força para debelar qualquer ameaça de epidemia; ou seja: vem aí mais um cabidaço de empregos, comandados por uma porção de inúteis. Se o Temporão for o Dustin Hoffman quem será a Rene Russo? A Ideli Salvati ou a Dilma?


sábado, agosto 26, 2006

O PSDB, os traíras, os vendidos e assemelhados.








O PSDB, os traíras, os vendidos e assemelhados.

Diria FHC: "Assim não dá, assim não pode!". Eu diria: "O Brasil não é a casa da mãe Joana".

Se realmente os traíras como Aécio Neves (o primo Basílio das Minas Gerais), Lucio Alcantara (CE) e outros nomes que ainda estão "sob vigilância", estão pensando somente no seu projeto pessoal, ainda é tempo de reavaliar e cair na "real".


Aécio parece ter herdado o DNA do Joaquim Silvério dos Reis e não de Tancredo Neves e Lucio Alcântara está "incorporando" Iscariotes.


Lucio Alcantara ia bem nas "pesquisas", usou imagens dele com o supremo Inácio e começou a despencar. O Ceará é diferente do Brasil, os institutos de pesquisa lá são mais condescendentes com Jereissati - que agora apoia Cid Gomes (irmão de outro traíra Ciro Gomes) - ou esse país definitivamente virou um imenso prostíbulo?