Mostrando postagens com marcador Daniel Benjamin Barenbein. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Daniel Benjamin Barenbein. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, julho 27, 2012

Os privilégios que só Israel tem na mídia.



por André Cardon (para o deOlhonamídia.org.br)


A mídia, de uma forma geral, costuma ser anti-israel de um jeito ridículo e nojento, para dizer o mínimo.

A única democracia do Oriente Médio e o único país na região no qual os jornalistas estão seguros para escrever e falar do que quiserem é, paradoxalmente, o mais criticado.

Israel é exemplo em economia, desenvolvimento e direitos humanos. É esta nação que eles criticam sem escrúpulos de forma irresponsável e leviana.

Alguém poderia argumentar que meu artigo é tendencioso , porém, eu provo através de fatos, e não opiniões, o que eu defendo.

Como alguém, mesmo um leigo, pode deduzir que a mídia é parcial ? Pela forma como as notícias são tratadas diferentemente, dependendo de quem é o assunto. Alguns exemplos:

- Enquanto o Exército de Israel mata e assassina, os israelenses nunca são assassinados. Israelenses morrem devido a "explosões", "foguetes caseiros rudimentares", etc.

- No lado árabe palestino são enfatizados os eventos quando os mortos ou feridos são mulheres e crianças, já no lado israelense eles se tornam apenas números. Além disso, ainda são distinguidos, pois se o israelense que mora na Judéia e Samária sofre algo, ele não é um judeu, nem israelense, ele é apenas um "colono"!

- Israel pode ser atacado com 10 foguetes, ou 20, ou 30, ou 100, não importa. Enquanto Israel não retaliar, este fato não vira notícia. Porém, após 100 foguetes atirados contra Israel, veja o que acontece quando Israel ataca e mata UM palestino: 
O mundo inteiro repercute a noticia e ainda chega ao ponto de dizer, como ocorreu recentemente, que os 100 foguetes tiveram como causa o assassinato, que ocorreu depois destes inúmeros ataques !

- No caso da famosa flotilha (aqui), o exército israelense foi vistoriar as mercadorias que seriam entregues em Gaza. Não barrar, não impedir, apenas fiscalizar para que entrasse comida, remédios e outros bens de consumo mas não armas. Os soldados foram obrigados a se defender, reagir e matar nove tripulantes do navio. Esta notícia ficou meses no noticiário. Agora, veja por quanto tempo a notícia de um ataque aéreo da Turquia, que matou dezenas de curdos de forma premeditada, fica na mídia. E a Turquia bombardeia sistematicamente aldeias de refugiados curdos sem ninguém criticar!

- Há também comentários absolutamente ridículos sobre o conflito:

- Atacar Israel de Gaza com 5 mil foguetes desde a total retirada do exército e moradores de lá não é empecilho para a paz

- Matar soldados israelenses não é empecilho para a paz

- Seqüestrar israelenses não é empecilho para a paz

- Ignorar a existência do Estado Judeu nos livros escolares árabes palestinos não é empecilho para a paz

- Criar colônias de férias como o Hamas faz, onde parte das brincadeiras consiste em seqüestrar um soldado israelense não é empecilho para a paz

Empecilho para a paz é a construção de uma casa para uma família israelense na Cisjordânia !!! Pasmem !!! Israel tem 20% da sua população composta por árabes-israelenses com os mesmos direitos que um israelense, disputando lugares nas universidades, mercado de trabalho, etc. Porém, o Estado Palestino, segundo a Autoridade Palestina, não pode ter nenhum judeu, mesmo que não interfira em nada, seja disputando lugares nas escolas ou trabalho, o que for. Neste momento que a mídia, de forma crítica, deveria apurar qual o real interesse deles: criar um Estado ou destruir um?

E o caso dos imigrantes ilegais africanos ocorrido recentemente.

Todos países do mundo podem deportar pessoas, Israel não.
Todos os países podem recusar abrigo a quem eles quiserem, Israel não.
Todos países do mundo podem ter fronteiras fortalecidas e alta fiscalização, Israel não.

Ou seja, quando se trata de Israel, além de todas as mentiras e comentários totalmente parciais, ainda temos que agüentar uma crítica distinta de todas as outras feitas sobre todos os outros países (sejam democracias ou até, pasmem, ditaduras), o famoso 2 pesos e 2 medidas.

Todas nações fizeram, fazem e continuarão a fazer, mas quando esta nação é Israel o mesmo ato é condenável, criticado, etc.

Resumindo, é uma hipocrisia só.


terça-feira, julho 17, 2012

O silêncio dos covardes.






Antes, um aviso: O DE OLHO NA MÍDIA VOLTOU. Daniel Benjamin Barenbein, o editor do de Olho na mídia, como sempre contundente, está de volta e começa bem, revoltando-se contra uma mídia muitas vezes - para não dizer sempre - tendenciosa, que distorce fatos internacionais - e aqui no Brasil nem é preciso dizer que estão sempre ao lado do governo -. Mas vamos ao Daniel e o seu artigo:

Enquanto na Síria tropas governamentais esmagam a oposição - e o pior, civis - como moscas, no Brasil, o barulho das metralhadoras é abafado por um silêncio ensurdecedor. Mídia e políticos, cadê os protestos agora?


Dá para se ouvir o barulho de um alfinete caindo no chão. É puro silêncio. Dos mais nojentos. Dos mais condenáveis. Do mais cúmplice.

Onde estão as esquerdas que condenaram a ação israelense em Gaza no início de 2009, visando parar o lançamento de mísseis contra seu território e outras operações similares? Onde estão as manifestações na Paulista? Cadê o povo de direitos humanos pra reclamar do que está acontecendo agora?

É um silêncio ensurdecedor aqui!! O Brasil, agora está calado. Mas fosse Israel estaria gritando. Onde esta o Sr. Marco Aurélio Garcia (Top,Top,Top) pra falar em “ato deplorável e assassinatos em séries”? Onde está Valter Pomar? Onde está Jamil Murad? Onde está Jandira Feghali? Onde está esse povo que a cada morte palestina sai por ai berrando: “Israel assassino”, mas calam-se para a morte de dezenas de crianças e demais pessoas a sangue frio na Síria, ou diante de atrocidades no Irã?!?! Cadê a Yara Lee?!?! Porque não embarcar em uma flotilha rumo a Síria agora?

Cadê esse povo, que está quietinho sem abrir a boca?!?!

Onde estão as colunas de jornais, os artigos de opinião, os extensos editoriais falando em massacre agora? Comparando o que acontece na Síria com "nazismo", com "genocídio", com "Holocausto"? E Houla, não seria o novo "Gueto de Varsóvia"? Não convêm, não é? Talvez estes exageros e comparações estapafúrdias tenham que estar reservadas somente aos judeus, porque ali há um ponto: mostrar que as vítimas de ontem são os algozes de hoje, não é verdade? Na Síria, onde um rolo compressor passa por cima da população, quem liga?

Afinal, quando a coisa acontece com Israel estas figuras estão SEMPRE na primeira fileira dos protestos, sendo as primeiras a se manifestarem, condenando e fazendo passeatas que vez por outra chegam a queimar a bandeira de um país legitimo.

Agora quando o governo de outro país membro da ONU se insurge contra sua população, estas mesmas figuras ficam mudas, não se manifestam, tiram o corpo fora. É como se os direitos humanos só valessem para aquilo que dá ibope, aquilo que vende o produto deles, o de se postarem SOMENTE contra Israel.

Os dois pesos e duas medidas adotados por esta turma é algo tão ultrajante e hipócrita que só podemos lamentar quando um assunto tão sério como os direitos humanos - que foi criado justamente para proteger cidadãos indefesos, com a carta dos direitos do cidadão sendo aprovada logo depois da experiência do holocausto - serem sequestrados por esta turma de oportunistas que usam desse instituto protetor para atacarem e se calarem quando lhes convêm.

São tão cegos e cheio de ódios, que não conseguem mais ver um palmo a frente, a realidade que ocorre no mundo. Onde estes senhores estão quando ocorre um massacre na Somália? Ou então um genocídio em Ruanda, ou ainda uma chacina no Sudão? Que moral lhes é conferida para serem os defensores dos direitos humanos em relação a Israel, se os mesmos NUNCA defenderam direitos humanos de nenhum outro cidadão do mundo (incluso dos próprios israelenses vítimas de terrorismo, foguetes, homens-bomba, etc...), e usam a causa palestina e a defesa dos direitos humanos em Gaza somente para se propagandearem como paladinos da causa?

Conclama-se a Sra Yara Lee a apresentar suas câmeras, aquelas mesmas que “flagraram” a “matança” como ela descreveu, na Flotilha de Gaza. Mas onde estará esta senhora, justamente agora, em um momento de tanta matança real?


(Nota do blogando: o relato real de quem estava nos acontecimentos veja aqui)

Simples, deve estar na frente de sua TV, provavelmente acusando Israel de ser o culpado de tudo, afinal, mais fácil ser um covarde escondido atacando quem lhe protegeu apesar de tudo e a deportou ilesa, do que ser corajoso em um lugar onde não há garantias. Se depender de pessoas assim como as citadas, os direitos humanos não servirão nem para defender animais.