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domingo, março 01, 2015

VAMOS ÀS RUAS! (mas só no dia 15?!)











por Enio Mainardi




Meu celular não para. Me avisam para comprar mantimentos, víveres. Que devo tirar algum dinheiro do banco para não ficar a nenhum, numa emergência. 




Corre uma forte boateira. De caso pensado foram “vazados” diálogos entre militares, numa ferveção de expectativas ansiosas. Notícias que a Força Nacional teria sido acionada pelo Lula. Que forças militares de países estrangeiros já estariam circulando pelo pais. Acusações de que o Alto Comando das Forças Armadas seriam “de esquerda”. Informações, contra-informações. 




Agora, 4 horas da madrugada deste domingo, que devo fazer? Me assegurar que a fechadura da porta de entrada do apartamento está trancada com duas voltas? Penso nas Manifestações marcadas para o próximo dia 15. Só no dia 15???... 




Frente aos boatos, verdadeiros ou não, acho que os organizadores da Manifestação deveriam precipitar os fatos, antecipar a data para que ela aconteça - no máximo - até o próximo fim de semana. Estamos num derby perigoso, parece que os outros cavalos já saíram galopando, disparados na pista. 




Os adversários querem precipitar o resultado, esvaziar as nossas Manifestações. E eles tem muito dinheiro, muita gente aparelhada, muito poder gerado pela corrupção e outros interesses vários. Nem vale a pena listar quantas tropas eles tem. Me lembra quando falaram ao Hitler (acho que foi ele) da oposição do Vaticano às suas ambições militares e ele respondeu “quantas divisões tem o exército do Papa? “ 




Nós estamos que nem o Papa daquela época, não temos nenhuma divisão. Mas tem instalado um sentimento de revolta tão grande, que isso pode colocar um povo em armas. Armado com Greve-Total, resistência civil, manifestações de rua, e uma bruta vontade de se livrar da cangalha desse governo corrupto. Contra uma líder ex-guerrilheira capaz de tudo. E um Lula que já botou claro que quer um governo comunista. Precisamos sair às ruas antes que eles. E mostrar nossa firme resistência. A revolução espanhola contra o Franco nos deixou pelo menos uma frase exemplar: “Não passarão!”

domingo, fevereiro 15, 2015

Meneghetti, o ladrão.









por Enio Mainardi







Hoje, poucos, pouquíssimos devem lembrar dele: Meneghetti. Ele era o ladrão mais famoso nos tempos de minha infância. O Meneghetti roubava, sim. Mas ele nunca usava revolver. Só abria portas, janelas, levava tranqueiras e sumia. Ele era italiano, imigrante, como meu avô. Dizia-se que ele pulava de telhado em telhado, como que voava. 


Meu nono falava dele com admiração...e quase orgulho. Ô! ô! ô! ô!...o Meneguelli fazia a cabeça da velharada italiana que jogava bocha, scopa, malhas ou o esporte dos aposentados, bilhar, ficando escondidos das patroas dentro da fumaça preta dos cigarros Yolanda, sem filtro, no salão encortinado de verde-sujo. 


Por que me lembro do Meneghetti, que não tinha cadeia que segurasse ele? É que o Meneghetti daquela época se parece muito com o Lula, também ladrão. Famoso, o Lula levou todo mundo na conversa. Ficou rico, meteu a mão...mas tudu mundu, si podia, também metia, que ninguém é bobo. 


O ladrão Lula é o herói dos pobres, dos pau-de-arara que endeusam seu sucesso - que nem o do outro larápio italianado. Tem uma admiração santificada no jeito como eles se embevecem nas palavras roucas e cuspinhantes do seu deus Lula. Que, alem de ser deus, é Robin Hood, aquele que dá bolsa de tudo quanto é jeito para os pobres, com o nosso dinheiro. O povo dos grotões, a caipirada dos do norte-nordeste (e Minas) os que vem para cá, pegam pesado e só conhecem a realidade através da novela das oito, vêem no Lula o seu Líder. 


Concorrente direto dos pastores que pregam a Palavra Do Senhor e colocam a mão na cabeça dos endemoninhados para tirar o Capeta de dentro deles. E tirar a grana, também. Desentranhar o Lula da doidice dessa gente, vai ser mais do que duro. Vai ser quase impossível. A inguinorança prevalece enquanto a corrupção cresce. Mas não tem banho de butique, que traz faceirice para as meninas do Silvio Santos? Então. Banho de escola ia dar o mesmo resultado para tanta gente que vive na sarjeta do conhecimento. Mas falta escola, falta professor, falta verba, falta esgoto, falta comida, falta, falta. 


E enquanto isso, nós, os das zelite é que somos o inimigo, como proclama o prezado. Briga boa, que pode durar muitas batalhas. Mas o Gandhi foi pra cima dos ingleses colonizadores e ganhou. 

O Martin Luther King ganhou dos brancos Ku-Klux-Klan. O Mandela, ganhou a independência da África do Sul. A receita da revolução nunca foi fácil - nem rápida. A claque cleptomaníaca do Lula, por exemplo, foi aderindo à filosofia do “primeiro o meu” por longuíssimos anos, quase que secretamente, as saúvas se mantiveram em grande atividade, armando sem que ninguém tenha se tocado dos seus febricitantes ninhos subterrâneos. 


E o Meneguelli, que aconteceu com ele? Morreu encarcerado, coitado, a mágica dele acabou, sumiu o encantamento. Vai acontecer o mesmo com os Meneguettis destes tempos de Brasil-Novo-Antigo, que ainda não acabou.

sábado, fevereiro 14, 2015

Nosso desembarque na Normandia.


















Nosso desembarque na Normandia.





Vi de madrugada um filme antigo, The Longest Day. Tipo John Waine fazendo um capitão heroico que comanda soldados americanos na invasão da Normandia. Uma patriotada, financiada pelo Departamento de Estado americano em tempos de guerra - muitos tiros, explosões, mortos. O filme mostra que enquanto as forças aliadas vinham para o ataque, lotando mais de mil navios, do lado adversário o oficialato alemão discutia onde teoricamente poderia acontecer o aguardado desembarque. 


E é aí que a coisa pega. Hitler tinha deixado em reserva os seus tanques, sem saber onde realmente aconteceria o impacto da invasão. Só ele poderia dar sinal verde para a mobilização daquela artilharia pesada. Quando os oficiais nas fortificações de praia detectam os inimigos vindo, telefonam pedindo ao estado maior que libere os panzer. Mas os militares, do outro lado da linha se negam a fazer isso, explicando que temiam acordar o fuhrer, ele havia tomado um sonífero. E enquanto Hitler dormia, ia perdendo a guerra. 


Façamos uma comparação. A força de desembarque é o PT. Nós, o povo, somos o estado maior alemão. Os do PT vem na sanha de ganhar espaços, bombardeando com tudo, quase livremente. E o que fazemos nós? Nada, esperamos algum líder despertar. Estamos loucos? Desse jeito, ficando imobilizados, perdemos nosso resto de liberdade, nossa dignidade e até a vida. A guerra, enfim. Vamos acabar como território ocupado. Nossa única chance é reagir, ir para a rua e fazer manifestações, greves, parando tudo. Não esperar mais ninguém, nenhum Salvador Da Pátria. Ele, ou eles, estão demorando demais. 


Chega de esperar as Forças Armadas ou os políticos discurseiros. Temos que tomar a iniciativa, sem medo de black blocs, eles também vão se ferrar. Chegou a hora H de disparar todas as armas que tivermos nas mãos - por enquanto metaforicamente. E os políticos da dita Oposição virão depois para recolher os frutos de nossa revolução, tudo bem, é da natureza deles agir assim. O que acontece hoje na Venezuela é nosso espelho, amanhã. 


Que venham haitianos, guerrilheiros das Farc, forças venezuelanas, “camponeses” do MST, mercenários de todas latitudes e longitudes, toda a bandidalha arregimentada. Vamos soltar os cachorros. Temos que arrancar o PT do poder à força de boticão. Reagir é nosso destino e devemos abraça-lo como a um amigo. O Kissinger disse, certa vez, que metal só se dobra quando quente. Então vamos esquentar o metal da Pátria. E torcer o pescoço do PT, até ele não respirar mais. 
VAMOS PARA A RUA!!!

terça-feira, fevereiro 10, 2015

O maior roubo do mundo.

por Enio Mainardi (no facebook)



Não consigo imaginar 100 bilhões. Nem em reais nem em dólares. É dinheiro demais. 
Calcula-se que o rombo causado pelos ladrões do PT chegou a até mais do que isso. Quantos trilhões? E quando abrirem as contas do BNDES? E as dos institutos de previdência tipo Previ? Dos sindicatos? Subirá o número do prejuízo até que limite? Um jeito para entender essa enormidade de recursos roubados é calcular quanto do PIB brasileiro foi dilapidado. 5%, talvez, de tudo quanto foi produzido no Brasil durante um ano inteiro? Ou 10%? 

Tem outro ângulo. Os bandidos de colarinho branco denunciados no Lavajato, por exemplo, quantos brasileiros e brasileirinhos ele assassinaram? Crianças sem comida, sem escola, doentes jogados em hospitais tipo Uganda, obras de saneamento básico sem recursos e daí afora? Corrupção total? Então não se trata só de simples assalto às contas públicas. Mas crime hediondo. 

Teve um jornalistazinho vagabundo, comprado pelo PT, que esta semana reclamou das péssimas condições carcerárias impostas à bandidagem petista recolhida na Polícia Federal. Meu Deus, Sacrossanta Virgem, os coitados estariam sofrendo na cadeia a mesma tortura imposta aos terroristas muçulmanos em Guantánamo!!! E essa tortura seria para forçar os delinquentes a aceitar a delação premiada!!! Então...Guantánamo? Era uma boa. Enfiar a cara dos canalhas em balde de água até o “terrorista” desmaiar sem fôlego. Não permitir que ele durma. Lavar a cela deles com jatos de mangueira, os caras lá dentro. Servir o lixo que os presos “normais” costumam ter. Obrigá-los a comer de cócoras perto do “boi”, um buraco no chão onde cinco, seis presos cagam e de onde saem baratas pretas. Proibir qualquer contato externo. Sem jornais, livros, nada. Ora, Guantánamo? Esse jornalistazinho, um anão moral - além de ser fisicamente um pequeno escroto - pondera que os presos pelo Lavajato, afinal, ocuparam altos cargos, são gente importante. Cidadãos probos, enfim, que deram um mau passo. Digo eu: então sabiam perfeitamente a extensão do mal que faziam, certo? Sua pena deveria portanto levar em conta o dolo com que saquearam este miserável, este infeliz Brasil. O fuzilamento seria um favor que a Justiça lhes estaria fazendo. 

Mas... tem a delação premiada. Não dá para ser contra, pois a delação funcionou na Itália para botar chefes e chefetes da Máfia em cana. Nos Estados Unidos, igual. Esse recurso judicial empurra os bandidos a jantarem uns aos outros, numa carnificina antropofágica. E cada delator tem seu prêmio: um percentual sobre o dinheiro recuperado e um limite de anos que vai puxar cadeia. Pagando suas penas em celas sem o “boi", lógico.

Mas me sobram dúvidas. O dinheiro que vai ser recuperado, voltará ao Tesouro Nacional? A Dilma, com essa grana alta nas mãos, faria mais “investimentos” na Nicarágua sandinista? Na África dos ditadores corruptos? Na Venezuela, onde a democracia já dançou e o exército tem ordem de abrir fogo contra manifestantes? Nos grandes empreendimentos "acertados" com construtoras, que rendem gordas comissões aos corruptos? As fortunas resgatadas da bandidagem petista, na verdade, precisariam ser protegidas, indo para uma conta à parte, em separado, longe da corrupção desse governo que ainda não foi totalmente alcançado pela Justiça. 

Outra dúvida: a delação premiada vai valer para o Lula, a Dilma - se e quando apanhados? Essa é uma situação até previsível. Isso se...se o partido não der um golpe antes, acabando com a vida civil ainda não contaminada, não aparelhada pelo câncer que se espalha direto por todos os andares, salas e porões do Estado. O Lula seria o Grande Prêmio nessa loteria de delação. Imagino sua figura mefistofélica, que já antes praticou a traição aos cumpanhêro, conforme denunciado por quem estava lá no Dops, como o Romeu Tuma viu acontecer. O cappo, abrindo o bico, certamente desmancharia toda a teia de aranha que tem ele no centro. Nem o STF, então, poderia segurar as pontas - se o Lula delatasse. A família dele, nessa altura, já estaria na Itália, como disse sua senhora, precavida, que tirou passaporte italiano para um caso de emergência. Tá aí a emergência, dona. Leva junto o Lulinha. Fantasia, essa de imaginar que o edifício petista vai ruir logo-logo aos pedaços? Não. O povo, já se tocou. Só uns 20% das pessoas ainda acredita que a Dilma não sabia dos escândalos. Ela sabia, foi desonesta. E poderá confessar isso na delação premiada. Se não fugir antes para Cuba, indo deitar-se na cama do cadáver Fidel.