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sábado, maio 16, 2015

Esquerda & eugenia: uma história de amor.








Esquerda & eugenia: uma história de amor.
por Tiago Cortês (*)





Além do seu racismo politicamente correto, a esquerda tem uma longa história de amor pela eugenia. Aliás, historicamente, é possível apontar alguns pensadores de esquerda como percussores do movimento eugenista na Europa e nos Estados Unidos.

Da anarquista Emma Goldman (1869-1940) até o escritor George Bernard Shaw (1865-1950), passando pelo economista John Maynard Keynes (1883-1946), a galeria de intelectuais progressistas que flertou com a eugenia é tão grande quanto notável.

Décadas antes que o Partido Nacional Socialista chegasse ao poder na Alemanha, o irlandês George Bernard Shaw – um convicto socialista Fabiano – já defendia abertamente as teses da eugenia, entre elas a eliminação de indivíduos que não fossem produtivos.

Ainda em 1910, Shaw participou da Conferência da Sociedade de Educação Eugênica – que tinha muitos progressistas como membros – e defendeu em termos pragmáticos a eliminação da parcela da população que, segundo ele, “não se encaixava na sociedade moderna”.

Naqueles tempos em que a ciência era apresentada como única salvação possível para a humanidade, a eugenia não tinha a aparência diabólica de hoje. Pelo contrário, defendê-la era como um atestado de generosidade dos humanistas de plantão.

Por isso, o fato de Shaw ter defendido o extermínio de certa parcela da população não o impediu de ser agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1925. Com o Nobel debaixo do braço, Shaw se tornou o intelectual mais reverenciado de sua época.

Em 1931, a convite de Stálin, o escritor humanista visitou a União Soviética. Shaw sabia que Stalin estava matando parte da população russa simplesmente lhe privando de comida. Ele foi informado de que isso era necessário para livrar a sociedade russa dos “párias”.

É desnecessário dizer que Shaw ficou encantado com a política eugenista soviética, convicto de que os engenheiros sociais construíam uma sociedade perfeita. Ele descreveu a URSS como “uma terra de esperança, um exemplo para as potências ocidentais”:

“O extermínio deve ser justificado com uma base científica e sempre ser levada a cabo de forma humana e pensado como um bem maior. Desejamos certo tipo de civilização e devemos exterminar aquelas pessoas que não se encaixam nele”.

Eugenia, aborto e racismo
A anarquista Emma Goldman combinava a defesa da eugenia com o aborto e controle de natalidade. Ela não estava sozinha: as feministas diziam o mesmo. A pioneira do aborto nos EUA, Margaret Sanger (1879-1966), o defendia como meio de esterilização social.

Ela é a fundadora da Planned Parenthood, organização voltada à promoção do aborto e do controle de natalidade. Socialista, Margaret Sanger dizia que o aborto era um método eugenista que purificaria os EUA – tal como Shaw prometia na Europa.

Na década de 1930 a Planned Parenthood iniciou o famigerado Projeto Negro. Foi um esforço colaborativo com a Liga Americana de Controle da Natalidade para eliminar o “impróprio” da população americana nativa. Por impróprios leia-se “negros-pobres-do-Sul”:

“Nós queremos exterminar a palavra negro do nosso vocabulário, mas eles [os negros] não podem ficar sabendo de nada disso”

Calcula-se que mais de um milhão de negros tenham sido abortados pela organização fundada pela humanista – era assim que ela e Shaw se autodescreviam – Margaret Sanger. Não por acaso, a socialista Sanger aceitava convites para falar às piedosas esposas de cavalheiros da Ku Klux Klan.

A bondosa Sanger queria prevenir o nascimento daqueles que considerava inferior ou impróprio. A crença eugenista, portanto, foi a base da política de controle de natalidade da Planned Parenthood e do próprio movimento feminista pró-aborto.

As almas progressistas de hoje podem se assustar com a associação entre aborto e eugenia, mas a verdade é que são causas gêmeas. A eugenia pretende impedir o nascimento de “seres inferiores” e o aborto muitas vezes é defendido como um método para tal fim.

Até hoje é possível ouvir um eco desta crença mórbida na boca daqueles que defendem o aborto enquanto política pública, ou seja, como método de esterilização social para impedir o nascimento de pobres infelizes que podem infelicitar suas comunidades.

Eugenia: uma causa progressista
No seu clássico “Tábula Rasa – a negação contemporânea da natureza humana”, o psicólogo evolucionista Steven Pinker relembra que a maioria das almas progressistas do século 20 abusava da ciência para defender a eugenia:

“Os progressistas adoravam a eugenia porque ela estava ao lado da reforma e não do status quo, do ativismo e não do laissez-faire, da responsabilidade social e não do egoísmo. Quem lhes fazia oposição eram os conservadores católicos e protestantes do Cinturão da Bíblia, que odiavam a eugenia porque a viam como uma tentativa da elite tomar o lugar de Deus”.

Pinker cita vários pensadores progressistas que eram eugenistas apaixonados: HG Wells, Theodore Rossevelt, Harold Laski, J.B.S. Haldane, Beatrice Webb, entre muitos outros.

Keynes era uma dessas almas progressistas, amante da reforma e da ciência – ou do que ele entendia por ciência.Keynes presidiu Sociedade da Eugenia de 1937 até 1944 e classificou a eugenia como “o ramo mais genuíno e importante da ciência que existe”.

A obsessão eugenista dos esquerdistas é fruto de duas características centrais do pensamento progressista: a busca utópica da perfeição e a fé desmedida na Razão. Para a alma progressista, a perfeição é possível aos homens por meio da Razão e da ciência.

Tudo é uma questão de encontrar os métodos certos. A engenharia social é a apenas a forma concreta dos dois principais dogmas progressistas: o racionalismo e o perfeccionismo. 

Os progressistas buscam uma sociedade humana perfeita e estão dispostos a usar qualquer meio – do extermínio à esterilização social – para atingir tal fim. Ontem era a eugenia, hoje é o aborto e a destruição do gênero. Quem sabe o que virá amanhã?


Fontes:

“Tábula Rasa – a negação contemporânea da Natureza Humana”, Steven Pinker, Companhia das Letras, 2002.











(*)Thiago Cortês é jornalista.
Fonte: Mídia Sem Máscara

sexta-feira, maio 16, 2008

DIARRÉIA MENTAL

DIARRÉIA MENTAL(*)

"Alguns dizem que a anistia foi feita para todos, inclusive para os torturadores. Eu respondo que se ela foi feita para os torturadores, eles têm que ser julgados, eles têm que receber uma pena. Eles se escondem hoje em uma postura arrogante que não aceita a controvérsia política" - Tarso Fernando Herz Genro, que está ministro da Justiça(??!!)

Talvez, como todo esquerdopata, o ministro Tarso só consiga enxergar numa só direção: o cabresto o impede - e a todos os seus pares - de analisar a história de um país, que começou a se esfacelar, exatamente quando um bando de sequestradores, assaltantes e assassinos adentrou no poder.
Todos os que quiseram transformar o Brasil, numa republiqueta comunista, sabiam que estavam afrontando a lei e a ordem vigentes. Essa escória - defendida pelo ministro - matou, sequestrou, torturou e assaltou e, como só num país desprovido de vergonha poderia acontecer, recebem hoje polpudas indenizações às custas do trabalho dos brasileiros. Como só num país tomado por uma verdadeira quadrilha, essa escória ocupa hoje cargos de relevância no governo e nas estatais, dilapidando um patrimônio que não é deles. Como só acontece num país em que a minoria grita - e é aplaudida por uma imprensa subserviente e pôdre -, essa turba de ex-bandidos(?) quer ditar normas de ética, moral e probidade; coisa que eles jamais tiveram.

Algumas das ações desses estupidopatas que, pelo andar da carruagem, ainda terão estátuas em praça pública:
"...Elza, que gostava dos serviços caseiros, foi fazer café. Ao retornar, Honório pediu-lhe que sentasse ao seu lado. Era o sinal convencionado. Os outros quatro comunistas adentraram à sala e Lira passou-lhe uma corda de 50 centímetros pelo pescoço, iniciando o estrangulamento. Os demais seguravam a "garota", que se debatia desesperadamente, tentando salvar-se. Poucos minutos depois, o corpo de "Elza", com os pés juntos à cabeça, quebrado para que ele pudesse ser enfiado num saco, foi enterrado nos fundos da casa. Eduardo Ribeiro Xavier, enojado com o que acabara de presenciar, retorcia-se com crise de vômitos.." http://www.ternuma.com.br/elza.htm

"...Na tarde de 09 de maio, Lamarca comandou o assalto simultâneo aos bancos Federal Itaú Sul-Americano e Mercantil de São Paulo, na Rua Piratininga, bairro da Moóca, cujo gerente, Norberto Draconetti, foi esfaqueado e o guarda-civil, Orlando Pinto Saraiva, morto com dois tiros, um na nuca e outro na testa, disparados por Lamarca, que se encontrava escondido atrás de uma banca de jornais..."

"...Poucos minutos depois, Yoshitane Fujimore, acercando-se por trás do Tenente, desferiu-lhe, com a coronha do fuzil, violentos golpes na cabeça. Caído e com a base do crânio partida, o Ten Mendes gemia e contorcia-se em dores. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a.Lamarca, perante os 4 terroristas, responsabilizou-se pelo assassinato.Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça ensangüentada, o Ten Mendes foi enterrado...". http://www.ternuma.com.br/lamarca.htm

(*) O sugestivo título está inserido no comentário do Vide Versus ..."disse o ministro peremptório, que parece andar com diarréia mental nos últimos dias."



terça-feira, outubro 02, 2007

SARKOZY SE REFERIA AO BRASIL?

O texto abaixo é do discurso de posse do presidente francês Nicolas Sarkozy, dando um recado aos que se acostumaram a viver como proxenetas de um discurso esquerdista e que sempre alimentou aos que não sabem pensar por conta própria.

FORMA EXATA

Até parece que Sarkozy falou para os nossos intelectuais e para a esquerda tupiniquim. O intelectual brasileiro esquerdista ama Cuba e fala das maravilhas da ilha do Doutor Castro, mas o apartamento para férias está em Paris. Cuba só em audiovisual. (Não é Sr. Chico Buarque?)


Quando nossos políticos de coragem (se é que existem!) assumirem o tom de Sarkozy, será dada a partida para nossa redenção.

E se você não é daqueles aninhados nas benesses do poder, nem tem bolsa; passe à frente!








Vou reabilitar o trabalho!



"Derrotamos a frivolidade e a hipocrisia dos intelectuais progressistas. O pensamento único é daquele que sabe tudo e que condena a política enquanto a mesma é praticada.
Não vamos permitir a mercantilização de um mundo onde não há lugar para a cultura: desde 1968 não se podia falar da moral. Haviam-nos imposto o relativismo.

A idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto quanto o mestre, que não se pode dar notas para não traumatizar o mau estudante.
Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinquente. Que a autoridade estava morta, que as boas maneiras haviam terminado. Que não havia nada sagrado, nada admirável. Era o slogan de maio de 68 nas paredes de Sorbone: 'Viver sem obrigações e gozar sem trabalhar'.

Quiseram terminar com a escola de excelência e do civismo. Assassinaram os escrúpulos e a ética. Uma esquerda hipócrita que permitia indemnizações milionárias aos grandes Executivos e o triunfo do predador sobre o empreendedor. Esta esquerda está na política, nos meios de comunicação, na economia. Ela tomou o gosto do poder. A crise da cultura do trabalho é uma crise moral. Vou reabilitar o trabalho. Deixaram sem poder as forças da ordem e criaram uma farsa: abriu-se uma fossa entre a polícia e a juventude.

Os vândalos são bons e a polícia é má. Como se a sociedade fosse sempre culpada e o delinqüente, inocente. Defendem os serviços públicos, mas jamais usam o transporte coletivo.
Amam tanto a escola pública, e seus filhos estudam em colégios privados.
Dizem adorar a periferia e jamais vivem nela.

Assinam petições quando se expulsa um invasor de moradia, mas não aceitam que o mesmo Se instale em sua casa.

Essa esquerda que desde maio de 1968 renunciou o mérito e o esforço, que atiça o ódio contra a família, contra a sociedade e contra a República. Isto não pode ser perpetuado num país como a França e por isso estou aqui.

Não podemos inventar impostos para estimular aquele que cobra do Estado sem trabalhar.
Quero criar uma cidadania de deveres. "Primeiro os deveres, depois os direitos”.
Nicolas Sarkozy - presidente da França

segunda-feira, abril 02, 2007

APAGÃO AÉREO: VIVA O GOVERNO LUCHACALA






Apagão Aéreo: Viva o Novo Governo "LuChaCala".
Nelson Düring




Ao optar pela rendição ao motim perpetrado por grupos instrumentados desde o exterior, o governo Luiz Inácio sinalizou pela sua auto-extinção. Em meros 89 dias do segundo mandato o governo Luiz Inácio entrou em uma profunda crise e indica que desistiu dos próximos 3 anos e 9 meses. Mesmo que uma romaria de próceres governistas inundasse as rádios e TVs na manhã desta segunda-feira afirmando o contrário (02 Abril 2007) Ao lutar desde o dia 29 de Setembro de 2006, para a afastar o fantasma de 154 corpos do GOL 1907 para longe do Palácio do Planalto, este incentivou a mistificação da desmilitarização da atividade de controle do espaço aéreo brasileiro. Após os desmandos provocados pelo ministro José Dirceu e a ministra Dilma Rousseff, que implodiram todo o sistema aeronáutico brasileiro, com molecagens administrativas na ANAC e INFRAERO, na ânsia de cumprir os acordos de campanha com certas empresas aéreas: de ferir de morte e após dividir o espólio VARIG.Os resultados foram reconhecidos pelo presidente Luiz Inácio em sua fala aos jornalistas no dia 27 de Março, onde afirmou:"Desde o ano passado, com a saída da Varig, nós tivemos um problema com duas empresas que ficaram, que não davam conta do atendimento de todos os passageiros.Depois, certamente, culpabilidade de pessoas que tomavam conta dos aeroportos brasileiros.Essa coisa vem se arrastando desde março do ano passado com o problema da Varig, e se agravou em outubro do ano passado com o problema do Legacy e do avião da Gol. "Os controladores Instrumentados pela Casa Civil, que apoiou os ministros da Defesa e do Trabalho na montagem da bomba, que pode implodir o segundo mandato do governo Luiz Inácio, na noite de 30 de março de 2007. A brincadeira patrocinada pela Casa Civil e empresas aéreas é desmascarada com as notícias vindas da amarga ressaca dos próprios amotinados, que começam a vislumbrar o real horizonte que lhes espera.Se próprio governo montou a arma que foi usada contra ele, quem a disparou não foram os que seriam os beneficiários diretos, mas um novo ator político. Após 8 meses de retiro Fidel Castro publicou as Reflexões do Presidente, no Jornal Granma, no dia 29 Março. No artigo sem mencionar uma vez o Brasil, Castro ataca fortemente o emprego do Etanol como combustível automotivo.As declarações e a forma virulenta colocaram em crise grande parte do governo Luiz Inácio, em especial os seguidores cegos dos ideários castristas. Foi o sinal de que o sonho de os petistas terem um governo de luz própria, e com projeção internacional, estava indo longe demais aos olhos do velho ditador. A leitura da Declaração Conjunta Brasil-Estados Unidos, Camp David, 31 Março 2007, expõe com clareza a razão da irritação castrista.O cenário da noite de 30 de Março com os atores, que participaram das negociações da rendição do governo, falam por si. Figuras conhecidas do ideário terrorista internacional e adesismo, que conseguiram cumprir o que lhes foi designado anos atrás.A divisão no governo e o "golpe palaciano" perpetrado contra o presidente é bem explicitado pela própria Radiobras ao publicar mais fotos do advogado dos amotinados do que foto do próprio presidente Luiz Inácio em reunião com o presidente Bush, em Camp David.Do acidente GOL 1907 o espectro dos 154 corpos ficaram para seus familiares a dor, aos envolvidos os prêmios: controladores em conluio com a Casa Civil criaram uma blindagem própria, porém com um horizonte incerto, a Casa Civil conseguiu levantar tanta poeira que fica difícil ver a realidade e para a GOL o prêmio de ter o espólio integral da VARIG, o início de todos os desmando, enfim a maior beneficiada com a morte de 154 brasileiros. Foi a própria forma operacional da GOL que sobrecarregou o CINDACTA I, uma das razões para a tragédia GOL 1907. Enfim como diz o seu próprio nome, uma Linha Aérea Inteligente.Após 43 anos um novo golpe em Brasília, agora a esquerda ultra-radical vence e transforma o governo Luiz Inácio no governo LUCHACALA (LU CHÁvez CAstro LA).Não bastasse isso, movimentos irregulares preparam-se para uma extensa mobilização, o chamado "abril Vermelho", que servirá de consolidação do golpe radical (ou tentativa) perpetrado na noite de 30 de Março.
Em tempo, o presidente Luiz Inácio poderia perguntar ao Centro de Inteligência da Aeronática (CIAER), a participação política recente de certos líderes do motim.Ironias da história e da política.
Defesanet 02 Abril 2007