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quinta-feira, agosto 13, 2015

O retorno do comunismo ao mundo e à Igreja.








(Plínio Corrêa de Oliveira, a grande voz não ouvida)
por Luis Dufaur.


A Grécia apresenta um ministério composto de marxistas que desafiam a estabilidade da Europa. O Papa Francisco I recebe de presente e aceita uma grande foice e martelo com um Crucificado bem ao gosto da guerrilha castro-comunista apoiada nos anos 60 e 70 por sacerdotes e teólogos da libertação. 

Notícias surpreendentes como essas caem como raio em céu sereno com crescente frequência. Dir-se-ia que múmias ressuscitam dos mausoléus do comunismo e se instalam nos centros de poder que ditam o rumo da civilização do III Milênio.


“As lições não ouvidas da História”.


O retorno súbito do comunismo, que se julgava morto, espanta a muitos. Mas não a todos, observou o influente e perspicaz jornal milanês “Il Corriere della Sera” em editorial intitulado “As lições não ouvidas da História”. 

Segundo ele, tal espanto testemunha o fato de que muitíssimas pessoas, talvez a grande maioria, preferem não prestar ouvidos às lições da História. 

Nesse fechamento voluntário, pesa muito o anseio de que nada aconteça que possa prejudicar a vida gostosa de todos os dias. Atitudes preconcebidas como essa fez Albert Einstein dizer que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. 

Quando em novembro de 1989 caiu o Muro de Berlim, e dois anos depois a União Soviética implodiu, parecia ter-se fechado a sinistra era inaugurada pela Revolução bolchevista de 1917.




Milhões de pessoas comemoraram, e com justas razões. Porém, segundo o jornal milanês, quase ninguém, excetuados pouquíssimos, que ele qualifica de os “melhores”, quiseram refletir seriamente sobre o passado.
Muitos poucos eclesiásticos ou leigos contagiados pela perversa utopia igualitária marxista decidiram tratar abertamente do problema e corrigir os erros do passado. Eles ficaram entocados.

Havia ficado evidente a ideia sumamente falsa de que a fonte de todos os males era a propriedade privada e seus corolários, a livre iniciativa e a liberdade de mercado, que produzem naturalmente o capital. A propriedade privada, segundo o conceito marxista, é uma espécie de “mal supremo” gerador das odiadas desigualdades entre os homens.

Na queda da URSS também ficou evidente que a invasão do Estado e o dirigismo burocrático nivelador estavam na base de seu estrondoso fracasso.


Não foram tiradas as lições dos erros
Porém, quase ninguém quis refletir seriamente sobre isso, e até mesmo a memória de criminosos como Stalin e seus comparsas da Internacional Comunista ficou intocada. Não foi feita a indispensável reflexão, o balanço, não foram tiradas as lições dos erros cometidos para nunca mais cair neles.

A falsa premissa contra a propriedade privada continuou latejando. Entre nós, por exemplo, no PT, no MST e entidades afins. O coletivismo continuou sendo pregado em cenáculos ativistas, contradizendo os resultados catastróficos dos fatos.

Um dia, quando muitíssimos achavam que o comunismo e seus erros tinham desaparecido, eles voltaram. E a reação foi de espanto.
A foice e o martelo do “crucifixo” presenteado a Francisco I na Bolívia – prossegue o jornal italiano – não são símbolos de justiça, mas de opressão, o sinal distintivo de uma utopia que gerou monstros. 
O gesto do presidente boliviano Evo Morales foi um insulto à memória dos milhões de homens que viveram como escravos durante décadas sob bandeiras com a foice e o martelo. E centenas de milhões ainda vivem assim em vastas regiões da Terra.

Quando a URSS caiu, numa passeata em Moscou os manifestantes levavam faixas com os dizeres: “Proletários de todo o mundo, perdoai-nos”.

E no Ocidente? Os que propagaram e executaram essas mesmas ideias criminosas pediram análogas e proporcionadas escusas?

Nos ambientes católicos, teólogos, bispos, e até conferências episcopais inteiras favoreceram esses erros disfarçados sob enganosas teologias. Eles corrigiram o rumo, repararam o mal feito e trabalharam para construir o bem oposto?

Não. Espantosamente, não.

Agora esses erros aí estão, empurrando o mundo para os velhos e satânicos abismos do crime e da impiedade.


A exceção que lava a honra
Uma exceção não pode ser omitida. Foi a de um grande brasileiro. 
Em fevereiro de 1990, aplicando um esforço excepcional, Plinio Corrêa de Oliveira publicou na “Folha de S. Paulo” (14-2-1990), no “Wall Street Journal” (27-2-1990), no “Corriere della Sera” (7-3-1990), bem como em 50 outros jornais e revistas do Ocidente, o manifesto intitulado“Comunismo e anticomunismo na orla da última década deste milênio – A TFP apresenta uma análise da situação no mundo - no Brasil”.

No documento, ele denunciava a parte que incontáveis “inocentes úteis” de Ocidente tiveram na desgraça comunista, e os exortava a uma emenda. 

Ao mesmo tempo, apontava a assustadora colaboração de largos e categorizados setores eclesiásticos do Brasil, do Vaticano e do mundo com o Leviatã de horrores morais, filosóficos e humanos do regime comunista. 

Plinio Corrêa de Oliveira exortou fraterna e filialmente esses eclesiásticos a se emendarem, a repararem o mal feito e recomeçarem a levar o rebanho de Cristo pela senda gloriosa da Igreja e da Civilização Cristã. 

Mas não foi ouvido. Seu nome foi até denegrido em cochichos nos meios políticos, nas sacristias ou nos bispados.

Agora, a Humanidade contempla com espanto o ressurgimento daquele mal satânico do qual Plinio Corrêa de Oliveira quis poupar os homens.


Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com.br/

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Um refugiado evangélico e a cachorrada do governo do PT



por Julio Severo



A menos de 10 dias do encerramento do prazo para o governo brasileiro decidir se concederá refúgio ao senador boliviano Roger Pinto Molina, o Estadão revelou detalhes de uma imunda operação secreta articulada em março de 2013 pelo governo brasileiro para enviar à Venezuela um perseguido político enclausurado numa salinha sem janela durante 455 dias na embaixada brasileira em La Paz, Bolívia. Detalhe: Molina não poderia saber para onde estava sendo enviado.

De acordo com a reportagem, o governo do Brasil ofereceu a Molina, que é evangélico, ajuda para sair da Bolívia, com uma condição: ele deveria dar ao governo brasileiro total direito de enviá-lo a um país sem que Molina soubesse o destino. A oferta do Brasil também estipulava que ele deveria aceitar ser julgado por uma junta de juízes.

Se o senador evangélico tivesse aceitado a oferta, ele teria caído direto na cova dos leões, pois o plano do Brasil envolvia entregar Molina a dois países comunistas aliados da Bolívia: Venezuela e Nicarágua.

Tudo o que era necessário era Molina dar um salto no escuro aceitando a misteriosa “ajuda” de Dilma. O resultado final seria: ele acabaria nas mãos de carrascos comunistas e a senhora Dilma Rousseff poderia dar de ombros e dizer que cumpriu a palavra dela, tirando o evangélico perseguido da Bolívia — sem contrariar as intenções do ditador Evo Morales.
Se não fosse a ação corajosa do diplomata católico Eduardo Saboia retirando da Bolívia o refugiado boliviano contra a vontade do governo brasileiro, Molina cedo ou tarde seria entregue ao governo comunista da Bolívia ou aliados.

Eduardo Saboia (esq) e o senador Roger Molina

Quando bandidos governam um país, os inocentes são tratados como criminosos e os bandidos são tratados como heróis. Quando o assassino comunista Cesare Battisti fugiu para o Brasil, a Itália requereu sua extradição legal, mas o governo de Lula não trancou o criminoso numa salinha por 455 dias nem arquitetou um plano secreto para entregar o assassino a um merecido castigo. O próprio Lula interveio para que o criminoso obtivesse asilo e uma vida regalada

Molina não é assassino, mas um conservador será sempre um criminoso para Evo Morales, Dilma e aliados. O governo do PT fará tudo o que puder para não dar asilo ao evangélico conservador da Bolívia. Portanto, esse é um caso de oração e intercessão.
Não tenho vergonha de ser brasileiro, mas tenho muita, muita vergonha dos que governam o Brasil com esquemas infernais e bandidagens.

Abaixo, conforme o colunista da Veja Augusto Nunes, comunicado ao público do advogado de Molina:

A notícia veiculada no Estadão, e assinada pela experiente repórter Andreza Matais, de que teria sido engendrado pelo Itamaraty um plano secreto para levar o senador Roger Pinto Molina para a Venezuela ou para a Nicarágua deve ser vista com extrema preocupação. Caso essa insensatez se tivesse concretizado, o Brasil teria jogado ou alguém sob a proteção do direito internacional num verdadeiro covil de leões, dado o estreito alinhamento ideológico e político que têm aqueles países com o governo de Evo Morales.

Mas a coisa vai mais longe. A lamentável operação deve ser vista como o capítulo final de uma história que retrata um Itamaraty agonizante, que só permanece vivo porque obstinados brasileiros não desistiram de lutar pela instituição que um dia honrou os seus pais e o seu País. Uma história que teve o seu clímax (ou seria anticlímax?) numa proposta indecente feita a Roger Molina em março do ano passado. O embaixador Marcel Biato – um desses obstinados, justiça seja feita – foi orientado, não sem constrangimento, a propor ao senador, então asilado na Embaixada do Brasil em La Paz, um rol de condicionantes em troca da “liberdade”. A proposta passava por cinco pontos: 1) o senador deveria renunciar ao asilo que lhe fora concedido pelo governo brasileiro; 2) deveria concordar em ser enviado para um terceiro país; 
3) deveria assumir o risco de sair da Embaixada sem um salvo-conduto; 
4) deveria no seu destino final se abster de criticar o Governo de Evo Morales, e, finalmente, 
5) deveria concordar em se avistar com “enviados” da Justiça boliviana, que seriam autorizados a ingressar nas instalações da nossa Embaixada.

Soube que o diplomata Clemente Baena Soares e outros enviados pelo Itamaraty, sem a participação dos integrantes da missão brasileira em La Paz, teriam mantido conversações com a embaixadora da Venezuela, Cris González, com o fim de que fosse cedido um avião de matrícula venezuelana para tirar o senador da Bolívia, com o beneplácito oficial, mas sigiloso, do governo Evo Morales. A reunião que poderia ter selado o destino de Roger Pinto Molina só não ocorreu em razão da embaixadora González ter se deslocado para Caracas, em razão da morte do presidente Hugo Chávez, justamente no momento em que Baena Soares arribava na capital boliviana.

Essa proposta indecente começou a ser rascunhada, ao que parece, logo após a prisão dos torcedores corintianos em Oruro. Numa reunião em Cochabamba, o chanceler boliviano David Choquehuanca teria proposto ao seu congênere Antonio Patriota que o embaixador Marcel Biato – muito crítico dos desmandos do governo Evo Morales – fosse afastado das tratativas para a libertação dos torcedores, condição com a qual o nosso chanceler assentiu. Ao que parece Choquehuanca foi mais além e teria proposto trocar a liberdade dos corintianos pela de Roger Molina. Essa segunda e estapafúrdia proposta teria sido rechaçada por Patriota. Porém, como resultado dessa reunião o senador Molina teve limitado o seu direito de receber visitas e só não foi impedido de falar ao telefone e acessar a Internet porque funcionários da Embaixada exigiram que uma ordem por escrito fosse enviada desde Brasília.

Se algo mais restou de positivo daquela reunião foi que ali se decidiu pela criação de uma comissão bilateral para cuidar do caso do senador. Essa comissão teria se reunido uma única vez em São Paulo. A segunda reunião, programada para La Paz, jamais teria acontecido. Ao que parece, os diplomatas enviados a La Paz sequer foram recebidos pelas suas contrapartes bolivianas. Ato contínuo, foi proposta pelos nossos vizinhos que a frustrada reunião acontecesse em La Antigua, na Guatemala. Desta vez a conversa ocorreu de pé, no corredor. A próxima cartada no jogo da dupla Evo-Choquehuanca foi conseguir que o Brasil assinasse, durante uma reunião de Cúpula do Mercosul em 12 de julho de 2013, uma declaração em que o País se solidarizava com “os Governos da Bolívia, Equador, Nicarágua e Venezuela, que ofereceram asilo humanitário ao Senhor Edward Snowden”, sem que tal declaração dedicasse uma única linha a Roger Pinto Molina, àquela altura há um ano e um mês espremido num pequeno quarto improvisado.
Daí para a frente a história é conhecida: Molina foi heroicamente retirado da Embaixada, recebi em minha casa a inesperada visita de um diplomata que naquela ocasião integrava a comissão sindicante encarregada de processar o diplomata Eduardo Saboia e por aí vai.

Mas a lembrança que realmente me veio à mente, tornada vívida pela leitura da notícia de hoje, foi o telefonema que recebi do secretário-geral do Itamaraty, Eduardo dos Santos. Disse-me este, em meados de setembro do ano passado, que o meu cliente seria expulso do País caso fosse à Câmara dos Deputados a convite do deputado oposicionista Otávio Leite. Em resposta, expressei toda a minha indignação e deixei claro que não me curvaria a esse tipo de ameaça. Aproveitei a deixa para enfatizar que seria oportuno o embaixador refletir seriamente sobre os limites do Estado. Mas devo confessar que senti o que talvez seja compaixão em relação a Eduardo dos Santos: se há uma coisa que me marcou naquele telefonema foi a sensação de que o secretário-geral estava com medo. E gente com medo, pensei, é o que não falta no Itamaraty. Ainda que estejam longe de constituir a maioria, vem ganhando espaço burocratas que convenientemente se esquecem de que a Diplomacia é e sempre foi uma carreira de Estado. Ou que não menos convenientemente se deixaram contaminar por uma ideologia que lhes vêm assegurando que o próximo posto não vai ser dentro de uma geladeira ou na calorenta Ouagadougou, no Burkina Faso.

Em pouco mais de vinte anos o crack tomou conta das ruas das nossas cidades, fazendo com que milhares de jovens promissores ficassem tão somente na promessa. Hoje, segundo dados das Nações Unidas, sessenta por cento da cocaína produzida na Bolívia vem parar no Brasil. O aumento do tráfico proveniente da Bolívia foi determinante para que o consumo em nosso País dobrasse nos últimos seis anos. Atualmente, três por cento dos universitários brasileiros e quase dois por cento do total da população consomem cocaína regularmente. Não consigo aceitar que um viés ideológico forjado e sedimentado nos corredores das universidades numa época em que era justo e necessário lutar contra a Ditadura nos levou a um quadro crônico de cegueira coletiva que nos impede de criticar essas tais Novas Democracias do Século XXI (um eufemismo para ditaduras), que gostam mesmo, como faziam os militares nos nossos tempos de chumbo, de perseguir os seus opositores. Em nome dessa mesma ideologia aceitamos calados sucessivas provocações de Evo Morales, que espertamente percebeu que pregar contra o “imperialismo” brasileiro, assim como já o vinha fazendo em relação aos chilenos na questão do acesso ao mar, rende votos. Sob o pretexto de corrigir injustiças históricas, apoiamos incondicionalmente um sistema de produção destinado na teoria a abastecer o consumo tradicional, mas que na prática transforma a maior parte das folhas de coca produzida na Bolívia em uma pasta que acaba sendo trocada por carros roubados no Brasil.


A continuar desse jeito, só me falta acordar e, se o meu cachorro não tiver mais uma vez destruído o jornal, ler a notícia de que pegamos o cavalo para trás – ao menos Evo está convencido de que foi assim – e devolvemos o Acre para a Bolívia.

Fernando Tibúrcio Peña, advogado do senador da Bolívia Roger Pinto Molina

sexta-feira, julho 18, 2008

AMÉRICA LATRINA


O Novelão Tira-Põe, entra na reta finaL.

Resumo dos capítulos:

O reizinho NoçuGhia, conhecia profundamente os meandos das pesquisas-cabeça-de-bacalhau. A inflação subia, a saúde estava largada e em estágio terminal, a segurança estava mais esfuracada que peneira e a educação comparava-se à era das cavernas. Não dava para soltar mais uma pesquisa, agora com 77% de aprovação e de quebra incluir a perguntinha sôbre o terceiro mandato.

O genro oficial de Banânia engendrou um plano: Prender um banqueiro - símbolo máximo do governo -, só para mostrar aos súditos que o reizinho não era o corrupto que diziam. O reizinho concordou e para não dar na vista viajou - como sempre -. O genro oficial avisou a Estatal Global da prisão, que para o local das prisões levou toda a Trallia televisiva. O delegado Primogenito não leu todo o roteiro, meteu os pés pelas mãos e as mãos dos acusados nas algemas. O reizinho, lá no estrangeiro, cantou de galo e disse que em Banânia, corrupto vai prêso.O juiz máximo do reino (nome de um goleiro da seleção de 58), cumpriu a lei e mandou soltar o banqueiro. Outro juiz, menos cotado, que se dizia quase um Sancto, prendeu novamente o banqueiro. O juiz máximo, soltou. O delegado afinou, o genro oficial chorou, o banqueiro gargalhou e o reizinho, passando a perna em todos eles, autorizou a nova pesquisa-cabeça-de-bacalhau: agora dá prá dizer que O Povo querem um Rei Eterno, NoçuGhia é mais que Deus, praticamente é o pai d'Ele.



E Lá na Argentina...

Entendendo a merda toda aqui no Estadão


O Kirshner marido, levou vantagem sôbre o seu conterrâneo esquerdopata brasileiro: sua mulher fala e por isso ela virou presidente. A Kirshner esposa achou que estava com muito prestígio - embora não por lá ainda não exista o Ibope - e como seu cumpadre de Banânia, resolveu aumentar impostos do setor agrícola.


A Kirshner esposa, pensou que os Ruralistas de lá fôssem covardes e submissos como os de Banânia. A Kirshner esposa pensou que na terra do tango os Ruralistas só viviam Caiando suas propriedades, enquanto os bandidos, financiados pelo governo invadiam suas fazendas: deu com os burros n'água e sujou sua anágua. O Senado de lá, que não é estúpido como o de cá, mandou a presidenta enfiar o aumento de impostos e os deputados puxa-sacos (como os de cá) no Cofre da família.

PS - A América do Sul hoje, com a reunião da fina flor da ignorância esquerdopata (NoçuGhia, Huguito e Evil Cocales) estará mais LATRINA do que nunca. O Que foi fazer o reizinho de Banânia nesta reunião? É claro que vai dar mais dinheiro do meu, do seu, do nosso bolso para os vagabundos (Noticia aqui)

quarta-feira, julho 02, 2008

RIR É O MELHOR REMÉDIO





Na América Latrina:
..."vitória mais importante da América Latina", Lulla sôbre a eleição de Evo Morales, o maior exportador de cocaína.
..."Não troco estômago por gasolina", Lulla sôbre os biocombustíveis.
...Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai (países-membros do MerdoSul), além da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru (países alienados) e Venezuela (em processo de compra da adesão no Congresso brasileiro), destacaram que a Europa, depois de incentivar a imigração em massa de sua população à América Latina nos séculos passados, agora nega aos latino-americanos o mesmo direito.
Se esses maravilhosos países latrino-americanos tivessem uma economia sólida, sem a corrupção epidêmica de seus presidentes, com certeza nenhum habitante desse bordel-continente sairia em busca de oportunidades. Arrumem a casa vagabundos!

Em Banânia, ex-Republica Federativa do Brasil:
...Inflação superou todas as aplicações no 1º semestre.
...A pesquisa (cabeça-de-bacalhau) CNI/Ibope, divulgada hoje [30/06], aponta que a percepção dos brasileiros em relação ao ano de 2008 continua bastante positiva. Para 80% dos entrevistados, 2008 está sendo bom ou muito bom, índice ligeiramente inferior aos 81% de março.
Como se percebe, o pessoal dos diretórios dos partidos aliados ao NoçuGhia, onde evidentemente são feitas as pesquisas, estão ganhando muito bem.



Lá na Europa e cá na América:

Sarkozy assume a presidência rotativa da União Européia, Lula assume Presidência do Mercosul.
Sarkozy e Lulla? Algo me diz - e também ao Larry Roth - que o álcool uniu esses dois fatos e não estou falando de biocombustível.



segunda-feira, maio 05, 2008

SANTA CRUZ DE LA SIERRA

SANTA CRUZ DE LA SIERRA
Especialistas ouvidos, a respeito do referendo que torna o departamento de Santa Cruz de La Sierra independente, afirmam que "isso é golpe", "é tornar o Evo um marionete das elites", "é engessar a Bolívia" e blá,blá,blá. Os "especialistas", na sua grande maioria, são esquerdopatas detentores de alguma cadeira nos cabidões inúteis das nossas universidades públicas: que se tornaram uma imensa privada de ideologias ultrapassadas.

Com todo o respeito ao povo de Santa Cruz de La Sierra, "devo de dizer" - como diria o Vicente Matheus - que referendo, plebiscito e consulta popular não produzem nenhum resultado prático. Esses instrumentos só são válidos quando um país é governado por gente competente. No caso de Bolívia, Venezuela, Equador e a nossa Banânia (outrora chamada Brasil) a coisa só funciona mesmo é na "mão grande".
Aos bravos bolivianos, que estão ousando discordar do "maior exportador de morte do planeta", via cocaína, sugiro - sem querer, querendo, incitar movimentos separatistas - irem além do simples discurso e do "esfregar na cara" do cocaleiro o resultado do referendo.


Ouvi, há pouco tempo atrás, de um militar da reserva (cheio de medalhas no peito) que "...do Brasil, pouco se pode esperar para voltarmos à ordem, mas devemos estar atentos aos movimentos na Venezuela e na Bolívia. Desses países poderá sair uma nova América Latina ou uma América mais Latrina do que já temos. Quando isso acontecer, todos nós, brasileiros de verdade, deveremos estar atentos e não perdermos, mais uma vez, o bonde da história".


Quem hoje está falando em golpe, aqui em Banânia - como diria o Roça - , analisando o resultado do referento, são os mesmos que outrora quiseram tornar o Brasil um satélite da ex-Russia, deixemos bem claro.
Sinceramente não sei como vão terminar as coisas na Bolívia, mas se a mídia boliviana não se comportar como a nossa, que esconde fatos, que endeusa um incompetente e que se vende muito facilmente pela publicidade governamental, certamente o exemplo de Santa Cruz de La Sierra vai incendiar - no bom sentido - toda a Bolívia que pensa e que não quer ver o seu país mergulhar numa aventura sonhada por um estúpido cocaleiro e endossada pelo bufão Chavez.
Parabéns aos bolivianos de Santa Cruz de La Sierra. Se lá o governo fôsse tucano [como aqui em SP ou em Minas], certamente o referendo seria para homenagear a bisavó do Lulla.

terça-feira, abril 22, 2008

AMÉRICA LATRINA





Se faltava alguém para que a privada transbordasse, agora não falta mais.

O ex-bispo Fernando Lugo, ganhou a eleição no Paraguai, sem urna eletrônica(*).

O ex-padre começou bem em seu discurso: "Hoje escrevemos um novo capítulo na história política da nossa nação".

Nós brasileiros sabemos bem o que significa "novo capítulo": empreguismo de incompetentes em áreas estratégicas, gastança com dinheiro público (no Paraguai tem Cartão Corporativo?) e muita, mas muita demagogia barata em discursos inflamados. Novo capítulo na história significa também, mais um estúpido seguidor da teologia da libertação a bater continência para o Bufão Bolivariano e, a exemplo do rei da Coca Andino, fará o NoçuGhia ficar de quatro e, lógico, nós as estúpidas vaquinhas de presépio diremos amém.

A confusão já começou: NoçuGhia diz que não haverá revisão no Tratado de Itaipu; já o nosso grande enrolador das relações exteriores - e incestuosas -, Celso Amorim, diz que sim. Logicamente que devemos acreditar no Celso Amorim porque ele aumenta, mas não inventa. Leia o imbróglio aqui

(*) Na próxima eleição Lugo não vai dispensar a Urna Eletrônica que é a garantia de reeleição.

BRASIL ESGÔTO
Mamapac está sendo perseguida pela oposição-cabeça-de-bacalhau. Esses maus brasileiros estão xeretando os gastos com o Cartão-Tapioca da ministra. Está no site do Diego Casagrande

Descobriram que mamapac comprou um guarda-chuva preto, grande e automático e uma lupa para "uso pessoal" E daí? Como é que uma lady pode fazer comício tranquilamente, caso ocorra uma chuva repentina? E, se a ministra tiver que ler dossiês com letras minúsculas, nada mais natural que nós paguemos a conta da lupa.

E por quê questionam a compra de revistas [Caras, Nova e Claudia] para a nossa primeiríssima dama? Ler faz bem e já que ela não faz nada tão grandioso quanto o NoçuGhia, por quê não deixarmos que ela se instrua?

A perseguição não para por aí; Nilcéa Freire (Secretaria das Mulheres) não pode nem tomar vinho; Walfrido dos MaLes Ghia, não pode comprar cargas de canetas contrabandeadas; José Dirceu não podia tomar leite desnatado, banana-prata ou banana-maçã, mamão, queijo frescal, manteiga, laranja e pão de forma, mesmo depois de ter passado tanta fome em Cuba? É a bolsa-ditadura em forma de alimentação para esse grande estrategista de congressos da UNE.

sexta-feira, junho 08, 2007

CARÁTER ARTIGO EM EXTINÇÃO

CARÁTER ARTIGO EM EXTINÇÃO
Será que o poço, em que o o Brasil está mergulhando, é tão mais profundo? Existirá ainda algum escândalo, maior do que os já divulgados, que finalmente irá sacudir de vez a parcela da população que sonha com um país melhor?

Existe realmente quem acredite que a abundância de crédito - ainda a taxas absurdas - signifique crescimento econômico? É digno de um país em desenvolvimento a aquisição de automóveis para pagamento em 6 anos, geladeiras em 2 anos e um simples colchão em 12 meses?

O que está acontecendo com o caráter do brasileiro? Será normal engolir tanta corrupção sem uma reação?


Os pais - hoje acomodados - estão dando que tipo de formação aos futuros cidadãos? Estarão formando bandidos , de colarinho branco ou de camisa puída, para futuramente comandarem o país - ou o que restar dele -?


Não se vê indignação quando milhares de postos de trabalho - honesto - são fechados na industria calçadista ou têxtil, mas vêem-se manifestações contra o fechamento de bingos; autenticas lavandeiras de dinheiro ilícito comandadas por verdadeiros gângesteres.

Sobram manifestações pela aprovação de lei contra a homofobia, mas falta as manifestações contra a corrupção deslavada;

Abaixo assinado pela liberação de pseudo evangélicos, que enriquecem às custas da fé de incautos e de não tão incautos assim são colhidas na Marcha para Jesus; mas nenhum abaixo assinado ecumênico contra os desmandos da administração pública.

Cotas para negros e índios nas universidades encobrem a deficiência no ensino , mas recebem o apoio daqueles que deveriam se insurgir e reivindicar um ensino fundamental e básico de que qualidade.

O espetáculo do crescimento, prometido por um fanfarrão, resume-se na corrupção desenfreada "nunca antes" vista; mas a mordaça da publicidade governamental farta, cala a mídia.

Somos humilhados por tiranetes sul americanos, sem que haja uma reação a altura de outro aprendiz de ditador e ainda assim, a opinião pública aceita tudo, passiva e covardemente.

Barram-se investigações no Congresso com às custas de nomeações em órgãos da administração federal, mas o barulho da indignação é o silêncio.

Vemos declarações contraditórias do presidente sobre a Censura dos meios de comunicação na Venezuela e ainda assim a mídia brasileira nada diz, mesmo sabendo que Lula é um grande adepto dessa prática.
Fôro de São Paulo?, este simplesmente parece nunca ter existido para a grande mídia. Os discursos de Lula nessa reunião de comunistóides imberbes mesclado aos retrógrados barbudinhos sequer são mencionados: não existiram.

Definitivamente, a indignação parece ter sido banida do caráter de grande parte da população. A última manifestação de indignação foi em 19 de março de 1964 e pelo jeito será apagada da história em breve.

sexta-feira, maio 11, 2007

UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL MARACUTAIS

UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL MARACUTAIS
Parlamentares comemoram aumento dos próprios salários.



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Morales agradece intermediação de Lula em negociação com Petrobras.



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Governo (leia-se POVO) gasta R$ 150 mil para reformar casa de governadora.

-Em fevereiro, a petista nomeou como assessoras especiais a cabeleireira Manuella Figueiredo Barbosa e a esteticista Franciheli de Fátima Oliveira da Costa, também nomeou parentes para cargos no Executivo. O ex-marido Marcílio Monteiro assumiu a Secretaria Extraordinária de Projetos Estratégicos. O cunhado Maurílio Monteiro, irmão de Marcílio, foi indicado para a Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia.
O irmão José Otávio Carepa foi nomeado subsecretário de Esportes e o irmão Luiz Roberto Carepa trabalha na Saúde estadual.





quinta-feira, maio 10, 2007

CAMPEONATO DA ROUBALHEIRA


NO CAMPEONATO DA ROUBALHEIRA...


Quem rouba mais? Evo Morales vai conseguir dar um calote na Petrolulabrás. Evo Morales está administrando o seu país, muito mal, mas isso é problema dos bolivianos. Evo procura os seus interêsses, ao contrário do presidente do Brasil. Seja quanto for o valor a ser pago pelas instalações da estatal - particular do presidente -, (110, 112, 120 milhões de dólares) o valor estará aquém do real e será pago em intermináveis prestações. Enquanto isso, o Congresso jogou uma conta de R$ 610 milhões no lombo do povão, o Senado vai seguir o exemplo e as Assembléias Estaduais, seguindo a lei -imoral - também aplicarão este golpe. Sem fazer contas, uns 2 ou 3 bilhões (?) deixarão os cofres para encher os bolsos dos senhores parlamentares, em todo o país.

O mensalão retirou R$ 55 milhões do bolso do contribuinte e absolutamente nada aconteceu. Somando com os buracos tampados nas estradas, obras superfaturadas da Infraero e outras maracutaias que já cairam no esquecimento, o boliviano está nos tomando "uma gorjeta".

Comparando o "golpe" do Evo Morales, o maior exportador de cocaína e morte, com o rombo nas contas públicas, praticado pelos nossos patrióticos defensores da Democracia, o presidente boliviano é um mero trombadinha.

Os brasileiros, a partir de hoje, passam a ter menos saúde, menos segurança e menos educação e a culpa não é do Evo. Estamos massacrando um batedor de carteira e esquecendo dos arrombadores do Tesouro Nacional.

Evo Morales é um Santo, amém.

sexta-feira, setembro 15, 2006

Manguaça-News, Urgente


Manguaça-News, Urgente
direto da cidade da Praia - Cabo Verde


Ainda cobrindo as eleições 2006 do Brasil - longe do Lulla - em Cabo Verde, cidade da Praia - que tem praia e está cheinha de gente que fala português, ao contrário das praias cariocas da amiga Kika, onde se fala carioquês e estrangeirês.

"Bom ami pam cá dixá cusas passá um tem tchéu di frá nhôs, má qui cá ta bai só di ês um bês". Já estou até aprendendo a falar a lingua crioula. Isso que está escrito quer dizer: "Bom, eu, para não deixar passar as coisas (a oportunidade), tenho muito que vos dizer, mas não vai tudo desta vez só...."


Esquecendo essa parte cultural vamos direto às notícias. Repercute aqui em Praia (e "Na" praia que é onde eu fico o dia inteiro) as notícias sôbre a Petrobrás X Bolívia. 


Os nativos aqui foram colonizados por portugueses e não entendem bem as piadinhas que os brasileiros fazem sobre Portugal. Um desses boa-gente que vende Catchupa (Catchupa é um prato típico, não fiquem pensando bobagens) na praia, disse não entender que os brasileiros constróem, gastam um bocado de dinheiro, pagam pelo gás e vem um mão-grande exportador de cocaína e toma tudo?

Aí eu tive que "desenhar" para ele quem era o presidente do Brasil. Expliquei tudinho; desde que elle saiu lá de Garanhus num pau-de-arara até subir a Rampa do Palácio do Planalto.


Não deu outra: o gajo desatou a rir, quase engasgou com a catchupa. Ele não consegue entender que um país do tamanho do Brasil seja governado por Lulla. Ele imaginava que tudo não passasse de uma novela da Globo (essas bobagens são vistas aquí), do Silvio de Abreu que é um brincalhão. Aliás eles pensam que toda a América do Sul (tirando o Chile que eles respeitam e nunca dizem que é uma merda) é uma tremenda piada de mau gosto.

Quando disse ao gajo que o presidente do Parlamento tinha instituído o dia do Saci Pererê, foi a conta. O gajo aí teve certeza que tudo não passava de uma piada e emendou:
- Nem o primeiro ministro daqui, que é formado na GV de São Paulo vai acreditar nessa, fala sério....(o bussunda é popular por aqui).

Acho que o gajo tem razão. Tudo não passa de piada. O Lulla é uma piada, o Suplicy é uma piada, o Mauricinho Mercadante é uma piada e o Brasil é uma imensa "A Praça é Nossa" sem o Carlos Alberto comandando.

sábado, maio 13, 2006

Evo Morales.

Sem muito esforço é
possível visualizar dois
presidentes.





Evo Morales. 




Evo Morales (ou Cocales, como quiserem) assemelha-se muito ao nosso (juro que não votei nelle) presidente.

Falar demais é uma das semelhanças. E falam sempre muitas, muitas bobagens. E esquecem muito rapidamente o que disseram.

Os dois estão sempre mal assessorados. Em matéria de politica externa, os dois parecem ter como assessores um comediante frustrado; aquele das piadas mal contadas e sem nenhuma graça.

Evo El-Cocaleiro começou sua "cruzada" tentando justificar ao mundo "Globalizado" que a sua nacionalização não é um 171 globalizado, mas sim uma necessidade do povo boliviano.

O Sr. Eu-não-sei-nada-da-Silva começou a a cruzada pelo mundo afora falando do programa Fome Zero - Obra de Duda Mendonça -, tentando enganar não somente os brasileiros, mas também o Universo.

Um e outro têem o populismo assistencialista como meta maior; e acima de tudo uma legião de pobres sem-escola que, ouvindo-os acreditam em tantas bobagens.

Os próximos presidentes (aqui mais cedo) de cá e de lá, precisam ter como prioridade a educação, sem a qual voltarão ao cenário politico, mais cedo ou mais tarde um outro Lulla ou outro Evo.




*imagem meramente ilustrativa

sexta-feira, maio 05, 2006

ENTRE PATETAS E PANACAS.




por Pedro Oliveira

Confesso que só hoje ao me deparar com a foto acima, tive a condição de refletir que estamos mesmo perdidos. Nós da América Latina estamos literalmente governados por quatro panacas despreparados, que levarão seus paises a bancarrota moral e política. Foi patético e degradante a cena presenciada em Puerto Iguazú, Argentina, quando as quadro figuras ignóbeis ai, em meio a uma grave crise diplomática, fizeram questão de “comemorar” com o intuito irresponsável de mostrar “unidade e integração regional”.
O balofo Lula, chefe supremo do partido da corrupção, ainda me sai com esta: “Somos adultos, responsáveis, donos do nosso nariz. Respeitamos os problemas de cada país, assimetrias (coisa que ele não sabe o que é porque não lê) que existem entre nós, mas temos uma vontade tremenda de consolidar a América do Sul”. Como sempre, mente descaradamente, a única verdade em suas palavras é quanto a ser adulto, porém irresponsável.
Diante do troglodita Hugo Chavez, modelo de tudo o que não presta e espelho para as mazelas de Lula, do grotesco índio boliviano, Evo Morales e do inodoro e insípido Nestor Kirchner, o presidente brasileiro funcionou mais como um marionete tupiniquim, sem saber o que estava fazendo ou que estava dizendo. Uma lástima.
Ao ouvir de um jornalista argentino que “aquilo parecia mais cena do filme dos três patetas” expressei minha revolta ao desrespeito com as grandes e extraordinárias figuras dos americanos Moe, Shema, Larry, Curry Howard, Joe e Curry Joe, que encantaram o mundo com suas graças e seus filmes maravilhosos.Em nada poderia se comparar o episodio degradante vivido na cidade argentina e ridiculamente levado ao mundo nos matando de vergonha.
Lula é patético, despreparado e também muito pretensioso. Como o diz o sábio senador Arthur Virgilio, “ou é idiota ou desonesto”. Fico com a segunda hipótese, pois não acredito em uma palavra de sua verborragia constipada.
Doeram em meus ouvidos as palavras ensandecidas do índio maroto boliviano, quando afirmara “escutamos algumas declarações de que a Petrobrás não ia investir mais na Bolívia, mas estou seguro que com essa reunião está resolvida qualquer suscetibilidade, já que os paises vizinhos são solidários e dispostos à ajudar a Bolívia sair dessa crise que sofremos”. É um bandido de terceira categoria e tem a seu lado excelentes comparsas.
Fica a pergunta: e nós para onde vamos com uma quadrilha comandando a América do Sul? Deus nos acuda!!!
Editado por Adriana Vandoni Curvo