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segunda-feira, março 02, 2015

Doutrinação Ideológica nas Escolas.










Imagem na linha do tempo do facebook do deputado Jair Messias Bolsonaro (1)


Projeto de lei contra o abuso da liberdade de ensinar é protocolado na Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

Citando o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, o deputado Esmael Almeida (PMDB) defendeu da tribuna do Poder Legislativo, liberdade de aprender dos estudantes das escolas públicas e privadas e pediu ao Estado que assegure o respeito ao direito do estudante de não ser doutrinado politicamente e ideologicamente por seus professores.

O parlamentar se juntou ao movimento Escola sem Partido deflagrado no País, que atua no combate à doutrinação política e ideológica em sala de aula, por configurar, segundo sua opinião, abuso da liberdade de ensinar do professor em prejuízo da liberdade de aprender do estudante, sendo que ambas as liberdades são asseguradas pelo Art. 206 da Constituição Federal.

Esmael protocolou Projeto de Lei que institui no sistema estadual de ensino o Programa Escola sem Política Partidária, cujo texto prega a neutralidade política, ideológica e religiosa, o pluralismo de idéias no ambiente acadêmico, liberdaade de crença e o direito dos pais a que seus filhos menores recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Imagem enviada por Gabrielle Rodrigues (2)


Categório em suas afirmações, Esmael entende que o uso político da sala de aula, em benefício desse ou daquele partido ou governo, afronta o princípio constitucional da neutralidade política e ideológica do Estado, ao mesmo tempo em que ameaça o próprio regime democrático, na medida em que visa a desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.

“Quero dizer aos meus colegas deputados que esta proposta tem por finalidade única de inibir práticas inadequadas de atuação de professores de quererem incutir no meio escolar suas preferências políticas, dentro e fora das escolas”. O deputado lembrou a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), que em seu artigo 12 reconhece expressamente o direito dos pais a que seus filhos “recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”. Para Esmael, é flagrante o desrespeito a esse direito.

Defensor intransigente da família como instituição divina, sua principal bandeira política, Esmael Almeida afirmou que na atualidade, salvo raras exceções, professores utilizam o tempo precioso de suas aulas para influenciar o juízo moral dos alunos sobre temas como sexualidade, homossexualismo, contracepção, relações e modelos familiares. “Ora, o aluno é educado e orientado de uma forma pelos seus pais e quando chega à escola, recebe determinada verdade moral”, frisa o deputado, questionando: “Será que o Estado, a quem compete cuidar da família não estaria colocando dúvidas na própria autoridade moral dos pais sobre seus filhos?”

Enfático em seu pronunciamento, o parlamentar ressaltou que os professores não podem e não devem fazer prevalecer a visão pessoal em sala de aula, seja ela Marxista, Comunista, Socialista ou de qualquer outra vertente ideológica. “Não é lícito ao professor tentar fazer a cabeça dos alunos. A liberdade de consciência é absoluta conforme está escrito na Constituição Federal em seu artigo 206 e o ECA em seu artigo 5º, que afirma que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de exploração”. E conclui: “A Educação e a Família são a base de tudo.”


1 -As FARC e o PT nas escolas do Brasil
O Livro "Nova História Crítica" – 8ª série – Editora Nova Geração - adotado nas escolas do Distrito Federal, bem mostra de o quanto as crianças do ensino fundamental são orientadas para o marxismo. A foto consta da página 327.
Antes de qualquer crítica sobre "chancela" do MEC, o fato é que este e outros livros estão lá, dentro das escolas. Afinal nenhuma editora iria produzir livros sem mercado e, todos sabem, que o maior cliente é o Governo.
Alguém tem ainda alguma dúvida da ligação do PT com as FARC e o terrorismo no mundo?


Esse é uma imagem tirada de um livro de 7° ano do ensino fundamental (Livro Fundamento, Caderno 1, Sistema Ético de Ensino, 7° Ano, pg. 78). Como podem ver, o autor do livro quer passar a mensagem aos leitores de que apenas "ricos", aqueles em que o "o pai pagou a melhor escola", são contra as cotas "sociais". É com lixos assim que vão enfiando bobagem na cabeça de crianças e jovens, e é por isso mesmo que o governo não abre mão de controlar a educação: para garantir a doutrinação.
Isso só irá mudar quando houver livre mercado privado na educação e escolas, cooperativas, professores e demais interessados em ensinar possam fazê-lo livremente, sem interferência do Ministério da Educação Comunista (vulgo MEC).

quarta-feira, junho 04, 2008

IMPRENSA LIVRE E DEMOCRÁTICA

IMPRENSA LIVRE E DEMOCRÁTICA

Enquanto o ministro da pesca contrata esposas terroristas com o nosso dinheiro, a mídia se preocupa com a fala do presiMente enchendo o saco com o etanol, desviando o foco da corrupção.

Enquanto Denise Abreu, nossa mais legítima garota-propaganda do charuto, revela que a venda da Varig foi (mais uma) pura corrupção; envolvendo Dilma Mamapac Roussef, Erenice Guerra e o Compadre-Mor Roberto Teixeira (olha elle aí de novo, gente!); a mídia coloca à exaustão o Lulla pedindo o fim dos subsidios agricolas, como se isso não tornasse os nossos produtos agrícolas escassos e, lógicamente, mais caros - para nós, é claro -.

Enquanto os 300 picaretas do presidente, afirmam que os ministros do FHC são corruptos porque usaram os malditos Cartões Corporativos mas, os ministros do Lulla devem ser canonizados; a mídia não destaca que o NoçuGhia quer ver os cortadores de cana trabalhando nas condições do século 19.

Quer saber? Isso aqui ô ô, não é um país. Isso aqui, ô, ô, é um imenso penico, onde a turma do Lulla deposita, diariamente, suas grandes idéias e a mídia as digere - mas ganha bem para isso - e nos vende como se fôsse algodão dôce.

sábado, maio 31, 2008

Angela Maria Slongo - FARC no Palácio do Planalto

Farc_lulaAngela Maria Slongo - FARC no Palácio do Planalto



...Mas é claro, o Lulla não sabe de nada.




A mulher de Olivério Medina, o representante das Farc no Brasil, foi contratada pelo governo Lula. Agora só falta arranjar um emprego para a mulher de Fernandinho Beira-Mar, outro criminoso ligado às Farc.


Em 29 de dezembro de 2006, Angela Maria Slongo foi nomeada pelo ministro da Pesca, Altemir Gregolin, para o cargo de oficial de gabinete II, com um salário de DAS 102.2. Angela Maria Slongo é mulher de Francisco Antonio Cadena Collazos, também conhecido como Olivério Medina, ou Padre Medina, ou Camilo López, ou El Cura Camilo. Quando Angela Maria Slongo foi nomeada pelo Palácio do Planalto – sim, o Ministério da Pesca é ligado diretamente ao gabinete do presidente da República –, Olivério Medina estava preso em Brasília, a pedido da Colômbia, seu país de origem, onde era acusado de atos terroristas e assassinatos.


Pausa. Respire fundo. É melhor repetir o que acabei de dizer. Pode ser que alguém tenha passado batido. É o seguinte: enquanto uma fatia do estado brasileiro cumpria a lei, prendendo um criminoso internacional, uma outra fatia – mais especificamente, Lula e seus ministros – o protegia, oferecendo à sua mulher um salário de apaniguada, a fim de que ela pudesse permanecer perto dele, numa chácara em Brasília, à espera do julgamento do STF, que iria decidir sobre sua extradição. Ele só saiu da prisão domiciliar no fim de março de 2007. Angela Maria Slongo até hoje continua aparelhada no Ministério da Pesca, recebendo seu salário de apaniguada, que acumula com o salário pago pelo governo do Paraná. VEJA pediu esclarecimentos sobre a escolha de seu nome para o cargo de confiança. O Ministério da Pesca informou que ela apenas mandou um currículo e foi selecionada por critérios profissionais. Simples? Simples.


Publicamente, Lula tenta se afastar da companhia das Farc. Às escondidas, seu governo dá cada vez mais sinais de irmandade com o grupo terrorista, como nesse caso da mulher de Olivério Medina. Nos computadores de Raúl Reyes, o terrorista morto pelos soldados colombianos, foi encontrada uma mensagem de Olivério Medina em que ele dizia poder contar com o apoio da "cúpula do governo" brasileiro, em particular com o ministro Celso Amorim. O papel de Olivério Medina no Brasil, de acordo com o jornal colombiano El Tiempo, era "trocar cocaína por armas e fazer o recrutamento de simpatizantes". O recrutamento de simpatizantes podia ser feito até mesmo no Ministério da Pesca. Já a troca de cocaína por armas passava por outros canais. Numa de suas mensagens sobre o tema, Olivério Medina referiu-se a um certo "Acácio", identificado como o Negro Acácio, sócio de Fernandinho Beira-Mar no narcotráfico.


Um relatório oficial da Abin acusou Olivério Medina de ter oferecido dinheiro das Farc à campanha eleitoral de candidatos petistas.


Quando VEJA fez uma reportagem sobre o assunto, um monte de gente chiou. Para os agentes da Abin, os membros do PT que receberiam o dinheiro eram aqueles das correntes mais esquerdistas do partido, como a do ministro da Pesca, que contratou a mulher de Olivério Medina. Sempre que alguém morre no Brasil por um crime relacionado ao tráfico de drogas, pode-se dizer que há um dedo das Farc. O grupo terrorista está perdendo terreno na floresta colombiana. Mas chegou ao poder nos morros brasileiros e na Esplanada dos Ministérios


PS - A nomeação dessa mãe-de-família-exemplar está AQUI e de quebra aparece um sobrinho do senador Eduardo Blowin' in the wind Suplicy, nomeado por ser um grande especialista em "plantação" de mariscos e "mamação" de impostos do povão. A cortesia desse link é do Tunico do Estou de Olho, que está realizando o segundo concurso Miss "cumpanhêras do PT" 2008. Não esqueçam de votar na formosura petralha.

quinta-feira, outubro 26, 2006

Imprensa pró Alckmin?

Imprensa pró Alckmin?




Pois é. O pt de Marco Sargentão Garcia acusa a imprensa de trabalhar a favor de Geraldo Alckmin. É apenas parte da tática petralha: acuse os inimigos daquilo que voce é. A Carta a Otavio Frias, da Folha - e do data-falha - desmente os petralhas:




Prezado Otávio Frias Filho,
Peço que você leia atentamente o artigo abaixo reproduzido. Não há nenhuma razão decente para o seu jornal continuar ocultando sistematicamente os fatos que ali apresento, os quais se tornaram ainda mais indesmentíveis depois do discurso pronunciado por Lula no Foro de São Paulo em 2 de julho de 2005. E não adianta alegar que o jornal publicou alguns dos meus artigos a respeito. Você sabe perfeitamente que artigos na seção de opinião não têm força nenhuma, quando os fatos em que se baseiam estão ausentes das páginas de noticiário. Nestas, o Foro de São Paulo e seus crimes foram meticulosamente omitidos ao longo de muitos anos, e continuam a sê-lo num momento em que essa omissão arrisca ludibriar novamente os eleitores, induzindo-os a confirmar na presidência da República um homem cuja verdadeira história ignoram por completo. Você, como outros empresários de mídia, está apostando seu jornal, sua carreira, sua reputação e sua fortuna contra uma verdade muito bem confirmada. Algum dia ela será fatalmente revelada aos olhos de todos, provando a covardia e a desonestidade daqueles que se furtaram à obrigação de mostrá-la em tempo. Isso é absolutamente inevitável, e se acontecer quando você tiver setenta ou oitenta anos não será nem um pouco menos doloroso do que se acontecer no mês que vem. Você tem dinheiro e influência; mas a verdade tem do lado dela uma arma invencível: o tempo. A única esperança dos que apostam contra ela é morrer antes de que ela apareça. O único consolo que lhes restará, nesse caso, será o alívio barato de haver conseguido fugir ao desprezo em vida, escondendo-se por trás do seu próprio cadáver. Pelo respeito mútuo e boas relações que sempre tive com você, espero, sinceramente, que esse não seja o seu destino.
Atenciosamente,

Olavo de Carvalho
PS - Estou divulgando esta carta por todos os meios ao meu alcance.
PS 2 - Como você sabe, tentei publicar os fatos sobre o Foro de São Paulo na própria Folha, como matéria paga. Informado de que pela lei eleitoral o anúncio não poderia ultrapassar um oitavo de página, desisti da idéia, para não ser acusado de gastar dinheiro de amigos num empreendimento inócuo.



Um negócio quase honesto
Olavo de Carvalho,Jornal do Brasil, 13 de abril de 2006

Ao mesmo tempo que o Exército Brasileiro comunicava a prisão de agentes das Farc na Amazônia, a IstoÉ de 12 de abril informava: documentos apreendidos com Fernandinho Beira-mar "comprovam a antiga suspeita de que o bandido fornecia armamentos e munições às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia em troca das toneladas de cocaína com que abastecia pontos-de-venda de droga no Brasil". Uma agenda, preenchida pelo traficante com o registro de suas operações no ano 2000, "é a prova cabal da aliança entre Beira-Mar e as Farc", assegura a revista.


Beira-Mar não decerto é o principal amigo brasileiro dos delinqüentes colombianos. A Resolução número 9 do X Foro de São Paulo, de 7 de dezembro de 2001, condenou a repressão à narcoguerrilha como "terrorismo de Estado" e como "verdadero plán de guerra contra el pueblo". Entre as assinaturas estava a do sr. Luís Inácio Lula da Silva, então ainda presidente do Foro.
No mesmo ano, líderes das Farc foram recebidos como hóspedes oficiais pelo governo petista do Rio Grande do Sul.


Mas seria injusto dizer que a colaboração do PT com as Farc se limitou à troca de gentilezas. As duas organizações publicam juntas uma revista, "America Libre", dirigida pelo sublime dr. Emir Sader, na qual defendem seus interesses comuns contra o governo da Colombia e dos EUA, o Exército brasileiro e outras entidades malignas. Pelo menos até 2004, o chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, estava no Conselho Editorial da publicação ao lado do comandante das Farc, Manuel Marulanda Vélez, o famigerado "Tiro Fijo". Lá estava também o impoluto deputado Greenhalgh -- aquele mesmo que propunha controlar a criminalidade mediante o desarmamento geral das vítimas.


Quando o porta-voz das Farc, Olivério Medina, contou que a organização tinha dado dinheiro para a campanha eleitoral do PT, houve uma correria geral para persuadir o público de que tudo não passava de bravata. Mas, logo depois, a elite petista organizava um movimento de protesto para libertar da prisão o homem acusado de manchar a reputação do partido com fanfarronadas irresponsáveis. Em vez de enxergar algo de suspeito em tamanha incongruência, a nação preferiu acreditar que o PT era um partido cristianíssimo, que retribuia o mal com o bem.


Em 2002, três dos quatro concorrentes à presidência eram membros de partidos aliados às Farc no Foro de São Paulo, e o quarto, José Serra, informado de tudo, preferiu perder a eleição de bico fechado, provando fidelidade estóica às suas raízes esquerdistas. Enquanto a mídia local celebrava a lisura do pleito, o vencedor confessava ao "Le Monde" que a eleição tinha sido "apenas uma farsa, necessária à tomada do poder", sendo confirmado nisso pelo sr. Marco Aurélio Garcia em declaração ao jornal argentino " La Nación " de 5 de outubro de 2002. Em julho de 2005, o então já tarimbado presidente admitia ter tomado decisões de governo em reuniões secretas do Foro de São Paulo, longe do Congresso e da opinião pública.


A troca de cocaína pelas armas que Fernandinho Beira-Mar trazia do Líbano era feita na Tríplice-Fronteira (Brasil-Argentina-Paraguai). Semanas atrás, o promotor do Distrito de Manhattan, Robert Morgenthau, conseguiu fechar um canal de dinheiro pelo qual três bilhões de dólares de drogas, seqüestros, contrabando e outros crimes tinham fluído dessa região para organizações terroristas muçulmanas, por meio de um banco de Nova York. Quando a existência desse canal foi denunciada pela primeira vez, a esquerda brasileira protestou com veemência, dizendo que era tudo uma sórdida mentira imperialista.


Aos poucos, a verdade está aparecendo. Mas ela é ainda grande e feia demais para os olhos sensíveis de uma nação que se deixou enfraquecer por uma longa dieta de mentiras cor-de-rosa. O Brasil talvez precise de mais alguns anos para entender que, comparado à trama do Foro de São Paulo, o Mensalão é quase um negócio honesto.