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quinta-feira, maio 01, 2014

Gilberto Carvalho e seu partido já cansaram.



por Augusto Nunes.


Na chegada à sede do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, cenário da etapa carioca dos “Diálogos Governo-Sociedade Civil Copa 2014″, o sorriso confiante e a voz de orador da turma avisaram que o ministro Gilberto Carvalho estava em casa ─ e cercado por amigos de fé. Decerto imaginou que passaria as duas horas seguintes saboreando aplausos e carícias verbais da plateia amestrada, formada por integrantes dos “movimentos sociais”. Todos estavam ali para aprender que a Copa da Roubalheira, vista de perto, é outra soberba evidência de que o Brasil vai tão bem que, se melhorar, estraga.


Quebrou a cara, informa o vídeo acima. Já na entrada do auditório o sorriso morreu, esganado pela inscrição na faixa pendurada atrás da mesa no palco: NÂO VAI TER COPA. A voz começou a claudicar com as primeiras manifestações de hostilidade. E a autoconfiança foi dissolvida pela pancadaria sonora. Durante 15 minutos, a caixa preta ambulante lutou bravamente para sobreviver a vaias, apupos, risos debochados, apartes desmoralizantes, gargalhadas irônicas e cobranças de promessas ainda estacionadas no palanque.
Enfim rendido ao som da fúria, interrompeu o falatório, deu o encontro por findo, prometeu voltar em agosto e caiu fora da zona conflagrada. Até capitular, o camelô de embustes esforçou-se para vender à freguesia o conto da Copa. Jurou que a mina de dinheiro da Fifa, vista de perto, é uma usina de empregos para nativos. Lembrou que já trabalhou em favela, celebrou o Minha Casa, Minha Vida, culpou a oposição pelo atraso nas obras, pediu paciência aos presentes, fez o diabo. Nada funcionou.
Gilberto Carvalho preparou-se para uma festiva noitada no Brasil Maravilha. Só depois de consumado o fiasco descobriu que estava no Brasil real. É um país habitado por gente farta de vigarices. E é cada vez mais populoso.


terça-feira, agosto 06, 2013

Cerimônia de posse do presidente do Cade

O CASO SIEMENS e a vontade ferrenha da Quadrilha tomar o poder na marra.

Como se já não bastasse ter em mãos a Urna Eletrônica que é capaz de eleger um poste!!!





“Por que não fala sobre a Siemens?”, esgoela-se a petralhada. E logo vem a suposição, que a súcia pretende seja uma resposta: “Só porque, desta vez, envolve o PSDB?”. Ora, ora… Os tucanos, e com razão, são sempre os primeiros a negar o parentesco entre o que eles pensam e o que eu penso. Já afirmei aqui umas 300 vezes, e posso repetir outras tantas, que — para fazer uma blague influente, nestes dias — o PSDB não me representa. Mas votarei, sim, em Geraldo Alckmin em 2014 — e não vejo por que alguém deva supor algo diferente disso. Ou me imaginam escolhendo, deixem-me ver, Alexandre Padilha, do PT, ou Paulo Skaf, do PMDB? Falo, sim, sobre o caso Siemens, um troço que guarda mais parentesco com uma novela de Kafka do que com um processo conduzido num país em que vige um estado democrático e de direito. Vamos ver. Se alguém cometeu alguma safadeza nas licitações do metrô, que seja punido. Por que haveria de ser diferente? Mas é evidente que não dá para ignorar os absurdos que envolvem essa denúncia. Vejamos. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), uma autarquia subordinada ao Ministério da Justiça — cujo titular é o notório José Eduardo Cardozo —, conduz uma, atenção!, “INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR” para apurar se houve uma espécie de formação de cartel, com combinação de preços, que teria resultado em prejuízos aos cofres do estado — fala-se de irregularidades em São Paulo e no Distrito Federal. Primeira dúvida: nos demais estados, a Siemens agiria de modo diferente? Por quê? E quando negocia com o governo federal? Adiante. Ficamos sabendo que existe o chamado “Acordo de Leniência”, por meio do qual executivos da Siemens — a empresa nega que seja a fonte de informação — teriam revelado as irregularidades, sustentando que o governo de São Paulo (no caso, o de Mário Covas) teria ciência das irregularidades, compactuando com elas. Contratos renovados nos governos seguintes carregariam, então, o mal de origem. Essas informações, ou suposições, vieram a público em reportagens da Folha e do Estadão. Notem que, obviamente, não estou aqui a negar que tenha havido safadeza. Como poderia? Não conheço o processo. Não tenho os dados em mãos. Ocorre que há uma coisa espantosa: o governo de São Paulo, o principal interessado nessa história, também não tem. Assim, o ente “governo do estado” está sendo acusado na imprensa de ter compactuado com uma tramoia, mas — e eis o dado kafkiano — não tem acesso à investigação porque, afinal de contas, ela está resguardada pelo sigilo de Justiça. Então vamos ver se a gente consegue entender direito: jornalistas, como resta evidente, tiveram acesso a pelo menos parte da investigação que está no Cade. O principal acusado, no entanto, está a chupar o dedo. NÃO TEM COMO SE DEFENDER PORQUE NÃO SABE DIREITO DO QUE É ACUSADO. A justificativa do Cade é que o papelório está protegido por sigilo de Justiça. Leio na Folha: “O procurador-geral do Estado de São Paulo, Elival da Silva Ramos, disse que a lei permite ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fornecer à administração paulista documentos da investigação sobre a suposta formação de cartel em licitações de trens em São Paulo, independentemente de autorização judicial. O CADE, órgão federal de combate às práticas empresariais prejudiciais à livre concorrência, sustenta que só pode fornecer os papéis após decisão da Justiça. Segundo Ramos, a recusa de entrega de dados atrasa eventuais ações de reparação de danos a serem iniciadas pelo Estado caso haja provas de conluio nas concorrências. A Procuradoria-Geral do Estado, órgão responsável pela defesa jurídica do Executivo paulista, afirma que foi obrigada a preparar um mandado de segurança para pedir ao Judiciário o acesso às informações da investigação.


”Retomo 
Não se trata de exercitar teoria conspiratória, não! Estamos diante de uma matéria de fato. Há uma investigação preliminar no Cade; dados dessa apuração chegam à imprensa em tom acusatório — com um genérico “o governo sabia de tudo” —, mas não se sabe que “tudo” é esse, quais as pessoas envolvidas e que irregularidade foi cometida. Pode até ser que o escândalo tenha mesmo acontecido — e, se assim foi, cadeia para a turma. No momento, o único escândalo incontroverso é esse vazamento seletivo de dados de uma investigação sem que o principal acusado consiga ter acesso aos autos. Esse é um procedimento muito comum, hoje em dia, nas ditas repúblicas bolivarianas. Chávez (e agora Nicolás Maduro), Rafael Correa e Evo Morales costumam recorrer a acusações de corrupção para se livrar de seus adversários políticos. Falas suspeitas. Ademais, não dá para ignorar certas falas, não é? O site “Implicante” levou ao ar o vídeo que registra a solenidade de posse de Vinícius Marques de Carvalho, presidente do Cade. Prestem atenção:





Notem a sua verdadeira devoção a um outro Carvalho, o Gilberto. A proximidade é de tal sorte que, rompendo com o protocolo, trata o ministro como “você”. Trata-se, mesmo, de uma relação de profunda amizade; se os “Carvalhos” do sobrenome traduzem parentesco, isso não sei. Há quem diga que sim. Pouco importa. Por que um chefe do Cade recorre a esse tom laudatório para se referir ao “engajamento” de um ministro? “O que você está querendo dizer com isso, Reinaldo?” Nada de muito misterioso: um órgão técnico como o Cade não poderia, parece-me, estar sujeito a esse tipo de sotaque político. Não é preciso ser um gênio da raça para que se perceba a óbvia influência de Carvalho, o Gilberto — braço operante de Lula no Planalto —, na autarquia. Mais: o Cade pertence ao Ministério da Justiça. Dos ministros de Dilma, Cardozo tem sido o mais dedicado à tarefa de criar dificuldades para a gestão do PSDB em São Paulo. Teoria conspiratória? Não! Mais uma vez, matéria de fato. O ministro está na raiz da crise que resultou na demissão de Ferreira Pinto, ex-secretário de Segurança do estado. O ministro tentou tirar uma casquinha dos protestos em São Paulo. Escrevi vários textos a respeito. É evidente que o vazamento obedece a um propósito político. Sem que a investigação seja tornada pública, a coisa fica como o PT e o diabo gostam, não é mesmo? A suspeita recai genericamente sobre os “tucanos” e suas sucessivas gestões no estado. Nestes dias em que qualquer grupinho de 20 para a Paulista, o objetivo é fornecer combustível aos protestos de rua em São Paulo. E justamente na área que está a origem das mobilizações de rua: transporte público. Concluo A turma não brinca em serviço. E olhem que o jogo mal começou. Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, julho 23, 2008

SE A AMÉRICA LATRINA, O BRASIL ESGOTO

SE A AMÉRICA LATRINA, O BRASIL ESGOTO



1 - Os Desmatadores que se cuidem; a partir de agora a "mordida" dos fiscais será maior; mas isso faz parte do negócio, ora bolas:

"Quem for picareta e achar que pode enganar todo mundo o tempo todo a gente pode dar bordoadas, e a melhor bordoada é a multa", disse o presiMente. "Temos de ser muito duros com aqueles que acham que podem enganar os outros e viver na clandestinidade", afirmou o NoçuGhia.

"Todo mundo vai ter o direito e a obrigação de agir corretamente, inclusive vai poder fazer seus negócios com madeira", completou o filósofo Inácio.

O presidente está corretíssimo; a primazia da picaretagem explícita é, praticamente, um monopólio do seu governo. Não à concorrência!. Viver na clandestinidade já foi algo que, muitos dos seus ministros, fizeram durante anos e nesse particular o presiMente é inflexível: também não admite a concorrência. Ter "direito de agir corretamente" é algo que nem Confúcio ousou dizer: que profundidade! Um alerta e tanto: no país dos caras-de-pau nada melhor do que fazer negócios com madeira. É pau no povão.

2 - Gilberto Carvalho, Luis Eduardo Leg Greenhalgh e muitos outros a partir de agora podem dormir tranquilos:

Para Tarso Genro (quem terá sido o infeliz sogro?) troca de delegado dará à Satiagraha inquérito técnico:

"O inquérito será mais técnico, profundo e sem lances publicitários", afirmou Genro, o desastrado roteirista do Novelão "Sai se Tiver Grana", errôneamente chamado de Operação Satiagraha. O novo indicado para conduzir as investigações, seguramente não vai vazar mais os nomes ligados à presideMencia da República, ou correrá o risco de fazer um curso de sobrevivência no Saara, com um conta-gôtas como cantil.

sábado, junho 09, 2007

Eu quero saber de tudo

Vavá 2010Eu quero saber de tudo

Um delegado da Polícia Federal, citado por O Globo, definiu Vavá como "um cara simples, quase analfabeto, que enrola as pessoas". Eu diria que ele possui todos os predicados para suceder ao presidente da República. Vavá 2010.
Dois anos atrás, quando VEJA publicou que Vavá intermediou encontros sigilosos no Palácio do Planalto entre homens de negócios e o principal assessor de Lula, Gilberto Carvalho, ninguém deu bola para o assunto. Por algum tempo, os oposicionistas ameaçaram convocar Vavá e Gilberto Carvalho à CPI dos Bingos, mas acabaram desistindo com o argumento de que a vida particular do presidente deveria ser mantida longe da luta política.
Lula tem direito a uma vida particular? Renan Calheiros tem direito a uma vida particular? Algum político tem direito a uma vida particular? A imprensa acredita que sim. Mais do que isso: a imprensa acredita que pode determinar o que é um fato de interesse particular e o que é um fato de interesse público. Se um político tem um filho fora do casamento, a imprensa o considera um fato de interesse particular. Ela só passa a considerá-lo um fato de interesse público quando uma empreiteira paga suas contas.
Os jornalistas conhecem a intimidade dos políticos. Eles ficam a maior parte do tempo bisbilhotando os detalhes mais sórdidos sobre essa gente. Mas só publicam o que, para eles, estamos aptos a entender. A imprensa atribuiu-se um papel civilizador. Ela argumenta que é uma selvageria julgar um político a partir de seus hábitos privados. Por isso, sonega sistematicamente qualquer notícia a esse respeito.
Eu nunca me escandalizo com o comportamento dos outros. Mas me recuso a aceitar que a imprensa imponha seus valores omitindo os fatos. Se um senador é adúltero, eu quero saber. Se uma ministra dormiu com um presidente, eu quero saber. Se a mesma ministra traiu o marido com um líder oposicionista, eu quero saber. Depois concluo do jeito que quiser.
Os brasileiros acham que o fetiche da imprensa americana pela vida amorosa dos políticos é um sinal de jequice. Eu acho que jequice é delegar a um repórter de uma sucursal de Brasília a escolha sobre o que eu devo ou sobre o que eu posso saber. Os políticos precisam se sentir permanentemente vigiados. Quando a imprensa acoberta seus deslizes privados, termina por acobertar também seus crimes públicos.
A política brasileira é repulsiva. A gente deveria punir os políticos arruinando sua vida particular. Ao contrário do que se diz, não há nada de errado nisso. Se as aventuras sexuais de Marco Antônio foram relatadas pelos romanos, por que os brasileiros não haveriam de relatar as de Renan Calheiros? Renan Calheiros está para Marco Antônio assim como o Brasil está para a Roma Antiga. Marco Antônio 2010. Renan Calheiros 2010.

Diogo Mainardi - VEJA Edição 2012-13 de junho de 2007

quarta-feira, outubro 11, 2006

FREUD GODOY O SEGURANÇA DE LULA






Será possivel que tudo isso seja verdade ?? Vejam aonde os tentáculos do submundo e da sordidez chegaram...

A máfia italiana seria aprendiz perto deste grupo... FREUD GODOY, O SEGURANÇA DE LULA, ENVOLVIDO NO COMPLÔ, ALUGA APARTAMENTO PARA TODO MUNDO. 

Quanto mais a Polícia Federal investiga, mais vai descobrindo conexões absolutamente estranhas e suspeitas no submundo do petismo paulista. Agora ficou conhecido que Freud Godoy, o chefe da segurança de Lula, que trabalhava no Gabinete da Presidência da República, recebendo salário de R$ 6,3 mil por mês, tem dois apartamentos de luxo em Santo André (SP), cada um deles lançado na declaração do Imposto de Renda como valendo 600 mil reais. Ou seja, é lícito esperar que valha no mínimo o dobro. Pois um desses apartamentos está alugado para ex-secretário da Prefeitura de Santo André na administração do assassinado prefeito petista Celso Daniel. Está alugado para um dos acusados do assassinato de Celso Daniel, Klinger de Oliveira, que é processado por corrupção (inclusive com a máfia do lixo). Mais do que isso: um dos filhos de Lula morou em outro apartamento de Freud Godoy, em São Bernardo do Campo (SP). 

A Polícia Federal descobriu ainda a utilização de um outro apartamento menor de Freud Godoy, que teria sido alugado para o assassinado prefeito Celso Daniel. E Freud Godoy ainda fez segurança privada para Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, principal acusado pelo assassinato de Celso Daniel, e Gilberto Carvalho, chefe de gabinete da Presidência da República, acusado pelos irmãos de Celso Daniel de ser o portador da propina arrecadada na administração municipal de Santo André que ele levava para José Dirceu quando este presidia o PT, na época da campanha que elegeu Lula presidente da República.Que tal, não é um monte de coincidência?

Jornalista Vitor Vieira Diretor-Editor de Videversus

A CPI das Sanguessugas vai investigar um depósito de R$ 396 mil feito na conta de Freud Godoy, ex-assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Freud teria recebido o dinheiro do megainvestidor Naji Nahas, por meio da corretora do Banco Alpha, no dia 5 de setembro, dez dias antes da prisão de Gedimar Passos e Valdebran Padilha em um hotel em São Paulo com R$ 1,75 milhão que seria usado para comprar um dossiê contra políticos tucanos.

Estranhamente a PF do doutorrrr Márcio não acha nada que envolva o Kevin Freud Costner Godoy, o bodyguard de Luis Whitney Inácio Houston da Silva, pódji????

segunda-feira, setembro 18, 2006

DIGA-ME COM QUEM ANDAS

Foto: MONALISA LINS/AGÊNCIA ESTADO/AE  




DIGA-ME COM QUEM ANDAS......

Senador José Jorge (vice na chapa de Geraldo Alckmin), hoje no Plenário:


1- Freud Godoy era dono de uma empresa de vigilância em São Paulo na época da morte do prefeito de Santo André;

2- É amigo de dois personagens do escândalo de Santo André - o empresário Sérgio Gomes, o "Sombra", acusado de ser o cabeça da operação de execução de Celso Daniel, e Ronan Maria Pinto, ex-secretário municipal em Santo André;


3- Por causa de sua ligação com "Sombra", Freud, segundo o senador José Jorge, prestou depoimento à Polícia de Santo André em 17 de abril de 2001. "O delegado Romeu Tuma Júnior tem conhecimento do fato, pois esteve à frente das investigações em determinado momento", disse Jorge;


4- Quando da acareação dos irmãos de Daniel com Gilberto Carvalho, em 26 de outubro de 2005, na CPI dos Bingos, João Francisco Daniel, segundo Jorge, teria feito referência a Freud ao explicar um episódio em que teria entregue ao atual secretário particular da Presidência, Gilberto Carvalho, uma quantia em dinheiro a José Dirceu. José Jorge comentou que Carvalho, segundo João Francisco, teria contado a este que iria a São Paulo acompanhado de um segurança de nome "Freud" ou "Fred";


5- Jorge disse também que Freud teria prestado depoimento à comissão permanente da Câmara Municipal de Santo André, dando declarações como contratado da Prefeitura;


6- O advogado de Freud, quando este prestou depoimento em inquérito policial em São Paulo, foi Luiz Eduardo Greenhalgh, deputado do PT-SP;


7- O senador José Jorge disse suspeitar de que Freud esteja envolvido também no episódio do aluguel do helicóptero que tirou do presídio o bandido Dionísio Aquino Severino, que teria participado do assassinato de Celso Daniel. Meses depois, Dionísio foi recapturado e morto;


8- Por fim, Jorge disse que Freud foi segurança pessoal de Lula nas quatro campanhas eleitorais pela presidência, é registrado no PT e coordenou, por indicação de Lula quando este era presidente do PT, a segurança da Marcha dos 100 Mil, em 1999.



O Imperador Eu-não-sei-nada-da-Silva está sempre bem acompanhado; como as "nona" lá do Bixiga diriam: tutti buona gente!!!

Freud explica????

 - Você deixaria seu poodle passear com o Freud do Lulla?