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quinta-feira, abril 02, 2015

Jesus não era Socialista.













Título Original do Artigo:
Detonando clichês do socialismo: "Jesus era um socialista, pois defendeu a redistribuição de riqueza para ajudar os pobres".


por Lawrence W. Reed



Nota do Editor da FEE: Como uma organização não afiliada a nenhuma fé em particular, a FEE (Foundation for Economic Education) encoraja outras perspectivas em tais matérias. O Sr Reed deseja que os leitores entendam que sua perspectiva pessoal não tem intenção de fazer proselitismo para nenhuma fé ou igreja em particular, mas simplesmente iluminar sua interpretação da dimensão moral e econômica de Cristo.)


Você não precisa ser cristão para ser sensível à falsidade deste boato. Você pode ser uma pessoa de qualquer fé, ou de nenhuma fé afinal. Você só precisa ser sensível aos fatos.

Eu ouvi algo semelhante a este clichê cerca quarenta anos atrás. Como cristão, fiquei perplexo. Na visão de Cristo, a decisão mais importante que uma pessoa tomaria em sua vida terrena era aceitá-lo ou rejeitá-lo pelo que Ele afirmou ser – Deus encarnado e o Salvador da humanidade. Esta decisão era claramente uma decisão muito pessoal – uma escolha individual e voluntária. Ele constantemente enfatizou a renovação interior, espiritual, como muito mais decisiva que o bem estar material. Pensei: “Como Cristo poderia defender o uso da força para tomar coisas de alguns e dá-las a outros?” Eu simplesmente não conseguia imaginá-lo apoiando uma sentença de multa ou prisão para pessoas que não quisessem entregar seu dinheiro para programas de “bolsa família”.

“Espere um momento”, você diz. “Ele não respondeu: 'Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus' quando os fariseus tentaram pegá-lo no truque de denunciar os impostos romanos?” Sim, de fato, Ele disse isto. Pode ser encontrado no Evangelho em Mateus, capítulo 22, versículos 15 a 22 e depois em Marcos, Capítulo 12, versículos 13 a 17. Mas note que tudo depende somente do que pertenceria a César e do que não, o que é atualmente, mais propriamente, um endosso do direito de propriedade. Cristo não disse nada como “isto pertence a César se César simplesmente disser que pertence, não importa quanto ele queira, como ele pega ou como ele escolha gastá-lo”.

O fato é que alguém pode passar um pente fino nas Escrituras, e não encontrará uma palavra sequer de Cristo endossando a redistribuição forçada de riqueza por autoridades políticas. Uma sentença sequer.

“Mas Cristo não disse que veio confirmar a lei?” Você pergunta. Sim, em Mateus 5:17-20, Ele declara, “Não pensem que Eu vim para abolir a lei dos Profetas. Não vim para aboli-los, mas para levá-los à perfeição”. Em Lucas 24:44, Ele esclarece quando diz “... Isto é o que vos dizia quando ainda estava convosco: era necessário que se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.Ele não estava dizendo: “Qualquer lei que o governo aprove, Eu apoio”. Ele estava falando especificamente da Lei de Moisés (primeiramente os Dez Mandamentos) e das profecias de Sua vinda.

Considere o oitavo dos Dez Mandamentos: “Não roubarás”. Observe o período após a palavra “roubarás”. Esta admonição não é lida como “Não roubarás a menos que a outra pessoa tenha mais que você”, ou “Não roubarás a menos que você esteja absolutamente certo de poder gastar melhor que a pessoa de quem você roubou”. Nem se diz “Não roubarás mas tudo bem se empregar alguém, como um político, para fazer isso por você”.

No caso das pessoas ainda estarem tentadas a roubar, o décimo mandamento corta o mal pela raiz num dos principais motivos para o roubo (e para redistribuição): “Não cobiçarás a casa de teu próximo, não cobiçarás a mulher de teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma de teu próximo”. Em outras palavras: se não é seu, mantenha suas mãos longe.

Em Lucas 12:13-15, Cristo é confrontado com uma solicitação de redistribuição. Um homem com uma queixa aproxima-se Dele e reclama: “Mestre, fale com meu irmão e faça-o dividir sua herança comigo”. O Filho de Deus, o mesmo Homem que realizou curas milagrosas e acalmou as ondas, respondeu deste modo: “Homem, quem fez de mim juiz ou árbitro entre vós? Tenha cuidado e abstenha-se de controvérsias, a riqueza de um homem não consiste na abundância material que ele possui”. Uau! Ele poderia ter igualado a riqueza dos dois homens com um movimento de Suas mãos, mas em vez disso, Ele escolheu denunciar a inveja.

“E a respeito da parábola do bom samaritano? Ela não representa um exemplo de programa de bem estar governamental, senão diretamente de redistribuição?” você pergunta. A resposta é um enfático NÃO! Considere os detalhes da parábola, como descrita em Lucas 10:29-37: Um viajante encontra um homem caído às margens da estrada. O homem tinha sido surrado, roubado e deixado semimorto. O que o viajante fez? Ajudou o homem, ele próprio, no local, com seus próprios recursos. Ele não disse “escreva uma carta ao imperador” ou “vá procurar sua assistente social” e foi embora. Se ele tivesse feito isso, ele seria conhecido hoje como o “bom pra nada samaritano”, se ele fosse de fato lembrado.

E a respeito da referência, nos Atos dos Apóstolos, aos primeiros cristãos vendendo seus bens mundanos e compartilhando este procedimento comunitariamente? Isto soa como uma utopia socialista. Analisando de perto, entretanto, fica claro que aqueles cristãos não venderam tudo que tinham e não foram obrigados a fazer isso. Eles continuaram encontrando-se em suas próprias casas, por exemplo. Em seu capítulo de contribuição ao livro “For the Least of These: A Biblical Answer to Poverty” de 2014, Art Lindsey, do Institute for Faith, Work and Economics, escreve:

Novamente, na passagem dos Atos dos Apóstolos, não há menção ao estado sob qualquer condição. Estes primeiros crentes contribuíram com seus bens livremente, sem coerção, voluntariamente. Alhures nas Escrituras nós vemos que os cristãos são instruídos a doar somente desta maneira, livremente, “Dê cada um conforme o impulso de seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria” (2 Coríntios 9:7). Há abundância de indicação de que os direitos de propriedade ainda estavam valendo...”

Isto pode frustrar os socialistas a aprender que as palavras e feitos de Cristo, repetidamente sustentadas desta maneira criticamente importante, referem-se às virtudes do capitalismo como contrato, lucro e propriedade privada. Por exemplo, considere a “Parábola dos Talentos”. Dos muitos homens na estória, o único que pega o dinheiro e o enterra é repreendido, enquanto o que investiu e gerou maior retorno é aplaudido e recompensado.

Ainda que não seja central à estória, boas lições de oferta e demanda bem como a santidade do contrato, são evidentes em Cristo na “Parábola dos Trabalhadores na Vinícola”. Um proprietário de terras oferece salário para atrair trabalhadores para um dia de trabalho urgente na coleta de uvas. Próximo ao fim do dia, ele percebe que precisa rapidamente empregar mais gente, e oferece por uma hora de trabalho o que havia previamente oferecido pagar aos primeiros trabalhadores por um dia de serviço. Quando um dos que tinham trabalhado o dia todo queixou-se, o proprietário de terras respondeu: “eu não estou sendo injusto com você, amigo. Você não concordou em trabalhar por um denário? Pegue seu pagamento e vá. Eu quero dar ao que foi empregado por último o mesmo que dei a você. Eu não tenho o direito de fazer o que quero com meu dinheiro? Ou você está com inveja porque estou sendo generoso?”

A bem conhecida “Regra de Ouro” veio dos lábios do próprio Cristo, em Mateus 7:12. “Então em tudo, faça aos outros o que você gostaria que fizessem a você, porque esta é a lei dos profetas”. Em Mateus 19:18, Cristo diz: “... ame a teu próximo como a ti mesmo”. Em nenhuma outra parte Ele remotamente sugeriu que você repugnasse seu próximo por sua riqueza, ou que procurasse tomar a riqueza dele. Se você não deseja que sua propriedade seja confiscada (e muitas pessoas não desejam, e não precisariam de um ladrão à disposição para dividir com ele de maneira alguma), então claramente você não deveria querer confiscar a propriedade de outros.

A doutrina cristã adverte contra a ganância. Como o faz em nossos dias o economista Thomas Sowell: “eu nunca entendi porque é “ganância” possuir o dinheiro que você mereceu mas não é ganância querer tirar o dinheiro de outros”. Utilizar o poder do governo para roubar a propriedade de outra pessoa não é exatamente altruístico. Cristo nunca sugeriu que acumular riqueza através do comércio pacífico era de alguma forma errado. Ele simplesmente suplicou às pessoas que não permitissem que a riqueza os dominasse ou corrompesse seu caráter. Por isto seu grande Apóstolo, Paulo, não disse que o dinheiro era mal na famosa referência em 1Timóteo 6:10. Aqui vai o que Paulo verdadeiramente disse: “Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições”. De fato, os próprios socialistas não abandonaram o dinheiro de modo abnegado, eles estão clamando é pelo dinheiro de outras pessoas, especialmente o dos “ricos”.

Em Mateus 19:23, Cristo diz: “Em verdade vos digo, é difícil para um rico entrar no Reino dos Céus”. Um socialista poderia dizer: “Eureka! Aqui está! Ele não gosta de pessoas ricas” e então distorce a observação depois de reconhecer a justificativa de qualquer esquema do tipo “roube Pedro para pagar Paulo” que põe a montanha abaixo. Mas este conselho é inteiramente consistente com tudo o que Cristo falou. Não é um convite pra invejar os ricos, para tomar dos ricos e dar celulares “grátis” aos pobres. É um conselho para o caráter. É uma observação de que muitas pessoas deixam-se dominar pela riqueza, tanto quanto por outros meios em torno. É um alerta contra tentações (as quais vêm de muitas formas, não só pela riqueza material). Todos nós já não notamos que entre os ricos, como igualmente entre os pobres, existem boas e más pessoas? Todos nós já não vimos celebridades corrompidas por sua fama e fortuna, enquanto outros, entre os ricos, levam vidas dignas? Todos nós já não temos visto pessoas que permitem que a pobreza as desmoralize e debilite, enquanto outros, entre os pobres, veem a pobreza como um incentivo para melhorar de vida?

Nos ensinamentos de Cristo e em muitas outras partes do Novo Testamento, os cristãos,e, na verdade, todas as pessoas, são aconselhadas a serem “espíritos generosos”, a cuidar da família de alguém, a ajudar os pobres, assistir as viúvas e os órfãos, a revelar bondade e manter altivez de caráter. Como tudo isso pode ser traduzido no negócio sujo de coerção, compra de votos, esquemas de redistribuição politicamente dirigidos é um problema para prevaricadores com agenda. Não é um problema para estudiosos do que a Bíblia verdadeiramente diz ou não diz.

Examine sua consciência. Considere as evidências. Seja atento aos fatos. E pergunte-se: “Desejando ajudar os pobres, Cristo preferiria doar livremente seu dinheiro ao Exército da Salvação (ou a qualquer outra instituição de caridade) ou na mira de uma de arma ao departamento de assistência social do governo?

Cristo não era estúpido. Ele não estava interessado em profissionais públicos da caridade, postura na qual os fariseus legalistas e hipócritas se engajavam. Ele repudiou essa conversa fiada interesseira. Ele sabia que ela era sempre fingida, raramente indicativa de como eles conduziam seus afazeres pessoais, e que era sempre um fim de linha com abundância de enganos e desilusões pelo caminho. Dificilmente faria sentido para Ele defender os pobres apoiando políticas que minam o processo de criação de riqueza necessário para ajudá-los. Numa análise final, Ele nunca endossaria um esquema que não funciona e é orientado pela inveja e pelo roubo. A despeito das tentativas dos socialistas modernos em transformá-lo num Robin Hood, Ele nunca foi desses.



Da Foundation for Economic Education. Original aqui.

Tradução: Flávio Ghetti

Fonte: Mídia Sem Máscara


terça-feira, março 25, 2014

Jesus e o messias socialista.











Entendendo por que Jesus fugiu do messianismo do bolsa-família



“Hugo Chavez foi a melhor coisa que aconteceu à Venezuela”, disse um pastor venezuelano. Milhares de líderes evangélicos venezuelanos aprenderam a ver Chavez como uma espécie de grande pai generoso, depois de o apoiarem politicamente e receberem em troca materiais que suas igrejas precisavam.

O socialismo do passado destruía materialmente as igrejas, ou o corpo dos cristãos, mas nunca sua alma.

O socialismo ocidental não destrói materialmente as igrejas nem mata o corpo dos cristãos, mas lhes seca a alma, lhes dando coisas materiais.

O socialismo latino-americano, exemplificado pela Venezuela, compra os líderes das igrejas. Talvez não muito diferente do que ocorre no Brasil, onde, coincidência ou não, os donos das grandes estações de TV e rádios evangélicas são conhecidos apoiadores do governo que concede suas concessões.
Na Venezuela, se o líder evangélico fala o que o governo quer ouvir, tudo fica mais fácil para ele.

No Brasil, o mesmo acontece para o dono da Record e outros empresários evangélicos.
Para o povão, que quer apenas promessas de provisão, o messias socialista ganha o coração dos pobres com bolsas-família e outras migalhas, ainda que os sustente à custa de pilhagem no bolso dos outros.

Jesus teve oportunidade de ser um socialista. Quando o povo, depois de seguir e ouvir a pregação dele durante alguns dias, ficou cansado e teve fome, Jesus fez o milagre da multiplicação dos pães. Era o que o povo de todas as épocas sempre quis: alguém que lhes desse tudo de comer.

Ei, mas Jesus não era político. “Não tem problema” , pensava o povo. “O importante é que ele nos dê comida todo dia!”

Outros queriam pegar Jesus e transformá-lo, à força, em rei, isto é, em governante.
Bastava que para isso ele desse comida. Jesus teve a primeira grande oportunidade da história de dar bolsas-famílias e garantir para si um prospero governo político. Mas a única reação dele foi fugir da multidão e desse caminho de ganhar corações através de comida.

Os messias socialistas teriam inveja da oportunidade perdida: “Ah, se eu estivesse no lugar de Jesus! Multiplicaria pães todos os dias e garantiria um governo a vida inteira nas minhas mãos!”

Se Jesus tivesse feito diariamente a vontade do povo alimentando-o, ele não só garantiria posição de rei, mas o povo jamais permitiria que ele fosse crucificado.
Contudo, Jesus fugiu dos caminhos socialistas. Ele fugiu dos anseios do povo de transformá-lo num político alimentador de pobres.
Provavelmente, porque nessa questão, o ensino da Palavra de Deus já era bem claro para o povo. 

1. Ganha-se o alimento diário trabalhando. 
2. Quem passa por necessidade deve depender da misericórdia de outros trabalhadores e da misericórdia divina.

A missão de Jesus era amor. Acolher o amor dEle é o princípio das provisões materiais e espirituais.
Jesus fugiu dos anseios do povo de transformá-lo em político alimentador. Mas mesmo que Ele atendesse, Ele faria multiplicação de pães mediante milagres, não mediante o suor do trabalho alheio.

Hoje, certamente Jesus teria muito mais razões para fugir dos anseios do povo, pois a forma socialista de “alimentar” o povo nada tem a ver com milagres, mas com roubos mediante impostos.

Jesus jamais se aliaria a um governo ladrão do trabalhador.
Ele está de braços abertos para abençoar o pobre e dar-lhe mudança de vida, depois da aceitação da suprema Boa Notícia. Há milhares de pobres que entraram em igrejas pentecostais e neopentecostais, ouviram o Evangelho e hoje têm um emprego decente para sustentar suas famílias.

O negócio de Jesus nunca foi substituir o trabalho por bolsas-famílias, ou substituir milagres por impostos altos. E ele provou isso: fugiu de um povo que o queria como político alimentador dos pobres. Essa não é a missão dele, e essa não é a resposta certa para as necessidades dos pobres.

Espero que os líderes evangélicos que se deixam comprar por messias políticos vejam os pobres como Jesus os vê e não vejam a política como instrumento de controle sobre os pobres por meio de bolsas-famílias.

Bolsa-família não é o caminho de Jesus.
Impostos altos não é o caminho de Jesus.
Socialismo não é o caminho de Jesus.

Os evangélicos socialistas, como Ariovaldo Ramos que via Chavez como uma espécie de messias político dos pobres, deveriam defender suas bandeiras de alimentação aos pobres unicamente por meio de milagres divinos, não de elevadas cargas de impostos do governo.
Mas seja qual for o caminho que escolherem, não é o caminho que Jesus escolheria. Jesus fugiu desses caminhos e dos hipócritas que distorcem as Escrituras para defender o que Jesus nunca defendeu: um político que ganha o coração dos pobres mediante comida.
Jesus não deixou esse exemplo. Jesus fugiu desse exemplo.

Os políticos socialistas precisam de estratégias e enganação para ganhar o coração das pessoas. Da mesma forma, não se pode esperar, jamais, que Satanás chegue até às pessoas com sua forma horripilante dizendo: “Sou Satanás e vim para matar, roubar e destruir.” Para enganar, ele se disfarça até de anjo de bondade e inocência, como diz a Bíblia. Ele se disfarça facilmente de presenteador de pães. Ele se camufla como político.

De forma semelhante, o pedófilo chega com seu doce atraente e delicioso até a inocente criança. O doce do socialismo é sua propaganda mentirosa de ajuda aos pobres. Os estupros chegam depois: aborto, homossexualismo, carga abusiva de impostos, etc.

É possível Satanás, o autor do socialismo e de todo disfarce de anjo inocente, enganar os cristãos e fazer deles seus servidores? A Bíblia não deixa dúvida disso: “E isso não é de admirar, pois até Satanás pode se disfarçar e ficar parecendo um anjo de luz. Portanto, não é nada demais que os servidores dele se disfarcem, apresentando-se como pessoas que fazem o bem. Mas no fim eles receberão exatamente o que as suas ações merecem.” (2 Coríntios 11:14-15 BLH)

O perfil do político socialista é satânico e pedófilo. Ele se faz de anjo de bondade, oferece comida e doces aos pobres, mas sem nunca dizer que vai estuprar os bolsos da nação através de impostos, estuprar a inocência das crianças através de educação sexual pornográfica, fazer campanhas para que as crianças sejam mortas por meio do aborto ou, se sobreviverem, para que tenham o “direito” e a “liberdade” de matar, sob a proteção do ECA.
Tudo isso em troca de um pão. O inferno em troca de comida na mesa.
Entende agora por que Jesus fugiu do messianismo do bolsa-família?

                    Um padre socialista
                    Outro padre - chavista - e comunista


quarta-feira, setembro 26, 2012

E se Jesus voltasse à Terra?
















por LEE SIEGEL (para o Estadão em 23/09/2012)

NOVA JERSEY - Seria Jesus casado? Na última terça-feira, uma pesquisadora da Harvard Divinity School sugeriu, numa conferência em Roma, que ele poderia ter sido. Ela apresentou um fragmento de folha de papiro do século 4º no qual de distinguiam as palavras: "Jesus disse a eles, ‘Minha esposa...’" Outra frase parece dizer, "ela poderá ser minha discípula". A maioria dos especialistas concorda em que os fragmentos, escritos em copta, são autênticos.

Estudiosos continuarão debatendo o significado dessas palavras por muito tempo, esforçando-se para entender a questão principal, que é, se Jesus era casado, por que nenhum Evangelho menciona o fato? Noite passada, na televisão, ouvi mais de um comentarista dizer que gostaria que Jesus estivesse vivo para poder nos responder. Isso me pareceu uma ideia interessante, mais interessante até, talvez, que a disputa sobre a sua condição matrimonial.

O que ocorreria se Jesus voltasse à Terra? Não posso falar do Brasil, ou de algum outro lugar, mas creio ter uma ideia do que ocorreria se Jesus surgisse repentinamente nos Estados Unidos. Haveria o assombro, é claro, e um grande afloramento de emoções, êxtases e lágrimas. Depois, a realidade se imporia.

Primeiro, Jesus teria de encontrar um cume de montanha de onde falar aos cristãos e a todas as outras pessoas que desejassem vê-lo e ouvi-lo. Mas que montanha seria? As mais belas estão nos parques nacionais dos Estados Unidos, e elas estariam fora de questão porque as leis regulamentam a quantidade de pessoas que se pode congregar num parque nacional. Vários Estados se ofereceriam então para o uso de montes pitorescos locais. Os Estados começariam a se digladiar. O governo federal se intrometeria. E haveria um debate sobre os limites do poder federal em relação ao estadual.

Nesse ínterim, vários eventos momentosos teriam ocorrido com o objetivo de desviar a atenção das pessoas da ocasião extraordinária do surgimento de Jesus. A estrela de reality shows Kim Kardashian anunciaria que está grávida de trigêmeos, resultado de uma anunciação milagrosa. Donald Trump renomearia seu império de "Christ Properties". A Apple lançaria o iPodEternity. Liberais temeriam o potencial de Jesus como ditador. E conservadores, seu potencial como revolucionário. A classe média rogaria para ele diminuir os impostos.

Como o novo ambiente lhe seriam totalmente estranho, Jesus teria de contratar alguns assessores. Essas pessoas imediatamente o aconselhariam a se manter a par da transformação vertiginosa dos fatos abrindo uma conta no Twitter. Infelizmente, em função das limitações da forma, Jesus teria de se expressar em estilo radicalmente sucinto:

"Busca, Encontra, Saiba - Alcance!

Faz para outros; Eles você. PSI! (Para sua informação)

Sem pecado? Atire pedra. Depois veja!!!!

Camelos passam mais fácil que ricos. EQA! (Espera que ajuda.)"

E assim por diante.

Depois de criar uma conta no Twitter, o filho de Deus simplesmente teria de marcar presença no Facebook. Mas que imagem ele deveria usar na sua home page? Uma bonita foto da cabeça? De frente ou de perfil? A representação de um artista (de Leonardo, talvez?) da Santa Ceia? Mas a ideia toda de uma última ceia poderia afastar algumas pessoas por ser demasiado lúgubre. Talvez um belo pôr do sol apenas. E quanto aos seus seguidores? E se ocorresse de Lady Gaga ter mais seguidores?

Bem, uma vez resolvido o dilema do Facebook, Jesus teria de se preparar para as inevitáveis visitas a talk shows. No novo canal a cabo de Oprah, ele teria de discutir experiências extracorporais. No programa de Martha Stewart, contaria aos espectadores sobre a sua receita para pães e peixes instantâneos. No programa de Stephen Colbert, deixaria Colbert provocá-lo por ter um "complexo de Jesus".

Depois disso, os novos assessores de Jesus dariam um jeito para ele fazer um "tour de milagres". Conseguir patrocinadores não seria problema. Mas seria preciso decidir que milagres produzir. Jesus teria de ter o cuidado de não ofender ninguém. Por exemplo, ressuscitar pessoas. Quem ele ressuscitaria? Ele não poderia mostrar favoritismo ressuscitando uma pessoa branca, mas não uma negra. Para não mencionar outras cores. E se ressuscitasse uma de cada, seria um homem ou uma mulher? Jovem ou velho? Rico ou pobre? Logo ele teria de ressuscitar todo o mundo. Aí ele teria de conseguir emprego para todos.

Após dezenas de ofertas para fazer de tudo, de concorrer à Presidência e servir de juiz em American Idol, a dirigir Sean Penn em A Vida de Jesus, Jesus se retiraria para o deserto e nunca mais seria visto, esperando e orando para a sua ausência tornar as pessoas melhores e mais sérias do que sua presença.


Fonte: sergyovitro.blogspot.com.br/ Pletz

quinta-feira, setembro 06, 2012

A estrela queimada.



por Israel Blajberg.





Circulou pela internet um video sobre a bandeira queimada no Rio de Janeiro, coisa a que os cariocas não estao acostumados. Tipico da Europa de odios cultivados há seculos.

Na Unter der Linden tambem os nazistas queimaram livros em plena Universidade de Berlin, onde uma placa lamenta o episodio, proximo a uma torre da altura do Corcovado. Pelo menos aqui não precisamos colocar placas, embora nossa bandeira verde-e-amarela tambem seja queimada diariamente, se considerarmos que seu verde representa nossas inocentes matas dilapidadas.

Sabem os incendiarios que a estrela da bandeira queimada também é de Jesus, a quem o Cristianismo considera o Messias, da Casa de David?

A estrela não é simbolo religioso, mas do rei-soldado David, e como tal no cristianismo simboliza a realeza de Cristo, Filho de David e Rei dos Reis.

Enquanto uns queimam a estrela, outros a entronizam no Monumento aos Pracinhas, marcando a homenagem aos nossos bravos combatentes pelos 70 anos da entrada do Brasil na 2ª. Guerra.

Ao que parece, as pesquisas eleitorais mostram que o ato de ódio em nada ajudou a seus perpetradores. Alguns deles nem o zero conquistaram do povo carioca, apenas um reles tracinho nas intenções de voto…
Do alto do Corcovado Cristo testemunhou o ato insano desta gente que queimou a estrela, também dele, e certamente lamenta o desprezo ao seu verbo:
“…amai-vos uns aos outros…
…assim como eu vos amei…”
Fonte Pletz
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O artigo é curto mas irretocável, discordo apenas quanto a pesquisa de intenção de voto (em Marcelo Freixo), mencionada por Israel Blajberg; já que não acredito em pesquisas manipuladas, mas repercutindo o que se conhece pelas redes sociais, que é um termômetro do que se passa na cabeça do eleitor, pode-se afirmar sem errar: Marcelo Freixo do P-Sol é uma farsa.
Quando Freixo tentou se desculpar pelo insano ato de um membro de seu partido [queimando a bandeira de Israel] o fez de maneira tão fraca que no final das contas apenas enalteceu as "qualidades" de um Tonton Macoute (homem do saco) P-solista e, nesse ponto, Marcelo Freixo literalmente foi "pro saco".
Também ninguém pode alegar surpresa com as atitudes dos p-solistas, afinal um partido que nasceu da cabeça de um "grande humanista italiano como Achile Lollo tudo se pode esperar.
Achile Lollo terrorista italiano que, em 1973, despejou gasolina sob a porta de um apartamento, na Itália, onde estavam um gari, sua mulher e seis filhos. Ateou fogo. Morreram uma criança de 8 anos, Stefano, e seu irmão mais velho, de 22, Virgilio. O gari era de um partido neofascista. Como Lollo não gostava do fascismo, então ele resolveu incendiar crianças, como todo bom facínora o faria. 
Virginio Mattei, vítima de Achile Lollo
E já que o assunto "saco" veio à tona; sugiro a Caetano Veloso e Chico de Havana que enfiem suas respectivas violas no saco e continuem apoiando o que de pior aparece em matéria de políticos: o saco da vez, digo o queridinho da vez é Marcelo Freixo. 
Existem certos personagens da história contemporânea (Chico e Caê, por exemplo) que são verdadeiros formadores de opinião; no meu caso, opinião contrária: se apoiam eu sei que não presta; se são contra eu sei que é bom. É mais ou menos por aí.

sábado, junho 23, 2012

Crueldade imoral.




por Herman Glanz –

Quando se fala em crueldade todos pensam em assassinatos bárbaros, terroristas, homens-bomba e, acima de tudo, o Holocausto, que ocupa lugar único na história da barbárie mundial. Todavia, estamos diante de uma crueldade imoral, e não chamamos tal situação de crueldade moral, talvez pensando em assédio moral.

A campanha que se observa no mundo de demonização de Israel, de deslegitimação de Israel, de diabolização do sionismo, tudo formas de antissemitismo disfarçado ou explícito, são os exemplos de hoje em dia, ao lado do antissemitismo explícito quando jovens judeus são atacados na França, na Bélgica e quando vemos falar contra judeus, simplesmente por o serem. Quando se fala contra um cidadão traficante não se complementa com a sua fé. Mas no caso judaico fica patente o ódio que impera, tanto pelos nazistas da direita, como nazistas da esquerda predatória, uma parte da esquerda que se junta aos nazistas e aos fundamentalistas para ir contra judeus e Israel, que se tornou o judeu das nações.

Essa campanha de deslegitimação, de boicote, de demonização não passa de uma crueldade imoral, que planta as bases para os ataques e assassinatos, na Europa, nos Estados Unidos e Canadá, na América do Sul e, é claro, em Israel. Hanna Arendt falou em “banalidade do mal”, com o que não concordamos. Nada de banal – é uma crueldade imoral. São as crueldades desse tipo que descambam para a indústria da morte, um Holocausto em processo, um Holocausto em marcha em busca de poder.

O ensino do Holocausto nas escolas alemãs se tornou obrigatório. Mas se observa, hoje, uma mudança de atitude, crescendo a reação a essa possível expiação de culpa, como se o fosse possível. Alunos não mais querem saber que os antepassados fizeram coisas horríveis. E diante da crueldade imoral do ódio que se espalha com propaganda cínica e mentirosa, passam a se voltar contra judeus, novamente, em contraponto à culpa pelo Holocausto.

Fala-se em nazismo, mas se omite que se trata de “nacional-socialismo”, ou “socialismo nacionalista”, traduzindo do alemão. Tudo para evitar confundir o socialismo com os alemães. O fator judeu selou as relações de Hitler e Stalin de 1933 a 1941, quando, na semana que vem, lembraremos os 69 anos da invasão da antiga União Soviética pela Alemanha, rompendo o Pacto existente entre aqueles dois países, Pacto que permitiu a Segunda Guerra e toda a tragédia provocada pelos nazistas. Stalin também foi cruel. Stalin também matou judeus, mas nada se compara à crueldade alemã.

A crueldade imoral de hoje utiliza requintes de crueldade da propaganda e marketing. Isto deve ser combatido para não lamentarmos as desgraças que a história nos ensina. Os palestinos de hoje (antes palestinos eram os judeus, onde estivessem) dizem que Jesus era palestino(*), os antissemitas dizem que o sionismo é nazismo, para tocar no ponto mais sensível para os judeus. A crueldade imoral não tem limites. Quando se atacam os países capitalistas, se busca granjear poder para o próprio lado, lado que é totalitário. Quem não protesta e não vê a hora da queda do ditador da Síria apenas quer manter a sua pretensa forma de buscar o poder, e o dinheiro, para o próprio lado. O bem passou as ser moeda de dois pesos e duas medidas.

É por isso que devemos conhecer e combater essa crueldade imoral.

(*) Adendo do Blogandofrancamente:
Pela Bíblia e pela história Jesus não nasceu na Palestina, mas na Terra de Israel, na então cidade israelense de Belém, tendo vivido a maior parte da sua vida em Nazaré, cidade também israelense, e exercido o seu Ministério na Judéia, Samaria e Galiléia, regiões totalmente dentro dos limites da Terra de Israel que, na época, estava debaixo do domínio colonizador de Roma e não de nenhum grupo palestino;

Pela Bíblia e pela história Jesus não é palestino ou de origem árabe, mas judeu, nascido de mãe judia, Mirian, traduzido por Maria e na família de Yossef (José), descendente de David e de Abraão, Isaque e Jacó e viveu como judeu todos os dias de sua vida. (Rede Sepal)