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domingo, abril 14, 2013

As ossadas do cemitério de Perus.




por Felix Maier.


Antes do artigo de Felix Maier uma triste constatação: 
Não só o senhor Evaristo Arns, 
mas tantos outros dito padres dedicam-se à estupida arte de fazer 
loas a assassinos que quiseram implantar 
o comunismo no Brasil... Por que será?
Esqueceram esses seres que o comunismo
varreu o cristianismo onde foi implantado? 


As ossadas e as valas comuns de nossos amigos são mais caras aos nossos sentimentos do que a de nossos inimigos, e por isso devem ser pranteadas com rios de lágrimas.

Um exemplo desse maniqueísmo pode ser exemplificado por Dom Paulo Evaristo Arns, que, todos os anos, no dia de Finados, reza uma missa pelas “ossadas de Perus”, em São Paulo, um cemitério que conteria restos mortais clandestinos de terroristas e militantes de esquerda que infernizaram o Brasil nas décadas de 1960 e 70.

Não consta que o distinto cardeal, que é barriga-verde como eu, tenha rezado missa pela alma do soldado Mário Kozel Filho, explodido pelo grupo terrorista de Dilma Rousseff (VAR-Palmares) numa guarita de um quartel do Exército, em São Paulo, em 1968. Nem que tenha rezado pelo tenente da PM paulista, Alberto Mendes Júnior, torturado até a morte, em 1970, com coronhadas de fuzil na cabeça, a mando de Carlos Lamarca.

“A palavra ossadas tem algo de aterrador e foi muito utilizada, embora não signifique mais do que vala comum. (...) O que é importante é que basta mostrar na televisão um pedaço de terra revolvida de fresco e anunciar que talvez ali haja um número arbitrário X de cadáveres para que na cabeça do telespectador fique, em vez do ‘talvez’, o número X, que ele, aliás, tenderá a aumentar quando falar da emissão televisiva com os amigos” (VOLKOFF, 2004: 168). (*)

Durante o II Fórum Social Mundial, em 2002, em Porto Alegre, foi proibida a apresentação de fotos e vídeo das famosas ossadas dos cambojanos assassinados pelo líder do Khmer Vermelho, Pol Pot. Enquanto isso, “procuradores de ossos”, capitaneados pelo advogado petista Eduardo Greenhalgh (que ficou milionário defendendo “perseguidos políticos”), tentam localizar as ossadas de guerrilheiros do PC do B mortos na Guerrilha do Araguaia, não para dar um enterro digno às vítimas, mas apenas para praticar mais um ato de revanchismo contra as Forças Armadas que derrotaram a Peste Vermelha e, assim, manter o assunto ad aeternum na imprensa, pois as "ossadas de ouro" dificilmente poderão ser encontradas na selva, mesmo revolvendo todo o terreno do Pará e do Tocantins.

Todos os anos, a grande mídia serve de caixa de ressonância ao embuste e à desinformação esquerdista, requentando matéria antiga sobre ossadas de terroristas que teriam se perdido no Araguaia e em Perus. Na verdade, muitas das ossadas de Perus pertencem a indigentes, ainda não identificados. Em tese, pode até ocorrer a identificação de algum terrorista enterrado em Perus, não clandestinamente, como mente a esquerda, mas com o nome falso que portava em sua identidade quando foi morto em confronto com a polícia ou simplesmente “justiçado” pelos próprios companheiros. A repetida “terra revolvida de fresco”, tanto no Araguaia, quanto em Perus, faz esquecer as ossadas de Pol Pot (veja Museu do Genocídio Tuol Sleng -http://pt.wikipedia.org/wiki/Tuol_Sleng), o Massacre de Katyn  e a Estrada de Ossos da antiga União Soviética ; ou ainda sobre Katyn no areamilitar.net

“O número de enterrados tem variado de milhares ou de centenas até a umas poucas dezenas de ‘assassinados’". O Correio Braziliense, de 20/12/02, publicou em seu caderno Coisas da vida, que pesquisadores brasileiros e ingleses começarão a examinar os ‘corpos de 1.200 desaparecidos durante a ditadura militar’ que estão sepultados no cemitério de Perus. O Grupo Tortura Nunca Mais diz que são 184 os mortos e 136 os desaparecidos na ‘luta contra a ditadura’. Desses 136 desaparecidos, 53 teriam sido durante a guerrilha do Araguaia, em plena floresta amazônica. Portanto, restariam 83 corpos de desaparecidos para o restante do Brasil, inclusive para o cemitério de Perus que, por sinal, nunca foi clandestino. (...) Quando Luiza Erundina era prefeita de São Paulo iniciou a campanha para encontrar os ‘desaparecidos da ditadura no cemitério clandestino de Perus’. Os jornais da época noticiavam em primeira página e as TV em seus noticiários, o encontro de milhares de ossadas de desaparecidos e mostravam ossadas e mais ossadas sendo desenterradas para serem entregues aos legistas da Unicamp, que iriam identificá-las. Ninguém foi identificado, mas os desmentidos nunca foram feitos. (...) A mídia e os escribas de aluguel, porém, nunca se preocuparam em dizer que o famoso ‘cemitério clandestino’ não passava de valas comuns, onde eram enterrados os indigentes e, também, os corpos daqueles para quem as famílias não renovavam o aluguel das covas ou dos jazigos onde foram sepultados. Essas ossadas, na realidade, são muitas e com o acúmulo dos anos podem ter chegado aos milhares” 
(General-de-Divisão Raymundo Maximiano Negrão Torres - História Oral do Exército, 1964, Tomo 14, pg. 84-5). (**)

Maiores informações sobre o assunto podem ser obtidas acessando o ORVIL e o texto de Joseita Ustra, A vala do Cemitério de Perus 



Referências:

(*) VOLKOFF, Vladimir. Pequena História da Desinformação - do Cavalo de Troia à Internet. Editora Vila do Príncipe Ltda., Curitiba, 2004

(**) MOTTA, Aricildes de Moraes (Coordenador Geral). História Oral do Exército - 1964 - 31 de Março - O Movimento Revolucionário e sua História. Tomos 1 a 15. Bibliex, Rio, 2003.


Fonte: Mídia Sem Máscara

sexta-feira, junho 13, 2008

FREUD EXPLICA

Assim falou Lulla, o nosso Zaratustra:"...Só Freud explica aquilo lá [o depoimento de Denise Abreu]..."
Qual  Freud estaria sendo citado por sua sapiência-idolatrada NoçuGhia? O Sigmund ou o Godoy? 

O Sigmund não deve ser. Se o presiMente não conseguiu ler ainda a Constituição, não perderia tempo com o Sig. 

Então só pode ser o Freud Godoy; aquele do dossiê [contra Geraldo Alckmin e José Serra], que a noça-valorosa-poderosa-e-criativa Policia Federal do Tarso Genro não conseguiu até hoje desvendar. 

Talvez o Freud Godoy fosse um pouco o Sigmund do Lulla e, nessa hora, esteja fazendo falta. Dona Galega deveria exigir explicações. De repente o Fernando Moraes escreve uma biografia do Lulla, revelando que ele também - como o Paulo Coelho - sentou na brocha três vezes mas não acostumou (?!?!?!): enrolou mas não acendeu?

- São muito engraçados esses ataques a Dilma, uma pessoa da qualidade que o Brasil poucas vezes produziu igual, uma pessoa que tem demonstrado uma capacidade de gerenciamento como ninguém. A impressão que eu tenho é que, porque algumas pessoas imaginam que a Dilma pode ser candidata a alguma coisa, ela virou vidraça para todos os ataques que a oposição quer fazer" - argumentou Noçu Ghia. - "Acho que tem mais coisa séria para fazer no Brasil "- enfatizou o rei-do-brazil.

NoçuGhia está falando do brazil-petralha e nesse ponto ele tem razão. O brazil-petralha tem produzido coisas como a Dilma: Marighela, Lamarca, Franklin Martins, Marco Aurélio Top Top, Tarso Genro, Carlos Minc... Gente capaz que já gerenciou assaltos, sequestros e mortes. Alguns, felizmente, já foram para o inferno; outros estão fazendo hora extra por aqui.


O presiMente tem, novamente, razão quando diz que há coisa mais séria para fazer no BRASIL; por exemplo, os parlamentares deveriam estar encaminhando um processo de impeachment. A PF deveria realmente agir em benefício do País. O STF deveria estar julgando a campanha política do presiMente, feita ao arrepio da lei. O TRE deveria fiscalizar, de verdade, as pesquisas-cabeça-de-bacalhau e deveria investigar a VALORE (Opinião e Mercado), Instituto que trabalha para Luis Marinho e não tem sequer um site (http://www.valore.srv.br/). Enfim, o Brasil tem coisas sérias a fazer; já o brazil-petralha e o presiMente vão continuar afagando cabecinha de bandido.

sexta-feira, junho 15, 2007

Papo Cabeça, o Lamarca e o Lula




Papo de Aranha, papo cabeça, conversa de botequim ou três dedos de prosa num banco de praça; tanto faz. Quem como eu, mora numa cidade grande, sabe como é difícil conversar com estranhos. Ou falta-nos tempo ou falta-nos coragem de puxar uma conversa. 


Como se começa um "papo"? "Ô tempinho esquisito esse, não?". Corre-se o risco de ouvir um sonoro e monossilábico "É!" e tchau mesmo. Tomando uma cerveja dá para puxar um "papo de aranha", daqueles que surdo foge e mudo tem vontade de xingar, mas eu não bebo. O que dizer do vizinho de andar? Já morei em apartamento e durante dois anos nunca quem eram os moradores do mesmo andar. Hoje morando em casa, mal se é cumprimentado pelo vizinho. Talvez esse seja o motivo de estarmos num barco furado chamado Brasil: falta de "papo cabeça". 


Nem tudo está perdido. No ponto de ônibus, a senhora e seu marido aproximam-se e pedem para que eu faça sinal para a parada do coletivo. Por quê? Os motoristas não gostam de idosos. Jamais ficarão idosos. Encontraram a fonte da juventude.Suas mães e pais são jovens e serão assim eternamente. De repente, a conversa descambou para o Lamarca. O casal perdeu um filho num assalto empreendido pelo desertor Lamarca. Não houve nenhuma reparação por parte do Estado. O casal de idosos também não queria isso, queriam seu filho de volta, o único filho. O casal queria mesmo é ver a justiça condenando o "canalha" que tirou a vida de um jovem. Mesmo que essa condenação fosse após esse covarde ter morrido. 


Os canalhas morrem, mas no governo Nunca Antes visto, recebem condecoração, sobem de posto. Lamarca, traidor covarde que roubou armas do próprio quartel, desertou, matou, roubou poderia muito bem ficar no limbo da pútrida história escrita por aprendizes de comunista. O covarde assassino lutou contra uma ditadura querendo implantar outra. Foi herói ou assassino? Não importa.Mario Kozel Filho, soldado, vítima (entre tantos) desses insanos, perdeu a vida num ataque terrorista e sua família recebe por essa vida uma merreca. Kozel, de soldado que servia a pátria virou cabo depois de assassinado barbaramente.Lamarca que lutava contra a pátria, que servia ao Comunismo, virou coronel depois de matar muitos e sua mulher ganha hoje soldo de General.


É o Brasil da Era Lulla. É o escárnio. É a total inversão de valores. É o Relaxa e Goza de um governo estúpido. O casal de idosos detesta o Lulla. Eu também.


O ônibus? O casal perdeu uns três ou quatro, eu também, mas ficarmos num agradável "papo cabeça". Existem brasileiros que amam esse país como poucos. Eu tive o prazer de conhecer dois desses brasileiros, que mesmo com idade avançada, ainda acreditam em dias melhores.Sem o Lulla.