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quinta-feira, abril 17, 2008

TAXA SELIC SOBE: AINDA BEM!


TAXA SELIC SOBE: AINDA BEM!


Definitivamente, Henrique Meirelles é um estrategista. Esse ex-tucano deveria ser o indicado para suceder NoçuGhia na presidência quando tivermos eleições. Meirelles tem feito mais pelos mais humildes - sempre orientado, é claro, por Lulla - do que já fez a ministra Matilde, de saudosa lembrança. Vejamos por quê:

1 - O alto consumo de pães, pizzas e bolinhos jesus-me-chama, estava tornando a população brasitralha um bando de obesos e hipertensos. Com o aumento da taxa selic, pode-se frear o consumo dessas iguarias danosas à saúde.

2 - 20 mil famílias que dividiam a merreca de 170 bilhões (pagos a titulo de juros da divida) já estavam perdendo seu parco poder de compra. Para se ter uma ideia, nos últimos três meses essa minoria discriminada, não conseguiu comprar sequer uma segunda Ferrari ou mesmo um pequeno helicóptero. O aumento dos juros, passa a beneficiar esse sofrido segmento da nossa população, que poderá reaver o seu poder de compra.

3 - Os banqueiros, outro segmento discriminado da nossa sociedade, assustaram-se ao ver que seus lucros não ultrapassariam os míseráveis 20% em três meses. Esses míseros lucros são distribuídos entre os mais humildes diretores e acionistas dessas instituições de filantropia. Ninguém sabe, mas esses empreendedores, ao contrário do NoçuGhia, querem a permanência dele na presidência até 2050; ou mais: o que é bom deve ser eterno.

4 - A elite que participa do Bolsa-família, estava exagerando no consumo. Ao invés de sardinha, esses perdulários já estavam consumindo caviar importado; ou seja, transferindo renda para outros países. Ao invés de automóveis um ponto zero, esses gastadores já se lançavam à compra de veículos mais potentes - e poluidores -.

5 - A farra dos cheques especiais será detida. Essa gente estava usando dinheiro a um custo baixíssimo, cerca de míseros 160% ao ano.

Enfim, via aumento da taxa selic para 11,75% a.a., Meirelles beneficia os mais humildes - os grandes eleitores de Lulla - e detém os consumistas inveterados da elite-conservadora-neo-liberal.

NoçuGhia é imbatível quando o assunto é beneficiar os mais humildes e Meirelles, sem dúvida, é o nosso Ghandi (fdp).

quinta-feira, abril 10, 2008

O QUARTO PODER: A IMPRENSA NA CPI DA TAPIOCA








Novamente, a imprensa em geral deu uma demonstração de brasilidade. Vasculhando a Internet hoje (10/04), vejo que ninguém(*) publicou - para o azar de nossos inimigos imperialistas -, na íntegra, o sigiloso depoimento do chefe da Abin (Paulo Lacerda) para a CPI da Tapioca.


O chefe da CIA brasileira, detalhou minuciosamente, quais eram os gastos da Presidência da República que deveriam ser classificados como secretos:


- Extração de Petróleo/Jazidas/e uma "Gama" de outros gastos.


Para os ignorantes que, maldosamente, dizem que o NoçuGhia não trabalha, é bom saber que este líder único na história deste país, se preocupa tanto com as nossas riquezas naturais que, vez ou outra, utiliza-se do cartão corporativo para descobrir pessoalmente onde estão as nossas comodities.




Já o depoimento da nossa valorosa ministra da rivalidade racial, foi esclarecedor: " Tenho um cartão pessoal da mesma cor(1) e mesma bandeira do cartão do governo federal. Todas as viagens internacionais que tenho condições, passo no free shop(2). Eu sabia que tinha que devolver o dinheiro ao erário público uma vez que usei para despesas pessoais em uma troca de cartões".


Quem nunca trocou o seu cartão pelo do marido/esposa, que atire a primeira merda na geni do chico de havana, é claro. A ex-ministra demonstrou ainda a sua pureza e ingenuidade; já que tem a mesma senha para todos os seus cartões: Cuidado Matilde; ainda existem pessoas que não são honestas como a gente do seu partido!.


Quanto aos gastos com locação de automóveis, a ex-ministra não disse, mas deveria ter explicado, que ela não poderia comprar um carro novo a cada viagem.


(1) - Viram como ela leva a sério a questão da cor?
(2)- Socialistas também têm direito a uma comprinha em free-shop; afinal, no brasil, comunista também é filho de Deus.
(*) Excessão à Radio Jovem Pan AM



quarta-feira, março 28, 2007

Não é racismo se insurgir contra branco, diz ministra





UM POUCO DA HISTÓRIA PARA REFRESCAR A MENTE.


....."Os negros eram vendidos pelos seus sobas - chefes de tribos africanas [negros] - aos portugueses, e trazidos para o Brasil vindos da costa e da contracosta da África. Até meados do século XVll eram eles adquiridos, em sua maioria, pelos senhores de engenho de Pernambuco e Bahia. No início do séc. XVIII seus maiores compradores passaram a ser o Rio de Janeiro e Salvador. Ainda no início do século XVllI os escravos negros foram introduzidos nas regiões cafeeiras, a princípio do Pará e do Maranhão, mais tarde do Rio de Janeiro e São Paulo..." Fonte - Vivabrazil





Não é racismo se insurgir contra branco, diz ministra

Denize Bacoccina De Brasília


Para a ministra, desigualdade ainda vai demorar para acabar
A ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), diz que considera natural a discriminação dos negros contra os brancos.
Em entrevista à BBC Brasil para lembrar os 200 anos da proibição do comércio de escravos pelo Império Britânico, tido como o ponto de partida para o fim da escravidão em todo o mundo, ela disse que "não é racismo quando um negro se insurge contra um branco".
"A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou”, afirmou.
Ribeiro disse que ainda vai demorar até que as políticas públicas implantadas nos últimos anos comecem a dar resultados concretos e diminuam a diferença econômica e social entre as populações branca e negra do país. ..


BBC Brasil - E em quanto tempo a senhora acha que poderemos ter uma situação de igualdade, onde as pessoas sejam julgadas pelo mérito, independentemente da raça?
Matilde Ribeiro - No Brasil, o racismo não se dá por lei, como foi na África do Sul. Isso nos levou a uma mistura. Aparentemente todos podem usufruir de tudo, mas na prática há lugares onde os negros não vão. Há um debate se aqui a questão é racial ou social. Eu diria que é as duas coisas.
Matilde Ribeiro - É o seguinte: chegaram os europeus numa terra de índios, aí chegaram os africanos que não escolheram estar aqui, foram capturados (?)e chegaram aqui como coisa. Os indígenas e os negros não eram os donos das armas, não eram os donos das leis, não eram os donos dos bens de consumo. A forma que eles encontraram para sobreviver não foi pelo conflito explícito. No Brasil, o racismo não se dá por lei, como foi na África do Sul. Isso nos levou a uma mistura. Aparentemente todos podem usufruir de tudo, mas na prática há lugares onde os negros não vão. Há um debate se aqui a questão é racial ou social. Eu diria que é as duas coisas.


BBC Brasil - E no Brasil tem racismo também de negro contra branco, como nos Estados Unidos?
Matilde Ribeiro - Eu acho natural que tenha. Mas não é na mesma dimensão que nos Estados Unidos. Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. Racismo é quando uma maioria econômica, política ou numérica coíbe ou veta direitos de outros. A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural, embora eu não esteja incitando isso. Não acho que seja uma coisa boa. Mas é natural que aconteça, porque quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou. ...
BBC-Brasil



Esta Senhoura Matilde é Ministra do quê mesmo? Técnicamente ela se propõe a promover a Igualdade Racial , na prática ela deu o empurrão "oficial" para a Desigualdade. A prática de jogar setores da sociedade, uns contra outros, não é novidade neste governo. Lulla, em campanha e sempre que pode, culpa as Zelites pela situação dos mais pobres, sempre se eximindo de quaisquer responsabilidades pelo desemprego, pela segurança e pela educação. As elites do setor bancário, as que mais tiveram ganhos em todos os tempos, foram, são e, pelo visto, serão as mais beneficiadas até o fim - se existir - deste porco governo.



Embora poucas pessoas saibam da existência dessa Senhoura Ministra (talvez até o Lulla a desconheça), bastou um microfone e um holofote para que ela destilasse o veneno do preconceito e da incitação ao confronto. Admitindo ou não, a Sra. Matilde deu o pontapé inicial de um jogo perigosíssimo. Mas também pertencendo aos "quadros" do governo, o que mais se poderia esperar senão incompetência?



E só para terminar, é bom lembrar à Senhoura Ministra que fique à vontade, sem a burocracia de mandados judiciais, para revirar minha casa à procura de qualquer chicote ou outros instrumentos de tortura.