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quinta-feira, junho 19, 2008

BRASIL, UM PAÍS PUT AND CALL


BRASIL, UM PAÍS PUT AND CALL

-O Cumpadre Roberto Teixeira, ontem:

Teixeira disse que o acordo firmado entre os sócios brasileiros da VarigLog e o fundo americano Matlin Patterson não é um "contrato de gaveta". Explicou aos representantes da Noçimprença presentes que trata-se "de um acordo put and call".

Aquele pessoal que compra imóvel financiado, mas não o regulariza na Financeira (contrato de gaveta), graças ao cumpadre Teixeira, já pode gritar para a vizinhança "
PutandCallpariu, o imóvel é meu, o cumpadre do Lulla falou e disse".
PS - No Economiquês Put é uma opção de venda e Call é uma opção de compra; no Desburocratiquês, contrato de gaveta é uma opção de compra e venda. Resumindo é tudo a lesma lerda.


-Na Jovem Pan [18/06], o dePuTado José Eduardo Cardozo:

"...Se ela [Denise Abreu] não denunciou na época, prevaricou. O depoimento não tem consistência..."

E daí?
"PutandCallpariu!! É a tática petralha em ação. Se prevaricou processem-na pelo delito mas, se a processarem reconhecem que ela disse a verdade e então...

-Na Folha on-line 18/06

"Vamos esclarecer bem. O objetivo do TSE não é ele divulgar lista de quem quer que seja. Não é isso. É facilitar o acesso do eleitor aos dados constantes do pedido de registro da candidatura", afirmou o ministro Ayres Brito.

Um dia após, o ministro volta atrás. Facilitar o acesso do eleitor, significa: procurem no Google. Quem não dispuser de Internet, que se revolte contra o p(h)oder:
"PutandCallpariu!!

sábado, junho 14, 2008

VARIGLOG(ro)





Me deu um estalo durante o depoimento de Denise Abreu no Senado. Se eu fosse Newton, teria descoberto a lei da gravidade. Eu sou o Newton do lulismo. Cada um tem o Newton que merece. Estou para Newton assim como o lulismo está para as leis.


Acompanhe. Denise Abreu declarou que foi convocada por Dilma Rousseff dezenove dias depois de ser empossada na Anac. Isso significa que o encontro ocorreu precisamente em 8 de abril de 2006. Dilma Rousseff teria falado sobre a necessidade de criar um plano emergencial para atender os passageiros da Varig, porque o fim da empresa era iminente. Vinte dias mais tarde, Denise Abreu foi novamente convocada ao Palácio do Planalto. O tom de Dilma Rousseff era outro. Segundo Denise Abreu, ela agora fazia de tudo para agilizar a venda da Varig aos sócios arrebanhados pelo fundo americano Matlin Patterson. Foi nesse momento do depoimento que me deu o estalo: o que aconteceu entre os dias 8 e 28 de abril? Qual foi o fator que pode ter determinado o novo rumo do negócio? Quem teria persuadido o Palácio do Planalto a mudar de ideia, de uma hora para a outra? O que teria induzido a Casa Civil a pressionar a Anac no sentido de ignorar a suspeita de que os compradores da Varig eram apenas testas-de-ferro do fundo americano?.


A resposta à primeira pergunta foi moleza. Fiz dois telefonemas e descobri que o fato mais marcante ocorrido no período entre 8 e 28 de abril de 2006 foi a entrada em cena de Roberto Teixeira. Para ser mais exato, ele apresentou sua proposta de honorários aos sócios do fundo americano em 15 de abril. Foi imediatamente contratado. Falta descobrir o seguinte: ele se reuniu com Dilma Rousseff naqueles dias? Mais importante: ele se reuniu com Lula?
Durante o depoimento de Denise Abreu, me deu um segundo estalo. Dois estalos no mesmo dia podem ser considerados um feito histórico. E o segundo estalo foi ainda melhor do que o primeiro, porque corroborado por um documento inédito..


Os compradores da Varig foram isentados do pagamento das dívidas fiscais e trabalhistas da companhia aérea. Esse é um dos aspectos mais nebulosos do negócio. No interrogatório a Denise Abreu, os senadores lulistas insistiram que o procurador-geral da Fazenda e o juiz encarregado do caso decidiram a matéria com total autonomia, baseados em argumentos puramente técnicos, sem nenhuma interferência política. Meu estalo me levou a perguntar qual havia sido o papel de Roberto Teixeira nessa história. Fiz mais dois telefonemas e descobri um
documento assinado pelo próprio Roberto Teixeira, datado de 24 de janeiro de 2008. Além de cobrar 1.220.448 reais dos sócios da Matlin Patterson, ele se atribuía a seguinte vitória: "Tivemos êxito integral na defesa jurídica dos interesses do grupo, livrando-o, até o momento, da sucessão das dívidas trabalhistas da Varig, que a muitos pareceria impossível"..


Alguns dos principais escritórios de advocacia do Brasil, como Pinheiro Neto e Machado Meyer, foram consultados sobre o assunto. A todos eles pareceu impossível livrar a Varig das dívidas. O compadre de Lula dispunha de outros meios. Segundo seu cliente Marco Antonio Audi, Roberto Teixeira tinha "trânsito privilegiado" nos órgãos federais. A ele, tudo podia parecer possível.

Diogo Mainardi - Veja, edição de 18/06/2008

quarta-feira, junho 11, 2008

O CHARUTO DA DENISE É GRANDE








O CHARUTO DA DENISE É GRANDE. 


(No fim das contas quem leva fumo somos nozes)


"O caso Varig é apenas um caso grave. Nem todo doente em estado grave é internado na UTI. A CPI é a UTI...". Senador Garibaldi Alves, presidente do Senado.

Pensando bem, o senador tem razão. Uma CPI (Compadrio de Parlamentares Ignavos) nos tempos de hoje, em que convivemos, pacificamente feito um bando de idiotas, com uma quadrilha no comando do país, não faz nenhum sentido.


Se toda e qualquer CPI acaba em pizza e, no caso da CPI da lixa-de-unha, por muito pouco os integrantes do governo que assaltaram os cofres, foram beatificados, ao contrário dos integrantes do governo anterior que só não foram jogados à fogueira por que a Inquisição Lulo-petista não quer gastar dinheiro com a lenha; então por quê impedir mais uma?

Questão de economia. Faltam vagas para acomodar tantos apadrinhados daqueles que votam com o governo. Para conseguir a aprovação de qualquer coisa, o demoníaco governo do NoçuGhia tem que barganhar cargos e, daqui a pouco, para aprovar um terceiro mandato o governo será obrigado a criar mais algumas estatais.

A Charuteira Denise Abreu que no auge da crise do apagão aéreo, desfilava em aviões da FAB pelo Brasil afora, enquanto os idiotas relaxavam e gozavam nos aeroportos, servia como uma luva ao desgoverno Lulla. A arrogância e estupidez dessa senhora, só comparável à do chefe supremo da bagaça brasilis, não era sequer advertida. Hoje, a charuteira resolveu desmascarar a mamapac Dilma e, agora, passou a ser abominável, execrável, uma ressentida descontente porque já não faz parte do bando.


O que dirá Denise? Não importa o que ela diga ou os documentos que tenha em mãos. Não importa nem mesmo se possua um vídeo provando que Dilma influenciou - com a ajuda do cumpadre Teixeira - na venda da Varig Log. Nada afeta aos capos prediletos.

Chegar ao Capo di tutti capi então, nem pensar. Elle é ungido pela mídia, adorado pelos Institutos de Pesquisa Cabeça-de-Bacalhau e venerado pelos votos comprados com o bolsa miséria.


Que se beatifique o NoçuGhia então; desbanque-se o Criador do Universo. Lulla 2010, agora como candidato (único) a Deus.

sábado, junho 07, 2008

BRASIL, UM PAÍS DE DOLOS e de gente ENGANANDO OS TOLOS

"Olhe Lula. Ele comemora a compra da Varig pela Gol. Olhe os donos da Gol. Eles também comemoram. Olhe essa figura de terno cinza. Quem é ele? Roberto Teixeira? O representante da Varig é Roberto Teixeira? Lula aceita ser visto ao seu lado, sem o menor constrangimento?"

Fiz esse comentário numa coluna do ano passado. A figura de terno cinza, Roberto Teixeira, acabou me processando. Eu sou o homem dos processos. Falo mais com a Dra. Wardi, minha advogada, do que com minha mulher. Nesta semana, os desembargadores do Rio de Janeiro julgaram outro processo contra mim: o de Franklin Martins. Ele perdeu. Eu ganhei. Por unanimidade: 3 a 0.


Dez anos atrás, um relatório do Conselho de Ética do PT acusou Roberto Teixeira de fazer negócios nebulosos com prefeituras petistas, abusando "de sua amizade com Lula". Na última quarta-feira, Denise Abreu mostrou que nada mudou de lá para cá. De acordo com ela, Dilma Rousseff pressionou a Anac a fim de facilitar a compra da Varig pelos empresários representados por Roberto Teixeira. Outros membros da Anac confirmaram seu relato. Leur Lomanto declarou: "Os advogados da Varig informavam algo ao Palácio do Planalto, mas a realidade era outra". Quais eram esses advogados com acesso direto ao Palácio do Planalto? Roberto Teixeira e sua filha Valeska.

Quando foi leiloada, a Varig tinha um buraco de 7,9 bilhões de reais. A pergunta era: quem herdaria o passivo? Alguns dos maiores escritórios de advocacia do Brasil foram consultados sobre o assunto e responderam que a própria Varig teria de arcar com a dívida. Só os empresários reunidos em torno de Roberto Teixeira se sentiram suficientemente amparados para apostar no contrário. Um deles, Marco Antonio Audi, afirmou que Roberto Teixeira tinha o poder de escancarar as portas do governo. Mais do que isso: ele fazia chover. Os maiores credores da Varig eram estatais, como a Infraero e o INSS. Roberto Teixeira, segundo Marco Antonio Audi, simplesmente escancarou as portas dos gabinetes dos ministros encarregados dessas áreas, conduzindo-o ao encontro de Waldir Pires, da Defesa, e de Luiz Marinho, do Trabalho.


Em julho de 2006, os empresários representados por Roberto Teixeira finalmente con-seguiram arrematar a Varig. Pelo preço mínimo. Lula os recebeu no dia seguinte, escancarando as portas do Palácio do Planalto, sem o menor constrangimento. Roberto Teixeira compareceu com as duas filhas, Larissa e Valeska, e com o genro, Cristiano. Ele fez chover? Que sei lá eu. Só sei que, algumas semanas depois, seria dada a largada da campanha presidencial. E, nessas horas, é sempre bom ter gente cheia de dinheiro por perto, comemorando o fechamento de um negócio.

Os cumprimentos ao Roque Sponholz, pela charge que poderia muito bem ser o Logotipo da VarigLog(ro).

quarta-feira, junho 04, 2008

IMPRENSA LIVRE E DEMOCRÁTICA

IMPRENSA LIVRE E DEMOCRÁTICA

Enquanto o ministro da pesca contrata esposas terroristas com o nosso dinheiro, a mídia se preocupa com a fala do presiMente enchendo o saco com o etanol, desviando o foco da corrupção.

Enquanto Denise Abreu, nossa mais legítima garota-propaganda do charuto, revela que a venda da Varig foi (mais uma) pura corrupção; envolvendo Dilma Mamapac Roussef, Erenice Guerra e o Compadre-Mor Roberto Teixeira (olha elle aí de novo, gente!); a mídia coloca à exaustão o Lulla pedindo o fim dos subsidios agricolas, como se isso não tornasse os nossos produtos agrícolas escassos e, lógicamente, mais caros - para nós, é claro -.

Enquanto os 300 picaretas do presidente, afirmam que os ministros do FHC são corruptos porque usaram os malditos Cartões Corporativos mas, os ministros do Lulla devem ser canonizados; a mídia não destaca que o NoçuGhia quer ver os cortadores de cana trabalhando nas condições do século 19.

Quer saber? Isso aqui ô ô, não é um país. Isso aqui, ô, ô, é um imenso penico, onde a turma do Lulla deposita, diariamente, suas grandes idéias e a mídia as digere - mas ganha bem para isso - e nos vende como se fôsse algodão dôce.

segunda-feira, abril 16, 2007

O TEMPO PASSA, MAS A INFRAERO CONTINUA A MESMA




O TEMPO PASSA, MAS A INFRAERO CONTINUA A MESMA


COISAS DA POLÍTICA!

Assim que o Congresso recebeu o pacote de privatizações do Plano Collor, o deputado Bocayuva Cunha foi ao microfone do pinga-fogo e se dirigiu ao presidente da Câmara de Deputados:

-Sr. Presidente. Quero assumir o compromisso -sob palavra- de votar a favor de todas as privatizações propostas e mais as que vierem, sejam as da Petrobrás, Banco do Brasil,...qualquer coisa.

Os deputados fizeram silêncio, pois Bocayuva tinha uma tradição trabalhista, nacionalista e estatizante, desde quando foi líder no governo de Jango e antes ainda como sócio de Samuel Wainer na Ultima Hora. Não estavam entendendo. Bocayuva depois de um silêncio continuou usando a palavra.

- Mas, senhor Presidente, para que isso ocorra a primeira privatização de todas deve ser a da Infraero. Com essa na frente, voto todas depois.

Foi uma gargalhada geral no plenário. Isso na segunda quinzena de março de 1990. Vale a ironia do deputado até hoje, sete anos depois.

(Do EX-Blog do César Maia, 16Abril2007)


O presidente dessa joça chamada Brasil, está com um medão danado da CPI do Apagão NO SENADO; não sem motivo: Roberto Teixeira, compadre e bom samaritano que deixou Lulla morar "na faixa" num imóvel seu durante nove anos a troco de nada, vai depor afirmou o senador José Agripino “A convocação de Roberto Teixeira é inevitável”. Roberto Teixeira também foi co-responsável pela "invenção" do Mensalão do petê através da CPEM, chefiada pelo seu irmão Dirceu Teixeira.

E para colocar mais lenha na fogueira, Silvia Pfeifer proprietária da Aeromídia - empresa que veicula e comercializa publicidade nos aeroportos - denuncia pagamento de propinas desde 2003 que envolvem políticos, autoridades e servidores da Infraero, órgão vinculado ao Ministério da Defesa. Contratos fraudulentos e também de favorecimentos em licitações começarão a ser investigadas nesta semana pela Polícia Federal do Paraná.


É óbvio que a excelente PF tem capacidade para investigar qualquer coisa neshhti paizz; no entanto com tantas investigações em curso, seria melhor uma CPI do Senado, desta forma a Polícia Federal ficaria livre para finalmente concluir as investigações sôbre as origens do dinheiro do dossiê Vedoin. Será que a "eficientíssima"policia de elite brasileira, demorará o mesmo tempo que Champollion demorou para decifrar a pedra Roseta?