Mostrando postagens com marcador Sindicalistas corruptos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sindicalistas corruptos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, julho 29, 2014

Lula, sindicatos, centrais sindicais e o Brasil que não dá certo.












Luiz Inácio Lula da Silva era o convidado de honra do encerramento da 14ª Plenária da CUT, a Central Única dos Trabalhadores, que ocorreu nesta segunda-feira, em Guarulhos. Falou pelos cotovelos, puxou o saco de banqueiro, pediu a cabeça de uma bancária, disse palavrão, fez terrorismo eleitoral… Tudo em parceria com dirigentes da entidade… Barbarizou, enfim, como é de seu feitio. Vamos ver.

Sindicatos e centrais sindicais tiram parte considerável de seu sustento de um imposto — a tal contribuição obrigatória, que está na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) desde 1940. Ainda que o vivente não seja sindicalizado, é obrigado a doar para a entidade sindical um dia de seu trabalho. Em 2008, foi aprovada a Lei 11.648 que reconhecia a existência das centrais sindicais e lhes entregava uma fatia da verba bilionária. Só para vocês terem uma ideia, em 2013, a contribuição sindical rendeu R$ 3,2 bilhões, que têm de ser assim distribuídos:
a) 5% para a confederação correspondente;
b) 10% para a central sindical;
c) 15% para a federação;
d) 60% para o sindicato respectivo; e
e) 10% para a “Conta Especial Emprego e Salário”.

Muito bem! Isso quer dizer que os sindicatos arrecadaram, sem precisar fazer o menor esforço, por determinação legal, R$ 1,920 bilhão (sim, um bilhão, novecentos e vinte milhões de reais). As centrais, sozinhas, ficaram com R$ 320 milhões. No projeto de lei original, essas entidades teriam de prestar contas ao TCU sobre o uso desse dinheiro. Lula vetou. Elas gastam a grana, que é de todos os trabalhadores, como lhes der na telha, sem prestar contas a ninguém.

Sigamos. Lula foi ao evento da CUT. E ouviu o presidente da entidade, Wagner Freitas, fazer terrorismo eleitoral contra o tucano Aécio Neves, defendendo, de quebra, a candidatura de Dilma Rousseff. Afirmou o rapaz: “Alguém acha que a eleição do Aécio vai significar investimento em política pública de qualidade no Brasil? Uma coisa central é reeleger a presidente Dilma. É importantíssimo para nós continuar tendo um governo que se articule direto conosco”.

O rapaz não parou por aí: “Se nós conseguirmos todos os aumentos nas campanhas salariais e o Aécio ganhar a eleição, vamos ter problema e teremos de fazer campanha para defender a empresa pública, os nossos direitos e o salário. Se o Aécio ganhar a eleição, ele vai acabar com a conquista que se consolidou com o presidente Lula, de valorização do salário mínimo”.

É incrível! Essa gente é capaz de dizer as mentiras mais disparatadas sem nem mesmo corar. Atenção, meus caros! Nos oito anos do governo FHC, o mínimo teve valorização real (descontada a inflação, pelo IPCA), de 85,04%; nos oito anos de Lula, foi um pouco maior: 98,32%; no quatro anos de Dilma, deverá ser de apenas 15,44%.

E isso foi apenas parte das falas terroristas do dia. Aí Lula pegou o microfone. Afirmou que as conquistas sociais só terão continuidade se Dilma for reeleita. E se referiu ao informe que o Banco Santander (leiam post) enviou a alguns correntistas, alertando para o risco de deterioração dos indicadores econômicos caso a presidente volte a subir nas pesquisas. O chefão petista não teve dúvida: puxou o saco do banqueiro, o presidente mundial do Santander, Emilio Botin, e pediu a cabeça da bancária, a analista. E apelou, como é de seu feitio, a um palavrão:

“Botin, é o seguinte, querido: tenho consciência de que não foi você quem falou. Mas essa moça tua que falou não entende porra nenhuma de Brasil, e nada de governo Dilma. Manter uma mulher dessa em cargo de chefia, sinceramente… Pode mandar embora e dar o bônus dela pra mim que eu sei o que falo.”

Ora vejam… Lula, segundo quem Dilma vai governar para o andar de baixo, e seus adversários, para o andar de cima, ficou de joelhos diante do banqueiro, que é do andar de cima, e pediu a cabeça da bancária, que é do andar de baixo.

Afirmei que o ato foi escandalosamente ilegal, certo? Pois é. Existe uma lei que regulamenta as eleições: a 9.504. Estabelece o Inciso VI do Artigo 24:
Art. 24. É vedado, a partido e candidato, receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de:
(…)
VI – entidade de classe ou sindical.

A simples expressão de preferência de um órgão sindical, ainda que por meio de um boletim eletrônico, que pode sair a custo quase zero, caracteriza uma forma de publicidade. O que se viu nesta segunda foi muito mais: a CUT organizou uma plenária que serviu, de modo escancarado, para fazer campanha eleitoral. É evidente que está caracterizada aí uma doação a Dilma “estimável em dinheiro”. E de que “dinheiro” estamos falando? Justamente daquele que sai do bolso de todos os trabalhadores, sejam eles sindicalizados ou não.

Que coisa fabulosa! O TSE mandou uma consultoria tirar da Internet simples avaliações que fazia sobre as possíveis consequências da eventual reeleição de Dilma. Estamos a falar de uma consultoria privada, que faz isso às próprias expensas. Lê a sua análise quem quer. E no caso da CUT? Parte do dinheiro que a entidade movimenta é pública. Todos os trabalhadores a sustentam, queiram ou não, sejam sindicalizados ou não. Contrariando flagrantemente a lei, seus dirigentes expressam preferência por uma candidatura, demonizam a outra e ainda chamam para discursar o garoto-propaganda de um partido.

Aí, em nome dos trabalhadores, o dito-cujo, que atende pelo nome de Lula, faz mesuras ao banqueiro e chuta o traseiro da bancária.

Não sei se o evento foi mais asqueroso do que ilegal ou mais ilegal do que asqueroso.

Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, julho 08, 2008






Meu velho professor de História, a quem carinhosamente chamávamos de professor Teixeirinha (Colégio Santo Alberto dos Padres Carmelitas-SP) nos dizia sempre que "a história nos apresenta os fatos passados, para que possamos entender o presente e, de certa forma, possamos projetar o futuro provável". O professor Teixeirinha repetia também que "a história não se repete". Estaria certo o velho mestre?

Em 8 de julho de 1940, o velho aprendiz de ditador Getulio Vargas, criava o imposto sindical. Junto com o imposto, Vargas criou o peleguismo e colocou os sindicatos aos seus pés. O Getulio nos deixou de herança os sindicatos, o imposto sindical e os pelegos; nenhuma dessas heranças nos serve para nada.
Getulio foi o "pai dos pobres" e, de certa maneira, foi o criador do Lulla que, dizem também é o pai dos pobres. Getulio também era considerado, como o Lulla, a "mãe dos ricos".

Vargas apoiou a criação da Varig; Lulla ressucitou a Varig para seus amigos. Getulio obteve 100% dos votos no Rio Grande do Sul, mas perdeu no geral - sem urnas eletrônicas -, não gostou do resultado e virou presidente no tapa. Lulla foi reeleito - com as urnas eletrônicas -, mas ninguém seria besta de dizer que teve 100% dos votos e quer levar no tapa um terceiro mandato.Até aqui, o professor Teixeirinha errou; a história se repetiu.

Vargas tinha nas suas mãos os meios de comunicação através de Censura e com a colaboração de muitos jornalistas travestidos de puxa-sacos; o Lulla tem a mídia nas mãos através da farta distribuição de dinheiro, via publicidade governamental e com a colaboração de muitos puxa-sacos, travestidos de jornalistas. A história está, de certa maneira, se repetindo.

Getulio tinha um algoz-jornalista (Carlos Lacerda); Lulla não tem nenhum jornalista-algoz: Um a zero para o professor; a história não se repetiu

Em 2007 Lulla aperfeiçoou o Imposto Sindical do Vargas e criou os sindicatos sem nenhum contrôle mas sob as rédeas do poder - mais peleguismo -: A história se repetiu.

Getulio tinha um revólver (a história não conta) e pôs fim à sua existência suicidando-se com esta boa invenção do Sr. Samuel Colt; o presiMente (diz a história) possui um revólver.

O país espera que a história - não a do professor Teixeirinha, é claro - cumpra com o seu dever e o professor Teixeirinha tenha errado.

domingo, maio 18, 2008

MINHA MÃE TAMBÉM MERECE

MINHA MÃE TAMBÉM MERECE

Mamãe está muito aborrecida porque não ter recebido o telefonema(*) do Ministro da previdência e pré-candidato à prefeitura de S. Bernardo do Campo - Luiz Marinho - no dia das mães.
Ela se sente muito magoada, triste, desprestigiada e discriminada, assim como, todas as mães brasileiras que residem fora desse município.
Porque será que o Ministro escolheu somente uma cidade para mostrar toda a sua delicadeza, bondade e preocupação com a mãe brasileira? Preconceito? Quem sabe, a justiça eleitoral possa dar uma explicação?
David Neto
* - Onze mil mães de São Bernardo do Campo foram homenageadas no domingo [11/05/08] com uma ligação do ministro da Previdência, Luiz Marinho, pré-candidato à prefeitura da cidade do ABC paulista nas eleições de outubro, revela reportagem da Rádio BandNews FM. O PT nega interesse político da mensagem e diz que Marinho foi o porta-voz do telefonema por ser morador de São Bernardo e a principal expressão do partido na cidade depois do presidente Lula. O especialista em direito eleitoral, Torquato Jardim, diz que houve abuso de poder de mídia. Fonte:- BandNews
Na verdade o ministro Luiz Marinho apenas estava utilizando um serviço [telemarketing] do sindicato de um amigão seu de longa data. O Marcos Emilio é presidente do Sindicado dos trabalhadores em telemarketing em São Paulo e lidera a Comissão da Juventude da CUT. O que será que faz um coordenador da juventude cu-tista? (CAntonio)
É PRECISO INVESTIGAR!
É preciso que o Ministério Público, em caráter de urgência, intervenha e investigue o porque, e, em que condições a prefeitura de S. Paulo cedeu um bem público - terreno de 4000 m² na Vila Matilde - à Associação Paulistana de Condutores de Transporte Complementar da Zona Leste. Fala-se que o acordo formal prevê a devolução do espaço em três meses. Contudo a associação já ergueu muros, está nivelando o solo com retro-escavadeiras e pagou cerca de R$ 10.000,00 para que famílias deixassem o local. É obvio que esta associação não pretende devolver o terreno em três meses. Por outro lado, é sabido que o apoio dos condutores de vans a candidatos nas eleições é por demais disputado. Coincidentemente, o cacique da região é um vereador ligado a um partido que estará coligado ao prefeito nas próximas eleições. Enfim, em ano eleitoral, uma bondade de tamanha grandeza deve ser investigada com o objetivo de dar transparência à situação, ou, confirmar a utilização indevida de bem público para favorecimento a terceiros.

Dr. David Neto - Médico e Jornalista - Ex- Secretário de Saúde e Medicina Preventiva

sábado, abril 12, 2008

REPUBLICA DOS SINDICALISTAS


A foto demonstra que o Brasil está no caminho certo. Quem, senão um sindicalista - igualzinho ao NoçuGhia - seria capaz de, em pouco tempo, se tornar proprietário de uma pousada com 18 suítes, na praia de Aquiraz no Ceará?


É preciso reconhecer essa capacidade, nata de qualquer sindicalista, de administrar bens e valores alheios. O Ataide Francisco de Morais, presidente do Sindicato do Sanduba Pronto e do Churrasquinho Grego - o Sindifucker - e diretor da Força Sindical do Paulinho, é um "quadro" que deveria estar no lugar do Mantega, cuja única qualidade é ser pai de uma gostosona.


Os bens do Ataide, arduamente conquistados com o suor do seu próprio suvaco, por enquanto são estes:

• O hotel da foto acima, com 18 suítes, todas de frente para a praia, em Aquiraz, município ao lado de Fortaleza, Ceará, avaliada em R$ 1,5 milhão.

• Uma casa recém-construída num terreno de 465 metros quadrados num dos mais caros condomínios fechados de Osasco, o Residencial Adalgisa, no Parque dos Príncipes. A casa está entre as maiores do local e, segundo avaliação informal de um corretor, valeria cerca de R$ 1 milhão.

• Uma chácara em Juquitiba, a 70 quilômetros da capital paulista.


• Uma casa de praia em construção num terreno de 750 metros quadrados em Peruíbe, litoral de São Paulo.


• Uma empresa de material de construção que até poucos meses atrás tinha dois endereços perto de Fortaleza.


• Uma franquia recém-vendida da lanchonete Dom Sabor no centro de São Paulo.


E pensar que existe gente que gostaria de ver o TCU bisbilhotando a vida desses empreendedores. Acertou o NoçuGhia ao vetar a ingerência desse órgão, que só serve para difamar nossos valorosos ministros degustadores de Tapioca.


Leia mais na Revista Época (12/04) clicando aqui

sexta-feira, março 23, 2007

UMA FÁBULA E UMA VERDADE (OU AO CONTRÁRIO)




UMA FÁBULA E UMA VERDADE (OU AO CONTRÁRIO)






Num país parecido com o nosso, tempos atrás uma porção de "líderes" sindicalistas paralisavam fábricas e exigiam aumento de salário para as suas categorias. Essas fábricas precisavam "enxugar a máquina", diminuir o tamanho e adequá-la à demanda; então batiam o pé e ofereciam muito menos do que pediam os "grandes líderes sindicalistas". Depois de muitas reuniões, algumas abertas, que davam em nada e outras fechadas onde tudo era resolvido, o aumento era enfim solucionado: muito menos do que pediam os empregados, um pouquino a mais do que era oferecido pelos empregadores e muitas -muitas mesmo - demissões. As empresas solucionavam a diminuição do quadro de funcionários e os "líderes" ficavam famosos. Diz a lenda que os "líderes" ganhavam por fora pela diminuição do número de funcionários.




Voltando ao nosso amado, idolatrado e salve salve país; Lulla da Silva chefiava muitas greves procurando firmar-se como "lider" e conseguia aumentos salariais no "grito"; mas isso demandava um certo tempo. Hoje, no Brasil do crescimento espetaculoso, bastou uma frase ("Alguns pagam para ser ministros, essa é a pura verdade") e o aumento para parlamentares, ministros e o próprio Lulla saiu num piscar de olhos(Comissão da Câmara aprova aumento para Executivo e Legislativo). Ao contrário do tempo de sindicalista, Lulla não causou o efeito demissão. A empresa Brasil continua inchada, não pensa em demissões e nem quer ouvir em falar em Redução dos Gastos. É o novo sindicalismo, agora presidencial.