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quarta-feira, março 09, 2016

Para haver crescimento econômico, o segredo não é trabalhar muito, mas sim trabalhar produtivamente






Para haver crescimento econômico, o segredo não é trabalhar muito, mas sim trabalhar produtivamente.
por Ryan McMaken,




Em sua mais recente inserção de TV, o Partido dos Trabalhadores disse que a maneira de superar a atual crise econômica e fazer a economia voltar a crescer é trabalhando duro e "tendo vontade de vencer". E então o programa mostra cenas de um cabeleireiro, de um atendente de bar, e de uma vendedora de sanduíche. 

A ideia é que se todos simplesmente trabalharem mais, como essas pessoas, a economia dará um salto.

Tal ideia demonstra uma completa falta de compreensão sobre como uma economia moderna realmente cresce, prospera e se torna mais produtiva. Não é de se estranhar que tal simplismo primitivo esteja sendo propagandeado exatamente pelo partido que causou toda essa baderna na economia.




Em certo sentido, trabalhar mais horas pode produzir mais riqueza. Teoricamente, se tudo o que você tiver for uma machado e troncos de árvore, então se você trabalhar oito horas cortando madeira terá mais madeira do que em apenas quatro horas. Portanto, neste caso hipotético, trabalhar mais significa mais produção.

A questão é que dificilmente você conseguirá manter essa rotina extenuante por muito tempo e durante vários meses. Aliás, tentar manter essa rotina não será muito inteligente. Chegará um momento em que suas condições físicas estarão debilitadas e sua produtividade inevitavelmente cairá.

Sendo assim, se você conseguir obter uma máquina que lhe permita cortar madeira de uma maneira mais rápida, você terá a mesma quantidade de madeira em apenas uma fração do tempo original.

Uma serra elétrica, por exemplo, tornará o seu trabalho muito mais produtivo do que um machado. Uma serra elétrica permite que, com menos horas de trabalho, você consiga a mesma quantidade de madeira que conseguiria com um machado e várias horas a mais de trabalho.

A serra elétrica é um bem de capital que aumentou sua produtividade, permitindo que você trabalhe menos e produza mais. Ao aumentar a quantidade de energia disponível, a serra elétrica permite que você, simultaneamente, reduza sua carga de trabalho muscular e obtenha mais cortes de madeira. A serra elétrica aumentou seu padrão de vida. 

Por isso, o problema com a ideia de que "você tem de trabalhar mais para enriquecer" está exatamente no fato de que ela pressupõe um mundo estático: não há inovações técnicas, não há empreendedorismo que gere inovações técnicas, e é impossível produzir mais riqueza sem que necessariamente você tenha de trabalhar mais.

Por outro lado, quando você entende que é possível ter inovações que nos poupam do trabalho extenuante, você descobre que a ideia do "trabalhe mais para enriquecer" é, em si mesma, insensata.

Como é possível criar os meios que no tornam mais produtivos

A mesma esquerda que pede mais trabalho como forma de superar a crise econômica criada por ela própria também gosta de brandir estudos — corretos — que dizem que, tão logo as pessoas passam a trabalhar mais de 50 horas por semana, elas se tornam consideravelmente menos produtivas, mais exaustas e, como consequência, criam um ambiente mais arriscado para elas próprias e para seus colegas de trabalho.

Com efeito, há um limite físico real à capacidade de se trabalhar mais para produzir mais. E a maneira de superar essa limitação física é utilizando tecnologias e técnicas mecânicas que permitam muito mais produção em menor espaço de tempo.

Como se faz isso?

O primeiro passo, obviamente, é pensar em métodos poupadores de trabalho e em novas idéias para se implantar estes métodos. Porém, em última instância, implantar essas idéias requer o uso de uma riqueza previamente criada e poupada. Em outras palavras, e dado que vivemos em uma economia baseada no dinheiro, é necessário ter dinheiro para se construir máquinas que poupam a quantidade de trabalho.

E como conseguimos esse dinheiro? Não há mágica: ele tem de ser poupado. E poupar significa se abster do consumo. Portanto, ao fim e ao cabo, os componentes-chave para se ter trabalhadores mais produtivos é poupar e, consequentemente, utilizar essa poupança na construção de máquinas, ferramentas, instalações industriais e bens de capital em geral que poupem o trabalho físico. 

Ludwig von Mises explicou a necessidade de todos esses componentes em seu livro A Mentalidade Anticapitalista:

Nem o capital nem os bens de capital têm, por si sós, o poder de elevar a produtividade dos recursos naturais e do trabalho humano. Somente se os frutos da poupança forem adequadamente empregados ou investidos é que poderão aumentar a quantidade produzida por unidade de insumo. Se isso não acontece, eles são dissipados ou perdidos.

E prossegue:






Com o auxílio de melhores ferramentas e máquinas, a quantidade dos produtos aumenta e sua qualidade melhora. Assim, o empregador consequentemente estará em posição de obter dos consumidores um valor maior do que aquele que seu empregado consumiu em uma hora de trabalho. Somente assim o empregador poderá — e, devido à concorrência com outros empregadores, será forçado a — pagar maiores salários pelo trabalho do seu empregado.

Trabalhar menos e produzir mais é o resultado direto dessa acumulação de capital. Assim como a serra elétrica aumenta a produção em relação a um serrote ou a um machado, e um trator multiplica enormemente a produção agrícola em relação a uma enxada, o uso de máquinas e equipamentos modernos multiplica enormemente a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários e sua qualidade de vida.



Em um país rico, a quantidade e a qualidade das máquinas e das ferramentas disponíveis são muito maiores do que nos países pobres. A acumulação de capital, o empreendedorismo e a inventividade tecnológica são os pilares da economia. Como consequência, a produtividade, a riqueza e o padrão de vida nestes países são muito mais altos. 

Obstáculos à maior produtividade

Infelizmente, temos uma economia e um governo orientados exatamente contra todos os ingredientes necessário para o crescimento da produtividade, da poupança e da inovação.

Em primeiro lugar, há um aparato regulatório que favorece os grandes empresários politicamente bem relacionado sem detrimento de novos produtos, novas empresas e novas criações. Empresas recém-criadas que possam trazer algum risco à fatia de mercado das grandes empresas serão ou proibidas de entrar no mercado (por obra e graça das agências reguladoras) ou penalizadas de modo a se tornarem menos competitivas (por obra e graça da burocracia, da carga tributária e do complexo código tributário, que joga a favor das grandes empresas já estabelecidas).

Tarifas de importação e uma moeda em contínua desvalorização também impedem que empresas adquiram do exterior bens de capital bons e baratos que aumentariam sua produtividade.

Em qualquer um desses casos, avanços na produtividade serão perdidos.

E há também, é claro, as próprias políticas fiscais e monetárias do governo, as quais, ao incentivarem o consumismo, o imediatismo e o endividamento da população para fins consumistas, fazem de tudo para desestimular a poupança. O resultado é uma economia voltada para o consumo e para o prazer imediato, e não para a poupança e para o investimento de longo prazo. E isso, por sua vez, afeta toda a estrutura produtiva da economia: em vez de se ter uma economia voltada para a produção de longo prazo, há uma economia voltada para o consumismo de curto prazo.

E há, por fim, o problema da inflação e da consequente destruição do poder de compra da moeda. Uma moeda que continuamente perde poder de compra afeta os investimentos de longo prazo (e é impossível fazer investimentos de longo prazo se você não tem a mínima ideia do poder de compra futuro da moeda) e reduz os salários reais. E, ao reduzir os salários reais, desestimula a poupança. 

Com a renda disponível cada vez mais afetada, não há como poupar. Consequentemente, a pouca poupança disponível não é direcionada para investimentos produtivos, mas sim para o consumo imediato.

O objetivo é trabalhar menos e produzir mais


A ideia de que devemos trabalhar mais para enriquecer seria verdadeira apenas se vivêssemos em um mundo completamente destituído de melhorias na produtividade. Aí, realmente, não haveria alternativa senão trabalhar mais.

Felizmente, não vivemos nesse mundo. E, no mundo em que de fato vivemos, nosso objetivo deveria ser o de alcançar um contínuo aumento no padrão de vida ao mesmo tempo em que diminuímos nossas horas de trabalho.

Afinal, foi justamente a Revolução Industrial que permitiu que grande parte da humanidade se livrasse, pela primeira vez na história do mundo, do fardo diário de ter de trabalhar longas horas sem nenhuma perspectiva de alívio, tendo pouquíssimo tempo livre para a educação, o lazer e atividades caritativas.

Desde então, graças à limitada porém significativa vitória da ideologia laissez-faire, a produtividade do trabalhador só fez aumentar nos séculos seguintes. Hoje, não precisamos de trabalhar mais do que dois dias por semana para alcançar um padrão de vida maior do que aquele usufruído por nossos ancestrais que viveram no século XVIII. Não temos de trabalhar mais do que nossos tataravôs. Certamente trabalhamos menos horas do que eles — e por livre e espontânea vontade.

Obviamente, qualquer um que queira trabalhar mais deve ser perfeitamente livre para fazê-lo. Mas é necessário enfatizar que apenas mais horas de trabalho, por si sós, não bastam. Se o objetivo é o crescimento econômico e o enriquecimento, então nada pode ser feito sem a produtividade. O verdadeiro crescimento econômico vem da poupança, do investimento, da moeda forte e de uma economia genuinamente empreendedorial — a qual, por obra e graça dos governos, está se tornando cada vez menos factível no mundo atual.

quinta-feira, abril 16, 2015

Este texto bíblico não é socialista.




Este texto bíblico não é socialista.


por Eguinaldo Hélio (*)



De uma vez por todas – a Bíblia não apóia o socialismo.

Eu era adolescente no hoje chamado ensino médio quando ouvi pela primeira vez meu professor comunista citando a Bíblia para nos doutrinar. Era o famoso texto de Atos 2.44, 45:

Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade.

Este texto nos lábios de um comunista vale tanto quanto as palavras do Salmo 91 na boca de Satanás durante a tentação de Cristo. Não passa de um texto fora de seu contexto para defender um pretexto. A cosmovisão marxista não é apenas diferente daquela que encontramos nas Escrituras: é inimiga declarada. Apontar este texto para dizer que a Bíblia defende o socialismo não passa de mera ingenuidade por parte de alguns e astúcia pura por parte de outros.

Por que este texto não é socialista?


1-Esta ação foi feita por pessoas que temiam a Deus, o que não é o caso do socialismo, com suas bases ateístas e materialistas
2-Eles fizeram voluntariamente, não à força das armas do Estado como defendeu Marx em seu Manifesto Comunista.
3-O governo romano nada teve haver com esta ação. Os cristãos não consideravam o Estado “redentor”.Eles sabiam que amor ao próximo, solidariedade e comunhão são valores individuais. Não produtos da coerção estatal.




Dizer, por causa deste texto, que a Bíblia defende o comunismo é o mesmo que dizer que ela justifica os homens-bomba porque afirma que há um só Deus. Os marxistas que ousam usar este texto sabem que a totalidade de sua ideologia se opõe completamente aos ensinos do cristianismo e da Bíblia. Seu propósito é enganar, não esclarecer. 

Chega de mentira, chega de enganação. Esse texto de modo algum justifica o socialismo. E nenhum outro texto das Escrituras o defende.

Que os esquerdistas parem de querer associar um texto sacro com uma ideologia ateísta, materialista e assassina que se opôs fortemente ao cristianismo. Isso é enganação e mentira. O socialismo nada tem haver com amor ao próximo. Tem haver com centralização de poder e isto sua teoria e sua história atestam muito bem.

Conta-se que em certa ocasião Marx entrou com um amigo, Le Moussu, em um empreendimento capitalista. Brigaram. E para tentar evitar um conflito judicial procuraram a ajuda do advogado Frederic Harisson. Sobre esse episódio Harisson narrou a atitude patética de ambos: 

“Antes de eles apresentarem provas eu exigi nos termos da lei que eles jurassem sobre a Bíblia, como a lei exigia para testemunho legal. Isto horrorizou os dois. Karl Marx protestou que Le nunca se degradaria tanto. Le Moussu disse que jamais algum homem o acusaria de tal ato de vileza. Durante meia hora eles argumentaram e protestaram, cada um se recusando a jurar por primeiro na presença do outro. Finalmente consegui um compromisso de que o testemunho seria “tocar o livro” sem pronunciar nenhuma palavra.Ambos me pareceram fugir da contaminação do toque no sagrado volume, mais do que Mefistófeles [o diabo] na Ópera foge da cruz”[1] (grifo e colchetes meus) 

Se você deseja acreditar nas ilusões de Marx, nossa sociedade “burguesa” garante a você esse direito. No entanto, seja coerente nesse ponto como fez Karl Marx. Não toque na Bíblia. Ela não aprova de modo algum sua escolha. Ela não quer ser tocada ou manuseada por pessoas que são inimigas de sua verdadeira mensagem. Marxismo e cristianismo são mutuamente excludentes.

Quem conhece realmente a ambos sabe muito bem disso.

Nota:


[1] MCLELLAN, David. Karl Marx, vida e obra. Petrópolis: Vozes, 1990, p. 439

(*)Eguinaldo Hélio é pastor.

domingo, novembro 02, 2014

Socialismo católico?.










Socialismo católico?.

por padre José Eduardo.(para o Mídia Sem Máscara)





Uma das maiores vitórias do movimento socialista foi, como queria Antonio Gramsci, o aniquilamento da resistência católica.

De fato, nos tempos do Papa Pio XI, havia uma tão grande consciência a respeito, que o mesmo pôde escrever que "socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista" (Quadragésimo anno). Na sequência, ele inclusive preveniu a Igreja contra o socialismo cultural, que ele chamava de educacional, tão perverso quanto o anterior.

Contudo, as décadas se passaram e as advertências de Pio XI, Pio XII e João XXIII foram sendo ignoradas... Os socialistas entraram dentro da Igreja e começaram a confundir a mente dos fieis, até o ponto de que não apenas os mesmos não conseguiam mais discernir os porquês da Igreja em condená-los, mas passaram até a tornar-se seus defensores contra a mesma Tradição à qual diziam pertencer.

Chegamos à situação em que não apenas a contradição apontada por Pio XI parece anacrônica, mas poucos se encontram em condições de compreendê-la.

De um lado, alguns se prendem ao argumento de autoridade, dizendo que, se Pio XI falou, está falado, e pronto!, esquecendo-se de que aquilo é bom não porque o Papa mandou, mas o Papa mandou porque aquilo é bom. Os mais aguerridos se prendem à antiga pena canônica de excomunhão, que não vige do mesmo modo em nossos dias, desmoralizando, por fim, seus próprios postulados.

De outro lado, outros defendem a identidade entre o socialismo e o evangelho, criando uma confusão absurda, como se a própria doutrina social da Igreja fosse de raiz socialista. Como reação psíquica a isto, alguns destes chegam aos extremos da histeria, negando o óbvio simplesmente porque o querem, devotando às suas teses uma fé cega, injustificada, fanática, que os enclausura numa posição invencível, num engano hermético, patológico.
As reafirmações dos papas posteriores à doutrina de Pio XI foram ignoradas solenemente, dando a sensação, propositalmente causada, de que o socialismo era, enfim, harmonizado com a fé cristã.

As consequências deste quiproquó podem ser vistas, hoje, a olho nu. Com a melhor das boa-vontades, muitos católicos bem intencionados dão a vida por um sistema totalitário, emprestam o nome e as causas pelas quais trabalham a uma ideologia que existe para destruí-los, não conseguem perceber que estão do lado errado do tabuleiro da história. E a resistência católica não apenas foi bloqueada, mas mudou de sentido, tornou-se resistência "católica" anti-católica. A dialética entrou dentro da Igreja.

A única alternativa para sairmos deste imbróglio é não nos limitarmos ao argumento de autoridade, mas estudarmos para que se consiga explicar a qualquer pessoa porque o socialismo é incompatível com a reta razão e, portanto, com a fé cristã; porque um sistema que existe para desconstruir a sociedade inteira (inclusive as famílias, a Igreja, as instituições) e reconstruí-la sobre novos fundamentos, que não a verdade e o bem, deve ser rejeitado com a máxima energia.

Nos tempos de Pio XII, quando os socialistas iriam vencer as eleições na Itália, ele se reuniu com o presidente da Ação Católica italiana e pediu que cada membro visitasse a casa de cada católico, explicando a malícia do socialismo com termos simples, catequéticos: -- o pobre tem duas vaquinhas, o rico tem oito; os comunistas dizem que as dividirão por igual, cinco para o rico, cinco para o pobre; isto é mentira, no final das contas, eles tomarão as dez vacas de ambos e darão a cada um apenas o que quiserem.

Com argumentos deste tipo, os comunistas italianos foram vencidos em 1948. Talvez, hoje, a razão de nossos contemporâneos esteja tão violentada que não consigam entender sequer isso. Cabe a nós inventarmos modos de pedagogicamente os instruir.
Digo apenas que, neste sentido, nosso maior esforço deve ser entender racionalmente isto e explicá-lo com simplicidade e clareza. Sem isto, Pio XI continuará sendo jogado para baixo do tapete, juntamente com todos os papas que o reverberaram ao longo da história, e a vitória será historicamente entregue às mãos de Antonio Gramsci et caterva.

terça-feira, março 25, 2014

Jesus e o messias socialista.











Entendendo por que Jesus fugiu do messianismo do bolsa-família



“Hugo Chavez foi a melhor coisa que aconteceu à Venezuela”, disse um pastor venezuelano. Milhares de líderes evangélicos venezuelanos aprenderam a ver Chavez como uma espécie de grande pai generoso, depois de o apoiarem politicamente e receberem em troca materiais que suas igrejas precisavam.

O socialismo do passado destruía materialmente as igrejas, ou o corpo dos cristãos, mas nunca sua alma.

O socialismo ocidental não destrói materialmente as igrejas nem mata o corpo dos cristãos, mas lhes seca a alma, lhes dando coisas materiais.

O socialismo latino-americano, exemplificado pela Venezuela, compra os líderes das igrejas. Talvez não muito diferente do que ocorre no Brasil, onde, coincidência ou não, os donos das grandes estações de TV e rádios evangélicas são conhecidos apoiadores do governo que concede suas concessões.
Na Venezuela, se o líder evangélico fala o que o governo quer ouvir, tudo fica mais fácil para ele.

No Brasil, o mesmo acontece para o dono da Record e outros empresários evangélicos.
Para o povão, que quer apenas promessas de provisão, o messias socialista ganha o coração dos pobres com bolsas-família e outras migalhas, ainda que os sustente à custa de pilhagem no bolso dos outros.

Jesus teve oportunidade de ser um socialista. Quando o povo, depois de seguir e ouvir a pregação dele durante alguns dias, ficou cansado e teve fome, Jesus fez o milagre da multiplicação dos pães. Era o que o povo de todas as épocas sempre quis: alguém que lhes desse tudo de comer.

Ei, mas Jesus não era político. “Não tem problema” , pensava o povo. “O importante é que ele nos dê comida todo dia!”

Outros queriam pegar Jesus e transformá-lo, à força, em rei, isto é, em governante.
Bastava que para isso ele desse comida. Jesus teve a primeira grande oportunidade da história de dar bolsas-famílias e garantir para si um prospero governo político. Mas a única reação dele foi fugir da multidão e desse caminho de ganhar corações através de comida.

Os messias socialistas teriam inveja da oportunidade perdida: “Ah, se eu estivesse no lugar de Jesus! Multiplicaria pães todos os dias e garantiria um governo a vida inteira nas minhas mãos!”

Se Jesus tivesse feito diariamente a vontade do povo alimentando-o, ele não só garantiria posição de rei, mas o povo jamais permitiria que ele fosse crucificado.
Contudo, Jesus fugiu dos caminhos socialistas. Ele fugiu dos anseios do povo de transformá-lo num político alimentador de pobres.
Provavelmente, porque nessa questão, o ensino da Palavra de Deus já era bem claro para o povo. 

1. Ganha-se o alimento diário trabalhando. 
2. Quem passa por necessidade deve depender da misericórdia de outros trabalhadores e da misericórdia divina.

A missão de Jesus era amor. Acolher o amor dEle é o princípio das provisões materiais e espirituais.
Jesus fugiu dos anseios do povo de transformá-lo em político alimentador. Mas mesmo que Ele atendesse, Ele faria multiplicação de pães mediante milagres, não mediante o suor do trabalho alheio.

Hoje, certamente Jesus teria muito mais razões para fugir dos anseios do povo, pois a forma socialista de “alimentar” o povo nada tem a ver com milagres, mas com roubos mediante impostos.

Jesus jamais se aliaria a um governo ladrão do trabalhador.
Ele está de braços abertos para abençoar o pobre e dar-lhe mudança de vida, depois da aceitação da suprema Boa Notícia. Há milhares de pobres que entraram em igrejas pentecostais e neopentecostais, ouviram o Evangelho e hoje têm um emprego decente para sustentar suas famílias.

O negócio de Jesus nunca foi substituir o trabalho por bolsas-famílias, ou substituir milagres por impostos altos. E ele provou isso: fugiu de um povo que o queria como político alimentador dos pobres. Essa não é a missão dele, e essa não é a resposta certa para as necessidades dos pobres.

Espero que os líderes evangélicos que se deixam comprar por messias políticos vejam os pobres como Jesus os vê e não vejam a política como instrumento de controle sobre os pobres por meio de bolsas-famílias.

Bolsa-família não é o caminho de Jesus.
Impostos altos não é o caminho de Jesus.
Socialismo não é o caminho de Jesus.

Os evangélicos socialistas, como Ariovaldo Ramos que via Chavez como uma espécie de messias político dos pobres, deveriam defender suas bandeiras de alimentação aos pobres unicamente por meio de milagres divinos, não de elevadas cargas de impostos do governo.
Mas seja qual for o caminho que escolherem, não é o caminho que Jesus escolheria. Jesus fugiu desses caminhos e dos hipócritas que distorcem as Escrituras para defender o que Jesus nunca defendeu: um político que ganha o coração dos pobres mediante comida.
Jesus não deixou esse exemplo. Jesus fugiu desse exemplo.

Os políticos socialistas precisam de estratégias e enganação para ganhar o coração das pessoas. Da mesma forma, não se pode esperar, jamais, que Satanás chegue até às pessoas com sua forma horripilante dizendo: “Sou Satanás e vim para matar, roubar e destruir.” Para enganar, ele se disfarça até de anjo de bondade e inocência, como diz a Bíblia. Ele se disfarça facilmente de presenteador de pães. Ele se camufla como político.

De forma semelhante, o pedófilo chega com seu doce atraente e delicioso até a inocente criança. O doce do socialismo é sua propaganda mentirosa de ajuda aos pobres. Os estupros chegam depois: aborto, homossexualismo, carga abusiva de impostos, etc.

É possível Satanás, o autor do socialismo e de todo disfarce de anjo inocente, enganar os cristãos e fazer deles seus servidores? A Bíblia não deixa dúvida disso: “E isso não é de admirar, pois até Satanás pode se disfarçar e ficar parecendo um anjo de luz. Portanto, não é nada demais que os servidores dele se disfarcem, apresentando-se como pessoas que fazem o bem. Mas no fim eles receberão exatamente o que as suas ações merecem.” (2 Coríntios 11:14-15 BLH)

O perfil do político socialista é satânico e pedófilo. Ele se faz de anjo de bondade, oferece comida e doces aos pobres, mas sem nunca dizer que vai estuprar os bolsos da nação através de impostos, estuprar a inocência das crianças através de educação sexual pornográfica, fazer campanhas para que as crianças sejam mortas por meio do aborto ou, se sobreviverem, para que tenham o “direito” e a “liberdade” de matar, sob a proteção do ECA.
Tudo isso em troca de um pão. O inferno em troca de comida na mesa.
Entende agora por que Jesus fugiu do messianismo do bolsa-família?

                    Um padre socialista
                    Outro padre - chavista - e comunista


sábado, outubro 08, 2011

CHÊ GUEVARA UMA JUSTA HOMENAGEM A UM CANALHA.



Momento em que o canalha já estava no inferno



Parece que tudo o que envolve os chamados "esquerdistas" fica um tanto quanto nebuloso. Ora é a biografia construída que não resiste ao confronto com a história, ora são fatos que não existiram; enfim se a esquerda fosse tão boa não seria "sinistra". Um desses fatos estranhos é a morte do Che Guevara (para quem não conhece foi um estupido assassino, mas isso não vem ao caso agora). Oficialmente a data é dada como 9 de outubro, todavia o MR-8 (um bando de terroristas, para quem não conhece) tem essa singela sigla por causa da morte de seu ídolo maior o Chê em 8 de outubro de 1967. O MR-8 que está virando partido político (PPL Partido Pátria Livre; não me perguntem "livre" do que?), tem lá suas razões para comemorar o 8 de outubro e, sinceramente isso não vem ao caso: o canalha está morto e isso é o que importa. Na verdade esquerdistas não comemoram nada a não ser quando vêm a miséria florescendo qual tiririca no gramado. Mas vamos ao que interessa;  um texto de Nelson Rodrigues, o filósofo da porrada, como o chamava Juca Chaves.




Nelson Rodrigues, socialismo, ideologias e outras imbecilidades. 

A solidão começou para o verdadeiro católico. Tomem nota: — ainda seremos o maior povo ex-católico do mundo.


O casamento já é indissolúvel na véspera.
A educação sexual só devia ser dada por um veterinário.
Antigamente, o defunto tinha domicílio. Ninguém o vestia às pressas, ninguém o despachava às escondidas. Permanecia em casa, dentro de um ambiente em que até os móveis eram cordiais e solidários. Armava-se a câmara-ardente num doce sala de jantar ou numa cálida sala de visitas, debaixo dos retratos dos outros mortos. Escancaravam-se todas as portas, todas as janelas; e esta casa iluminada podia sugerir, à distância, a idéia de um aniversário, de um casamento ou de um velório mesmo.
Sou contra a pílula, e ainda mais contra a ciência que a inventou; a saúde pública que a permite; e o amor que a toma.


Diz o dr. Alceu que a Revolução Russa é "o maior acontecimento do século". Como se engana o velho mestre! O "maior acontecimento do século" é o fracasso dessa mesma revolução.
O dr. Alceu fala a toda hora na marcha irreversível para o socialismo. Afirma que a Revolução Russa também é irreversível. Em primeiro lugar, acho admirável a simplicidade com que o mestre administra a História, sem dar satisfações a ninguém, e muito menos à própria História. Não lhe faria mal nenhum um pouco mais de modéstia. De mais a mais, quem lhe disse que a Revolução Russa é irreversível? .


Só Deus sabe que fiz o diabo para ser amigo do nosso Tristão de Athayde. Durante cinco anos, telefonei-lhe em cada véspera de Natal: — "Sou eu, dr. Alce. Vim desejar-lhe um maravilhoso Natal para si e para os seus" etc etc. Tudo inútil. O dr. Alceu trancou-me o coração. Até que, na última vez, disse algo que, para mim, foi uma paulada: — "Ah, Nelson! Você aí, nessa lama!". O mestre insinuara que a minha alma é um mangue, um pântano, um lamaçal. E, por certo, ao sair do telefone, foi se vacinar contra o tifo, a malária e a febre amarela que vivo a exalar. Pois é o que nos separa eternamente, a mim e ao dr. Alceu: — de um lado, a minha lama, e , de outro, a sua luz. .


Outrora, o remador de Bem-Hur era um escravo, mas furioso. Remava as 24 horas por dia, porque não havia outro remédio e por causa das chicotadas. Mas, se pudesse, botaria formicida no café dos tiranos. Em nosso tempo, o socialismo inventou outra forma de escravidão: — a escravidão consentida e até agradecida.
A Igreja está ameaçada pelos padres de passeata, pelas freiras de minissaia e pelos cristãos sem Cristo. Hoje, qualquer coroinha contesta o Papa..


O padre de passeata é hoje, uma ordem tão definida, tão caracterizada como a dos beneditinos, dos franciscanos, dos dominicanos e qualquer outra. E está a serviço do ódio.
Os padres exigem o fim do celibato. Portanto, odeiam a castidade. Imaginem um movimento de meretrizes a favor da castidade. Pois tal movimento não me espantaria mais do que o motim dos padres contra a própria.
Os padres querem casar. Mas quem trai um celibato de 2 mil anos há de trair um casamento em quinze dias.
O tempo das passeatas acabou, mas o padre de passeata continua, inexpugnável no seu terno da Ducal e vibrando, como um estandarte, um Cristo também de passeata. .


D. Helder só olha o céu para saber se leva ou não o guarda-chuva.
D. Helder já esqueceu tanto a letra do Hino Nacional quanto a da Ave-Maria. Prega a luta armada, a aliança do marxismo e do cristianismo. Se ele pegasse uma carabina e fosse para o mato, ou para o terreno baldio, dando tiros em todas as direções, como um Tom Mix, estaria arriscando a pele, assumindo uma responsabilidade trágica e eu não diria nada. Mas não faz isso e se protege com a batina. Sabe que um D. Helder sem batina, um D. Helder almofadinha, de paletó ou de terno da Ducal, não resistiria um segundo. Nem um cachorro vira-lata o seguiria.
Estou imaginando se, um dia, Jesus baixasse à Terra. Vejo Cristo caminhando pela rua do Ouvidor. De passagem, põe uma moeda no pires de um ceguinho. Finalmente, na esquina a Avenida, Jesus vê D. Helder. Corre para ele; estende-lhe a mão. D. Helder responde: — "Não tenho trocado!". E passa adiante. .


No Brasil, só se é intelectual, artista, cineasta, arquiteto, ciclista ou mata-mosquito com a aquiescência, com o aval das esquerdas.
Não há ninguém mais bobo do que um esquerdista sincero. Ele não sabe nada. Apenas aceita o que meia dúzia de imbecis lhe dão para dizer.
As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado..


Considero o filho único um monstro de circo de cavalinhos, um mártir, mártir do pai, mártir da mãe e mártir dessas circunstâncias. As famílias numerosas são muito mais normais, mais inteligentes e mais felizes.
Na velha Rússia, dizia um possesso dostoievskiano: — "Se Deus não existe tudo é permitido". Hoje, a coisa não se coloca em termos sobrenaturais. Não mais. Tudo agora é permitido se houver uma ideologia.
Quando os amigos deixam de jantar com os amigos [por causa da ideologia], é porque o país está maduro para a carnificina..


Antigamente, o silêncio era dos imbecis; hoje, são os melhores que emudecem. O grito, a ênfase, o gesto, o punho cerrado, estão com os idiotas de ambos os sexos.
[Até o século XIX] o idiota era apenas o idiota e como tal se comportava. E o primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar um cadeira do lugar. Em 50, 100 ou 200 mil anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente, não pensava. Os "melhores" pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. Deve-se a Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da onipotência numérica. E, então, aquele sujeito que, há 500 mil anos, limitava-se a babar na gravata, passou a existir socialmente, economicamente, politicamente, culturalmente etc. houve, em toda parte, a explosão triunfal dos idiotas.
Outrora, os melhores pensavam pelos idiotas; hoje, os idiotas pensam pelos melhores. Criou-se uma situação realmente trágica: — ou o sujeito se submete ao idiota ou o idiota o extermina. .


Qualquer indivíduo é mais importante que toda a Via Láctea.
Ainda ontem dizia o Otto Lara Resende: — "O cinema é uma maneira fácil de ser intelectual sem ler e sem pensar". Mas não só o cinema dá uma carteirinha de intelectual profundo. Também o socialismo. Sim, o socialismo é outra maneira facílima de ser intelectual sem ligar duas idéias. .


Eu amo a juventude como tal. O que eu abomino é o jovem idiota, o jovem inepto, que escreve nas paredes "É proibido proibir" e carrega cartazes de Lenin, Mao, Guevara e Fidel, autores de proibições mais brutais.
Com o tempo e o uso, todas as palavras se degradam. Por exemplo: — liberdade. Outrora nobilíssima, passou por todas as objeções. Os regimes mais canalhas nascem e prosperam em nome da liberdade.
Ah, os nossos libertários! Bem os conheço, bem os conheço. Querem a própria liberdade! A dos outros, não. Que se dane a liberdade alheia. Berram contra todos os regimes de força, mas cada qual tem no bolso a sua ditadura.
Como a nossa burguesia é marxista! E não só a alta burguesia. Por toda parte só esbarramos, só tropeçamos em marxistas. Um turista que por aqui passasse havia de anotar em seu caderninho: — "O Brasil tem 100 milhões de marxistas". .


Hoje, o não-marxista sente-se marginalizado, uma espécie de leproso político, ideológico, cultural etc etc. Só um herói, ou um santo, ou um louco, ousaria confessar publicamente: — "Meus senhores e minhas senhoras, eu não sou marxista, nunca fui marxista. E mais: — considero os marxistas de minhas relações uns débeis mentais de babar na gravata".
No Brasil, o marxismo adquiriu uma forma difusa, volatizada, atmosférica. É-se marxista sem estudar, sem pensar, sem ler, sem escrever, apenas respirando.
Marx roubou-nos a vida eterna, a minha e a do Otto Lara Resende. Pois exigimos que ele nos devolva a nossa alma imortal..


As cartas de Marx mostram que ele era imperialista, colonialista, racista, genocida, que queria a destruição dos povos miseráveis e "sem história", os quais chama de "piolhentos", de "anões", de "suínos" e que não mereciam existir. Esse é o Marx de verdade, não o da nossa fantasia, não o do nosso delírio, mas o sem retoque, o Marx tragicamente autêntico.
O mundo é a casa errada do homem. Um simples resfriado que a gente tem, um golpe de ar, provam que o mundo é um péssimo anfitrião. O mundo não quer nada com o homem, daí as chuvas, o calor, as enchentes e toda sorte de problemas que o homem encontra para a sua acomodação, que aliás, nunca se verificou. O homem deveria ter nascido no Paraíso. .


Nas velhas gerações, o brasileiro tinha sempre um soneto no bolso. Mas os tempos parnasianos já passaram. Hoje, ferozmente politizado, ele tem sempre à mão um comício.
Entre o psicanalista e o doente, o mais perigoso é o psicanalista.
É preciso ir ao fundo do ser humano. Ele tem uma face linda e outra hedionda. O ser humano só se salvará se, ao passar a mão no rosto, reconhecer a própria hediondez..


A Rússia, a China e Cuba são nações que assassinaram todas as liberdades, todos os direitos humanos, que desumanizaram o homem e o transformaram no anti-homem, na antipessoa. A história socialista é um gigantesco mural de sangue e excremento.
Tão parecidos, Stalin e Hitler, tão gêmeos, tão construídos de ódio. Ninguém mais Stalin do que Hitler, ninguém mais Hitler do que Stalin.
Vocês se lembram da fotografia de Stalin e Ribbentropp assinando o pacto nazi-comunista. Ninguém pode esquecer o riso recíproco e obsceno. Se faltou alguém em Nuremberg — foi Stalin.
Havia, aqui, por toda parte, "amantes espirituais de Stalin". Eram jornalistas, intelectuais, poetas, romancistas. Outros punham nas paredes retratos de Stalin. Era uma pederastia idealizada, utópica e fotográfica.
Sou um pobre nato e, repito, um pobre vocacional. Ainda hoje o luxo, a ostentação, a jóia, me confundem e me ofendem.
Hoje, o sujeito prefere que lhe xinguem a mãe e não o chamem de reacionário..


Em muitos casos, a raiva contra o subdesenvolvimento é profissional. Uns morrem de fome, outros vivem dela, com generosa abundância.
O povo é um débil mental. Digo isso sem nenhuma crueldade. Foi sempre assim e assim será, eternamente.



Nota - Nelson Rodrigues estava à frente do seu tempo ou, o que é mais sensato supor, o Brasil regride a passos largos. Alguns personagens citados já se encontravam no inferno; outros já haviam reservado o seu lugar nesse aprazível paraiso dos estúpidos (D.Helder, por exemplo). Curiosamente o Fidel teima em não assumir seu posto no inferno. Nelson Rodrigues, por mais cruel que tenha sido ao escrever, jamais imaginaria que o país fosse tomado por uma gang, tendo à frente um marionete metido a estadista de camelôs e deixando o seu reinado a uma sucessora que curiosamente a mídia malvada apelidou de Poste. Um dia os cidadãos de bem bancarão o cachorro e demarcarão esse Poste como todo bom cão faz: urinando.