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quarta-feira, janeiro 04, 2017

Só não culpam os únicos culpados: os criminosos presos!










por Paulo Henrique Cremoneze(*)





Desesperada por não poder culpar a Polícia Militar pelas mortes no presidido manauara, a imprensa e os ativistas "sociais" buscam "culpados" no Estado, na iniciativa privada, etc. 

Só não culpam os únicos culpados: os criminosos presos!!!!!!

Criminosos, homens essencialmente maus, mataram criminosos em nome de seus interesses mesquinhos. Nada além, nada aquém.

Indenizar familiares de presos porque foram mortos por outros presos é um desrespeito com os empresários e trabalhadores que pagam pesados tributos por mês e com as verdadeiras vítimas sociais: os pobres que sofrem nos hospitais-pocilgas brasileiros.

Por isso, considero o dinheiro gasto com tributos o mais dolorido. Tributação no Brasil é esbulho.

Do incidente no estado do Amazonas, interessa-me uma coisa só: que os fugitivos sejam recapturados ou mortos pelos órgãos policiais. 

Se presos matam outros presos, problema deles, oras.

Só para lembrar, a mídia faz enorme escândalo pelo massacre de presos provocado por outros presos, mas não diz uma linha sobre a quantidade de mortes de criminosos em Manaus ser apenas uma terça parte da mortandade diária de gente inocente em todo país.

Sim, cerca de 260 brasileiros (quase todos inocentes) são mortos por criminosos diariamente e em todo país, mas quase ninguém grita por justiça.

Um cascudo na cabeça de um latrocida, porém, ou um peteleco na orelha de um estuprador ganham contornos midiáticos histriônicos. 

E, por fim, nunca é demais lembrar, que quase todo o mundo que mostra indignação pelas mortes dos presos em Manaus é ideologicamente a favor da descriminalização do aborto, da subcultura dos assassinatos covardes de crianças inocentes e indefesas nos ventres maternos. 

Vivemos realmente num mundo às avessas.

Sim, eu sei que toda vida se reveste de dignidade, mesmo a de um criminoso, mas se esse mesmo criminoso vomita sobre sua dignidade, não serei eu o que prantearei por ele.

Homem limitado que sou, não posso me preocupar com todos, por isso prefiro as ovelhas aos lobos. Concentro minhas atenções aos que são vítimas dos criminosos, pois desses quase ninguém se lembra. E em guerra entre dos discípulos de Baal não me intrometo e não tenho mesmo o menor interesse. Que Deus me julgue se estiver errado.




(*)Paulo Henrique Cremoneze é Membro consultor da Comissão de Direito Marítimo na empresa OAB SP, Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém - RJ e Professor na empresa Universidade Santa Cecília - Unisanta



quinta-feira, março 14, 2013

Mapa da Violência 2013 - O Fracasso do Desarmamento.




por Francisco Rebelo (*)







Um dos parâmetros mais utilizados para a compreensão da violência homicida no Brasil, o “Mapa da Violência” apresenta, em sua mais recente edição (2013), dados que, mesmo com indisfarçável contaminação da ideologia desarmamentista, conduzem à conclusão que mais se alcança entre os estudiosos em segurança pública: as políticas de desarmamento não reduziram homicídios no país.

De acordo com o Mapa, publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, foram mortas no Brasil, no ano de 2010, 38.892 (trinta e oito mil, oitocentos e noventa e duas) pessoas com uso de arma de fogo, quantidade que supera a registrada no ano 2000 em 3.907 (três mil, novecentos e sete) ocorrências - foram registradas 34.958 mortes naquele ano. Percentualmente, na década pesquisada, houve um aumento nas mortes por arma de fogo da ordem de 11,25%, computando-se acidentes, suicídios, homicídios e outras causas indeterminadas 

No mesmo período, de acordo com os dados disponíveis junto ao IBGE{Censo 2010 aqui}, a população brasileira sofreu um incremento de 12,33%, passando de 169.799.170 para 190.732.694 de habitantes. Portanto, para fins estatísticos e considerada a margem de variação inerente a qualquer pesquisa com parâmetros populacionais, os números se equivalem, não se podendo atribuir qualquer significação relevante à irrisória diferença de 1,08% entre o crescimento populacional e o de mortes por armas de fogo. O quadro pesquisado, assim, apresentou estagnação estatística.

A situação muda um pouco quando são isolados apenas os casos de homicídio. De acordo com o estudo, foram assassinadas com arma de fogo no país, no ano 2000, 30.865 pessoas, número que, dez anos depois, aumentou para 36.792, numa variação de 19,2%, ou seja, já expressivamente acima do crescimento demográfico.

Já numa primeira análise, portanto, os números comprovam que, entre os anos de 2000 e 2010, os índices gerais de morte por arma de fogo no Brasil praticamente variaram na mesma proporção de seu crescimento demográfico, com relevante aumento na taxa de homicídios com esse meio. Com isso, claramente já se pode observar que as amplamente difundidas políticas de desarmamento, implementadas no país no mesmo período, foram inteiramente ineficazes para a contenção de tal modalidade de crime.

A conclusão se reforça sobejamente quando são analisados os efeitos da política desarmamentista na circulação de armas de fogo no Brasil. No exato mesmo período de 2000 a 2010, o comércio de armas de fogo no país, em decorrência das legislações restritivas coroadas pelo atual estatuto do desarmamento, sofreu uma drástica redução, da ordem de espantosos 90% (noventa por cento).

Havia no país, no ano 2000, 2,4 mil estabelecimentos registrados na Polícia Federal autorizados ao comércio de armas e munições. Já em 2008, restavam apenas 280 (duzentos e oitenta). Em 2010, de acordo com diversas pesquisas promovidas por órgãos do próprio governo, organizações não governamentais e centros de pesquisa acadêmica, o comércio especializado de armas e munições se resumia a 10% (dez por cento) do que se verificava uma década antes {Venda Legal de Armas caiu 90%}

Paralelamente a isso, campanhas de desarmamento, especialmente a fortemente realizada entre os anos de 2004 e 2005, precedendo o referendo deste último ano, retiraram de circulação cerca de meio milhão de armas entre a população civil brasileira(Armas mataram 36 mil em 2010), número que hoje já alcança, de acordo com dados oficiais do Ministério da Justiça, 618.673 (seiscentas e dezoito mil, seiscentas e setenta e três)[1]

Considerando que, de acordo com os dados do Sistema Nacional de Armas – SINARM, há hoje no Brasil pouco mais de 1,6 milhões{Mapa da Violência por armas} de armas com registro ativo, o total de armas recolhidas representa mais de 27,5% do universo somatório daquelas registradas e das já recolhidas. Em outros termos, comparando-se o total das armas hoje registradas e o daquelas que já foram entregues em campanhas de desarmamento, o arsenal legalizado brasileiro já foi reduzido em mais de 1/4 (um quarto) de seu total.

Numa realidade em que 90% do comércio de armas foi extinto no país e mais de seiscentas mil delas já foram retiradas de circulação, não resta qualquer dúvida de que, caso as armas legalmente possuídas pela sociedade brasileira tivessem vinculação com o número de mortes, os respectivos índices teriam sofrido igualmente significativa variação para menor.

Entretanto, consoante aqui demonstrado, mesmo com tamanha perseguição às armas de fogo, as mortes gerais por seu uso no país cresceram na exata mesma proporção do crescimento populacional, enquanto os homicídios aumentaram numa taxa acima deste. Em 2010, com 90% de redução no comércio de armas e mais de meio milhão delas já recolhidas, a taxa de mortes com seu uso no país o foi a mesma de uma década antes, com uma variação estatisticamente desprezível de apenas 1% (20,6/100mil em 2000 contra 20,4/100mil em 2010), ao passo em que a taxa de homicídios aumentou mais de 6% (18,2/100mil contra 19,3/100mil){Mortes Matadas por Armas de Fogo : CEBELA, 2013, p. 13.}.

Os números, mais uma vez, comprovam que não existe relação direta entre a quantidade de armas em circulação entre a população civil e as taxas de mortes por seu uso. A drástica redução no acesso do cidadão brasileiro às armas de fogo não representou nenhuma contenção nas mortes em que elas são empregadas e não impediu o considerável crescimento dos homicídios no país.

A explicação é simples: leis restritivas à posse e ao porte de armas apenas desarmam aqueles que cumprem as leis. Porém, no Brasil ou em qualquer outro lugar, como já reconhece a própria ONU, na quase totalidade das vezes em que um homicídio é cometido com uma arma de fogo, quem puxa o gatilho é um criminoso habitual. (Global Study on Homicide)

(*)Fabricio Rebelo, bacharel em direito é pesquisador em segurança pública e coordenador regional (NE) da ONG Movimento Viva Brasil.

Notas:
[1] 1.624.832 de registros ativos em 2012, segundo o SINARM.

Fonte: Midia sem Máscara.

sábado, novembro 24, 2012

A eficiência da segurança do PT.








Primeiramente o mapa da violência no Brasil real:


mortos por 100 mil
Mapa da violência no Brasil
Em segundo lugar o mapa da violência que a mídia, incentivada pelo governo que precisa dominar São Paulo (como se não fosse fácil para quem conta os votos), não mostra.

Na Bahia:


O petista Jaques Wagner governa o estado desde 2007. Em 2006, houve no estado 23,5 mortos por 100 mil habitantes. Nesse mesmo ano, São Paulo já tinha um índice inferior: 19,9. Na gestão do companheiro Wagner: 25,7; 32,9; 37,7 e 37,7. Entre 2006 e 2010, sua política de segurança pública exemplar conseguiu aumentar o número de homicídios em 60,4%! No mesmo período, São Paulo baixou a sua em 30%.

No Pará:


Gestão de Ana Júlia Carepa, entre 2007 e 2010. Também ali o partido teve a chance de pôr para funcionar as suas ideias verdadeiramente revolucionárias na área de segurança pública. Um ano antes de a petista chegar ao poder, houve 29,6 mortos por 100 mil no estado. Vamos ver os números que os petistas conseguiram produzir entre 2007 e 2010: 30,4; 39,2; 40,2 e 45,9. Isto mesmo: houve uma elevação de 55,06%!

Em Sergipe:

O PeTê é poder desde 2007. Em 2006, ultimo ano do governo não-petista, a taxa já era alta: 29,8 por 100 mil. Em 2007, teve-se a impressão de algo de bom poderia estar em curso na área: a taxa caiu um pouco; foi para 25,9. Engano! De 2008 a 2010, foram estes os números: 25,9; 28,7; 32,6 e 33,3 — aumento de 11,74%. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública traz o número de 2011: 33,9! E olhem que eles são considerados de “baixa qualidade”. Vale dizer: pode haver subnotificação.

No Piauí:

Associado ao PSB, o PT está no governo do Piauí desde 2003 (duas gestões cada um, com o outro de vice). Pois bem: em 2002, o estado teve 10,9 homicídios por 100 mil habitantes. Vejamos, então, o desempenho dos companheiros entre 2003 e 2010: 10,8; 11,8; 12,8; 14,4; 13,2; 12,4; 12,8 e 13,7!
Em oito anos no poder, os companheiros conseguiram elevar a taxa de homicídios em 25,68%. E olhem que o Anuário da Segurança Pública, por exemplo, não leva a sério os dados fornecidos pelo governo do Piauí porque os considera também de “baixa qualidade”.

No Acre:


Os petistas governam o Acre desde 1999 — o grupo de Marina Silva também é poder e, no estado, não se distingue dos petistas. Vejam o quadro. De 2000 a 2010, eis a taxa de mortos por 100 mil do Acre segundo o Mapa da Violência:19,4; 21,2; 25,7; 22,5; 18,7; 18,7; 22,6; 18,9; 19,6 21,5 e 19,6. É praticamente o dobro da de São Paulo. Mas os petistas insistem em dar aulas sobre segurança pública. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública não traz números sobre o Acre porque o Estado não fornece de modo adequado os dados para o Sistema Nacional de Estatísticas de Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC). Após dez anos de gestão petista, os mortos por 100 mil habitantes no Estado cresceram, com alguns picos de violência em 2001, 2002, 2003 e 2009.

Mato Grosso do Sul:

Zeca do Petê governou entre 1999 e 2007, surpreendentemente foi o único caso positivo. Em 2000, havia 31 mortos/ 100 mil habitantes,no último ano de sua gestão, 30/100 mil.

 taxas piores Brasil afora, a maior parte oriundas de estados governados pela chamada “base aliada”. (fonte:Reinaldo Azevedo)

É evidente que uma única morte por assassinato (sem contar as que o  nosso trânsito mata em números que poucas guerras conseguem igualar) já seria o suficiente para produzir manchetes calorosas numa Suiça, por exemplo, mas daí a esconder todas as mortes que acontecem diariamente pelo Brasil e execrar o Estado de São Paulo (leia-se governador Alckmin) é um tanto estranho.

Os noticiários se tornaram hábeis em dar destaque às mortes perpetradas pelo crime organizado e, é bem verdade, que nem todas as mortes devem ser contabilizadas para a facção criminosa. Exatamente pelo destaque desproporcional, outros bandidos que estão à solta e mais os "iniciantes" vêm a grande oportunidade de eliminarem desafetos ou mesmo "treinar" suas pontarias em pessoas que nada têm a ver com o crime organizado ou com tráfico.

E como já era esperado, a população como que anestesiada e incapaz de pensar além, exige segurança, como se fosse possível colocar-se uma viatura policial à porta de cada boteco de periferia para fazer a guarda pessoal de cada um dos cidadãos que "merecem" encher a cara todos os dias. Policia ostensiva é necessária e ajuda a inibir o crime, mas nem tanto assim:
O número de policiais por cem mil habitantes de São Paulo é bem inferior ao de Alagoas. Apesar disso, o número de homicídios de Alagoas é setenta vezes maior do que o de São Paulo. O número de homicídios de São Paulo, hoje em dia é dos menores do Brasil: 10 homicídios por 100.000 habitantes. Já o de Alagoas é de 70 homicídios por 100.000 habitantes; "Um dos mitos da segurança pública refere-se à máxima ‘para se ter mais segurança, é preciso ter mais policiais nas ruas’”, afirma o juiz Luiz Flavio Gomes.  E como se pode ver, dificilmente algum noticiário dá destaque à essa verdadeira carnificina perpetrada em Alagoas: não interessa, não há interesse em apear o governador do poder e dar lugar ao petê.

Em todo o noticiário, um tanto orquestrado e que esconde os assassinatos em outros lugares mais perigosos, o que se entende é que definitivamente só há solução para conter a violência se a aliança governo federal/estado estiver funcionando; como se a criminalidade no Rio tivesse desaparecido, o tráfico banido e as facções criminosas cariocas tivessem se convertido e estivessem hoje em monastérios orando pela salvação espiritual da humanidade. De resto nem uma única linha sobre as leis fracas e ridículas que mais parecem incentivar crimes e criminosos, não há o menor interesse em exigir que os benefícios (progressão de penas) sejam retirados ou diminuídos substancialmente . Não é minimamente inteligente deixar um líder de facção criminosa sair para visitar a mãe e não voltar:



A Polícia Militar anunciou nesta segunda-feira (27/10/2012) a prisão do traficante conhecido como Piauí. Ele atuava na favela de Paraisópolis e é apontado como mandante de assassinatos cometidos contra policiais militares ocorridos na Zona Sul de São Paulo nos meses de junho e julho de 2012.

Piauí estava foragido por não ter retornado de saída temporária do Dia das Mães deste ano e foi preso domingo (26) em Itajaí (SC). Ele é acusado de homicídio, extorsão mediante sequestro, porte ilegal de arma, falsa identidade, lesão corporal, dano e formação de quadrilha.(fonte G1)

...A primeira notícia trata de uma pessoa que foi flagrado cometendo assaltos em Abreu e Lima, Pernambuco, logo depois de receber o indulto de Natal. Ele aproveitou o benefício para roubar veículos e motoristas. Em poucas horas, já havia realizado três assaltos. No último deles, durante a fuga, o criminoso provocou uma colisão entre um Celta, que estava sendo roubado, e um ônibus, no km 49 da BR 101. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada e, durante o atendimento do acidente, o presidiário foi descoberto...(Fonte:folhabv.com)

E como a provar que a população está anestesiada, basta ver que as passeatas e os protestos nas redes sociais apenas pedem PAZ, quanto à lei nada é citado. Esquecem-se que está em curso um novo código penal que, se aprovado, fará, no dia seguinte à aprovação, sentirmos uma saudade imensa do velho código. Nesse novo código um cão tem valor muitas vezes superior ao de um ser humano em formação. Quando o efeito da anestesia passar, quando não se puder conter os casos de pedofilia, estupros e agressões à mulher; talvez seja tarde demais. 

População Carcerária e Impunidade:

Um relatório do Departamento de Justiça norte-americano afirma que um recorde de 7 milhões (sete milhões) de americanos (1 em cada 32 pessoas) estavam atrás das grades ou em liberdade condicional ao final do ano passado. Desse total, 2,2 milhões estavam em prisões ou cadeias.

De acordo com o Centro Internacional para Estudos Carcerários, do King’s College (Londres) mais pessoas estão atrás das grades nos Estados Unidos do que em qualquer país do mundo. A China está em segundo lugar, com 1,5 milhão de prisioneiros, seguida da Rússia, com 870 mil.



A população carcerária no Brasil chega a quase 500 mil presos, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apresentados na manhã desta terça-feira (6) em São Paulo pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Apenas três Estados registraram queda no número de presos.


 No total, o número de encarcerados no País chegou a 471.254 em 2011, contra 445.705 do ano anterior.Apesar desse número, há 295,41 mil vagas no sistema penitenciário, ou um total de 1,6 detento por vaga. Em alguns Estados, porém, esse cálculo é ainda mais preocupante. Alagoas, Pernambuco, Acre, Amapá e Maranhão têm, respectivamente, 2,6; 2,4; 2,2; 2,2 e 2 presos por vaga.(Fonte: R7)
Pelos números acima poderíamos imaginar que Os EUA é um país extremamente violento, campeão em assassinatos, todavia é preciso mostrar:
O homicídio foi superado na décima quinta posição pela pneumonia por aspiração, um tipo de doença pulmonar causada pela inalação de comida, líquido ou vômito, segundo o relatório feito pelo Centro Nacional de Estatística Sanitária, que analisou as causas de mortes no país em 2010.

As duas causas principais de morte nos Estados Unidos continuaram sendo as doenças cardíacas e o câncer. As duas somaram 47% de todos os óbitos.(fonte: d24am.com)

E antes que um engraçadinho defensor dos direitos humanos e a favor do desarmamento faça considerações, vai aqui o comparativo:

7 milhões de armas de fogo estariam em circulação no Brasil, conforme estimativa divulgada pela ONG Viva Rio. Dessas, só 49% são legais; 28% seriam armas ilegais de uso informal e 23%, armas ilegais de uso criminal.

270 milhões de armas em poder de civis circulam nos Estados Unidos




A violência só é contida quando existem leis que sejam cumpridas.



Fonte: Reinaldo Azevedo/G1/R7/d24am/