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sábado, abril 13, 2013

Vai plantar tomate, Zé Dirceu!.





por Neil Ferreira








Plantar tomate dá mais do que Mensalão. Os chinas plantam e lá não tem Mensalão, não igual a esse daqui. Plantados pelos chinas, viajam 65 dias de navio e chegam ao Ceasa 25% mais baratos do que os ali de Ibiúna. Cadê a infraestrutura que deveria estar aqui ? O Mensalão comeu.

Quem souber em quais bolsos e em quais quantidades se homiziam os dinheiros públicos, afundados e desaparecidos no lamaçal mensaleiro, levante a mão. O Lula sabe. 

Dirceu O Inocente Injustiçado sempre afirmou, do alto da sua autoridade moral. jamais posta em dúvida: "Nunca fiz nada que Lula não soubesse". Nunca fez, certifico e dou fé.

Num aparente último gesto desesperado para escapar da cana a que foi condenado e sentenciado pelo STF, sai atirando um monte de lula no ventilador para ofender e manchar a integridade do Ministro Fux, autor de votos impecáveis no Julgamento do Mensalão. Tá com a sororoca da morte; vai plantar tomate, Zé Dirceu! 

Sem responder, o Ministro Fux deu-lhe uma resposta precisa: "Ministro não discute com réu . Foi cavalheiro, Dirceu não é réu, é criminoso condenado e sentenciado pelo STF. Já imaginou juízes batendo boca com Cachoeira e Beira-Mar? Dirceu é como eles, mas ainda solto.
Margareth
Dirceu O Inocente Injustiçado era o suposto guardião do cofre e gestor do rachuncho: "Dois pra mim, um pra ti; dois pra mim, um pra ti". "Dois pra mim" eram pro PT, dizem; tinha mão de gato no meio do caminho. Ao gato só resta melar.

Li que nos dois mandatos do Ex, 7,8 Trilhões de Reais irrigaram as ricas safras da corrupção, a maior registrada na nossa história presente, passada e talvez futura. 

Você que é bom de calculadora, faça a conta: 7,8 Trilhões rachunchados "Dois pra mim, um pra ti", quanto dá pra mim? Dois terços, ou 5,2 Tri pra mim. Nada mau pra quem encarava cerveja morna no fim do expediente, no boteco em frente da lojinha no interior de Minas, teatro de guerra da sua guerrilha popular do povo, de onde saiu "cumpanhero de armas" de La Rousseff, ex- Estela.

Nem Um Trilhão em cada um dos 8 anos de mandato, apenas 975 Bilhõezinhos em média por ano e vocês aí reclamando. Vão reclamar pro pastor dessa encrencaiada que assola o país, que falou: "Só saio se o Genoíno também sair", eitcha cabra macho da mulesta. 

Essa corrupa pra mim é corrupinha de nada, apenas 7,8 Tri, besteirinha, pensava que era mais. Vai ver, é; vai ver, a corrupa tem um caixa dois com grana corrupada e não contabilizada, tudo nos conformes deles.

O tomate subiu 200%, maior escândalo, ganhou até codinome: "Inflação do Tomate". Há quem tolere esse aumento, retire as economias do colchão e compre ketchup, molho de tomate, salada de tomate, tomate seco, para ocasiões festivas; eu não. Penso no futuro; você sabe quanto custa um plano de saúde decente para quem tem mais de 60 anos. 

Tal estroinice equivale a comer o capital, pecado mortal contra os cânones neoliberais da economia doméstica. Minhas sábias tias pontificavam: "Mais vale um gosto do que dez vinténs no bolso"; eram neoliberais, como a Thatcher seria indigitada de ser. Era necessário ter os dez vinténs no bolso para pagar pelo gosto: nada de ser financiado em vezes.

Taí revelado o segredo das economias que dão certo, de lares a países: nunca gastar mais do que ganha. Os "mais de 80%", porém, são enganados pelas promessas do Estado Paizão e aí, babau.

A "Inflação do Tomate" é tese de PhD de Economia do Marcão, da banca de tomates da feira aqui perto de casa. Você vai lá, assunta e reclama do preço: "Tá caro". O Marcão dá a aula: "Tá, mas tem jeito. Não compra que o preço cai". Tão neoliberal, nem a Thatcher.

Cirúrgico, Marcão dá um banho na tese de Doutorado em Economia do Mercadante, na Unicamp, um catatau de mais de 300 páginas de puxa-saquismo ao Governo Lula. Parece edição especial da Falha de S. Paulo, recheada de infográficos laudatórios.

A sem-vergonhice do Dirceu subiu 200.000%, crescimento obtido com o ataque ao Ministro Fux – e ainda não sei o codinome, deve ser Inflação de Sem-Vergonhice, mesmo.

Sempre pensei, talvez por intuição, do jeitão que dizem que a Thatcher pensava. "Menos é mais", ensinavam os gênios em design, criadores da Escola Bauhaus. Resumo como entendi o pensamento da Thatcher:"Na Economia, Menos Estado é Mais". Acredito. 

Foi polêmica: dois importantes jornais irlandeses publicaram nas suas capas a mesma manchete: "We´ll never forgive". Mas o pensamento de grande parte do sistema capitalista poderia ser: "We´ll never forget”. 

Thatcher, acusada de neoliberal, disse: "O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros". O pensador Marxista-Leninista-Stalinista-Fidelista-Lulista Dirceu finalmente colocou os tão prometidos pingos nos “is”: supostamente sugeriu que “A melhor coisa do socialismo é ser capitalista”, sendo ele a prova semovente dessa afirmação nada surpreendente.

Me meti a falar da Tatcher porque formou com Churchill a dupla das maiores inteligências políticas do século 20, não por acaso britânicos. Meus respeitos a ela e a ele, desde sempre.



Publicado no Diário do Comércio.

Neil Ferreira é publicitário.
Fonte: Mídia Sem Máscara


quinta-feira, maio 17, 2012

O desafio de Israel.






Por Herman Glanz para o Pletz.

Os assuntos que estão na ordem do dia são os 64 anos do Estado de Israel, que é o restabelecimento do antigo Reino da Judéia, e os perigos e desafios que enfrenta. Devemos lembrar que decorreram 72 anos desde quando, em 10 de maio de 1940, Winston Churchill, assumiu um governo de união nacional para conduzir a Inglaterra a enfrentar os perigos e desafios da II Guerra e, em 13 de maio, fez seu célebre discurso de “sangue, suor e lágrimas”.

Na mesma ocasião, Hitler partia com a blitzkrieg contra a Holanda, a Bélgica e Luxemburgo. E Hitler acusava os judeus pela derrota alemã na I Guerra, buscando conquistar a Europa e eliminar os judeus para se vingar. Até o embaixador americano em Londres, Joe Kennedy, achava que a guerra poderia ser estancada se se retirassem os judeus, mandando-os para Madagascar…

O perigo se repete agora, quando clérigos iranianos dizem nos seus sermões que Deus está os apoiando, reunindo os judeus na “Entidade Sionista” (não ousam proclamar o nome de Israel), facilitando, assim, o extermínio dos judeus, pois há uma concentração de judeus num Estado introduzido em terras islâmicas pois, consideram que, uma vez conquistado um território, mesmo pela força, constitui patrimônio islâmico perpétuo. E o Irã persegue a produção de armas nucleares para levar a cabo o seu intento. O Holocausto continua….

O Primeiro-Ministro de Israel, Netanyahu, reunindo a oposição num governo de união nacional, formando a mais ampla coalisão que o país já conseguiu nos seus 64 anos, parte para conduzir Israel a enfrentar os perigos e desafios tanto iranianos como da Autoridade Palestina, do Hamas e do Hizbollah. Os desafios e perigos, agora, não menores para os judeus do que aqueles da II Guerra.

Os perigos e desafios são de várias ordens, que não param de ser inventados, seja com o boicote, seja com a deslegitimação, seja com o problema de refugiados. Sobre este último assunto, a definição de refugiado foi modificada especialmente para o caso palestino: refugiado é entendido como aquele que fugiu, ou foi banido, de sua terra, seja por perseguição política, seja devido às guerras, encontrando-se em terra estranha de sua nacionalidade.

Para os palestinos, a definição serve para quem deixou as suas casas, movendo-se para outro ponto, mesmo dentro da sua própria terra. E a ONU compartilha dessa definição, dispõe de uma agência só para palestinos UNWRA. Veja-se que Jenin, situada em Gaza, totalmente palestina, continua tendo campo de refugiados. Seria como se, por exemplo, os nordestinos que se deslocam para o sul brasileiro, ou gaúchos que seguem para Mato Grosso, fossem considerados refugiados. Mas devemos confessar que já ouvimos gente nossa falar tal disparate a respeito dos favelados. Bem, se, pelo menos, a ONU ajudasse….

Os absurdos da deslegitimação vão tão longe, sem qualquer vergonha, que chegam a proclamar que nunca houve o Templo Judaico em Jerusalém, e até que nunca os judeus habitaram o Reino da Judéia, depois nomeado Palestina. No Egito, o candidato da Irmandade Muçulmana à presidência, informa que restabelecerá o Estado Árabe Unido, com Jerusalém como capital. Como está escrito, em cada geração haverá quem queira aniquilar, exterminar os judeus, que, contudo, sobreviveram e até conseguiram reconstruir seu antigo Estado Nacional, enquanto outros povos desapareceram.

Am Israel Chai ve Kayam.