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terça-feira, setembro 12, 2017

Carta Aberta a Luciana Genro



por Paulo Henrique Cremoneze (*).



Prezada Senhora:


A Sra. chamou-me de fascista porque eu, como milhares e milhares de brasileiros, opus-me ao patrocínio do Banco Santander à exibição de "arte" moderna de artistas "alternativos" sobre a 'diversidade' sexual.

Vamos lá:

1. Não sou fascista porque sou umbilical e visceralmente contra a esquerda. Eu não me sento à mesma mesa que esquerdistas, salvo se for para tentar salvar-lhes as almas. O fascismo foi e é um movimento político-ideológico fundado no pensamento socialista. Eu sou conservador e direitista, coloco Deus, a religião, o homem, a família e a iniciativa privada acima do Estado. Então, por favor, não tome a medida da minha índole moral com o mesmo metro que você mede a sua e as dos seus pares.

2. Antes de você me acusar de "homofóbico", seja lá o que for isso, saiba que eu não me insurgi contra a defesa dos interesses da "comunidade" LGBTS (tem mais alguma letra?), mas contra o incentivo indireto ao crime de pedofilia, a imoralidade da zoofilia e contra a blasfêmia, com possíveis nuances criminais.


3. Eu não me interesso por "arte moderna", quanto mais por artistas alternativos (alternativo, a rigor, no campo das artes, é um eufemismo para fracassado), nem me oponho ao que a "comunidade" LGBTS (???) faz. Eu me oponho a apologia ao crime, a desordem moral e aos ataques infames, indecorosos e ilegais à fé que eu professo, a mesma de mais da metade da população brasileira e a que é histórico-socialmente ligada ao país.


4. Assim como você tem o direito constitucional de falar bobagens, de disseminar o ódio e a luta de classes, de pregar a desestruturação social, de incentivar o esvaziamento da família (o único e verdadeiro modelo de família: pai, mãe e filhos), de atacar a fé cristã (católica, ortodoxa ou protestante), eu tenho o de defender valores, proteger a minha fé, desejar a presença de Deus no seio social, preservar tradições, amar a família (em seu modelo autêntico), de apreciar a economia de mercado, de buscar o bem comum do modo certo, não por meios falsos e mentirosos, como os propagados pelos socialistas. Acaso, aos seus olhos, o badalo do sino da democracia dobra apenas de um lado? Levantar o braço em riste, com o punho fechado, vestindo camiseta de Che Guevara é correto, mas fazer o sinal da cruz com a mão direita e invocar o santo nome de Jesus é errado?


5. Eu sou (ainda) sou correntista do Banco Santander, categoria Van Gogh, e tenho o direito, como consumidor, de exigir a retratação por política institucional absurdamente imoral e ofensiva, por algo que me abalou moralmente e me irritou. Isso é próprio da relação comercial. Aliás, mesmo que eu não fosse correntista, poderia e deveria fazer isso, como católico e como tio zeloso que não deseja uma sociedade moralmente desestruturada. Isso é próprio do jogo democrático. Imagine se o mesmo banco tivesse patrocinado algo que, de algum modo, atacasse suas convicções políticas e ideológicas? Você não se insurgiria? Ora, se você pode "gritar" pelo o que é efêmero e moralmente duvidoso, porque eu não posso lutar pelo o que é sagrado, moralmente correto, justo e digno?


6. Aliás, causa-me estranheza suas críticas ao Banco Santander pela retratação (muito aquém da devida) e pelo fim do patrocínio à exposição blasfemo-criminosa? Você não é marxista, não odeia a economia de mercado? Não sataniza o capitalismo? Explique-me então essa indignação com o fim de um patrocínio! Penso que há certa esquizofrenia nisso, não? Você da boca para fora abomina o capitalismo, mas interiormente deseja haurir, ainda que despida de mérito, seus bons frutos. Pergunto: a defesa do patrocínio seria alguma remissão à sua eterna condição de "PAItrocinada"? Pergunto: alguma vez você ganhou dinheiro na e da iniciativa privada ou sempre viveu às custas do Erário, sem qualquer tipo de concurso público? Não se lhe parece outra esquizofrenia social seu ódio declarado a tal "sociedade patriarcal" e viver às custas do seu pai até hoje, com idade relativamente avançada? Pergunto tudo isso não com raiva ou por discordar de tudo o que você pensa e defende, mas para uma profunda e íntima reflexão. Meu sincero desejo é que você busque a COERÊNCIA, algo que parece faltar aos socialistas em geral. Para alguém que se considera essencialmente política, você deveria saber que a COERÊNCIA é IRMÃ da CREDIBILIDADE.

7. Para seu desgosto, as pessoas de bem do país acordaram. Os cristãos são a maioria da população. Os que comungam dos valores morais judaico-cristãos entenderam que os espaços precisam ser ocupados e que o receio do patrulhamento ideológico e do histerismo falacioso de pessoas como você são combatidos com as mesmas armas sociais. Nós não nos calaremos mais e defenderemos, sim, nossos conceitos e valores. Nós temos o princípio democrático e o poder econômico ao nosso lado e o usaremos para abafar a voz estridente de uma minoria barulhenta, mas sem essência. Nós nos movimentamos pela preservação de valores e por amor ao que é certo. Nós não agimos em nome do caos ou por sentimentos rasteiros como inveja, recalque, ressentimento. Se fossemos assim, seríamos socialistas, não amigos da verdade.


8. Saiba, por fim, que a cada ofensa reagiremos com sabedoria. Nós não invadimos ruas e praças para cometer atos de vandalismos, nem auditórios para impedir pessoas exporem suas ideias, muito menos nos guiamos pelo cinismo, como você e seus pares costumam fazer. Mas, nós temos três poderosos aliados: a democracia, o poder econômico e, o mais importante, Deus. Estávamos adormecidos e você e os seus ocuparam espaços, doutrinaram jovens, presidiram salas de aulas e invadiram boa parte da mídia. Agora, acordados, recuperaremos esses espaços e diremos sem constrangimento algum: nossa maioria, nosso dinheiro, nossa fé, portanto, nossas regras no jogo social. Mas, fique tranquila, pois nós somos cristãos, não socialistas, por isso trataremos bem a você e os seus pares, afinal nós toleramos inimigos e odiamos os pecados e erros, não os pecadores e errados.

9. Saiba que meus colegas, amigos e eu estamos a nos articular para exigir retratação mais robusta do Banco Santander e a garantia de jamais patrocinar coisas abomináveis como o "evento" em destaque. Irei amanhã a Roma - onde rezarei também por sua alma confusa -, mas ao voltar cuidarei disso com máxima atenção. Aliás, eu tenho um agradecimento a fazer: aprendi contigo a lutar socialmente, mas com uma diferença: eu defendo valores e estou com a Verdade!

(*)Paulo Henrique Cremoneze é advogado, cristão católico e defendeu recentemente o Ensino Religioso nas Escolas(ADI 4439), conforme Artigo e o vídeo abaixo:



quarta-feira, agosto 29, 2012

A ideologia de gênero é satânica.




Cuidado com o que experimenta a Europa (título original).

Na Suécia os ideólogos de gênero estão fazendo seus testes macabros com as crianças;que ninguém se iluda: o objetivo é espalhar isso mundo afora.


A ideologia de gênero é satânica porque ela parte da ideia de que não precisamos crescer e viver de acordo com o sexo que temos. O comportamento humano, para seus criadores, portanto, não deve ser consequência da biologia fruto da vontade de Deus e sim algo que pode ser construído socialmente, de acordo com a vontade da pessoa. Ela afronta as leis do Criador e incentiva, manipulando crianças, a indisciplina e a rebeldia. Além de ser um odioso ataque à família cristã.

Nas escolas, por exemplo, meninos e meninas podem ser estimulados a serem o oposto do que são e manipulados pelo capricho de pais e professores irresponsáveis. Crescerão em desacordo com a própria natureza sofrendo consequências terríveis por causa disso.

Como quase toda ideologia revolucionária (vide o nazismo e o comunismo), quando implantada, seus efeitos são nefastos. Há casos como o de gêmeos masculinos nos Estados Unidos em que um deles foi criado como menina por pais delirantes. O resultado foi que ambos se suicidaram quando jovens. O irmão que cresceu normalmente não suportou o sofrimento do outro, criado como garota. E o criado como garota não suportou ver o irmão morrer. A história está no magistral "Ideologia de Gênero, o neototalitarismo e a morte da família" que este Portal vem comentando em notas e textos este mês. Aliás, o livro da editora Katechesis é imprescindível para entender esse fenômeno.

Agora, vemos que um colégio na Suécia trata garotos e garotas como se fossem iguais. Todos se vestem com as mesmas roupas, todos usam os mesmos banheiros, todos brincam com os mesmos brinquedos. E o pior: são diariamente doutrinados e estimulados a serem homossexuais, bissexuais ou transsexuais.

Diante desta escola do inferno, surge inevitavelmente a pergunta: quantas dessas crianças se tornarão adultos problemáticos e quantas acabarão buscando o suicídio? Quem será responsabilizado por isso? Professores, pais e diretores? Ou o Estado sueco que permite o funcionamento de uma instituição dessas? Mas os horrores não acabam por aí. Os países nórdicos, em geral, são respeitados pelo mundo todo pela alta tecnologia que possuem, pela riqueza e bem-estar gerados, pela paz que prevalece em seus territórios, pela civilidade do povo, enfim. É natural, portanto, que sejam tomados como bons modelos por outras sociedades.

Porém, assim como as "evoluídas" Holanda e Suiça exportam políticas públicas que só ampliam o sofrimento dos dependentes de drogas e degradam o ser humano, a Suécia pode ter seu modelo escolar de gênero importado por países como o Brasil, onde juristas, advogados, professores e ONG´s estão esfregando as mãos para em breve adotar algo similar neste país. Não tardará muito para as primeiras experiências começarem.

Acontece que esses países europeus jamais serão modelos para o Ocidente cristão, exceto talvez por soluções de mobilidade urbana. Na Suécia dos anos 70, por exemplo, o Estado já era o senhor da vida dos cidadãos. Detinha o controle da venda de bebidas alcoolicas em lojas estatais abertas apenas para isso e estimulava o sexo sem compromisso a fim de enfraquecer os laços familiares. Era comum, por exemplo, um avô morrer sozinho num apartamento e muitos dias depois ter sua ausência percebida por alguém da família. A fragmentação familiar, enfim, era uma política do Estado.

Essa Suécia, reportada pelo escritor e jornalista gaúcho, Janer Cristaldo, em livro infelizmente esgotado, mudou pouco e nada do que vem de lá em termos de "engenharia social" deve nos surpreender. Estes países parecem ter um compromisso não escrito em experientar atrocidades. Que o povo cristão brasileiro tome cuidado com os ideólogos de gênero. Esse alerta parece ser o único recado aproveitável dessa escola sueca macabra.



(*)Sandro Guidalli é jornalista.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

PINGUINS GAYS?



por OliveiraACarlos.


De fato, vivemos tempos mais do que "bicudos". Até onde pode chegar a sanha de ativistas? Se alguém imaginou que já viu e ouviu tudo na vida, confira mais esta:

▶Pinguins gays oficialmente separados.

Os pinguins gays de Toronto, no Canadá, Buddy e Pedro, separaram-se, depois de um deles ter acasalado com uma fêmea. A história dos dois animais mobilizou ativistas por estes terem sido forçados a tornarem-se heterossexuais.

A história ganhou o apelido de Brokeback Iceberg, em alusão ao filme de cowboys homossexuais, Brokeback Mountain, e os pinguins tornaram-se celebridades na internet.

Em novembro, os animais foram separados porque a espécie de pinguins africanos está ameaçada e estes necessitam de se reproduzir.

Buddy e Pedro partilharam um ninho, durante cerca de um ano, antes de terem chegado ao jardim zoológico mas, agora, Buddy formou um par com a fêmea Farai.

Pedro está a cortejar a fêmea, Thandiwey, há várias semanas, mas esta não tem dado sinais de interesse.

Buddy tem 21 anos e já teve uma parceira com quem teve crias. Pedro ainda não acasalou.

Só para lembrar: Gênesis 1:27 - "E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou". Quanto aos pinguins gays não há nenhuma referência específica em Gênesis, mas se esses ativistas não tivessem o propósito de colaborar com a extinção das espécies, aplaudiriam a "decisão" de Pedro e Buddy; ou já estão reproduzindo pinguins em laboratório?