domingo, abril 22, 2012

Em Berlim havia juízes, em Brasília não mais.





Titulo original: J’accuse;Eu acuso.




Carlos Ramalhete(*)



A função do Estado é garantir a ordem social, que não é fabricada de cima para baixo como a de um quartel. A própria legislação é, ou deveria ser, um reflexo dos costumes sociais e das regras informais pelas quais as pessoas conduzem a vida e os negócios. Para lidar com os elementos antissociais que não se adaptam à regra geral, e assim assegurar o respeito mútuo entre as pessoas, existe o Poder Judiciário.

No Brasil, o Judiciário parece ter decidido que sua missão não é mais manter a ordem, e sim construir uma sociedade diferente. Uma sociedade que nega os valores e costumes da população. Uma sociedade em que a Justiça é inimiga, não protetora, da ordem social.

Foi o Poder Judiciário federal que, de uma penada, equiparou a união homossexual ao casamento, desprezando assim a função social precípua desta instituição de direito natural, que é a geração e educação das gerações futuras de brasileiros, e fazendo com que ela diga respeito apenas ao prazer sexual e à propriedade.

Foi o Poder Judiciário gaúcho que mandou retirar de suas dependências aquilo que é, para a imensa maioria da população, a lembrança de uma Justiça mais alta, o crucifixo.

Foi, novamente, o Poder Judiciário que criou a ilógica figura da criança biologicamente viva e juridicamente morta, quando o STF despenalizou um tipo de aborto eugênico. Aliás, cabe lembrar que ainda não há sequer uma definição médica do que seja a anencefalia. Pode-se matar sem punição; só não se sabe ainda a quem.

Se um candidato a cargo eletivo prometesse fazer qualquer destas coisas, não teria chance alguma de ser eleito. Se as propusesse depois de eleito, sua reeleição seria impossível. O único congressista que apoia a maioria delas conseguiu sua vaga pelo voto de legenda, pois nem a votação que obteve como “ex-BBB” rendeu-lhe votos bastantes para consegui-la por conta própria. Sua reeleição é, no mínimo, improvável.

O Judiciário, porém, não depende de eleições. Para evitar pressões políticas e financeiras, para preservar a ordem social que ora parece ter se tornado sua inimiga, seus membros são dotados de garantias que, na prática, os tornam perfeitamente independentes.

Esta independência, contudo, foi concebida para que se pudesse ter a esperança de justiça, para que o pequeno não temesse o poderoso. Para que a ordem pacífica da sociedade fosse preservada. Para conter demagogos eleitos, não para julgar – legislar! – demagogicamente.

Em Berlim, contra o avanço nazista, havia juízes. Em Brasília, não mais.



(*)Professor de filosofia e funcionário público, Carlos Ramalhete, escreve semanalmente na editoria de Opinião do jornal paranaense Gazeta do Povo e foi um dos pioneiros a fazer apologética católica em meios eletrônicos e digitais, no Brasil. O Prof. Carlos, como é conhecido, nasceu no Rio de Janeiro, na década de 60, e foi aluno de Dom Estêvão Bitencourt no Seminário Arquidiocesano do Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.ipco.org.br

sexta-feira, abril 20, 2012

O amor árabe por Hitler.


O amor árabe por Hitler.


20 de Abril: o dia em que um genocida nasceu.

por Walid Shoebat

A extensão do amor ou ódio do público a personagens históricos talvez possa ser determinado digitando o nome desse personagem na ferramenta de busca do Google. Hoje em dia, digitar o nome de ditadores árabes em caracteres árabes mostra uma insatisfação geral que os iguala a tiranos como Hitler. Mas e se você digitasse o nome do próprio “Hitler” em caracteres árabes no Google? O que vai encontrar? “Hitler” em árabe tem tantos resultados quanto o número de judeus que ele assassinou: mais de 6 milhões. Embora seja impossível ler 6 milhões de blogs e sites para apurar o que o mundo árabe pensa sobre ele, ler atentamente algumas centenas deles pode deixar os ocidentais chocados ao perceberem que a maioria dos comentários, de uma maneira ou de outra, elogiam ou glorificam Hitler.
Amim Al-Husseini com Hitler

O primeiro site árabe possui um blog que o apresenta da seguinte forma: “Hitler não era um homem comum para ser esmagado pela roda do tempo e deixado para trás como poeira, para ser esquecido neste vasto universo. Tampouco era o rei apenas da Alemanha. Ele é um dos grandes entre poucos. É o rei da história”. Os ocidentais poderiam pensar que o primeiro comentário em um artigo como esse seria de repúdio. Nada disso. Muhammad Jasem postou: “Se os maiores líderes se juntassem, não se igualariam em magnificência a Hitler”. O restante dos comentários não focou longe disso. O segundo resultado foi um vídeo do Youtube intitulado “Os Judeus São Covardes”, mostrando um imitador de Hitler andando pelas ruas, com transeuntes judeus, supostamente apavorados, desviando-se dele. Isso “prova que judeus são covardes”, interpretavam os comentários.

A citação mais popular de Hitler em sites árabes é uma em que ele supostamente diz: “Eu poderia ter destruído todos os judeus, mas deixei alguns para que o mundo saiba um dia por que eu os matei”. O resultado seguinte é um vídeo do Youtube intitulado “A Declaração de Hitler sobre a Aniquilação dos Judeus”; o primeiro comentário dizia como Hitler “respeitava o Islã” e como ele chegou a convocar uma unidade muçulmana da SS e lhes conceder as pausas para orações.

Lendo com atenção, centenas de sites árabes mostram conteúdos similares. Alegrei-me ao ver o que pensei ser o primeiro comentário positivo, à maneira ocidental, entre milhares, que dizia: “Hitler era um psicopata. Ele também teria matado todos os muçulmanos” mas logo me decepcionei com “mas, para ser sincero, eu adoro o Hitler por sua capacidade de liderança”. É claro, isso foi rapidamente repreendido por outros: “Se Hitler odiasse os árabes, por que ele iria convocar soldados muçulmanos para os seus postos? Isso deve ser propaganda sionista”.

Acusações de “propaganda sionista” e teorias da conspiração empesteiam a internet em língua árabe; a história factual é descreditada como “conspiração sionista”. Concluí das minhas próprias experiências antissemitas da minha infância que uma cultura empesteada de teorias da conspiração geralmente é a mesma que as produz.

Um comentário bastante típico afirmava: “Hitler deixou a outra metade [dos judeus] viva para que a profecia de Maomé seja cumprida e abra o caminho para o Islã destruir o restante”. No site Alsaha.com, principal fonte de notícias do Golfo Árabe, uma notícia sobre um filme recém-lançado em Paris retrata pela primeira vez como a Mesquita de Paris salvou guerrilheiros da resistência judaica e muçulmana durante a Segunda Guerra Mundial. Os comentários mais comuns vão de negadores do holocausto, longos posts de como o Grande Mufti Haj Amin Al-Husseini, líder palestino que fez aliança com Hitler, era um grande herói e como Hitler havia supostamente citado o Corão: “a Hora está próxima, e a lua foi feita em pedaços”. A citação do Corão supostamente dita por Hitler era tão comum que Ayed Al-Qarni, um dos mais respeitados teólogos sauditas, observou que Hitler havia gravado essa frase nos canhões e tanques das tropas da SS.

De acadêmicos muçulmanos a referências históricas, Hitler é um herói. Objeções ao amor de Hitler existem, mas raramente são isentas de contradições nos mesmos termos. Um comentário criticava tal amor: “Hitler era um nazista que acreditava na raça ariana… É óbvio que Hitler elogiava o islã porque estava aliado aos otomanos. Mas por que nós árabes temos que insistir nesse amor por Hitler? Só porque ele fez uma limpeza dos judeus? Maomé, e Omar depois dele, limparam Jerusalém deles muito antes de Hitler”. Se os ocidentais equiparassem Maomé a Hitler, a reação seria imensa. Mas não é incomum encontrar sites árabes afirmando que Hitler era um modelo que seguiu os passos de Maomé. “O único personagem na história que foi capaz de ganhar os judeus para mutilá-los foi Maomé”, Hitler foi citado dizendo. E é claro, consideraram um elogio.

Os comentários árabes não deixam de usar Hitler como exemplo para comparar tiranos árabes e para combater o extremismo. O site de notícias do Oriente Médio Walfajr.net publicou um artigo escrito por Al-Baqer Ali Al-Shamasi intitulado “Os Tambores Sionistas Tocam para a Guerra”. Ele escreve: “Hitler, esse nacionalista extremista, e seu amigo Mussolini, vieram e desencadearam uma guerra mundial que vitimou 60 milhões de pessoas”. Até aí tudo bem. Até que algumas linhas depois: “Quando Hitler fez o que fez com eles [os judeus], os sionistas usaram táticas para inventar o Holocausto”. Aceitar o Holocausto como uma realidade e negá-lo na mesma argumentação não é incomum nos sites árabes. Isso é sinal de um mentiroso patológico.

Pesquisar por “Hitler” em árabe foi uma jornada a um túnel de escuridão deprimente. “Hitler, o artista”, dizia um artigo. Hitler até mesmo “descobriu os desenhos de Walt Disney”, afirmava um comentário. Foi “Hitler quem desenhou pela primeira vez a ‘Branca de Neve e os Sete Anões’”. Do primeiro ao último comentário, o artigo foi um deleite.
O último comentário dizia que “Hitler odiava os judeus porque o médico de sua mãe, que era judeu, não cuidou dela e a deixou morrer. Foi um judeu que comprou as primeiras peças de arte de Hitler e lhe pagou pouco por elas, para depois revendê-las muito mais caro. Hitler mais tarde descobriu o roubo da sua arte pelos judeus. Essa foi a história que despertou a família de Hitler para quão trapaceiros são os judeus”.

Tudo isso me faz lembrar dos meus primeiros dias de escola na cidade de Belém, quando estudávamos os escritos do mais respeitado e eminente escritor egípcio, Anis Mansour, que uma vez escreveu: “Pessoas de todo o mundo vieram a se dar conta de que Hitler estava certo, pois os judeus são sanguessugas… interessados em destruir o mundo inteiro, que os enxotou e desprezou por séculos… e os queimou nos crematórios de Hitler… 1 milhão… 6 milhões. Se apenas ele tivesse terminado o serviço!”

Anis Mansour não passava de um marginal. Eu sei que isso pode irritar centenas de milhões de pessoas no mundo árabe que o respeitam. Talvez digam que eu fui infectado por uma conspiração americana. De fato, eu fui: chama-se “pensamento crítico”.


Título original: The shocking Arab love for Hitler
in - juliosevero.blogspot.com

quinta-feira, abril 19, 2012

LEMBRAR PARA NUNCA ESQUECER.

LEMBRAR PARA NUNCA ESQUECER.




Dia do Holocausto - Sho'ah




Lembre-se, jamais se esqueça das 6 milhões de vidas ceifadas pelo nazismo.


Uma morte é uma tragédia, milhões mera estatística. Josef Stalin




By Eric Margolis*


Cinco anos atrás, escrevi sobre o esquecido Holocausto na Ucrânia. Fiquei surpreso ao receber várias mensagens de jovens americanos e canadenses de origem ucraniana me revelando que, até lerem minha coluna, nada conheciam sobre o genocídio de 1932-33 no qual o regime de Josef Stalin matou sete milhões de ucranianos e enviou outros dois milhões para campos de concentração. Como, perguntava eu, poderia tal amnésia histórica afligir a tantos? Para judeus e armênios, os genocídios que seus povos sofreram são lembranças vivas que ainda influenciam seus cotidianos. Mesmo hoje, no 70º. aniversário da destruição de um quarto da população ucraniana, aquele crime gigantesco quase desapareceu no buraco negro da história.

O mesmo ocorre com o extermínio dos cossacos do Don, pelos comunistas, na década de 1920, dos alemães do Volga em 1941 e as execuções em massa e deportações para campos de concentração de lituanos, letões, estonianos e poloneses. Ao final da Segunda Guerra, os “gulag” de Stalin mantinham 5,5 milhões de prisioneiros, 23% deles ucranianos e 6% bálticos.
Quase desconhecido é o genocídio de dois milhões de muçulmanos de povos da ex-URSS: chechenos, inguchétios, tadjiques, tártaros da Criméia, basquires e casaques. Os guerrilheiros que lutam pela independência da Chechênia e que hoje são rotulados de “terroristas” por Estados Unidos e Rússia são netos dos sobreviventes dos campos de concentração soviéticos. Adicione-se a esta lista de atrocidades esquecidas o assassinato, na Europa Oriental, entre 1945 e 1947, de pelo menos dois milhões de alemães étnicos, a maioria deles mulheres e crianças, e a violenta expulsão de mais 15 milhões de alemães, quando dois milhões de meninas e mulheres alemãs foram estupradas.

Dentre estes crimes monstruosos, a Ucrânia aparece como a maior vítima em termos de números. Stalin declarou guerra ao seu próprio povo em 1932, ao enviar os comissários V. Molotov e Lazar Kaganovitch 9judeu9 e o chefe da NKVD (polícia secreta) Genrikh Yagoda para esmagar a resistência de fazendeiros ucranianos à coletivização forçada. A Ucrânia foi isolada. Todas as reservas de alimentos e animais foram confiscadas. Os esquadrões da morte da NKVD assassinavam “elementos antipartido”. Furioso porque poucos ucranianos estavam sendo executados, Kaganovitch – em tese o Adolf Eichmann da União Soviética – estabeleceu uma cota de 10.000 execuções por semana. Oitenta por cento dos intelectuais ucranianos foram assassinados. Durante o áspero inverno de 1932-33, 25.000 ucranianos eram executados, por dia, ou morriam de inanição e frio. Tornou-se comum o canibalismo. A Ucrânia, diz o historiador Robert Conquest, “parecia uma versão gigante do futuro campo da morte de Bergen-Belsen.”

A execução em massa de sete milhões de ucranianos, três milhões deles crianças, e a deportação para o “gulag” de mais dois milhões (onde a maioria morreu) foi oculta pela propaganda soviética. Os ocidentais pró-comunismo, como Walter Duranty, do “New York Times”, os escritores britânicos Sidney e Beatrice Webb e o primeiro-ministro francês Edouard Herriot viajaram pela Ucrânia, mas negaram denúncias de genocídio e aplaudiram o que eles chamaram de “reforma agrária” soviética. Aqueles que se levantaram contra o genocídio foram rotulados de “agentes do fascismo”. Os governos dos EUA, Reino Unido e Canadá, contudo, estavam bem informados sobre o genocídio, mas fecharam os olhos, inclusive bloquearam grupos de ajuda que iriam para a Ucrânia.

Os únicos líderes europeus que gritaram contra os assassinatos cometidos pelos soviéticos foram, ironicamente e por razões cínicas e de autopromoção, Hitler e o ditador italiano Benito Mussolini. Como Kaganovitch, Yagoda e outros veteranos e oficiais do Partido Comunista e da NKVD eram judeus, Adolfo Hitler rotulou o comunismo como “uma conspiração judaica para destruir a civilização cristã.” Esta versão, amplamente divulgada pelo Ministério da Propaganda e Publicidade do 3° Reich (comandado por Paul Joseph Goelbels – 1897-1945), tornou-se amplamente aceita por toda uma amedrontada Europa.

Quando veio a guerra, o presidente dos EUA Franklin D. Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill se tornaram aliados de Stalin, embora eles soubessem que seu regime já tinha matado pelo menos 30 milhões de pessoas muito antes que o extermínio de judeus e ciganos por Hitler tivesse sequer começado. No estranho cálculo moral de extermínios em massa, apenas os alemães foram culpados. Mesmo Stalin tendo assassinado três vezes mais gente do que Hitler, para Roosevelt ele ainda era o “Uncle Joe” (“Tio Joe”).

A aliança EUA-Reino Unido com Stalin fez deles parceiros no crime. Roosevelt e Churchill ajudaram a preservar o regime mais assassino da história, para o qual eles entregaram metade da Europa em 1945. Após a guerra, as esquerdas tentaram encobrir o genocídio soviético. Jean-Paul Sartre chegou a negar que o “gulag” tenha existido. Para os aliados ocidentais, o Nazismo era o único mal; eles não poderiam admitir serem aliados de assassinos em massa. Para os soviéticos, promover o holocausto judeu perpetuava o antifascismo e mascarava seus próprios crimes. Os judeus, inexplicavelmente, viram seu holocausto como o único. Foi a “raison d’être” de Israel.

O holocausto russo promovido por Stalin, um dos maiores crimes contra a humanidade, ainda hoje é praticamente desconhecido. Enquanto historiadores, academias, imprensa e Hollywood concentram suas atenção no holocausto judeu, ignoram a Ucrânia. Nós ainda caçamos assassinos nazistas, mas não caçamos assassinos comunistas. Há poucas fotos do genocídio ucraniano e do “gulag” stalinista, e muito poucos sobreviventes. Homens mortos não contam histórias.

A Rússia nunca perseguiu nenhum de seus assassinos em massa, como se fez na Alemanha. Mas todos nós conhecemos os crimes de Adolf Eichmann e Heinrich Himmler, e sabemos o que foi Babi Yar e Auschwitz. Mas quem lembra os assassinos em massa soviéticos Dzerzhinsky, Kaganovitch, Yagoda, Yezhov e Beria? Não fosse o escritor Alexander Solzhenitsyn, nós poderíamos nunca ter sabido dos campos da morte soviéticos como Magadan, Kolyma e Vorkuta. A todo tempo aparecem filmes sobre o terror nazista, enquanto o mal soviético some da visão ou se dissolve na nostalgia.

As almas das milhões de vítimas de Stalin ainda clamam por justiça…



* Eric Margolis é Colunista do Toronto Sun – Canadá.

terça-feira, abril 17, 2012

Marisa Lobo, psicóloga cristã ameaçada pelo CFP.




Nota do Blog: Pesquisando na internet o que se diz a respeito da psicóloga Marisa Lobo, encontra-se, na sua grande maioria psicólogos e os seus "detratores" oriundos de movimentos sectários;  e, absolutamente a maioria é de não crentes; dessa forma o que lhes causa repulsa e suas críticas fica um tanto quanto indecifrável: se a fé que ela professa ou a possibilidade dela reverter o quadro de um(a) homossexual. Em nenhum momento a psicóloga fala em "cura", já que homossexualismo, segundo a OMS não é doença, mas os detratores dela, na maioria das vezes, afirmam que ela "cura".

Marisa Lobo, psicóloga


Perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia, Marisa Lobo dá suas razões para defender sua fé em meio a hostilidades profissionais, legais e sociais.
Marisa Lobo é psicóloga clínica, formada em 1996, pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em saúde mental, com curso de extensão em sexualidade humana, dependência química, cursos de entrevista motivacional, psicossomática, psicodiagnóstico, psicoterapia breve, arte terapia, bibliodrama, aconselhamento pastoral e teologia.

Ela estagiou, a convite do governo dos Estados Unidos, no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, na Divisão Internacional de Atenção Primária à Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.
Ela realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão, síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas consequências.
Ela é idealizadora e coordena o curso de Dependência Química: Tratamento, diagnóstico e prevenção — Restituição sem internação.
Livros já publicados:
COMO FAZER DE SEU FILHO UMA CRIANÇA FELIZ, pela editora Arte Editorial, com prefácio do Dr. Silmar Coelho.
POR QUE AS PESSOAS MENTEM, pela editora Arte Editorial, Prefácio do Pr. Jabes de Alencar.
PSICOPATAS DA FÉ pela Editora Fôlego, com prefácio do Senador Magno Malta.
Julio Severo: Por que o Conselho Federal de Psicologia está ameaçando você?
Marisa Lobo: Por me expor na internet como psicóloga cristã, por defender minha fé e principalmente por questionar o kit gay, que para mim não é uma forma de prevenção ao preconceito e sim incentivo às práticas homossexuais. O kit gay é muito expositivo, e pelo que entendo de políticas públicas, não se justifica sua aplicabilidade de forma tão pessoal. O kit gay é dar privilégios e instituir um preconceito ainda maior. Com crianças as coisas devem acontecer ao seu tempo, de forma natural e globalizada. Devemos sim ter kits que falem de preconceito como um todo, do bullying que sofrem os gordinhos, os nerds, os baixinhos, os evangélicos, os homossexuais, os feios, os negros, os cegos, etc. Enfim, se dermos atenção privilegiada apenas a uma categoria, estamos discriminando as outras. Isso não é acabar com preconceito; é apenas uma tática maquiavélica de privilegiar e instituir uma ditadura e uma raça superior, e eu primo pela igualdade.

JS: Se uma pessoa envolvida em homossexualidade lhe pede ajuda para sair desse estilo de vida, o que você faz?
Marisa: Atendo. Meu juramento meu código de ética me diz que tenho que atender, dar ouvidos ao sofrimento psíquico, e se o fato de ser homossexual está causando qualquer tipo de sofrimento, atendo sim, é minha obrigação, ainda que seja, para reverter sua orientação, condição e ou opção, se assim for de sua vontade absoluta. Nem poderia negar. Estaria ferindo o código de ética, não é mesmo? Mas é evidente que como psicóloga devo respeitar a resolução 01/999. A Organização Mundial de Saúde diz que homossexualidade não é doença, porém ao mesmo tempo não entendo por que tanta pressão da militância gay que tem medo de psicólogos que não negam auxílio. Os militantes gays pervertem e ficam vigiando nossos passos. O que acontece no setting terapêutico deve ser comandado pelo paciente. Acontece que a neurose é tanta que os psicólogos têm medo e são induzidos a deixar claro para o paciente que não é doença, independente de ser ou não. Mas se ele está indo ao consultório é porque está sofrendo. E se, repito, for da vontade dele, tenho que ser um canal, sem impor, como nunca fiz isso. O que falam de mim é mentira e mais uma estratégia de condenação de pessoas que são cristãs.

JS: As ameaças do CFP impedem você de ajudar homossexuais?
Marisa: A decisão da pessoa deve ser respeitada sempre. Devemos ter em mente que a demanda é do paciente sempre. Respeitarmos a sua vontade sem pressão. A reversão pode sim acontecer em muitos casos. Acontece que o terrorismo do CFP não deixa que os homossexuais acreditem nisso. O CFP vem com aquela conversa de que se a pessoa deseja mudança, é por causa da imposição religiosa, e, como eles não creem de Deus — pois Deus para muitos lá é mito — então sempre vão tratar este assunto com preconceito religioso. Eu já deixo o meu paciente decidir, se é o que deseja, vamos lá, e no decorrer, ele vai se achando, e até mesmo se assegurando se é isso mesmo o que deseja.

JS: Por que o CFP, que não impede psicólogos espíritas de aplicar técnicas espíritas em suas consultas, estão tão intrometidos no você faz como cristã que se importa com seus clientes?
Marisa: Por quê? Olha, não sei. Agora, é impossível até hoje eles não saberem que existe uma associação brasileira de psicólogos espiritas, ou psicologia budista, ou judaica, ou esotérica, ou parapsicologia, etc. Existe um número grande. É só acessar o Google e comprovar. O Conselho Federal de Psicologia é a autarquia mais persecutória, mais antiética da história. Eles não têm moral para me perseguir. Eles são militantes de ideologias, políticas, de orientação sexual, de ateísmo, e destilam seu ódio e preconceito contra os cristãos, principalmente os evangélicos. Mas a resposta está clara: o Cristianismo fala abertamente sobre homossexualidade. Então, eles querem nos destruir por sermos cristãos. Eles combatem a Bíblia punindo quem a segue, por preconceito religioso. É preciso dar um fim na militância do CFP, que deveria ser investigado pelo ministério publico, pois comete vários crimes, fere suas diretrizes, é hipócrita, antiético, persegue claramente quem se opõe. Por isso, tenho sido perseguida. A guerra é porque questiono esse conselho e sua diretoria hoje.

JS: Se o CFP cassar seu registro, o que você fará?
Marisa: Não vou desistir da minha profissão por isso. Nem tudo que é legal é moral. O CFP não tem moral, pois nos colocou uma mordaça, e ninguém ousa discutir suas decisões. Somos obrigados a aceitar como verdade ainda que seja uma mentira.
São surfistas sociais, vão se adaptando à evolução da sociedade, independente se essa evolução seja ruim, pois perderam a referência do que é “bem”, e ou “mal” para o indivíduo, do que é família, da necessidade de regras, ética, moral, princípios. Eles apenas vão surfando. Com isso, vão aumentando as crises familiares, maldade humana, a legalização de aborto chegando, divórcio batendo recorde, camisinhas nas escolas, legalização de drogas, e a psicologia se adaptando. Daqui a pouco, vamos ver sexo nas praças, e todo mundo aplaudindo porque a psicologia vai achar que é direito de expressar a sexualidade. Ou seja, assim está caminhando a humanidade.

JS: O que motivou a denúncia contra você no CFP?
Marisa: O fato de falar de Deus em minhas redes sociais e ter pedido aos deputados que prestassem atenção no conteúdo do kit gay, que era uma aberração, um conteúdo extremamente descabido e sexualizado que de forma alguma extingui o preconceito, mas sim cria mais ainda. Eles não gostaram. Aí, quando souberam que era uma cristã falando, começaram a me perseguir, como psicóloga que se denomina cristã, depois no processo como homofóbica, porque eu disse em um Twitter que amo os gays, mas prefiro meu filho hetero. E até agora não sei onde ter uma opinião instiga violência. Agora, eu perder o meu direito de dizer que sou feliz sendo hetero, e de que prefiro meus filhos hetero?
Eles querem que a sociedade pense que eu persigo gays, ofereço tratamento para gays porque sou fundamentalista, preconceituosa, decidiram isso e pronto. Não ACEITO. A verdade é que eles são contraditórios. Estão tentando usar tudo para me qualificar como “homofóbica”. E em 15 anos de trabalho, nunca nenhum paciente meu denunciou que em meu consultório imponho convicções religiosas. O caso contra mim é de PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA, PRECONCEITO RELIGIOSO. O CFP achou que eu ia me calar, porque muitos endeusam a psicologia. Pois bem: Eu, MARISA LOBO, só tenho um Deus, e não sirvo a insanidade desses membros do conselho. Se me cassarem, vão cavar a sepultura moral.

JS: Há uma tendência cada vez maior da classe de psicologia de rotular a pedofilia como orientação sexual. Como você encara o papel disso na perversão social?
Marisa: É um crime, claro, que merece prisão perpétua em minha opinião. Escrevi até um livro, PSICOPATAS DA FÉ, que tem uma capitulo sobre pedofilia, e mostra que é doença, e quem é psicólogo sabe, se formos levar ao pé da letra, é uma perversão da libido original, uma orientação, condição e ou escolha. A pedofilia está associado a psicopatia sem dúvida. Os psicólogos canadenses dizem claramente que para eles é considerado uma orientação sexual. Se acreditarmos nisso, aí quero ver como sair dessa. O que quero dizer é que, quando aceita socialmente, deixa de ser doença? Se a lei disser que não é crime, nada poderei fazer?

JS: Como você encara a homossexualidade: doença ou pecado?
Marisa: Como psicóloga respeito a OMS, que diz que não é doença e não podemos trata como tal, porém distúrbio de identidade social existe, é doença. O travestismo está no CID 10 inscrito como doença. Para a psicologia, que só aceita a medicina em partes quando lhe convém, é orientação apenas.
Se é pecado ou não, não poderei falar sobre isso, porque sou como psicóloga. Pecado é uma referência de cada religião. Temos que saber o que a religião diz sobre o assunto. Se responder sobre isso, serei cassada em prazo recorde.

JS: A ABGLT, que é a maior entidade gay do Brasil, está por trás de todos os grandes casos de perseguição aos cristãos no Brasil, inclusive contra mim e Silas Malafaia. Você tem algum conhecimento de que a ABGLT está também em conluio ou colaboração com o CFP para perseguir você?
Marisa: A ABGLT publicou uma nota parabenizando e defendendo o CFP pela atitude contra mim e pedindo inclusive ao ministério público que me investigue por oferecer cura aos homossexuais, mentindo descaradamente sobre isso, apenas lançando no mercado esquizofrênico uma mentira para torná-la verdade. Agora só falta provarem. Mas essa intimidade está clara. Parece que são parceiros de “cama”. Não preciso dizer mais nada.

JS: O que você sente pelos homossexuais?
Marisa: Compaixão, amor de verdade. Mas tenho pena e desprezo pela militância desleal, porque usam os homossexuais e suas angústias. Observem: sempre são os mesmo ativistas que aparecem, lucrando e perdendo tempo em nos perseguir. Eles poderiam estar fazendo trabalho voluntário nas ruas, tirando os homossexuais comuns da prostituição, por exemplo. Mas, em vez disso, incentivam, até como profissão. Isso é lutar pelo ser humano? Usam suas ONGs para perseguir qualquer um que se oponha à sua militância. Quem ousar falar qualquer coisa é taxado de homofóbico. Eles ridicularizam nossa fé, nossa Bíblia, e querem respeito. A militância gay não merece respeito. E se isso for homofobia, queridos, o mundo inteiro é homofóbico.
Mas, pessoalmente, meu médico de pele é homossexual. Só lavo meu cabelo com um homossexual. Tratei de um homossexual em minha casa com AIDS por 7 meses, onde ele viveu comigo e minha família. O fato de não aprovar este ou aquele comportamento não me torna inimigo. A questão aqui é inversa. A militância gay quer nos tornar inimigos. Eles precisam alimentar essa guerra. Afinal, como vão se sustentar?

JS: Além do CFP, outras entidades ou indivíduos também ameaçam você por causa de suas posturas cristãs?
Marisa: Os ateus, principalmente. Eles fazem vídeos contra mim e postam, me xingando de tudo, principalmente de burra, e têm o CFP como aliado. Nessa demente perseguição, ateus famosos fazem vídeos e conseguem status tentando me humilhar. Recentemente, um ateu fez um desafio para outros ateus entrarem em minhas redes sociais e negativar todos os meus vídeos. Eles falam cada coisa desumana que se eu não acreditasse de fato em Deus tinha desistido de viver. Mas os ateus não sabem que cada comentário de ódio que vejo sinto é pena, não raiva. Meus mecanismos de defesa funcionam, todos, e minha fé me sustenta. Sinto-me desafiada a continuar. Eles querem promoção.
JS: O Cristianismo verdadeiro é “perder para ganhar”. Você tem medo de perder sua carreira de psicóloga por causa do seu testemunho cristão?
Marisa: O único medo que tenho é de Deus virar sua face de mim. Deus me deu a oportunidade de ser perseguida por amor a ele, e aceitei. Deus quer mudar algo, e aqui falo como pastora. Sou apenas um instrumento. Se for cassada, vou lutar em todas as instâncias. Meu medo maior é de Jesus me negar diante do Pai, e isso não acontecerá, porque não o estou negando perante os homens.

JS: Você tem colocado seu testemunho por Cristo acima de sua carreira. Por quê?
Marisa: Foi uma luta ter me formado, e tenho amor pela minha profissão. Minha área é dependência química. Quantas pessoas nestes 15 anos de carreira deixaram as drogas. Quantas pessoas deixaram de abortar. Quantas pessoas pude ajudar a melhorar sua saúde mental. Quantas me agradecem até hoje. Enfim, amo minha carreira.
A dor vai ser grande, mas não será maior do que a de Jesus, que morreu na cruz por mim. O preço será alto, mas não maior que o preço que Jesus pagou pela minha alma. A certeza que estou fazendo a coisa certa e cumprindo a sua vontade acalma minha alma.
Deus está acima da minha profissão e da minha carreira. NÃO NEGO MEU DEUS POR NADA.

Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, abril 16, 2012

CRISTÃOS Á SERVIÇO DA MORTE.



CRISTÃOS Á SERVIÇO DA MORTE.


João 10:10-11 O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.
Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. 

"Pastores" pedem orações para mais abortos

Pastores protestantes incentivam orações para que haja mais abortos. 

Um grupo de pastores protestantes liberais ligados à Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla IPPF, a maior empresa multinacional de abortos do mundo) comoveu os cristãos da Califórnia, EUA, ao lançar uma “campanha de oração” a favor do aborto e da sua milionária indústria.
O grupo Humboldt County Clergy for Choice, um comitê da IPPF em Eureka, Califórnia, lançou a iniciativa chamada “40 dias de oração e contemplação”, que começou em 18 de março e termina em 27 de abril para promover o aborto. A iniciativa protestante pró-aborto tem como objetivo ser o inverso da campanha “40 dias pela vida”, que anualmente reúne milhões de americanos em oração pelas mães e pelos bebês em gestação.

Os organizadores estão divulgando um folheto sugerindo “intenções de oração” para cada um dos 40 dias.
O primeiro dia foi dedicado a “orar pelas mulheres para as quais uma gravidez não é uma boa notícia, para que saibam que elas têm a escolha de abortar”. No dia 36, a instrução é orar “pelas famílias que escolhem abortar, para que conheçam a bênção dessa escolha”. Em outros dias pedem orações para que as gestantes não deem atenção aos ativistas pró-vida, e orem pelos médicos aborteiros e para que os estudantes de medicina aprendam a realizar abortos.
No último dia pedem para que se faça uma oração de ação de graças e celebração porque “o aborto ainda é seguro e legal” nos EUA.
Com relação à iniciativa protestante pró-aborto, Shawn Carney, diretor e co-fundador da bem-sucedida campanha 40 Dias pela Vida, nos Estados Unidos, lamentou em declarações ao grupo ACI que esse grupo de protestantes use as pessoas “para orar para que mais abortos sejam feitos e para que as mulheres abortem mais”.

“Cada aborto acaba com a vida de um ser humano inocente, criado à imagem e semelhança de Deus. Temos que orar por coisas boas que vão gerar vida, não que pelas que vão tirar vidas”, comentou ele.

“Vimos a IPPF em diferentes anúncios através do país tentando burlar, de muitas formas, a campanha de 40 Dias pela Vida. Geralmente a chamam de 40 Dias de Perseguição ou 40 Dias de Intolerância”, indicou Carney, que também deplorou que as pessoas sejam manipuladas dessa forma.

Shawn Carney disse também ao grupo ACI que “a indústria do aborto está cheia de pessoas que têm mente, alma e coração. Por isso, vimos recentemente que 69 empregados de clínicas de abortos se converteram e deixaram seus empregos”.

Depois de recordar que o movimento pró-vida inclui muitas pessoas que no passado eram abortistas, Carney comentou que a campanha que ele lidera, desde o seu início, já salvou cerca de 6 mil bebês: “muitas das mães nos disseram que se levantaram naquela manhã pedindo a Deus um sinal e foram à clínica de aborto”.
Ver os ativistas pró-vida orando na frente das clínicas de abortos, disse ele, “foi esse sinal”.

Adaptado por Julio Severo de ACI Digital.
Fonte: www.juliosevero.com

sábado, abril 14, 2012

Aborto pode causar síndrome que leva ao suicídio.







Conhecida como a “psicóloga cristã”, Marisa Lobo publicou nesta quarta-feira um artigo acerca do tema mais comentado da semana: aborto. De acordo com ela, o STF (Supremo Tribunal Federal) faz uma leitura incompleta sobre o caso em questão, não levando em consideração alguns pontos vitais para a definição da pauta sobre a legalização do aborto de anencéfalos. Leia o artigo:


O efeito do aborto voluntário da gravidez provoca na mulher “dores emocionais ignoradas” pelos que querem promover o aborto como um direito.
Aborto pode ser um mal emocional muito maior do que concluir a gestação, ainda que difícil. A questão não envolve apenas religião, moral e sim saúde mental, tão importante para o desenvolvimento saudável dessa mulher e de sua família.

Imediatamente a concepção da mulher desenvolve psicologicamente vínculo afetivo mãe-filho. Esse vínculo também é desenvolvido nas mulheres que projetam abortar. “Uma mulher, frente à escolha de fazer ou não o aborto, vive sentimentos ambivalentes, angustiantes, a mulher fica vulnerável a transtornos psicológicos, a dores emocionais tão profundas que podem levá-la a escolhas erradas como, por exemplo, uso de substância psicoativa (drogas), lícitas e ou ilícitas, como forma de aliviar suas dores emocionais.

O fato de uma adolescente – uma mulher que não tenha desejado ou programado uma gravidez – ficar tão vulnerável, pode contribuir para que seja influenciada por pessoas a sua volta e tomar a decisão de aborto não como desejo em si, mas como fim mágico de resolução de problemas, pela influência que pessoas a sua volta podem ter neste momento.
Quantos namorados, amigos, parentes e até mesmo médicos, e ou psicólogos, de alguma forma influenciam nessa decisão? Saibam que podem estar contribuindo para um grande “mal psicológico” para essa mãe.

Especialistas concordam que imediatamente, depois do aborto, a mulher possa experimentar uma redução dos níveis de ansiedade, pois decai o elemento ansiógeno constituído por uma gravidez indesejada, mas sucessivamente, “muitíssimas mulheres vivem uma ansiedade maior, apresentando transtorno de estresse pós-traumático, depressão e maior risco de suicídio e abuso de substâncias”.

A mulher que aborta voluntariamente pode ter esses sofrimentos psíquicos desenvolvidos muito tempo depois do aborto, e podem durar anos ou até mesmo a vida toda.
O trauma se dá, pois a mulher quando descobre que está grávida, considera esta criança não como embrião e sim como próprio filho, um ser indefeso dentro de seu ventre, portanto segundo estudos, abortar seria para essa mulher o mesmo que matar voluntariamente.
Uma porcentagem considerável de mulheres que abortaram desenvolve o transtorno de estresse pós-traumático, cujos sintomas são “lembranças desagradáveis, recorrentes e intrusivas do aborto voluntário, que se manifestam em imagens, pensamentos ou percepções, sonhos desagradáveis e recorrentes do sucesso, sensação de reviver a experiência do aborto através de ilusões, alucinações e episódios dissociativos nos quais através do ‘flashback’, ressurge a lembrança, mal-estar psicológico intenso à exposição de fatores desencadeantes internos ou externos que simbolizam ou se assemelham a algum aspecto do evento traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou o aborto voluntário ou submeter-se a um exame ginecológico, evita persistentemente todo estímulo que possa associar-se com o aborto”, enumeram os especialistas do referido estudo.
Tenho ao longo dos meus 15 anos de profissão acompanhado casos de mulheres que fizeram aborto voluntário em sua juventude e vida adulta, que hoje após muitos anos ainda lembram com detalhes e sofrem com culpa expressada em seu rosto. Mulheres que tem alucinações auditivas, em particulares, ouvem choro de crianças. Mulheres que ao ver recém nascidos choram, que desenvolveram raiva de recém nascidos e total rejeição é outro fator importante a se considerar.

Uma paciente teve problemas sexuais em relação ao marido por mais de 25 anos, por conta de um aborto influenciado por ele, que na época ainda era seu namorado.
Quando o aborto é involuntário, embora haja sofrimento, a mãe não conviverá com a dor da culpa, pois esta, embora a mãe se sinta culpada por algum tempo, não é consciente e não tem responsabilidade da mãe.

Quanto ao aborto de anencéfalo, muitas mães podem desenvolver uma dor e culpa ainda maior, pois sentem que estão rejeitando uma criança por causa de seu defeito. De qualquer forma um aborto é traumático, e pode ser responsável por dores e transtornos psíquicos irreversíveis. Não podemos esquecer que este ser, esta criança, tem um pai, pode ter um irmão, enfim, uma família, e não podemos achar que somente a mulher terá problemas emocionais com esta interrupção voluntária.


Marisa Lobo – Psicóloga Clínica

Fonte: Verdadegospel

sexta-feira, abril 13, 2012

Antecipação terapêutica do parto ou antecipação terapêutica da morte?




Eu quero o meu Brasil de Volta


Talvez seja apenas uma coincidência, dessas estranhas em que um raio caia cinco vezes exatamente no mesmo lugar; enfim tudo pode acontecer quando não se tem o controle de alguns "eventos" e o Brasil está totalmente fora de controle.

A coincidência é mais do que uma, na verdade são dezenas, talvez centenas e quem não percebeu ainda é ruim da cabeça mas não necessariamente doente do pé: desde janeiro de 2003 coisas muito estranhas acontecem no nosso Brasil. Antes de continuar é bom colocar as coisas em ordem: não tenho certeza do "nosso" e muito menos se continuamos a viver no Brasil.

Desde esse fatídico mês e ano, parece que as coisas não funcionam como qualquer pessoa normal possa desejar. Os políticos não pararam de mentir, só porque um governo da mentira assumiu. O mentir parece ser inerente ao exercício deste honroso exercício de cidadania - que os políticos insistem em denegrir -, mas passaram, a partir de então, a nem mais esconderem todas as maracutaias em que se metem - e nos metem - dignando-se apenas a mudarem o nome dos seus delitos. Assim, caixa 2 passou a se chamar "recursos não contabilizados". Programas - de governo -  prometidos são esquecidos simplesmente e viram uma "nova versão, revista e bagunçada". Assim temos o bolsa família, uma versão nova de um programa do governo FHC, que deveria ter início meio e fim e não se transformar numa escancarada compra de votos; mas esperar que um governante tenha uma visão do "amanhã" é querer achar perfume chanel no esgoto. O montante em recursos que o governo tem a o-bri-ga-ção de investir, virou um "programa unificado", um PAC 1, que já virou PAC 2 e mais PACs virão sem que os anteriores sequer tenham sido concluídos. 
As milhares de casas que devem ser construídas, mas nunca são, viraram o "Minha Casa, Minha Vida" e o milhão de casas que seriam construídas até o final do governo anterior viraram sorvete, derreteram ou - o que é provável - não foram construídas. 


Quem outrora esconderia seu passado, hoje escancara-o de uma forma absurda e, pior do que tudo, isso não parece refletir no tal índice de popularidade de quem nomeia, por exemplo uma abortista para defender as mulheres (leia aqui). Ministros caem por corrupção deslavada e uma semana após, nenhuma noticia a respeito, nem do dinheiro que levaram e muito menos do local onde passam férias. E aqui vemos que o papel da Imprensa está - também - aquém do que se espera.

Mas não são apenas os políticos que passaram a se comportar de maneira estranha; também a justiça passou a soltar mais condenados com benefícios e diminuição de penas;  embora não tenham avisado a polícia para frear as prisões e assim temos uma autêntica operação "enxuga gelo": a polícia prende, mas a justiça solta.
Definitivamente, não há interesse em construir presídios: são caros demais e, evidentemente, sobram menos recursos para dividir ou "distribuir" entre aliados. 


É claro que deveriam ter construído mais escolas, remunerado melhor os professores, mas quem realmente quer ir para a escola e quem realmente quer ensinar? Os pais - uma grande parcela desses seres em extinção - querem mais é se ver livre de seus rebentos; então entregam a educação (social) aos professores; querem que a escola lhes devolva um Steve Jobs ainda que tenham entregue à escola um Macaulay Culkin piorado.E mesmo a educação formal, o bê-á-bá de todo dia, não é levado a sério. O salário não compensa, mas estranhamente a cada concurso para professores, milhões se candidatam. É claro que fica fácil entender que há empregos aos montes - O IBGE confirma isso embora não acreditemos -, mas não fazem, digamos assim,  o perfil dos professores. 


A criminalidade? É claro que uma educação falha - dos pais e do ensino oficial -, leis frouxas, justiça conivente e falta de emprego formal  desaguam na criminalidade absurda.Estupro de menores nem se leva mais em conta; para isso basta alguém dizer que foi acintosamente seduzido por um(a) pirralho(a) e pronto; já virou jurisprudência: os STJ não me deixa mentir, já que absolveu um estuprador de três menores de 12 anos. (leia aqui)

Chegamos ao requinte máximo quando um ministro se refere a uma vida como coisa e após rebaixar a vida a coisa, ficou mais fácil decretar a sua morte:
"No caso do anencéfalo, não existe vida possível. O feto anencéfalo é biologicamente vivo, por ser formado por células vivas, e juridicamente morto, não gozando de proteção estatal”, Ministro Marco Aurélio Mello. 
Ora se ele reconhece que não há vida e logo depois o reconhece biologicamente vivo, o senhor ministro quer dar um nó na cabeça aos que ainda possuem cérebro. Teria sua excelência coragem para ordenar que fossem descartados os embriões nos bancos dessa modalidade? Afinal os bancos de embriões estão lotados, na capacidade máxima (leia aqui).Gostaria de ver o voto dele para essa particularidade. 


Quem diria que para se chegar a ministro do STF é preciso ter notável saber jurídico e reputação ilibada? Será mesmo? Temos ministro que responde (respondiam é mais correto) a processo por improbidade, portanto a Reputação passou a ser Abalada ao invés de ilibada. Quanto ao notável saber jurídico, nem é bom comentar, até porque eu posso me igualar.

Mas, de todas as piores coisas que aconteceram nos últimos anos. uma salta aos olhos e jamais deveria ter acontecido. O que outrora se chamou de 5º poder - a imprensa - hoje pode ser chamada de poder dos quintos (dos infernos, obviamente). A imprensa escrita passou a ser um guardião do poder central, sempre diminuindo a participação do mandatário mor em qualquer tipo de corrupção; embora até os cãezinhos destes saibam de cor e salteado da sua participação. Quanto a imprensa televisiva, nem é bom comentar: um colunista social puxa saco (hoje em dia também é redundância) não chegaria a tamanha desfaçatez.



Não sei realmente se podemos imaginar que um dia sairemos desse atoleiro; afinal como dizia o camarada Stálin, "quem conta os votos, ganha a eleição" e por enquanto, quem conta os votos é esse pessoal em quem alguns acreditam piamente e a imprensa devota idolatria sem fim.


Enfim, sobre a  "Antecipação terapêutica do parto" ou o popularmente chamado "Aborto de Anencéfalo", fica a advertência do sertanejo: Onde passa um boi, passa uma boiada. Está aberta a porta: o inferno é o limite. 


Os votos favoráveis ao Aborto:
Ayres Britto, Marco Aurélio de Mello,Rosa Maria Weber, Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Melo; Dias Tóffoli não participou do julgamento, porque já tratou do caso quando era advogado-geral da União.

Votaram contra o Aborto:
Ricardo Lewandovski e Cesar Peluzo; para ele, o argumento de que a gestação de anencéfalo seria perigosa para a mãe "não vem ao caso porque as hipóteses de risco à saúde da mãe já estão expressas na lei". "Toda gravidez implica risco teórico à saúde da gestante."

sábado, abril 07, 2012

Não é Briga de Trânsito, é Terrorismo.


por Daniel Pipes
National Review Online

Em 25 de fevereiro de 1994, Baruch Goldstein, um médico israelense de origem americana, foi à mesquita no Túmulo dos Patriarcas em Hebron e assassinou 29 muçulmanos com uma arma automática, antes de ser dominado e cometer suicídio. Esse massacre gerou teorias de conspiração e tumultos em círculos muçulmanos, incluindo acusações de que o governo de Israel estava por trás de Goldstein, alegação que, apesar das fortes condenações contra esse ataque pelo governo israelense, não foi completamente rechaçada.

Quatro dias depois, em 1º de março, Rashid Baz, motorista entregador de Nova Iorque de origem libanesa, disparou duas armas de fogo contra uma caminhonete que conduzia meninos judeus hassídicos sobre uma rampa que leva à ponte do Brooklyn, matando Ari Halberstam de 16 anos, estudante da yeshiva. Baz foi rapidamente preso, condenado e sentenciado a 141 anos de prisão. Provas circunstanciais apontavam para uma ligação entre os dois eventos, pelo fato de Baz estar absorto na cobertura dada pela mídia de língua árabe ao ataque de Goldstein, por participar do incendiário Centro Islâmico Bay Ridge e por estar cercado por muçulmanos que avalizavam o terrorismo contra os judeus. Mais do que isso, amigos indicaram que Baz estava obsessivamente irritado pelo ataque em Hebron e o psiquiatra que participava da sua defesa, Douglas Anderson, testemunhou que Baz "estava louco de raiva". "Ele estava tomado pela fúria. . . . Não fosse pelo ocorrido em Hebron, toda essa tragédia [em Nova Iorque] não teria acontecido".
No entanto a conexão aparentemente óbvia entre Goldstein e Baz não pôde ser estabelecida porque Baz responsabilizou a sua violência referindo-se ao estresse pós-traumático das suas experiências no Líbano. Assim sendo, apesar da enorme evidência, o Federal Bureau of Investigation aceitou a dissimulação do próprio Baz e chamou o assassinato na ponte do Brooklyn de ato de "briga de trânsito". Somente depois que a mãe de Halberstam insistiu com obstinação, durante anos, foi que em 2000 o FBI reclassificou o ataque de Baz como terrorismo.
El Sayyid Nosair, que atacou a caminhonete com crianças judias na cidade de Nova Iorque em 1990.

E assim essas questões ficaram paradas até alguns dias atrás, quando a confissão de Baz de 2007 finalmente se tornou pública através de um artigo no New York Post. Nele, Baz reconhece o impacto por ele sofrido da atrocidade de Goldstein, admite especificamente ter alvejado judeus e confessa ter seguido uma caminhonete com meninos hassídicos por 3,22 km da Manhattan Eye e Ear Infirmary até a ponte. Questionado se dispararia contra uma caminhonete repleta de negros ou latinos, respondeu, "Não, eu disparei somente porque eram judeus".
Essa confissão tardia aponta para um problema recorrente entre os políticos, autoridades responsáveis pelo cumprimento da lei e pela imprensa quanto ao terrorismo islamista: a relutância em admitir estar defronte do óbvio e atribuir-lhe o assassinato.

Mais recentemente, essa rejeição mostrou a sua face horrenda no caso de Mohammed Merah em Toulouse, França, onde o impulso imediato do establishment era o de assumir que o assassino de três soldados e de quatro judeus não era muçulmano. Conforme meu colega Adam Turner observa no Daily Caller, "a elite das autoridades públicas ocidentais e a especulação da mídia sobre o verdadeiro assassino, antes da descoberta da sua identidade, centraram-se pesadamente (clique aqui, aqui e aqui) na convicção de que ele era um europeu branco neonazista". Somente quando o próprio Merah se vangloriou do seu crime à polícia e até enviou vídeos das suas ações à Al Jazeera é que as outras teorias finalmente evaporaram.

Os exemplos de Baz e de Merah se encaixam em um contexto muito mais amplo de negar o terrorismo islamista que eu remonto desde o homicídio em 1990 do rabino Meir Kahane na cidade de Nova Iorque por EL Sayyid Nosair, um ataque atribuído inicialmente pelo chefe do departamento de polícia dos detetives "a um medicamento de venda controlada ou condizente com a depressão". Desde então, repetidamente, o establishment invoca desculpas igualmente esfarrapadas quanto ao terrorismo islamista, incluindo "questões trabalhistas", "relacionamento [familiar] conturbado", a droga para acne Accutane, "problemas comportamentais", além de "solidão e depressão."

Entretanto, o mais preocupante é a tendência em atribuir o terror islamista a capacidade mental diminuída. Conforme observa Teri Blumenfeld na última edição do Middle East Quarterly, os "muçulmanos que matam em nome da religião frequentemente escapam da punição nos tribunais ocidentais alegando insanidade ou incapacidade mental". Realmente, nos tribunais ocidentais, os advogados de defesa atribuem rotineiramente os atos de assassinato perpetrados por membros da jihad à insanidade.

O preço que se paga por ignorar as raízes religiosas e ideológicas do terrorismo islamista é muito alto, não investigar até o fim o homicídio de Kahane significou fazer vista grossa a elementos que poderiam ter evitado o atentado ao World Trade Center em 1993 e a prisão de Merah, em tempo anterior, salvaria vidas. O islamismo deve ser encarado de frente para nos protegermos de futura violência.


Fonte: O Sr. Pipes (DanielPipes.org) é o presidente do Middle East Forum e ilustre companheiro visitante Taube da Instituição Hoover da Universidade de Stanford. © 2012 por Daniel Pipes. Todos os direitos reservados.

sábado, março 31, 2012

31 de Março simplesmente.






Eu era uma criança (embora eu mesmo não acredite nisso) mas sempre gostei de ouvir o radio. Lembro-me que fiquei atento ao noticiário dessa época conturbada e, exatamente desse 31 de março de 1964. Recordo-me de um certo Leonel Brizola falando muito (acho que pela Radio Guaíba), já com o palácio do governo gaúcho cercado por tropas do exército.Acreditem os mais jovens: tínhamos Exército naquele tempo.

Mas - como o provou o tempo - nada parece ser sério nesse nosso Brasil, nem mesmo naqueles tempos e hoje, até já duvido se ainda somos co-proprietários desse pais.



Os Falsos

Um latifundiário JOAO GOULART empunhava a bandeira da esquerda. Um aprendiz de ditador – Leonel Brizola – clamou contra aquilo que ele e a esquerda whisky-on-the-rocks chamou sempre de ditadura. Até o fim dos seus dias Brizola falou muito contra os Generais, mas viajou com um novilho de sua fazenda, para um rega-bofe com o Presidente Figueiredo.

A Musica

Vandré cantava que “um militar morria pela pátria e vivia sem razão”. Vandré está aposentado por uma estatal e sempre foi defendido por um dos que apoiaram o que os esquerdopatas chamam de “golpe” e eu e os portadores de neurônios sadios chamamos de Contra Revolução.

Gilberto Gil e Caetano se insurgiam contra o “sistema” e juntos partiram para o exílio, no fumacê Londrino; entendam isso da forma que quiserem. Hoje Gil é servido pelo “sistema”, já foi ministro da cultura e a sua primeira providencia enquanto ministro foi reformar o gabinete: Reforma também é Cultura, ora pois. Gil não recebe elogios nem de seu companheiro de fog londrino, o Caetano.

Caetano andou ensaiando descer a lenha no governo mas a mãe zeloza chamou-lhe a atenção e o fez lembrar que o mano era funcionário do governo e não fica bem ser servido com dinheiro publico e ter um traíra na família. Caetano voltou atrás e hoje é capaz de cantar sem nenhuma dor na consciência Soy loco por ti... Stella.

Chico Buarque de Havana, digo, Hollanda – de tão lindas canções, mal sabia que essas composições seriam tão atuais para o governo que ele ajudou a eleger, reeleger e dar continuidade; hoje vive do passado, virou um comunista de verdade - com apartamento em Paris, como convém a qualquer comuna que se preza - mas continua firme nos elogios ao genocida Fidel.

As melhorias pós governos militares.

Já não existem desigualdades sociais no Brasil; agora a briga é para ver quem consegue juntar o primeiro bilhão (milhão é coisa para fracos).Não existe censura; o governo paga para que não se publiquem coisas desagradáveis, o que realmente é um avanço. Não se quebra o sigilo do cidadão - embora o caseiro Francenildo não concorde muito com essa afirmação -. O crescimento econômico é comparável ao das potências (o Haiti por exemplo). Empregos? O governo atual vem transformando cada cidadão desempregado pela concorrência desleal da China em comerciantes dos próprios produtos chineses: ninguém no mundo havia pensado numa solução tão incrível e experta!!!.

Temos que concordar num ponto: se houvessem desigualdades, censura e miséria, certamente os nossos bravíssimos compositores estariam deitando falação contra o governo. A coisa está tão boa que eles já se aposentaram; só fazem shows com incentivos fiscais que são outra grande novidade para combater as desagradáveis - possíveis - músicas de protesto. 

Os militares já não morrem pela pátria; quem deveria morrer já está morto. O “rei da brincadeira e  da confusão”, como dizia Gil, é hoje ocupante perpétuo do Planalto; uma espécie de consultor full time para quaisquer assuntos, desta forma descansa enquanto um preposto ocupa a vaga de presidente que ele pretende ocupar novamente.

Ninguém mais “caminha sem lenço e sem documento”, hoje caminha-se com cartão de crédito estourado e documento nem serve mais para coisa alguma: afinal quando se perde o caráter a identidade já foi para o ralo há tempos.

Mas hoje, “apesar da presidente, dos quase 40 ministros, dos congressistas aliados e alienados, dos mensalões, da falta de vergonha e da falta de oposição...amanhã vai ser outro dia”. Hoje, a petralhada é quem manda; falou tá falado, não tem discussão. Essa gente que inventou o pecado, já esqueceu que inventamos o perdão.

Não existe um mau eterno; a história nos mostra isso. É claro que se ficarmos à toa na vida, vendo a Banda passar, as coisas demoram mais, mas uma coisa é certa e eu quero ver  alguém “tentar esconder nossa enorme euforia”, quando a Banda Petralha passar e ser enterrada na história.

31 de Março

Saudade dos governos militares? Nem um pouco. É claro que podíamos andar pelas ruas sem maiores sustos. Ao contrario da petralhada e dos comunistoides de plantão, detesto qualquer ditadura; de esquerda ou de direita; de cima ou de baixo. Bashar, Chávez ou os irmãos Castro, são tão perniciosos  quanto foram  Stalin, Lênin, Getulio ou Pol Pot: são ou foram todos estúpidos. 

Os militares erraram na lei de anistia?. O tempo tem dito que sim, mas enfim...Todos, de um lado e do outro, deveriam responder pelos seus atos. Hoje não teríamos, no governo e na mídia, gente que se tornou “bom moço”, apesar de terem roubado, sequestrado, matado e torturado. E pior, ainda recebem aposentadoria e indenizações milionárias.

31 de Março? Nada a comemorar; a não ser o meu muito obrigado às pessoas de bem que nos livraram do comunismo: já é o bastante. Mas se os esquerdopatas de plantão odeiam o 31 de março eu - e muitos - odeio muito mais o 1º de janeiro de 2003, que nos mergulhou num mar de lama, nunca dantes navegado.