domingo, julho 22, 2012

Na cama com o Hamas e o PC do B.


por Alexandre (nani) Ostrowiecki (para o Pletz)


Porque existe um caso de amor entre esquerdistas e terroristas?

Esquerdistas amam terroristas islâmicos. É sentimental. É carnal. Eles se adoram. Estudantes de faculdades de ciências humanas habitualmente usam Keffiehs em sinal de solidariedade aos palestinos. Quando dos atentados de 11 de setembro, esquerdistas no mundo inteiro enxergavam justiça poética na derrubada das torres americanas nas mãos dos “povos oprimidos”. Recentemente, professores universitários de Paris declararam ao Hisbolah que “sua luta é a nossa luta”. Engraçado observar esse fenômeno porque, a primeira vista, não poderia haver dois grupos mais distintos.

Esquerdistas acreditam em direitos iguais para mulheres. Terroristas islâmicos acreditam em deixar mulheres trancadas em casa debaixo de burcas. Esquerdistas acreditam em gays saindo do armário e fazendo passeatas. Terroristas islâmicos acreditam em cortar o pescoço dos gays. Esquerdistas são pró-aborto. Terroristas islâmicos são anti-aborto. Esquerdistas tendem a seguir a tradição marxista do ateísmo. Terroristas islâmicos são… bem… islâmicos.

No entanto, por trás dessas diferenças cosméticas, existe uma profunda convergência em termos de visão de mundo. Ambos são autoritários. Ambos tendem ao totalitarismo no sentido de que pretendem controlar todos os aspectos da existência humana. São violentamente anti-capitalistas e ambos consideram que os indivíduos só existem para servir ao coletivo. Acima de tudo, o fator que os une é o inimigo comum. Ambos detestam a cultura da liberdade, ambos odeiam a democracia republicana. Mais especificamente, ambos consideram os Estados Unidos como sendo o símbolo de tudo o que impede as idéias deles de prosperarem. E se um País como Israel, por exemplo, é amigo dos americanos, então certamente é inimigo da esquerda.

Sob esse prisma é possível entender essa estranha aliança e algumas posições bizarras das esquerdas. Elas alegadamente defendem uma bandeira humanista e progressista. No entanto, quando se defrontam com as maiores aberrações da política externa internacional, se calam. Onde estão as esquerdas na hora de denunciar os abusos de direitos humanos do Irã? Cadê as passeatas de estudantes contra o genocídio de cristãos sudaneses, mortos às centenas de milhares pelo governo islâmico? Quem protestou quando o governo islâmico dos talibans demoliu estátuas e monumentos budistas milenares. Procure-se a voz de protesto, mas só se escutará silêncio. Agora ai de Israel se resolver revistar um navio a caminho do Hamas. A Europa pára. As universidades param. Bandeiras são queimadas, palavras de ordem são gritadas. É uma hipocrisia tão grotesca na forma como tais humanismos são praticados, esse humanismo seletivo e unidirecional, que só nos resta indagar sobre os motivos de tal obsessão.

Denunciar a hipocrisia não equivale a assinar embaixo de tudo o que o governo de Israel faz. Está aqui um autor que condena categoricamente a expansão de assentamentos judaicos nos territórios palestinos. O governo atual de Israel, um apanhado de partidos de direita, extrema direita e religiosos, tem feito muito menos do que o possível pela paz, para usar um eufemismo. No entanto, quando se acompanha as críticas feitas a Israel, é preciso separar aquelas críticas inteligentes, construtivas e factuais da gritaria automática que a turba da esquerda faz.

Ironicamente, as esquerdas que atualmente bajulam o terrorismo seriam esmagadas completamente numa eventual vitória da barbárie sobre a civilização. Não existe espaço para a “revolução socialista” na agenda fundamentalista. Adeptos de uma visão estrita e combativa do Islã, tais grupos levam ao pé da letra os conceitos de guerra santa do Alcorão. Segundo tais grupos, o mundo está numa eterna divisão entre o Dar-al-Islam (casa do Islã, ou seja, territórios governados pelo Alcorão) e o Dar-al-Harb (casa da guerra, ou seja, o resto do Mundo). É dever de todo bom jihadista empreender a guerra santa para que todo o Dar-al-Harb seja convertido para o verdadeiro caminho.

quarta-feira, julho 18, 2012

Atentado a AMIA de Buenos Aires.

Atentado a AMIA de Buenos Aires.


18 de Julho de 1994 - 18 de Julio de 2012 : "Porque Sinto vergonha, exijo Justiça"






Las Manos que no están.



Faltan las manos que ayudaban,

a despertar cada mañana.

Las que servían el desayuno,

las que por la calle saludaban;

cargaban la compra,

abrazaban al amigo,

firmaban un documento,

apretaban una tuerca,

y sostenían un cuento.





Faltan las manos,

de los hombres y mujeres,

que amaban, que crecian,

que simplemente soñaban....



Faltan las manos que dibujaban,

que escribían, que contemplaban,

las que recibían a los padres,

las que palmeaban a los hijos;

las que estiraban las sábanas,

y que con un leve y cariñoso saludo,

decían un "hasta mañana"!



Sobran otras manos,

las desconocidas, las asesinas,

las que daban las órdenes,

las uniformadas.

Las que manejaban la bomba;

las que aún hoy transpiran,

y aplauden a otros asesinos,

en la Argentina y en otros lugares del mundo,

y están libres; sin ataduras, sin castigo.



Faltan 170 manos,

de los que ya no están.

Sobran muchas otras,

no sabemos cuantas,

las de los asesinos,

las que no deberían estar......


Por José Caro
Raanana, Israel.


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A COMISSÃO DA VERDADE GAÚCHA.







E eu que pensei que a verdade era uma só onde dois lados de um fato deveriam expor seus motivos; pelo visto teremos em breve 5565 verdades espalhadas pelo Brasilzão: uma verdade em cada município.


Tarso Genro, fiel seguidor da filosofia do quanto pior melhor, assinou nesta terça-feira , 17 de julho de 2012, o decreto que cria a Comissão Estadual da Verdade. É bom marcar bem essa data para posteriores comemorações com chimarrão importado de Cuba e um bom churrasco de gado chinês.

Segundo Vitor Vieira no seu blog Vide Versus, o documento foi formalizado ao lado do juiz espanhol Baltasar Garzón, que foi colocado em disponibilidade de seu cargo pela Suprema Corte da Espanha, onde foi condenado por ordenar escutas telefônicas ilegais de advogados e seus clientes. Ainda não há informações sobre como funcionará a Comissão do peremptório governador petista, nem quem fará parte dessa célula. Segundo o ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça, e presidente da Comissão da Verdade de Dilma Rousseff, presente ao evento, a ação do governo gaúcho reflete um movimento geral segundo o qual todos os Estados trabalharão localmente para contribuir com a apuração dos crimes cometidos durante a ditadura militar brasileira (O Blogando Francamente chama esse período de Contra Revolução; afinal eu não queria ser comunista forçado, só para contentar uma duzia de terroristas desempregados e estúpidos)

A solenidade estava cheia de jornalistas, o governo do peremptório petista Tarso Genro fez muita publicidade do ato, mas nenhum jornalista foi capaz de ver e registrar o momento em que a advogada gaúcha Aurea Altenhofen, ao final da solenidade, aproximou-se do ministro Gilson Dipp e, muito emocionada, pediu para falar com ele. Aurea Altenhofen é neta de Kurt Kriegel, que foi assassinado na noite de 22 de setembro de 1969 em um assalto promovido por três terroristas do grupo VAR Palmares, que pretendiam realizar uma "expropriação" em benefício da revolução comunista. Kurt Kriegel morreu em seu restaurante Rembrandt, muito conhecido em Porto Alegre, assassinado pelos sete tiros que os terroristas desferiram. O ministro Gilson Dipp ouviu a breve narrativa emocionada de Áurea Altenhofen e recebeu dele o seu relato por escrito: "Exmo. Sr. Dr. Ministro Gilson Langaro Dipp - Coordenador na Comissão Nacional da Verdade - Eu sou Áurea Altenhofen, brasileira de Porto Alegre, advogada e neta de vítima de assassinato que ocorreu no dia 22.09.1969, o comerciante Kurt Kriegel. Meu avô consta como única vítima do terrorismo no Rio Grande do Sul. Na época dos fatos e alguns anos mais tarde, as investigações correram em dois inquéritos, um na Delegacia Especializada de Homicídios, outro no extinto DOPS.

Na capa dos inquéritos policiais constaram os nomes de três pessoas como suspeitos, após a anistia estas capas foram subtraídas e nelas escrito “autoria não identificada”, assim como desapareceu do Palácio da Polícia uma prova material do crime que continha fios de cabelo de um dos assassinos em um emplasto poroso utilizado como máscara e que foi deixado na fuga caído na calçada em frente ao local do crime. 

Há anos venho tentando enterrar o meu avô, esclarecer os fatos que envolveram o seu assassinato. De qualquer forma, ainda hoje, o meu avô figura em uma lista que foi divulgada pelo Comando do 3º Exército, em uma solenidade de aniversário da Revolução que foi realizada no parque da Redenção, junto ao Monumento ao Expedicionário, quando foram lidos os nomes das vítimas, o meu avô era o único “inocente”, por não ser de nenhuma organização política (exceto a maçonaria). Consta, também, no livro “Brasil Sempre” (Giordani, Marco Polo, 1986) que na página 45 informa: “KURT KRIEGEL, comerciante. Assassinado por grupo terrorista quando assaltava o bar de sua propriedade”. Depois disso buscamos esclarecimentos junto a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, o que tivemos de retorno ficamos cientes através da leitura do livro, que na página 448/9, informa: “KURT KRIEGEL (1908 – 1969) - Número do processo: 306/96 - Data e local de nascimento: 15/05/1908, Alemanha; Filiação: Maria Kriegel e Adolf Kriegel - Organização política ou atividade: não definida; Data e local da morte: 22/09/1969, Porto Alegre (RS) - Relator: Paulo Gustavo Gonet Branco ; Indeferido em: 20/06/1996. Trata-se de pedido de indenização à CEMDP que foi apresentado pela antiga companheira de Kurt Kriegel, nascido na Alemanha e estabelecido em Porto Alegre, que teria sido morto durante um assalto ao seu restaurante. Seu nome consta na lista do site de extrema-direita Ternuma (Terrorismo Nunca Mais), como tendo sido morto por um grupo da esquerda". 

Com certeza para nós, familiares de Kurt Kriegel, a questão não se resume em indenização, buscamos o direito à verdade, o direito ao esclarecimento dos fatos que envolveram a morte do nosso patriarca. É uma dívida com ele, com a nossa consciência, com a história, trata-se de um direito de cidadãos que vivem em um país com Estado de Direito e segurança jurídica. 

As pessoas envolvidas em questões afetas ao caso Kurt Kriegel, quer da administração pública, policiais e militares, ou mesmo os militantes políticos, muitos estão chegando à idade avançada, alguns contam com mais de 80 anos de vida, urge que de uma vez por todas tenhamos a coragem de descortinar o passado e trazer à luz a verdade histórica dos acontecimentos que, de fato, ocorreram e atingiram os brasileiros, neste caso de forma especial a mim, aos meus familiares e amigos. Pelo exposto requeiro a inclusão nas investigações das circunstâncias fáticas e documentais que envolveram e resultaram no assassinato de Kurt Kriegel como um dos crimes a serem esclarecidos por nossa tão esperada e sonhada Comissão Nacional da Verdade. Aurea Altenhofen-OAB/RS 12899". 

O ministro Gilson Dipp recebeu o documento e assegurou a Aurea Altenhofen que serão tomadas as providências necessária. No evento também estava presente a ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, a deputada federal Maria do Rosário.


Algo me diz que Aurea Altenhofen terá que ter bem mais do que uma unica vida e deve esperar que essas providências sejam tomadas deitada; pois que até sentada cansará.

Comentário Publicado no Blog do Reinaldo Azevedo
Aurea Altenhofen - 16/09/2010 às 12:39

Muito agradecida Reinaldo, eu sou neta do Kurt Kriegel, homem comum do povo, morador de Porto Alegre e assassinado trabalhando no dia 22.09.1969. O crime foi atribuído à VAR-Palmares, dele participaram dois homens e uma mulher, ao que me lembro o codinome dela era Estela, Raul Elwanger e Carlos Araujo ( Dilma foi casada com Carlos Araujo). Na época o delegado da Dops me afirmou que foi captado uma mensagem de um aparelho (rádio) e nele informavam que o velho do bar tinha morrido.

Até HOJE eu e minha família não recebemos NENHUMA atenção ou explicação de qualquer órgão do governo, o inquérito policial foi arquivado sem indiciar réus. Sofremos a cada indenização que nós, enquanto povo, pagamos, dos impostos que nos são cobrados, para os guerrilheiros. Sentimos profunda humilhação e menor valia, é um absurdo.

No próximo dia 22.09.2010 eu e os meus familiares faremos um ato público em frente ao local onde o crime ocorreu na rua Dr. Timóteo, em Porto Alegre.
Buscamos obter reconhecimento dos direitos humanos que somos merecedores, respeito aos mortos e justiça.

Sei que a punibilidade do crime está prescrita, sei da anistia, não concordo com ignorância, urge que tenhamos conhecimento dos fatos, é a nossa história, é a história do Brasil, o povo não pode ter negado o conhecimento, anistia é uma coisa, saber o que cada um fez, é outra coisa, é inaceitável que tenhamos candidata a cargo eletivo escondida sob o véu da ignorância, do desconhecimento injustificado.


Fonte: VideVersus/Reinaldo Azevedo/

terça-feira, julho 17, 2012

O silêncio dos covardes.






Antes, um aviso: O DE OLHO NA MÍDIA VOLTOU. Daniel Benjamin Barenbein, o editor do de Olho na mídia, como sempre contundente, está de volta e começa bem, revoltando-se contra uma mídia muitas vezes - para não dizer sempre - tendenciosa, que distorce fatos internacionais - e aqui no Brasil nem é preciso dizer que estão sempre ao lado do governo -. Mas vamos ao Daniel e o seu artigo:

Enquanto na Síria tropas governamentais esmagam a oposição - e o pior, civis - como moscas, no Brasil, o barulho das metralhadoras é abafado por um silêncio ensurdecedor. Mídia e políticos, cadê os protestos agora?


Dá para se ouvir o barulho de um alfinete caindo no chão. É puro silêncio. Dos mais nojentos. Dos mais condenáveis. Do mais cúmplice.

Onde estão as esquerdas que condenaram a ação israelense em Gaza no início de 2009, visando parar o lançamento de mísseis contra seu território e outras operações similares? Onde estão as manifestações na Paulista? Cadê o povo de direitos humanos pra reclamar do que está acontecendo agora?

É um silêncio ensurdecedor aqui!! O Brasil, agora está calado. Mas fosse Israel estaria gritando. Onde esta o Sr. Marco Aurélio Garcia (Top,Top,Top) pra falar em “ato deplorável e assassinatos em séries”? Onde está Valter Pomar? Onde está Jamil Murad? Onde está Jandira Feghali? Onde está esse povo que a cada morte palestina sai por ai berrando: “Israel assassino”, mas calam-se para a morte de dezenas de crianças e demais pessoas a sangue frio na Síria, ou diante de atrocidades no Irã?!?! Cadê a Yara Lee?!?! Porque não embarcar em uma flotilha rumo a Síria agora?

Cadê esse povo, que está quietinho sem abrir a boca?!?!

Onde estão as colunas de jornais, os artigos de opinião, os extensos editoriais falando em massacre agora? Comparando o que acontece na Síria com "nazismo", com "genocídio", com "Holocausto"? E Houla, não seria o novo "Gueto de Varsóvia"? Não convêm, não é? Talvez estes exageros e comparações estapafúrdias tenham que estar reservadas somente aos judeus, porque ali há um ponto: mostrar que as vítimas de ontem são os algozes de hoje, não é verdade? Na Síria, onde um rolo compressor passa por cima da população, quem liga?

Afinal, quando a coisa acontece com Israel estas figuras estão SEMPRE na primeira fileira dos protestos, sendo as primeiras a se manifestarem, condenando e fazendo passeatas que vez por outra chegam a queimar a bandeira de um país legitimo.

Agora quando o governo de outro país membro da ONU se insurge contra sua população, estas mesmas figuras ficam mudas, não se manifestam, tiram o corpo fora. É como se os direitos humanos só valessem para aquilo que dá ibope, aquilo que vende o produto deles, o de se postarem SOMENTE contra Israel.

Os dois pesos e duas medidas adotados por esta turma é algo tão ultrajante e hipócrita que só podemos lamentar quando um assunto tão sério como os direitos humanos - que foi criado justamente para proteger cidadãos indefesos, com a carta dos direitos do cidadão sendo aprovada logo depois da experiência do holocausto - serem sequestrados por esta turma de oportunistas que usam desse instituto protetor para atacarem e se calarem quando lhes convêm.

São tão cegos e cheio de ódios, que não conseguem mais ver um palmo a frente, a realidade que ocorre no mundo. Onde estes senhores estão quando ocorre um massacre na Somália? Ou então um genocídio em Ruanda, ou ainda uma chacina no Sudão? Que moral lhes é conferida para serem os defensores dos direitos humanos em relação a Israel, se os mesmos NUNCA defenderam direitos humanos de nenhum outro cidadão do mundo (incluso dos próprios israelenses vítimas de terrorismo, foguetes, homens-bomba, etc...), e usam a causa palestina e a defesa dos direitos humanos em Gaza somente para se propagandearem como paladinos da causa?

Conclama-se a Sra Yara Lee a apresentar suas câmeras, aquelas mesmas que “flagraram” a “matança” como ela descreveu, na Flotilha de Gaza. Mas onde estará esta senhora, justamente agora, em um momento de tanta matança real?


(Nota do blogando: o relato real de quem estava nos acontecimentos veja aqui)

Simples, deve estar na frente de sua TV, provavelmente acusando Israel de ser o culpado de tudo, afinal, mais fácil ser um covarde escondido atacando quem lhe protegeu apesar de tudo e a deportou ilesa, do que ser corajoso em um lugar onde não há garantias. Se depender de pessoas assim como as citadas, os direitos humanos não servirão nem para defender animais.


domingo, julho 15, 2012

MÉDICOS CUBANOS: NÓS SEREMOS AS VÍTIMAS.





(Mas a desgraça só será anunciada após as eleições de 2012)

por Helio Viana

Isolado na América Latina até o advento do Foro de São Paulo – segundo declarou Lula em vídeo-mensagem à 18ª. versão do referido foro, realizado em Caracas –, o regime comunista cubano está em vias de “exportar” para o Brasil, entre janeiro de fevereiro de 2013, nada menos que 1.500 médicos, para atender às regiões do interior do País. A escolha dessa data teria sido para não repercutir no resultado das eleições municipais de 2012.

O principal “mercado consumidor” de tais médicos – cuja capacidade para o exercício da profissão é mais do que duvidosa, como se verá, ao passo que sua formação ideológica não deixa lugar a nenhuma dúvida – foi até o momento a Venezuela chavista, onde não se sabe bem até que ponto eles se restringiram a simples atendimentos médicos e com que resultados.

Contudo, nos termos do referido vídeo-mensagem de Lula, no qual ele se jacta da militância hegemônica do PT e de seus aliados cubanos e bolivarianos para a implantação da “democracia” em todo o continente latino-americano (a Alemanha comunista também se chamava República Democrática Alemã – DDR), a pergunta que se depreende é se os tais 1.500 médicos não serão agentes comunistas destinados a colaborar na consecução de tal fim.

Tanto mais quanto ficou patente aos olhos de todos a inconformidade do bloco petista-bolivariano em face do impeachment inteiramente legal do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo, a exemplo do que ocorrera em Honduras em relação a Manuel Zelaya, quando o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, declarou que era algo inadmissível, porque a direita não podia ter mais vez na América Latina. Que democracia sui generis é essa, que só admite a esquerda?

Existe grande preocupação de que Hugo Chávez não se reeleja pela terceira vez ao cargo (sua nova candidatura foi obtida graças a mudanças arbitrárias feitas por ele na Constituição, sem que a esquerda protestasse – a mesma esquerda que gritou furiosa quando Álvaro Uribe quis fazer o mesmo na Colômbia, só que com fortíssimo respaldo popular) –, e foi para evitá-lo que o internacionalismo petista deslocou para a Venezuela a equipe de marketing de João Santana, sob os protestos da opinião pública, que reclama de interferência externa.

Não se sabe se além do João marqueteiro e de outro João – o “João de Deus”, curandeiro goiano que teria viajado à Venezuela em avião da FAB para tratar de Chávez –, a solidariedade petista enviará também, a exemplo do que ocorreu nas eleições anteriores do período chavista, as urnas eletrônicas brasileiras, as quais, não se sabe bem por que, Hugo Chávez, responsável pelo “excesso de democracia” em vigor na Venezuela, como disse Lula, quis introduzir sorrateiramente em Honduras antes da queda de Zelaya.

Voltando ao tema de Cuba – para cuja sobrevivência o regime chavista foi até aqui imprescindível –, cumpre lembrar que tudo, menos a “exportação” de médicos, poderia ser o resultado imediato da vultosa soma de dinheiro destinada pelo governo da presidente Dilma para a reforma do Porto de Mariel.

Para o leitor aquilatar a qualidade do “produto” a ser importado pelo governo petista, finalizo transcrevendo estes dois trechos de um artigo publicado por “O Estado de S. Paulo” em 3 de janeiro de 2011, sob o título de “Médicos reprovados”:

“Os resultados do projeto-piloto criado pelos Ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exterior confirmaram os temores das associações médicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626 foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar. A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas.

Sôbre a Elam, escrevia José Luiz Gomes do Amaral – Presidente da Associação Médica Brasileira,em 2008:
Quando a vontade política dobra a lógica e a lei.
Não há limite quando se trata de impor a vontade política. Alunos selecionados por meio de partidos políticos e movimentos sociais fazem um curso de “medicina” em Cuba e buscam ter seus diplomas reconhecidos no Brasil. Sem passar, porém, pelo processo avaliatório que habitualmente trata do reconhecimento dos diplomas. Buscam um status especial como se o curso feito em território cubano justificasse.
Longe de justificá-lo, a Escola Latino-Americana de Medicina de Cuba (Elam), cujo o currículo parece mais voltado para a doutrinação política do que para a prática clínica, não aplica aos alunos brasileiros o mesmo processo seletivo que aplica aos cubanos e nem permite aos egressos do Brasil clinicarem em Cuba da forma como pretendem.
Face a dificuldade de aprovar tais privilégios absurdos no Congresso, o governo criou um projeto piloto de validação de diplomas estrangeiros com foco específico em brasileiros formados pela Elam. A Associação Médica Brasileira, o Conselho Federal de Medicina e outras entidades médicas têm se manifestado escandalizados com essa manobra. Os critérios devem ser os mesmos para todos: exames nacionais nos moldes dos que já são feitos, e aplicados a todos os candidatos formados no exterior, depois de análise de equivalência curricular.
Não há, portanto, necessidade de procurar o caminho dos fundos quando a porta da frente pode ser aberta, a menos que não se tenha a chave para fazê-lo. Nesse caso, as chaves são o currículo e uma avaliação coerente.


“[...] As faculdades cubanas – a mais conhecida é a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana – são estatais e seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica. Os brasileiros que nelas estudam não se submeteram a um processo seletivo, tendo sido indicados por movimentos sociais, organizações não governamentais e partidos políticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008, organizações indígenas enviaram para lá 36 jovens índios.”

O eficiente ensino proporcionado por escolas fora do Brasil:



Médicos reprovados formados em escolas bolivianas, cubanas e argentinas



Os resultados do projeto-piloto criado pelos Ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exteriorconfirmaram os temores das associações médicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626 foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar. A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas.

As escolas bolivianas e argentinas de medicina são particulares e os brasileiros que as procuram geralmente não conseguiram ser aprovados nos disputados vestibulares das universidades federais e confessionais do País. As faculdades cubanas - a mais conhecida é a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana - são estatais e seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica. Os brasileiros que nelas estudam não se submeteram a um processo seletivo, tendo sido indicados por movimentos sociais, organizações não governamentais e partidos políticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008, organizações indígenas enviaram para lá 36 jovens índios.

Desde que o PT, o PC do B e o MST passaram a pressionar o governo Lula para facilitar o reconhecimento de diplomas cubanos, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira têm denunciado a má qualidade da maioria das faculdades de medicina da América Latina, alertando que os médicos por elas diplomados não teriam condições de exercer a medicina no País. As entidades médicas brasileiras também lembram que, dos 298 brasileiros que se formaram na Elam, entre 2005 e 2009, só 25 conseguiram reconhecer o diploma no Brasil e regularizar sua situação profissional.

Por isso, o PT, o PC do B e o MST optaram por defender o reconhecimento automático do diploma, sem precisar passar por exames de habilitação profissional - o que foi vetado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira. Para as duas entidades, as faculdades de medicina deCuba, da Bolívia e do interior da Argentina teriam currículos ultrapassados, estariam tecnologicamente defasadas e não contariam com professores qualificados.

Em resposta, o PT, o PC do B e o MST recorreram a argumentos ideológicos, alegando que o modelo cubano de ensino médico valorizaria a medicina preventiva, voltada mais para a prevenção de doenças entre a população de baixa renda do que para a medicina curativa. No marketing político cubano, os médicos "curativos" teriam interesse apenas em atender a população dos grandes centros urbanos, não se preocupando com a saúde das chamadas "classes populares".

Entre 2006 e 2007, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara chegou a aprovar um projeto preparado pelas chancelarias do Brasil e de Cuba, permitindo a equivalência automática dos diplomas de medicina expedidos nos dois países, mas os líderes governistas não o levaram a plenário, temendo uma derrota. No ano seguinte, depois de uma viagem a Havana, o ex-presidente Lula pediu uma "solução" para o caso para os Ministérios da Educação e da Saúde. E, em 2009, governo e entidades médicas negociaram o projeto-piloto que foi testado em 2010. Ele prevê uma prova de validação uniforme, preparada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC, e aplicada por todas as universidades.

Por causa do desempenho desastroso dos médicos formados no exterior, o governo - mais uma vez cedendo a pressões políticas e partidárias - pretende modificar a prova de validação, sob o pretexto de "promover ajustes". As entidades médicas já perceberam a manobra e afirmam que não faz sentido reduzir o rigor dos exames de proficiência e habilitação. Custa crer que setores do MEC continuem insistindo em pôr a ideologia na frente da competência profissional, quando estão em jogo a saúde e a vida de pessoas.


Fontes: IPCO/Revista Vigor/perisccopio.bligoo.com.br

sábado, julho 14, 2012

Ministro da saúde se prepara para instruir mulheres como fazer abortos ilegais.

Ministro da saúde se prepara para instruir mulheres como fazer abortos ilegais.





Isso é Brasil!.

por Matthew Cullinan Hoffman

12 de julho de 2012 (LifeSiteNews.com) — Quando a principal candidata presidencial do Brasil Dilma Rousseff foi confrontada com seu passado pró-aborto durante as eleições de 2010, ela protestou e afirmou que se opunha à matança de bebês em gestação.

À medida que os números dela de pesquisas de opinião pública e sua eleição ficaram em perigo, Dilma assinou uma declaração pública prometendo jamais introduzir leis para legalizar o aborto ou silenciar os que criticam a homossexualidade. Ela acabou ganhando a presidência por uma margem de doze por cento.



...Dilma afirmou na mensagem: “sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto”, em outro trecho diz: “ eleita presidente da República, não tomarei nenhuma iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família”...

Os ativistas pró-vida estão agora protestando, pois estão aparecendo reportagens na mídia brasileira sobre planos por parte do governo de Dilma para instruir as mulheres como realizar abortos químicos, no nome da “redução de danos e riscos para o aborto ilegal”.

As mulheres que desejarem fazer um aborto “clandestino” informariam ao ministro da saúde de seus planos, e receberiam treinamento de como realizar os abortos, e até receberiam drogas para abortar, embora sejam atualmente ilegais. Elas receberão então livre acesso a atendimento médico pós-aborto às expensas do Estado, de acordo com reportagens.

Embora o governo de Dilma não tenha ainda confirmado ou negado as reportagens, Eleonora Menicucci (Veja aqui entrevista de Eleonora Menicucci em 14/10/2004), ministra pró-aborto da Secretaria de Políticas para as Mulheres, recentemente disse para a Folha de S. Paulo que “Somente é crime praticar o próprio aborto, mas que o governo entende que não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto”.

Menicucci, ex-ativista marxista que passou tempo na cadeia com a presidenta Dilma por terrorismo no início da década de 1970, se gabou publicamente de ter feito vários abortos em si mesma, bem como ter recebido treinamento de como realizar abortos na Colômbia. O aborto é ilegal no Brasil e na Colômbia, embora  tenha penas criminais em um número muito pequeno de casos.

A revelação levou a acusações, feitas por ativistas pró-vida, de que Dilma está contradizendo sua afirmação de que ela se opôs ao aborto durante as eleições de 2010.

A Divisão 1 Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil [nota de Julio Severo: a CNBB é uma organização notoriamente esquerdista] divulgou uma declaração denunciando a mudança radical de Dilma e pedindo que ela demita seus ministros que estão causando ofensa.

A política de Dilma, escrevem eles, é “incentivar e difundir o aborto, favorecendo os interesses de organismos internacionais que querem impor o controle demográfico aos países em desenvolvimento, mesmo se isto leva a Presidente a desrespeitar a vontade da maioria do povo brasileiro, que é contrária ao aborto, e a infringir as mais elementares regras da democracia”.

Eles pedem a “demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci da Secretaria das Políticas para as Mulheres” e a “demissão imediata do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que está coordenando a implantação das novas medidas a serem tomadas por esse Ministério”.

Fonte:juliosevero.blogspot.com.br

sexta-feira, julho 13, 2012

PEDOFILIA; começou a normalização?.






CNN abriga cientista simpático à alegação de predadores de crianças de que a culpa é das “conexões cerebrais”

por Chelsea Schilling


Indivíduos que estupram crianças ou que fantasiam abusar delas sexualmente merecem simpatia pelo motivo de terem nascido com cérebros de pedófilos?
Essa é a questão levantada por um cientista e âncora famoso da CNN após o recente escândalo envolvendo Jerry Sandusky.

A CNN recentemente publicou uma reportagem de James Cantor, um psicólogo e cientista homossexual do Centro de Dependência e Saúde Mental da Clínica de Comportamento Sexual, que trabalha como professor associado de psiquiatria na Universidade de Toronto.
“Parece que é possível nascer com um cérebro predisposto a experimentar um estímulo sexual em resposta a crianças”, escreve ele em seu artigo para a CNN.

E continua: “Casos de abuso sexual de crianças que envolvem uma longa sequência de vítimas ao longo de anos ilustram o que pode acontecer quando alguém se rende aos seus interesses sexuais, ou deliberadamente os estimula, independente do dano potencial às outras pessoas. São esses casos que dominam as manchetes e provocam repulsa com relação aos pedófilos. Mas eles são raros. Um número incontável de casos merece simpatia. A ciência sugere que eles são indivíduos que, involuntariamente, nasceram com um impulso sexual ao qual devem resistir continuamente, sem exceção, ao longo da vida toda. Pouca ou nenhuma assistência está disponível para eles”.

De acordo com a Associação Americana de Psicologia, Cantor é entusiasmado pelas bases neurológicas do comportamento sexual, e brinca, “Sinto-me sortudo de ter encontrado uma maneira de estimular meu cérebro intelectualmente permitindo-me pensar em sexo o tempo todo”.
Ele estudou os cérebros de homens pedófilos por meio de ressonância magnética. Cantor explica suas descobertas:
“Homens pedófilos possuem uma quantidade consideravelmente menor de substância branca, que é o tecido conjuntivo responsável pela comunicação entre diferentes regiões do cérebro. Os pedófilos executam com desvantagem diversos testes de função cerebral, tendem a possuir estatura mais baixa e são três vezes mais propensos a serem canhotos ou ambidestros (características observáveis antes do nascimento). Embora características não biológicas possam se mostrar relevantes, é difícil, se não impossível, explicar as descobertas da pesquisa descartando um forte papel da biologia”.

Ele explica, da sua experiência com esses indivíduos, que os pedófilos agem com base nos seus impulsos sexuais e estupram crianças “quando se sentem mais desesperados”.
“No entanto, boa parte do que a sociedade faz tem ajudado a aumentar em vez de reduzir esse desespero”, escreve.

Nos EUA, observa Cantor, o foco tende a cair sobre as punições exigidas depois que o abuso sexual aconteceu, em vez de se implantar políticas sociais com foco na prevenção.
“Se são as conexões cerebrais que no fim das contas determinam quem irá desenvolver a pedofilia, poderíamos detectá-las cedo o suficiente para evitar o processo?” pergunta. “Até que descubramos mais informações, faremos um bem maior tornando mais fácil para os pedófilos buscarem ajuda do que forçá-los à discrição solitária”.

Enquanto isso, o âncora da CNN se intromete para expressar simpatia por Sandusky, considerado culpado de 45 das 48 acusações de abuso sexual depois de ter estuprado 10 garotos ao longo de 15 anos.

Don Lemon, da CNN, um homossexual assumido que revelou que foi estuprado quando criança, entrevistou Cantor sobre as suas descobertas. No trecho, ele afirma:

“Sei que muitas pessoas irão me enviar mensagens de ódio por isso. Nunca fui o tipo de pessoa que se alegra com a desgraça dos outros, e quando vi Jerry Sandusky sair algemado, senti um pouco de pena dele, mesmo que saiba que o júri havia descoberto que ele havia feito coisas terríveis, pensei: ‘A vida dele acabou’. Todos esses meninos, foi terrível para eles também. Não há vencedores”.

Enquanto isso, alguns especialistas alertam sobre campanhas bastante controversas nos últimos anos que buscam a simpatia, e até a normalização, da pedofilia.

No ano passado, a Dra. Judith Reisman, que lidera uma investigação do Ministério de Justiça dos EUA sobre o abuso sexual de crianças, afirma que os defensores da pedofilia estão utilizando a mesma estratégia aplicada com sucesso para tornar o homossexualismo um assunto de sala-de-aula para crianças pequenas nas escolas públicas do país.

Conforme noticiado pelo WND, Reisman esteve em uma conferência feita pelo grupo de defesa das “pessoas que sentem atração por menores” B4U-ACT, cujo objetivo era o de disseminar “informações precisas” sobre a posição de que a pedofilia é nada mais do que uma orientação sexual alternativa.

“Se um país estrangeiro viesse e fizesse isso em nosso país, todos ficariam escandalizados”, disse Reisman a respeito do evento do B4U-ACT, em que também esteve presente Matt Barber, vice-presidente do Liberty Counsel Action.
Os palestrantes pediram a remoção da pedofilia da lista de distúrbios mentais da Associação Americana de Psiquiatria no seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM).

Reisman explica que a mesma estratégia foi utilizada pelos ativistas homossexuais na década de 1970, quando a atração pelo mesmo sexo foi removida da lista de distúrbios da Associação. Mais tarde, seguiu-se a legalização do “casamento gay”, as aulas obrigatórias sobre o homossexualismo nas escolas públicas e a política que permite o homossexualismo assumido nas forças armadas dos EUA.

“O Dr. John Sadler (Universiade do Texas) argumentou que critérios diagnósticos para distúrbios mentais não deveriam ser baseados em conceitos de vício, uma vez que tais conceitos estão sujeitos a mudanças de atitudes sociais, o que desvia os profissionais de saúde mental do seu papel como terapeutas”, disse a organização B4U-ACT em um relatório sobre sua conferência em Baltimore.

Outra celebridade foi Fred Berlin, da Universidade de Johns Hopkins, que argumenta em favor da “aceitação e da compaixão por pessoas que sentem atração por menores”, continua o relatório.

O relatório se refere enfaticamente a “pessoas que sentem atração por menores” em referência aos pedófilos, e explica que as questões podem ser resolvidas com “informações precisas”. Richard Kramer, que representou o B4U-ACT no evento, sustentou que listar a pedofilia como uma desordem estigmatiza as “vítimas” dessa escolha de estilo de vida.
De acordo com Barber, os palestrantes da conferência disseram que o Manual Diagnóstico deveria “se concentrar nas necessidades” dos pedófilos e deveriam ter “um foco mínimo no controle social” em vez de um foco na “necessidade de proteger as crianças”.

Barber, defensor veemente dos valores judaico-cristãos e da família tradicional, disse ao WND que a conferência foi “a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos [conhecida pela sigla em inglês NAMBLA] disfarçada da linguagem pomposa de Ph.Ds elitistas”.
A NAMBLA defende abertamente a legalização das relações sexuais entre adultos e crianças.
“Isso é um monte de relativistas morais bem-educados da comunidade de saúde mental tentando atingir a tolerância absoluta", afirma Barber. “Essa gente são discípulos de Alfred Kinsey”.

Foi nas décadas de 40 e 50 que Kinsey, o “pesquisador” sexual, Kinsey publicou os seus escritos ridicularizando o casamento, a fidelidade e a castidade e pregando a experimentação sexual generalizada. Mas de acordo com a pesquisa de Reisman no livro “Sexual Sabotage” (“Sabotagem Sexual”), a pesquisa de Kinsey foi compilada com informações frequentemente obtidas de criminosos sexuais encarcerados, que depois eram retratados como integrantes da classe média americana.

Barber disse que os temas da conferência se tornaram claros rapidamente:

 Os pedófilos são injustamente “demonizados” na sociedade.

 O conceito de “errado” não deveria ser aplicado a “pessoas que sentem atração por menores”.

 “Crianças não são inerentemente incapazes de consentir” à relação sexual com um adulto.

 “O desejo de uma adulto de ter relação sexual com crianças é ‘normativo’”.

 E o Manual Diagnóstico “ignora que os pedófilos ‘possuem sentimentos de amor e romance por crianças’ da mesma forma que adultos heterossexuais possuem uns pelos outros”.

Barber observa que o palestrante autointitulado “ativista gay”, Jacob Breslow, afirma que é natural que as crianças sejam “o objeto da nossa atração”. Breslow sustenta que os pedófilos não deveriam precisar de consentimento de uma criança para ter relações sexuais da mesma forma que não precisam de consentimento de um sapato para calçá-lo, de acordo com Barber.

Berlin havia noticiado anteriormente que 67% dos pedófilos e estupradores de crianças tinham recaídas após serem tratados do distúrbio. Mas os poucos que não tiveram recaídas foram monitorados por apenas dois anos, e qualquer reincidência depois disso não foi relatada. E Reisman observa que mesmo suas “histórias” de sucesso eram anônimas e “não verificadas de forma alguma”.

Em um comentário  feito para o WND, Reisman afirma que “O caminho da Associação Americana de Psiquiatria para normalizar a pedofilia segue o sucesso da campanha do anarquismo homossexual. Possivelmente o lobby da mídia pedófila orientou os beijos apaixonados entre meninos na série de TV ‘Glee’ para permitir que seus amigos “que sentem atração por menores” possam ser vistos cada vez mais como ‘amigos’ sexuais de meninos’.

“O B4U-ACT alega estar ‘ajudando profissionais de saúde mental a aprenderem mais sobre a atração a menores e considerar os efeitos dos estereótipos, dos estigmas e do medo’. Enquanto o grupo alega querer ensinar aos pedófilos ‘como viver plenamente e se manter dentro da lei’, ninguém sugeriu como parar com seu desejo sexual por crianças ou com os abusos sexuais”, escreveu.

No entanto, em 2010, quando o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de estado do Vaticano, associou o homossexualismo aos abusos sexuais, Cantor rejeitou a alegação de que haveria uma ligação entre o homossexualismo e a pedofilia.

“A literatura científica é solidamente clara que não há absolutamente nenhuma associação entre ser gay e ser um pedófilo”, disse à CNN.

Fonte: juliosevero.blogspot.com.br

quinta-feira, julho 12, 2012

A Partícula de Deus.





por Herman Glanz –

Descobre-se de que há mais uma partícula subatômica, a 32ª, o bóson de Highs, que foi chamada de “Partícula de Deus”, por se supor, repetindo, supor que seria a partícula que dá massa aos corpos. Por enquanto esse fato ainda não foi provado e se é de fato a partícula que se espera que seja. Um grupo de professores do Instituto Weizmann ajudou na construção do detector de partículas; um professor do Instituto Technion, de Haifa, projetou o experimento-chave para a detecção e muitos outros cientistas colaboraram na construção do acelerador de partículas, incluindo brasileiros.

Mas partícula ou não, o que será que dá massa ao antissemitismo que campeia pelo mundo afora? O que faz incorporar energia a esse antissemitismo abjeto, esse ódio aos judeus que se mostra crescente e sob outros ângulos? Há uma forte reação dos orientais contra o ocidente, o modo de vida democrático, a liberdade, a cultura e o empreendedorismo do mercado do Ocidente. E Israel é uma cunha no meio do mundo muçulmano naquela região com uma cultura ocidental, portanto, além do tradicional ódio, é o ódio ‘plantado’ na região. E aqueles que preveem o apocalipse querem a eliminação dos judeus, concluindo como os nazistas por um genocídio. Assim falam o Irã de Ahmadinejad, o Hamas, o Hizbollah e Mahmoud Abbas da Autoridade Palestina, sempre maquinando em como provocar a ira contra Israel. A bola da vez é que Arafat foi assassinado e não que morreu de Aids.

A Igreja Metodista americana aprovou boicotar seletivamente produtos de Israel. A Igreja Episcopal submete à aprovação medidas contra a “ocupação” israelense. A Igreja da Inglaterra tem programado para o Sínodo, resolução sobre a “ocupação” israelense. SABEEL – Centro Ecumênico da Teologia da Libertação trabalha com a Rede da Missão Presbiteriana Palestina-Israel de ativistas pró-palestinos, com a Igreja Episcopal, com a Missão Kairos da Igreja Metodista. O governo da Holanda entrega 88 milhões de euros para a ‘Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Inter-igrejas’ para apoiar movimentos palestinos.

A lista é longa e não podemos relacionar tudo. Mas apenas indicamos que há apoio para um lado, lado que promove ataques terroristas e não aceita a presença israelense. Tanto aqui, como em toda a América, defendem-se os direitos dos indígenas que foram massacrados para tomar-lhes as terras. Mas lá, como os indígenas, os primitivos eram judeus, que foram massacrados e expulsos para tomar-lhes as terras não merecem igual tratamento. Lá não se aplica a ‘Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas’, aprovada pela ONU para os primitivos ocupantes. Descobertas recentes mostram que os indígenas não foram os primitivos; a descoberta de esqueleto de DNA caucasiano, datado de 9.000 anos, traz novas luzes, indicando que os selvícolas massacraram os primitivos. Portanto, algo está errado, e muito no Oriente Médio. É a manifestação do ódio contra o progresso numa região de atraso e de fascismo.

Enquanto isso, continua a guerra na Síria, fazendo muita gente não entender como ocorreram rápidas deposições de ditadores noutros países na denominada ‘Primavera Árabe’ e nada ocorre na Síria, apesar das sanções do Conselho de Segurança da ONU. É que nenhum país quer cumprir as sanções, tanto para a Síria como para o Irã. Veja-se: Itália, Alemanha, Suíça, França, Inglaterra, Suécia, Rússia todos vendem armas e outros produtos industrializados, diretamente ou indiretamente. Portanto, não há interesse em derrubar o ditador Bashar Assad da Síria. Por isso, a região continua conturbada. Enquanto isso, o terror ganha.

quarta-feira, julho 11, 2012

PRÉ SAL, UM RECURSO INESGOTÁVEL DE INCOMPETÊNCIA.





O Wall Street Journal relata percalços enfrentados por empresas como Petrobras e OGX, que tiveram que reduzir expectativas de produção.

Investidores brasileiros têm descoberto que os recursos naturais do pré-sal não significam exatamente dinheiro na mão" e que a "euforia (do petróleo) sucumbiu à realidade", diz uma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal norte-americano Wall Street Journal.

Com o título "Por que o petróleo brasileiro demora a pegar fogo", o artigo faz uma análise do preço das ações do setor petroleiro no Brasil, dizendo que os papéis da Petrobras estão hoje no mesmo patamar do que em outubro de 2006 e que as ações da empresa OGX perderam dois terços do seu valor de mercado desde 2008.

De acordo com a reportagem, as duas empresas brasileiras diminuíram suas estimativas de produção e estão tendo que investir mais do que o previsto.

O consultor de energia especialista em América Latina Roger Tissot diz no artigo acreditar que o Brasil foi superestimado quanto ao seu potencial petrolífero. Tissot culpa o governo brasileiro: "a política do governo limita a implantação de capital estrangeiro e a especialização, retardando o desenvolvimento e aumentando os custos".

O Wall Street Journal culpa exigências feitas pelo governo, de que investimentos tenham aproveitamento local, por ineficiências nos gastos. (Mas nós brasileiros culpamos o amadorismo dessa gente absolutamente incapaz de gerir um simples bordel de beira de estrada)

Com isso, segundo o diário, o custo de produção por barril da estatal brasileira aumentou.

De acordo com Matt Portillo, analista do banco de investimentos Tudor, Pickering, Holt & Co., ouvido pelo jornal, empresas estrangeiras envolvidas na descoberta das reservas do pré-sal têm sido um melhor investimento e conseguiram se beneficiar do entusiasmo criado, inclusive com a venda de participações no negócio para outras empresas.

O jornal diz que ações de empresas colombianas do setor tiveram um desempenho "bem melhor que os rivais brasileiros".

A indústria do petróleo do país vizinho cresceu 6,5% por ano desde 2003. Esse aumento coincidiria com novas políticas para encorajar o investimento estrangeiro em petróleo e gás.(economia.ig.com.br)

CONTINUAMOS IMPORTANDO GASOLINA

Apesar do volume recorde processado, em torno de 2,01 milhões de barris por dia no mês de junho, a Petrobras teve de aumentar as importações de combustíveis no primeiro semestre para fazer frente ao forte crescimento do consumo.

Segundo o comunicado, a empresa importou em maio uma média de 73 mil barris diários de gasolina, com expansão de 98% sobre o mesmo mês do ano passado. Já as compras externas de diesel chegaram a 149 mil barris diários em maio, um volume similar ao do ano passado, mas 50% superior à média diária de 2009.

A Petrobras calcula que caso não consiga operar as refinarias que está construindo, o Brasil terá de importar em 2020 cerca de 40% do combustível que consome.

Com o objetivo de reduzir a importação de gasolina, o governo anunciou na segunda-feira que estuda a possibilidade de elevar de 20% até 25% a porcentagem de etanol que as distribuidoras têm de misturar à gasolina.

terça-feira, julho 10, 2012

O HOLOCAUSTO DE JUDEUS E O HOLOCAUSTO DE BEBÊS.



O HOLOCAUSTO DE JUDEUS E O HOLOCAUSTO DE BEBÊS.

Julio Severo



Exclusivo: Matt Barber defende comparação entre Auschwitz e clíninas de planejamento familiar

Recentemente, terminei de ler “Bonhoeffer”, escrito por Eric Metaxas. O livro, uma biografia de aproximadamente 600 páginas do influente pastor e teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer, simplesmente mudou minha vida. No livro, Metaxas ilustra de forma brilhante como Bonhoeffer viveu e morreu conforme a admoestação de Cristo: “a fé sem obras é morta” (Tiago 2:20).

Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano alemão famoso
por participar de conspiração para matar o ditador Adolf Hitler

Embora Bonhoeffer tivesse escrito vários livros amplamente lidos sobre teologia e apologética cristã, ele é lembrado principalmente por seu papel chave numa das várias conspirações alemãs para assassinar Adolf Hitler e derrubar o governo nazista. Por tal motivo, ele foi capturado e enforcado apenas semanas antes do final da 2ª Guerra Mundial.
Alemanha nazista era a própria
essência da cultura da morte

Parece natural neste ponto viajar no território da resenha deste livro, que todos deveriam ler. Contudo, resistirei a essa tentação. Embora “Bonhoeffer” nos leve a pensar em vários temas teológicos, filosóficos e políticos, em mim o efeito foi me levar a ver a semelhança entre Alemanha de ontem e os EUA de hoje.
Quando li sobre os esforços de Bonhoeffer para frustrar a matança genocida de milhões de judeus, deficientes e outros “inimigos do Estado”, não pude evitar reconhecer os paralelos entre o vasto holocausto executado na Alemanha nazista apenas décadas atrás e o holocausto nos dias de hoje que está ocorrendo nos Estados Unidos.
Enquanto que os nazistas eram responsáveis pelo assassinato indiscriminado de mais de 6 milhões de judeus, os americanos de hoje que apoiam a prática do homicídio pelo aborto são igualmente cúmplices da matança sistemática de 55 milhões — e contando — de seres humanos igualmente preciosos depois de Roe versus Wade [decisão do Supremo Tribunal dos EUA que legalizou o aborto em 1973, permitindo hoje nos EUA o aborto durante todos os nove meses de gravidez — desde o momento da concepção até o dia do parto]. Os paralelos são inegáveis e a ciência é inequívoca. Assassinato é assassinato, seja qual for a fase de desenvolvimento da vítima humana.
Mais de 50 milhões de bebês em gestação já foram
abortados pela insana lei em vigor nos EUA

As semelhanças fortes entre os dois holocaustos não se perderam nem em Dietrich Bonhoeffer nem Eric Metaxas. “A destruição do embrião no útero da mãe viola o direito de viver que Deus concedeu à vida que está se iniciando”, escreveu Bonhoeffer em “Ética”, seu último livro.

“Fazer a pergunta se estamos aqui já preocupados com um ser humano ou não é meramente confundir a questão. O fato simples é que Deus certamente teve a intenção de criar um ser humano e que este ser humano iniciante foi deliberadamente privado de sua vida. E isso nada mais é do que assassinato”, concluiu ele.
Aliás, o Salmo 139:13 KJA diz: “Tu formaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe”.

Assim, vem-me à mente que aqueles que se chamam “pró-vida” e colocam sua fé em prática na defesa dos seres humanos inocentes — tal qual fez Dietrich Bonhoeffer — honram a memória desse mártir cristão e o Deus que ele servia. Eles apanharam o manto. Eles estão prosseguindo o nobre trabalho que ele fazia.

Em contraste, se os ativistas pró-vida são Dietrich Bonhoeffers modernos, então o que são os que apoiam o aborto? Nos anos que precederam a 2ª Guerra Mundial e até mesmo durante a guerra, muitos alemães — que, em outros aspectos, eram pessoas geralmente boas — sucumbiram à propaganda nazista e aceitaram a horrenda perseguição aos judeus que se intensificou de uma lenta ebulição até se tornar uma torrente de chuva em brasa ao redor deles. Aliás, eles apoiavam exatamente o mesmo tipo de lixo semântico, eufemístico desumanizador adotado por aqueles que hoje se chamam “pró-aborto” e dizem que são simplesmente a favor do direito das mulheres “escolherem”.

É simplesmente assombrosa a capacidade humana de desculpar o genocídio.

Em 2 de fevereiro de 2012, Eric Metaxas fez a palestra principal no National Prayer Breakfast, evento nacional de oração realizado todos os anos em Washington, D.C. Ele foi claramente inspirado e influenciado pelo assunto de sua recente biografia.

Na mesma plataforma, a poucos passos, estava Barack Obama, o presidente mais radicalmente pró-aborto da história dos EUA. Numa exibição espetacular de determinação e coragem, Metaxas caminhou até o president e lhe entregou um exemplar de “Bonhoeffer”. Ele então deu um dos discursos mais fortes e estimulantes que já ouvi.

Embora o presidente Obama estivesse se contorcendo nervosamente em sua cadeira, Metaxas falou sobre seu livro e sobre o holocausto do aborto com clareza incisiva, dizendo, em parte: “Somos capazes das mesmas coisas horríveis… Sem Deus, não podemos ver que eles (os bebês em gestação) são também pessoas. Portanto, nós que sabemos que os bebês em gestação são seres humanos temos ordens de Deus de amar aqueles que não veem isso. Precisamos saber que sem Deus estaríamos do outro lado dessa linha divisória, lutando pelo que acreditamos ser certo. Não podemos demonizar nossos inimigos. Hoje, se você crê que o aborto é errado, você precisa tratar aqueles que estão do outro lado com o amor de Jesus”.
Aliás, a Bíblia nos admoesta a orar por nossos inimigos — amar aqueles que praticam o mal.
Contudo, temos também ordens de falar a verdade. Somos instruídos a odiar aquilo que é mau e lutar — na verdade, lutar até a morte se necessário — por aquilo que é bom.
Sem dúvida, serei acusado de demonizar os apoiadores do aborto ao igualar o genocídio do aborto ao Holocausto nazista. Serei acusado de violar a “lei de Godwin” que sustenta que: “Se uma discussão na Internet se prolonga por algum tempo, a chance de aparecerem comparações envolvendo Hitler ou nazistas se aproxima de 100%.”.
Tudo bem.

Entretanto, minha comparação não tem a intenção de ser um ataque contra pessoas. Aliás, não é um ataque. É simplesmente o que é. Identificar a inegável combinação entre o holocausto nazista e o holocausto do aborto nos EUA respectivamente para fazer uso da melhor analogia disponível. Não consigo pensar numa comparação mais apropriada. Se o calçado serve, como se diz, use-o.
De fato, o holocausto que os EUA estão cometendo não é menos real — não é menos maligno do que o holocausto que foi cometido pelo governo nazista. Simplesmente trocamos as câmaras de gás pelas clínicas de aborto — de Auschwitz para a Federação de Planejamento Familiar.

Eu amo os Estados Unidos. É o maior país da terra. Apesar disso, enquanto os EUA continuarem permitindo essa matança contínua dos seres humanos mais inocentes entre nós, os EUA não são melhores do que a Alemanha nazista. O aborto legal será visto pelos nossos descendentes como a maior praga na herança dos EUA.

Viver com o aborto legal nos EUA é viver debaixo de vergonha. Viver debaixo da liderança de Obama e outros políticos americanos pró-aborto é viver sob o Terceiro Reich.

Comentário de Julio Severo: Este artigo levou-me a uma importante pergunta. Sei, como seguidor de Jesus Cristo, que temos de amar nossos inimigos. Mas, ao usar o exemplo de Bonhoeffer, Barber entrou num território complexo. Bonhoeffer também cria que ele devia amar seus inimigos. E ele os amava. Mas, ao mesmo tempo, ele lutou ativamente para derrubar Hitler e ele ajudou ativamente o movimento para matar Hitler. Se os EUA e seu horrendo holocausto do aborto são tão malignos quanto a Alemanha nazista era, conforme indicou Barber, os cristãos americanos deveriam fazer menos do que Bonhoeffer e seus corajosos companheiros fizeram?