segunda-feira, setembro 24, 2012

Primavera de Flores, Árvores, Paz e Amor.















por Herman Glanz – 




Chegou a Primavera na parte debaixo do equador, a estação das flores, precedida pelo Dia da Árvore. Aqui buscamos Paz e Amor, para amanhecer cantando, como nos ensina a cancioneiro, sem guerras e sem violência.


Nós da Organização Sionista podemos dar o exemplo, pois criamos, há mais de um século, o KKL (Keren Kayemet LeIsrael (KKL) , para plantar árvores e reflorestar, criando parques e flores. É o LADO VERDE DO SIONISMO. O KKL é A PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO ECOLÓGICA, quando a ecologia praticada não figurava ainda nos dicionários. Enquanto isso, presenciamos, atualmente, a Primavera das Guerras, a Primavera da Violência, a Primavera da Destruição, a Primavera do Ódio que se espalha como erva daninha, como praga, matando impunemente. O protesto é válido, a matança, não. A divergência é válida, o ódio gratuito, não. Devemos respeitar uns aos outros.


A Primavera de Paz não chegou ao Irã, que declara que a guerra com Israel é inevitável. E guerra com armas nucleares nos diz que as consequências são catastróficas e bota catástrofe nisso. O Irã avança na América Latina, dobra o número de embaixadas. O Hizbollah, aliado e longa mano iraniano, já atua na América Latina, com bases na Venezuela, na Argentina, na Nicarágua e, sem alarde, em nossas bandas. E, como destilam um ódio anti-israelense, mas também antijudaico, é preciso ficar alerta, porque não entendem o significado de uma Primavera de Paz.

Enquanto se plantam árvores e flores para uma Primavera de verdade, plantam bombas e mortes. Hugo Chávez, conforme notícias de Paris e Madri, prepara milícia para caso de perder as eleições, já dispondo de 125.000 milicianos bolivarianos armados, prontos para entrar em ação. E o Comandante da Marinha iraniana, informa que o Irã está se preparando para enviar expedição para a Antártica, mostrando que o Irã quer presença no Sul.

Mas os problemas não somente atingem Israel e o judaísmo, porque, se utilizando da experiência em virtude de Israel ter desocupado Gaza, o Hamas que se infiltrou no Sinai egípcio e, no momento, se prepara para a eventualidade de Israel ceder partes da Margem Ocidental, para se infiltrar na Jordânia. É preocupante.

Enquanto a Primavera Árabe tem-se mostrado um inverno de guerras e violência, com o recente assassinato do Embaixador americano na Líbia, num macabro linchamento, diferente do que diziam fontes americanas, de que o embaixador morrera por asfixia pela fumaça, espalham-se os protestos contra o que chamam de blasfêmia contra o islã. É preciso distinguir liberdade de expressão da expressão de ódio, porque nós sabemos como as expressões de ódio matam, como eram retratados os judeus para fomentar e propagar o ódio, sempre com falsas acusações.

A Primavera chega e o mundo continua se digladiando, onde até a China e Japão se estranham por causa de ilhotas. Mas o Yom Kipur se aproxima e pretendemos que todos mereçam a assinatura divina e a respectiva chancela conceda não só um ano venturoso mas traga a visão primaveril de flores e amores.

Para o Pletz.


Outubro amargo?.


por Percival Puggina


Mas eis que quando o outubro amargo se aproxima, se evanesce a ilusão. Não há compadres em número suficiente no plenário do Supremo.


Lula tinha três projetos importantes para 2012. O primeiro era alcançar um crescimento robusto da economia. Quando o ano começou, Dilma, no melhor estilo lulista, desfilava arrogância dando conselhos a chefes de Estado sobre como superar a crise. Mas eis que quando se aproxima o outubro amargo, depois de uma dúzia de pacotes para soprar as brasas da economia através do endividamento do povo, o PIB dá sinais de esgotamento e impotência. Parece não haver pílula azul que faça a economia adotar uma postura ascendente.

O segundo projeto lulista era eleger Haddad. Entendamos nosso ex-presidente. Ele estava nem aí para uma vitória do PT em São Paulo. Ele queria eleger o Haddad. Aliás, não era bem isso. Corrijo-me. Lula estava nem aí para o Haddad. Ele queria ser o cara que conseguiu fazer prefeito de São Paulo um desconhecido incompetente como o Haddad. Acontece que Marta Suplicy não apenas era candidata. Ela ponteava as primeiras pesquisas de opinião! Em setembro de 2011, Marta tinha 29% das intenções de voto contra 18% de José Serra. Num segundo cenário, trocando Marta por Haddad, este aparecia com 2% das intenções de voto. Voilá! Lula tinha em Haddad uma versão masculina para reproduzir o prodígio que fizera com Dilma. Certo de sua onipotência, exercendo aquela autoridade absoluta, mista de cacique e pajé (que só não funcionou na época do Mensalão), exigiu que a senadora renunciasse à candidatura em favor do seu pupilo. À medida que se aproximava o amargo outubro, Lula entrou em desespero: foi beijar a mão de Maluf nos jardins da casa dele e mandou a doublé de presidente desbancar do ministério a irmã do Chico Buarque. Ato contínuo, ofereceu a poltrona da Cultura para Marta que aceitou, subiu no palanque e tirou retrato com Haddad. No momento em que escrevo este artigo parece não haver mais tempo para que o quadro político proporcione alguma alegria a Lula.



O terceiro projeto lulista para 2012 era acabar com o processo do Mensalão. Tal missão foi enfaticamente assumida ao deixar a presidência. 
-"Xacomigo!", terá dito Lula. 
Com efeito, mesmo no mais diluído senso moral, os fatos do Mensalão enodoavam sua biografia. Ora, Lula se vê como Deon, o semideus da mitologia grega que tinha o poder de submeter os demais aos seus comandos de voz. Portanto, era só falar com um, falar com outro, dar algumas entrevistas e a maior parte dos ministros do STF, obedientes aos desígnios de quem os indicou, não se recusariam a lhe entregar a própria honra. Mas eis que quando o outubro amargo se aproxima, se evanesce a ilusão. Não há compadres em número suficiente no plenário do Supremo. Lula cruza as mãos sobre as próprias vergonhas e pede que o ano termine logo.

domingo, setembro 23, 2012

Estamos nas mãos de uma minoria que julga segundo suas opiniões próprias?.











Estamos nas mãos de uma minoria que julga segundo suas opiniões próprias?.



O Prof. Ives Gandra Martins, um dos mais renomados juristas brasileiros, de fama internacional, proferiu na capital paulista a substanciosa conferência “Estamos nas mãos de uma minoria que julga segundo suas opiniões próprias? – Por que o Supremo Tribunal Federal tomou decisões que chocam a consciência da maioria cristã dos brasileiros”, a convite do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. O evento, que aconteceu no dia 20/9 p.p., lotou o auditório do Clube Homs, na Avenida Paulista.

O conferencista dividiu em três partes sua exposição, dando uma visão de conjunto da atual situação jurídica no Brasil, e mostrando como está se tentando implementar todos os pontos do malfadado Programa Nacional de Direitos Humanos, decretado em 2009 pelo Governo Lula. Na primeira parte, mostrou como mudou o perfil da Supremo Tribunal na última década. Em segundo lugar, tratou dos recentes julgamentos inteiramente absurdos proferidas por tal Corte. Por fim, fez uma análise do projeto de novo Código Penal e das últimas decisões da Comissão da Verdade.

Segundo o jurista, sempre houve em torno do STF uma aura de popularidade, pelo fato de cumprirem a missão de “guardiões da Constituição”, fazendo o papel de “legisladores negativos”, isto é, que apenas julgavam quais leis não poderiam vigorar, por serem contra a Carta Magna. Após a subida de Lula à presidência, a Corte mudou de figura, pois em pouco tempo todo seu quadro foi renovado. Contando os 8 anos do mandato de Lula com o primeiro de Dilma Roussef, foram 11 ministros nomeados em 9 anos! A partir dessa reformulação, segundo Ives Gandra, o STF passou a desempenhar o papel de “legislador positivo”, isto é, que exorbita de suas funções e passa a legislar, papel este reservado ao Legislativo, como diria o conselheiro Acácio.



Essa nova “turma” passou assim a julgar casos de extrema gravidade moral e de conseqüências sérias para toda a nação, mudando de fato a legislação antes em vigor. Em 2008, a Suprema Corte aprovou a pesquisa com células tronco embrionárias, autorizando assim a morte de milhões de embriões humanos – seres humanos, portanto -, sob a alegação de que apenas pode ser objeto da proteção da lei “aqueles que fazem parte do registro civil” (sic!). Em 2011, para o estarrecimento da população, passou por cima da Carta Magna e permitiu a união entre homossexuais. Em 2012, a mesma corte aprovou o aborto de fetos anencefálicos, contrariando a constituição e sobretudo a Lei de Deus.

O palestrante mencionou de passagem o julgamento do “mensalão”, ora em curso, que tende a devolver ao STF parte do prestígio que estava completamente perdido após os mencionados julgamentos. Esperamos que não usem desse prestígio para aprovarem novas barbaridades em um futuro próximo…


Para mostrar o mais recente perigo jurídico que ameaça o Brasil, o eminente advogado fez um resumo dos 544 artigos do projeto de novo código penal, mostrando como a família, a propriedade e toda a sociedade sofrerão drásticos efeitos. Os que desejarem aprofundar a matéria, podem fazê-lo através do artigo publicado em Catolicismo em Setembro/2012, disponível também na internet através do  site http://ipco.org.br/home/noticias/projeto-de-codigo-penal-angustia-o-pais-parte-i.




Ao final, mostrou como as recentes decisões da Comissão da Verdade vão mais além do que o PNDH-3. Tal comissão, em lugar de mostrar aquilo que seu nome indica, apenas investigará os crimes “contra os direitos humanos cometidos pelos agentes de Estado”, sem sequer tratar dos crimes praticados pelos guerrilheiros e terroristas na história recente do Brasil.

O príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança fechou a sessão, mostrando como por detrás de todas essas manobras jurídicas está uma verdadeira conjuração, de alcance internacional, para tentar destruir tudo o que resta da civilização cristã, “fruto do sangue infinitamente precioso de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Cabe a nós reagir e fazer nossa parte para frear esse processo. Uma das formas, a que convidamos o leitor, é participar das campanhas e protestos realizados através do site ipco.org.br


Fonte:Instituto Plinio Corrêa de Oliveira





PESQUISAS ELEITORAIS: APENAS O COMEÇO DE UMA FRAUDE MAIOR.










Recordar é viver já dizia a marchinha de carnaval - de bons tempos que jamais voltarão; a não ser quando recobrarmos a moral há muito perdida - e vamos então voltar no tempo, exatamente em 2010 época de mais uma fraude que já se podia avistar, desde quando alguém indicou uma ilustre desconhecida para ser a sucessora de Dom Luiz Honóris Causa.




No Brasil já foram eleitos, hipopótamos, macacos, palhaços, cachorrinhos que tocam teclado e - pasmem ! - até pessoas honestas, mas em 2010 batemos um recorde: elegemos um poste. Então, vamos ao poste:


A MANIPULAÇÃO DAS PESQUISAS ELEITORAIS
Por Lúcio Neto

É preciso voltar um pouco ao passado para entender o presente. O passado nos mostrava o candidato Zé Serra com uma aceitação em torno de 45% antes mesmo de se lançar candidato. Já a candidata Dilma oscilava na faixa dos vinte a trinta e poucos por cento.
A partir do momento em que foi anunciada a sua candidatura ele caiu em queda livre em todas as pesquisas até chegar às vésperas da estréia do horário eleitoral com este último resultado da pesquisa DataFolha 33% X 41%.

Vamos analisar esse fato atípico. Aqui cabem várias perguntas:

- Será que o eleitor brasileiro queria Zé Serra apenas como promessa de ser candidato?
- Por que deixar de votar nele a partir do momento em que foi anunciada oficialmente a sua candidatura?
- Será que de uma hora para outra o eleitor entendeu que ele não tinha as melhores credenciais para ser presidente do Brasil?
- Que escândalos prejudicaram a imagem do Zé Serra no período?
- Será que o eleitor não aprovou a sua performance no debate da Band?
- Que fatos negativos marcaram a imagem do Zé Serra nesse período?
- Será que ele foi muito mal na entrevista do Jornal Nacional?

Em contraponto, a candidata petista sobe mais do que balão inflado. Por que ?

- Será que o eleitor reconheceu que o passado de guerrilheira das #FARC da candidata é um ponto positivo em seu curriculo?
- Será que o eleitor não viu nada demais no escândalo dos aloprados petistas do Lago Sul que foram pegos com a mão na botija produzindo mais um dossiê contra o Zé Serra?
- E o escândalo da quebra do sigilo fiscal do Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, foi considerado pelo eleitor como um fato normal?
- Será que o eleitor não entendeu o significado da denúncia do vice do Zé Serra, Indio da Costa, sobre as ligações do #PT com as #Farc, uma organização criminosa que mata, rouba, sequestra e faz tráfico de drogas?
- E o plano de governo da candidata apresentado ao TSE com todos aqueles temas polêmicos como aborto, censura à mida e etc.,?
- E o debate da Band? A candidata Dilma deu um show? E teve também uma excepcional participação na entrevista do Jornal Nacional?
O pano desce rápido. Vamos para outra cena também no passado.
Chuva de releases petistas veiculados em espaços generosos na mídia, apontavam para um desempenho extraordinário da candidata petista e faziam previsão de uma virada até meados de agosto, nas proximidades do início do horário eleitoral. Contavam que aos poucos, a petista estava derrubando mitos do Zé Serra como a sua liderança no Sul do país e em São Paulo. A virada em Minas Gerais, terra do Aécio Neves, era tida como certa.

Novamente o pano desce. Vamos para um análise atemporal.

Esse cenário esboçado pela central da campanha da candidata petista tem como aliada, praticamente, toda a mídia brasileira e para torná-lo crível aos olhos do eleitor adicione o elemento surpresa: os institutos de pesquisas.
A estratégia foi bem planejada e demorou um pouco para a ficha cair. Dois institutos, Sensus e Vox Populi, saíram na frente trombeteando resultados favoráveis à Dilma. O Ibope manteve-se numa posição intermediária com resultados favoráveis à candidata petista de uma forma mais discreta. O DataFolha fez o papel de bom moço. Suas pesquisas diziam que os demais estavam exagerando. Não é bem isso. Vamos com calma.

Tudo, mas tudo mesmo, religiosamente bem organizado e planejado. E não poderia ser diferente com tanta grana bancando esses serviços de manipulação da verdade.
E, finalmente, chegou o momento da grande virada como previsto pelo comité central da petista. Os três, Ibope, Sensus e Vox, uma semana antes se alinharam nos seus percentuais.

Em campo, o DataFolha preparava o complemento dessa farsa e anuncia de forma bombástica que Dilma está a três pontos de ganhar o jogo no primeiro turno.

Heresia maior do que essa é acreditar que Golgate é o único creme dental recomendado por todos os dentistas.

Manchetes pipocaram para tentar consolidar a conspiração:

“Pesquisa aponta que Serra caiu nos Estados que mais visitou”

“Dilma evita salto alto e diz que pesquisa mostra que campanha está em bom caminho”

O que eles querem dizer é que a campanha do Zé Serra é igual a caranguejo, ou seja, anda para trás. Quanto mais fatos positivos ele cria, quanto mais gente visita, quanto mais viaja, quanto mais palestras para associações e grupos ele faz, mais os seus índices de aceitação vão pro brejo da cruz.
Já a da Dilma é um mar de prosperidade. Ela é a galinha dos ovos de ouro. Suas palavras “gagas” soam como canto de sereias aos ouvidos dos “ulisses” espalhados nos mais diferentes rincões do país. O Brasil inteiro se rende aos encantos de uma candidata que com a sua varinha mágica de condão vai conquistando milhões de eleitores que se prendem à calda majestosa de seu vestido de rainha.
O seu desempenho é tão fantástico, tão extraordinário que nem mesmo Lula chegou nem perto de performance igual.

Isso, chama-se CONSPIRAÇÃO. Poderosos grupos de comunicação e empresas que apoiam essa conspiração estão brincando com fogo. E quem brinca com fogo está sujeito a queimar-se.

Aproveito para recomendar um artigo escrito por Bia Barbosa da Carta Maior “As trombetas anunciam perigo à vista!.

E aqui, nós vamos provar para você mais uma vez, que também essa pesquisa do DataFolha foi grosseiramente manipulada. O DataFolha deu uma de guardião da verdade apenas para reforçar a tese da conspiração. Agora, com esse resultado, alia-se aos demais, na tentativa de consolidar uma pretensa verdade só expressa em números manipulados.
Vamos aos dados. Antes, veja o que o DataFolha promete no seu Plano Amostral registrado no TSE:

“A amostra é estratificada por região geográfica, Unidade da Federação, e natureza (capital, outros municípios da região metropolitana ou interior) dos municípios. Em cada estrato, num primeiro estágio, são sorteados os municípios que farão parte do levantamento. Num segundo estágio, são sorteados os pontos de abordagem onde serão aplicadas as entrevistas. Por fim, os entrevistados são selecionados aleatoriamente para responder ao questionário, de acordo com cotas de sexo e faixa etária.”

É o mesmo que o juramento de um médico:

PROMETO:
Que ao exercer a arte de curar, me mostrarei
Sempre fiel aos preceitos da honestidade,
Da caridade e da ciência. Penetrando
No interior dos lares, meus olhos serão
Cegos, minha língua calará os segredos
Que me forem revelados os quais terei
Como preceito de honra; nunca me servirei
Da minha profissão para corromper
Os costumes ou favorecer o crime.
Se eu cumprir este juramento com
Fidelidade, goze eu a minha vida e a minha
Arte com a boa reputação entre os homens
E para sempre; se dele me afastar
Ou infringir suceda-me o contrário.

Mas, hoje, a mentira ficou tão banalizada que poucos profissionais cumprem o que prometeram nos seus juramentos solenes.

Acompanhe quadro a quadro como se faz para se servir de uma profissão e corromper os costumes para favorecer o crime da manipulação da verdade.

No total, foram ouvidos 10.856 eleitores em 382 municípios. A nossa soma geral de municípios que você vai ver no Resumo/BR, totaliza 370 porque deixamos de computar cidades administradas pelo PV e algumas, não todas, do PTB, porque não tivemos como confirmar a qual dos dois candidatos estavam coligadas nos Estados.
Vamos apresentar inicialmente os mapas por região, depois os destaques estaduais e na seqüência, comparativos por região e destaques estaduais com a pesquisa do Ibope.

Região Norte / Centro Oeste

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados …….07

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………..23

Total de Prefeituras do PSDB…………………….112

Total de Prefeituras do PT………………………..102

Total de Cidades…………….30

Total de Eleitores…………19.343.761

Nesta região a Dilma teria supostamente 8.317.817 votos contra 6.383.441 votos do Zé Serra. Foram visitadas 30 cidades, sendo 23 do PT ou de partidos coligados contra apenas 7 do PSDB ou coligados.

Região Nordeste

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados …….25

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………..83

Total de Prefeituras do PSDB…………………….196

Total de Prefeituras do PT………………………..135

Total de Cidades…………….108

Total de Eleitores…………36.091.327

Na Região Nordeste, Dilma, a sereia, supostamente teria 17.684.750 votos contra apenas 9.022.831. Foram visitadas 108 cidades tendo o “sorteio” escolhido 83 cidades do PT ou de partidos coligados e somente 25 do PSDB ou de partidos coligados.
No nosso entendimento, esta Região ocupa destaque na estratégia da conspiração. Eles vão querer compensar resultados do Sul e São Paulo para manter Dilma na dianteira e assim distanciá-la do Zé Serra.

Região Sudeste

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados …….41

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………..93

Total de Prefeituras do PSDB…………………….383

Total de Prefeituras do PT………………………..184

Total de Cidades…………….134

Total de Eleitores…………58.364.124

Aqui os estrategistas perderam a vergonha completamente. Para colocar Dilma na frente, eles sumiram com grande parte dos votos de Zé Serra em São Paulo, aumentaram a diferença no Rio de Janeiro e descolaram a petista em Minas. E para isso, nem precisa de calculadora científica. A Dilma ficou com 21.594.725 votos e Zé Serra com apenas 20.427.443 votos. Vá observando que o que eles fazem são intervenções cirúrgicas de alta precisão.
Foram visitadas 134 cidades, sendo 93 do PT ou coligados e apenas 41 do PSDB ou coligados.

Região Sul

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados …….19

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………..79

Total de Prefeituras do PSDB……………………., 94

Total de Prefeituras do PT………………………..126

Total de Cidades……………..98

Total de Eleitores…………20..91.480

O bolo dessa região eles deixaram para comer mais tarde. Aí seria demais e nem sapo à beira da lagoa iria sapear. O Zé Serra supostamente tem 8.237.506 votos e Dilma 6.831.103 votos. Foram visitadas 98 cidades sendo 79 do PT ou de coligados e apenas 19 do PSDB ou de coligados.

Veja o Resumo/BR:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………92

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………..278

Total de Prefeituras do PSDB……………………., 785

Total de Prefeituras do PT………………………….547

Total de Cidades……………..370

Total de Eleitores…………134.080.517

Que belo cenário para uma manipulação, não? De 370 cidades visitadas escolhidas por “sorteio” 278 são do PT ou de coligados e apenas 92 do PSDB ou coligados. Esse suposto resultado de 41% para Dilma e 33% para o Zé Serra está ancorado nele.

Vamos analisar agora alguns destaques estaduais, estados que o DataFolha entrevistou mais eleitores. A seguir vem a Bahia.

Bahia:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ……..09

Cidades do PT / Coligados Entrevistados…………35

Total de Prefeituras do PSDB……………………., .26

Total de Prefeituras do PT…………………………..66

Total de Cidades………………44

Total de Eleitores…………9.550.898

Parece que os Orixás baianos escolheram Dilma e o DataFolha consultou os búzios para dar 4.584.431 votos para a petista e somente 2.483.233 votos para Zé Serra. Os búzios também sorriram para a petista na escolha por “sorteio” das cidades. De 44 visitadas 35 são do PT ou coligados e apenas 9 do PSDB ou coligados.

Pernambuco:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………09

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….29

Total de Prefeituras do PSDB…………………….., .18

Total de Prefeituras do PT…………………………….8

Total de Cidades………………38

Total de Eleitores…………6.259.850

No Estado de Pernambuco, terra de Jesus Lula Cristo, a pesquisa do DataFolha não economizou nada. Generosos 55 pontos percentuais foram concedidos à ungida de Jesus, batizada nas águas do rio Capibaribe. E de 38 cidades visitadas 29 foram do PT ou coligados contra só 9 do PSDB ou coligados. Traduzindo em votos Dilma teria 3.442.917 e Zé Serra 1.377.167 votos.

Rio de Janeiro:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ……….05

Cidades do PT / Coligados Entrevistados…………..23

Total de Prefeituras do PSDB………………………….8

Total de Prefeituras do PT……………………………..9

Total de Cidades………………28.

Total de Eleitores………..11.589.763
No Estado do Rio de Janeiro, foram visitadas 28 cidades sendo 23 do PT ou partidos coligados e apenas 5 do PSDB ou partidos coligados. E assim a fada Dilma passou para 41% de aprovação e o Zé Serra apenas 25%. Dilma teria então 4.751.802 votos e Zé Serra 2.897.440. E não pensem que vai ficar. A varinha mágica da Dilma vai atrair mais votos ainda.

Paraná:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ……….11

Cidades do PT / Coligados Entrevistados…………..35

Total de Prefeituras do PSDB…………………………40

Total de Prefeituras do PT…………………………….32

Total de Cidades………………46.

Total de Eleitores…………11.589.763

No Estado do Rio de Janeiro, foram visitadas 28 cidades sendo 23 do PT ou partidos coligados e apenas 5 do PSDB ou partidos coligados. E assim a fada Dilma passou para 41% de aprovação e o Zé Serra apenas 25%. Dilma teria então 4.751.802 votos e Zé Serra 2.897.440. E não pensem que vai ficar. A varinha mágica da Dilma vai atrair mais votos ainda.

Por enquanto está sendo mantida a vantagem do Zé Serra. Mas, é provisório. O Zé Serra teria supostamente 3.116.636 e a Dilma 2.584.528. Das 46 cidades visitadas 35 foram do PT ou coligados e somente 11 do PSDB ou coligados.

Minas Gerais:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ……….12

Cidades do PT / Coligados Entrevistados…………..40

Total de Prefeituras do PSDB………………………..157

Total de Prefeituras do PT……………………………109

Total de Cidades………………52

Total de Eleitores…………11.589.763

No Estado do Rio de Janeiro, foram visitadas 28 cidades sendo 23 do PT ou partidos coligados e apenas 5 do PSDB ou partidos coligados. E assim a fada Dilma passou para 41% de aprovação e o Zé Serra apenas 25%. Dilma teria então 4.751.802 votos e Zé Serra 2.897.440. E não pensem que vai ficar. A varinha mágica da Dilma vai atrair mais votos ainda.

A vantagem da Dilma em Minas, não é apenas uma questão de votos, é antes de tudo, uma questão moral. É para desestabilizar mesmo ou tentar. Minas, é a terra do Aécio Neves todo mundo sabe. E lá ele manda no terreiro e canta de galo mesmo. Mas, a varinha mágica da fada Dilma faz milagres e o DataFolha sabe disso. Foi lá e sapecou 41% para Dilma contra 38% do Zé Serra.
O mineirinho, matutando e fumando o seu cigarrinho de palha deve ter pensado:
- Uai, sô! Cadê os vortos do Zé?

Pois é. O “sorteio” escolheu apenas 12 cidades do PSDB ou coligados contra 40 do PT ou coligados dentre as 52 visitadas.

São Paulo:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………24

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….26

Total de Prefeituras do PSDB…………………….., 205

Total de Prefeituras do PT……………………………60

Total de Cidades………………50

Total de Eleitores…………30.301.398

Eles adiaram mais um pouquinho a ultrapassagem da Dilma sobre o Zé Serra em São Paulo. Já deram uma justificativa. Desvincularam a campanha estadual da campanha presidencial. Eu já comentei isso aqui. Só assim é possível justificar nas próximas pesquisas uma suposta vantagem da Dilma sobre o Serra. Eles vão continuar com Alckmim na dianteira. O Lula não gosta de Mercadante. Ele é candidato na falta de outro.
O número de cidades do PSDB e coligados foi o mais alto dentre todos os Estados, mesmo assim o “sorteio” ainda favoreceu o PT.

Rio de Janeiro:

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………04

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….40

Total de Prefeituras do PSDB……………………... .19

Total de Prefeituras do PT……………………………60

Total de Cidades………………44

Total de Eleitores…………. 8.112.236

No Rio Grande do Sul faltou óleo de peroba para a cara pau da turma, tchê. De 44 cidades visitadas 40 foram “sorteadas” para o PT ou coligadas e apenas 4 para o PSDB ou coligados. Não é para menos que a Dilma tenha crescido no RS e Zé Serra encolhido.

Vamos passar para uma análise comparativa entre a pesquisa do DataFolha e a do Ibope. Você vai notar que a estratégia da conspiração é a mesma: o cenário criado por “sorteio”. Inicialmente, por região.

Região Norte / Centro Oeste

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………07 X 07

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….23 X 17

Na pesquisa do DataFolha o PT e coligados ficaram com 23 cidades e o PSDB e coligados apenas 7. Na do Ibope foram 17 para o PT e coligados e apenas 7 para o PSDB ou coligados.Vá observando esses números e comparando com os percentuais de cada.

Região Nordeste

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………25 X 09

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….83 X 38

Placar das cidades definidas por “sorteio” na Região Nordeste pelo DataFolha 83 PT ou coligados e somente 25 PSDB ou coligados. No Ibope 38 x 9.

Região Sudeste

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………41 X 18

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….93 X 53

93 cidades do PT ou coligados contra apenas 41 do PSDB ou coligados na do DataFolha. Já o Ibope não deixou por menos “sorteou” 53 para o PT e coligados e 18 para o PSDB e coligados.

Região Sul

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………19 X 05

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….79 X 24

O PT ficou com 79 cidades no “sorteio” e o PSDB com apenas 19 na pesquisa do DataFolha. No Ibope o sorteio apontou o placar de 24 para o PT e apenas 5 para o PSDB.

Bahia

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………09 X 03

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….35 X 08

Na Bahia foram 35 cidades para o PT e coligados pelo “sorteio” do DataFolha e somente 9 para o PSDB e coligados.
O Ibope “sorteou” 8 cidades para o PT e apenas 3 para o PSDB ou coligados.

Pernambuco

DataFolha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………….09 X 02

Cidades do PT / Coligados Entrevistados……………..29 X 07

Na terra de Jesus, o DataFolha cravou por “sorteio” 29 cidades para o PT ou coligados e apenas 9 para o PSDB.
O Ibope, para não ficar atrás e não irritar um Deus, já havia escolhido 7 para o PT e coligados e apenas 2 para o PSDB ou coligados.

Rio de Janeiro

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………05 X 01

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….23 X 13

Para não perder os encantos cariocas, o cenário criado por ambos os institutos é bem original. No DataFolha foram 23 para o PT e coligados e somente 5 para o PSDB e coligados. E o Ibope escolheu por “sorteio” 13 cidades do PT e coligados contra apenas 1 do PSDB ou coligados.

Minas Gerais

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………12 X 03

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….40 X 15

40 para o PT e coligados e somente 12 para p PSDB ou coligados no DataFolha em Minas. Ibope, por “sorteio” escolheu 15 cidades para o PT e somente 3 para o PSDB ou coligados.

Rio Grande do Sul

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………04 X 00

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….40 X 13

No Rio Grande do Sul foi vergonhoso. O DataFolha escolheu 40 cidades do PT e coligados e apenas 4 do PSDB e coligados.
O Ibope escolheu 13 cidades do PT e coligados e NENHUMA do PSDB ou coligados.

É aquela história da fila do sorvete no shopping.

Chega um elemento com uma prancheta e pergunta:
O que você faz aqui?
Vou tomar sorvete.
E você?
Vou comprar um sorvete.
E o senhor?
Também.
A senhora?
Idem.

Deu pra entender? É uma simples questão de cenário. Você cria o cenário para o resultado que o freguês desejar.

São Paulo

Data Folha IBOPE

Cidades do PSDB/ Coligados Entrevistados ………24 X 14

Cidades do PT / Coligados Entrevistados………….26 X 22

Em São Paulo, o DataFolha escolheu 26 cidades do PT conta 22 do PSDB e o Ibope 22 para o PT e 14 do PSDB. Eles estão alterando aos poucos o resultado de São Paulo porque aqui não é fácil maquear resultados.

Eu concordo com a posição do candidato Zé Serra quando ele diz que não comenta pesquisas. Ele está correto. Quem tem que comentar pesquisas é o presidente do PSDB, partido líder da coligação, e coordenador da campanha tucana, senador Sérgio Guerra. A mim não convence ele dizer que o resultado foi desfavorável porque a entrevista do Zé Serra no Jornal Nacional não foi avaliada pela pesquisa.
Eu tenho a impressão que o senador ainda não se deu conta de que estamos numa guerra. E o inimigo não brinca em serviço. Ele é profissional. E não tem meio termo para atingir os seus objetivos.
Esse assunto pesquisa está aqui comprovado que é uma manipulação que objetiva favorecer a candidata Dilma do PT. É um crime tipificado na Lei de Defesa do Consumidor artigos 36 e 66 e da Lei 5047/01. É propaganda subliminar e o consumidor está sendo enganado pela divulgação de números falsos e com isso estaria sendo induzido a votar nesta candidata ou mesmo estaria sendo projetado um resultado futuro tendo em vista a fragilidade da segurança do nosso sistema de votação.
Veja acima a comprovação. Em que lei da probabilidade esses dois institutos de pesquisas se basearam para, através de um sorteio, escolherem a maioria de cidades petistas ou de coligados?

Tem algum matemático online para me responder?
É por isso que digo que DATAFOLHA, IBOPE, SENSUS, VOX POPULI são farinha do mesmo saco. Fazem parte de uma conspiração. Se o PSDB não tomar as devidas providências agora, a situação vai piorar ainda mais. Não pensem que o horário eleitoral vai reverter a situação porque não vai. Não é questão de convencer o eleitor. O eleitor está convencido, mas pode mudar de opinião pela influência das pesquisas. A questão é de convencer as autoridades de que um crime está sendo cometido.
Faça esse post circular. Divulgue. Mande para todas as figuras de destaque e com influência no PSDB. Mande para o candidato Zé Serra. Mande para o vice Indio da Costa. Envie para o senador Sergio Guerra e para os líderes do PSDB e da coligação do seu Estado.
Caso contrário, vamos todos ficar com a barriga inchada de comer farinha com água.

Fonte: lucioneto.com.br




sábado, setembro 22, 2012

Pretexto Fundamental.








por Jose Roitberg (*) 




Para entender o levante salafista islâmico atual contra os Estados Unidos em diversos países árabes é preciso compreender e rever alguns fatos. O primeiro deles é que NÃO é um levante atual, mas parte da Guerra ao Terror iniciada em 11 de setembro de 2001, pelo Terror.

Por quase dois dias, foi gerado um cenário antissemita difícil de desfazer quando o diretor verdadeiro do filme “Inocência do Islã”, Nakoula Basseley Nakoula, 55 anos, cristão copta (ramo cristão egípcio que já foi violentamente atacado pela Irmandade Muçulmana hoje no poder), se declarou “judeu-israelense” com o pseudônimo de Sam Bacile ou Nicola Bacily ou Erwin Salameh E OUTROS, conforme informação do Tribunal Federal da Califórnia. Portanto, o cristão copta é um estelionatário conhecido das autoridades norte-americanas. O auto-proclamado porta-voz do filme é Steven Klein, apresentado como consultor. Ele pretendeu a notoriedade e fama defendendo o bacilo…


A mídia brasileira, vivendo de notas de agências internacionais ainda não sabe exatamente quem é este Klein. Mas uma pesquisa de 2 minutos pelo Google revela tudo.

De cara, qualquer um diria e os muçulmanos e a esquerda estão dizendo: “Olha só como tem judeus envolvidos na blasfêmia”, até porque há uma CERTEZA incutida pelos governos árabes e muçulmanos, e pela propaganda de esquerda internacional, ao longo de mais de 60 anos de propaganda antissemita covarde de que os “Judeus Controlam Hollywood”, logo, um filme contra o islã tem que ser “judeu”. Ainda mais quando um “Klein” declara de forma SAFADA que o filme foi financiado por 500 judeus!!! Isso circulou o mundo rapidamente e NENHUMA mídia irá desmentir. Está amplamente divulgado nas mídias brasileiras. Pelo contrário, as mídias dos governos de esquerda e muçulmanos vão INCENTIVAR esta compreensão.

O nome verdadeiro do segundo crápula antissemita é Steven Anthony Klein. Não é judeu. Com 61 anos ele viveu no Texas e em Utah. Steven Anthony Klein foi fundador, secretário e ensaísta de um grupo chamado “Courageous Christians United” (Cristãos Corajosos Unidos), ativo desde 2007, cuja retórica é atacar os muçulmanos e os mórmons (vertente do candidato republicano Mit Romey). Este Klein também fundou outro grupo, chamado “Concerned Christians for the First Amendment” Cristãos Preocupados com o Primeiro Artigo (da Constituição Americana, a liberdade de expressão, liberdade religiosa), cujo foco é anti-islâmico. O CAIR (que é a entidade de representação política dos muçulmanos americanos) já havia entrado com queixas contra dos grupos de Klein pela distribuição de folhetos contra os muçulmanos nas ruas da Califórnia.

Um pequeno jornal da costa oeste americana escreveu sobre Steven Anthony Klein: ele é um ex-fuzileiro naval que acredita que a Califórnia está cheia de célula muçulmanas que estão esperando a ordem para começar a matar aleatoriamente quantos americanos puderem, “eu sei disso e estou me preparando para responder aos tiros.”

Em 2004 Steven Anthony Klein criou uma empresa chamada Middle East Experts Team (Equipe de Especialistas em Oriente Médio) e, aparentemente através dela, se autoproclamou o conselheiro técnico do filme de Nakoula Basseley Nakoula, o que provavelmente é verdadeiro.

Estamos diante de um ataque de radicais cristãos contra o islã. Mas o islã não é o judaísmo. Ontem circulou um cartum que mostrava um árabe pichando um judeu ortodoxo estereotipado cheio de sangue e demoníaco e uma criança pichando um Maomé bonitinho. O árabe gritava: “Você não sabe que isso é ofensivo?” Essa é a verdade neste caso. O judeu endemoniado fere a sensibilidade de poucos judeus, como a minha, por exemplo. A massa judaica não se importa. A massa judaica recebe este tipo de agressão há tantos séculos, não anos, mas séculos, que simplesmente não se importa. O Estado de Israel não se importa, considera liberdade de expressão.

E não nos importamos por quê? Porque como minoria imprensada nos guetos, sujeita a todo o tipo de leis discriminatórias e sem fazer parte dos exércitos, os judeus aprenderam a se calar para tentar sobreviver. Hoje a realidade é outra, mas o “cale-se” é tão arraigado que permanece. Os judeus que gritam são taxados de idiotas.

Qualquer livro de memórias sobre os judeus da Polônia, quando a comunidade era de 3,5 milhões, um terço da população do país traz: “… se um goy xingar você, roubar você, bater em você, não reaja… se reagir ele irá matá-lo… melhor ficar vivo para ser roubado novamente…” Isso quando éramos 1/3 do povo. Como minorias muito pequenas, nossa voz pouco importa.

Mas os muçulmanos são maioria e uma maioria enorme. Não lhes faltam nem armas descontroladas a nem apoio de aparelhos completos de Estado com exércitos complexos, forças aéreas, marinhas, forças especiais, serviços secretos, mísseis, armas nucleares, reatores nucleares, mídia controlada, sucessões controlada e petróleo. Sendo uma maioria destas eles podem fazer o que bem entenderem e o mundo vai continuar a se curvar, com poucas alternativas. Um cartum que demoniza um “judeu genérico” é uma coisa. Um filme que mostra Maomé desnudo fazendo sexo com um monte de mulheres é outra coisa.

O islã não está preocupado com a demonstração do caráter sanguinário de seu profeta contra os infiéis. Até aplaude isso. Mas numa teologia que não permite mostrar rostos, sequer mãos ou pés do profeta e seus seguidores originais (teologia sunita, pois na xiita mostram) as cenas de seios, coxas, peitos e sexo são um OFENSA CAPITAL, e a pena será de morte.

O ocidente tenta cobrir e compreender estes fatos com uma mentalidade ocidental, mas o problema é árabe muçulmano. A mentalidade é outra. O sistema de referências é outro. São condições normais de temperatura e pressão alienígenas às nossas. Nos países sem liberdade de expressão a liberdade de expressão é passível de pena de morte sumária sim. E se não se pode matar quem fez, que se mande um recado.

E aí é que precisamos entender que os ataques iniciados no dia 11, por salafistas (ideologia radical muçulmana criada na Arábia Saudita e apoiada pelo Estado) não tem a ver com o filme. O filme é um pretexto. O trailer de 14 minutos foi colocado no YouTube no dia 2 de julho. A legendagem em árabe chegou em meados de agosto e o ataque foi em 11 de setembro. Não há conexão. A Google removeu ontem o vídeo legendado em árabe.

Neste caso a Google deveria remover a versão em inglês também, pois a morte dos diplomatas americanos está se tronando lucro para Nakoula e Anthony. Há menos de 15 horas, o vídeo tinha sido visto por pouco mais de 250.000 pessoas. Hoje, com o caso estourado, já passou de 1.330.000 views. A mensagem do filme está sendo difundida de uma forma muito maior do que poderia ter sido. Segundo o diretor o filme foi passado na íntegra apenas uma vez e havia “um punhado de pessoas no cinema.”

Salafistas são a Irmandade Muçulmana e a Al Qaeda. Qualquer ataque terrorista tem como característica o momento político local, a oportunidade, a surpresa e a cobertura. Neste caso, a cobertura é o filme, o momento político é o do poder nas mãos dos Salafistas e um mundo árabe sendo varrido por essa agenda. A surpresa é o ataque de uma forma inteligente que não pode ser retaliado, em princípio. Não há grupo específico atacando. Há grandes grupos populares atacando embaixadas americanas, com pouca ou nenhuma reação das polícias locais. A Al Qaeda criou uma forma inteligente de marcar seu território, pois parece que ninguém está impressionado com as centenas de mortes promovidas pela Al Qaeda no Iraque ao longo de agosto e neste início de setembro. É preciso que eles matem americanos para dar o recado. Deram.

Resta ainda um ponto. É prerrogativa dos regimes árabes e muçulmanos a produção de filmes e séries de TV ofensivas. Eles PODEM publicar Shatat, Zara Blue Eyes, Horseman Whitout a Horse, e todos os outros filmes com enredo baseado no Protocolos dos Sábios de Sião que quiserem. Podem vilanizar e demonizar os judeus à vontade. Podem exibi-los nas noites do Ramadã para incitar centenas de milhões de pessoas no ódio aos judeus, ano após ano. Eles podem fazer isso por serem amparados por seus governos, parlamentos, clérigos, milionários e população.

Nós não podemos. Não somos amparados por nada ou por ninguém. Os judeus que se insurgem contra esse massacre promovido pela mídia islâmica são apenas judeus idiotas.

(*)José Roitberg – jornalista idiota

Obs: “idiota” é um sujeito com pouca inteligência. A pouca inteligência no caso é atribuída pela massa imbecil, aos que não se comportam como ela.

Da gasolina à conta de luz.











Da gasolina à conta de luz e a farsa da bondade.



por Carlos Alberto Sardenberg


Quer dizer que em fevereiro de 2013 os brasileiros pagarão suas contas de luz com uma redução de 16,2% em relação aos valores atuais? Repararam? Nem 16%, nem 16,5%, mas exatos 16,2% de queda.

Como a presidente Dilma e seus assessores conseguem tamanha precisão?



Uma parte da redução é fácil de fazer e de entender. Algo como 10% das contas atuais vem dos chamados “encargos setoriais”, cálculo amplamente conhecido. O governo vai tirar uma parte substancial desses itens e, só por aí, a conta final ao consumidor cai 7%. Ainda fica um restinho de encargos.

Não haverá reduções de impostos, basicamente o federal PIS-Cofins e o estadual ICMS, que formam outros 40% da conta paga pelo consumidor residencial. Ou seja, o sistema nacional continua com a maior carga tributária nesse insumo, entre os países relevantes.

Assim, aqueles outros 9,2% de queda prometidos pela presidente só podem ser tirados da operação propriamente dita – geração, transmissão e distribuição da energia elétrica. Dito de outro modo: será menor a parte faturada pelas companhias, estatais e privadas, que prestam aqueles serviços.

O mercado entendeu isso rapidamente. As ações das elétricas estão despencando desde a véspera do anúncio do pacote. Alguém poderia dizer: problema delas, empresas, e deles, investidores (especuladores?). Mas não é bem assim: companhias com menor rentabilidade terão menos recursos para investir em obras e serviços. Trata-se de uma questão nada trivial, pois a presidente Dilma já anunciou que pretende tarifas menores e, ao mesmo tempo, mais investimentos.

Mas como será reduzida a parte das empresas? Muitas concessionárias têm seus contratos vencendo em 2015. Com uma nova legislação, o governo vai oferecer uma escolha: a renovação da concessão por mais 30 anos, desde que a companhia aceite uma nova tarifa, menor, claro, e uma espécie de indenização por investimentos ainda não amortizados, se for o caso.

É o governo que vai examinar a situação de cada usina e determinar quanto houve de amortização. E, com base nisso, vai fixar a tarifa nova, para remunerar apenas a operação.



Reparem que se trata de um cálculo complexo, envolvendo usinas que estão, obviamente, em situação diferente. Umas mais modernas e eficientes, outras atrasadas e mais velhas, e assim por diante. Como o governo pode saber desde já que, tudo somado e subtraído, vai resultar uma tarifa que bate nos 16,2% de redução na conta ao consumidor brasileiro?

Considere ainda que a concessionária terá a opção de não aceitar o negócio. Assim, continuará com sua usina até 2015, com as tarifas atuais, conforme os contratos vigentes.

Nesse quadro, só existe uma possibilidade de o governo entregar a redução prometida: ele vai impor tarifas que resultem naquele número, os tais 16,2%. E a empresa que não topar a mudança do contrato?

Boa parte das concessionárias nessa situação é estatal federal. Seus dirigentes não poderão nem chiar. Vão engolir a nova tarifa e pronto. Como se sabe, no governo Dilma não tem esse negócio de separação, autonomia ou independência ainda que relativa da gestão.

As estatais estaduais, como é o caso da Cesp ou da Cemig, ficarão em situação, digamos, politicamente delicada. E as privadas ficarão entre topar a coisa ou arrumar briga com um governo que não alivia nas relações com empresas.

Resumindo, as estatais aceitarão a tarifa nova, mesmo que não traga remuneração suficiente. No dia do lançamento do programa, em Brasília, dirigentes da Eletrobrás, calculando ali no papel, estimavam (temiam) perdas de até R$ 7 bilhões em receita anual.

E as privadas, se a tarifa não for rentável, vão acabar devolvendo as usinas. Haveria uma reestatização. Não seria estranho: a presidente Dilma, que é do setor, sempre foi crítica da privatização da era FHC.

É muito possível também que esse novo modelo leve a tarifas artificialmente baixas, subsidiadas pelo contribuinte, e que completariam o duplo serviço de ajudar a derrubar a inflação e obter apoio político. O nome disso é populismo, um tanto mais sofisticado do que na Argentina, por exemplo.

Mas o governo faria isso, colocando em risco um setor tão crucial? Por que não? Está fazendo exatamente isso com a gasolina e a Petrobras. A estatal vende o combustível por um preço inferior ao que paga na importação. Amarga prejuízo, mas a gasolina fica congelada na bomba.


Reduzir o custo de energia é bom. Já o método…

A farsa da bondade onde fica?




O ministro Edson Lobão anunciou com toda ênfase: “a partir de 2013, todos os brasileiros, trabalhador e empresário de todas as regiões e de todos os lugares, vão pagar menos pela energia elétrica consumida”. E acrescentou: “a redução vai variar de 19,7% a 28%”. Para o consumidor residencial, a redução será de 16,2% a partir de 2013, tudo resultado de cortes em encargos embutidos na conta de luz cobrados há muitos anos".

Mas o comentarista do SBT, Luiz Carlos Prestes, colocou o dedo no buraco da tomada ou a boca no trombone e denunciou que de 2002 a 2010 nas contas de energia elétrica cobradas e pagas pelos brasileiros, em todo o país, constava um “erro” que fez o Governo arrecadar 7 bilhões de reais indevidamente. Reconhecido o “erro”, o Tribunal de Contas impôs decisão determinando a devolução de todo o valor arrecadado indevidamente. Eis a razão e a verdade do porquê da redução no valor das contas de luz, pelo Governo!


Diante disso, o comentarista chamou os brasileiros de trouxas por acreditar na “generosidade” da presidente Dilma Rousseff que anunciou “a redução espontânea na tarifa de energia elétrica” em troca da renovação automática das concessões das operadoras já em 2015, porque segundo o pronunciamento da presidente, o “governo age sempre certo”. O que mais estará por trás de tudo isso? Será que os Governos dos Estados reduzirão “espontânea” ou “eleitoralmente” os valores de ICMS que chegam até a 25% nas contas de luz?


Será mesmo? Ao fantasiar de “redução das tarifas de energia elétrica” a devolução do produto arrecadado dos contribuintes brasileiros que pagaram todas as contas de luz, também os valores de contas de água e telefone porque as recebem e sempre confiam cegamente que os valores estão corretos, a presidente Dilma simplesmente confessou que também é dependente da mentira e tentou transformar em “presente” a entrega de parte do que foi faturado indevidamente pelas companhias elétricas.


O comentarista do SBT garantiu que o Governo de Dilma, para livrar o PT e a base aliada que Luiz Carlos Prestes chamou de “base alugada” do Governo, fazendo uma ligação com o escândalo do “mensalão” que está sendo julgado pelo Supremo, disse que a presidente está transformando em “presente” a “devolução” do que foi cobrado indevidamente dos consumidores nas contas de luz. Luiz Carlos Prestes disse que “os brasileiros são trouxas por acreditar” nesse presente de grego, imposto pelo Tribunal de Contas da União.


Mas será que o Governo Federal fará mesmo chegar aos consumidores finais o total de descontos que espera que aconteça nas contas de luz? Será que os Estados, independentes e autônomos para estipular os valores de impostos estaduais de ICMS de até 25% em alguns deles, cobrados nas contas de água, luz e telefone, também farão redução nessas taxas que no caso da conta de luz?



Se o Governo Federal não “combinou” com os Governadores dos Estados a redução no valor cobrado de ICMS cobrado sobre o valor da conta de energia, certamente de nada valerá a retirada de alguns impostos ridículos cobrados há muitos anos e que engordaram os cofres do Planalto em bilhões de reais.


Os brasileiros poderão nem perceber que existe luz ou que o Governo Federal “deu de presente” um desconto generoso e impositivo por decisão do Tribunal de Contas nos valores da energia elétrica.


O Brasil precisa é de uma ampla reforma econômica, monetária, tributária, fiscal e bancária para caminhar rumo ao desenvolvimento de forma tranquila, segura e sem medo! Enquanto isso, eles pequenos paliativos de meio de caminho ajudam, mas não resolvem no todo!




Fontes: O Globo/carloscostajornalismo.blogspot.com.br





sexta-feira, setembro 21, 2012










Dependência de drogas é maior entre as mulheres.



Nilo Fujimoto

Estudo do levantamento realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)[1] conclui que a vulnerabilidade das mulheres às drogas e álcool é maior do que a dos homens.

Na pesquisa, apurou-se que a dependência nas mulheres se produz mais rápido e com menor consumo alcançando um índice de vício de 54%, contra 42% nos homens.

Os fatores que contribuem para maior debilidade delas são de dois tipos: hormonal e social.

Especialistas explicam que os hormônios femininos (principalmente estrogênio) reforçam – potencializam – a ação prazerosa da droga e do álcool que aceleram a dependência e com menor tempo de consumo, isto é, os sintomas da dependência [2] nelas ocorrem muito antes que nos homens.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirma:

“Por causa dos hormônios, a conexão das drogas com o cérebro é mais rápida. Elas “precisam de menos quantidade e menos tempo de uso de tóxico para ficarem viciadas”, explicou Camila Silveira, psiquiatra do Centro de Informações Sobre Álcool e Drogas (Cisa) e autora do estudo da OMS feito no Brasil.”[3]



Relevante é o outro fator: o social. Leiam o que diz a reportagem referida:

“Associadas aos fatores fisiológicos estão as questões comportamentais que favoreceram o uso de crack, cocaína e outras drogas pelas mulheres. Até 30 anos atrás, pontuam os estudiosos, não era socialmente aceito que a população feminina consumisse qualquer tipo de droga.”

Ao contrário do que na reportagem indica, o fator social é sim um elemento de barreira positiva para impedir que se produza a difusão do consumo de drogas. Não é difícil de entender. A censura social funciona como uma rede que impede que pessoas desorientadas caiam no perigoso abismo da dependência.

Sim, estou falando do temor. O temor é o receio de perder um bem no futuro e por isso move o indivíduo a praticar no presente ações que impeçam a perda desse bem. Podemos exemplificar a estima. Muitas pessoas deixam de praticar o mal temendo perder a estima de seus colegas, vizinhos ou familiares. Não é a prática mais perfeita, mas é uma ajuda. O perfeito é praticar o bem por amor ao bem. Já imaginaram se a mentira não sofresse nenhuma censura social?

Poderá objetar alguém que em nossa sociedade há censuras sociais ruins. Não nego. O mecanismo da censura social pode servir para bem ou para o mal. É por tal motivo que a sociedade ordenada e justa é aquela que se baseia em valores morais ditados pelo direito natural, dizendo com todas as letras as Leis de Deus.

É por isso que uma lei da sociedade temporal deve se ajustar às leis morais. Para que a sociedade forme uma rede de proteção e amparo a usos e costumes arbitrados pela regra fundamental da ordem natural.

Em razão disso devemos nos opor vigorosamente contra a tentativa de produzir a liberalização do consumo e produção de entorpecentes promovidas pela redação do novo Código Penal ainda em tramitação no Senado. Com tais dispositivos cortam-se nos mais débeis os mecanismos de defesa proporcionados pelo temor da penalização às condutas anti-sociais.


[1] Dados inéditos da pesquisa nacional que mapeou o consumo de crack e cocaína no Brasil mostram que as mulheres acabam mais dependentes do pó e das pitadas no cachimbo do que os homens.


O levantamento feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indicou que o País soma 2,6 milhões de usuários destas substâncias, consumidas de forma aspirada ou fumada .

Apesar dos homens serem líderes na taxa de uso de crack e cocaína, entre as mulheres usuárias o índice de dependência foi de 54%. Já no sexo masculino, os pesquisadores detectaram que 46% são viciados, diferença de oito pontos porcentuais entre os gêneros.

Os especialistas afirmam que o organismo delas é mais vulnerável à ação dos entorpecentes. Isso explica por que elas são mais numerosas nos índices de dependência. A mesma razão também está por trás de outras estatísticas encontradas no estudo da Unifesp: 40% das usuárias relataram usar as drogas mais de duas vezes por semana contra 24% dos homens. Além disso, duas em cada dez mulheres já injetaram cocaína (20%), mais do que o dobro de usuários do sexo masculino que recorrem a esta forma de uso (8%).


Para identificar quantos usuários se enquadram nos quesitos de dependência, que envolvem sintomas psicológicos (como compulsão e depressão ) e sinais físicos (tremedeira, dores de cabeça e no corpo), os pesquisadores aplicaram questionários com 42 perguntas em 4 mil moradores de todas as regiões do País, de todas as classes sociais e escolaridades. Por serem representativos do Brasil, os achados podem ser estendidos a toda população brasileira.


A psicóloga Clarice Madruga, uma das autoras do mapa do uso do crack e cocaína no Brasil, diz que “é sabido que a progressão da dependência é mais rápida entre mulheres.”

Segundo ela, estudos anteriores já mostram quem os hormônios femininos (principalmente o estrogênio) podem estar envolvidos nesta maior vulnerabilidade.

“Este hormônio potencializa os efeitos da droga, pois a torna mais prazerosa e, portanto, aumenta o poder de dependência”, define Clarice.

A estrutura hormonal feminina já apareceu como uma das razões para as jovens entre 24 e 35 anos serem líderes em consumo exagerado de álcool, conforme detectou estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) feito com mulheres brasileiras e divulgado há quatro meses. Por causa dos hormônios, a conexão das drogas com o cérebro é mais rápida. Elas “precisam de menos quantidade e menos tempo de uso de tóxico para ficarem viciadas”, explicou Camila Silveira, psiquiatra do Centro de Informações Sobre Álcool e Drogas (Cisa) e autora do estudo da OMS feito no Brasil.

[2] – Dependência envolve sintomas psicológicos (como compulsão e depressão ) e sinais físicos (tremedeira, dores de cabeça e no corpo).

[3] – Idem, anterior

Fonte: IPCO e saude.ig.com.br

quinta-feira, setembro 20, 2012


Nossa linda juventude, alinhada e patrocinada.

por Renato Pacca

No “Dia Internacional da Juventude”, acontecido em agosto último, é pertinente refletir sobre alguns fatos e questionar cada jovem brasileiro sobre o que ele deseja para si, para o país e para o mundo.

Antes de mais nada, que fique claro que eu não desconfio da juventude porque sou velho. Ainda não. Na verdade, se desconfio da juventude é justamente por ainda manter a alma jovem e saber que é perfeitamente normal perseguir ilusões, com o entusiasmo típico de quem acha possível mudar o mundo antes de mudar a si mesmo.

Todas as revoltas e revoluções criativas ocorridas no mundo, para o bem e para o mal, foram alimentadas pelo vigor da juventude e por sua crença inabalável de que tudo é possível. A maior força da juventude reside na vontade de questionar os parâmetros vigentes, forçando a alteração do status quo, razão pela qual Platão ensinava que, de todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar.

Mas o filósofo grego jamais poderia conceber a atual juventude brasileira politicamente organizada, que se contenta com o alinhamento automático a um governo que lhe patrocina.

Se o “Fora FHC” patrocinado pela UNE nos anos 90 era uma bobagem, pelo menos ainda se verificava a chama questionadora de uma entidade historicamente comprometida com a mudança. A UNE de hoje, contudo, faz jus aos seus 75 anos de idade e é uma senhora conservadora, que apóia projetos politicamente corretos e há muito abdicou de qualquer contestação. Prefere a comodidade de lutar por temas genéricos e subjetivos, devidamente patrocinada por polpudos convênios governamentais, é claro.



Pior: Lideranças estudantis aceitaram com a maior naturalidade o convite para um café da manhã com o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que veio ao Brasil para a Rio+20, e ainda o presentearam com uma bandeira. Nem de longe pensaram em protestar contra um ditador que odeia judeus, jornalistas, homossexuais, mulheres adúlteras e certamente perseguiria estudantes mobilizados por uma causa. Qualquer causa.

Ou seja, os estudantes brasileiros não foram sequer leais em relação aos colegas iranianos. Ao aceitar o convite para um reles café da manhã, foram omissos em relação às práticas repressivas, a violência e a morte patrocinadas pelo regime iraniano.

Os jovens de hoje ainda são os depositários da posteridade da nação, mas para colher algo novo no futuro, não podem ser tão facilmente domesticados. Como será possível fazer a diferença, se repetem antigas práticas? Como será possível mudar o país, se recebem mesada estatal? Parafraseando Pablo Picasso, pelo que vemos hoje infelizmente ainda será preciso algum tempo para que a juventude brasileira enfim se torne autenticamente jovem.

Fonte Instituto Millenium