sábado, março 14, 2015

EUA podem endossar oficialmente tese de fraude eletrônica nas nossas eleições 2014.

















Em 29 de outubro de 2006 o poderoso matutino The New York Times denunciou que os EUA investigavam a presença das mãos do governo de Chávez num suposto golpe eletrônico em urnas, em vários países. O centro de tudo era a empresa venezuelana Smartmatic. Empresa essa que, aliás, também trabalhou no Brasil prestando seus serviços nas eleições presidenciais de 2014.

Nas eleições presidenciais de 2014 a empresa recebeu um contrato junto ao TSE no valor de R$ 136.180.633,71 (cento e trinta e seis milhões, cento e oitenta mil, seiscentos e trinta e três reais e setenta e um centavos)

Esse contrato foi revogado meses depois com sua publicação no Diário Oficial da União.

Sabem qual o problema de tudo isso, que muitos lerão como “mais uma teoria conspiratorial”? É que no próximo dia 21 de março a presença da Smartmartic no Brasil vai ser discutida nos EUA, no prestigioso The National Press Club. Falarão sobre o tema o ex-presidente colombiano Alvaro Uribe, Olavo de Carvalho, o irmão do ex-presidente Bush, Jeb Bush, e o sempre sério e respeitado senador Marco Rubio. Confira:

Ou seja: os EUA passam a endossar, justamente nestes tempos bicudos, a tese de que o Brasil pode ter sofrido um golpe eletrônico chavista.


Agora, os dois pontos polêmicos contra a Smartmatic:

1) O general venezuelano Carlos Julio Peñaloza que foi Comandante Geral do Exército da Venezuela e há alguns anos vive exilado em Miami, descreveu o controle dos resultados das eleições venezuelanas. Confira abaixo a tradução:

Cuba desenvolveu um Plano de Controle Eleitoral Revolucionário (PROCER) na Venezuela, que inclui a manipulação das máquinas de votar e cujo objetivo é estabelecer neste país um regime comunista sob uma fachada eleitoral democrática.

Em artigo anterior sobre a SMARTMATIC, afirmei que essa empresa, fundada por quatro inteligentes engenheiros venezuelanos recém-graduados, foi o cavalo de Tróia desenhado pelo G2 cubano para controlar as eleições venezuelanas. No presente escrito descreverei a forma como se formulou e desenvolve esse plano, cujo objetivo é perpetuar um governo comunista por trás de uma máscara democrática na Venezuela.

O que lerão na continuação não é ficção científica nem especulações, senão o produto de uma detalhada investigação sobre tão delicado tema. É parte de uma seqüência de artigos escritos na convicção de que quanto mais conheçamos a fraude eletrônica que se nos aplica, melhor poderemos combatê-la. O que não devemos fazer é ignorá-la ou, pior, negá-la. 


O “Plano de Controle Eleitoral Revolucionário” (PROCER), é a primeira aplicação cibernética do “Projeto Futuro” de Fidel Castro. Este mega-plano foi formulado como parte da estratégia a utilizar no cenário internacional que Castro chamou de “a batalha das idéias”. O objetivo é construir o que eles chamam a “Pátria Grande Socialista”, dirigida vitaliciamente por Fidel e seus sucessores mediante o controle das mentes nos países dominados. Isto aparece escrito em detalhes no meu livro “O império de Fidel”, que circulará nos próximos dias. O plano PROCER é só uma faceta de um plano mestre que vai além do meramente eleitoral.

O “Plano PROCER” foi desenvolvido no máximo segredo por um seleto grupo dos mais brilhantes professores e alunos da Universidade de Ciências Informáticas (UCI) de Cuba, em conjunção com o G2. Seu objetivo foi controlar o sistema eleitoral venezuelano desde Havana para potencializar o carisma e popularidade de Chávez. Na Venezuela seria fácil desenvolver o plano, dada sua arraigada cultura do voto. Este país conta, além disso, com recursos financeiros para custear o investimento e tem predisposição ao uso de tecnologias avançadas.

A “Universidade de Ciências Informáticas” (UCI) de Cuba, foi fundada em 2002 como um projeto favorito de Fidel desde que o chefe do G2, Ramiro Valdés, lhe vendeu a idéia. Este centro de estudos tem seu pedigree na inteligência militar cubana porque foi criado nas antigas instalações da “Base Lourdes”. Esta instalação secreta era a sofisticada estação de rádio-escuta e guerra eletrônica soviética criada para espionar e atacar ciberneticamente os Estados Unidos durante a Guerra Fria. A instalação foi inicialmente operada exclusivamente por brilhantes técnicos em comunicações e computação da URSS, mas depois do colapso soviético passou para mãos cubanas. Antes de se retirar, os soviéticos deram treinamento técnico aos novos operadores do G2 cubano. Na UCI forma-se o creme e a nata dos experts em telemática e espiões eletrônicos cubanos. A telemática é disciplina que se ocupa da integração dos sistemas informáticos de controle e comunicações em projetos cibernéticos aplicados a sistemas sócio-políticos como o “PROCER”.

A UCI serve de fonte de pessoal técnico e cobertura para a “Operação Futuro”, a mais apreciada jóia da coroa cubana. “Futuro” é o nome-chave do desígnio hegemônico de Fidel na Hispano-América. Para conseguir esse objetivo, a UCI dirigida pelo G2 cubano desenha e executa uma série de projetos telemáticos super secretos, que vão desde o controle de identidade até aplicações eleitorais e controle cibernético do governo e do Estado. Estes projetos estão enquadrados em um cenário estratégico que Fidel chama “a batalha das idéias”.

O plano “PROCER” para a Venezuela complementa a política de infiltração de agentes e guerrilheiros que Fidel manteve desde que chegou ao poder em 1959. Constitui o passo decisivo que permitirá aos irmãos Castro dominar a Venezuela. 


A arma cibernética tem como objetivo a penetração dos sistemas informáticos de alguns países vizinhos através de seus sistemas de comunicações. Esta estratégia permitiria obter informação classificada e eventualmente controlar os países escolhidos, em conjunção com os agentes cubanos infiltrados em seu seio e seus colaboradores. Depois do colapso soviético esta idéia permaneceu congelada por longo tempo por falta de recursos. A chegada de Chávez ao poder em 1999, permitiu a Fidel contar com financiamento adequado para desenvolvê-la. Naquela ocasião, o “PROCER” estava pronto.

2) A operação eleitoral levada a efeito pela Smartmatic na Venezuela, segundo o general, dispunha de uma “rede top secret”, uma espécie de intranet paralela que permitiria o controle da votação e encaminharia os dados da votação em tempo real para um data center provavelmente instalado em Cuba.

Este post alerta o leitor a algo bem simples: os EUA entraram de cabeça, agora, na tese de que nossas eleições foram fraudadas.

Diz algo, não?

quinta-feira, março 12, 2015

A importância de zombar do regime.











A importância de zombar do regime.
por Krzysztof Ostaszewski para o Mises.org




Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Thomas Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo, pois nada é mais eficaz do que o escárnio para desmoralizar os agentes do estado.

Na busca pela liberdade, o conhecimento econômico é de extrema importância, principalmente porque ele ajuda a fazer as pessoas decentes entenderem não apenas que o estado é desnecessário, como também — e ainda mais importante — é uma instituição ilegítima. 

Mas o conhecimento econômico, por si só, não basta. É necessário algo mais para abolir a legitimidade do estado. E é por isso que é importante ridicularizar o estado. É crucial desmascarar as autoridades políticas e mostrar os verdadeiros bufões que eles são. Só assim, por meio do escárnio, os cidadãos os levarão menos a sério.

Infelizmente, poucas pessoas dão o devido valor à zombaria. Mas ela foi e continua sendo crucial para a desmoralização de vários regimes tirânicos ao redor do mundo. Não fossem as piadas, as pessoas comuns não estariam realmente a par das humilhações e penúrias vivenciadas nos regimes socialistas e comunistas. Pense nas atuais escassezes de papel higiênico na Venezuela e de absorventes na Argentina, e todas as piadas que isso gera.

Por isso é de suma importância seguir sempre a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível. Ridicularize e escarneça os burocratas e as autoridades políticas. Sempre. Jamais os leve a sério.

O artigo a seguir, de estilo leve e humorístico, é uma homenagem a algumas grandes piadas anti-soviéticas que ajudaram a desmoralizar, perante o mundo, os burocratas que o comandavam, e também os ideólogos que os alimentavam.

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A União Soviética produziu o mais eficaz e bem-sucedida máquina de propaganda da história da humanidade. O nome dessa máquina era Mikhail Suslov.

Talvez sua maior obra tenha sido aquela tática que foi rotulada de "A Manobra Suslov": sempre que você estiver na iminência de ser acusado de algo — seja um simples ataque ideológico ou mesmo uma acusação de atrocidade —, imediatamente acuse seu opositor de ser exatamente ele o autor da atrocidade ou do fracasso ideológico.

Um dos mais divertidos exemplos da Manobra Suslov ocorreu imediatamente após a invasão russa do Afeganistão, em 1979. Após os protestos mundiais, os soviéticos emitiram um comunicado condenando a intervenção do Ocidente nos assuntos internos do Afeganistão.

Suslov dominava com tamanha perfeição a arte da propaganda, que os políticos ocidentais pareciam totalmente amadores quando incorriam em qualquer confronto ideológico com ele. O mais eficaz e desmoralizante contra-ataque a Suslov não foi feito por nenhum político ou ideólogo profissional, mas sim pelo cidadão comum, que criou piadas populares a respeito do comunismo.

Essas piadas transmitiam muito mais sabedoria e compreensão a respeito da real situação soviética do que todos os discursos feitos por todos os políticos, economistas e cientistas políticos ocidentais juntos. Os ecos do confronto ideológico entre o grande mestre, Suslov, e os amadores anônimos que criaram as piadas anti-soviéticas podem ser ouvidos até hoje.

Considere, por exemplo, a maneira como são tratadas as pessoas de classe média que têm uma postura anti-estado. No mais brando dos cenários, elas são acusadas de "ingratidão", pois atacam o mesmo governo que lhes propicia vários "benefícios", como estradas, saúde pública, universidades públicas, programas culturais "gratuitos" e previdência social. 

O que é interessante é que o termo ingrato — mais especificamente "infelizes ingratos" — soa muito familiar para qualquer um que tenha vivido sob o comunismo: esse era exatamente o termo que Suslov utilizava para descrever qualquer cidadão soviético que ousava expressar qualquer oposição ao regime soviético. Como podiam ser tão atrevidos? Afinal, eles tinham educação gratuita, saúde gratuita, e moradia subsidiada. Como podiam eles reclamar de um governo que cuidava deles de maneira tão abnegada? Só para constar, na URSS, havia algo pelo qual os indivíduos tinham de pagar: eles recebiam a conta da munição utilizada na execução de seus familiares. Mas isso, obviamente, não era mencionado por Suslov, embora fosse uma prática corriqueira.

Tornou-se popular a seguinte piada anti-soviética sobre os "infelizes ingratos". 

Um homem havia solicitado um visto para poder sair da União Soviética. Como seu pedido estava demorando muito para sair — vários anos, na verdade —, ele já havia praticamente desistido. E então, em uma madrugada, aproximadamente às 3:30 da manhã, ele ouviu várias batidas fortes na sua porta. Ele se levantou da cama, foi cambaleando de sono até a porta e perguntou, "Quem é?"

Uma voz respondeu: "É o carteiro". O homem imediatamente abriu a porta, cheio de esperança de que seu visto havia sido concedido. Qual não foi o seu susto ao ver vários homens uniformizados adentrarem violentamente sua casa. Eles logo lhe disseram que eram do KGB e que queriam ter uma palavrinha com ele.

O tema do interrogatório subsequente foi o de como ele era um infeliz ingrato: "A pátria mãe socialista deu a você um lugar para morar, cuidou de você, deu-lhe educação gratuita, saúde gratuita, e lhe foi tão boa. Como você pode ser tão ingrato?"

O homem hesitou por um momento, e então disse: "Bom... Eu estava querendo me mudar para um país onde a entrega de correspondências ocorresse ao final das manhãs, ou então à tarde."

Sim, é verdade que essa piada não está entre as três melhores sobre o comunismo, pois as três melhores abordam exatamente os três principais pesadelos da vida sob o comunismo: era um sistema economicamente ineficiente, era cruel (e totalmente entediante) e era letal.

A piada sobre a ineficiência econômica é mais bem conhecida entre os americanos, pois representa a perspectiva americana em relação à União Soviética. A história se passa na Moscou de 1987. Uma mulher pede que o marido vá a uma quitanda estatal para ver se ele consegue algum pão. O homem chega lá e se depara com uma longa fila; ele entra no final dela e começa a esperar pacientemente.

Para quebrar o tédio, ele puxa conversa com o homem imediatamente à sua frente. "A fila está grande hoje, hein?". "Sim", respondeu o outro. "Mas podia ser pior: ouvi dizer que nos EUA o governo nem pão dá!". "Ah, sim...". E continuou a esperar.

As horas foram se passando e a fila permanecia completamente imóvel. Isso o deixou perplexo. Sim, ele estava acostumado a longas e demoradas filas, mas elas ao menos se moviam. Após várias horas de espera, completamente imóvel, ele ficou exasperado, irritado e começou a gritar em alto e bom som para expressar seu descontentamento com o sistema soviético.

À medida que ele foi chamando a atenção de todos, três homens grandalhões trajando casacos cinzas se aproximaram dele e silenciosamente pediram que ele saísse da fila e os acompanhasse. Eles falaram que eram do KGB e que queriam ter uma palavrinha com ele. Após levarem o cidadão para um cômodo isolado, eles lhe disseram que sua manifestação anti-governo, feita de maneira estrepitosa e em público, era totalmente inaceitável. 

E então disseram: "Escute aqui, camarada, se isso ocorresse há uns cinco anos você seria imediatamente fuzilado ali mesmo. Agora, porém, como estamos em glasnost e perestroika, temos de fazer as coisas de maneira diferente. Mas você realmente deveria reconsiderar sua postura. Por que você não vai para a sua casa e pensa com mais cuidado sobre isso? Vá correndo e nunca mais faça isso de novo."

O homem, então, vai correndo para sua casa. Ao entrar no apartamento, sua mulher já vai logo dizendo: "Finalmente voltou, hein? Conseguiu o pão?" E o homem responde: "Mulher, esqueça o pão! Esse país está totalmente quebrado. Não, não há mais pão nenhum. Mas isso é o de menos. A coisa está tão feia, que eles nem sequer têm munição!"

Embora o sistema soviético fosse cruel e enfadonho, os longos discursos proferidos pelos membros do alto escalão do Politburo tinham lá seu aspecto divertido porque eram completamente insanos. A dúvida que assombrava a população era o que a mataria primeiro: a crueldade do regime ou a imbecilidade dos discursos. Havia uma piada sobre isso.

Na década de 1970, houve um encontro especial entre quatro líderes do mundo: o secretário-geral Leonid Brezhnev, o presidente francês Valéry Giscard d'Estaing, o presidente americano Jimmy Carter, e a Rainha Elizabeth, da Inglaterra. Eles almoçaram juntos e, após o almoço, sentaram-se para um chá.

Constrangedoramente, durante o chá, a Rainha flatulou de maneira relativamente estrondosa — e, como todos nós sabemos, a Rainha não flatula estrondosamente.

Imediatamente, o presidente Giscard d'Estaining elegantemente se levantou, assumiu a culpa e pediu desculpas em profusão pelo lamentável incidente, e explicou que ele havia comido muita sopa de cebola durante o almoço, e que isso afetava sua digestão.

O chá prosseguiu.




No entanto, apenas alguns minutos depois, a rainha disparou um novo foguete.

O presidente Jimmy Carter instantaneamente se levantou e se desculpou com grande sinceridade, explicando que ele sempre carregava consigo alguns amendoins, e que ele provavelmente não deveria tê-los comido.

Mas de nada adiantou. Três minutos depois, a rainha expeliu uma nova rajada. 

Dessa vez, ao ver que ninguém mais estava disposto a assumir a culpa, Brezhnev lentamente se levantou, olhou ao seu redor, levou a mão ao bolso do casaco, retirou um papel no qual estavam escritas algumas considerações, e as leu de maneira lenta e deliberada: "A responsabilidade por esse terceiro e consecutivo desarranjo intestinal de Elizabeth Windsor, conhecida por alguns como a Rainha da Inglaterra, é graciosamente assumida pelas massas operárias e trabalhadoras das cidades e vilarejos da União Soviética".

E o que dizer, por fim, de todos os cadáveres? Sim, havia uma piada sobre os homicídios. Ela envolvia o grande líder da revolução, a lenda, o gigante, o homem mais importante que já viveu: Vladimir Ilyich Lênin.

Antes de se tornar o grande líder do mundo, Lênin passou uma temporada na Polônia, em uma pequena cidade nas montanhas ao sul do país chamada Poronin. Enquanto estava em Poronin, Lênin alugou um quarto no andar superior de uma casa que pertencia a um comerciante local. 

Um belo dia, Lênin acordou e abriu a janela. O sol estava brilhando, os pássaros cantavam alegremente, e o ar estava agradavelmente fresco. Lênin sentiu a grande exuberância da vida e finalmente percebeu que seu grande plano para a humanidade tinha um belo futuro.

Após a contemplação, ele começou a fazer suas higienes matutinas e, mais uma vez, sentiu-se limpo e revigorado. Começou a se barbear enquanto olhava pela janela, admirando a magnificência daquele mundo que ele estava prestes a salvar, e pôs-se a pensar sobre novas ideias revolucionárias. 

Ele, no entanto, tinha de ser cuidadoso, pois essa ainda era uma época anterior aos barbeadores elétricos, e ele estava usando uma navalha tradicional e muito afiada.

Enquanto se barbeava cuidadosamente, um garoto de cinco anos, filho do dono da casa, repentinamente entrou em seu quarto, fazendo algazarra, correndo, gritando e fingindo ser um cowboy, atirando com o dedo indicador de sua mão. Lênin ficou estarrecido e irado, mas o garoto simplesmente continuou correndo dentro do seu quarto.

Lênin, então, colocou a navalha cuidadosamente sobre a pia e, com grande ira, gritou: "Pare com isso, seu menino maldito e idiota! Saia do meu quarto imediatamente, e cale a boca, senão vou lhe dar um chute no traseiro com tanta força, que você jamais irá conseguir andar novamente!"

O garoto ficou paralisado de medo, começou a chorar e saiu correndo. E todo o mundo ficou paralisado por um minuto, em choque e descrença.

Como era possível que esse grande e visionário líder da humanidade tenha agido de forma tão atípica, tão fora de sua característica tradicional? Gritar com uma criança e perder seu temperamento desta maneira? Por quê? Não havia necessidade disso. Ele poderia ter resolvido o problema ali mesmo, sem estardalhaço, sem gritaria e sem demonstrar suas emoções. Afinal, ele tinha uma navalha bem afiada em suas mãos.



Krzysztof Ostaszewski é nativo de Lodz, Polônia. É professor de matemática e diretor e do departamento de ciências atuarias na Universidade de Illinois.

terça-feira, março 10, 2015

Sobre o vídeo “óóun que fofo” da semana.







Sobre o vídeo “óóun que fofo” da semana.
por Alexandre Borges para o Mídia Sem Máscara






Se você não estava em Marte já viu o vídeo “óóun que fofo” da semana (logo abaixo, infelizmente), promovido pelo Ad Council, uma associação de publicitários criada em 1941 para a criação e divulgação de campanhas “sociais”.



O vídeo mostra a campanha “Love Has No Labels” (o amor não tem rótulos), criada por dois publicitários da agência R/GA de Nova York e patrocinada pela Coca-Cola, P&G, Allstate, StateFarm, Pepsico e Unilever. Nele, o público vê esqueletos se beijando e depois descobre que são, na visão dos criadores da campanha, vítimas de preconceito por cor, origem, religião ou orientação sexual. OK, pode falar “óóun que fofo” se quiser, todo mundo é a favor do amor, mas pense um pouco mais sobre esse vídeo.

Imagine Adolf Hitler e Heinrich Himmler batendo um papo animado sobre os resultados da “solução final” em 1943. Como seus esqueletos apareceriam na mesma situação? Mãos nos ombros e sorrisos largos, certo? Uma prova de amizade acima dos “rótulos”. E como ficariam os esqueletos dos psicopatas do ISIS enquanto planejam o próximo corte de cabeças? Os esqueletos deles são diferentes dos de vocês? Não, queridos, não estou comparando beijos com nazismo, o assunto é outro.

Como estariam os esqueletos de Josef Stálin e Lavrentiy Beria combinando o próximo extermínio de ucranianos? Ou de um chefe do tráfico num morro qualquer rindo do relato da última vítima mandada para ser queimada em pneus? Ou de Renato Duque e Paulo Roberto Costa combinando o percentual do próximo esquema de bilhões do Petrolão? Como seria a imagem dos esqueletos de Champinha e Pernambuco conversando sobre a tortura, estupro e morte de Liana Friedenbach?

Esqueletos são iguais, mas somos mais que esqueletos. Somos mais que nossa fisiologia, nossos instintos, mais que carne e osso. Somos o que pensamos, acreditamos, tememos, defendemos, atacamos, somos o que sabemos ou queremos saber, o que falamos e o que ouvimos, somos mais que corpo, somos também “espírito”, “alma” ou a nossa consciência, razão, intuição, emoções e escolhas, memórias, experiências, crenças e idéias.

Você verá que muito do discurso ideológico do mundo de hoje namora com a idéia da negação do pensamento, da civilização, do progresso e da razão, com uma volta romântica ao paleolítico e à nossa “natureza animal”. Desde o “bom selvagem” de Rousseau até os movimentos nudistas, passando pela arte que usa dejetos humanos nas pinturas ou músicos que dão shows emitindo grunhidos, da feminazis que usam roupas com a menstruação aparente ou atores que fazem surubas como se fossem performances, a valorização da fisiologia como definidora da existência e a negação do pensamento, do que distingue o homem dos outros animais, dá o tom.

Desde Marx, a idéia de que você é nada mais que um conjunto de preconceitos e representa apenas “interesses de classe” ganhou força e até hoje influencia o debate direta ou indiretamente. Como você seria incapaz de um “pensamento livre”, é preciso se despir do que te prende à sua classe e se entregar ao paraíso na Terra imaginado pelo marxismo, uma sociedade sem classes e sem preconceitos, “de cada qual, segundo sua capacidade e a cada qual, segundo suas necessidades”. A sociedade passaria a ser fisiológica, de corpos (esqueletos) que comem, transam e dormem, livres da responsabilidade de pensar, fazer escolhas, tomar decisões e separar “o joio do trigo”, o bem do mal, o certo do errado, o justo do injusto.

Para quem pensa assim, Shakespeare não é o maior dramaturgo de todos os tempos, é apenas “um homem branco representante das elites”. Ele, assim todos nós, seria incapaz de pensar livremente, ele apenas coloca em palavras o que sua classe e sua raça querem que ele coloque para explorar e oprimir. Nesse caso, a parte mais “valiosa” de Shakespeare é seu esqueleto, desprovido de idéias próprias, e a única que deveria ser valorizada.

Este vídeo, que tem por exemplo homossexuais se beijando em público, seria impossível em diversas partes do mundo em que pessoas com o mesmo esqueleto que os dos ocidentais considerariam o ato uma ofensa passível de chibatadas e morte. O que nos diferencia deles não é o esqueleto, o que permite que sejamos tolerantes é o nosso cérebro e não a tíbia ou a omoplata.

A construção de uma sociedade tolerante e livre, uma obra que levou séculos e que permite que existam Coca-Cola, P&G, Allstate, StateFarm, Pepsico e Unilever para patrocinar esse vídeo, é da lavra de pessoas com esqueletos iguais aos de Hitler, Marx, Stálin, Mao, Pol Pot ou Champinha, mas com idéias totalmente diferentes, e são essas idéias que precisam, mais do que nunca, ser defendidas.

Não lute apenas por seu esqueleto, lute pelas idéias que fizeram da sociedade ocidental o grande experimento da história da humanidade. São essas idéias que protegem você de virar apenas um esqueleto mais cedo do que gostaria.


Alexandre Borges é diretor do Instituto Liberal.

segunda-feira, março 09, 2015

FGTS, INSS e Aviso Prévio - um assalto ao trabalhador, disfarçado de direito.



FGTS, INSS e Aviso Prévio - um assalto ao trabalhador, disfarçado de direito.
por Renato Furtado para o mises.org.br


Todo político adora falar que defenderá "os direitos" dos trabalhadores custe o que custar, que jamais cederá, e que manterá os "benefícios conquistados".

A questão é: há realmente algum ganho para o trabalhador? Ou há apenas ônus?

Na prática, ao impor encargos sociais e trabalhistas — todos eles custeados pelo próprio trabalhador, como será mostrado mais abaixo —, o governo está dizendo que sabe administrar melhor o dinheiro do que o próprio trabalhador. 




Mais ainda: se o trabalhador é obrigado a pagar por seus "direitos", então ele não tem um direito, mas sim um dever.

Os tais "direitos trabalhistas" nada mais são do que deveres impostos pelo governo ao trabalhador. E, para arcar com esses deveres, a maior parte do salário do trabalhador é confiscada já na hora do pagamento.

Somente para bancar os benefícios básicos — férias, FGTS, INSS, encargos sobre aviso prévio — são confiscados R$ 927 mensais de um trabalhador que recebe em suas mãos salário mensal de R$ 1.200.

Um funcionário trabalhando em regime CLT, com um salário contratado de R$ 1.200, custará efetivamente ao seu empregador 80% a mais do que o seu salário. 

Confira a tabela abaixo:

tabela.png
Fonte: http://www.campesi.com.br/custofunc.htm





Ou seja, por causa dos encargos sociais e trabalhistas impostos pelo governo, o patrão tem um gasto de R$ 2.127 com o trabalhador, mas o trabalhador recebe apenas R$ 1.200. Toda a diferença vai para o governo (exceto o item férias, o qual, por sua vez, será disponibilizado apenas uma vez por ano, e que seria mais bem aproveitado pelo trabalhador caso tal quantia fosse aplicada).

E há quem acredite que isso configura uma "conquista trabalhista" e um "direito inalienável do trabalhador".

Mais ainda: esses não são os únicos custos para o patrão. Em primeiro lugar, os custos podem variar ainda mais conforme o sindicato de classe, o regime de apuração da empresa e o ramo de atividade. Há ocasiões em que os encargos sociais e trabalhistas podem chegar a quase 102% do salário. Adicionalmente, a empresa também tem de ter uma reserva para gastar em tribunais, pois sempre há funcionários saindo e acionando a empresa na Justiça do trabalho. Há também os custos de recrutamento de funcionários, os quais aumentaram muito em decorrência da política de seguro-desemprego e bolsa- família. E quem paga todos esses custos são os trabalhadores.

Eu mesmo, na condição de empresário, preferiria pagar R$ 2.200 por mês para um funcionário em um país sem encargos e leis trabalhistas do que R$ 1.200 no Brasil. Com esse salário mais alto eu teria, no mínimo, funcionários mais motivados. Mas, como não sou uma fábrica de dinheiro, não tenho condições de fazer isso.

Mas a espoliação do trabalhador é ainda pior do que parece. Veja, por exemplo, o que acontece com o FGTS. Essa quantia, que poderia ser incorporada ao salário do trabalhador, é desviada para o governo e só pode ser reavida em casos específicos (ou após a aposentadoria). 

Na prática, o governo "pega emprestado" esse dinheiro do trabalhador e lhe paga juros anuais de míseros 3%. Dado que a caderneta de poupança rende 7% ao ano, e a inflação de preços está em 7,2% ao ano, o trabalhador não apenas deixa de auferir rendimentos maiores, como ainda perde poder de compra real com a medida. 

E para onde vai o dinheiro do FGTS? Uma parte vai para subsidiar o BNDES e a outra vai para financiar a aquisição de imóveis — algo completamente sem sentido, pois a aplicação desse dinheiro na caderneta de poupança já permitiria ao trabalhar obter o dobro do rendimento e, com isso, ter mais dinheiro para comprar imóveis.

E vamos aqui dar de barato e desconsiderar as cada vez mais frequentes notícias de uso indevido desse dinheiro. (R$ 28 bilhões de reais do FGTS foram investidos pelo BNDES em várias empresas, mas não há nenhuma informação sobre quais empresas receberam o dinheiro, quanto receberam, e quais as condições de pagamento).

No caso do INSS, R$ 398,46 são confiscados mensalmente com a promessa de que o trabalhador irá receber saúde (SUS), seguro de vida e previdência. Não irei aqui comentar sobre a qualidade e a confiabilidade destes três. Irei apenas dizer que, caso o trabalhador tivesse a opção de ficar com este dinheiro, ele poderia recorrer ao mercado privado e voluntariamente contratar um plano de saúde, um seguro de vida e previdência por R$ 300 e ainda receber um serviço melhor do que o do SUS.

(E, se o governo eliminasse os impostos sobre esses setores, bem como abolisse toda a regulamentação, o valor poderia baixar para R$ 200, e o trabalhador poderia obter um serviço de maior qualidade.)

Por fim, o aviso prévio faz com que muitas empresas demitam os funcionários sem necessidade. Por exemplo, se uma empresa está passando por uma fase difícil e não tem certeza de que poderá manter o funcionário por mais de um mês, será mais racional demitir para não correr o risco de mantê-lo por mais tempo e, consequentemente, não poder honrar suas obrigações trabalhistas depois. 

O aviso prévio também trava as empresas, que podem se ver obrigadas a demitir um funcionário produtivo, mas que ainda está no período de experiência, e ao mesmo tempo manter um funcionário improdutivo, mas que já cumpriu o período de carência. Tudo isso só para não pagar o aviso prévio.

Esse custo da improdutividade será descontado de todos os funcionários.

E tudo isso para não mencionar os outros impostos que incidem sobre as empresas e que afetam sobremaneira sua capacidade de investir, de contratar e de aumentar salários. No Brasil, a alíquota máxima do IRPJ é de 15%, mas há uma sobretaxa de 10% sobre o lucro que ultrapassa determinado valor. Adicionalmente, há também aCSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido), cuja alíquota pode chegar a 32%, o PIS, cuja alíquota chega a 1,65% e a COFINS, cuja alíquota chega a 7,6%. PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta. Há também o ICMS, que varia de estado para estado, mas cuja média nacional beira os 20%, e o ISS municipal. Não tente fazer a conta, pois você irá se apavorar.

O custo de todo esse sistema para o trabalhador é muito maior do que as eventuais vantagens que ele possa oferecer (se é que há alguma). 

Dado o atual arranjo, seria muito mais proveitoso tanto para o trabalhador quanto para as empresas dobrar o salário-mínimo e eliminar os encargos sociais e trabalhistas. Haveria mais dinheiro nas mãos de cada trabalhador, haveria uma mão-de-obra mais motivada, e ainda atrairíamos muito mais empresas para o país, o que naturalmente forçaria ainda mais o aumento natural dos salários. Isso, por si só, tornaria obsoleta a lei do salário-mínimo, levando à sua extinção.

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Leandro Roque contribuiu para este artigo.



Renato Furtado é cristão, empresário do setor madeireiro, e líder do Movimento Revolucione-SE.

sábado, março 07, 2015

O Brasil na mira do Islã.









por Roberto Catarino(*)



Cartaz da Revista Super Interessante em estação do Metrô SP




A Arábia Saudita é um dos países onde os cristãos são mais perseguidos de acordo com a classificação nesse aspecto realizada pela entidade Portas Abertas, que anualmente aponta os 50 países onde os cristãos mais sofrem perseguição por causa de sua fé. A Arábia Saudita ocupa sempre o topo da lista, perdendo apenas para aqueles países em que já se iniciou o chamado Jihad ou "guerra santa" contra os "infiéis", um Dever Dogmatico para os seguidores do Islã, isso é, se trata de uma premissa da qual não abrem mão e que se encontra ao lado da prece, do jejum, do pagamento do tributo aos pobres e da peregrinação a Meca. O problema é que por "infiéis" se entende todo aquele que não é muçulmano, ou seja, judeus, cristãos, ateus, budistas etc.

Na Arábia Saudita, berço do islamismo, nascido depois do Judaísmo e do Cristianismo, tudo é fechado para o Evangelho de Cristo. Seu sistema legal se baseia na lei islâmica (Sharia), onde a conversão a outra religião é considerada um crime gravíssimo e portar uma Bíblia pode ser punível com a Morte.

O Livro Sagrado dos muçulmanos é o Alcorão, nele, Jesus Cristo não é desconsiderado, mas é reduzido a um "mensageiro de Deus", o Islã afirma que Cristo não podia ser Deus que se fez homem, pois, segundo sua concepção, Deus jamais se proporia a tamanha "miséria". Afirmam ainda que Jesus Cristo não ressuscitou, embora faça parte de suas crenças a premissa de que os "fiéis" vão ressuscitar no dia do Juízo. Acreditam que Deus (Allah) jamais poderia ser morto por mãos humanas, o que convertem em "prova" de um caráter "não divino" de Cristo. Afirmam ainda, que o fato de conter na Bíblia a expressão que diz ter sido Jesus "gerado" atesta sua humanidade absoluta, pois, entendem os muçulmanos na palavra "gerado" apenas uma conotação sexual a qual atribuem uma faceta humana indigna de Deus.

Por não crer na divindade de Cristo e partindo de conclusões fora da realidade dos ensinamentos da Igreja, como a afirmação de que os Cristãos não são monoteístas por conta do Dogma chamado de Santíssima Trindade, atiram os cristãos na categoria dos que "rejeitaram os sinais da verdade" e para os quais esta, segundo o Alcorão:

"Para aqueles que rejeitam nossos sinais, breve jogá-los-emos no Fogo. Cada vez que suas peles forem queimadas, substituí-las-emos por outras para que continuem a experimentar o suplício". (4:56)

Para Nós Cristãos, Jesus Cristo é Ato Sublime do amor absoluto de Deus Pai, que envia seu Filho em sacrifício pelos homens enquanto para o Islã os homens são dados em sacrifício para Allah. Jesus é o próprio Deus, afinal, como toda a criação o é, em Jesus Cristo esta uma das dimensões de Deus, ou seja, a dimensão tornada homem para dignificar esse homem, Ele veio depois que toda a criação foi criada e por isso é o FIlho, mas se dirige a Si próprio como Pai para lembrar o que ficou para tras, manifesta-se em tres facetas, não são três Deuses mas três expressões de um mesmo Deus que teológicamente é explicado no correto Dogma da Santíssima Trindade.

Os Cristãos não creem, como querem os muçulmanos atribuir a nós, que Deus foi "morto" por mãos humanas, ao contrário, a Igreja afirma que Ele venceu a morte ao ressuscitar, pois, o que teve que morrer na Cruz foi o corpo, Deus ressuscitou esse corpo. Na Cruz esteve a dimensão humana de Deus, dimensão essa "gerada" no seio de uma Virgem justamente para dignificar a condição de nascermos de uma mulher, reafirmando o valor da Família, da maternidade da "sagrada família" como célula social.

Compreendendo do que é feito o homem, aceitou morrer para reviver, a fim de mostrar a reconpensa daquele que guarda a Justiça e a verdade com a própria Vida. Poderia Ele dar ordens a seus Anjos, que o socorreriam com toda a Milícia Celeste, mas, o que isso ensinaria para o Homem? para esse até então "pobre" homem, que hoje é dignificado por Deus em Jesus? Jesus de Nazare é o Deus que se fez em tudo homem exceto no pecado, que viveu nossas fraquezas mas não deixou-se abater por elas, em meio a um mundo de mortes, Jesus ensina: "Eu vim para que todos tenham vida"(Jo:10,10).

No Brasil o Islã adota como método para propagar seus Dogmas um discurso próximo do Cristão, ou melhor, próximo daquilo que o Alcorão apresenta por sendo ensinado por cristo já que o Al Corão não foi escrito por Mohamad que era analfabeto e apenas ditava seus ensinamentos que, “flutuavam” até que seu sucessor Abu Bakr encarregou Zaid Ibn Thabet de reunir todos os fragmentos de ensinamentos, tarefa que foi somente concluída por Osman, terceiro sucessor de Mohamad, que apresentou o definitivo livro que conhecemos por Alcorão, várias gerações depois e VII séculos depois da morte de Jesus Cristo. Enfatizam em suas pregações no Brasil sempre as palavras "amor" e "misericórdia" que são sempre atributos outorgados a Allah e evitam falar que chegará o dia da Jihad embora muitas paginas virtuais acusem recrutamento de brasileiros para esse fim, ou seja, evitam falar da chegada do dia onde deverão se prestar a matar todos aqueles que pensam diferente deles.

Enquanto a Doutrina Social da Igreja Católica buscou aprimorar-se durante toda a sua Existência, até o ponto de se tornar síntese sublime do que deveria ser a organização social justa entre os homens e a fraternidade universal. O Islã traz a pleno século XXI um código de regras do século VII e que se impõem por brutal força do Norte da África até o sul da Ásia, mas avança fortemente pela Europa e a América Latina, principalmente no Brasil. Em nome dele, milhões de mulheres continuam ou voltaram a cobrir todo o corpo, em nome dele milhares de pessoas são forçadas a manterem-se sem conhecer a Palavra de Vida ofertada por Jesus Cristo, fatalidade essa que não ocorreu antes que os fanáticos varressem os muçulmanos favoráveis a modernização do Islã.

O Perigo de Islamizarão para o Brasil se tornou tão evidente nos últimos anos, que se torna necessário a criação de organizações que ajudem os Cristãos a perceberem que todas as acusações feitas contra o cristianismo pelos pregadores do Islã não são verdadeiras, é preciso oferecer uma resposta cristã a essas acusações sem as quais não seremos capazes de nos defender desse crescimento e podemos acabar dando-nos conta tarde demais de que estamos sendo negligentes na luta pela Verdade Cristã.

Para o Islã a conversão de um cristão só poderá ocorrer no Brasil, se esse cristão não desejar viver o amor de cristo e se sentir melhor dentro dos ensinamentos Islâmicos, piedosos para com os muçulmanos apenas, mas essa conversão não pode ocorrer pela ausência de conhecimento do cristão na doutrina Cristã, fato que acusaria uma incompetência de todos nós cristãos na missão de Evangelizar.

No Brasil o Islã se lança nos mais Pobres e desprovidos, muito mais vulneráveis ao erro, portanto, lutemos cristãos, para levar Deus e Jesus Cristo para todo homem de boa vontade, inclusive, todos nossos Irmãos muçulmanos.

Na foto: Propaganda Islâmica no metro de São Paulo tenta romantizar o uso da burca para ganhar simpatia ao modo de vida do islâmico

Fontes:

Catecismo da Igreja Católica

Catecismo da Igreja Ortodoxa Siríaca


O Alcorão - tradução de Mansour Challita

Nobre Alcorão - Dr. Helmi Nasr

Islamismo nas favelas do Brasil

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Sangue de Cristãos martirizados é vendido a Sauditas para ritual macabro

A perseguição aos cristãos é um problema de direitos humanos e de justiça social, pois segundo a lei islâmica os cristãos, bem como todos os não-muçulmanos são considerados como uma sub-espécie humana (e isso também inclui ateístas, agnósticos, ... todos sem exceção!).

Hatune Dogan, uma freira sírio-ortodoxa de origem turca, explica aqui a terrível situação que os cristãos se encontram, frente aos guerreiros islâmicos que tomam todas as liberdades imagináveis contra aqueles que eles consideram 'infiéis', 'impuros' e de valor inerentemente menor que os dos muçulmanos.

Esta situação não apenas ameaça acabar com o cristianismo onde ele surgiu, mas ela também constitui gravíssimo sofrimento para as vítimas dos jihadistas, dos Wahhabis, e dos outros "guerreiros sagrados" que lutam para estabelecer o islão como a força dominante indiscutível na Síria e em outros lugares.




(*) Graduado em História pela Universidade Estácio de Sá, Economia ( FACIBEL) especialização em Literatura Greco-Cristã, História Antiga e Medieval.

sexta-feira, março 06, 2015

Uma economia livre é uma economia de proprietários, e não uma economia de proletários.




Memorial da América Latina (monumento ao concreto)




Sobre as reformas “neoliberais” na América Latina e por que elas fracassaram.



Imagine que um grupo de vizinhos em seu bairro — que foram eleitos ou que se auto-elegeram governantes — decidem que ninguém, exceto eles, pode fornecer serviços de segurança e de resolução de contendas judiciais. 




E não apenas isso: além de estipularem e imporem taxas para custear gastos com iluminação, ruas e manutenção de todas as instalações e infraestruturas com as quais já nos acostumamos, suponha também que comecem a cobrar uma porcentagem do salário dos solteiros para pagar pela educação de quem tem filhos, uma porcentagem dos salários dos que têm um estilo de vida saudável para custear a saúde de quem quiser tais serviços gratuitamente, uma porcentagem do salário de todos para criar programas de fomento à cultura e para conceder empréstimos subsidiados a determinadas empresas, a criar empregos na administração do bairro para seus militantes — novamente, à custa de todos os vizinhos —, e a controlar toda uma série de elementos da própria vida das famílias.


Não é necessária muita imaginação para se criar novas justificativas para que o estado continue tomando dinheiro das pessoas com o intuito de financiar novos programas. E foi exatamente nisso que o estado se transformou para os latino-americanos ao longo das últimas gerações. Na maioria dos países do continente, já no final da década de 1970, o estado era eletricista, encanador, engenheiro, médico, professor, conselheiro matrimonial e familiar, e, acima de tudo, uma casa de beneficência.

Apesar deste diagnóstico agora evidente, e do fato de que o famoso (infame para a esquerda) Consenso de Washington se apresentou como sendo a cura para todos os males do continente, os resultados deixaram muito a desejar. Tanto é que os ungidos do populismo e do coletivismo estão — em termos eleitorais — mais fortes do nunca na região, justamente pelo fato de denunciarem diariamente as consequências das reformas impostas pelo Consenso. 

No entanto, se supostamente o final da década de 1980 e toda a década de 1990 trouxeram uma onda maciça de privatizações, desregulamentações e aparentes aberturas comerciais, o que foi que falhou? Será que os ungidos de fato têm razão ao afirmar que o "neoliberalismo" é intrinsecamente incapaz de gerara prosperidade geral? 

Voltemos à analogia do início do artigo. O que ocorrerá se os governantes — que mudaram apenas de rosto, mas não práticas políticas — decidirem abandonar muitas das atividades que até então efetuavam? Voltaremos ipso facto a uma situação natural? De jeito nenhum. O grupo de governantes pode, mediante a concessão de algumas atividades para grupos privados, tornar mais "eficiente" uma série de atividades; mas nós, os vizinhos, ainda não sentimos que somos donos de nossas vidas. O grupo de governantes pode ter deixado de efetuar determinadas atividades, mas ele ainda não permite que possamos efetuá-las. Apenas um pequeno grupo, selecionado a dedo pelos governantes, podem efetuar estas atividades. Os governantes ainda mantêm e impingem leis que ditam como e até que ponto tais atividades podem ser efetuadas. 

Ainda não somos donos de nossas vidas. No máximo, os governantes nos permitem determinadas iniciativas em nosso bairro, mas apenas com sua prévia permissão e somente sob sua supervisão técnica. De novo, não recuperamos realmente nada.

O problema com as reformas da década de 1990 é exatamente este. Para começar, não houve nenhuma genuína desestatização, mas sim apenas concessões de monopólios estatais para monopólios privados, arranjo esse que não permite nenhuma concorrência. Não há livre concorrência nos grandes setores econômicos da América Latina.

Desde a divisão de Buenos Aires em duas zonas, cada qual tendo apenas uma empresa telefônica monopolista, passando pela criação de várias agências reguladoras no Brasil que têm o intuito de cartelizar o mercado e proteger grandes empresas da concorrência externa, permitindo que pratiquem preços altos e mantenham serviços de baixa qualidade, chegando ao Ejido mexicano, que mantém o estado como proprietário de terras para uso agrícola coletivo (tendo o estado o poder de tomar terras privadas), e culminando nos sistemas de "seguridade social" em que o estado "poupa por nós" para nos proteger em nossa velhice, não há absolutamente nenhuma forma de liberalismo (não existe um prefixo "neo") no continente. Há apenas o velho e absoluto mercantilismo.

Ou seja, o remédio ministrado é somente um pouco melhor do que a própria enfermidade. Se tínhamos um estado obeso e empresário, agora temos um estado obeso que se sente um pouco menos empresário, mas que, por sua obesidade, confisca e monopoliza os recursos com os quais poderíamos ser nós mesmos os empresários. O estado nos mantém regulados, supervisionados, concessionados (o monopólio se mantém, embora a qualidade do serviço possa aumentar notavelmente em uma concessão), desprovidos, sobre-tributados e monopolizados juridicamente. E estes dois últimos fatores, embora sejam os menos notados e discutidos, são os mais importantes para o crescimento econômico.

Têm toda a razão aqueles que dizem que Austrália, Nova Zelândia, Estônia ou até mesmo Hong Kong e Cingapura não são sistemas liberais puros, mas ainda assim são as estrelas mundiais em termos de crescimento e prosperidade para seus habitantes. Da mesma maneira, países já ricos e, consequentemente, de crescimento baixo, como Dinamarca, Suécia, França, Itália, Canadá e Alemanha também não são puramente liberais. Mas há algo que todos eles têm em comum, algo que é o segredo, o requisito sine qua non do progresso: segurança jurídica para a propriedade e para os contratos voluntários. 

Eles têm isso há muito tempo; nós nunca tivemos.

Por que esse é o diferencial? Nada mais pode explicar por que 80% do fluxo de investimentos estrangeiros ocorrem entre os próprios países desenvolvidos quando se sabe que uma empresa como a Microsoft pagou 8% de dividendos a seus acionistas nos últimos anos ao mesmo tempo em que empresas bem-sucedidas no Equador pagaram 25%. Sendo assim, o capital estrangeiro não deveria estar chovendo sobre os países latino-americanos, onde os investimentos geram maiores taxas de retorno? Infelizmente não. Se um país da América Latina permite que você mantenha 60% do lucro gerado por uma empresa ao passo que na Dinamarca esse percentual é de apenas 40%, por que ainda assim a Dinamarca continuará sendo um destino preferencial para os investimentos? Porque a Dinamarca possui um sistema tradicional e reconhecidamente eficaz de proteção à propriedade, aos contratos e às decisões judiciais.

Isso significa que, na América Latina, o investidor pode até ter mais dinheiro após impostos, mas existem mais possibilidades de trapaças e de estelionatos por parte de um sócio local, mais conflitos trabalhistas, mais incerteza jurídica, maiores possibilidades de calotes serem protegidos pelo judiciário, maiores possibilidades de súbitas desvalorizações cambiais, e mais vários outros elementos que desmotivam empreendedores a fazer investimentos e a aplicar seu capital em nosso território. É por isso que os reinvestimentos são um ato de heroísmo, e que a repatriação de lucros se torna um ato mais racional e seguro.

Mas o assunto não termina aí. Hernando de Soto, em sua obra El Misterio del Capital, calcula que 80% da propriedade nos países em desenvolvimento está totalmente na informalidade. Ou seja, há dezenas de milhões de famílias em nosso continente que simplesmente não podem utilizar sua propriedade como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo. Se a casa ou o terreno de uma família pobre não são formalmente seus, como no caso das favelas brasileiras, não há nenhuma medida de abertura econômica, de privatizações ou de ortodoxia fiscal e monetária que possam compensar tudo isso. Caso essas pessoas pudessem usufruir um título de propriedade, elas imediatamente começarão a usá-los como colateral ou a transacioná-los, aumentando sobejamente sua renda, sua riqueza e seu padrão de vida.

O atual arranjo faz com que, literalmente, a classe baixa e até mesmo boa parte da classe média sejam meras espectadoras do processo econômico. E os governantes sabem como capitalizar esta situação denunciando-a como sendo uma exclusão social. Eles estão corretos nesta percepção — embora tenham sido eles próprios que criaram esta situação —, mas estão errados ao proporem que a solução está na inclusão política ("vamos decidir o rumo do país em assembleias populares").

A resposta, sob o prisma da mentalidade empreendedorial, deve ser distinta e clara: sim, o mercantilismo é excludente, mas podemos caminhar em direção ao liberalismo caso massifiquemos o acesso à propriedade (com títulos e registros de propriedade para todos), tornemos o sistema judiciário mais rápido e confiável (arbitragens privadas são um ótimo começo), e aumentemos a segurança (com o policiamento privado liberado).

Em outras palavras, a liberdade econômica começa pela propriedade privada, pelo respeito aos contratos, e por um sistema judiciário confiável e eficiente. São secundárias, porém de suma importância, questões como impostos, as tarifas e as regulamentações. 

Uma economia livre é uma economia de proprietários, e não uma economia de proletários.

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quinta-feira, março 05, 2015

Leis & hipócritas.







por José Fighera Salgado (*)





A legalidade brasileira, em parte, tornou-se uma sarcástica palhaçada avalizada por falsos juristas. Um circo, onde os mesmos palhaços que pisoteiam as leis legítimas fiscalizam o cumprimento das leis ilegítimas.


Comunistas escrevem suas perversas biografias por cima das páginas dos códigos legais. Para os militantes de esquerda radical em início de carreira, uma temporada na cadeia não é uma prisão, e sim uma vitrine. Enquanto o ordenamento jurídico da nação reflete os preceitos morais básicos, os costumes, os direitos por excelência, enfim, as bases da nacionalidade, os revolucionários descumprem as normas legais, cometem crimes, e acusam de autoritarismo os agentes estatais que, fazendo cumprir as leis do Estado Democrático de Direito, defendem a continuidade de sua existência. Para os militantes, violar todas as leis possíveis é uma virtude e uma obrigação, até que o Estado revolucionário seja uma realidade, quando ferrenhamente passam a agir como pretensos “legalistas”.

Estando devidamente implantado o regime, da maneira mais hipócrita possível os militantes criminosos de antanho, convertidos em tiranos ou lacaios dos mesmos, tornam-se os mais obstinados defensores da nova legalidade, a guardar com unhas, dentes e fuzis a tão sonhada legislação draconiana. Muitos daqueles que, no passado, detonaram bombas em locais públicos, assaltaram, seqüestraram, torturaram, mataram pelas costas, enfim, espalharam o caos, o ódio e a desordem e violaram as normas legais em nome da revolução, passam a ser fiscais de leis dotados de uma postura absurdamente pseudo-moralista, que (aos olhos dos ingênuos) até mascara suas origens subversivas.

No Brasil, como em qualquer outro país submetido a um processo revolucionário, os agentes do caos aplicam estas duas visões oportunistas sobre as Leis: violam as leis legítimas (as da ordem anterior) e exigem o estrito cumprimento das leis ilegítimas (as novas normas criadas pela e para a revolução). As leis revolucionárias, que contam com a promoção glamourosa de mídias controladas, artistas engajados, ativistas de esquerda, ongueiros e diversas outras matizes de servidores da tirania, tem seu cumprimento rigorosamente fiscalizado pelos mesmos bandidos que violavam Leis no tempo em que todas tinham como fundamentos os princípios básicos da civilização e serviam à manutenção da ordem democrática. Ou seja: nada pode ser mais hipócrita do que o atual legalismo dos esquerdistas radicais.

A hipocrisia é de fato a grande marca destes novos guardiões das leis (saliente-se, daquelas que lhes interessam). O Estatuto do Desarmamento, maior golpe contra a liberdade da população brasileira, foi arquitetado e promovido, assim como tem seu cumprimento fiscalizado, pelos mesmos agentes (ou herdeiros ideológicos dos mesmos) que, armados com fuzis e metralhadoras ilegais, atiravam em nome da revolução comunista. O Marco Civil da Internet, novo instrumento censurador da esquerda, partiu dos que outrora bradavam contra a “censura” enquanto trabalhavam ativamente para expandir o comunismo pela via cultural. A aprovação de leis que impõem restrições despóticas a liberdade de pensamento é defendida pelos mesmos que sempre a utilizaram indevidamente em seus discursos demagógicos. As leis de restrição a substâncias tradicionais da sociabilidade ocidental são arduamente defendidas pelos mesmos que labutam pela legalização das drogas pesadas produzidas e traficadas por parceiros da camaradagem socialista, e causadoras de destruição da sociedade. Tribunais de exceção a serviço de terroristas de longa data que outrora pisavam nas verdadeiras leis, são constituídos para acusar, julgar e condenar de maneira parcial e arbitrária, embasados na legislação revolucionária. Enfim, a legalidade brasileira, em parte, tornou-se uma sarcástica palhaçada avalizada por falsos juristas. Um circo, onde os mesmos palhaços que pisoteiam as leis legítimas, fiscalizam o cumprimento das leis ilegítimas, com amplas e animadas platéias de canalhas e idiotas úteis a aplaudirem as palhaçadas.

As leis revolucionárias, obviamente, são em grande parte inconstitucionais, a exemplo da referida lei anti-armas. Não obstante, por todo o aparato que as promove e fiscaliza seu cumprimento, na prática, acabam se sobrepondo à Constituição Federal, criminosamente violada sem que o poder legitimado para defendê-la cumpra seu dever. Muitos tribunais da República, que deveriam observar estritamente a Carta Magna, não o fazem, e dão sucessivas demonstrações de seu comprometimento com a revolução comunista. Recentes julgamentos e suas respectivas decisões demonstram que as mais diversas cortes e os mais variados graus de jurisdição passam por cima da Constituição e da Lei Penal para beneficiar criminosos socialistas e todo o esquema de poder que eles integram e comandam.

No desenrolar deste tripúdio à Constituição Federal, às leis que nela tem fundamento e ao próprio Estado de Direito, os modernos (e falsos) legalistas ameaçam todos os que zelam pela ordem democrática constitucional, que já definha. O legalista de esquerda, que de maneira mais arrogante possível despeja ameaças de processo judicial em cima dos opositores da legalização dos absurdos, é uma figura típica nestes tempos de revolução no Brasil. Qualquer um que fuja dos estereótipos concebidos para o novo homem do “país de todos”, corre o perigo de ser acionado judicialmente em situações que outrora seriam irrelevantes para a Justiça.

Certos políticos já são experts na arte de espalhar ameaças de processo judicial a quem ouse afrontá-los, mesmo que dentro dos limites legais da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar. Da mesma forma, militantes devidamente assessorados por advogados comprometidos com a mesma causa abjeta, ficam atentos a toda e qualquer “violação” aos ditames radical-esquerdistas convertidos em lei, tal qual raposas na espreita de galinhas, a fim praticarem a nova modalidade de “terror” que assola o Brasil. Sua maior motivação são pescoços dissidentes rolando pelos tribunais, para que sirvam de exemplo aos demais reacionários, ou seja, a nós que ainda estamos vivos, “porque só um cadáver não reage aos vermes que o corroem”, de acordo com as sábias palavras de Georges Bernanos.

Deste processo de violação da ordem constitucional democrática e das leis que a refletem, e de criação de novas leis revolucionárias, processo este assegurado por falsos jurisconsultos e operadores do direito assumidamente ou dissimuladamente comunistas, nasceram estas figuras detestáveis que disseminam ameaças a quem ouse discordar de suas trampas e mentiras convertidas em legislação, ou pior ainda, denunciá-las publicamente.

Assim são os novos “legalistas” de esquerda: tipos hipócritas, farsantes e velhacos ao extremo. Seu lugar apropriado seria a lata de lixo, o esgoto da história. Mas, infelizmente, a tendência é que acabem sendo premiados com as cátedras das mais prestigiadas universidades do país.



(*)José Fighera Salgado é bacharel em direito, especialista em ciências criminais e músico gaúcho

Fonte: Midia sem máscara

segunda-feira, março 02, 2015

Doutrinação Ideológica nas Escolas.










Imagem na linha do tempo do facebook do deputado Jair Messias Bolsonaro (1)


Projeto de lei contra o abuso da liberdade de ensinar é protocolado na Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

Citando o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, o deputado Esmael Almeida (PMDB) defendeu da tribuna do Poder Legislativo, liberdade de aprender dos estudantes das escolas públicas e privadas e pediu ao Estado que assegure o respeito ao direito do estudante de não ser doutrinado politicamente e ideologicamente por seus professores.

O parlamentar se juntou ao movimento Escola sem Partido deflagrado no País, que atua no combate à doutrinação política e ideológica em sala de aula, por configurar, segundo sua opinião, abuso da liberdade de ensinar do professor em prejuízo da liberdade de aprender do estudante, sendo que ambas as liberdades são asseguradas pelo Art. 206 da Constituição Federal.

Esmael protocolou Projeto de Lei que institui no sistema estadual de ensino o Programa Escola sem Política Partidária, cujo texto prega a neutralidade política, ideológica e religiosa, o pluralismo de idéias no ambiente acadêmico, liberdaade de crença e o direito dos pais a que seus filhos menores recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Imagem enviada por Gabrielle Rodrigues (2)


Categório em suas afirmações, Esmael entende que o uso político da sala de aula, em benefício desse ou daquele partido ou governo, afronta o princípio constitucional da neutralidade política e ideológica do Estado, ao mesmo tempo em que ameaça o próprio regime democrático, na medida em que visa a desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.

“Quero dizer aos meus colegas deputados que esta proposta tem por finalidade única de inibir práticas inadequadas de atuação de professores de quererem incutir no meio escolar suas preferências políticas, dentro e fora das escolas”. O deputado lembrou a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), que em seu artigo 12 reconhece expressamente o direito dos pais a que seus filhos “recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”. Para Esmael, é flagrante o desrespeito a esse direito.

Defensor intransigente da família como instituição divina, sua principal bandeira política, Esmael Almeida afirmou que na atualidade, salvo raras exceções, professores utilizam o tempo precioso de suas aulas para influenciar o juízo moral dos alunos sobre temas como sexualidade, homossexualismo, contracepção, relações e modelos familiares. “Ora, o aluno é educado e orientado de uma forma pelos seus pais e quando chega à escola, recebe determinada verdade moral”, frisa o deputado, questionando: “Será que o Estado, a quem compete cuidar da família não estaria colocando dúvidas na própria autoridade moral dos pais sobre seus filhos?”

Enfático em seu pronunciamento, o parlamentar ressaltou que os professores não podem e não devem fazer prevalecer a visão pessoal em sala de aula, seja ela Marxista, Comunista, Socialista ou de qualquer outra vertente ideológica. “Não é lícito ao professor tentar fazer a cabeça dos alunos. A liberdade de consciência é absoluta conforme está escrito na Constituição Federal em seu artigo 206 e o ECA em seu artigo 5º, que afirma que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de exploração”. E conclui: “A Educação e a Família são a base de tudo.”


1 -As FARC e o PT nas escolas do Brasil
O Livro "Nova História Crítica" – 8ª série – Editora Nova Geração - adotado nas escolas do Distrito Federal, bem mostra de o quanto as crianças do ensino fundamental são orientadas para o marxismo. A foto consta da página 327.
Antes de qualquer crítica sobre "chancela" do MEC, o fato é que este e outros livros estão lá, dentro das escolas. Afinal nenhuma editora iria produzir livros sem mercado e, todos sabem, que o maior cliente é o Governo.
Alguém tem ainda alguma dúvida da ligação do PT com as FARC e o terrorismo no mundo?


Esse é uma imagem tirada de um livro de 7° ano do ensino fundamental (Livro Fundamento, Caderno 1, Sistema Ético de Ensino, 7° Ano, pg. 78). Como podem ver, o autor do livro quer passar a mensagem aos leitores de que apenas "ricos", aqueles em que o "o pai pagou a melhor escola", são contra as cotas "sociais". É com lixos assim que vão enfiando bobagem na cabeça de crianças e jovens, e é por isso mesmo que o governo não abre mão de controlar a educação: para garantir a doutrinação.
Isso só irá mudar quando houver livre mercado privado na educação e escolas, cooperativas, professores e demais interessados em ensinar possam fazê-lo livremente, sem interferência do Ministério da Educação Comunista (vulgo MEC).

domingo, março 01, 2015

VAMOS ÀS RUAS! (mas só no dia 15?!)











por Enio Mainardi




Meu celular não para. Me avisam para comprar mantimentos, víveres. Que devo tirar algum dinheiro do banco para não ficar a nenhum, numa emergência. 




Corre uma forte boateira. De caso pensado foram “vazados” diálogos entre militares, numa ferveção de expectativas ansiosas. Notícias que a Força Nacional teria sido acionada pelo Lula. Que forças militares de países estrangeiros já estariam circulando pelo pais. Acusações de que o Alto Comando das Forças Armadas seriam “de esquerda”. Informações, contra-informações. 




Agora, 4 horas da madrugada deste domingo, que devo fazer? Me assegurar que a fechadura da porta de entrada do apartamento está trancada com duas voltas? Penso nas Manifestações marcadas para o próximo dia 15. Só no dia 15???... 




Frente aos boatos, verdadeiros ou não, acho que os organizadores da Manifestação deveriam precipitar os fatos, antecipar a data para que ela aconteça - no máximo - até o próximo fim de semana. Estamos num derby perigoso, parece que os outros cavalos já saíram galopando, disparados na pista. 




Os adversários querem precipitar o resultado, esvaziar as nossas Manifestações. E eles tem muito dinheiro, muita gente aparelhada, muito poder gerado pela corrupção e outros interesses vários. Nem vale a pena listar quantas tropas eles tem. Me lembra quando falaram ao Hitler (acho que foi ele) da oposição do Vaticano às suas ambições militares e ele respondeu “quantas divisões tem o exército do Papa? “ 




Nós estamos que nem o Papa daquela época, não temos nenhuma divisão. Mas tem instalado um sentimento de revolta tão grande, que isso pode colocar um povo em armas. Armado com Greve-Total, resistência civil, manifestações de rua, e uma bruta vontade de se livrar da cangalha desse governo corrupto. Contra uma líder ex-guerrilheira capaz de tudo. E um Lula que já botou claro que quer um governo comunista. Precisamos sair às ruas antes que eles. E mostrar nossa firme resistência. A revolução espanhola contra o Franco nos deixou pelo menos uma frase exemplar: “Não passarão!”