segunda-feira, janeiro 27, 2020

Amizades Cabulosas de um juiz que tudo pode








por Ludmila Lins Grilo(*)




Tu, ó elevado figurão da magistratura nacional: soube que passas teus dias traçando estratégias para me neutralizar. “Como ousa desafiar-nos a neófita?” És deprimente. 

Tentas desesperadamente angariar colegas simpáticos à tua causa de querer me eliminar, mas sei que estás em dificuldade: ninguém te leva a sério. Não deve ser fácil ocupar cargo tão elevado e obter nem meia dúzia de adeptos para a perseguição que desejas iniciar. 

Teu cargo é tudo que tens - tua própria substância -, por isso temes perdê-lo tal como tua própria vida. Projetas teus medos em mim, como se meus medos fossem os mesmos que os teus. Achas que compartilho de tua miséria.

Sim, se teu cargo é tua vida, és miserável. Desconheces por completo o sentido de tua própria existência. Tens as pernas trêmulas só de pensar em perder teu cargo e tua posição - e borras as calças só de pensar na possibilidade.


Enquanto lês estas palavras, sentes raiva. Neste momento, procuras meios de calar quem te perturba a alma e desnuda tua inépcia. Estás nu diante de tua própria consciência. Tua ira é compreensível - e até mesmo previsível: é bíblica. As coisas são assim desde o início dos tempos.

Procuras meios de me calar porque te causo incômodos. Logo eu, que consideras tão pequena e insignificante, causando-te incômodos, ó imponente figurão da República! Não te envergonhas? És tão grande e de importância tão monumental, por que te afliges com uma reles como eu?

Minhas palavras te atingem diretamente, ou ao teus benfeitores, de quem vives de lamber as botas - única forma que tens de ter alguma relevância na vida. És lamentável.

Saber que a obtenção de algum valor nessa vida dependeu de alguém que gentilmente concedeu-te um cargo - e ainda assim não receber o alto reconhecimento que desejarias - deve ser desesperador. És mesmo um miserável.

Perdes tuas noites - e tua vida - em claro preocupando-se em como eliminar do mapa miudezas como eu, enquanto eu até ontem desconhecia tua fixação em mim por completo: costumo mesmo dedicar minha atenção a coisas mais elevadas. 

Sou-te desagradável e inconveniente, pois, quando apareço, tu te vês defronte à imensidão de tua ignorância. Eliminar-me é como tirar o sofá da sala: estarás satisfeito ocultando tua decadência que continuará a existir.
És um completo engodo: passar toda uma vida posando de erudito e tendo de fingir possuir uma capacidade que não tem, além de deprimente, deve dar um trabalho dos diabos.

Recebo afetos espontâneos que jamais receberás, porque o ser humano corre naturalmente na direção do que os instintos dizem ser-lhe bom. Contigo isso jamais acontecerá, pois és uma falsificação grotesca de virtudes: não emanas positividade alguma. 

Minhas palavras podem significar, para ti, o descortino de algo que tu gostarias que permanecesse incógnito e incompreendido, pois te beneficias de certos segredos inconfessáveis. Nesse caso, lamento. Não tenho rabo preso como tu tens - e quero mais é que te lasques. 
Deve ser mesmo incômodo ver opiniões que te são repulsivas receberem tamanha aceitação pública. Sei que não tens muita afeição ao contraditório e à divergência - embora exerças a magistratura -, tampouco à liberdade de expressão de que dizes ser defensor. És hipócrita. 

Aceitas amizades cabulosas e favores de figurões duvidosos que possam te beneficiar, ao mesmo tempo que enxergas em mim o mal a ser extirpado. Teu aleijado senso das proporções é a própria representação da destruição total do que restou de tua inteligência e de teu caráter. 

Sei bem que, ao ler estas palavras, não desenvolverás a humildade ou qualquer destas virtudes que não possuis - isso seria um comportamento dos fortes de espírito, e não de homenzinhos gelatinosos de perninhas trêmulas. 


Sentes raiva: estás vermelho e teus dentes rangem, correto? Sofres uma ardência no tórax como se tivesses tomado ácido. Já sei: já estás correndo ao teu grupo de zap, tentando achar algum meio legal de me descartar, mas não consegues nem a lei, nem o apoio. Não és levado a sério. 

Tua fortuna é que o teu estado de completa indigência espiritual não é estanque: é possível evoluir até o fim de nossas vidas. Ainda há tempo e salvação. Boa sorte. Com esta vida de bosta e sem sentido, vais mesmo precisar. 

(*) Ludmila Lins Grilo - Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005). Atualmente é Juíza de Direito no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
No twitter @ludmilagrilo


segunda-feira, janeiro 20, 2020

Bolsofobia, Bolsonarofobia ou O Brasil que se dane






Bolsofobia, 
por Fábio Jacques (do blog Jornalista Polibio Braga)

Para variar Antagonistas compartilhando Mentiras


Você sabe o que é fobia? Vamos à Wikipédia:





“Fobia é um tipo de Transtorno da ansiedade caracterizado por medo ou aversão persistente a um objeto ou uma situação.As fobias geralmente causam o aparecimento súbito de medo e estão presentes por mais de seis meses. A pessoa afetada exerce grandes esforços para evitar a situação ou o objeto, geralmente a um grau superior em relação ao perigo real do próprio objeto ou situação. Quando não é possível o objeto ou a situação serem evitados, a pessoa afetada apresenta sinais acentuados de Sofrimento”.

Há mais de seis meses, para alguns indivíduos como o Jean Willys desde que foi eleito deputado, e para a malta de seguidores do lulopetismo desde o início da campanha eleitoral de 2018, um objeto tem provocado verdadeiros ataques fóbicos nas hostes da esquerda e na mídia cooptada: Jair Messias Bolsonaro.

Quem, por exemplo, sofre de aracnofobia, não pode sequer ver uma pequena aranha mesmo que seja apenas num programa de televisão. Quando se depara com uma ao vivo, desespera-se para fugir ou eliminar a nefanda criatura.

Não adianta a aranha dizer que seu propósito de vida é apenas comer algumas moscas livrando as pessoas de muitas moléstias e, de quebra, fabricar novas aranhazinhas que o aracnofóbico nada ouve, nada vê e não consegue desenvolver qualquer raciocínio lógico razoável. A única coisa que deseja é pisar em cima do pequeno animalejo, de preferência pedir para que alguém o faça, eliminando qualquer possibilidade de salvação da pequena obra de arte da natureza com suas oito patinhas e seus belos dois, três ou quatro pares de meigos olhos.

Delenda est aranea! A aranha tem que ser destruída.
Se perguntarmos ao fóbico por que a aranha tem que ser destruída, muito provavelmente obteremos esta resposta precisa e arrebatadora: 
“Porque sim”.

Bolsonaro se transformou na aranha da esquerda. Tem que ser destruído.
Por quê? Porque sim.
Não importa o que ele faça ou diga sempre estará errado e tem que ser retirado do poder. Destruído.

O décimo terceiro do bolsa família é para ludibriar os nordestinos, a reforma da previdência é para acabar com a aposentadoria dos trabalhadores, o aumento do salário dos professores é para arrebentar as contas estaduais, o pacote anticrime é para salvar Flávio Bolsonaro, convidar Moro para o ministério foi para acabar com a Lava Jato, a melhora da economia é para poder roubar mais, a indicação para a OCDE foi para compensar o Brasil pelo aumento do comércio entre China e EEUU e não por mérito do próprio Brasil e por vai uma lista infindável de ações do governo consideradas, pela esquerda, deletérias para o país.

Quem lê “O Antagonista” pode facilmente levantar centenas de exemplos através dos quais este site procura incansavelmente, dar a sua contribuição para a destruição do governo, mesmo que isto possa resultar na destruição do país, e para a volta do status quo anterior no qual tudo o que o governo fazia era maravilhoso.

A Bolsofobia tomou conta da esquerda, da mídia amestrada e de grande parte daqueles que desaprenderam a raciocinar, ou que talvez nunca tenham aprendido, e que ficam a repetir tudo o que leem ou ouvem (muitas vezes nem conseguem ler ou entender o que estão lendo), os conhecidos isentões. Estes, segundo o Apocalipse 3: 16,16, serão os primeiros a serem vomitados porque não são nem quentes e nem frios. Mornos, isentões, repugnantes.

Mas não adianta querer acabar com as aranhas. Elas continuarão a comer moscas e a fabricar simpáticas aranhazinhas muito tempo depois da espécie humana ter desaparecido da face da terra.

É isso aí.

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(*) O autor é diretor da FJacques - Gestão através de Ideias Atratoras e autor do livro “Quando a empresa se torna Azul – O poder das grandes Ideias”.
http://www.fjacques.com.br - mailto:fabio@fjacques.com.br
Whatsapp: 9725 6254

quarta-feira, janeiro 15, 2020

O grito dos maus e o silêncio dos bons





por Percival Puggina (*)





Atribui-se a Martin Luther King o mérito de haver resumido o sentimento de tantos ao afirmar que o silêncio dos bons o preocupava mais do que o grito dos maus. Não obstante, criei-me ouvindo que o bem não faz alarde e isso me parecia, de fato, adequado à bondade, à virtude, à caridade.

Foi muito a contragosto, então, que, enquanto as décadas se sucediam, fui vendo o mal, travestido de bem e fazendo toda a gritaria possível, ampliar seus espaços, avançar e tomar posições indicativas de consistente hegemonia. Há 34 anos, quando comecei a escrever e a gritar contra isso, éramos poucos, dispersos e mal vistos.

O grito dos maus fez o Brasil afundar em complexo de inferioridade. Ensinaram-se alunos a desprezar nossa história e raízes e a afirmar que nossos males correspondem a culpas alheias. Ao mesmo tempo, foram sendo destruídos os valores morais, incentivado um conceito libertino de liberdade e promovida uma decadência estética. Bandidos foram mitificados, os crimes tolerados e a criminalidade expandida. Agigantou-se o Estado e o valor do indivíduo foi reduzido a dimensões liliputianas. Propagou-se tanta mentira e pós-verdade que os fatos ficaram irreconhecíveis. Tudo gritado e difundido como essência do Bem.

O silêncio dos bons aplainava a estrada e fornecia água ao longo do caminho para a gritaria dos maus que avançavam. Não me diga o leitor destas linhas que pode ser o contrário. Não me diga que o bem para uns pode ser o mal para outros e vice-versa, pois tal é o relativismo moral, árvore má bem conhecida por seus péssimos frutos. Para vê-los basta abrir a janela.

Foram as redes sociais que deram potência sonora à voz dos bons. É verdade que elas democratizaram o direito de dizer besteira, de mentir e de promover o mal, que sempre foi privilégio de alguns grandes veículos de comunicação. Mas democratizaram, também, a busca e difusão da verdade, da sabedoria, dos valores. Lembro-me que inúmeras vezes ouvi de cientistas políticos advertências no sentido de que, nas redes sociais, “falávamos para nós mesmos” porque elas agregavam as pessoas por afinidades. Não deveríamos, portanto, nos deixar iludir em meio às concordâncias que colhíamos àquilo que escrevíamos ou falávamos. Bendita agregação por afinidade! Foi dela que, mesmo no ambiente caótico e babélico das redes sociais, a voz dos bons começou a mudar o Brasil.

Resumindo: as redes sociais agregam por afinidade; agregam bons e agregam maus. Sendo aqueles muito mais numerosos do que estes, as redes se revelaram preciosas à democracia, tanto por reduzirem a influência de certos veículos e formadores de opinião quanto por, dando voz à maioria, estarem alterando peças no tabuleiro da política. Martin Luther King, se vivo fosse, estaria muito satisfeito.
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* Percival Puggina (74), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

quarta-feira, dezembro 18, 2019

Paulo Freire o invasor da Ignorância





Em março de 64, professora alertava que Paulo Freire “invadia a ignorância” do aluno para “destilar marxismo”



Sandra Cavalcanti escreveu no Jornal do Brasil antes do regime militar que Paulo Freire nem era um método, era uma mistificação estarrecedora

por Luciano Oliveira(*)




A professora Sandra Cavalcanti, secretária de Serviços Sociais de Guanabara, deu uma exclusiva ao antigo Jornal do Brasil, em março de 1964, sobre por quais motivos Paulo Freire era uma fraude:

“O que é novo no método Paulo Freire é o abuso e o desrespeito à personalidade do educando, a covardia de invadir a sua humildade e a sua ignorância, sem ser com a intenção reta de libertá-lo desta incapacidade técnica.”

A professora explica que o método, além de ser uma falcatrua, visava somente transformar o estudante em um revolucionário:

“um suposto método milagroso de alfabetização é cantado em prosa e verso, para justificar a utilização de processos revolucionários e subversivos junto aos adultos analfabetos”.

Para Cavalcanti, os comunistas queriam se apossar da Educação, pois conseguiriam conquistar a inteligência brasileira:

“Daqui a 10 ou 15 anos, estarão a seu dispor, conformada aos seus planos, engajada nas suas lutas, toda uma geração atuante. Fizeram isso em outros países. Começam sempre por conquistar os meios universitários e conseguem todas as vezes que encontram democratas omissos. Um deles, que mais serviços lhe prestou neste particular, chama-se Juscelino Kubitschek.”

Parece que Paulo Freire era uma fraude desde 1964.

Veja a imagem do jornal e a entrevista abaixo:



(*) Luciano Oliveira é formado em filosofia. Ministra cursos e palestras nas áreas de filosofia, teologia e literatura, participa dos podcasts OliverTalk e Chá Com A Gente. Twitter: @Oliver_talk

quinta-feira, setembro 26, 2019

Discurso de Bolsonaro - melhores trechos













por Luciano Oliveira (sensoincomum.org)

Discurso de Bolsonaro na ONU

Apresento aos senhores um novo Brasil, que ressurge depois de estar à beira do socialismo.

Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições.

Em 2013, um acordo entre o governo petista e a ditadura cubana trouxe ao Brasil 10 mil médicos sem nenhuma comprovação profissional. Foram impedidos de trazer cônjuges e filhos, tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos fundamentais, como o de ir e vir. Um verdadeiro trabalho escravo, acreditem…

Respaldado por entidades de direitos humanos do Brasil e da ONU!

Uma vergonha!!

Antes mesmo de eu assumir o governo, quase 90% deles deixaram o Brasil, por ação unilateral do regime cubano. Deste modo, nosso país deixou de contribuir com a ditadura cubana, não mais enviando para Havana 300 milhões de dólares todos os anos.

A história nos mostra que, já nos anos 60, agentes cubanos foram enviados a diversos países para colaborar com a implementação de ditaduras.

Há poucas décadas tentaram mudar o regime brasileiro e de outros países da América Latina.

Foram derrotados!

Civis e militares brasileiros foram mortos e outros tantos tiveram suas reputações destruídas, mas vencemos aquela guerra e resguardamos nossa liberdade.

Na Venezuela, esses agentes do regime cubano, levados por Hugo Chávez, também chegaram e hoje são aproximadamente 60 mil, que controlam e interferem em todas as áreas da sociedade local, principalmente na Inteligência e na Defesa.

A Venezuela, outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a crueldade do socialismo.

👉👉"O socialismo está dando certo na Venezuela!
Todos estão pobres e sem liberdade!"

O Brasil também sente os impactos da ditadura venezuelana. Dos mais de 4 milhões que fugiram do país, uma parte migrou para o Brasil, fugindo da fome e da violência.

Trabalhamos com outros países, entre eles os EUA, para que a democracia seja restabelecida na Venezuela, mas também nos empenhamos duramente para que outros países da América do Sul não experimentem esse nefasto regime.

O Foro de São Paulo, organização criminosa criada em 1990 por Fidel Castro, Lula e Hugo Chávez para difundir e implementar o socialismo na América Latina, ainda continua vivo e tem que ser combatido.

Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica. E vice-versa. O livre mercado, as concessões e as privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.

A economia está reagindo, ao romper os vícios e amarras de quase duas décadas de irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e corrupção generalizada. A abertura, a gestão competente e os ganhos de produtividade são objetivos imediatos do nosso governo.

Contudo, os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos focos de incêndio na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico.

É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo.

Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.

Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania!

Um deles por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir. Agradeço àqueles que não aceitaram levar adiante essa absurda proposta.

Em especial, ao Presidente Donald Trump, que bem sintetizou o espirito que deve reinar entre os países da ONU: respeito à liberdade e à soberania de cada um de nós.

Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.

O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá estavam antes da chegada dos portugueses. O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. Especialmente das terras mais ricas do mundo.

Isso demonstra que os que nos atacam não estão preocupados com o ser humano índio, mas sim com as riquezas minerais e a biodiversidade existentes nessas áreas.

A Organização das Nações Unidas teve papel fundamental na superação do colonialismo e não pode aceitar que essa mentalidade regresse a estas salas e corredores, sob qualquer pretexto.

Não podemos esquecer que o mundo necessita ser alimentado. 
A França e a Alemanha, por exemplo, usam mais de 50% de seus territórios para a agricultura, já o Brasil usa apenas 8% de terras para a produção de alimentos.
61% do nosso território é preservado!

Em meu governo, o terrorista italiano Cesare Battisti fugiu do Brasil, foi preso na Bolívia e extraditado para a Itália. Outros três terroristas paraguaios e um chileno, que viviam no Brasil como refugiados políticos, também foram devolvidos a seus países.

Terroristas sob o disfarce de perseguidos políticos não mais encontrarão refúgio no Brasil.

Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto.

Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sérgio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública.


Esses presidentes também transferiram boa parte desses recursos para outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou.

As apreensões de cocaína e outras drogas atingiram níveis recorde.

A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente.

Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas.

O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé.

Preocupam o governo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo.

Por isso, apoiamos a criação do ‘Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença’.

Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa.

É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.

Em março, visitamos Washington onde lançamos uma parceria abrangente e ousada com o governo dos Estados Unidos em todas as áreas, com destaque para a coordenação política e para a cooperação econômica e militar.

Ainda em março, estivemos no Chile, onde foi lançado o PROSUL, importante iniciativa para garantir que a América do Sul se consolide como um espaço de democracia e de liberdade.

Na sequência, visitamos Israel, onde identificamos inúmeras oportunidades de cooperação em especial na área de tecnologia e segurança. Agradeço a Israel o apoio no combate aos recentes desastres ocorridos em meu país.

Visitamos também um de nossos grandes parceiros no Cone Sul, a Argentina. Com o Presidente Mauricio Macri e nossos sócios do Uruguai e do Paraguai, afastamos do Mercosul a ideologia e conquistamos importantes vitórias comerciais, ao concluir negociações que já se arrastavam por décadas.

Durante as últimas décadas, nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.

A ideologia se instalou no terreno da cultura, da educação e da mídia, dominando meios de comunicação, universidades e escolas.

A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família.

Tentam ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo sua identidade mais básica e elementar, a biológica.

O politicamente correto passou a dominar o debate público para expulsar a racionalidade e substituí-la pela manipulação, pela repetição de clichês e pelas palavras de ordem.

A ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar Deus e a dignidade com que Ele nos revestiu.

E, com esses métodos, essa ideologia sempre deixou um rastro de morte, ignorância e miséria por onde passou.

Sou prova viva disso. Fui covardemente esfaqueado por um militante de esquerda e só sobrevivi por um milagre. Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida.

Nas questões do clima, da democracia, dos direitos humanos, da igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, e em tantas outras, tudo o que precisamos é isto: contemplar a verdade, seguindo João 8,32:

– “E conheceis a verdade, e a verdade vos libertarás”.

Todos os nossos instrumentos, nacionais e internacionais, devem estar direcionados, em última instância, para esse objetivo.

Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um “interesse global” abstrato.

Esta não é a Organização do Interesse Global!

É a Organização das Nações Unidas. E assim deve permanecer!

Agradeço a todos pela graça e glória de Deus!

Muito obrigado.

------MAS o que realmente é a ONU? A ONU desde a sua fundação só teve como secretários gerais representantes do comunismo ou socialismo (o que são a mesmíssima coisa)





sábado, agosto 17, 2019

O Problema Político Brasileiro










Existe uma vasta literatura que mostra que no fundo é a classe média que define o regime político de um país.

Os pobres se espelham na classe média, e não nos ricos distantes demais para eles.

Por isso a Esquerda odeia a classe média, ela concorre com seus militantes.


Se a classe média for calhorda, se a classe média não é um paradigma de exemplos a serem seguidos, os pobres sempre serão enganados pela Esquerda e seus valores morais questionáveis.

Ou seja, o nosso problema não são os ricos.

Não é o capitalismo o nosso problema.

Mas sim a falta de protagonismo político e social da classe média.

Poucos da classe média fazem parte hoje em dia de um Partido Político ou de um Think Tank.(#)

Nem fazem mais parte do Rotary, de uma Igreja, menos ainda são doadores ou voluntários de ONGS.

Os pobres e a classe média têm o mesmo objetivo, ambos querem ficar ricos.

A classe média simplesmente está um passo na frente e poderia servir de excelente exemplo, mas não o é.

Boa parte da nossa classe média, jornalistas, economistas, advogados, arquitetos são inclusive de esquerda, incentivam a cizânia, nunca a cooperação humana.

São individualistas, autoritários não acreditam em empresas que promovem a cooperação humana, que chamam de capitalismo, Capitalistas do Estado que são.

Acham que o exemplo deve vir do Estado e não deles.

Acham que quem deve ajudar os pobres é o Estado e não eles.

Os ricos têm uma agenda totalmente diferente.

Eles querem conservar a riqueza que obtiveram para não voltar a ser classe média e pobres.

Um movimento Comunitarista é a melhor forma de aproximar os pobres com a classe média.

E não via políticos populistas de Esquerda, que tudo prometem e nunca entregam.

Se você faz parte da classe média, mexa-se politicamente ou senão você será mexido em 2022.



(#)O termo think tank surgiu nos EUA, durante a Segunda Guerra Mundial, para designar uma sala aonde se reunissem oficiais graduados do exército americano para manter discussões estratégicas de combate, mobilização de tropas ou mesmo sobre a logística de equipamentos e suprimentos durante as operações de combate.Com o passar do tempo, o termo acabou se popularizando como uma referência aos centros e institutos de pesquisa independentes, voltados para a produção e disseminação de conhecimento e idéias sobre temas como política, comércio, indústria, estratégia, ciência, tecnologia, ou mesmo, assuntos militares.Os think tanks se destacam, em sua maioria, por não terem fins lucrativos nem estarem associados a nenhuma universidade ou governo específico. Sobrevivem de doações recebidas de empresas e pessoas físicas, e, em alguns casos, de consultorias prestadas para clientes interessados no seu ramo de expertise. Algo quase impensável para o Brasil, que, na prática, só consegue aglutinar cérebros trabalhando em prol do desenvolvimento de políticas públicas dentro de universidades ou instituições governamentais, segundo o site pesquisado (ver referência abaixo).Na figura a seguir estabelecemos uma visão de Think Tank focada na melhoria da competitividade empresarial através da definição e prática de estratégias, projetos e estudos diversos. Essa missão pode e deve ser ampliada para a busca de soluções criativas e inovadoras. (definição dada por Getulio Apolinário Ferreira, combina as modernas técnicas de gestão com a incessante busca de resultados de produtividade e lucratividade das organizações)

sexta-feira, agosto 09, 2019

GlennGreenwald o Predador III






Antes de darmos continuidade ao projeto de desmascarar Glenn Greenwald perante a opinião pública brasileira, algumas informações são necessárias. Estamos tentando todos os dias contato com membros da Stud Mall. O tele-vendas (855) 745-8602 apenas repete que entremos em contato com o jurídico da empresa, e que não falará sobre Greenwald.


Claro que não! A empresa ainda pertence a Glenn Greenwald.


Dois e-mails de ex-atores e colaboradores da Hairy Jocks nos propuseram confirmar ou desmentir sobre o conteúdo recebido mediante entrevista sigilosa e feita pessoalmente. Um dos membros do Better Call Glenn irá até Nova York para coletar as entrevistas caso quem nos contatou esteja falando a verdade, e não apenas criando fake news, ou tentando lucrar sobre a história.

Conforme própria confissão de Glenn Greenwald, ele e seu ex-parceiro Jason Buchtel assumiram por meio da consultoria Master Notions Inc, 50% das atividades empresarias no ramo adulto pertencentes a Peter Haas. Haas na opinião de Greenwald e Buchtel, errava em não fazer uma pesquisa de mercado mais aprofundada e precisa.
DomMascHry31 e Jake Jaxson revolucionam a pornografia gay online


Após a assinatura de contrato, Greenwald e Buchtel, ou melhor: DomMascHry31 e Jake Jaxson, hoje CEO da CockyBoys que possui uma pequena participação de Greenwald, passaram a ditar a linha EDITORIAL dos sites e da produtora de filmes: a STUD MALL.


A regra era clara demais para a produtora: nada de filmes editados, parecidos com todos os demais filme. Glenn queria que tudo fosse natural. O problema era que Haas não era fã de sadomasoquismo, sexo forçado (ainda que simulado), muitos menos explorar fantasias envolvendo nazismo e Twinks (gíria gay LGBT onde rapazes adultos aparentam menor idade e são reconhecidos pelo corpo magro, franzinos e inocentes).

BDMS apenas o começo




Em várias discussões segundo nosso ‘amigo’, R.Z., Greenwald e Buchtel acusavam Peter Haas de ser um hipócrita; disposto a enriquecer em cima da comunidade LGBT, mas ao mesmo tempo, preservar suas raízes judaico-cristãs nojentas. Vários filmes produzidos por Greenwald e Buchtel exploram a blasfêmia contra símbolos religiosos.


Peter Haas também tinha repulsa em outras preferências de Glenn Greenwald e Buchtel: sexo sem proteção (bareback), e sexo a força – simulação de estupro e agressão (Forced Sex).

Brutalidade, Risco e Perversão by Glenn Greenwald


Lucro sujo e mal dividido gerou o embate judicial entre Haas e a Master Notions


Haas alega que foi chantageado por Greenwald com conteúdo que iria expor a intimidade de gente do alto escalão de Wall Street. De acordo com Haas, Greenwald e Buchtel queriam muito mais dinheiro do que seus 50% combinados, alegando que a propriedade intelectual dos filmes e sites que tanto estavam gerando dinheiro – caberia a dupla ter uma fatia maior do bolo; mais precisamente 2/3 do lucro.

Stud Mall Productions




Após fundar a hairystuds.com, logo com chamada de capa: “If you liked Hairy Jocks video, you will LOVE our new line of videos”, Haas percebeu que Greenwald estava roubando seus clientes através de fortíssima estratégia de marketing, usando a rede de contatos construída por Peter Haas.


Glenn Greenwald alegou que Haas recuou na côrte, após a ameaça de incluir legistas para desmentir os e-mails que provavam a inocência de Haas. MENTIRA. O acordo terminou numa divisão de dinheiro e fim da parceria. Haas hoje se mantém silencioso, e o pouco que falou no passado recente, parece guardar mais rancor de Jason Buchtel, a quem ele chama de figura mais repulsiva, imoral e demente com ele já teve contato em toda a sua vida.


Sobre Greenwald, Haas apenas diz que após os holofotes do caso Snowden, era preciso reduzir a marcha e acalmar a tempestade. Sincera e honestamente, não sabemos o que tirar desta declatação.
Glenn Greenwald no Brasil e a continuidade de suas atividades pornográficas


Sem hipocrisia? A maioria consome pornografia, não sejamos hipócritas. Se não há abuso de menores, exploração sexual ou qualquer outra atividade imoral ou criminal; não damos a mínima se ele gosta de homens peludos, se ganha boa parte de seus rendimentos com seus sites e sua produtora.


Preferimos que ele ganhe a vida APENAS desta maneira, respeitamos sua sexualidade, até mesmo aplaudinho atividades de caridade que ele pratica no Brasil – do que trabalhando com criminosos para pagar sua conta com Pierre Omidyar.


O grande problema? Glenn Greenwald é um homem esssencialmente mau. Sua ausência de freios morais já o fizeram no passado – defender de graça – criminososo como o assassino neo-nazista Matt Hale. Aliás, a tara pelo nazismo assusta e confunde.


O renomado escritório de advocacia nova-iorquino Wachtell, Lipton, Rosen & Katz, onde Greenwald foi um estagiário, o demitiu após perceber seu compartamento radical. Greenwald acusou seus antigos ‘patrões’ de homofobia. Depois mudou a versão, alegando que não poderia trabalhar para uma escritório de defende criminosos como o banco Goldman Sachs, mas ok defender neo-nazistas assassinos ou o Lula e Marcelo Freixo.


A ex-companheira de advocacia Elaine Golin, alega que Greenwald era um revoltado-moderado, mas após perder duas vezes para o conselho municipal de Lauderdale Lakes, Flórida, começou a perseguir e assediar moralmente seus rivais em fórums na internet.


Ela perdeu contato com Glenn Greenwald após 2006, e só voltaria a ouvir seu nome fora dos tribunais, onde ele agia como Saul Goodman, pegando casos simplórios e vociferando contra oponentes igual ao personagem Jackie Chiles de Seinfeld. Ela sabia do submundo pornô que Greenwald administrava, mas não chegava a ser um problema.


Curiosamente, foi após o caso Edward Snowden que Greenwald não teve mais a opção do anonimato. Mas havia muito, mas muito dinheiro a ganhar com Snowden.


A história não acaba aqui...

sábado, agosto 03, 2019

Um predador sexual chamado Glenn Greenwald



Parte II

por bettercallglenn.com



Se você não leu a primeira parte, sugerimos que leia para inteirar-se do caso de forma geral, e em como Glenn Greenwald ainda responde judicialmente nos EUA por atividades da Hairy Jocks, e por praticar Advocacia mesmo com sua licença vencida, mais conhecida como BAR EXAM; equivalente ao exame da OAB no Brasil.

Após falar com a amiga dominicana, que namorava um membro da infame Dominicans Don’t Play (DDP), R.Z, temia que a promessa de apenas ‘um susto’ em Glenn Greenwald e seu parceiro Buchtel (a.k.a Jake Jax, depois Jake Jaxson) descambasse para violência bruta.

‘Eu queria apenas que eles me deixassem em paz. Assinei a droga do documento e pela lei, teria que gravar sim os filmes e posar para inúmeras sessões de fotos, entre compromissos com os sites deles.
Eu cumpriria isso e queria que acabasse o mais rápido o possível.
‘Mas eu era assediado diariamente por Greenwald e Buchtel. Nunca gostei de sadomasoquismo e tudo aquilo para mim era bizarro demais, doentio demais. Para mim, amor e sexo não combinam com dor e violência. Não combina com blasfêmias e ser vestido de soldado nazista.’

R.Z, se incomodava especialmente com a vasta quantidade de material ligando imagens nazistas com sexo.

Como Glenn Greenwald e Jason Buchtel enganavam seus ‘escravos’, na ausência de melhores termos

Para tentar me seduzir, Jason mostrou conteúdo da filmagem de Showboy, tinha a Whoopi Goldberg. Ele veio com aquele papo de que se eu soubesse quantas estrelas de Hollywood antes de grandes estúdios, haviam atuado em produções pornográficas, eu perderia meu medo.

Showboy é na verdade uma péssima comédia LGBT, foi a primeira tentativa de Jason Buchtel de ser levado a sério como diretor.



‘Eu era severamente humilhado pela dupla pois na cabeça deles, todo gay latino é depravado ao extremo. É um conceito que também se aplica a atrizes e garotas de programa do Leste Europeu. Pois bem, não era meu caso e nunca foi em toda minha vida, desabafa R.Z.’
‘As pessoas tem imagens do gay depravado, sem higiene, sem moral e sem cuidados com doenças venéreas. Desde que me descobri homossexual, meus relacionamentos em nada diferem de uma relação hétero.

Hoje vivo uma união estável com meu companheiro e sequer voltei a frequentar ambientes como cruising bars. Sou enfermeiro num hospital de Nova Jersey, meu companheiro é personal trainer de uma equipe de beisebol.’
‘Prezamos pela nossa imagem e não evitamos beijos e carinhos em público por medo da sociedade, mas por entender que nem todos se sentem a vontade com relações homoafetivas ainda.
Mas jamais sofri violência por ser gay, a não ser de meu pai e meu irmão, mas isso é passado. Estou em paz comigo, sou cristão e frequento regularmente a igreja onde sou aceito e respeitado do padre, até os demais fiéis que conhecem minha orientação sexual.’
‘Tudo aquilo para mim era assustador. Falei com Peter Haas que eu estava com medo de Glenn, ao qual eu ainda nem sabia o verdadeiro nome: ele era tratado como Dom, H.J ou DomMascHry31. Sempre que falei com ele o chamei de H.J. e não tenho medo de admitir que eu tinha pavor dele.

Mesmo quando ele praticava sexo sendo dominado e passivo, ele aterrorizava os parceiros, como eu!
Ele parecia uma pessoa gentil, mas de repente encarnava um demônio ou sei lá e ele assumia um personagem macabro e que gostava de ser temido pelos demais. Mesmo nas ocasiões onde ele praticav
a sexo sendo dominado e passivo, ele aterrorizava seus parceiros, como eu!.


Mas a gota d’agua que fez R.Z. buscar ajuda na sua comunidade, mesmo correndo riscos em se meter com os DDP, veio ao ser informado por Greenwald de que por algumas semanas, ele teria uma nova função. O que hoje conhecemos como video-sexo, cam sex, cam girls ou coisas do tipo, já em 2003 foi explorado pela dupla Greenwald/Buchtel e tantas outras aproveitando a expansão de salas de bate-papo eróticas.

‘Um cenário era montado e eu deveria aguardar a conexão do cliente que me daria ordens sobre o que fazer. As vezes eram coisas simples como pedir para que eu exibisse meu corpo, partes íntimas, dirty talks e etc. Mas quando apareciam mentes doentias, selecionadas nas chats da AOL e redirecionadas para nossos sites, a coisa ficava estranha e por vezes eu não conseguia atuar.’


Studmall Network – Glenn Greenwald

Havia metas a se cumprir. A Hairy Jocks de Greenwald e Buchtel ganhava com o disk-sexo e com a minutagem da câmera ao vivo. Quando algum cliente pedia coisas envolvendo BDSM, Dominação e Submissão em geral eu já me apavorava. Dois dos rapazes que mais ficavam comigo nos video chats adoravam aquilo e exploravam meu terror.


Passei meses apavorado com medo de ter contraído alguma doença venérea pois por mais de uma vez, acordei dolorido após ser dopado.

A coisa piorou quando num golpe nos tribunais, Glenn e Jason roubaram tudo de Peter Haas. Numa audiência patética, relatada e acompanhada pelo Daily News, onde ‘per se’, Greenwald chamou Haas de a little bitch” and “a good little whore (nem vamos traduzir, por favor), Greenwald ameaçou novamente Haas de expôr na internet, seus clientes famosos de Wall Street.

Pior, R.Z. tinha em Peter Haas alguém que o defendia e tentava proteger os demais da demência da dupla Greenwald/Buchtel.

Após vencer (Haas recuou e fez um acordo) o caso com Haas protegendo seus clientes e sendo claramente roubado por Glenn Greenwald; R.Z. enfim tomou coragem e permitiu que a amiga solicitasse ajuda da gangue dominicana para enquadrar Greenwald.

Na noite de 6 de Junho de 2004, um ator contratado por Glenn abordou R.Z. e tentou selar a paz. Enquanto R.Z. retornava para sua casa, ele recebeu vários mensagens via um aparelho NEXTEL que todos eram obrigados a usar para evitar o rastreio pela justiça, dizendo que ele estava livre de obrigações com o estúdio.

Gleen Greenwald jamais registrou queixa do enquadramento feito pela DDP. Why not, Glenn?

Como a gangue agiu e enquadrou Glenn Greenwald ninguém sabe. Não houve violência física, Greenwald não prestou queixas e enfim deixou R.Z. em paz por vários meses. Com medo, Glenn tentou sentir o calor da chapa convidando R.Z., para uma viagem ao Rio de Janeiro no Carnaval de 2005.

O objetivo era buscar atores latinos para a Stud Mall. Sem fluência na língua portuguesa, e sem brasileiros dispostos a acompanhá-lo ao Rio, Glenn ofereceu adiantado bastante dinheiro a R.Z., grana que foi prontamente recusada.

Para R.Z, o caso estava encerrado, ele estava livre de Greenwald e Butchel.


Só que não. O blog The Other McCain foi mais fundo na investigação sobre o Glenn Greenwald e R.Z. foi peça chave para desmascarar o homem forte de Pierre Omidyar. Começava então a caçada para mostrar a face sinistra do advogado de bandidos, terroristas e criminosos de alta periculosidade como Matthew Hale, o neo-nazista líder da World Church of the Creator, e que foi preso e condenado a 40 anos de prisão após encomendar a morte de uma juíza: Joan Lefkow.

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Nota do Blogando Francamente: No link acima (TheOtherMcCain) encontram-se outras ligações que demonstram mais sobre esse mitômano Glenn:

  1. Glenn Greenwald é um narcisista furioso;
  2. Glenn Greenwald é habitualmente desonesto; e
  3. Quando preso em uma de suas mentiras estúpidas, o primeiro instinto de Glenn Greenwald é tentar salvar a si mesmo dizendo outra mentira estúpida.
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Glenn Greenwald foi o advogado de Matthew e soube-se depois que a relação de ambos era antiga. R.Z., havia visto Hale em diversas ocasiões na produtora.

Artigo já ficou longo né? Mas a parte final, com todas as semelhanças entre a defesa de Greenwald deste ser asqueroso, e as tentativas até agora sem sucesso de caçar Sérgio Moro e a Lava-Jato são muito maiores que você possa imaginar.


Leia também  Parte III 

Um predador sexual chamado Glenn Greenwald




Cartaz do Filme Predador 2018





Esquina da Lorimer Street com a Devoe Street no Brooklyn, Nova York. Saio da estação e um SMS (sim, o bom e velho SMS) informa que meu convidado já está a espera no local combinado. O local não é distante de um outro ponto que há quase dezesseis anos trouxe a R.Z., 37 anos, três noites que por míseros 560 dólares, custaram-lhe sono, transtornos de ansiedade, depressão, humilhações e ideias suicidas.

O dominicano radicado em Nova York chegou aos Estados Unidos em 1999 com o irmão, então um alto prospecto jogador de beisebol nas fileiras do New York Mets. De família católica rígida, R.Z. viu seu irmão se afastar após flagrá-lo com outro homem num humilde apartamento que ambos dividiam com a irmã mais velha em Upper Falls, na cidade de Rochester, NY.

Frequentador da cena gay de Nova York, R.Z. por alguns meses apelou para a prostituição. Tentou se reaproximar da família, em especial da mãe a quem amava como uma divindade; pelo esforço de criar os três filhos em meio a miséria absoluta e um pai ora ausente, ora alcoólatra e violento.

‘A rejeição de minha mãe até hoje me causa dor, mas a perdôo e a amo.’ Não desejo mal algum aos meus irmãos apesar das humilhações, e gostaria de ter acesso aos meus sobrinhos que só conheço por fotos.’


Após um encontro numa boate, Greenwald deu seu cartão a R.Z., um cartão da Master Notions Inc. com seu telefone atrás.R.Z não gosta de falar de seus meses na prostituição pois foi num encontro com Peter Haas que seu eterno pesadelo teve início. Haas, ex-dono de um estúdio ponográfico dedicado ao público LGBT, teve a adição de Glenn Greenwald como sócio em 2003, assim como o ex-namorado de Greenwald: Jason Buchtel, sócio de Haas na Master Notions Inc.

‘A proposta eram filmes pornográficos e ensaios sensuais. Eu sempre prezei pela minha intimidade e discrição então não me interessava ter minha cara em filmes de todos os recantos gays do mundo.’ O parceiro de R.Z. na época foi quem derrubou o muro do medo e convenceu o parceiro a participar das audições.

O lugar onde R.Z. deveria filmar, com direito a um diretor especializado em atores e atrizes ainda não ‘experts’ em filmes adultos e em como se portar para e diante da câmera, era um inferninho típico de cruising bars. Chamou atenção de R.Z. a quantidade de produtos usados para a prática de Sadomasoquismo, ou BDSM como é mais conhecido.

Na apresentação, Greenwald exigiu ser chamado unicamente e tão somente de: Herr DomMascHry31, ou apenas Herr DOM. A obsessão nazistóide de Greenwald (um judeu que odeia o Judaísmo, Israel, o Cristianismo, mas com forte queda pelo Islamismo e a idéia de submissão e dominação… já é de domínio e conhecimento público a face Jeffrey Dahmer de Glenn).

‘Eu não sabia o nome real dele e não soube até vê-lo na TV anos e anos depois numa matéria da NBC e as eleições de Bush filho. Após anos saudáveis e sem ataques de pânico, a visão de Greenwald desencadeou todas as memórias perversas que Verdevaldo e seu parceiro Buchtel acometeram ao então jovem de 20 e poucos anos’.

Ainda com um inglês não fluente, R.Z. perguntou a Greenwald porque tantos computadores e numa sala anexa ao ‘estúdio’ com diversas pessoas ao telefone que não paravam de tocar. Era um disk sexo, de onde os atendentes atraíam os interessados para um site conhecido como hairystuds.com – o mesmo site que gerou uma guerra judicial entre Glenn Greenwald e seu ex-sócio Peter Haas.

Haas acusou Greenwald de pelas costas roubar toda sua clientela através de um serviço que ele havia criado relacionando disk sexo com assinantes para conteúdo em áudio, fotos e vídeos pronográficos orientados ao público gay masculino. Em 2004, Greenwald fez Haas encerrar o caso mediante ameaças de divulgação de videos amadores de Haas e vários de seus amigos; alguns deles, homens de alto escalão em Wall Street.
Greenwald ‘The Professor’ DomMascHry31

Após uma longa sessão de fotos, Butchel prometeu uma quantia substancial a R.Z. já que na opinião dele e de seu sócio, o rapaz teria uma carreira meteórica, fabulosa e com ganhos até então inimagináveis para o jovem.

Antes da parte legal da coisa, um contrato de cerca de 80 páginas sobre uso de imagem e demais tópicos que praticamente eximiam Greenwald e Buchtel de qualquer rigor da lei, haveria a prova final, o desempenho sexual e artístico dele deveria ser examinado.

Herr DomMascHry31, como ele EXIGIA ser chamado, trouxe outros atores da produtora. R.Z viu Greenwald vestido como um general da SS, os paramilitares nazistas. As sessões de Sadomasoquismo, Blasfemia e outros horrores, duraram ininterruptas cinco horas.

De acordo, totalmente de acordo com R.Z., não convém ao leitor saber dos pormenores, isso seria puramente sensacionalismo barato sobre a identidade nefasta; um sujeito tratado como herói por quem não o conhece e não sofreu em suas mãos a sexualidade doentia e criminosa de quem já defendeu nazistóides com unhas e dentes… e de graça, arcando ele mesmo com os custos processuais.

Pro bono!

A demência, o predador sexual que é Glenn Greenwald e seus amigos é coisa para a justiça divina na opinião de R.Z., para nós: são questões de polícia. Alguém que traveste sua aficção por sexo apimentado por violência, falta de respeito a instituições religiosas e devoção ao Nazismo, merece os rigores da lei.

No mundo as avessas que vivemos, um homem inteligente, beligerante e conhecedor das ratoeiras nos sistemas judiciários tanto dos Estados Unidos, como da União Européia e do Brasil; Glenn Greenwald facilmente escapa de quem deseja enfim pegá-lo com uma tática que ele aprendeu bem antes de conhecer Edward Snowden: a de chantagear inimigos ou quem se coloque no caminho dele para atingir seus objetivos.

Os eventos ocorreram em Setembro de 2003, numa estúdio mal ventilado, que mais parecia um bunker nazista do que uma produtora de filmes; ainda que filmes adultos. R.Z. quis embora após a ‘primeira’ sessão, mas foi alertado que havia assinado um acordo e deveria cumpri-lo.

Num envelope, havia o nome de R.Z., sua idade, seu endereço e nome de familiares. Ao todo 560 dólares, os 60 a mais deveriam ser usado para que ele se alimentasse. Bem comportado – receberia não 560, mas 4.000 dólares e a garantia de que antes de Janeiro de 2004, teria seu Green Card.

Greenwald chamou um táxi, se vestiu e disse que retornaria antes do anoitecer. Um homem, americano mas com forte sotaque espanhol porém fluente, avisou a R.Z. que sabia de sua situação até então ilegal nos Estados Unidos, e que não contaria até dez para entregá-lo ao controle de imigração.

Numa América ainda temorosa, em que cada americano médio não conseguia dizer duas frases sem mencionar o 11 de Setembro, terror, Bin Laden e imigrantes ilegais – ilegais como R.Z. naquela época, eram capazes de confessar sem tortura, a morte de Kennedy.

Entre o que R.Z. considerava um inferno mais brando e o inferno dantesco de Glenn Greenwald, após dias de assédio e ameaças, R.Z contatou uma amiga que havia sido parte da infame DDP (Dominicans Don’t Play), uma violenta gangue dominicana que atua no tráfico de drogas desde o início da década de 1990, bastante conhecida por sua brutalidade ao executar inimigos.

R.Z. contou a amiga o que estava se passando e pediu ajuda pois temia pela sua vida, até mesmo pela exposição do que Greenwald e Butchel já haviam gravado.

Na segunda parte deste artigo, temos uma Q&A com R.Z. em que ele explica como conseguiu se livrar de Glenn Greenwald, da tentativa do americano em trazê-lo ao Brasil em 2004, até as atividades criminosas de Greenwald antes do caso Snowden, em que o dono do The Intercept já era obcecado em vigiar os outros, mas temia mais do que tudo pela sua segurança e privacidade.

Imagem - do filme O Predador que tinha mesmo um predador: Fox corta cena com ator condenado por crime sexual.

Leia também Parte II / Parte III 

segunda-feira, julho 22, 2019

Venezuela: Quanto menos inocente Sergio Moro for, melhor



por Jones Rossi,

editor de ideias da gazeta do povo







O título da newsletter desta semana faz referência a uma frase do dramaturgo alemão Bertold Brecht: “Quanto mais inocentes eles forem, mais merecem levar um tiro”. Ele proferiu essas palavras ao então amigo Sidney Hook, em Nova York, em 1935, quando os dois falavam sobre os expurgos e assassinatos conduzidos na União Soviética. Algumas das pessoas assassinadas tinham relações com Brecht — traduziram ou publicaram seus livros — o que torna sua declaração mais macabra. (A história foi contada no livro de memórias de Sidney Hook e, no Brasil, no livro ‘Os Intelectuais’, de Paul Johnson)



Mas, a despeito da vida de profunda subserviência aos ideais comunistas, vou dar o benefício da dúvida a Brecht pelo menos neste comentário e dar razão a ele. Vou interpretar da seguinte forma: Em um regime profundamente monstruoso como era o soviético, ser inocente não é uma opção. É preciso conspirar pela sua derrubada o tempo todo, dia e noite. 



E onde entra o ministro da Justiça, Sergio Moro, nesta história? No dia 7 deste mês, a Folha de S. Paulo publicou uma reportagem com ares de denúncia sugerindo que o então juiz incumbido da Lava Jato e a Procuradoria Geral da República trocaram mensagens com procuradores venezuelanos perseguidos pela ditadura de Nicolás Maduro. As supostas mensagens enviadas para os colegas da Venezuela mostrariam como a empreiteira Odebrecht teria pagado propinas a membros do governo Maduro na Suíça. 



Segue um trecho da reportagem:




Os procuradores começaram a debater o assunto na tarde do dia 5 de agosto de 2017, depois que Moro escreveu ao chefe da força-tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol, no aplicativo Telegram.

"Talvez seja o caso de tornar pública a delação da Odebrecht sobre propinas na Venezuela", disse o juiz. "Isso está aqui ou na PGR?"

Em 2016, quando decidiu colaborar com a Lava Jato, a Odebrecht reconheceu ter pago propina para fazer negócios em 11 países além do Brasil, incluindo a Venezuela, mas as informações fornecidas pela empresa e por seus executivos foram mantidas sob sigilo por determinação do Supremo Tribunal Federal.

O acordo fechado pela Odebrecht, assinado com autoridades brasileiras, dos Estados Unidos e da Suíça, estabelece que as informações só podem ser compartilhadas com investigadores de outros países se eles garantirem que não tomarão medidas contra a empresa e os executivos que se tornaram delatores.




A autenticidade das mensagens vazadas pelo site Intercept já foi questionada pelo ministro Moro e por outros personagens citados pelas reportagens. Admitindo, porém, que sejam verdadeiras neste caso, Moro e os procuradores estão certíssimos em tentar prejudicar o tirânico regime de Maduro. 




Não estamos aqui falando de uma conspiração levada a cabo contra uma democracia. Trata-se de uma ditadura que matou 6.856 pessoas desde o início de 2018 — entre 2015 e junho de 2017 foram mais de 8,2 mil execuções extrajudiciais. A ditadura Maduro possui um presídio político chamado Helicoide onde seus opositores são torturados. De acordo com a organização não-governamental Foro Penal, pelo menos 715 pessoas estão presas por motivos políticos na Venezuela. Estes são apenas alguns dos crimes de Nicolás e companhia.



Aliás, o número de quase sete mil pessoas assassinadas pelo socialismo Madurista não veio da oposição ou dos Estados Unidos de Donald Trump. Quem divulgou a aterradora quantia foi a ex-presidente do Chile, a esquerdista Michelle Bachelet, alta comissária da comissão de direitos humanos da ONU. 

Crianças venezuelanas disputam lixo com cães


Moro, acreditando-se na reportagem da Folha de S. Paulo, nada tem de inocente nesta história. Ainda bem que não.