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quinta-feira, dezembro 29, 2011

Malafaia rebate acusações de Jean Wyllys.




Pequena Introdução: Jean Wyllys de Matos Santos (Alagoinhas, Bahia, 10 de março de 1974). Na biografia (Wikipedia) consta que Jean Wyllys é escritor:
.Aflitos - crônicas e contos, vencedor do Prêmio Copene de Literatura, editado pela Casa de Jorge Amado.
.Ainda Lembro - crônicas e experiências vividas no BBB5, editado pela Editora Globo.[carece de fontes]
.Tudo ao mesmo tempo agora - contos e crônicas, lançado pela Giostro Editora

O pastor Silas Malafaia rebateu as declarações feitas pelo deputado federal (eleito pelo Big Brother Brasil da Rede Globo) Jean Wyllys (muito provavelmente alguém que acredita que pastores e padres devem ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os gays podem ser “curados” e do novelista Aguinaldo Silva que afirmou apoiar as declarações de Jean. Aguinaldo, que é homossexual, postou em seu twitter “Concordo com Jean Wyllis: instituições que dizem curar gays devem ser processadas por estelionato. Eu, por exemplo, conheço vários gays que disseram estar ‘curados’. O problema é que todos eles tiverem recaídas. Também conheci vários heteros que disseram: ‘dessa água não beberei!’. Mas beberam”, afirmou ele no Twitter.

Malafaia afirmou, via twitter, que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo. Negou também que há igrejas que prometem a cura dos gays. “Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos”, afirmou.

O pastor apontou várias coisas que o deputado “finge que não sabe”:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4. Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Wyllys reagiu pelo Twitter e escreveu que sua bíblia são as “cláusulas pétreas da Constituição Cidadã”. Sem citar diretamente o pastor, Wyllys afirmou que é a Constituição que “garante a pluralidade dos homens e mulheres e a laicidade do Estado, fundamental para a diversidade religiosa”.
Jean Wyllys continua defendendo o projeto de Lei que criminaliza a homofobia, conhecido por PL 122. Ele considera que as mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy deixaram o texto “defasado”. “O próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal”, escreveu.

O pastor Malafaia tem sugerido uma consulta pública para que os brasileiros digam se apoiam ou não a união afetiva entre homossexuais. “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual é o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!”.


Por fim, o pastor afirmou que “o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”.

Fonte: Verdade Gospel, Terra e Folha.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

PL 122/06 - Isso poderá acontecer no Brasil.




Fiquemos atentos:

Dois conhecidos pregadores de rua, da cidade de Houston, Texas, David Stokes, do BulldogMinistries.com, e Dave Allen do HornofSamuelBook.com, tiveram de enfrentar o julgamento em um tribunal por mostrarem o que Bíblia diz sobre a homossexualidade e outros pecados. Sua mensagem era direta e clara, como mostra a foto do local em que eles costumavam ficar no centro da cidade.
Junto com os pastores havia um cartaz onde estava escrito: “ALERTA AOS beberrões, homossexuais, abortistas, adúlteros, mentirosos, fornicadores, ladrões, ateus, bruxas, idólatras. O Inferno aguarda vocês. 1 Coríntios 6:9-10”.
A audiência foi realizada no Tribunal Municipal de Houston, presidido pela juíza Barbara E. Hartle, que, segundo o jornal Dallas Voice, consta na lista do Fundo de Vitória de Gays e Lésbicas do Texas como um de seus membros. Ela foi nomeada para o cargo por Annise Parker, prefeita de Houston, que foi chamada pelo jornal Los Angeles Times de “a primeira lésbica a chefiar uma grande cidade dos Estados Unidos”. Depois desse fato ser levantado pela imprensa, foi designado como juiz do caso Adan Silverman.
O pastor Allen disse que não importa o que aconteça com eles. O que é importa é o fato de que pastores foram algemados e multados, tendo seus cartazes e o shofar confiscados. Isso transmite um recado claro sobre a falta de liberdade de expressão nos EUA, em especial nas críticas feitas aos homossexuais.


A justificativa de sua prisão é que seus cartazes tinham 1 cm a mais de grossura do que permitido (eles negam), e por carregarem um instrumento em público que não era de madeira (no caso, o shofar, um chifre de carneiro).
Os policiais vierem falar com eles depois que uma pessoa se queixou de sua mensagem. Porém, um vídeo revela que o primeiro policial ao chegar disse que eles não estavam fazendo nada de errado. Mesmo assim, alguns minutos depois, policiais abordaram os pregadores e, ao que tudo indica, forçaram os pastores a se deitar no chão e os algemaram. Stokes e Allan há anos pregavam naquele mesmo local e essa foi a primeira vez que tiveram algum problema.
A gravação de vídeo mostra que os policiais discutiram a situação entre si, primeiro dizendo que não havia nada de errado, depois afirmam que precisavam fazer alguma coisa. Os pastores relataram na descrição do vídeo no YouTube que “o policial confessa que tentou arrancar o cartaz para nos fazer sair da esquina”.
Um canal local de televisão cobriu a polêmica que se estendeu por vários dias. Os pastores foram ouvidos na delegacia, mas aguardaram a audiência em liberdade.
Em entrevista, Allen disse que há dois anos eles pregam e tocam o shofar, avisando todas as pessoas que passam por entenderem que o Antigo Testamento responsabiliza aqueles que conhecem a ontade de Deus e não a transmitem aos outros.
Disse também que não podia especular que tipo de impacto sua mensagem sobre a condenação bíblica ao homossexualismo poderá ter no seu caso. “Tudo o que estávamos fazendo era pregar”, finaliza ele. “Contra todos os pecados”.

terça-feira, outubro 21, 2008

SOLTEIRA, SEM FILHOS. E DAI???

Dona Marta e sua gente, que me perdoem todos, mas diretamente desejo de coração que vocês todos sejam jogados na lata do lixo da história. E que suas cabecinhas falsas, perversas, atrasadas e ignorantes fiquem bem longe de nossa cidade.

Vocês, Dona Marta e sua gente, estão querendo governar São Paulo? Deus nos livre de vocês, com esse pensamentinho barato, esse jeitinho comunista de ser que não resiste a um vento, essas balelas religiosas, esses estelionatos que estão praticando em todo o país.

Dona Marta e sua gente, vocês não mexeram só com os gays, ou os seus simpatizantes, o que já seria mais do que suficiente para afundá-los na lama. Vocês mexeram com os solteiros, sem filhos. Mexeram comigo. E com milhões de outras pessoas que são, sim, SOLTEIROS. E que não têm filhos, não! Vocês chamaram para a guerra – e como seus fidagais inimigos – os solteiros, sem filhos. Somos muitos, Dona Marta, e somos poderosos! Porque vivemos para nós. Podemos ser gays. Podemos não ser. Podemos ter cachorro, gato, papagaio, beijá-los na boca, dormir com eles na cama. Podemos transar. Podemos nos manter sem transar. Podemos transar com um, com dois, com três. Podemos nos apaixonar. Sabia? Podemos até casar! E ter filhos... Ou adotar, ou cuidar dos filhos dos outros...

Olha, só, Dona Marta, podemos ter amantes! Não é muito mais divertido? Está com inveja? Saiba, Dona Marta e sua gente, que há muitos de nós! Sabe que somos muito bem requisitados e valorizados no trabalho? Que nossas casas são mais bonitas? Que gastamos melhor nosso dinheiro? Que somos mais responsáveis, carinhosos e ligados aos nossos amigos e familiares? Por um acaso, Dona Marta, sabe que somos a cara da cidade que a senhora ousa se recandidatar a governar? Que papelão, que nojo. Quem são vocês, Dona Marta e sua gente, para ousar questionar essa opção? Vocês têm alguma idéia de como é, para nós, importante, poder responder orgulhosamente: Solteiros, sem filhos. Imaginam o que eu, mulher, solteira (embora com muitos casamentos sem papel) já passei, encontrando nesses meus 50 anos de vida, gentinha como vocês? Gentinha que considera, no fundo de suas pequenas almas, que somos gente de "segunda categoria", ou que – nossa! – por não sermos casados, somos "gays"? Cansei e canso de ouvir insinuações, em geral veladas. "Humm... Ela deve ser sapatão!" Sou não, Dona Marta. Mas nem eu nem o prefeito Kassab, nem nenhum de nós, lhe deve satisfações sobre para quem damos, se comemos ou somos comidos, se fazemos sexo com homens, mulheres, ou ambos.

Não, Dona Marta e sua gente: somos livres! Eu, por exemplo, não tenho que agüentar um marido argentino rabo de saia, meiko cafetão ou um senador idiota ilustre que suportou um par de guampas por anos para dizer que tenho alguém. Eu não tenho que sorrir em festas infantis, muito menos ver meus lindos filhinhos virando pseudopunks ou sambistas chatos e sem noção.

Mais: eu não tenho que a qualquer preço vender a minha biografia ou tentar mudar minha cara e minha personalidade. Dona Marta, a quem a senhora pretende enganar tentando parecer a Luiza Erundina? Ficou igual à Vovó Donalda, Dona Marta, olhe bem no espelho. Porque a Luiza Erundina, Dona Marta, que deveria estar muito envergonhada de estar do seu lado, nunca teve problemas em dizer que era solteira, sem filhos. Governou a cidade, foi muito querida, e só se atrapalhou mesmo quando essa sua corja petista começou a meter a mão na cumbuca. Como vocês ousam fazer essa pergunta ao prefeito Kassab?

Sim, eu respondo por ele: é solteiro, sem filhos; ouvi dizer que tem um gato de estimação. Mas Kassab tem uma família; todos com uma história construtiva, muitos engenheiros, gente do bem, Dona Marta! Irmãos, que o querem muito bem, com certeza. Cuida do pai, cuidou da mãe, vive feliz, seus olhos brilham e ele gosta de trabalhar pela cidade. A senhora pode dizer que tem uma família? Cadê? Mostra aquela foto da sua família! Aparece com o Luis Favre! Apresente-o para a gente! Não me faça rir. Mas, por favor, chega, não me faça querer xingá-la, como é o pensamento que tenho agora. Me deixe simplesmente esquecê-la, ou lembrar apenas de seus melhores momentos. Olha que já está ficando difícil lembrar dessa parte de sua biografia.

Vamos falar sério, Dona Marta e sua gente: podemos começar com Celso Daniel. Que tal? Não, não quero saber de nada de crime de Santo André. Quero saber como é que vocês conseguem dormir depois de, por causa do preconceito, há exatos 6 anos fazer de tudo para que a verdade mais clara do mundo a respeito de Celso Daniel (e verdade com a qual ele lidou numa boa) não aflorasse? Petista não pode ser veado, né? Pode, sim! A senhora e sua gente acha mesmo que levantou alguma suspeita sobre o prefeito Kassab? Ora, seu filhinho Suplinha pula dali, pula daqui... e não é que ele é solteiro, sem filhos? Será gay? Será por isso que ele usa aquelas tachas na roupa, pinta o cabelo, faz cara de mau?

Lá pelos lados do Palácio do Planalto tem outras pessoas assim, hein? Que tal citarmos aquele que ocupa lugar de comando no Banco Central? Viadaço, que virou petista por conveniência, pois era tucano. Quer que eu lembre de mais algumas ou não precisa? Dona Marta, que vergonha, que papelão! A gente não lutou tanto tempo, não morreu brigando, foi torturado, batalhou tanto para a senhora e sua gente vir agora mexer com uma coisa tão importante como é a liberdade individual. Dispensamos e desprezamos gente como você, e como o Eduardo Paes, esse simplesmente um moleque safado, que deveria ir, logo, para o PT.
Marli Gonçalves, jornalista, 50 anos, solteira, sem filhos. E não é gay!