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sexta-feira, outubro 14, 2016

No Islã, as mulheres são como burros e cachorros.



No Islã, as mulheres são como burros e cachorros.


Islã: "meninas cristãs são bens a serem arruinados ao bel prazer, abusar delas é um direito".
por Raymond Ibrahim(*)



A Lei Islâmica (Sharia), sempre severa, é mais severa ainda com as mulheres. De acordo com o Alcorão, os homens têm a "autoridade" sobre as mulheres e têm o direito de espancá-las se elas forem "desobedientes" (4:34). Segundo Maomé, profeta do Islã, as mulheres são menos inteligentes do que os homens — o testemunho de um homem equivale ao testemunho de duas mulheres — e a maior parte da população do inferno é composta de mulheres, que se assemelham aos burros e cachorros quanto à habilidade de desviar a atenção do homem da reza, consequentemente anulando-a.




Qual é afinal a visão do Islã em relação às mulheres que são "infiéis"? Na melhor das hipóteses elas "em primeiro lugar servem para dar prazer aos homens muçulmanos", conforme enfatizou um muçulmano a um grupo de meninas cristãs, ainda bem jovens, no Paquistão antes aterrorizá-las e assassinar uma delas. No Alcorão, (acesse 04:24), as mulheres não muçulmanas capturadas numa jihad podem ser compradas e vendidas como escravas sexuais a homens muçulmanos, conforme tem feito o Estado Islâmico.

Emily Fuentes, diretora de comunicações da Open Doors, uma organização de direitos humanos que defende cristãos perseguidos, salientou:

Lamentavelmente um número cada vez maior de mulheres é alvo de grupos terroristas (muçulmanos). Sabe-se que ocorreram inúmeros incidentes internacionais de mulheres que foram sequestradas, estupradas e forçadas a se converterem do cristianismo ao Islã por grupos extremistas radicais... Muitas também são vendidas no mercado aberto. Essa crueldade não está ocorrendo somente no Oriente Médio, mas também na África e em muitos outros lugares. Em muitos destes países, as mulheres estão sujeitas à perseguição, porque são consideradas cidadãs de segunda classe por causa de seu gênero. Sendo minoria tanto quanto ao gênero quanto à religião, as mulheres cristãs enfrentam dupla perseguição. Não temos um número exato, mas sabemos que milhões de mulheres estão sendo perseguidas... Nestes países dominados pelos muçulmanos, as mulheres cristãs são sistematicamente privadas de sua liberdade de viver e a elas são negadas as necessidades humanas básicas.

As mulheres cristãs estão duplamente condenadas: não são aceitas por serem mulheres e também não como não muçulmanas "infiéis, fica claro a partir daí o porquê delas serem alvo do abuso islâmico.


A esta altura, o tormento das não muçulmanas que estão nas garras do ISIS é bem conhecido. Desde a conquista de Mossul em junho de 2014, o número de meninas não muçulmanas em cativeiro que foram assassinadas pelo califado pode chegar a 250 (principalmente yazidis e cristãs) por se recusarem a serem escravas sexuais. Mais recentemente, 19 meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.

De acordo com um relatório que apareceu um dia depois que a Open Doors destacou a situação das mulheres não muçulmanas:

As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo Estado Islâmico são frequentemente vendidas repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel prazer.

Uma menina yazidi explicou como

"ela foi comprada e vendida por oito jihadistas diferentes... Fomos colocadas em exibição (em mercados de escravas sexuais). Homens chegavam e ficavam olhando para nós como se fossemos mercadoria. Era como se fosse um showroom de automóveis... As mulheres eram compradas por dinheiro vivo — apenas $20 ou então trocadas por objetos como telefones celulares ou oferecidas como presente".

Ela foi estuprada pelo menos três vezes por dia por mais de 16 meses por inúmeros combatentes do ISIS, foi forçada a tomar anticoncepcionais e drogas para induzir o aborto, ela tentou repetidamente cometer suicídio para escapar do abuso. Sua história é o padrão e foi contada por muitas meninas não muçulmanas que conseguiram fugir.

Outros relatos recentes falam de "uma menina de 8 anos de idade que também foi comprada, vendida e estuprada por oito militantes diferentes em um espaço de 10 meses", de outra "escrava sexual que ateou fogo em si própria para evitar ser estuprada", de um casal que, depois que seus filhos foram raptados pelos ISIS, atendeu à porta e se deparou com um saco plástico contendo as partes dos corpos das suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas e de mulheres cristãs e alauitas sendo estupradas e massacradas pelos jihadistas do ISIS que invadiram seu vilarejo.

No entanto esse tipo de abuso islâmico de mulheres não se limita a grupos como ISIS ou Boko Haram — organização radicada na Nigéria que também se define em termos exclusivamente islâmicos, é notória por sequestrar, escravizar, estuprar e assassinar meninas cristãs. Aproximadamente 700 meninas cristãs e 300 hindus são raptadas, escravizadas e estupradas no Paquistão a cada ano. São números extremamente altos, considerando-se que os cristãos e hindus compõem cada um apenas 1% da população de maioria muçulmana do país.

Apenas quatro dias depois da Open Doors denunciar o sofrimento das mulheres cristãs, dois homens muçulmanos no Paquistão invadiram a casa de uma mulher cristã enquanto o marido servia o exército. Eles a amarraram e abusaram dela em um estupro coletivo ao mesmo tempo em que ameaçavam matar sua filha de 2 anos se ela não concordasse. De acordo com a mulher de 30 anos:

"Os homens me trataram como se eu fosse um animal, dizendo que eu era uma cristã inútil... Disseram que todas as mulheres cristãs são prostitutas e que voltariam e repetiriam a devassidão se eu contasse a alguém o que tinha acontecido".

Por ela ser mulher e infiel em uma nação de maioria muçulmana, a polícia e a lei nada fizeram por ela. Naquela semana, mais cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas ao Islã e forçadas a se casarem com seus sequestradores.

Há inúmeros exemplos de estupro e, por vezes, assassinatos de meninas cristãs — e às vezes de meninos cristãos — no Paquistão. Depois que uma menina cristã de 9 anos foi estuprada por um muçulmano, ele se gabava de ter "feito a mesma coisa com outras meninas cristãs", segundo explicaram os moradores locais:

"Esse tipo de incidente ocorre com frequência. Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade (muçulmana) não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de guerra."

Uma situação semelhante acontece no Egito. Em julho de 2012 o congressista americano Chris Smith testemunhou acerca da "escalada de sequestros, conversões e casamentos forçados de mulheres e meninas cristãs coptas. Elas estão sendo aterrorizadas e, consequentemente, marginalizadas".

O já falecido e muitas vezes diplomático Papa Copta Shenouda III, líder da comunidade cristã do Egito, ressaltou essa tendência já em 1976: "há uma prática de converter meninas coptas para que abracem o Islã e casem com muçulmanos sob ameaças terroristas". Somente entre 2008 e 2013, foram documentados no Egito cerca de 600 casos de sequestro, estupro e conversão forçada de mulheres cristãs. Desde então a situação só piorou, conforme mostra o título de um relatório de 2012: "Salto Dramático no Número de Sequestros e Conversões Forçadas de Mulheres Cristãs Coptas no Egito".

De um lado as jovens são visadas sexualmente, de outro, as mais velhas, são humilhadas sexualmente. Em 20 de maio, no Egito, foram arrancadas as roupas de uma cristã de 70 anos, ela ficou completamente nua, cuspiram nela, desfilaram com ela pelas ruas de Minya sob vaias, assobios e gritos de "Allahu Akbar" ("Deus é Grande") de uma furiosa multidão muçulmana.

Dois dias antes da publicação do relatório da Open Doors, muçulmanos em Uganda espancaram e estupraram uma cristã de 22 anos porque ela acusou o dirigente de uma mesquita de assassinar seu pai em virtude de uma discussão religiosa. No mês anterior, a filha de 13 anos de uma mulher que deixou o Islã e se converteu ao cristianismo, foi estuprada por muçulmanos locais que lhe disseram: "este é o segundo aviso a sua mãe por desonrar a fé dos muçulmanos".

Vale a pena lembrar que mesmo na Europa, são as mulheres autóctones que mais sofrem com o fluxo de migrantes muçulmanos. O número de ataques sexuais e estupros, exponencialmente mais altos, está sendo cometido na mesma linha da lógica usada pelo Estado Islâmico ou no Paquistão. Nas palavras de um migrante muçulmano que se encontra na Alemanha que perseguiu, amaldiçoou e acariciou impositivamente uma mulher: "as mulheres alemãs estão aí para o sexo."

Uma importante observação final: apesar das mulheres não muçulmanas serem mais visadas do que os homens não muçulmanos para fins sexuais, isso não significa que eles são menos visados do que as mulheres quando se trata de perseguição muçulmana não ligada ao sexo, como por exemplo nos casos de ataques contra "blasfemos" e "apóstatas". Cavalheirismo é um conceito bizarro para o Islã, quando se trata de aterrorizar e colocar os infiéis em seu devido lugar, a religião de Maomé é estritamente igualitária. No Paquistão, por exemplo, o caso mais notório de blasfêmia envolve a cristã Asia Bibi, que está no xilindró, no corredor da morte, desde 2009, além de um casal cristão acusado de profanar um livro do Alcorão, tanto o marido quanto a esposa foram queimados vivos. Os relatos mais recentes que vieram à tona no mesmo período em que a Open Doors destacou a situação das mulheres cristãs são os seguintes:

  • Indonésia: no que foi descrito como "o uso sem precedentes da Lei Islâmica (Sharia) contra um não muçulmano", uma mulher cristã de 60 anos de idade foi açoitada publicamente com uma vara 30 vezes por vender bebida alcoólica.
  • Estado Islâmico: uma mulher cristã foi executada por militantes islâmicos por se recusar a negar sua fé em Cristo. O ISIS também ameaçou um grupo de freiras dominicanas, exigindo que elas se convertessem ao Islã ou pagassem a jizya, tributo (baseado no Alcorão 09:29). "As irmãs idosas fugiram e começaram a sofrer ataques cardíacos e insuficiências cardíacas em virtude do stress do êxodo em massa. Nos últimos 18 meses, 23 morreram, às vezes até três mortes por semana. Elas morreram de desgosto, ressaltou a Irmã Huda."
  • Uganda: um homem muçulmano estrangulou a esposa até a morte por ela ter deixado o Islã e se convertido ao cristianismo. Outro muçulmano espancou e ameaçou matar a esposa enquanto gritava "Allahu Akbar" também por ela ter se convertido ao cristianismo.


É muito difícil se ouvir o contrário, uma mulher muçulmana matar o marido por causa de apostasia, isso devido à falta de autoridade que as mulheres têm no mundo muçulmano.

Você não iria querer ser uma mulher no Islã.


(*)Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (publicado pela Editora Regnery juntamente com o Gatestone Institute, abril de 2013).

Publicado no site do Gatestone Institute.
Tradução: Joseph Skilnik

Fonte - Mídia Sem Máscara

quarta-feira, agosto 19, 2015

Cristãos são queimados enquanto o papa se preocupa com assuntos mundanos.










A Indiferença vem de cima
por Raymond Ibrahim










A indiferença para com o sofrimento dos cristãos perseguidos em todo o mundo foi destacada em junho, quando o Papa Francisco lançou sua primeira encíclica independente.

Embora o Papa tenha advertido contra coisas como o aquecimento global e questões relacionadas com o ambiente, não mencionou a difícil situação dos cristãos perseguidos – embora ele esteja bem familiarizado com isso e, apesar de Papas anteriores terem mencionado isso, em ocasiões em que os cristãos experimentaram uma pequena fração da perseguição de hoje.

Encíclicas são tratados formais escritos por Papas e Bispos enviados para todo o mundo. Por sua vez, os Bispos são encarregados de difundir as ideias da Encíclica para todos os sacerdotes e igrejas em sua jurisdição, de modo que os pensamentos do Papa cheguem a todos praticantes da igreja católica.

Se a perseguição fosse mencionada na Encíclica, bispos e as congregações sob seus cuidados seriam obrigados a reconhecer a verdade sobre a perseguição cristã. Talvez uma oração semanal para a igreja perseguida pudesse ser institucionalizada – mantendo o apelo daqueles cristãos desafortunados no centro das atenções, de modo que os católicos ocidentais e outros lembrassem sempre deles, falassem sobre eles, e, talvez mais importante, entendessem por que eles estão sendo perseguidos. Uma vez que as pessoas estejam suficientemente familiarizadas com a realidade da perseguição aos cristãos, poderiam influenciar os formuladores de políticas dos EUA – para começar, a derrubarem políticas que agravam diretamente os sofrimentos das minorias cristãs no Oriente Médio.

Em vez disso, Francisco considerou mais importante emitir uma proclamação abordando o ambiente e as alterações climáticas. Seja qual for a posição tenhamos a respeito destes temas, ele está dizendo que o papa – o único homem do mundo mais bem colocado e de quem mais se espera que fale por milhões de cristãos perseguidos em todo o mundo – está mais interessado em falar pelo "mundo" em si .

Enquanto isso, os cristãos ao redor do mundo em geral, no mundo muçulmano especificamente, continuaram a ser perseguidos e massacrados. Numa história pouco relatada, o Estado Islâmico queimou uma mulher cristã de 80 anos de idade até a morte em uma aldeia a sudeste de Mosul. A idosa teria sido imolada por se recusar a cumprir a lei islâmica.



Um grupo que se autodenomina o "Estado Islâmico na Palestina" espalhou panfletos em Jerusalém oriental ameaçando que iria massacrar todos os cristãos que não conseguirem ser evacuados da Cidade Santa. Os panfletos, que apareceram em 27 de junho, diziam que o Estado islâmico sabia onde os cristãos da cidade viviam, e advertiu que eles tinham até o Eid al-Fitr-19 de julho, quando termina o Ramadã para deixarem a cidade ou serem abatidos. O panfleto foi estampado com a bandeira negra associada ao Estado islâmico. 
Da mesma forma, no Egito, após o ataque suicida frustrado aos antigos templos de Karnak em Luxor – um ponto turístico – o Estado islâmico prometeu um "verão de fogo" para os cristãos coptas. Abu Zayid Al-Sudani, um dos principais membros do grupo, twittou o seguinte: "O bombardeio de Luxor, um verão ardente aguarda o tirano do Egito [presidente Sisi] e seus soldados, e os adoradores da cruz. Isto é apenas o começo."

O restante do resumo da perseguição muçulmana aos cristãos de junho em todo o mundo inclui, mas não está limitado aos seguintes relatos relacionados por tema:

Ataques muçulmanos a Igrejas e Cemitérios cristãos

Turquia: Em 9 de junho, um muçulmano atacou uma igreja no distrito de Kadýköy em Istambul, com um coquetel Molotov, colocando em chamas a porta do prédio. Em um vídeo do ataque, o homem é visto gritando "Allahu Akbar" [Deus é maior] e "Vingança pela mesquita de Al-Aqsa", quando ele joga uma bomba incendiária na Igreja Ortodoxa Triada Aya. A porta do edifício de culto cristão pegou fogo, embora o fogo tenha sido apagado logo após o ataque. O homem foi detido pela polícia.

Egito: Uma bomba foi colocada ao lado de uma Igreja cristã copta – A Igreja da Virgem Maria na cidade de Helwan, parte da Grande Cairo – mas a segurança conseguiu desarmá-la antes que explodisse.

França: Em 7 de junho, dois muçulmanos foram detidos pelas autoridades francesas em conexão com um plano terrorista frustrado para atacar uma igreja perto de Paris em abril passado. As autoridades disseram que eles tinham ajudado Sid Ahmed Ghlam, um estudante de ciência da computação, que tinha planejado um ataque contra igrejas em Villejuif, ao sul de Paris, e é suspeito na morte de uma mulher nas proximidades. Documentos em árabe mencionando a al-Qaeda e o Estado Islâmico foram encontrados após uma busca na casa de Ghlam. Várias armas militares, revólveres, munição, coletes à prova de balas, computador e equipamentos telefônicos também foram encontrados na casa e no carro de Ghlam.

Zanzibar: os muçulmanos da maioria muçulmana da ilha hostilizaram e perseguiram duas igrejas:

1) Eles forçaram o Pastor Filemom, pai de cinco filhos, a esconder-se e se apossaram de sua igreja New Covenant Church, conseguindo que o senhorio alugasse para eles antes que a locação da igreja terminasse. De uma congregação de 100 membros, agora restaram 25. "Os fiéis da igreja estão muito dispersos", disse Philemon. "Alguns membros estão sempre batendo na minha porta pedindo um lugar para a adoração." O pastor também está ajudando a cuidar de vários convertidos do islamismo que fugiram de suas casas devido à perseguição e está lutando financeiramente para ajudá-los ao mesmo tempo, que sustenta sua própria família, que inclui cinco filhos.
2) Nos limites de Zanzibar City, em Chukwani, os muçulmanos fizeram falsas reivindicações de terra, a fim de atingir outra igreja com despesas judiciais. Disse o Pastor Lukanula: "Os muçulmanos estão esperando o momento em que deveremos deixar de comparecer à audiência judicial, o que implica perder o caso e, posteriormente, ter que pagar uma quantia substancial de dinheiro." Diante das falsas alegações sobre a propriedade da terra que foram feitas, o líder de uma mesquita local disse ao pastor: "Nós não queremos ver uma igreja aqui em Chukwani." E, em 2007, os muçulmanos da área demoliram a estrutura original em construção.

Iraque: O Estado Islâmico afixou avisos em torno da cidade capturada de Mosul anunciando que a Igreja Catedral Siríaca Ortodoxa de Santo Efrém, tomada há um ano, deve ser tornar a "mesquita dos mujahedeen", ou “Jihadis”. O novo nome foi anunciado no dia do aniversário da data em que a igreja foi tomada. A bandeira islâmica indicando o Shehada – ou seja, "não há deus senão Alá e Maomé é o mensageiro de Deus" – foi colocada sobre o edifício. "Se eles trocaram uma igreja por uma mesquita é mais uma prova da sua limpeza", disse o presidente de Uma Demanda por Ação, um grupo que defende a proteção das minorias no Oriente Médio. "Eles destroem nossos artefatos, nossas igrejas e tentar apagar-nos de todas as maneiras que puderem."

Líbia: Ainda um outro cemitério cristão após a "Primavera Árabe" na Líbia foi recentemente profanado por militantes muçulmanos. Descrito por testemunhas como muçulmanos "Salafi", os profanadores de túmulos destruíram cruzes e lápides, e cavaram sepulturas na antiga parte cristã de Trípoli nas primeiras horas da manhã de 3 de junho. As forças de segurança encarregadas de proteger a região não fizeram nada para parar ou prender os profanadores.

Massacre muçulmano de cristãos

Egito: Dois cristãos foram mortos em circunstâncias questionáveis:

1) O único cristão em sua unidade de exército foi encontrado morto em uma cadeira no escritório da base militar onde ele estava estacionado. Em 24 de junho, Bahaa Gamal Mikhail Silvanus, 23, um recruta do exército egípcio, foi encontrado com dois ferimentos de bala em seu peito e uma arma a seus pés. Parentes que mais tarde viram o corpo também dizem que havia ferimentos em cima de sua cabeça, como se tivesse sido atingido por um objeto sólido. A posição militar oficial é que o copta cometeu suicídio. Família, amigos e líderes da igreja discordam veementemente. Eles apontam que aqueles que cometem suicídio raramente são capazes de atirar duas vezes – ou de ferir-se primeiro no topo da cabeça com objetos contundentes – bem como o fato de que Silvanus era um homem feliz com uma fé forte, um diploma universitário em música e planos para entrar na vida monástica. "Meu filho foi morto por alguém. Ele não se matou”, disse o pai, Gamal Silvanus, que havia aconselhado seu filho a terminar seu serviço militar, trabalhar durante cinco anos para ajudar a sustentar a família, em seguida, entrar num mosteiro. Um amigo do cristão falecido, que deseja permanecer anônimo, disse que Silvanus tinha confiado a ele que ele era regularmente pressionado por outros soldados em sua unidade para se converter ao Islã: "Ele me disse que a perseguição dos recrutas muçulmanos fanáticos no batalhão contra ele tinha aumentado nos últimos dias, e que eles o ameaçaram de morte e que iriam matá-lo se ele não se convertesse ao islamismo".[i]

2) De acordo com a MCN, "O oficial de polícia Mohammed Megalli, que matou uma mulher copta, costumava insultar os coptas do distrito e tratá-los com desprezo, disse Nour Rashad, um primo da mulher copta. Sarah Youssef Ghali foi acidentalmente morta a tiros por Megalli, um policial da Delegacia de Polícia de Manshiet Nasser no Cairo. "
Uganda: Uma mãe de 11 filhos, que, junto com seu marido, apostatou do Islã e se converteu ao cristianismo quase um ano antes, foi morta por envenenamento em 17 de junho em uma vila no leste de Uganda. Namumbeiza Swabura, mãe de um bebê de 5 meses de idade, morreu depois que sua cunhada a visitou e se ofereceu para preparar uma refeição para ela. Muhammad, seu marido, chegou logo depois que sua esposa tinha acabado de comer a comida preparada por sua irmã, que já havia partido. Sua esposa queixou-se de dor de estômago que começou imediatamente depois de comer a comida.

Segundo o Morning Star News: A dor de Swabura piorou quando ela começou a vomitar e seu nariz começou a sangrar incontrolavelmente seu rosto ficou pálido, e duas horas depois, ela morreu em sua casa quando Muhammad estava tentando alugar um carro para levá-la a um hospital, disseram. Sua cunhada passou a se esconder, disseram as fontes. Swabura e seu marido tinham recebido várias ameaças de morte desde a declaração de sua fé em Cristo, de acordo com Muhammad. Durante uma visita do Morning Star News à área no final de maio, ele disse, "Nós estamos temendo por nossas vidas, pois, os muçulmanos estão ameaçando matar-nos, se continuarmos no cristianismo." Além de seu filho e marido, esposa Swabura deixa para trás 10 outras crianças.

Submissão: Desprezo genérico e Discriminação contra "infiéis"

Etiópia: Em 25 de abril, a polícia invadiu um culto cristão em Asella no limite sul da capital, Addis Abeba. A Igreja de Asella tinha acabado de batizar 40 novos convertidos ao cristianismo, o que levou às prisões em massa. Um dos detidos, um ex-muçulmano que se converteu ao cristianismo conhecido apenas como "Palus Ejigu", disse, “Nós estávamos reunidos para compartilhar e encorajar uns aos outros com a Palavra de Deus. Depois que terminou o serviço, a polícia nos prendeu. Alguns de nossos amigos fugiram quando viram a forma ríspida como fomos tratados”. Depois de semanas de sofrimento em más condições nas prisões e de abusos, Ejigu foi finalmente liberado. Mas, cinco dias depois, quatro homens mascarados forçaram-nos a se ajoelhar, colocaram uma pistola em sua boca, e ordenaram-lhe que matasse dois amigos do pastor, ou então seus filhos morreriam:

Fui ordenado a seguir as instruções de quatro pessoas mascaradas, armadas, que falavam na língua Oromo. Eu também fui golpeado duas vezes e mandaram que me ajoelhasse. Eles colocaram a sua pistola na minha boca e me deram instruções para matar os pastores Nebiyou e Legesse. Ejigu foi instruído a realizar a missão no prazo de três meses. Se fosse bem sucedido, prometeram-lhe uma vida mais fácil. Mas se ele falhasse ou recusasse, os assaltantes mascarados prometeram assassinar seus três filhos. A família muçulmana de sua esposa já tinha levado as crianças para longe dele, de acordo com a lei islâmica.

Egito: Várias histórias que demonstram o status inferior das minorias cristãs ocorreram:

1) O diretor de uma escola em Sohag tem recusado abertamente a inscrição de estudantes cristãos, simplesmente com base em sua religião. Quando coptas e outros protestaram – a lei atual do Egito está do seu lado, o diretor descaradamente declarou que "Enquanto eu estiver presente na escola, nenhum aluno cristão será aceito”.

2) A colunista popular egípcia Karima Kamal escreveu que, embora a Constituição egípcia estipule igualdade perante a lei, o Judiciário não aplica esta disposição e recusa o testemunho dos cristãos contra os muçulmanos nos tribunais. A evidência apoia sua reivindicação. Algumas semanas antes, a seguinte carta foi publicada em mídia árabe:

Ontem eu sofri um choque extremamente duro e psicológico. Fui ao tribunal com um dos meus vizinhos, uma viúva, para servir como testemunha em um caso de herança. Outro vizinho e testemunha que nos acompanhou era um jovem cristão. Nós todos vivíamos como uma família. Imaginem meu choque, então, perante o juiz que muito grosseiramente e com desaprovação incompreensível rejeitou o testemunho do jovem [cristão] [dizendo]: "É inaceitável que um cristão testemunhe contra um muçulmano". Na verdade, a lei islâmica sustenta que o testemunho de um "infiel" não pode ser aceito contra um muçulmano.

3) Al Azhar – indiscutivelmente a mais prestigiada universidade do mundo islâmico – continua a incitar os muçulmanos do Egito contra os cristãos. Recentemente, a universidade foi flagrada distribuindo um panfleto grátis dedicado a desacreditar o cristianismo. Está cheio de ataques diretos contra o cristianismo em geral, e os cristãos coptas do país em particular. Cristianismo é referido como uma "religião fracassada", enquanto o Islã é saudado como a verdadeira e superior religião. Devido às "sementes de fraqueza" inerentes ao cristianismo e à Bíblia, diz o panfleto, o Islã foi facilmente capaz de suplantá-lo no Oriente Médio. Nenhuma menção às conquistas islâmicas violentas é feita.

Irã: tribunal revolucionário do Irã condenou 18 cristãos convertidos por acusações que incluem evangelismo, propaganda contra o regime, e criação de igrejas domésticas para praticar sua fé. As sentenças somaram quase 24 anos (a falta de transparência no sistema judicial rigidamente controlado do Irã não permite uma atribuição das sentenças individuais). Os réus também foram impedidos de organizar de reuniões em igrejas domésticas casa e foram proibidos por dois anos de sair do Irã. Os cristãos, muitos dos quais foram presos em 2013, foram condenados nos termos do artigo 500 do Código Penal Islâmico, que estabelece que "Qualquer um que se envolva em qualquer tipo de propaganda contra a República Islâmica do Irã ou a favor de grupos de oposição e associações, deve ser condenado de três meses a um ano de prisão. "[ii]

Nigéria: Mais de 200 meninas continuam desaparecidas depois que o Boko Haram atacou uma escola pública em 2014, sequestrando dezenas de jovens em sua maioria cristãs. Fugitivos continuam a dar testemunho da lavagem cerebral que eles enfrentaram de seus captores. Alguns foram orientados a cortar as gargantas dos cristãos e a realizarem ataques suicidas. Uma testemunha disse que às meninas Chibok foi dado status especial quando "professores" mandam que elas memorizem o Alcorão e ensinem as outras a fazê-lo. As meninas são flageladas se não souberem recitar o Corão.

Paquistão:

1) Os "advogados" de um homem cristão preso no Paquistão sob a acusação de profanar o Alcorão em Maio passado [iii] estão na verdade trabalhando contra ele. Humayun Faisal, um cristão deficiente mental permanecerá na prisão porque seus advogados retiraram o seu pedido de libertação sob fiança. De acordo com a associação de advogados cristãos da ONG "Lead", durante a audiência de 27 de junho diante da Alta Corte de Lahore, os advogados de Faisal cancelaram oficialmente o pedido de fiança, anteriormente apresentado por outros advogados. Disse a Lead: [Há advogados que] intervêm em casos em que os cristãos são acusados de blasfêmia ou outros crimes e, em vez de obter justiça, não operam no interesse dos acusados, seus clientes, mas agem para outros fins.

2) Mumtaz Masih, um cristão, foi recentemente libertado da escravidão forçada pelo seu empregador muçulmano. Masih tinha um acordo com seu empregador muçulmano, parte do qual era de que Masih permaneceria sempre na propriedade do seu empregador exceto uma vez por mês, quando ele receberia o pagamento e poderia ir para casa para visitar sua família. Em julho de 2014, o patrão deixou de pagar Masih, o proibiu da visita á sua casa e, efetivamente, o transformou em um escravo. A esposa de Masih procurou ajuda quando o marido parou de vir. Depois de um processo judicial de habeas corpus em 29 de Maio, um oficial de justiça foi encarregado de localizar Masih, que foi encontrado na propriedade de seu patrão em um quarto trancado. Embora o trabalho forçado seja ilegal no Paquistão, muitos cristãos pobres vivem e trabalham em tais condições.

Sudão: Em 25 de junho, 12 jovens cristãs foram detidas devido às suas "roupas escandalosas" pela Polícia de Ordem Pública quando elas deixavam a igreja batista em El Izba, Cartum. As jovens, vestindo calças e saias, foram transferidas para uma delegacia de polícia duas delas foram absolvidas na sexta-feira, depois que os agentes da Polícia de Ordem Pública reconsideraram a sua opinião sobre as suas roupas. As outras dez foram acusadas de "atos contra a moralidade pública" nos termos do artigo 152 do Código Penal de 1990. "As jovens participavam de uma festa religiosa na igreja, e estavam vestindo fantasias. As acusações são um insulto para a igreja, argumentou o advogado. "Além disso, as alunas foram obrigadas a trocar de roupa dentro da delegacia de polícia, o que é uma afronta à sua dignidade".

Turquia: Autoridades fecharam escolas cristãs pertencentes à Associação das Igrejas de Jerusalém. Escolas em vários bairros da cidade do sudeste de Gaziantep, para onde muitos refugiados da Síria haviam fugido, e em três outras regiões, foram fechadas. Apesar de proporcionarem ajuda humanitária muito necessária, as escolas cristãs foram vistas dando Bíblia e outros livros cristãos aos seus alunos refugiados, muitos dos quais vindos de origens muçulmanas.

Filipinas: os cristãos e outros no sul das Filipinas estão expressando fortes temores que a legislação destinada a criar uma sub-Estado islâmico na ilha de Mindanau – legislação destinado a apaziguar os islamistas – só venha a criar mais extremismo contra os cristãos. Eles acreditam que se Bangsamoro, ou "País dos Moro" - Moro é coloquial para "muçulmano" - for governado sob a Sharia, os não-muçulmanos se tornariam cidadãos de segunda classe com direitos reduzidos drasticamente. Os críticos da lei dizem que isso tornaria o governo federal impotente para corrigir violações dos direitos humanos sob a lei islâmica. [Iv] "O que o presidente Aquino está fazendo é uma traição para as comunidades cristãs em Mindanau," disse Rolly Pelinggon, organizador nacional do Mindanauanos por Mindanao (M4M ).

Reino Unido: Nissar Hussain, um ex-muçulmano do Paquistão que se converteu ao cristianismo em 1996, escreveu recentemente uma carta a seu deputado local contando um pouco da violência, abusos e outros ataques que ele e sua esposa e seus seis filhos têm sofrido nas mãos de muçulmanos na área de Bradford onde vivem. [v]

Iraque: De acordo com o membro do Conselho Provincial de Nínive Anwar Mata "mais de 120 mil cristãos [foram] deslocados de Mosul e Nínive após o Estado Islâmico invadir Mosul. Ele observou ainda que "cerca de 20 mil deles migraram para o Iraque desde o ano passado .... A falta de interesse do governo federal para com os cristãos deslocados empurrou-os para migrarem para fora do país ... o dano psicológico e moral foi maior do que a perda de seu dinheiro e bens como resultado da ocupação de Mosul pelo ISIS. "Enquanto isso, a perda de propriedade de Cristiãos foi realizada, não só pelo ISIS, mas por políticos locais no Iraque. Grupos Impostores e fraudulentos, graças a funcionários corruptos, conseguiram a posse ilegal de milhares de casas pertencentes a famílias cristãs em Bagdá, que fugiram da cidade depois da derrubada de Saddam Hussein liderada pelos Estados Unidos, abriram uma jihad virulenta sobre eles. Mohammed al-Rubai, membro do conselho da cidade de Bagdá, disse que quase 70 por cento das casas de cristãos em Bagdá foram expropriadas ilegalmente, e títulos de propriedade foram forjados com a adulteração de registros prediais realizados graças à conivência de burocratas desonestos. A ONG "Bagdá Beituna" calculou que as violações de propriedades cristãs realizadas com a cumplicidade de funcionários públicos corruptos foram cerca de sete mil. Até mesmo os membros do aparelho político e militar têm desfrutado do roubo "legalizado" de propriedades cristãs.

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[I] Mikhial Shenouda, sacerdote sênior de Arcanjo Mikhial, acrescenta: "Uma pessoa que comete suicídio é uma pessoa decepcionada e desesperada, mas Bahaa estava de muito bom humor. Ele estava sorrindo sempre. Ele estava mantendo a palavra de Deus. "Embora os militares e a mídia egípcia dissessem pouco sobre este incidente, centenas compareceram ao seu funeral.


[Ii] De acordo com um relatório 2015 da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional, "Durante o ano passado, houve numerosos incidentes de autoridades iranianas invadindo cultos de igrejas, ameaçando os membros das igrejas, e prendendo e aprisionando fiéis e líderes de igrejas, particularmente os convertidos da Cristã Evangélica ... . Desde 2010, as autoridades arbitrariamente prenderam e detiveram mais de 500 cristãos de todo o país. "Os cristãos são menos de um por cento da população de maioria muçulmana xiita do Irã. "A perseguição sistemática do regime iraniano aos cristãos, bem como bahais, muçulmanos sunitas, dissidentes xiitas muçulmanos e outras minorias religiosas, está ficando pior não melhor", disse o senador americano Mark Kirk (R-Ill.) em um declaração. "Isto é consequência direta da decisão do Presidente Obama de desvincular as demandas de melhorias na liberdade religiosa e os direitos humanos no Irã das negociações nucleares."






[Iii] No domingo, 24 de maio Faisal foi acusado de blasfêmia quando alguns muçulmanos o viram queimando jornais que supostamente continham versículos do Alcorão em árabe. Após a acusação, uma multidão muçulmana agarrou o cristão, bateram severamente nele, e até mesmo tentaram lhe atear fogo. Poucos meses antes, um outro grupo de muçulmanos queimou um casal cristão vivo dentro de um forno depois que eles, também, foram acusados de insultar o Islã. Após o ataque a Faisal, a multidão de muçulmanos, supostamente aos milhares, invadiram o bairro e atearam fogo a casas de cristãos e a uma igreja.






[Iv] A Lei Bangsamoro Básico (BBL), proposta pelo presidente Benigno Aquino III em setembro passado com o objetivo de acabar com décadas de violência rebelde islâmica em Mindanao, foi aprovada por um Comitê Casa Ad Hoc em 20 de maio. A área, que compreende cinco províncias com populações não-muçulmanas consideráveis, já goza de uma certa autonomia e a BBL proposta daria aos líderes independência suficiente para impor a sharia (lei islâmica). A BBL surgiu como parte de um acordo de paz preliminar entre a administração Aquino e a Frente Moro de Libertação Islâmica (MILF), grupo rebelde. Mas elA tem feito pouco para reduzir a violência.The BPFA foi assinado em 2013 como precursor para um acordo de paz final. O governo alegou que não haveria mais ataques de rebeldes muçulmanos em Mindanau depois de ter sido assinado, mas em algumas áreas – incluindo a marca registrada dos ataques islâmicos a igrejas e freiras – tem aumentado.






[V] A carta segue:


Caro Naseem Shah MP,


Eu posso felicitá-lo em meu nome e da família por sua vitória impressionante e não podemos expressar nossa alegria por nosso recém-eleito MP para a divisão de Manningham e desejo-lhe as maiores felicidades para o futuro. Em uma nota séria eu posso expressar a nossa miséria absoluta e terrível situação como cristãos convertidos a partir de uma origem muçulmana Mirpuri desde 1996 [Mirpuri é uma região do Paquistão].


Fomos forçados a sair da nossa casa anterior depois de longo de vários anos de sofrimento como convertidos e, em suma a minha família e eu suportamos o inferno pelos meus colegas homens jovens paquistaneses na forma de perseguição que envolveu agressão, intimidação diária, dano criminoso à propriedade: quebrando janelas das casas e também 3 veículos destruídos, enquanto a comunidade olhava e ainda aprovava isto. Um dos veículos foi incendiado fora da minha casa. Apesar do testemunho de outro veículo sendo abalroado deliberadamente por um homem que eu conhecia, a Polícia nem sequer tomou uma declaração que dizer uma prisão. Finalmente depois de ser ameaçado de queimarem minha casa se eu não saísse, esses jovens deliberadamente colocaram fogo na casa dos vizinhos (que estava desocupada) na esperança de que a nossa casa iria pegar fogo. Quando eu relatei à polícia a resposta do sargento da Polícia foi: "Pare de tentar ser um cruzado e saia" Em suma, a polícia havia voluntariamente nos faltado para não serem rotulados de racistas ou parecerem causar ofensa à comunidade muçulmana em nosso sofrimento e despesas.


Depois de ser forçado a sair em Junho de 2006 nos estabelecemos em St Paul Rd e tentamos reconstruir nossas vidas, que estava indo bem e não tivemos problemas e forjamos boas relações com os vizinhos até que nós contribuímos em um documentário da Dispatches chamado Unholy War destacando a situação dos convertidos do islamismo para o cristianismo em setembro de 2008. Em seguida, os nossos problemas começaram, em grande parte representada pela família A que se têm empenhado em uma campanha para expulsar-nos de nossa casa dada a sua atitude intolerante e conduta completamente sem escrúpulos e, desde julho do ano passado que eles têm se empenhado em causar danos criminosos para o meu veículo ao ponto que eu já ter os pára-brisas do meu veículo esmagado pela quarta ocasião. O incidente mais recente ocorreu em 24 de abril, quando eu tive meu veículo apedrejado nas primeiras horas da manhã e não pude expressar o impacto financeiro também, pois, eu tenho que esperar três semanas porque o vidro tem que ser encomendado dos Estados pois meu veículo é americano. E mais uma vez como em nossa experiência anterior a comunidade paquistanesa tem olhado para nosso sofrimento e fechado os olhos, enquanto outros têm sido abertamente hostil, enquanto desfrutam de liberdade e de liberdade religiosa ou de outra forma, impondo sua vontade e reinando sobre nós e somos tratados como cidadãos de segunda classe.


Como resultado da mais recente dano criminoso, e depois de semanas sem ter o carro até que ele tivesse sido reparado, tomei a liberdade de estacionar meu veículo longe da minha casa para ter paz de espírito, dada a miséria ao longo dos últimos anos, fui diagnosticado com PTSD e minha esposa e família também sofrem estresse e ansiedade. Quando eu fui esta manhã para pegar meu carro eu fiquei mortificado ao descobrir que meu carro foi apedrejado deliberadamente mais uma vez. É evidente que não se pode continuar vivendo assim ... Nossas vidas têm sido sabotadas, tememos por nossa segurança e sofremos de ansiedade diária, para não mencionar os custos financeiros por todos esses danos criminosos.
Eu não posso expressar em palavras a falha da polícia ao longo dos anos, o que levou ao nosso sofrimento e não temos confiança neles e estou desesperado por sua ajuda.


Atenciosamente, Nissar Hussain


Sobre esta série


A perseguição dos cristãos no mundo islâmico tornou-se endêmica. Assim, "A Perseguição dos muçulmano aos cristãos" foi desenvolvida para reunir alguns – não todos – os casos de perseguição que surgem a cada mês. Ele serve a dois propósitos:


1) Para documentar o que a grande mídia não faz: a habitual, se não for crônica, perseguição aos cristãos.


2) Para mostrar que essa perseguição não é "aleatória", mas sistemática e inter-relacionada – isto é, está enraizada em uma visão de mundo inspirada pela Sharia islâmica.


Por conseguinte, qualquer que seja a perseguição esporádica, ela normalmente se encaixa sob um tema específico, incluindo ódio a igrejas e outros símbolos cristãos leis de apostasia, blasfêmia, e proselitismo que criminalizam e às vezes punem com a morte aqueles que "ofendem" o Islã abuso sexual de mulheres cristãs conversões forçadas ao Islã roubo e pilhagem em lugar do jizya (tributo financeiro previsto de não-muçulmanos) expectativas gerais para os cristãos se comportarem como dhimmis intimidados, ou de terceira classe, cidadãos "tolerados" e violência simples e assassinato. Às vezes, é uma combinação dos mesmos.


Tradução: William Uchoa



Raymond Ibrahim é Shillman Fellow do David Horowitz Freedom Center, Judith Friedman Rosen Writing Fellow noMiddle East Forume colaborador da CBN News. É autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) and The Al Qaeda Reader (2007). Publicado no Front Page Magazine

sábado, julho 18, 2015

Islâmico, Islâmico.



Islâmico, Islâmico.



por Raymond Ibrahim.

Piloto jordaniano Muath al-Kaseasbeh sendo queimado vivo(*)




Bangladesh: No dia da Páscoa, uma aldeia cristã católica da tribo Khasia foi atacada por muçulmanos. Syed Ara Begum, muçulmano, proprietário de uma plantação de chá juntamente com uma turba de muçulmanos, atacaram a aldeia cristã enquanto seus moradores participavam da missa. O proprietário da plantação, segundo consta, estava querendo tomar a terra dos cristãos. Ao que parece, após ouvir os gritos de seu rebanho, o Pe. James Kiron Rozario correu para a cena do ataque. Chegando lá, a multidão de muçulmanos o atacou com uma faca, ferindo-o gravemente, ameaçando-o de morte. A turba muçulmana prosseguiu roubando objetos no valor de cerca de US$4.000. Ela também destruiu Bíblias, cruzes, imagens sagradas, instrumentos musicais e casas, além de matar a esmo galinhas e cabras. De acordo com o Monsenhor Bejoy N. D'Cruze OMI, Bispo de Syleht, "vivemos com medo. ... Queremos justiça e segurança para nossos padres e crentes. Temos a esperança que o governo irá encontrar uma solução pacífica e que nossa gente poderá viver livre de tensões... Ela (Khasia Católica) é uma comunidade por demais pacífica, mas é frequentemente vítima da maioria Bengali (muçulmana)".

Paquistão:Na manhã de 17 de abril, homens armados, islâmicos, suspeitos, abriram fogo contra a escola católica St Francis High School, fundada em 1842 em Lahore, há muito tempo considerada uma das melhores escolas da cidade. Um estudante e dois seguranças ficaram feridos e foram levados ao hospital. Muito embora a motivação do ataque ainda não tenha sido estabelecida, o advogado cristão Sardar Mushtaq Gill, um importante defensor dos direitos dos cristãos no Paquistão, manifestou em um parecer que esse "novo ataque mostra a deterioração da situação dos cristãos no Paquistão e espalha ainda mais medo".

Em 29 de março, Shamim Masih, um repórter cristão que expõe a perseguição muçulmana, foi atacado em Islamabad por dois homens em uma moto. De acordo com o líder do Partido do Congresso Cristão Paquistanês, Nazir S. Bhatti: "os atacantes da moto desceram e começaram a espancar Shamim Masih... Eles quebraram seu braço e o ameaçaram, caso ele não parasse de fazer reportagens sobre questões cristãs, que eles conheciam sua família e sua casa e que dariam uma lição a ele e à sua família". Como de costume, a polícia não registrou o incidente. Nas palavras de Bhatti: "como Shamim Masih é um jornalista cristão... a polícia e a administração não estão dando nenhuma atenção ou mostrando qualquer interesse em investigar o incidente".

Em 1º de abril, militantes islâmicos balearam e feriram o irmão e ativista do advogado cristão Sardar Mushtaq Gill. Esse é o último ataque contra Gill e sua família por militantes islâmicos, furiosos, ao que tudo indica, por ele ter criticado as controvertidas leis da blasfêmia, desculpa essa rotineiramente usada para atacar a minoria cristã paquistanesa. De acordo com o defensor dos direitos humanos "Pervaiz Gill (seu irmão) sofreu um ferimento em consequência de um tiro na região lombar, sendo então transferido às pressas ao Jinah Hospital em Lahore onde a bala foi retirada". No entanto "a polícia não está atrás do atirador", já identificado como Muhammad Bilal, "nossas vidas correm perigo se o atirador não for detido". No último mês de agosto, a casa de Gill foi metralhada durante a noite, pela segunda vez.

Síria: Desde que a cidade de Idlib caiu nas mãos dos rebeldes em 28 de março, os habitantes cristãos vem sendo atacados, o sacerdote ortodoxo grego de 57 anos Ibrahim Farah, presidente da paróquia grego-ortodoxa dedicada à Virgem Maria foi sequestrado. Segundo relatos recentes, Farah, que optou por permanecer na cidade e cuidar dos cristãos incapazes de fugir, estava aguardando um "julgamento".

Palavras Animadoras, Não Atitudes

Pelo fato da perseguição dos cristãos pelos muçulmanos estar aumentando exponencialmente, cada vez mais líderes cristãos e políticos estão começando a se manifestar a respeito, embora não haja uma resposta proporcional. Em uma missa em abril, o Papa Francisco disse que a Igreja de hoje é uma "Igreja de mártires". Ele continuou:

nos dias de hoje há quantos Estevãos no mundo! Pensemos em nossos irmãos que tiveram as gargantas cortadas na praia da Líbia "pelo Estado Islâmico", pensemos no jovem menino que foi queimado vivo, pensemos naquelesimigrantes jogados ao mar por outros imigrantes por serem cristãos, pensemos, que foi antes de ontem, que osetíopes foram assassinados porque eram cristãos... e pensemos em muitos outros. Muitos outros sobre os quais nem temos conhecimento e que estão sofrendo em prisões por serem cristãos... A Igreja hoje é uma Igreja de mártires: eles sofrem, dão sua vida e nós recebemos a bênção de Deus pelo seu testemunho.

O Patriarca Kirill de Moscou e de Toda a Rússia, que certa vez escreveu uma carta para Barack Obama implorando ao presidente que reconsiderasse sua política externa que permite a perseguição de cristãos na Síria, se manifestou novamente sobre a ameaça dos cristãos serem extintos no Oriente Médio:

eu recebo constantemente relatos sobre crimes hediondos que são cometidos naquela região contra cristãos, especialmente no norte do Iraque. Eu visitei aqueles lugares e lembro que havia muitas igrejas e mosteiros. Só na cidade de Mossul havia 45 igrejas. Hoje já não há mais nenhuma. As construções foram destruídas. Quatrocentas igrejas foram destruídas na Síria... O cristianismo agora é a religião mais perseguida. A mesma coisa está acontecendo na Nigéria, Paquistão e no norte da África.

De acordo com o escritor saudita Hani Naqshabandi "nossas instituições religiosas não nos dão espaço para exercitarmos a liberdade de pensamento... Elas (instituições sauditas) dizem que o cristão é um infiel, um habitante do inferno, um inimigo de Alá e do Islã. Então dizemos: Alá amaldiçoe-os". Ele também realça o fato pouco conhecido de que os "cristãos necessitam de proteção... O que aconteceu com os cristãos no Iraque e na Síria e em regiões mais distantes como a Argélia, não recebeu cobertura da imprensa árabe, no que tange à questão humana, independentemente da religião".

Até mesmo o Primeiro Ministro do Reino Unido David Cameron, que comumente é criticado por ser tolerante demais em relação aos islamistas, teceu os seguintes comentários em sua mensagem de Páscoa:

também temos a obrigação de nos manifestarmos diante da perseguição de cristãos ao redor mundo. É traumático que em 2015 ainda haja cristãos sendo ameaçados, torturados, até mortos em virtude da sua religião. Do Egito à Nigéria, da Líbia à Coréia do Norte. Por todo o Oriente Médio os cristãos estão sendo caçados em suas casas, forçados a fugirem de uma aldeia a outra, muitos são forçados a renunciarem a sua religião ou serem brutalmente assassinados. Para todos os cristãos corajosos no Iraque e na Síria que praticam sua religião ou que acolhem pessoas, dizemos "estamos com vocês.


Sobre essa Série de Artigos

Embora nem todos, nem mesmo a maioria dos muçulmanos esteja envolvida, a perseguição aos cristãos está aumentando. A série "Perseguição Muçulmana aos Cristãos" foi desenvolvida para reunir algumas, nem todas, as instâncias de perseguição que aparecem a cada mês.

Ela documenta o que a grande mídia frequentemente deixa de noticiar.

Ela postula que esse tipo de perseguição não é aleatória e sim sistemática, e que ocorre em todos os idiomas, etnias e lugares.

Notas:

[1] De acordo com um padre local e porta-voz copta, o ataque muçulmano em uma igreja cristã copta que seria construída, com a permissão do Presidente Sisi, para homenagear os 21 cristãos coptas que foram massacrados pelo Estado Islâmico na Líbia, não foi nada além do padrão e um lembrete que a atitude da Sharia Islâmica continua a solapar a soberania do estado egípcio. Em uma entrevista, ele afirmou:

primeiramente o que aconteceu foi o seguinte, quando tomamos a decisão no que diz respeito à igreja e não fomos capazes de implementá-la (construir a igreja) porque alguns muçulmanos não a querem, porque eles não querem a igreja, isto significa, antes de mais nada e acima de tudo, o fracasso do estado e de sua autoridade e a falência do estado de direito. Quando um grupo se opõe (com violência, vários coptas ficaram feridos) e a polícia nada faz, é como uma doença que irá se disseminar para todos os lados.

Hoje por exemplo foi tomada uma decisão, mas há, digamos 3 ou 4 membros da Irmandade Muçulmana ou Salafistas que são contra e o governo aparece protestando juntamente com eles, nesse caso foi dado a todos que querem se opor (com violência) a oportunidade de se oporem.

[2] De acordo com a Associated Press:

A polícia de Palermo afirmou ter detido 15 suspeitos do ataque ocorrido em alto mar, ataque este que a polícia tomou conhecimento enquanto entrevistava os sobreviventes, aos prantos, da Nigéria e de Gana que chegaram a Palermo na manhã de quarta-feira após serem salvos do mar pela embarcação Ellensborg.

Os 15 foram acusados de múltiplos homicídios com a agravante de ódio religioso, conforme declaração da polícia.

Os sobreviventes disseram que tinham subido em um bote de borracha em 14 de abril na costa líbia com 105 passageiros a bordo, parte da onda de imigrantes que estavam aproveitando a calmaria e o clima quente para se arriscarem na travessia a partir da Líbia, de onde se origina a maioria das operações de contrabando.

Durante a travessia, os imigrantes da Nigéria e de Gana, segundo consta eram cristãos, foram ameaçados de serem abandonados em alto mar por cerca de 15 passageiros da Costa do Marfim, Senegal, Mali e Guiné Bissau.

No final a ameaça se concretizou e 12 passageiros foram lançados ao mar. O motivo declarado era que as vítimas "professavam a religião cristã ao passo que os agressores eram muçulmanos".


O Estado Islâmico Massacra Etíopes Cristãos
Apenas dois dias depois do Estado Islâmico (EI) ter publicado um vídeo mostrando seus membros massacrando 21 cristãos coptas na Líbia no domingo do dia 19 de abril, o grupo jihadista islâmico divulgou outro vídeo de mais cristãos na Líbia, cerca de 30 etíopes, referindo-se a eles, com desprezo, por meio do porta-voz do EI como "adoradores da cruz", sendo assassinados por não terem pago a jizya, extorsão exigida do "Povo do Livro" que serecusa a se converter ao Islã, de acordo com o Alcorão 9:29.

Alguns dos cristãos foram mortos pelas costas com um tiro na cabeça no estilo execução, os demais foram decapitados, como fizeram com os coptas.

O porta-voz do EI se dirigiu então aos "cristãos do mundo todo":

dizemos aos cristãos onde quer que se encontrem, o Estado Islâmico irá se expandir, com a permissão de Alá. E ele chegará até vocês mesmo que vocês estejam em fortalezas reforçadas. De modo que aquele que se converter ao Islã estará seguro e aquele que aceitar o contrato Dhimmah (subjugado, tratamento e status de cidadão de terceira categoria) estará em segurança. Mas todo aquele que se recusar não verá nada de nós além da ponta da lança. Os homens serão mortos e as crianças serão escravizadas e seus bens serão tomados como espólio. Esse é o julgamento de Alá e Seu Mensageiro.

Em uma declaração, a Igreja Cristã Copta do Egito assinalou que os mártires etíopes, assim como os 21 coptas, foram "assassinados somente por se recusarem a abandonar sua religião".

Al Shabaab Assassina 147 Pessoas, Separa Muçulmanos de Cristãos

Em 2 de abril no Quênia, homens armados do grupo Somali Islâmico, Al Shabaab, "a juventude (islâmica)", invadiram a Universidade Garissa, separaram os estudantes cristãos assassinando todos, alguns por decapitação. Um total de 147 pessoas foram mortas no ataque, tornando essa jihad mais "espetacular" ainda do que o ataque do Al Shabaab em 2013 no Shopping Westgate em Nairóbi que deixou 67 mortos (naquela ocasião os homens armados islâmicos também separaram os cristãos para serem massacrados).

Os homens armados islâmicos tiveram o cuidado de separar os cristãos dos muçulmanos antes com começar a carnificina, segundo testemunhas oculares. (Embora o Quênia tenha 83% de cristãos, ele ainda conta com 11% de minoria muçulmana). Collins Wetangula, vice-presidente da união dos estudantes, reportou que podia ouvir do quarto onde estava escondida, os homens armados abrindo portas e perguntando se os internos eram cristãos ou muçulmanos. "Se fosse cristão era imediatamente morto a tiros. A cada som de tiro eu achava que iria morrer".

O Al Shabaab tem uma longa história de separar cristãos dos muçulmanos para o massacre (clique aqui para obterquatro exemplos). Outros grupos jihadistas, incluindo o Boko Haram e o Estado Islâmico também entendem como questão de honra selecionar os cristãos antes de massacrá-los, fato este, não raramente omitido pela "grande mídia".

Igrejas Egípcias sob Ataque

Em 5 de abril, enquanto os cristãos coptas estavam comemorando o Domingo de Ramos, uma igreja foi atacada em Alexandria, Egito. Homens armados abriram fogo contra uma igreja durante a noite, ferindo um policial e dois civis.

Em 12 de abril, no Domingo de Páscoa, segundo o calendário ortodoxo, duas explosões atingiram duas igrejas na região de Zagazig. Um carro explodiu próximo a uma igreja ortodoxa copta e uma bomba explodiu perto de uma igreja evangélica na mesma região. Embora não houvesse vítimas, poderia ter havido um grande número, com base em casos anteriores. Por exemplo, em 1º de janeiro de 2011, quando os cristãos do Egito celebravam o Ano Novo, carros bomba explodiram próximo à Igreja Dois Santos em Alexandria, matando 23 crentes e ferindo dezenas gravemente.

Muçulmanos fizeram manifestações violentas porque o Presidente Sisi concordou que os coptas construíssem uma igreja em Al-Our, onde 13 dos 21 cristãos decapitados cresceram e onde suas famílias ainda residem. Muçulmanos locais iniciaram o tumulto logo depois das rezas islâmicas da sexta-feira, 3 de abril. Eles gritavam que jamais permitiriam que uma igreja fosse construída, que o "Egito é Islâmico"! Ao cair da noite, coquetéis Molotov e pedras foram arremessadas contra outra igreja copta, carros foram incendiados, inclusive o de um parente de um homem decapitado pelo Estado Islâmico e várias pessoas ficaram feridas.[1]

Um dia mais tarde, em 4 de abril, muçulmanos protestaram com violência e atacaram os cristãos da aldeia de Gala', bairro de Samalout. Após esperarem por anos a fio para restaurarem sua igreja dilapidada (clique aqui para visualizar as fotos), os coptas locais finalmente receberam os devidos alvarás para iniciarem a restauração. Logo pessoas, casas e negócios coptas foram atacados com pedras. Lavouras pertencentes a cristãos foram destruídas e as plantações arrancadas. Slogans islâmicos foram constantemente entoados, como: "não há outro Deus senão Alá" e "Islâmico! Islâmico"!

Após esperar 44 anos, os cristãos de Nag Shenouda, na cidade de Sohag, finalmente receberam o alvará necessário para construir uma nova igreja. Os muçulmanos promoveram tumultos violentos indendiaram a tenda que os cristãos tinham erguido para rezar. Os cristãos de Nag Shenouda foram forçados a comemorar a Páscoa no meio da rua (clique aqui para visualizar a foto). Quando um cristão tentou manter o serviço religioso em sua casa, uma turba de muçulmanos o atacou e também a sua família.

Mais Ataques Islâmicos contra Igrejas Cristãs

Síria: O Estado Islâmico destruiu pelo menos três igrejas sob seu controle:

no domingo de Páscoa o Estado Islâmico destruiu a Igreja Virgem Maria, uma igreja assíria construída e consagrada em 1934 em Tel Nasri, no norte da Síria. Tel Nasri, em tradução livre "Monte Cristão", é uma das dezenas de aldeias cristãs assírias ao longo do rio Khabur, todas foram atacadas e ocupadas pelo Estado Islâmico no final de fevereiro (clique aqui e aqui para mais visualizações).

Em 28 de abril a Igreja Assíria Santo Odisho em Tel Tal e a igreja Armênia Santa Rita Tilel em Aleppo, também foram destruídas.

Nigéria: Em 1º de abril uma turba de muçulmanos ateou fogo em uma igreja em uma aldeia cristã no Estado Kano no norte da Nigéria. Os muçulmanos estavam a procura de um jovem com o objetivo de assassiná-lo, ele tinha renunciado ao Islã e se reconvertido ao cristianismo. A turba munida de facões também atacou aldeias cristãs, ateou fogo na casa de um pastor e matou uma de suas filhas. De acordo com uma autoridade local, o General Dikko disse o seguinte:

a igreja e todas as propriedades foram queimadas na presença da comunidade cristã apesar de todos os apelos para que parassem com a destruição. Os incendiários juntaram espigas de milho dentro da igreja para aumentar ainda mais a destruição... Nós temos o direito de pertencer à religião de nossa preferência e residir em qualquer lugar desse país. Solicitamos às autoridades de todos os níveis para que assumam sua responsabilidade de protegerem a vida e a propriedade de cada cidadão desse país.

Paquistão: Dois criminosos em uma moto abriram fogo nos portões principais de uma escola cristã em Lahore, no fogo cruzado duas pessoas que passavam pelo local ficaram feridas.

Malásia: No domingo do dia 19 de abril uma turba muçulmana de cerca de 50 pessoas provocou tumulto e protestoem frente a uma pequena igreja protestante na capital de Kuala Lumpur. O motivo da fúria era uma cruz no topo da casa de orações. Membros da turba disseram que a cruz, símbolo do cristianismo, representava "uma ameaça ao Islã" e poderia "influenciar a fé dos jovens". A cruz foi retirada.

Mais Massacres Muçulmanos de Cristãos

Alto-mar: Em 16 de abril, durante a travessia da Líbia, imigrantes muçulmanos jogaram ao mar, segundo consta, cerca de 53 cristãos, de acordo com a polícia da Sicília. O motivo reportado era que as vítimas "professavam a religião cristã ao passo que os agressores eram muçulmanos". Outro relatório dizia que o motivo dos cristãos terem sido jogados ao mar foi em razão de um menino ter sido visto orando para o Deus judeu-cristão. Os muçulmanos ordenaram que ele parasse dizendo "aqui nós só oramos para Alá". Com o passar do tempo os muçulmanos, segundo as palavras de uma testemunha "surtaram", e começaram a gritar, "Allahu Akbar"! e em seguida começaram a jogar os cristãos no mar.[2]

Nigéria: "Todas as 276 alunas cristãs sequestradas pelo Boko Haram em 2014 podem estar entre um grupo demulheres massacradas pelo Boko Haram no último mês de (março), segundo a imprensa nigeriana noticiou na segunda-feira 6 de abril",[3] de acordo com o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU".

Síria: Rebeldes islâmicos lançaram foguetes em um bairro cristão em Aleppo na madrugada do dia 10 para o dia 11 de abril. O ataque causou enorme destruição na região oriental do bairro Sulaymaniyah, predominantemente assírio e armênio. Pelo menos 40 pessoas, em sua maioria assírios, inclusive mulheres e crianças, foram mortas. Uma catedral católica assíria também foi bombardeada, ferindo três civis. "Nossa festa de Páscoa se transformou em sofrimento", uma freira em Aleppo disse o seguinte: "algumas pessoas acordaram e de repente se viram sem casa e outros morreram entre os destroços, vítimas da violência".

Egito: Um muçulmano esfaqueou repetidas vezes uma mulher cristã e em seguida jogou seu corpo em um canal. A mulher copta, Gamila Basilious, de 48 anos de idade, casada, residia em Minya. De acordo com relatos da polícia, o homem, Mahmoud Hassan Abdulhamid, veio à sua porta perguntando pelo marido. Ao descobrir que o marido não se encontrava, aproveitou-se da situação atacando-a com uma faca, esfaqueando-a no pescoço e no tórax. Sendo "infiéis", os cristãos coptas são regularmente atacados no Egito. Os ataques incluem sequestro, ataques a igrejas e massacres aleatórios.

Ataques Islâmicos contra a Liberdade Cristã: Apostasia, Blasfêmia, Proselitismo

Uganda: Cinco homens muçulmanos estupraram coletivamente e espancaram a filha de 17 anos de um pastor cristão. Segundo consta, os ataques foram desfechados em "retaliação" a recusa do pastor de parar com os serviços religiosos cristãos em uma região de maioria muçulmana. Uma menina estava se aproximando da Igreja Nova Esperança onde seu pai trabalhava como pastor quando ela foi sequestrada e levada pelos estupradores para um matagal próximo. Em suas palavras:

os cinco muçulmanos me imobilizaram e me estupraram ali mesmo. Eu tentei gritar, eles ameaçaram me matar. Um deles disse, "seu pai deve parar com essas rezas na congregação e parar de tentar converter os muçulmanos ao cristianismo e fechar a igreja, nós o avisamos diversas vezes.

Os suspeitos fugiram quando membros da igreja chegaram para uma vigília das rezas que iria durar a noite toda. Eles a levaram apressadamente a uma clínica local onde ela foi tratada de graves ferimentos e trauma psicológico. De acordo com seu pai, "a menina ainda apresenta problemas para se comunicar. Ela apenas diz algumas palavras e depois fica em silêncio. Ela necessita de acompanhamento psicológico". Mais cedo, o pai tinha recebido avisos ameaçando-o e exigindo que ele parasse com os serviços religiosos cristãos. Uma das mensagens dizia "esteja avisado de que nós não queremos sua igreja nessa região. Se o seu culto religioso continuar, você se arrependerá".

Bangladesh: Uma turba muçulmana atacou um ex-muçulmano e sua esposa por terem se convertido ao cristianismo. O casal foi atacado ao voltar para casa após ser batizado. O homem recebeu bofetadas de um imã muçulmano na frente dos dois filhos do convertido. A turba muçulmana destruiu a cerca da casa da nova família cristã e disse que iria expulsar os "apóstatas" da aldeia por eles terem deixado o Islã. O homem que batizou o casal também foi atacado, espancado pela turba em sua própria casa, mais tarde acabou perdendo o emprego.

Egito: Gad Yunan, um professor cristão copta e cinco dos seus alunos foram presos sob a acusação de "desrespeito às religiões". O "crime" deles foi o de fazer um vídeo de 30 segundos no iPhone de Yunan, zombando do Estado Islâmico, que ao que tudo indica, os muçulmanos egípcios e as autoridades equiparam com zombar do Islã, ainda que os muçulmanos no Ocidente insistam em afirmar que o EI "nada tem a ver com o Islã". Yunan foi "banido" da sua aldeia de al-Nasriya na tentativa de acalmar os muçulmanos locais, eles reagiram ao vídeo com violência, inclusive arremessando pedras contra casas e comércio dos cristãos. Nas palavras de Khamis, irmão de Yunan: "não vejo nada de ofensivo ao Islã no vídeo. Eles estavam brincando e zombando do Daesh (sigla do EI em árabe), não do Islã. Meu irmão não teve a intenção de ofender a religião islâmica". [4]

Etiópia: Gemechu Jorgo e o Xeque Amin, dois homens que estavam distribuindo Bíblias na região de Melka na Etiópia foram presos. A lei islâmica proíbe a propaganda e a disseminação de qualquer religião que não seja o Islã. Enquanto estiveram encarcerados, ambos foram molestados e sofreram abusos físicos das autoridades. A certa altura, Jorgo lembrou ao administrador do distrito Jamal Adam de seu direito constitucional de praticar livremente sua religião cristã. Em resposta, o administrador muçulmano usou a Bíblia de Jorgo para esbofeteá-lo três vezes. Amin, que já foi um xeque muçulmano e líder de oração de uma mesquita, recentemente se converteu ao cristianismo. Enquanto esteve encarcerado, as autoridades prisionais viviam pressionando-o a abandonar Cristo e retornar ao Islã. Ele se recusou. No final ambos foram soltos. A Etiópia é uma nação de maioria cristã, embora os muçulmanos constituam um terço da população.

Uzbequistão: Apareceram relatos em abril sobre assédio, encarceramento e multas de vários cristãos por praticarem seu direito à liberdade de religião ou crença. Um dos prisioneiros políticos o Batista Doniyor Akhmedov do Conselho das Igrejas, foi multado em um salário mínimo por mais de três anos após sua soltura em que esteve preso por 15 dias. Outros prisioneiros políticos que estiveram presos por pouco tempo foram: um protestante em Bukhara, sentenciado a sete dias de prisão por atividade religiosa "ilegal" e outro também protestante sentenciado a 10 dias de prisão por "lecionar religião ilegalmente". Suas identidades continuam no anonimato por receio que eles possam sofrer mais represálias. Mais nove protestantes foram multados por "armazenarem ilegalmente" material e literatura cristã. Suas casas foram atacadas pela polícia, que confiscou livros cristãos, CDs e DVDs. "As minorias religiosas são monitoradas de perto no Uzbequistão, são impedidas de exercerem abertamente suas crenças sem sofrerem punições como cadeia ou pesadas multas", conforme reportagem do Forum 18 News.

Dhimmitude: Violência Generalizada e Hostilidade contra Cristãos

França: Em 15 de abril, 215 lápides cristãs e cruzes no cemitério de Saint-Roch de Castres (Tarn) foram danificados e profanados (clique aqui para visualizar as imagens). O responsável foi depois detido. Segundo o promotor, Charlotte Beluet: "o suspeito, detido às 12h45 da quinta-feira, corresponde à descrição de uma testemunha, um funcionário do cemitério, que passou pelo homem vestido em uma djellaba branca (vestimenta árabe/muçulmana) e o seguiu... O homem fica repetindo orações muçulmanas, baba e não consegue se comunicar: sua condição foi declarada incompatível com a detenção anterior". Ele foi hospitalizado sob o pressuposto de ser "mentalmente desequilibrado".

Iraque: O Estado Islâmico publicou fotos em que seus membros estão destruindo lápides e cruzes em cemitérios sob seu controle, inclusive o mais antigo cemitério cristão de Mossul próximo a Catedral Ortodoxa da Síria. O EI cita escrituras islâmicas para justificar suas ações. Vários Websites jihadistas postaram as fotos. Algumas mostravam membros do Estado Islâmico usando marretas para destruírem as lápides e apagarem as cruzes esculpidas nelas.

Os cristãos sobreviventes, segundo a declaração, só conseguiram permanecer a bordo por meio da formação de uma "corrente humana" para resistir ao ataque...

[3] O influente jornal This Day revela que Zeid Ra'ad al Hussein disse que "a recente recuperação de territórios no nordeste da Nigéria trouxe à luz cenas macabras de valas comuns e outros sinais evidentes de assassinatos cometidos pelo Boko Haram". Ele citou vários relatórios obtidos pelo seu escritório em Genebra que "incluem o assassinato de mulheres de combatentes, mulheres e meninas escravizadas".

[4] Um lojista copta contou como foi violenta a reação dos muçulmanos após saberem do vídeo:

houve três ou quatro marchas em diferentes lugares da aldeia, uma vez que nossa aldeia é consideravelmente grande. Eles entoavam slogans contra os cristãos e o cristianismo. Eles cantavam: "com nossas almas e nosso sangue, nós o defenderemos, oh Islã! Não o abandonaremos, nós o vingaremos"!

Eles atiravam pedras nas casas dos cristãos, batiam violentamente em portas e janelas, atacavam lojas de cristãos coptas. Eles destruíram a porta da minha loja e o estúdio fotográfico pertencente ao pai de um dos meninos.

Durante quatro dias vivemos aterrorizados e em pânico. Ficamos dentro de casa e nossos filhos não frequentaram as aulas. Também não pudemos ir à igreja para participar das missas da Semana Santa (Copta).

Outro copta local descreveu como sua casa foi atacada:

na noite de quinta-feira (9 de abril), manifestantes muçulmanos atacaram nossa residência. Atacaram-na com pedras e nos insultaram. Eles gritavam "oh kafirs (infiéis), não podemos deixá-los viver por aqui. Nós expulsaremos vocês da nossa aldeia". Eles também roubaram as janelas da nossa casa... Não tivemos condições de ir à igreja durante esses eventos. Além disso, não fomos à igreja no sábado para participar da missa de Páscoa. Até o presente momento estivemos dentro de casa com medo que os ataques contra nós recomeçarão.

(*) As cenas do piloto jordaniano sendo queimado cenas são fortíssimas 



Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam's New War in Christians (publicado por Regnery em cooperação com o Gatestone Institute, abril de 2013).

Original em inglês: "Islamic! Islamic!"

Tradução: Joseph Skilnik