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segunda-feira, janeiro 27, 2014

Direitos Humanos, mas só para bandidos.


titulo original: Silas Malafaia diz: Maria do Rosário, ministra dos Direitos Humanos, é uma ‘piada’
por Julio Severo



A morte de Kaique Augusto dos Santos, de 17 anos, um rapaz homossexual, mobilizou muita notícia na imprensa nesta terça-feira (21). Logo após, a ministra Maria do Rosário divulgou uma nota ridícula, que reproduziremos abaixo para que você leia com atenção e, em seguida, veja o comentário do Pr. Silas Malafaia.

Nota da ministra Maria do Rosário na íntegra:

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) vem a público manifestar solidariedade à família de Kaique Augusto Batista dos Santos, assassinado brutalmente no último sábado (11/01). Seu corpo foi encontrado pela Polícia Militar de São Paulo próximo a um viaduto na região da Bela Vista, na Avenida 9 de Julho.
As circunstâncias do episódio e as condições do corpo da vítima, segundo relatos dos familiares, indicam que se trata de mais um crime de ódio e intolerância motivado por homofobia.
De acordo com dados do Relatório de Violência Homofóbica, produzido pela Secretaria de Direitos Humanos, em 2012, houve um aumento de 11% dos assassinatos motivados por homofobia no Brasil em comparação a 2011. Diante desse grave cenário, assim como faz em outros casos que nos são denunciados, a SDH/PR está acompanhando o caso junto às autoridades estaduais, no intuito de garantir a apuração rigorosa do caso e evitar a impunidade.
A ministra da SDH/PR, Maria do Rosário, designou o coordenador-geral de Promoção dos Direitos de LGBT e presidente do Conselho Nacional de Combate a Discriminação LGBT, Gustavo Bernardes, para acompanhar o caso pessoalmente. O servidor da SDH/PR desembarcou no início na tarde desta sexta-feira (17) na capital paulista, onde deverá conversar com a família e acompanhar o processo investigativo em curso.
Informamos ainda que a Secretaria de Direitos Humanos está investindo recursos para a ampliação dos serviços do Centro de Combate à Homofobia da Prefeitura Municipal de São Paulo, fortalecendo a rede de enfrentamento à homofobia.
Diante desse quadro, reiteramos a necessidade de que o Congresso Nacional aprove legislação que explicitamente puna os crimes de ódio e intolerância motivados por homofobia no Brasil, para um efetivo enfrentamento dessas violações de Direitos Humanos.
O Governo Federal reitera seu compromisso com o enfrentamento aos crimes de ódio e com a promoção dos direitos das minorias, em especial, com a população LGBT.


Silas Malafaia comenta:

Não é de hoje que essa ministra fala bobagem na defesa ridícula do ativismo gay. É a mesma que quando deputada foi defensora de outra estupidez, a lei da palmada.

Antes que a polícia desse qualquer relatório sobre a morte do rapaz, ela emite a nota que você acabou de ler, típica de uma pessoa precipitada, sectarista, querendo fazer média com o ativismo gay, que juntamente com ela falaram asneira sobre a questão. E isto sem falar em outro campeão da asneira que é o deputado Jean Wyllys, que para ridículo não lhe falta nada, com as acusações mais levianas que já vimos até hoje sobre os evangélicos. Merecia ser cassado por ofensa a um dos maiores segmentos sociais do país, que são os evangélicos.

A verdade é que não somos a favor da morte de ninguém, seja por suicídio, assassinato, ou qualquer outro tipo de evento que possa tirar a vida de um semelhante. A polícia descobriu que depois que o rapaz saiu de uma boate gay, ele se jogou de cima de um viaduto em São Paulo, e descobriu também que ele deixou escritos se despedindo da família. Isto é mais uma prova da manipulação de dados em relação a homofobia.

Já tenho dito varias vezes que pelo menos 50% dos assassinatos de gays é briga de amor entre eles. O ativismo gay tenta tirar partido da desgraça dos outros afim de obter concessões e privilégios em detrimento dos outros segmentos sociais. A ministra também não perde tempo porque defender o ativismo gay é questão ideológica do PT, e para ser honesto, com raríssimas exceções, membros do PT não compactuam com isto.

Interessante que há poucos dias uma menina de 6 anos morreu queimada em uma barbárie dos bandidos no Maranhão, e ainda tem membros de sua família em estado grave internada no hospital, e esta ministra ridícula não emitiu uma nota sequer. Quer dizer que direitos humanos é só quando envolve gays? E a questão dos presídios, no Maranhão? Não vai falar nada ministra?

Se esse governo fosse um governo sério, ela já teria sido demitida, e fica uma pergunta: Por que grande parte da imprensa que deu destaque a questão do rapaz homossexual que morreu, inclusive dando holofote para essa ministra, não cobra uma posição contra ela? Lamento dizer que grande parte da imprensa é sectarista e possui uma predisposição para dar holofote às causas que envolvem a ideologia de esquerda. Por fim, essa ministra perdeu uma oportunidade de ficar CALADA!

Fonte: juliosevero.blogspot.com.br/

terça-feira, fevereiro 12, 2013

Malafaia versus Gabi: a loura perdeu.




por Mirian Macedo - 




Repórter não discute, nem opina, repórter pergunta. Marília Gabriela está lá para perguntar e provocar, isto ela sabe fazer com competência. Na entrevista com o pastor Silas Malafaia, Marília Gabriela quis meter os pés pelas mãos e falar do que não sabe; estrepou-se. Malafaia pulverizou-a. Bem feito.

A loura nada sabe de ciência nem de religião, mas tem lado: defende todos os mantras politicamente corretos da esquerda (aborto, gayzismo, etc). Malafaia é contra e não amarelou. Deixou a loura militante desconcertada.

Gabi está acostumada a entrevistar pessoas para quem ela só tem que levantar a bola. Desta vez, encontrou quem a enfrentasse. Malafaia só não calou Marília Gabriela porque ninguém cala uma mulher. 

O que ficou claro, pelo que se falou depois da entrevista, é que qualquer pessoa que ouse falar em religião, na Bíblia ou pronunciar o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo é rebaixado, independente do que fala, à condição de tosco, precário, indigente mental, obscurantista e retrógrado. 
  



Em contrapartida, qualquer 'iluminado' que defenda a manjada cartilha libertária (gayzismo, abortismo, eutanásia, ateísmo, liberação de droga, legalização da prostituição, etc.) é incensado e louvado nas alturas. Impressionaram o apoio a Marília Gabriela, a torcida para que ela ganhasse a discussão e o sucesso do vídeo "Resposta de geneticista a Silas Malafaia".

Pode-se criticar a abordagem do homossexualismo feita pelo pastor; afinal de contas, as suas causas e fundamentos ainda são questão aberta, não há conclusão se ser gay é genética ou comportamento ou uma mistura dos dois. 

Há uma profusão de teorias explicativas, envolvendo/excluindo fatores biológicos, psicológicos, culturais, morais, espirituais etc. Mas as objeções à argumentação de Malafaia não tiram o brilho da entrevista. 

A verdade é que não há nenhuma prova científica conclusiva de que homossexualismo tem fundamento genético. Nem de que não tem. O pastor poderia ter sido mais coerente ao argumentar. Se, por um lado, ele afirma que não há pesquisa científica provando nada, ele não poderia declarar categoricamente que homossexualismo é só comportamento.



Mas se Eli Vieira, o geneticista, fosse honesto e conseqüente, do ponto de vista científico, ele também teria que dizer que o assunto está sob investigação, que o debate não está encerrado, por aí. Porque este é o 'status quaestionis', no que diz respeito às causas, origens, bases e fundamentos do homossexualismo. 

E eu pergunto: qual é a autoridade científica de Eli Vieira, que não tem mais que 25 anos? Um bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas na UnB (sou formada em Jornalismo pela Universidade de Brasília, entrei em 72 e saí em 1980, quando a UnB já não era granché; aliás, nunca foi) e um mestrado em "Evolução molecular de loci associados ao comportamento humano", na UFRS. 
O doutorado em Cambridge - Eli faz crer que ele já é doutor - foi iniciado somente este ano. Ele se formou em 2009, é só fazer as contas. Este currículo jamais seria suficiente para tanto "como eu já mostrei" e "simples assim'.

Não é preciso recorrer a nenhuma revista especializada em genética para pôr em xeque todas as 'provas' que o 'geneticista' Eli Vieira apresenta. Em 2007 (e nada mudou substancialmente desde então), a revista Galileu publicou extensa matéria cujo título é ‘O polêmico gene gay’.

A publicação cita pesquisadores contra e a favor da teoria de que o homossexualismo tem base genética e demonstra cabalmente: não há nada provado sobre gene gay, nem sobre gêmeos univitelinos terem maior probabilidade de serem ambos gays.

Uma pesquisa com gêmeos univitelinos chegou a 60% de probabilidade; outra, num universo mais abrangente, achou 7%, o suficiente para levar seus autores a afirmar que, "se há influência genética (no homossexualimso), ela é inexpressiva". Repetindo: a ciência nada pode dizer de concreto sobre a questão e a genética é a área que apresenta mais dificuldades para que se obtenham resultados confiáveis.

Há outro aspecto a ser considerado: se querem impugnar os argumentos de Malafaia por ele ser um homem da religião, Eli Vieira é um militante gay. E ateu. Ele é presidente da LiHS- Liga Humanista Secular, que ostenta orgulhosa, entre os prêmios recebidos (o único), o Troféu Triângulo Rosa do Grupo Gay da Bahia. 

A LiHS é uma ONG que "apóia pessoas não-religiosas que buscam viver eticamente sem crenças sobrenaturais e supersticiosas e que trabalha por uma sociedade aberta, com liberdade de crença, liberdade de expressão, e laicidade nas leis, na educação, na mídia, e no cenário público em geral, sem privilégios para a religião, especialmente a historicamente estabelecida".

Uma curiosidade: entre os Membros Eméritos da Liga Humanista Secular, figuram o deputado homossexual Jean Wyllys, do PSOL; o filósofo ateu, Daniel Dannett; o lingüista americano, também ateu, Daniel Everett; a antropóloga abortista, Débora Diniz e a militante ateísta, a finladesa Åsa Heuser, que é vice-presidente da LiHS. 

(Um parenteses: Heuser ganhou notoriedade, tempos atrás, ao defender o militante ateu, Haroldo Galves, acusado de pedofilia. A polícia encontrou em seu poder 65 mil fotos de crianças nuas, arquivadas em seu computador pessoal. Sobre Galves, Ana Heuser declarou:

"Ele nunca foi acusado de nada além de possuir algumas fotos de nus de menores de idade; principalmente não há uma única acusação de qualquer contato com alguma criança". (Comentário do site Marxismo Cultural: "Aparentemente, para a Sra. Ana Heuser, ativista ateísta, Vice-Presidente da Liga Humanista Secular do Brasil, ter fotos de crianças nuas é perfeitamente normal").

Voltando a Eli Vieira, para complementar as informações sobre seu painel de interesses, basta entrar na sua página no Facebook e dar uma espiada no que ele 'curte'. Ali, acaba o mistério:

"Cem homens em um ano; 
Lgbtts Ateus e Agnósticos; 
Feminews; 
Direitos dos Animais; 
Homem Feminista de Verdade;
Assentamento Milton Santos;
Anarcomiguxos; 
Católicas Pelo Direito de Decidir – CDD; 
Aborto é um Direito. Pela legalização do aborto no Brasil." 

Quanto à Teoria da Evolução, que Eli Vieira brande como o Troféu Fiat Lux da ciência, a única coisa sensata que se pode afirmar é que ninguém sabe se ela aconteceu ou não.

Além disto, é preciso saber de que Teoria da Evolução estamos falando: intra-espécie ou inter-espécie? Macro-evolução ou micro-evolução? Dentro da mesma espécie é uma coisa. Uma virar outra...opa! Calma que aí complica. Hoje, a Teoria da Evolução é que virou religião. Crença cega.

Quanto ao pastor Silas Malafaia, eu, às vezes, o apoio e estou do lado dele; em outras ocasiões divergimos. Desta entrevista, eu gostei. Eu sou católica, logo, tenho implícitas divergências teológicas com Silas Malafaia. Nenhum problema, religião se discute. Fé é que não se impõe.

Mas, minhas ressalvas mais sérias a Malafaia são as que dizem respeito ao apoio (inaceitável e inadmissível) que ele hipotecou ao petista Lula na sua campanha de 2002 e à sua reeleição em 2006, em que era escancarada a defesa pelo PT do casamento gay e do aborto. Um cristão não pode aceitar o aborto e o casamento entre homossexuais em hipótese alguma.

(Ele também apoiou FHC: ainda que o PSDB não inclua a defesa do aborto e casamento homossexual em seu programa, o partido aceita as duas teses, como ficou claro na elaboração do PNDH-1 e 2, alterado para pior pelo PT no PNDH-3. Entre PT e PSDB, melhor PSDB, claro). 

Apesar do erro de apoiar Lula, Malafaia teve a coragem de rever sua posição e, na eleição de 2010 para Presidente da República, ele declarou seu voto contra Dilma Rousseff e contra Marina Silva pela defesa que seus partidos - o PT e o PV - fazem do aborto e do casamento gay.

Convém não esquecer que o cristão Silas Malafaia foi um dos únicos na comunidade evangélica - junto com o abençoado e brilhante Pastor Paschoal Piragine Jr., da Primeira Igreja Batista de Curitiba - a desencadear uma campanha corajosa contra o PT na campanha de 2010. A questão era a defesa da legalização do aborto no programa do Partido dos Trabalhadores.

Por ocasião da votação da PL 122, Malafaia foi, com milhares de pessoas, para a frente do Congresso Nacional denunciar a aberração do projeto de lei (que criminaliza a “homofobia” e fere a liberdade de culto) e defender a família brasileira. 

Quanto à denúncia de enriquecimento da Forbes, o assunto está fora da minha alçada. Para chamar Malafaia de ladrão, eu tenho que ter provas. Malafaia prometeu processar a revista. Aguardemos.


PS: Há um texto sobre homossexualismo escrito pelo psiquiatra Eduardo Adnet, de Curitiba, que formou-se em medicina há 25 anos (a idade de Eli). Vale a pena ler o ensaio de Adnet. A abordagem é bem ampla: médica, sociológica, psicológica e ideológica: Homossexualidade é Doença?

sábado, setembro 29, 2012

Islamofobia e a presidentE do Brasil.










Cristãos massacrados na Nigéria e a presidentE não citou a cristianofobia.


A presidente Dilma Rousseff discursou na ONU nesta terça-feira (25) e colocou seus pontos de vista desprovidos de coerência e visão democrática. Durante seu pronunciamento, Dilma afirmou haver Islamofobia no Ocidente, ignorou a Cristofobia (como o famoso caso do Pr. Youcef Nadarkhani), responsabilizou Israel pela crise do Oriente Médio, e propôs o reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas.

Confira abaixo trecho do constrangedor discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU:

"...Ainda como presidenta(E) de um país no qual vivem milhares e milhares de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso mais veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais. O Brasil é um dos protagonistas da iniciativa generosa “Aliança de Civilizações”, convocada originalmente pelo governo turco.

Com a mesma veemência, senhor Presidente, repudiamos também os atos de terrorismo que vitimaram diplomatas americanos na Líbia.

Senhor Presidente,

Ainda com os olhos postos no Oriente Médio, onde residem alguns dos mais importantes desafios à paz e à segurança internacional, quero deter-me mais uma vez na questão Israel– Palestina.

Reitero minha fala de 2011, quando expressei o apoio do governo brasileiro ao reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas. Acrescentei, e repito agora, que apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política regional"




O comentário abaixo é do pastor Silas Malafaia da AVEC (Associação Vitória em Cristo):

"Um dos mais desastrosos e medíocres discursos feito por um estadista brasileiro nas Nações Unidas. Vamos aos fatos":



1. Nunca vi uma coisa tão descabida fora da realidade, como a afirmação da presidente Dilma Rousseff, de que no ocidente existe uma Islamofobia. Pergunto: Em que nação do ocidente houve o impedimento para a construção de uma mesquita? Em que nação do ocidente um islâmico é proibido de praticar a sua fé? Em que nação do ocidente eles são perseguidos, presos, e ateiam fogos em suas mesquitas? Que declaração estúpida da presidente, querendo fazer média com as nações muçulmanas. Porque em qualquer país democrático do ocidente eles são livres para suas práticas religiosas.

2. A presidente Dilma perdeu sim, a oportunidade de falar da Cristofobia, onde nos países muçulmanos como Indonésia, Nigéria, Irã e etc… Pastores e cristãos são presos e assassinados, Igrejas com gente dentro são queimadas, proibição de abertura de igrejas cristãs, e uma verdadeira perseguição religiosa. A presidente perdeu a oportunidade de falar sobre isso, pois o Brasil é composto de 90% de cristãos, e aqui no nosso país não existe nenhum tipo de perseguição ou retaliação aos muçulmanos. QUE VERGONHA! A presidente Dilma perdeu a oportunidade de ficar de boca fechada sobre este assunto. Não vimos nenhum movimento dela em favor da libertação do pastor Youcef no Irã, preso pelos intolerantes islâmicos do Irã.

3. Quanto ao outro assunto que só haverá paz no Oriente Médio quando houver um Estado pleno e soberano palestino, faço as seguintes colocações:

Israel é o único Estado democraticamente pleno no Oriente Médio. Os que governam os palestinos são grupos terroristas que pregam a eliminação do Estado de Israel, e que praticam atentados contra a soberania deste Estado. Como Israel poderá reconhecê-los?

Os palestinos querem Jerusalém como sua capital. Como isto pode acontecer se Jerusalém é a capital do Estado de Israel, foi fundada pelo rei Davi, e Jerusalém, na história, nunca foi capital de Estado Árabe? Como um Estado soberano vai dividir sua capital?

Israel ocupa 1% de todo território, não se engane com a propaganda. Os palestinos são de origem árabe, não possuem cultura palestina, possuem uma língua e cultura árabes. Milenarmente aquelas terras pertencem a Israel, creio que haverá paz (tirando aqui a questão escatológica e espiritual) quando eles reconhecerem o Estado de Israel como uma nação soberana.

4. Por que a comunidade internacional não defende uma nação soberana para os curdos que vivem em parte do Iraque, Irã e Turquia? Por que não separam esta região de pequenas partes destes países para formar um Estado Curdo? Por que, também, a comunidade internacional não luta em favor do país Basco, que está na região da Espanha?

5. Meu recadinho final para a presidente Dilma sobre Israel:

Abençoareis os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.(Gen 12:3)

6. Quanto ao filme amador que ridiculariza fundamentos da fé Islâmica, eu tenho dito que no Brasil pode falar mau de Deus, diabo, pastor, padre, evangélicos, católicos, presidente, etc… Não se podia falar contra gay, e agora também contra o Islamismo. 
Nas novelas debocham de evangélicos e pastores, e no cinema mundial existem vários filmes e documentários debochando da fé dos evangélicos e dos católicos. Ninguém fala nada, ninguém diz nada, e ainda se utilizam do Estado Democrático de Direito, onde a crítica é livre – e eu concordo com isto. 
Será que a democracia está se dobrando ao terror, e ao medo de retaliações sanguinárias, das ameaças provindas de extremistas religiosos islâmicos? Que vergonha um juiz ir contra a constituição brasileira e mandar retirar um filme de quinta categoria que debocha do Islã. Sejam nós, evangélicos, católicos, islâmicos, espíritas, etc.. Temos que entender que no Estado Democrático de Direito estamos sujeitos ao deboche, à crítica, à contradição, e que também temos o direito, segundo nossas convicções, de utilizarmos os mesmos princípios. Não podemos nos dobrar a nenhum tipo de radicalismo que fere os princípios democráticos. Como disse o presidente Obama: “O filme é ridículo e repugnante, mas nada está acima da liberdade de expressão”.

Fonte: Verdadegospel.com 

quarta-feira, maio 09, 2012

Avon e a esquerda gayzista.


Revista esquerdista Carta Capital dá vez e voz para apologeta gayzista atacar Malafaia


por Julio Severo

Silas Malafaia ganhou a antipatia dos setores mais gayzistas e esquerdistas da sociedade. Não importa que ele tenha apoiado Lula em duas eleições presidenciais: Os esquerdistas nunca aceitarão a postura dele contra a agenda política e legal gayzista. Não importa que ele tenha deixado claro, milhares de vezes, que não é contra as pessoas, mas contra atos depravados específicos, como homossexualismo: os ativistas gays nunca aceitarão o que ele fala sobre Bíblia e homossexualismo.
E agora, esquerdistas e gayzistas unidos nunca aceitarão que a empresa Avon venda os livros de Malafaia.
A revista ultraesquerdista Carta Capital, em sua mais recente edição online, conta a estorinha de um gay coitado que, ao folhear inocentemente a revista da Avon, fica horrorizado ao ver o nome de Malafaia. Carta Capital diz:
O professor [Sergio Viula] conta que a gota d’água foi a inclusão do livro A Estratégia entre os títulos comercializados pela empresa. A obra, escrita pelo pastor americano Louis Sheldon, também é distribuída pela Editora Central Gospel – cujo dono é Silas Malafaia. Diante da situação, Viula resolveu se manifestar.
Primeiro, Viula se queixou para seus amigos gays. Depois, para a Avon. A resposta da Avon disse que a “variedade de títulos comercializados contempla a diversidade de estilos de vida, religião e filosofia presentes em nosso País”.
Grupos gays também entraram em contato com AllOut, milionária entidade gayzista americana que faz campanhas no mundo inteiro para promover o homossexualismo e derrubar toda oposição à agenda gay. No ano passado, AllOut lançou uma campanha para pressionar o PayPal a encerrar a conta de dez grupos cristãos, inclusive do meu blog. Tiveram sucesso, no meu caso, pois não sou tão poderoso e endinheirado quanto os promotores da agenda gay


[Quando menino] Jesus, a figura-mor da páscoa cristã, cresce, entra na puberdade com todas as tensões e tesões que ela abarca, mas não pode tocar em mulher e nem em homem, porque a doutrina da castidade e do celibato exigem que se pinte um cristo que tem pau mas não come, tem língua mas não lambe, tem boca mas não chupa, tem mãos mas não masturba, etc. Parece o salmo 115 (na Bíblia protestante) que fala dos ídolos mudos. Ele é sexualmente como um daqueles ídolos, ou seja, nada pode fazer.
Milagres lhe são atribuídos como prova de sua filiação divina. Ele faz aquilo que o povo sempre quer: pão e circo. Multiplica pães e arma o maior barraco no pátio do templo expulsando os camelôs da época. É o primeiro rapa da história registrada. Se fosse hoje teria saído no Ratinho. Detalhe: todos os milagres supostamente feitos num tempo e entre pessoas que jamais poderiam ser conferidos posteriormente. Hoje, que a gente pode conferir, os milagres só acontecem com a ajuda de remédios, terapias e médicos especializados. Mas o crédito fica sempre por conta do mito e não da ciência que desenvolveu tais procedimentos terapêuticos. Afinal, sem esse deus engravidador de virgens, a medicina não poderia coisa alguma.
Ele morre. Mas um herói não pode morrer no final e ficar por isso mesmo. O filme tem que ter continuação. Afinal, promete ser um sucesso de bilheteria no circuito histórico universal. Então, a classe sacerdotal dribla o suposto fato histórico de sua morte (apesar de não se ter certeza de que ele sequer tenha existido de fato). O drible é a invenção do milagre da ressurreição.
Trata-se simplesmente da retomada do mito egípcio de Osíris, sua morte e ressurreição, só que desta vez com ares de “fato histórico” — o que constitui o verdadeiro problema, pois uma coisa é conhecer um mito sabendo que é apenas um mito, outra coisa é afirmar que a narração mítica é histórica e ser capaz de matar e morrer por esse engodo.
O engraçado é que ele ressuscita, mas se esconde num suposto céu…
Quem disse que ateu não adora nada? Eu adoro os homens!
“Dessa maneira, confirma-se neles o quanto é verdadeiro o provérbio que diz: ‘O cão volta ao seu vômito’ e mais: ‘A porca lavada volta a revolver-se no lamaçal’”. (2 Pedro 2:22 KJA)
É claro que Viula não é, em termos bíblicos, a única porca lavada voltando ao vômito e ao lamaçal. Lanna Holder era lésbica, virou pastora, desvirou tudo e hoje é pastora lésbica. Ela prefere o pastorado porco!
Já Viula prefere o ateísmo porco. Com sua experiência passada de apologeta debochador de neopentecostais, hoje ele mira o próprio Jesus Cristo.
O problema então de Viula e inúmeros outros ativistas gays não é só Malafaia, Julio Severo e outros cristãos. O problema é Jesus Cristo! A rebelião deles é contra o Criador dos homens e da sexualidade.
“Esses rebeldes dizem: ‘Vamos nos livrar do domínio deles; acabemos com o poder que eles têm sobre nós.’ Do seu trono lá no céu o Senhor ri e zomba deles.” (Salmos 2:3-4 BLH)
Deus pouco se importa com a conduta porca desses debochadores. Aliás, ele ri deles. Nesse aspecto, Silas Malafaia tem tido uma reação exemplar.
De acordo com a Carta Capital, Malafaia deu de ombros para a apologética gayzista de Viula.

Em nota divulgada em seu site, Malafaia declarou: “Esses gays estão dando um ‘tiro no pé’, estão me promovendo com uma tamanha grandeza que nunca pensei de ser tão citado e até defendido por jornalistas como, por exemplo, Reinaldo Azevedo”.

Ele afirmou ainda que essas perseguições lhe dão mais força para lutar contra o PLC 122. “Se antes de ter leis que dão a eles privilégios, já se acham no direito de perseguir e intimidar os que são contra seus ideais, imaginem se a lei for aprovada”, disse ele.
Diante do comunicado de Malafaia, Viula afirmou: “Malafaia é um extremista. Inclusive, outros pastores não concordam com as atitudes dele”.
Como ex-apologeta protestante, Viula sabe muito bem do que fala. Ele conhece os autoproclamados apologetas que ainda continuam com capa de cristão e mantêm Malafaia e outros neopentecostais em mira implacável.

Esquerdistas e gayzistas são grandes debochadores dos cristãos. Por isso, Carta Capital escolheu Viula para expressar seus sentimentos com relação a Malafaia e aos cristãos. Tal preconceito não é de admirar: Luis Nassif, um dos figurões da Carta Capital, já me atacou por denunciar a nomeação de um professor pró-aborto para a Pontifícia Academia de Ciências.
Viula pode ser hoje um grande apologeta gayzista e debochador de Jesus Cristo, mas se o Genizah e outros apologetas debochadores precisarem de ajuda para lançar mais ataques a Malafaia, tenho certeza de que Viula seria capaz de mostrar um generoso espírito de colaboração. Porcaria é com ele mesmo.

quarta-feira, maio 02, 2012

Liberdade de expressão : Silas Malafaia consegue vitória.



Cristofobia: a Religião que mais cresce no mundo

Juiz extingue ação contra pastor Malafaia e deixa claro: ele não foi homofóbico, e a Constituição brasileira não comporta a censura sob nenhum pretexto

por Reinaldo Azevedo

O juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, contra a TV Bandeirantes e também contra a União. Vocês se lembram do caso: no programa “Vitória em Cristo”, Malafaia criticou duramente a parada gay por ter levado à avenida modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas. Ao defender que a Igreja Católica recorresse à Justiça contra o deboche, Malafaia afirmou o seguinte: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!”

Acionado por uma ONG que defende os direitos dos gays, o Ministério Público Federal recorreu à Justiça, acusando o pastor de estar incitando a violência física contra os homossexuais. Demonstrei por que se tratava de um despropósito. E o que queria o MPF? Na prática, como escrevi e também entendeu o juiz Victorio Giuzio Neto, a volta da censura. Pedia que o pastor e a emissora fizessem uma retratação e que a União passasse a fiscalizar o programa.

A decisão é primorosa. Trata-se de uma aula em defesa da liberdade de expressão. Fico especialmente satisfeito porque vi no texto muitos dos argumentos por mim desfiados neste blog — embora tenha sido esculhambado por muita gente: “Você não entende nada de direito”. Digamos que fosse verdade. De uma coisa eu entendo: de liberdade. O juiz lembra que o Inciso IX do Artigo 5º da Constituição e o Parágrafo 2º do Artigo 220 impedem qualquer forma de censura, sem exceção. De maneira exemplar, escreve:

Permite a Constituição à lei federal, única e exclusivamente: “… estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no artigo 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente”.
Estabelecer meios legais não implica utilização de remédios judiciais para obstar a veiculação de programas que, no entendimento pessoal, individual de alguém, ou mesmo de um grupo de pessoas, desrespeitem os “valores éticos e sociais da pessoa e da família” até porque seria dar a este critério pessoal caráter potestativo de obstar o exercício de idêntica liberdade constitucional assegurada a outrem.

Mais adiante, faz uma síntese brilhante:

Proscrever a censura e ao mesmo tempo permitir que qualquer pessoa pudesse recorrer ao judiciário para, em última análise, obtê-la, seria insensato e paradoxal.
Excelente!

Afirma ainda o magistrado:
Através da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado assunto.”

O juiz faz, então, uma séria de considerações sobre a qualidade dos programas de televisão, descartando, inclusive, que tenham influência definidora no comportamento dos cidadãos. Lembra, a meu ver com propriedade, que as pessoas não perdem (se o tiverem, é óbvio) o senso de moral porque veem isso ou aquilo na TV; continuam sabendo distinguir o bem do mal. Na ação, o MPF afirmava que os telespectadores de Malafaia poderiam se sentir encorajados a sair por aí agredindo gays. Lembrou também o magistrado que sua majestade o telespectador tem nas mãos o poder de mudar de canal: não é obrigado a ver na TV aquilo que repudia.
Giuzio Neto analisou as palavras a que recorreu o pastor e que levaram o MPF a acionar a Justiça:
As expressões proferidas não são reveladoras de preconceito se a considerarmos como manifestação de condenação ou rejeição a um grupo de indivíduos sem levar em consideração a individualidade de seus componentes, pois não se dirigiu a uma condenação generalizada através de um rótulo, ao homossexualismo, mas, ao contrário, a determinado comportamento ocorrido na Parada Gay (….) no emprego da imagem de santos da Igreja Católica em posições homoafetivas.
Diante disto, não pode ser considerado como homofóbico na extensão que se lhe pretende atribuir esta ação, no campo dos discursos de ódio e de incentivo à violência, pois possível extrair do contexto uma condenação dirigida mais à organização do evento - pelo maltrato do emprego de imagens de santos da igreja católica - do que aos homossexuais.
De fato não se pode valorar as expressões dissociadas de seu contexto.
E, no contexto apresentado, pode ser observado que as expressões “entrar de pau” e “baixar o porrete” se referem claramente à necessidade de providências acerca da Parada Gay, por entender o pastor apresentador do programa, constituir uma ofensa à Igreja Católica reclamando providências daquela.
(…)
É cediço que, se a população em geral utiliza tais expressões, principalmente na esfera trabalhista, para se referir ao próprio ajuizamento de reclamação trabalhista (…) “vão meter a empresa no pau”. Outros empregam a expressão “cair de pau” como mera condenação social; “entrar de pau” ou “meter o pau”, por outro lado, estaria relacionado a falar mal de alguém ou mesmo a contrariar argumentos ou posicionamentos filosóficos.
Enfim, as expressões empregadas pelo pastor réu não se destinaram a incentivar comportamentos como pode indicar a literalidade das palavras no sentido de violência ou de ódio implicando na infração penal, como pretende a interpretação do autor desta ação.

Bem, meus caros, acho que vocês já haviam lido algo semelhante aqui, não?, escrito por este “não-especialista em direito”, como sempre fazem questão de lembrar os petralhas. Caminhando para a conclusão de sua decisão, observa:

Por tudo isto e diante da clareza das normas acima transcritas, impossível não ver na pretensão de proibição do pastor corréu de proferir comentários acerca de determinado assunto em programa de televisão, e da emissora de televisão deixar de transmitir, uma clara intenção de ressuscitar a censura através deste Juízo.”

Mas e quem não se conforma com fim da censura na TV? O juiz dá um conselho sábio, com certo humor e uma pitada de ironia:

Para os que não aceitam seu sepultamento - e de todas as normas infraconstitucionais que a previram - restam alternativas democráticas relativamente simples para a programação da televisão: a um toque de botão, mudar de canal, ou desliga-la. A queda do IBOPE tem poderosos efeitos devastadores e mais eficientes para a extinção de programas que nenhuma decisão judicial terá.

Caminhando para o encerramento


Sábias palavras a do juiz federal Victorio Giuzio Neto! Tenho me batido aqui, como vocês sabem, contra certa tendência em curso de jogar no lixo alguns valores fundamentais da Constituição em nome de alguns postulados politicamente corretos que nada mais são do que os “preconceitos do bem” de grupos de pressão influentes. Os gays têm todo o direito de lutar por suas causas. Mas precisam aprender que não podem impor uma agenda à sociedade que limite a liberdade de expressão, por exemplo, ou a liberdade religiosa.
No caso em questão, a ação era, em essência, absurda. É claro que o contexto deixava evidente que o pastor recorria a uma linguagem metafórica — de uso corrente, diga-se. Se alguém foi vítima de preconceito nessa história, esse alguém foi Malafaia. Não fosse um líder evangélico — e, pois, na cabeça de alguns, necessariamente homofóbico —, não teria sido importunado por uma ação judicial. Há um verdadeiro bullying organizado contra os cristãos, pouco importa a denominação religiosa a que pertençam. Infelizmente, a “religião” que mais cresce no mundo hoje é a cristofobia.

Eu, que tenho criticado com certa frequência a Justiça, a aplaudo desta vez.