sexta-feira, outubro 12, 2012

Salvem o dia da criança.






Crianças do Hamas


Não está errado não. O título da postagem é Salvem o dia da criança. Salvar sim, pois com tantos bombardeando o que ainda resta de infância nas crianças, será inevitável que a criança seja tal qual um dinossauro: um ser extinto. 

Crianças na Cracolândia - SP

As investidas para transformar a criança em mercadoria são cada vez mais descaradas; senão vejamos:

Aqui em terras que um dia foram de Santa Cruz:


O Estado de S.Paulo 6 de abril de 2012:


O Escritório Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos divulgou nota ontem deplorando a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que inocentou um acusado de estuprar três meninas de 12 anos. O STJ concluiu que não houve presunção de violência, já que as garotas seriam prostitutas. Para as Nações Unidas, além de "abrir um precedente perigoso", a decisão contradiz tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil.

Ou em terras sem muita Cruz:

O ativismo pedófilo é hoje um movimento de importância marginal, que esteve mais em voga entre as décadas de 1950 e 1990, e atualmente é mantido exclusivamente por websites. Segundo um de seus defensores, Frits Bernard, o movimento advoga a aceitação social da atração sexual ou romântica de adultos com crianças, e consequentes atividades sexuais, pretendendo, para esse fim, provocar mudanças sociais e judiciais como a mudança da idade de consentimento para idades mais infantis e a não categorização da pedofilia como doença mental, mesmo que o conceito de doença mental seja criticado. Outro de seus defensores, Tom O'Carroll, escreveu um livro ( Paedophilia: The Radical Case. Peter Owen, London, 1980.) em defesa da pedofila, agora esgotado. Mais tarde O'Carroll foi preso e condenado na Grã-Bretanha por "conspiração para corromper a moral pública" e, posteriormente, foi também condenado à prisão por produzir pornografia infantil.

Mas o que se pode dizer de um governo federal voltado para a legalização do aborto que acaba com a infância antes mesmo dela começar?:

Veja 07 de fevereiro de 2012:



Feminista de carteirinha, a ministra indicada para comandar a Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci (PT), afirmou nesta terça-feira que o aborto é uma questão de saúde pública. Apesar de pessoalmente ser a favor da prática, Eleonora disse que não convém explicitar essa posição particular, já que integrará o governo a partir da próxima sexta-feira, data de sua posse. Ela vai substituir Iriny Lopes, que deixa o cargo para se candidatar à prefeitura de Vitória (ES) pelo PT.

“A minha posição pessoal a partir de hoje não interessa”, disse. Minha posição pessoal já dei em entrevistas", sobretudo nos anos 70, 80 e 90, quando o feminismo precisava marcar posições”. Segundo ela, as declarações – que incluem a informação de que abortou duas vezes – foram testemunhais e feitas logo depois que deixou a cadeia, em 1973. “Não me arrependo, é minha história”.

Ou num governo estadual?:

Do site sul21, de 21 de março de 2012.



Um evento promovido pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) nesta terça-feira (20) pôs em discussão um assunto que, até então, não havia sido tratado publicamente pelo governo gaúcho: o aborto. Durante seu pronunciamento, a titular da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, Márcia Santana (PT), deixou bem claro que o Palácio Piratini está disposto a pautar o tema na sociedade.

“Esse evento é o ponto de partida desse debate no Rio Grande do Sul. Não é um debate que deva ficar encoberto”, garantiu a secretária. Ela entende que a sociedade não pode ficar “na zona de conforto” enquanto, no Brasil, milhares de mulheres realizam o aborto em condições precárias e inseguras por conta da criminalização do procedimento. “Não é possível que estejamos na zona de conforto quando mulheres são sangradas na sua alma e no seu corpo a partir de uma gravidez indesejada”, apontou.

O inimigo ensina em Universidades.

E o que se poderia dizer de Luiz Mott, um Professor Titular do Departamento de Antropologia da UFBa; membro da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde - CNAIDS e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça, agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente FHC; quando ele mesmo escreve:

“Eu fui casado cinco anos, tenho duas filhas e sou bichona”.No fundo, todos nós, gays (e não gays) alimentamos em nossa imaginação um tipo ideal do homem que gostaríamos de amar e ter do lado. E que nem sempre é igual à nossa paixão atual. O ideal pode ser alto e branco, o real, baixo e preto.No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um “homem” e sim um meninão. Um “efebo” do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder".
Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos... 

O restante, para quem tem estômago e esteja desacompanhado de crianças pode ser lido em Julio Severo


Enfim, como se diz por aí: O universo (dos pulhas sem o menor pudor) conspira para que brevemente a infância seja uma etapa da vida que não mais existirá e a criança será exibida apenas em museus, virtuais é claro, como hoje são exibidos os esqueletos de dinossauros.

Lucas 18:15 - Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; mas os discípulos, vendo isso, os repreendiam.16 Jesus, porém, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus.








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