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quinta-feira, abril 10, 2014

A frustração dos israelenses.



por Osias Wurman(*) (publicado em O Globo-Quinta-feira, abril 10, 2014 - Pág. de Opinião)

A pergunta que não cala: estão os palestinos verdadeira e sinceramente com vontade de atingir a paz com Israel?




O texto de Rasheed Abou-Alsamh “A frustração dos palestinos”, publicado no GLOBO, no dia 4 de abril de 2014 (texto abaixo em azul), reflete, lamentavelmente, o extremismo de alguns setores anti-israelenses. Utilizar expressões como “nazistas” ou “apartheid” é totalmente repugnante e inaceitável, e seu único objetivo é dar continuidade ao cultivo do ódio, incitando à violência e ao enfrentamento.

O Estado de Israel é a única e verdadeira democracia no Oriente Médio. Parece-nos que, cada vez que os palestinos chegam a uma encruzilhada, onde é necessário tomar decisões importantes e, muitas vezes, difíceis, eles preferem dar um passo para trás e deixar passar mais uma oportunidade de alcançar um acordo com Israel.

Nos idos de Yasser Arafat, que precedeu Mahmoud Abbas na presidência da Autoridade Palestina, analistas internacionais especializados nos temas do Oriente Médio diziam que “Arafat nunca perdeu a chance de perder uma chance”.

Assim foi, com governos israelenses de tendência política de direita e de esquerda. Os palestinos viveram o período anterior a 1967, quando não existiam assentamentos, e Jerusalém Oriental, bem como a Cisjordânia, era ocupada pela Jordânia, e nunca desejaram encontrar uma paz verdadeira com Israel, usando os argumentos que estavam “na moda” à época.

Desta vez, quando estávamos a ponto de avançar em uma etapa das conversações de paz, os palestinos decidiram abandonar o diálogo pelo caminho das decisões unilaterais, conduzindo assuntos através da ONU.

As pesquisas de opinião sempre demonstraram amplamente que o povo de Israel quer a paz. O governo de Israel busca a paz. Israel demonstra agora, como já mostrou muitas vezes no passado, abertura, flexibilidade e disposição para fazer muitas concessões objetivando à paz. Porém, como sabemos, para isso, são necessárias abertura e flexibilidade da parte palestina também.

A pergunta que não cala: estão os palestinos verdadeira e sinceramente com vontade de atingir a paz com Israel? Estão eles abertos a reconhecer Israel como o lar nacional do povo judeu? Estarão dispostos a deixar, definitivamente, o caminho da violência e do terrorismo?

A tendência refletida no artigo de Rasheed Abou-Alsamh, que lança todas as culpas da situação dos palestinos contra Israel, e terceiros, precisa ter um fim.

Vale lembrar que hoje os palestinos de fato têm dois Estados: um da Autoridade Palestina, liderado por Mahmoud Abbas, e outro na Faixa de Gaza, controlada pelo grupo terrorista Hamas. Está na hora de os palestinos começarem a pensar em termos de paz e de convivência pacífica e que, de uma vez por todas, deixem para trás a cultura de ódio e de ressentimento contra tudo e todos. É importante repetir que Israel quer a paz. Israel busca a paz. Israel está disposto a fazer muitos sacrifícios para chegar à paz.

Irão deixar os palestinos passar mais esta nova chance?


(*)Osias Wurman - é consul honorário de Israel no Rio de Janeiro







por Rasheed Abou-Alsamh (publicado em O Globo em 4/04/2014)


Exigências israelenses não deixam dúvida de que o seu atual governo não quer ver um Estado palestino viável ao seu lado

A interrupção das negociações de paz entre os israelenses e os palestinos esta semana se deu quando o presidente palestino Mahmoud Abbas — frustrado com a não libertação de um último grupo de prisioneiros palestinos por Israel — assinou papéis pedindo a adesão do Estado da Palestina a 15 agências da ONU e tratados internacionais, incluindo as convenções de Viena e Genebra. Com isso, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, o mediador das negociações, cancelou sua ida a Ramallah e voou para Bruxelas.

Mas foi também o anúncio por Israel que tinha relançado uma licitação para a construção de 708 casas em um bairro de Jerusalém Ocidental, que é considerada ocupada e anexada, que forçou a reação palestina. Os palestinos tinham aceitado adiar o pedido de admissão para essas entidades internacionais por nove meses. Israel teme que os palestinos o critiquem, mas Abbas disse que eles tinham que reagir ao anúncio israelense.

Com essa última rodada de troca de acusações e ações unilaterais, muitos já estão tocando o sino do fim desse último período de negociações que somente começou em julho de 2013 depois de estar parado por cinco anos. Eu acho cedo para anunciar o fim das tentativas de negociar um acordo final para o estabelecimento de um Estado da Palestina, livre e independente, dentro da Cisjordânia, um território ocupado por Israel desde 1967, e a Faixa de Gaza. Os maiores obstáculos são o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e sua coalizão de partidos ultraconservadores e nacionalistas, que insistem que os palestinos reconheçam Israel como um Estado judeu, que renunciem à sua reivindicação histórica de que a parte leste e árabe de Jerusalém seja a capital do Estado palestino e que Israel possa deixar tropas na Cisjordânia por tempo indeterminado.

Ora, essas exigências israelenses não deixam dúvida de que o seu atual governo não quer ver um Estado palestino viável ao seu lado. Os levantes da Primavera Árabe nos últimos três anos e o confronto do Ocidente com o programa nuclear do Irã têm tirado o foco do mundo do conflito israelense-palestino. Mas o Estado de Israel nunca vai ser seguro enquanto não resolver a questão palestina. Como, eu pergunto, os judeus de Israel, que interminavelmente evocam as atrocidades cometidas contra eles pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial na Europa, podem tratar os palestinos na Cisjordânia como cidadãos de segunda categoria com pouquíssimos direitos civis, políticos ou econômicos? Esse apartheid israelense está corroendo a alma do Estado judeu, que é supostamente liberal, progressista e democrático. Talvez seja, mas somente por cidadãos israelenses que são judeus.

O presidente americano Barack Obama deu luz verde a John Kerry para botar a possível libertação do espião americano Jonathan Pollard na mesa de negociação com os israelenses. O pensamento é que, com isso, Netanyahu poderia soltar ainda mais prisioneiros palestinos, incluindo 400 mulheres e crianças, sem ser muito criticado pela opinião pública israelense, que não tem visto a libertação de palestinos presos em Israel com bons olhos. Mas é um erro oferecer Pollard aos israelenses. Ele já vai poder pedir sua liberdade provisória em 2015, e toda a comunidade de inteligência americana tem ficado irredutível quanto ao presidente americano perdoar Pollard desde os anos 1980, por causa dos milhares de páginas de segredos militares que ele vendeu para Israel e outros países. Em todo caso, Netanyahu tem sempre pedido muito mais dos americanos quando lhe é oferecida uma recompensa para um ato que adianta as negociações.

Eu acho que Abbas e Kerry são sinceros em querer avançar as negociações para um acordo final que veria as fronteiras de Israel, com um estado palestino, definidas. Infelizmente, Obama não parece ter muita paciência com os dois lados, e Netanyahu não leva a sério o processo. Mesmo assim, não podemos ser tomados pelo desespero. Uma solução justa para os dois lados é o único caminho para um Oriente Médio mais seguro e equitativo para todos. Mas também não podemos nos manter parados em negociações sem fim, e ficar falando só para falar. Talvez seja tempo de introduzir um negociador além dos EUA, que nunca escondeu sua predileção por Israel. Um interlocutor europeu talvez seja a solução.

sábado, fevereiro 08, 2014

Discriminação Palestina.












por David S. Moran 




O secretario de Estado americano, John Kerry, está intensificando a sua guerra psicológica, vazando diretamente ou através de outros, inclusive jornalistas, partes do seu plano de paz para Israel e os palestinos.

Parte do governo israelense cai na armadilha vez após vez e por isso deixa parecer que Israel é contrário a um acordo de paz. Até os dias de hoje, o ódio aos judeus e a não aceitação da existência do Estado de Israel é ensinada desde o jardim de infância até a universidade- inclusive nas escolas da ONU- e parece que isto não incomoda a ninguém. Como sabemos tudo começa na educação e se não se educa para a paz, por aceitar o outro, mesmo assinado qualquer tratado de paz, ele não sera implementado. Na TV palestina, controlada pela Autoridade Palestina, a incitação contra os judeus em geral e Israel em particular, continua solta, isto sem mencionar a TV da Hamas na Faixa de Gaza. Nem Abu Abbas nem outras autoridades governamentais palestinas tentam conter o ódio que essas TVs dispersam.

Dos palestinos parece que nada é exigido. Até mesmo o parágrafo que o governo israelense exige, o do reconhecimento de Israel como o Estado Judeu- conforme a Resolução 181 da ONU de 1947- Abu Mazen diz que nunca o aceitará. Esta negação provavelmente é devido ao fato dos palestinos não reconhecerem o direito de Israel de existir. Faruq Kadumi, dos fundadores da Fatah e da OLP,de quem foi o”ministro do exterior”, já na década de 70′ disse que “usaremos contra Israel o processo do salame. Tudo que Israel ceder nós o aceitaremos, mas continuaremos a nossa luta ate o final, obter todo o território”. Tanto é que Kadumi não aceitou o acordo com Israel em 1994, quando Arafat e sua cúpula retornou aos territórios ocupados e ficou em Tunísia (até hoje). Outra prova, pode ser vista no simbolo dos palestinos, que até a equipe de futebol chilena,Palestino, quis usar- é do mapa da região sem a existência de Israel.

O mundo parece “cair” em cima de Israel e culpa-lo pelos males da região e por não solucionar a situação com os palestinos. Exemplo deste absurdo é que em 2013 a Assembleia Geral da ONU aprovou 22 resoluções condenando Israel e somente 4 contra todo o resto do mundo. Esta destorção não tem lógica de nenhum ângulo que se olhe. Porque esta discriminação e ganho de projeção dos palestinos, o que eles fizeram ou deram ao mundo? Os palestinos começaram a ter projeção internacional com o final da guerra do Vietnã, que até então ocupava as folhas dos jornais e houve necessidade de achar novo projeto e este foi o Arafat com sua keffieh.

Os palestinos introduziram ao mundo novo tipo de terror: os sequestros de aviões e suas explosões, fato que mudou as normas em todos os aeroportos do mundo. Até então embarcava-se num avião quase como num ônibus, ai foram tomadas medidas de segurança ate o que é visto nos aeroportos de hoje. Os palestinos trouxeram o terror contra civis com explosivos colocados desde em sacolas de feira até dentro de radio transistor. Colocados em burros, fazendo-os explodir e até a invenção de homem e mulher bomba- os terroristas suicidas- que vão a lugares lotados de pessoas, mercados ou ônibus para causar o maior numero de mortos. O muro que Israel construiu e foi criticado parou completamente este terror. Mais do que isto, países que protestaram como os EUA, construíram seu próprio muro na fronteira com o México para diminuir o fluxo de imigrantes ilegais (e não de bombas) ao seu território. Os palestinos ousaram e conseguiram fazer atentado numa Olimpíada (em Munique,1972) assassinando 11 atletas israelenses.

A ONU, organização que promove a paz, consentiu que Arafat, o líder de uma organização palestina e não de um estado membro, viesse a dar seu discurso na Assembleia Geral, portando seu revolver. Há um absurdo maior do que este? Os palestinos foram e são usados pelos países árabes para atacar o Estado de Israel e o Ocidente, estes mesmos países que não querem resolver o problema dos refugiados palestinos, apesar das fortunas que tem. Estes países confinaram os refugiados em campos de refugiados, não lhes dando direitos, considerando-os cidadãos de segunda categoria, ate impedidos de exercer varias profissões.Eles preferem perpetuar a situação. Estes “irmãos” árabes expulsaram a OLP e seus terroristas do seu território. Assim o foi em 1970 da Jordânia, em 1982 do Líbano, em 1991 do Kuwait e mais recentemente da Tunísia. A ONU tem uma agencia para tratar dos refugiados no mundo todo, a ACNUR (em inglês UNHCR)e tem uma agência só para tratar dos palestinos, a UNRWA,que recebe verbas maiores do que a UNHCR.

Os absurdos continuam. Apesar de todo o terror que trouxeram consigo, os palestinos conseguiram obter na Assembleia Geral da ONU, com o voto automático dos países árabes, dos muçulmanos, do Terceiro Mundo, um dia de solidariedade com o povo palestino. E o dia fixado para tal é o mesmo marcado a própria ONU, nos seus dias mais conscientes, aprovou a resolução da Partilha do Mandato Britânico na Palestina em “um estado judeu e um estado árabe”(árabe e não palestino, termo que só começou a aparecer a partir de 1975).

Hoje a Autoridade Palestina é regida por uma ditadura e eleições que deveriam ocorrer em 1999, caíram no esquecimento. Estados Unidos que chutou para fora seu maior aliado árabe,Mubaraq do Egito, nem menciona a democracia na A.P. Dos direitos humanos também não se ouviu nesta região, onde a mulher é relegada a segundo plano, onde homossexualismo é proibido, onde há governo corrupto e a pobreza do povo reina. Mas as entidades internacionais ligadas a erradicação destas normas, emudecem quando se trata dos palestinos. Pois é, trata-se do mesmo mundo que caiu na euforia com a queda do Muro de Berlim, mas quer erguer um novo muro e fazer de uma mesma cidade- Jerusalém- capital de 2 Estados, fato inédito no mundo. Até Berlim quando estava dividida serviu apenas de capital da Alemanha Oriental, a da Ocidental foi Bonn.

Porque esta discriminação a favor dos palestinos? Que benefícios eles deram ao mundo? Só eles são ocupados por outro povo? Há dezenas de povos ocupados por outros e ninguém fala a respeito. Ao redor do mundo são assassinados centenas e milhares de pessoas dos quais ninguém fala. Em 2013 milhares foram assassinados na Síria, Iraque, Afeganistão, Republica Centro Africana,Somália, Nigéria, Sudão, Mali, Líbia entre outros (todos tem em comum a luta com islamistas) e só se fala nos 28 palestinos que foram mortos por Israel neste ano. Há discriminação maior do que esta, a favor dos palestinos?

A IGUALIDADE PARA OS HAREDIM

Cerca de mil ultra-ortodoxos saíram ontem as ruas de 4 cidades para protestar contra a decisão da Suprema Corte de Israel, proibindo a transferência de verbas - as yeshivot - para que seus estudantes não se alistem ao exército. Como sempre os deputados haredim gritam no Knesset e esta gritaria passou depois às ruas. Coloquemos os fatos nas devidas proporções. Trata-se de uma minoria ativa e rivalidade de rabinos e seus rebanhos entre si que querem mostrar quem é mais extremista. Esta minoria não reconhece Israel (porque o Messias ainda não chegou) e como gritaram ontem nos protestos ”passamos a Inquisição, o Holocausto, passaremos o Estado”. E se eles não querem fazer parte de Israel, por que protestar por falta de verbas ?. Em qualquer pais os cidadãos tem direitos e obrigações.

O governo transfere anualmente grandes somas às yeshivot, mesmo que a maioria de seus estudantes e os haredim não “participem” na vida israelense, seja no alistamento e serviço militar, seja trabalhando e pagando impostos. A maioria destes ultra-ortodoxos prefere viver as margens da sociedade israeli, coisa que só permitem fazer em Israel.Aqui eles se recusam ate estudar matemática, ciências e até o inglês: que futuro seus filhos terão no Séc. XXI?. Seus irmãos haredim em qualquer pais, mesmo no Brasil trabalham e encontram tempo para seus estudos de religião.

Enquanto seu número era pequeno e Ben Gurion consentiu que 400 estudiosos se dedicassem a estudos e fossem isentos do exército, o problema era pequeno, mas nos dias de hoje trata-se de muitos milhares que também sobrecarregam na economia, sem falar na igualdade de compromissos de todos os cidadãos do pais. Ao longo do tempo nenhum governo quis entrar em confronto com os ultra-ortodoxos e com os árabes israelenses, mas parece que chegou a hora de fazer todos os cidadãos israelenses participar dos esforços comuns. Isto também pode ser feito através de “serviço nacional”, trabalhando em hospitais, lecionando, etc…

O medo de certas correntes dos haredim é misturar-se com os leigos e que lhes influencie negativamente, mas há ultra-ortodoxos que servem no exercito e se beneficiam e depois encontram trabalhos. No exercito há unidades de combatentes haredim e na área da cibernética se integram muito bem. Saliente-se que o governo não quer que os haredim parem os seus estudos, apenas quer integra-los a sociedade fazendo com que cumpram com as obrigações de todos os cidadãos desde o serviço militar passando ao trabalho e ao pagamento de impostos, para a prosperidade geral.

AJUDA HOSPITALAR A SÍRIOS

A Síria está no terceiro ano de sangrenta guerra civil e ninguém vê o fim desta carnificina. Nos jornais não são relatados os sofrimentos que a população passa pelo intenso frio na região (agora é inverno), da fome ou da falta de tratamento médico. Esta semana foi publicado que 40% -quarenta porcento- dos hospitais sírios foram destruídos. Calamidade pública. Há relato de um hospital que tratava de 500 pacientes e hoje atende a apenas 25. Falência do sistema de saúde publica síria.

Nesta situação, sírios que estão mais próximos da fronteira de Israel e com o passar do tempo mais longínquos também, chegam a fronteira para serem atendidos no hospital militar de campo que ali foi erguido pela Unidade de Saúde do Exercito de Israel (IDF). Mensalmente mais de 100 sírios são atendidos e em casos mais graves são transferidos a hospitais no norte de Israel. Este fato que é pouco publicado nos meios de comunicação fez os sírios descobrirem uma nova face dos israelenses, muito diferente da propaganda do “diabo israelense” que lhes amamentavam desde o nascimento até a velhice.

Quem ainda não aprendeu sobre Israel é a Assembléia Geral da ONU, que ultimamente aprovou uma resolução condenando Israel por estender este auxilio medico aos sírios, acusando Israel de ajudar os rebeldes Armamento químico.A Síria comprometeu-se de entregar seu arsenal químico de 1.300 toneladas ate o dia 5.2.14, mas no caso sírio compromisso não significa que também tem que cumpri-lo.Pois agora a ONU publicou que apenas menos de 5% foi entregue ate esta data. Os EUA em particular e o Ocidente em geral que ameaçaram atacar a Síria pelo seu uso de armas químicas contra sua própria população, não o fizeram, acreditando na fantasiosa palavra do governo sírio.Agora estão percebendo-se eh que estão abrindo os olhos- que não da para confiar em quem não cumpriu nada do que prometeu.

CURTAS

Armamento clandestino. O semanário inglês Sunday Times relatou(2.2.14) que o governo sírio esta armazenando arsenal químico e biológico com a ajuda de especialistas iranianos e norte coreanos em áreas alawitas (comunidade ao qual Assad pertence). Parece que o governo sírio prevê que o pais seja desmembrado e sera criado um estado Alawita na parte ocidental da Síria. Esta noticia fortalece a preocupação de Israel que já previu que Assad não entregara todo o arsenal químico.

Irã proíbe chat com o sexo oposto. O líder supremo do pais,aiatolá Khamenai emitiu uma fatwa (“No Léxico, a palavra Árabe fatwa significa dar uma resposta satisfatória em relação à certo assunto. Na linguagem técnica da Shari’ah, a palavra fatwa esclarece a aplicação da lei islâmica em uma resposta dada à uma questão ou conjunto de questões, normalmente relacionadas a um assunto Islâmico. Não faz nenhuma diferença se aquele que coloca a questão é uma pessoa ou um grupo de pessoas") , decreto, proibindo pessoas de sexos opostos a conversarem por chat na internet.”É moralmente ilícito diante da imoralidades que muitas vezes envolve essas coisas”.

Corrida a Irã. Mal se levantou parcialmente o embargo a Irã e ainda sem este pais tomar medidas, governos e firmas ja correm para fazer negócios bilionários com o pais dos aiatolás. A Russia já assinou contrato para a compra de US$ 20 Bilhões. Os franceses enviaram uma delegação de 170 homens de negócios, entre eles representantes da Renault e da Peugeot, para acionarem seus negócios. Ate o governo americano criticou estes passos, enquanto os iranianos confirmaram que vão continuar com suas centrifugas.

Afeganistão.O parlamento afegã aprovou uma lei(6.2.14) que proíbe parentes de um réu, testemunhar contra ele. O significado disso é que os homens afegãs poderão bater ou estuprar sua mulheres, filhas e irmãs sem temer que elas possam testemunhar contra ele.

O “stão”. Nos últimos anos muitos países tornaram-se famosos -infelizmente em conotações negativas- como o Afeganistão, Paquistão, Quirguistão, Curdistão, Kasajestão,Uzbequistão,Tajiquistão, entre outros. O sufixo “stão” significa “local” e a primeira parte da palavra é o povo ou a tribo que lá habita.

Palavras de palestinos proeminentes. O negociador chefe palestino, Saeb Arikat, que esta reescrevendo a historia e declarou na véspera do Natal que Jesus era um palestino, volta agora com nova baboseira.Diz ele”meus ancestrais são os cna’anitas,que vieram a região 3.000 anos antes dos judeus”.

Taufik Tirawi,general palestino e dos chefes de segurança, muito ligado a cúpula palestina declarou esta semana que “as negociações de paz são vazias e um estado palestino não acontecera nos próximos 20 anos”. Ele deve saber o que fala e o resto parece ser jogo comprado.

Jibril Rjoub, que foi comandante militar da Cisjordânia e atualmente fora a liderança politica eh o chefe da Federação Palestina de Futebol, foi enviado ao Irã. No seu retorno, já com baterias carregadas, declarou que os palestinos estão negociando (indiretamente com Israel) só para desmascarar a face fascista israelense. Todas as opções estão na mesa, inclusive a luta armada”.

Faculdade de Direito de Tel Aviv destacada. A Faculdade de Direito de Tel Aviv, segundo a Quacquarelli Symonds,(QS)está em 31º lugar entre as melhores 500 faculdades de Direito no mundo, em 2013. Esta Faculdade eh a líder em excelência de pesquisas de todas as Faculdades fora dos EUA e da Inglaterra.

Fonte - Pletz

domingo, fevereiro 03, 2013

Por dentro das Forças de Defesa de Israel.



Chesed, Misericórdia.


por Lorna Simcox(*)


“É inimaginável”, disse Gruber, “que um exército diga ao inimigo antecipadamente quando irá atacar. Mas nós o fazemos para evitar danos colaterais. Arriscamos nossa vida para proteger os palestinos”.

Quando um deles é morto ou fica ferido, outro rapidamente toma a arma dele para parecer que as FDI atiraram em um civil desarmado. Está tudo ali, no filme.



Situação 1
Sua missão é bombardear uma casa em território inimigo, ocupada por conhecidos terroristas. Dentro dela, eles estocaram uma enorme quantidade de munições exclusivamente para uso contra seu país. Segundos antes de soltar a bomba, você observa do seu avião que há pessoas se ajuntando no telhado. O que você faz? Você bombardeia a casa e se arrisca a matar as pessoas? Você abandona a missão? Você tem oito segundos para decidir.

Situação 2
Sua missão é lançar um míssil e destruir um jipe que está levando um grupo de conhecidos terroristas, que já assassinaram muitos de seus compatriotas. Subitamente, o jipe começa a entrar no estacionamento fechado de um prédio em território inimigo. Você não sabe nada sobre aquele prédio. É uma escola? Uma casa de repouso para idosos? Quem está lá dentro? O que você faz? Você bombardeia o veículo e se arrisca a matar as pessoas dentro do prédio? Você abandona a missão? Você tem oito segundos para decidir.

Situação 3
Sua missão é matar um conhecido terrorista em território inimigo; ele está fugindo com seu rifle de ataque AK-47. Ele vê você. Subitamente, ele corre em direção a um grupo de crianças que estão com suas mochilas nas costas e que parecem estar esperando por um ônibus escolar. Com a mão direita, ele puxa aleatoriamente um menino pelo colarinho com tanta força que chega a levantar o menino do chão. Com o AK-47 em uma mão, a criança na outra, ele corre para ter cobertura em meio à multidão, usando a criança como escudo. O que você faz? Você atira e se arrisca a matar a criança? Você abandona a missão? Você tem menos de oito segundos para decidir.

Os militares israelenses enfrentam todos os dias essas situações na vida real. E, em cada caso, os soldados israelenses chegam a medidas nunca imaginadas para evitar causar males a civis palestinos. Na verdade, mais de 600 pessoas viram a exibição de filmes reais dessas três situações e de outras, em uma apresentação feita pelo coronel israelense Bentzi Gruber, que falou na sede de The Friends of Israel em Nova Jersey e na Conferência Profética em Winona Lake/Indiana.

Gruber, um homem alto, elegante, que fala bem, com cerca de 50 anos, é casado e tem cinco filhos. Ele é engenheiro computacional e está trabalhando em sua tese de doutorado em ciência comportamental. Mas, em Israel, poucos homens têm o luxo de serem civis. Em um país do tamanho do estado de Sergipe, meros 15 quilômetros separam Samaria (Margem Ocidental) do mar Mediterrâneo. Além disso, 600 milhões de muçulmanos estão ao redor dos 5,6 milhões de judeus em Israel. Assim, Israel deve sempre lutar para se proteger dos inimigos bem armados que juraram sua destruição.

Gruber é um veterano de 30 anos de carreira nas Forças de Defesa de Israel (FDI). Ele tem 20 mil soldados sob seu comando, já viu muitos combates e conhece em primeira mão quão diligentemente Israel protege inimigos não-combatentes, a despeito dos relatos nos noticiários que pintam os israelenses como assassinos. Em um esforço para tornar a verdade conhecida, ele preparou uma apresentação chamada “Ética no Campo de Batalha”, usando imagens aéreas de aviões israelenses e, em muitos casos, vídeos feitos pelos próprios palestinos, que filmam com regularidade os homens-bomba saindo em missão.

“Não queremos matar civis”, disse Gruber. Então, antes da Situação 1, na qual o prédio em Gaza era o alvo, as FDI soltaram milhares de folhetos em várias línguas, 48 horas antes do ataque, dizendo aos palestinos quando o prédio seria bombardeado e que deveria ser evacuado. Depois, os israelenses fizeram telefonemas e enviaram mensagens de texto. Geralmente, eles obtêm os números da maior parte das pessoas da área. Este é um procedimento-padrão israelense.

“É inimaginável”, disse Gruber, “que um exército diga ao inimigo antecipadamente quando irá atacar. Mas nós o fazemos para evitar danos colaterais. Arriscamos nossa vida para proteger os palestinos”.

Todavia, os palestinos bolaram uma maneira de tirar vantagem da misericórdia de Israel. Quando se aproxima a hora do ataque, eles se reúnem no telhado do prédio que será o alvo, sabendo que as FDI não o bombardearão. Assim, Israel inventou um procedimento que se chama “Batendo no Telhado”. Eles atiram um míssil na beirada do telhado como um aviso de que a bomba grande está vindo a seguir. Então, os palestinos se espalham.

Na Situação 2, quando o jipe cheio de terroristas fez a curva e entrou no estacionamento, o soldado israelense em comando teve oito segundos para desviar o foguete, que explodiu em uma área vazia. “Isso acontece centenas de vezes”, disse Gruber. Os terroristas fugiram.

“Estamos enfrentando o risco”, disse ele. “O objetivo não é matar pelo que alguém fez no passado, mas prevenir que faça algo assim no futuro”.

Na Situação 3, o terrorista que agarrou o menino também escapou. Quando os terroristas sabem que estão sendo perseguidos pelas ruas, “eles enviam crianças (palestinas) para fora, às ruas, para jogar futebol porque sabem que nós não atiraremos”, disse Gruber.

Ele explicou que Israel tem duas regras principais no que se relaciona a danos colaterais: (1) usar de força apenas para realizar a missão; e (2) não causar danos a inocentes - que significa mulheres, crianças, civis e não-combatentes.

Entretanto, determinar quem é não-combatente nem sempre é fácil. Os palestinos, diz Gruber, usam de propósito calças jeans, camisetas e tudo o mais que os torne indistinguíveis no meio da multidão. Eles não se vestem como soldados, como o fazem os israelenses. Além disso, quando um deles é morto ou fica ferido, outro rapidamente toma a arma dele para parecer que as FDI atiraram em um civil desarmado. Está tudo ali, no filme.

Gruber também mostrou tomadas de filmes que pareciam ser de um banheiro comum em uma casa da Faixa de Gaza, até que soldados das FDI removeram o armarinho debaixo da pia, expondo um túnel bem escondido e centenas de explosivos, inclusive TNT líquido. Os residentes também aproveitaram da panfletagem feita antecipadamente por Israel e usaram as 48 horas para disfarçar a cozinha.

Túneis para contrabando, disse Gruber, são um grande negócio. Quatro famílias em Rafah, localizada na parte sul da Faixa de Gaza, possuem 900 túneis tão grandes que os palestinos dirigem jipes e caminhões por ali para o contrabando de armamentos.

Gruber também mostrou um filme de uma ambulância claramente marcada como pertencente às Nações Unidas, com dois terroristas dentro. Sete outros subiram nela com suas armas. Ele disse que a ONU tem um orçamento de 1,3 bilhões de dólares em Gaza, e dali veio o salário do motorista da ambulância e os fundos para a manutenção do veículo e para o combustível.

“Enviamos tudo para Gaza”, disse Gruber, “inclusive alimentos e medicamentos. Trinta e cinco por cento da eletricidade de Gaza vem da nossa estação de energia em Ashkelon [Israel], a qual eles tentam alvejar todos os dias com seus foguetes”.

Infelizmente, estar em constante estado de semi-guerra tem um alto preço. Mesmo assim, o pequenino estado judeu não comprometerá seus princípios nem se rebaixará ao nível dos terroristas. O coronel Gruber disse que o estresse pós-traumático é um sério problema, e que a nação perde 45 soldados por ano por suicídio -- o que seria o equivalente a 2.500 soldados americanos. A maioria deles sofria de inevitáveis danos colaterais e não conseguia viver com as lembranças. “Quando mata uma pessoa inocente, você carrega aquela pessoa em suas costas pelo resto de sua vida”, disse Gruber.

De fato, o coronel Gruber fundou uma organização chamada “Chesed (palavra hebraica que significa "gentileza' e "misericórdia') in the Field” [Misericórdia no Campo/Gentileza no Campo], que reúne soldados das FDI e pessoas com doenças terminais ou deficientes, para terem experiências que educam e que inspiram. “Quando nossos soldados são pessoas boas, temos um exército forte e um país seguro”, diz ele em seu site: www.bentzigruber.com.

Gruber falou em Harvard, na Universidade da Califórnia em Berkeley, e em uma grande quantidade de outras universidades americanas que são abertamente hostis a Israel. Contudo, ele continua a trazer sua mensagem. “Quando você ouve mentiras, deve ter coragem para se levantar contra elas”.

“É um privilégio para mim”, disse ele, “estar no exército para proteger minha família, para proteger Israel, e para proteger o mundo ocidental”. 



(*)Lorna Simcox é editora-chefe de The Friends of Israel.

Publicado na revista Notícias de Israel - www.Beth-Shalom.com.br

quinta-feira, outubro 20, 2011

ESTADO PALESTINO: UMA FARSA.


QUANDO SE TRATA DE MENTIR (Título Original)

Os palestinos nascidos em território israelense ou naturalizados são cidadãos israelenses, com todos os direitos dos demais, sejam judeus ou não e sendo israelitas ou não.

Um leitor me enviou um comentário ao meu artigo anterior e considero oportuno dar-lhe uma resposta esclarecedora.

Ele assinalou que aludi (usou essa palavra) que "uma das condições exigidas por Israel para aceitar a existência de um Estado Palestino é a de que os palestinos que tenham nascido ou se naturalizado israelenses (quase 2 milhões) devem sair de Israel e ir viver em território palestino, porque a constituição israelense estabelece que Israel é um estado judeu".

Os palestinos nascidos em território israelense, bem como os que se naturalizaram e adquiriram a cidadania israelense, são cidadãos israelenses com todos os direitos outorgados por essa nacionalidade e que são inalienáveis e imutáveis. Muitos deles são pessoas de sucesso, ricos, com famílias bem formadas, e até ocupam cargos nos mais variados escalões do Estado de Israel, e assim são juízes, embaixadores, deputados, prefeitos e ministros. Numerosos deles têm-se destacado em suas carreiras, pois têm iguais oportunidades de ingresso nas universidades israelenses, hoje consideradas entre as melhores do mundo. Também há palestinos israelenses que triunfam nas artes e nos esportes. 

Os resultados da pesquisadora de opinião ‘Israel Democracy Index’ mostram que a maioria dos árabes israelenses está plenamente satisfeita com sua nacionalidade, sem mencionar que todos são plenamente livres para professar sua fé muçulmana, cristã, etc., embora haja os que se converteram à religião israelita.





Israel não tem uma ‘constituição’ e seu sistema de leis cumpre com o que o texto da lei expõe. Ao contrário disso, as ‘autoridades da ANP’ idealizam um futuro Estado Palestino absolutamente sem judeus, mesmo que sejam judeus árabes. O ‘embaixador’ da ANP nos EUA, Maen Areikat, afirmou que "o futuro estado palestino estará livre de judeus"; tal como tentou fazer Adolf Hitler com seu regime nazista (do nacional socialismo do PT alemão).

Documentos oficiais da ANP cobrem com a sua bandeira todo o território israelense. E a carta de fundação do HAMAS confirma seu propósito de destruir Israel. Por exemplo, no seu artigo 7, dogmatiza: "O Profeta... Disse: 'O dia do Juízo não chegará até que os muçulmanos combatam contra os judeus e os matem a todos'". Há elementos que não podem ser escondidos – como a tosse e a má vontade.

*BEATRIZ W. DE RITTIGSTEIN para o jornal venezuelano "EL UNIVERSAL" – Tradução de FRANCISCO VIANNA