sexta-feira, junho 19, 2015

Crianças brasileiras: as potenciais cobaias da ideologia de gênero.








Crianças brasileiras: as potenciais cobaias da ideologia de gênero.

por Orley José da Silva







É provável que a compreensão dos vereadores e deputados estaduais acerca da Ideologia de Gênero seja confusa e imprecisa, como tem sido na sociedade. Isto porque há uma cortina de fumaça discursiva, instalada intencionalmente e muito bem articulada, para dificultar a chegada das diferentes informações às pessoas e formar um consenso sobre o tema. Esta dificuldade é posta ao público pela escolha lexical, a interdição de dizeres, uma rala e puída roupagem científica, além de um intrincado labirinto semântico para os seus conceitos, termos e nomenclaturas.

Caso os políticos ainda não dominem todos os discursos envolvidos, é bom que rompam o nevoeiro estabelecido e conheçam urgentemente as diferentes visões acerca do assunto, para o voto consciente e sintonizado com os interesses majoritários da população. Esta matéria permanecerá nas assembleias legislativas e câmaras de vereadores até o próximo dia 24, tempo limite para que os Planos Municipais e Estaduais de Educação (PME e PEE, respectivamente) sejam votados e sancionados. 

O leitor deve ter acompanhado a votação do Plano Nacional de Educação (PNE) no Senado, em 2012, e na Câmara dos Deputados, em 2014. Em ambas as casas legislativas a Ideologia de Gênero foi apresentada, por iniciativa do Governo Federal, mas rejeitada pelos dois plenários. O Congresso deu a seguinte redação final à Lei 13.005/2014, em seu art. 2, inc. III: dizendo que o Estado deve garantir "a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação", sem, no entanto, especificar e/ou privilegiar grupos sociais. 

Agora, a mesma matéria ressurge nas votações dos Planos Municipais e Estaduais de Educação, trazida pelo relatório final da 11ª Conferência Nacional de Educação (CONAE), do Ministério da Educação (MEC). Este relatório comumente usado pelas prefeituras e estados para construírem seus planos, ignora a decisão do Congresso e faz 35 referências à Ideologia de Gênero. O relatório traz, por exemplo, palavras e termos rejeitados no PNE, a saber: Gênero, Identidade de Gênero, Ideologia de Gênero, Diversidade Sexual, Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Homofobia e Orientação Sexual. Ao trazer de volta estas expressões, o texto do CONAE induz prefeituras e estados a também ignorarem à vontade do Congresso manifestada no texto do PNE. Além do mais, abre espaço nos planos educacionais para a inclusão do ensino da Ideologia de Gênero, no decorrer dos 10 anos de validade desses documentos.

Por trás da insistência governamental, está a intenção de normatizar e incrementar o ensino do Gênero que, incluído nos temas transversais, já faz parte da rotina pedagógica de várias escolas. O MEC e as secretarias estaduais e municipais de educação realizam cursos para a formação de professores em cooperação com universidades, movimentos sociais em defesa dessa causa e editoras de livros didáticos e paradidáticos. Mesmo sendo notório que o assunto choca e incomoda uma parcela considerável de pais, alunos e professores que se sentem indefesos diante da força de imposição que esta visão opera no sistema de ensino. 

Afinal, o que prega a Ideologia de Gênero? 
De acordo com a Ideologia de Gênero, os seres humanos não se dividem em dois sexos e as diferenças biológicas e naturais não contam para a definição do homem e da mulher, mesmo diante das diferenças anatômicas. As pessoas tornam-se homens ou mulheres, ou adquirem esses papéis, com o passar do tempo, de acordo com o contexto histórico, social e cultural.

Em vista disso, as crianças devem ser criadas e educadas de forma “neutra” para que elas mesmas escolham o Gênero no futuro, independente da identidade dos seus corpos. A escolha, no entanto, nem sempre é definitiva porque é visto como normal ao homem gostar de mulher em determinado período da vida, de homem em outro momento, ou gostar de ambos. Da mesma forma, é considerado normal que o mesmo fenômeno ocorra também com as mulheres. 

Essa ideologia recomenda à escola a não classificar os alunos em meninos ou meninas, mas crianças. As roupas e suas cores, brinquedos e banheiro, é melhor que sejam compartilhados igualmente por ambos os sexos, sem as conhecidas diferenciações marcadas pela cultura tradicional. Todas essas medidas são consideradas importantes porque propiciam um ambiente de igualdade e neutralidade necessário ao processo de definição do Gênero por parte das crianças. 

A construção do conceito de Ideologia de Gênero
A palavra “gênero” é usada desde os anos de 1980 em estudos de grupos feministas, gayzistas e marxistas sobre família e sexualidade, baseados nas teses de Karl Marx e Friedrich Engels. Mas foi a partir de 1990, impulsionadas pela publicação do livro “O problema do gênero”, de Judith Butler, professora da Universidade de Berkeley (EUA), que essa palavra e essa ideologia gradativamente evoluíram para a atual configuração. 

Um momento importante para o reconhecimento e desenvolvimento dessa ideologia foi a IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Igualdade, Desenvolvimento e Paz, de Pequim, em 1995. Constava no programa que se falasse sobre “discriminação sexual”, mas os grupos feministas conduziram astutamente a discussão para a “discriminação de gênero”. Com essa estratégia, introduziram este tema na agenda da Organização das Nações Unidas. 

A confusão semântica causada pela palavra “gênero” durante a Conferência de Pequim, e nos anos subsequentes, teve culminância na Conferência de Yogyakarta, na Indonésia, em 2006, quando se produziu um consenso acerca dos termos “Identidade de Gênero” e “Orientação Sexual”. Nesta Conferência, além de resolverem o problema semântico, os grupos feministas e agora também os gayzistas, conseguiram incluir a Ideologia de Gênero no programa de direitos humanos da ONU para os países membros. 

Desde então, os esforços da ONU acentuaram-se para que os países membros adotem, por um lado, a clara política de “desconstrução da heteronormatividade”, ou seja, para deixar de ser normal o masculino e o feminino e também a família formada por homem, mulher e seus filhos. Por outro lado, recomenda a “construção da homonormatividade”, ou seja, para se considerar como normais a existência do gênero neutro, à diversidade sexual e à diversidade familiar.

Essa causa ganhou mais força com a subida de Barack Obama ao poder, nos Estados Unidos, em 2009. Desde então, ele trabalha para quebrar a resistência do tradicionalismo americano contra essa ideologia e usa a diplomacia e as relações comerciais para promover a agenda de Gênero no mundo. Ele criou, por exemplo, a função informal de “embaixador gay” com a finalidade de divulgar a causa no mundo e nomeou Randy Berry para o posto. Este diplomata, inclusive, veio prestigiar a última parada gay de São Paulo.

A eleição presidencial de François Hollande, na França, representou mais um ganho extraordinário para esse movimento. O presidente francês empenha-se em implantar essa agenda em seu país e influenciar os países membros da Comunidade Europeia a tomarem decisão semelhante. Em abril passado, numa clara intenção de desafiar e ao mesmo tempo provocar desconforto à Igreja Católica, o presidente francês indicou o diplomata Laurent Stéfanini, gay assumido, para o cargo de embaixador no Vaticano. O papa Francisco não o aceitou.

O Brasil foi um dos primeiros países a seguir essa orientação da ONU quando, em 2009, o presidente Lula assinou o Decreto 7037/2009 que aprovou o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Em seu eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática d, o Decreto estabelece a meta de: “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade.” (grifos nossos). Ou seja, o Governo não quer somente o reconhecimento das outras configurações familiares e da diversidade sexual, como se propaga ao senso comum, mas a desconstrução do status de normalidade para a família tradicional, ainda contemplada na Constituição. 

Para que as mudanças ocorram efetivamente, é necessário mudar a Constituição. Os governos Lula e Dilma bem que tentaram, mas não venceram a resistência do Congresso. O último exemplo foi a tentativa de incluir a Ideologia de Gênero no PNE. Ciente da pouca chance de cumprir com sua agenda no Congresso, o governo vale-se da estrutura de secretarias especiais, ministérios, autarquias e estatais para estabelecer sua vontade, driblando a Constituição e o Legislativo. Dessa forma, empreende ações por meio de decretos, portarias, resoluções e até circulares. Além do mais, oferece estrutura, cargos, financiamento e dá liberdade para que defensores dessa ideologia exerçam o lobby dentro do próprio Governo e também em estados e municípios com a finalidade de implantar políticas do interesse deles. Foi assim, driblando a vontade do Congresso, que o CONAE/MEC inseriu em seu relatório todos os interesses da Ideologia de Gênero. 

Argumentos favoráveis e contrários
A professora Ângela Soligo, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) entende que os gêneros devem ser debatidos com as crianças em sala de aula. Segundo ela, a criança precisa alargar os horizontes e obter conhecimentos diferentes daqueles recebidos em casa. Para tanto, “não se pode negar que o gênero diferente do sexo exista. A escola tem que fornecer ao aluno subsídios para que ela pense e construa suas próprias opiniões.” O cientista social Alípio de Sousa Filho, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), demonstra a construção histórica da sexualidade humana para relativizar a crença na heteronormatividade: “(...) no longo processo de colonização do imaginário de nossas sociedades, ganhou força uma concepção que corresponderia a uma naturalização da sexualidade humana, cujo efeito mais destacado é ter criado a ideia segundo a qual a heterossexualidade seria inata (a natureza daria os exemplos em todas as espécies), sendo então natural e normal, e a homossexualidade seria uma tendência adquirida, nem natural nem normal.”

O discurso de resistência ao Gênero nas escolas ecoa em algumas vozes. O juiz de direito Antonio Pimenta, de Guarulhos (SP), questiona a fonte dessa teoria: “Você querer colocar na cabeça de um ser humano que ele pode ser mulher se ele nasceu com corpo masculino é negar a biologia.” O pastor Franklin Graham tenta desconstruir o principal fundamento dessa visão ideológica: “Ensinar que não há diferença entre meninos e meninas nada mais é do que uma mentira. Somos diferentes porque Deus nos fez diferentes.” O Papa Bento XVI sintetiza a visão comum aos cristãos: “De acordo com a ideia bíblica da criação, a essência da criatura humana é a de ter sido criada homem e mulher. Esta dualidade é um aspecto essencial do que é o ser humano, como definido por Deus. Esta dualidade, entendida como algo previamente dado, é o que está a ser agora colocado em causa.”

Uma ideologia que se estabelece com força de verdade para governos e mercados
Talvez o leitor questione por que uma ideologia sem consenso na sociedade e na Ciência, mesmo nos campos científicos nos quais estabeleceu, ganha status de verdade absoluta a ponto de influenciar leis e forçar a mudança de paradigmas sociais cristalizados. Uma ideologia que embora trate do corpo, não se firmou nos estudos biológicos e genéticos, mas acomodou-se nas ciências sociais e humanas, sobretudo nos limites do discurso e do comportamento. Uma ideologia que não consegue se equilibrar no critério cartesiano de verdade. Que para vestir-se no manto científico, orienta-se nos terrenos movediços do desconstrutivismo e do relativismo filosófico. Muitos dos seus achados importantes vieram pelo método científico de pesquisa-ação, que é livre de preocupação objetiva e predominantemente subjetivo como nenhum outro método. Este é, aliás, um método científico ideal para a pesquisa engajada e de legitimação para a militância de causas. 

É possível que haja bem mais relações de interesse do que é percebido pelo senso comum sobre o esforço global para a troca da heteronormatividade pela homonormatividade nas sociedades. Este não é, portanto, um fenômeno somente brasileiro. Algumas perguntas em forma de resposta, inclusive, podem ser arriscadas a partir da análise dos ditos e não ditos encontrados em vozes de autoridade para essa ideologia e também das Nações Unidas. 

Merecem estudos aprofundados, por exemplo, as motivações da ONU, dos governos, das universidades e grandes empresas em apoiar e promover a Ideologia de Gênero, elaborada a partir dos ideais feministas e gayzistas. Pode-se especular que atende aos interesses globais pelo controle demográfico, por razões óbvias; da indústria turística e do entretenimento, porque aumenta a liberdade e o desprendimento individual para viagens; o maior consumo de bens e serviços de uso individual porque se gasta menos com o sustento e a fixação da prole; maior volatilidade dos bens e recursos individuais; reflexos diretos nos sistemas de previdência pública e privada e de seguros; menor apego à cultura e aos valores locais e familiares em atendimento à cultura e valores universais; menor compromisso do indivíduo com o núcleo familiar, em benefício do coletivo; menor necessidade de acúmulo de capital para investimento na família ou herança; fortalecimento dos governos e do mercado sobre a vontade dos cidadãos, pelo enfraquecimento e/ou derretimento do modelo de agregação familiar tradicional; tentativa de quebrar a espinha dorsal das culturas judaica e cristã, (e o consequente enfraquecimento da influência dessas culturas neste novo mundo que se desenha) visto que são baseadas nos conceitos de heteronormatividade e de família tradicional. Pelo visto, o apreço que essa ideologia alcança principalmente dos governos, dos mercados e da cultura é porque ela serve muito bem ao projeto de construção de uma Nova Ordem Mundial. 

Uma ideologia que se beneficia da interdição dos discursos
Infelizmente, não há na Academia espaço para vozes contrárias à essa ideologia, onde especulações como as listadas acima pudessem ser confirmadas ou não. Isto porque, como estratégia de proteção contra as contestações, estabeleceu-se a interdição discursiva, ou seja, esse tema foi colocado no campo dos assuntos tabu e do politicamente incorreto. O lema é não discutir, mas aceitar incondicionalmente o que se diz. Com isto, a universidade deixa de contemplar a pluralidade de ideias para satisfazer-se num projeto que estabelece nela e na sociedade uma hegemonia discursiva. 

O espaço para a contestação acha-se cada vez mais escasso também no restante da sociedade. Pode-se considerar que a influência formadora da pesquisa engajada que é produzida na universidade, atravessou os seus muros. Hoje, centros acadêmicos, sindicatos, partidos políticos, entidades representativas de classe e imprensa, com raríssimas exceções, acham-se submissos à essa ideologia. Os recursos argumentativos de defesa e ataque criados e desenvolvidos pelos que seguem essa visão, cumprem o efeito de calar os que se opõem. Mesmo que sejam manifestações pacíficas de opinião e respeitosas. Não escapa nem tese acadêmica. Tudo isto é feito com a intenção promover uma agenda positiva sem a necessidade de enfrentar o debate de ideias.

Na própria universidade, há questionamentos sobre os gastos públicos com disciplinas ligadas ao Gênero criadas para espalhar a ideologia nos mais diversos cursos de graduação, especialmente nas licenciaturas, e também na pós-graduação. As interpelações internas à universidade são mais contundentes quando se analisa a função dos grupos de pesquisa e da produção de dissertações e teses. Em parte, essa produção acadêmica é financiada pela CAPES e pelo CNPq, além de agências de fomento estaduais. A crítica corrente diz respeito à necessidade de racionalizar a aplicação do escasso dinheiro público para a pesquisa científica, haja vista que o país carece, prioritariamente, é de encontrar o rumo para o desenvolvimento educacional, científico e tecnológico. 

Os deputados estaduais e vereadores precisam também interpretar o sentido da mensagem veiculada pela máquina de propaganda dessa ideologia. A ideia repetida à exaustão, que hoje é quase senso comum, empresta aos contrários ao ensino da Ideologia de Gênero para as crianças, o título de preconceituosos. Segundo a propaganda, essas pessoas interferem na opção sexual de terceiros e impedem a realização de seus direitos. Mas esta não é a regra. Pelo menos os bem intencionados defendem às liberdades para todos, sem privilégios, o respeito entre as pessoas e que todos usufruam igualmente dos benefícios do estado democrático de direito. 

O que está em discussão neste momento é a possibilidade de se aprimorar e tornar compulsório o ensino da Ideologia de Gênero para crianças e adolescentes em creches, CMEIs de escolas públicas e privadas. Uma ideologia ainda em desenvolvimento, muito controversa, que substitui a heteronormatividade (eixo no qual as crianças são criadas em nossa sociedade) pela homonormatividade. É justamente esta substituição que se constitui no principal ponto de discórdia entre os dois grupos. Outro ponto de discórdia igualmente importante é a proposta de fazer com que as crianças educadas pela escola nessa ideologia, assumam a tarefa de mudar a visão de suas famílias e da sociedade. Visão esta que os defensores da ideologia considerada desatualizada, preconceituosa e constituída de tabus. Uma pergunta que surge neste final é quais as consequências e conflitos um projeto como esse, de reengenharia social, pode trazer aos alunos e às famílias visto que eles são culturalmente entranhados no modelo tradicional de família.


Orley José da Silva, é professor em Goiânia, mestre em letras e linguística (UFG) e mestrando em estudos teológicos (SPRBC).

quarta-feira, junho 17, 2015

YESHUA, simplesmente







שוע הוא הדרך


Yeshua hu haderech


Yeshua é o caminho


שוע הוא האמת


Yeshua hu haemet


Yeshua é a verdade


ישוע הוא האדון


Yeshua hu haadon


Yeshua é o senhor


ישוע הוא המלך


Yeshua hu hamelech


Yeshua é o rei


ישוע הוא המשיח


Yeshua hu hamashiach


Yeshua é o messias


ישוע הוא מושלם


Yeshua hu mushlam


Yeshua é perfeito


ישוע הוא יהודי


Yeshua hu yehudi


Yeshua é Judeu


ישוע הוא המורה


Yeshua hu hamore


Yeshua é o mestre


ישוע הוא אלוהים


Yeshua hu elohim


Yeshua é Deus


ישוע הוא נביא


Yeshua hu navi


Yeshua é profeta


ישוע הוא המושיע


Yeshua hu hamoshia


Yeshua é o salvador


ישוע הוא בן האלוהים


Yeshua hu bem haelohim


Yeshua é o filho de Deus


ישוע הוא אלוהי


Yeshua hu elohai


Yeshua é meu Deus


ישוע הוא מושיעי


Yeshua hu moshiai


Yeshua é o meu salvador


ישוע הוא מלך המלכים


Yeshua hu melech hamelachim


Yeshua é o rei dos dos reis


ישוע הוא אדון האדונים


Yeshua hu adon haadonim


Yeshua é o senhor dos senhores


ישוע הוא מלך היהודים


Yeshua hu melech hayehudim


Yeshua é rei dos judeus


ישוע הוא בן האדם


Yeshua hu bem haadam


Yeshua é o filho do homem


ישוע הוא בן דוד


Yeshua hu ben david


Yeshua é filho de david


ישוע הוא מושיע העולם


Yeshua hu moshia haolam


Yeshua é salvador do mundo


ישוע הוא בן הבתולה


Yeshua hu ben habetula


Yeshua é o filho da virgem


ישוע הוא הבן של אלוהים


Yeshua hu haben shel elohim


Yeshua é o filho de Deus



domingo, junho 14, 2015

Menos direitos, por favor.










Menos direitos, por favor.por Colombo Mendes







Nas eleições passadas e nos discursos políticos de sempre, “direito” foi e é uma das palavras mais utilizadas por políticos em seus discursos. A estratégia é eficaz, pois nós, eleitores e cidadãos em geral, somos especialmente simpáticos à ideia de receber. Oferecer algo, contudo, é um pouco mais difícil – a não ser que usemos verbas públicas e façamos o “bem” com dinheiro alheio.

Nestes primeiros meses de novos mandatos, já vemos ações que visam à reeleição em 2018. Governantes e legisladores seguirão prometendo e, de fato, até distribuindo privilégios travestidos de direitos, por puro eleitoralismo, em um projeto egoísta de acúmulo de poder econômico. Todavia, há quem proceda de forma muito mais periculosa, dentro de um projeto de poder político mais amplo. Falo de quem promete e distribui benesses em nome de ideologias – e a humanidade sabe (sobretudo os milhões de russos, ucranianos, chineses, cubanos, alemães etc.) o potencial de devastação das abstrações ideológicas. 
Seguindo a máxima do “dividir para conquistar” (atribuída ora a Júlio César, ora a Napoleão), políticos populistas e demagogos prometem vantagens a determinados grupos (normalmente, organizados e queixosos) e deixam outros grupos insatisfeitos. Com a divisão consolidada e o caos instalado, apresentam-se, então, como arautos da sensatez, dispostos a mediar as tensões, oferecendo colheradas de bondade a gregos e a troianos.

O rol dos supostos direitos prometidos é vasto, em quantidade e irresponsabilidade, pois ignora-se que cada direito traz consigo uma proporcional carga de deveres e entra em conflito com outros direitos. Trabalhemos com um exemplo prático: se estudantes não pagarem passagens no transporte público, como defenderam alguns candidatos, o serviço acabará sendo pago pelos trabalhadores que utilizam os coletivos e pelos empresários que subsidiam vale-transporte a seus funcionários. Além disso, a concorrência fugirá do processo e a qualidade do serviço, então monopolizado pelo Estado, tenderá à queda. Ou seja, direitos para uns, deveres para outros, com a tensão social devidamente estabelecida, levando todos à solicitação da mediação estatal.

Outro exemplo: organizações não governamentais pressionam autoridades para que deem proteção especial a homossexuais. Não deixa de ser um pedido justo, mas esse zelo deve ser estendido a todos os outros brasileiros, vítimas de mais de 50 mil assassinatos e de milhões de assaltos, sequestros, estupros e outras violências por ano. Por fim, cito a questão das cotas raciais em vestibulares. Ora, privilegiar vestibulandos em função de sua cor de pele, pressupondo que estão menos capacitados para uma disputa meritocrática, é diferenciação racial; logo, é racismo. Aliás, é racismo de mão-dupla: contra o negro, por pressupor que ele precisa de uma vantagem competitiva; e contra o não negro, por prejudicá-lo na disputa. Novamente, são agraciados estes e depreciados aqueles – e quem possibilita essa tensão é quem detém o remédio.

Não, não tenho absolutamente nada contra os indivíduos que compõem as [supostas] minorias citadas ou tangenciadas nesses exemplos. O problema é tão somente o ativismo oportunista, que caça vantagens a determinados grupos em função de preferências que deveriam limitar-se à vida íntima das pessoas (no caso das “minorias sexuais” [sic], por exemplo) e de características físicas e naturais que não determinam nada per se (como a cor da pele ou o sexo do indivíduo). Apenas para ilustrar o quão artificiais são essas tensões: a quem alega que cotas são uma política de reparação histórica inegociável, vale lembrar que eram negros os líderes de tribos africanas que capturavam seus conterrâneos e os vendiam aos europeus e que eram brancos os europeus escravizados – oito séculos antes da escravidão nas Américas – por hordas islâmicas, repletas de negros do Norte da África.

A verdade é que supostas reparações e correções artificiais de aparentes injustiças servem apenas a tensionar a população, a colocar-nos uns contra os outros, a dividir para conquistar, enfim. A atual sanha por privilégios só faz aumentar as tensões sociais, opondo-nos em raças, gêneros, classes etc.; mas geram dividendos eleitorais, enriquecem e cobrem de poderes os pretensos benfeitores. São essas situações claros indícios de por que o Brasil atravessa tamanha crise ética e moral. Quando cada um coloca os direitos de sua preferência à frente do bem comum, o resultado é a guerra de todos contra todos.


Publicado na revista Voto.

sexta-feira, junho 12, 2015

O que é visto e o que não é visto no controle de armas.





por Sheldon Richman




O número abominável de assassinatos por todo o país tem, previsivelmente, renovado o apelo pelo maior controle de armas. Defensores do banimento de armas caem na falácia clássica que é usualmente associada às políticas econômicas. Mas isto se aplica completamente a todas as políticas governamentais, incluindo controle de armas.

No século XIX, o economista francês Frederic Bastiat, explicou que para que compreendamos as consequências de uma política devemos considerar tanto o que é visto como o que não é visto. Esta foi também a lição ensinada por Henry Hazlitt, discípulo intelectual de Bastiat, em seu famoso livro “Economia numa única lição”. Hazlitt identificou a “persistente tendência dos homens em ver apenas os efeitos imediatos de uma dada política ou apenas seus efeitos num grupo em particular, e a negligenciar a pesquisa de que os efeitos de longo prazo daquela política atingirão não apenas aquele grupo em particular, mas todos os grupos. Esta é a falácia de omitir as consequências secundárias”.

O famoso caso de negligenciar o que não é visto, é claro, é o caso da vidraça quebrada (de Bastiat). Os observadores estão propensos a notar que o vidraceiro obterá novas receitas. Não atentam em que se a vidraça não tivesse sido quebrada, o proprietário da vidraça poderia ter gasto seu dinheiro para melhorar sua situação ao invés de meramente restaurá-la. Isto é o que não é visto.

Se você pensa que esta é uma falácia que ocorre raramente, apenas leia os jornais após o próximo furacão, terremoto ou desastre natural. Certamente alguém enunciará o bordão: projetos de reconstrução.

Se observamos apenas as consequências óbvias imediatas, avaliaremos mal e incorretamente as circunstâncias e qualquer política daí resultante será ruim. Este é o problema com o controle de armas.

O não visto na venda de armas
Os defensores do banimento de armas reagem à notícia de um tiroteio dizendo que se o assaltante/assassino não tivesse tido acesso a armas de fogo aquele tiroteio não teria ocorrido. É claro, isto é verdade: o tiro requer uma arma. Mas isto prova muito menos do que pensam os controladores. Isto não significa que se o assassino não tivesse sido capaz de obter uma arma legalmente ele não a obteria de algum outro modo. Defensores do controle de armas, (Brady Law, nos EUA) algo que requer um período de espera e verificação de antecedentes para os compradores de armas, exultam que dezenas de milhares de pessoas tenham tido seus pedidos de porte de armas recusados. A maioria, com certeza, não eram criminosos violentos. Mas este não é o fim da estória. Um bandido que teve sua aquisição de armas negado desistirá tão facilmente? Ou ele está apto a recorrer ao mercado negro para adquirir uma arma? Ou pior, ele não pode assaltar uma loja de armas ou a casa de alguém para roubar uma arma?

O controle de armas dá as costas a este simples fato: pessoas que usam armas para infringir a lei, infringirão a lei para obter armas.

Os controladores veem a diminuição da venda de armas. Eles não veem, e consequentemente não levam em consideração, os meios alternativos para aquisição de armas.

As vítimas não vistas
A falha em considerar o não visto não para aqui. Após cada assassinato, ouvimos a enumeração de estatísticas de quantas pessoas são assassinadas por armas de fogo a cada ano. A implicação é que sem armas a taxa de assassinatos diminuiria. Somos lembrados também de como muitos acidentes com armas ocorrem (a taxa de acidentes com armas, entretanto, tem caído), e somos levados a acreditar que se a posse legal de armas fosse restringida severamente menos pessoas morreriam a cada ano por disparos. Não é verdade.

Para ser claro, algumas pessoas que foram mortas poderiam estar vivas hoje. Mas algumas que não foram mortas, teriam sido. Como assim? Isto pode surpreender, por não ter nenhuma publicidade, mas pessoas usam armas defensivamente (quase sempre sem dispará-las) dois milhões e meio de vezes a cada ano. Como aponta John Lott, da Escola de Direito da Universidade de Chicago, este número inclui os incidentes em que massacres são prevenidos ou reduzidos e nos quais mães impedem roubos quando suas crianças estão em seus carros.

Em um artigo para o The American Enterprise, Lott escreveu: “Na superfície, os tiroteios em escolas parecem um forte argumento para restrição da posse privada de armas. Mas a verdade é que armas manejadas por cidadãos têm salvo vidas em tais incidentes, incluindo alguns recentes”. Ele nos lembra o tiroteio ocorrido recentemente numa escola em Pearl, Mississipi, que poderia ter alcançado um número maior de vítimas caso um assistente não tivesse pego sua arma no carro e a utilizado para conter o agressor até que a polícia chegasse. Um caso similar ocorreu para acabar com um incidente de tiroteio em Edinboro, Pennsylvania.

As mortes que não ocorrem devido a pessoas decentes terem armas não podem ser vistas, e portanto não são introduzidas na apuração do saldo de vítimas. Se as armas forem banidas, as pessoas decentes, não os criminosos, terão perdido um método chave de uso da força para defenderem a si mesmas e a outros. Então, mais pessoas poderão morrer nas mãos de criminosos do que hoje.

Podemos demonstrar isto negativamente com um incidente real. Alguns anos atrás George Hennard Junior entrou numa cafeteria em Killeen, Texas, e abriu fogo matando 23 usuários e ferindo outros 28. Suzanne Gratia Hupp estava lanchando lá com seus pais e os viu sendo assassinados. Acontece que esta mulher usualmente carregava uma pistola em sua bolsa (o que naquela época era ilegal). Mas neste dia, temendo a revogação de uma licença ocupacional recentemente obtida, ela deixou a arma em seu carro quando ela e seus pais entraram na cafeteria. Ela está convencida de que se ela tivesse a arma consigo poderia ter parado o atirador. Seus pais, e outros, poderiam ter sido poupados. Eles podem ser contabilizados entre as vítimas do controle de armas.

Há ainda um outro tipo de “não visto” na questão do controle de armas. A maioria dos estados tem agora legalizado o porte de armas para cidadãos que satisfazem a alguns critérios. Formalmente, as autoridades locais têm ampla discrição na outorga destas permissões. Onde o porte é permitido, são os criminosos que são atormentados pelo que “não é visto”. Eles não podem saber quem tem uma arma e quem não tem. Isto cria um problema para os bandidos. As pessoas que escolhem não portar armas, não obstante, se beneficiam do fato de que outros podem portá-las. Criminosos, tipicamente, não gostam de atacar alvos perigosos. Uma vez que os criminosos não podem saber com antecedência quem está ou não portando uma arma, eles têm de assumir que qualquer um pode estar, se não a vítima em potencial, alguém próximo. Isto é um modo de criar segurança nas ruas.

Um mundo sem armas não seria um mundo mais seguro do que um mundo em que pessoas decentes tenham permissão de possuí-las. Sem armas, os bandidos maiores e mais fortes teriam vantagem sobre as vítimas menores e mais fracas. As mulheres, especialmente, sofreriam. Num mundo sem armas o “não visto” seriam as vítimas de espancamentos fatais e esfaqueados que teriam permanecido vivas se possuíssem armas de fogo com as quais pudessem se defender.


http://sheldonfreeassociation.blogspot.com.br/

Tradução: Flávio Ghetti

quinta-feira, junho 11, 2015

Viadagens teológicas: ambiente da teologia da libertação e TMI produzindo teologia gay no Brasil

por Julio Severo





Introdução

Quando eu já havia finalizado esta reportagem, veio uma bomba: Toni Reis, o fundador da ABGLT, deu uma palestra numa aula de educação sexual na Faculdade Evangélica do Paraná no final de abril de 2015. A ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil, tem hoje condição consultiva na Organização das Nações Unidas. Toni havia apresentado queixas em 2013 contra o Pr. Silas Malafaia, o mais proeminente pastor da Assembleia de Deus no Brasil, e contra Julio Severo em 2007. Ambas as queixas eram sobre “homofobia” e foram apresentadas no Ministério Público Federal. Toni tem sido ativo em pressões para que o governo apoie seus esforços para impor a doutrinação homossexual nas crianças do Brasil. A Faculdade Evangélica do Paraná, que recebeu Toni como palestrante, é sustentada por várias igrejas protestantes. A presença dele numa instituição evangélica mostra que a Igreja Evangélica no Brasil precisa urgentemente conhecer os perigos da teologia, ideologia e ativismo gay. Com esta reportagem, quero ajudar as igrejas a evitar convidar para suas instituições radicais militantes ideológicos decididos a homossexualizar crianças e perseguir cristãos.

Teologia gay e suas raízes liberais

Teologia homossexual? No Brasil isso só existe em “igrejas” não reconhecidas, fundadas por indivíduos que se apostataram do Evangelho e saíram de igrejas reconhecidas (Assembleia de Deus, Igreja Batista, etc.). Esses indivíduos não foram, em seu ativismo, aceitos em igrejas reconhecidas e assim tiveram de fundar suas próprias teologias e igrejas independentes.



Só nos EUA existe o fenômeno de teologia homossexual avançando em igrejas reconhecidas, como a Igreja Presbiteriana dos EUA e outras grandes denominações protestantes históricas americanas. Todas essas igrejas têm um problema comum antigo: o Evangelho Social, uma teologia liberal e esquerdista que começou a afetá-las na década de 1870.

A teologia homossexual só se tornou realidade entre essas igrejas reconhecidas depois que tal liberalismo teológico se alastrou e se solidificou por mais de 100 anos.
Liberalismo e esquerdismo então acabam se tornando pai e mãe da teologia homossexual.

Teologia gay numa igreja “protestante” não-reconhecida

No Brasil, o mais importante documento teológico homossexual de uma igreja protestante não reconhecida vem da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro. Essa igreja não reconhecida nasceu da Igreja da Comunidade Metropolitana dos EUA, a primeira e maior denominação homossexual americana, que se alastrou para 37 países.
Em seu documento “Algumas verdades que os gays precisam saber sobre a Bíblia,” do início da década de 2000, a Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro desconstrói as principais passagens da Bíblia que claramente condenam o pecado homossexual, dizendo que as condenações não são feitas por Deus nem pela Bíblia, mas por supostas más interpretações teológicas.

Entre suas muitas aprovações do comportamento homossexual, o documento diz:



“A orientação sexual faz tanto parte de você como a cor da sua pele ou como as manchas do leopardo, você não pode mudar ou deixar de ser o que você foi criado por Deus para ser.”

“A orientação sexual, tanto para heterossexuais como para homossexuais, não é algo que uma pessoa escolha. Alguns estudos recentes indicam que a orientação sexual tem uma grande influência genética ou biológica sendo, provavelmente, determinada antes ou pouco depois do nascimento.”

“Como a homossexualidade não é uma doença ou desvio, não existe nada para curar.”

Mas não posso fazer essas citações sem respeitar o aviso expresso do documento, que diz: “Na cópia ou reprodução total ou parcial deste material deve obrigatoriamente ser mencionado os créditos dos autores.” Respeitando então esse aviso, reproduzo a autoria que consta registrada no documento: “Escrito por Pastor Marcos Gladstone e Ciro D’Araujo.”

Gladstone era o “pastor” da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro. Ciro é o filho de Caio Fábio, outrora o mais famoso pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Caio também foi o maior e mais astuto promotor da Teologia da Missão Integral (TMI) na história da Igreja Evangélica do Brasil. Um pai na TMI acabou produzindo um filho na teologia gay.

A TMI foi inspirada no Brasil pelo Rev. Richard Schaull, um missionário presbiteriano americano que foi professor, durante a década de 1950, do maior seminário teológico da Igreja Presbiteriana do Brasil. Schaull era um grande adepto e promotor do Evangelho Social.

Teologia gay numa igreja protestante reconhecida

Embora a TMI seja comum em meios presbiterianos, sua aceitação oficial descarada é muito mais comum na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), que tem líderes proeminentes da Teologia da Libertação e líderes proeminentes da Teologia da Missão Integral.

Qualquer pessoa minimamente inteligente deveria concluir que se o Evangelho Social (que é a mãe da TMI) acabou produzindo uma teologia pró-sodomia na Igreja Presbiteriana dos EUA, o que esse “evangelho” iria produzir no Brasil?

Em 2006, a EST (Escola Superior de Teologia), o maior seminário teológico da IECLB, teve como palestrante convidado Luiz Mott, o patrono do movimento homossexual brasileiro.

Mas os escorregões homossexualistas da EST não param por aí.

André Sidnei Musskopf, professor da EST, apresentou em 2008 sua tese na EST na área de Teologia Sistemática. Sua tese, para pós-graduação em teologia, tem o título explicito de “Via(da)gens teológicas: itinerários para uma teologia queer no Brasil.”

A tese diz: “O argumento central desta Tese é que a teologia precisa andar por outros lugares. Embora este chamado seja dirigido a todas as teologias que se sustentam em uma matriz heterocêntrica para a construção do conhecimento teológico, ele se dirige de maneira especial para a Teologia da Libertação Latino-Americana, em cuja caminhada as reflexões desta Tese se inserem.”

Teólogo luterano aprendendo teologia gay nos EUA

Musskopf afirma que o que foi decisivo para ele ter um encontro com a teologia homossexual foi sua experiência com a teologia da libertação e a teologia feminista fortemente presentes na EST na década de 1990. Seu encontro direto com a teologia homossexual ocorreu nos Estados Unidos, onde ele estava fazendo intercâmbio de estudos em igrejas luteranas liberais em vários estados dos EUA. Ali ele conheceu o livro “A Gay Liberation Theology” (Uma Teologia da Libertação Gay) de Richard Cleaver. Musskopf confessa que o livro de Cleaver “foi a primeira publicação encontrada” que respondeu perfeitamente aos seus anseios alimentados na Teologia da Libertação. A experiência americana o introduziu num radical ativismo homossexual teológico.

Ele diz sobre o livro “A Gay Liberation Theology” (Uma Teologia da Libertação Gay): “Saber que existia algo que se chamava ‘teologia gay’ era reconfortante e, ao mesmo tempo, promissor, uma vez que, de onde eu vinha [o Brasil], nunca tinha ouvido falar de nada disso.”

Seu interesse então é que a teologia gay nascida nos EUA repercuta no Brasil e em toda a América Latina. Ele diz: “Se o ponto de partida é a teologia homossexual-gay-queer produzida nos Estados Unidos, a pergunta que encerra a (re)construção desta paisagem descoberta e habitada é pela existência de uma tal teologia no Brasil e na América Latina.”
Ele acrescenta: “A descoberta de uma Teologia Gay nos Estados Unidos também retorna como uma forma de compartilhar um conhecimento produzido em outros contextos, mas importante no estabelecimento dos itinerários para uma teologia queer no Brasil ou em outro contexto.”

Pelo fato de que a teologia gay nos EUA é a mais avançada e poderosa do mundo, é uma ameaça homossexualista para todas as igrejas cristãs mundiais. Aliás, os EUA estão na vanguarda da infecção homossexualista global, espalhando e impondo o vírus da agenda gay no mundo inteiro.

Quando os EUA tinham uma avançada teologia gay, o Brasil e muitas outras nações não tinha nenhuma teologia tal. Meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado originalmente pela Editora Betânia em 1998, alertava que a propagação da teologia, ideologia e ativismo gay nos EUA acabaria alcançando o Brasil. No entanto, as predições do meu livro, baseadas na realidade dos EUA, foram muitas vezes rejeitadas ou até zombadas no final da década de 1990. Muitos leitores achavam que era absurdo supor que o Brasil poderia se tornar como os EUA em ativismo homossexual. Hoje, o Brasil e seu governo socialista estão firmemente seguindo a realidade americana. Para fazer o download do livro “O Movimento Homossexual,” vá a este link: http://bit.ly/ZzOglb

A teologia gay mais importante do Brasil

Musskopf faz uma viagem descrevendo o nascimento e expansão da Teologia Gay no Brasil, revelando, inclusive, que “Em 1998 o Pastor Orellana foi ordenado como o ‘primeiro pastor assumidamente gay’ no Brasil pelo Pastor Nehemias Marien da Igreja Presbiteriana Bethesda.”

Não é à toa que, com sua tese, André Sidnei Musskopf tenha se tornado o maior teólogo da Teologia Gay no Brasil.

A teologia gay de Marcos Gladstone e Ciro D’Araújo é curta e simples, mas a teologia gay de Musskopf é longa, profunda e detalhada.

“Viadagens Teológicas,” de André Sidnei Musskopf, é uma obra com extensa bibliografia de livros americanos, evidenciando que sem as fontes americanas, seria quase impossível Musskopf ter escrito um trabalho que, com a aparência de pesquisa séria, desconstrói tudo o que Deus fala na Bíblia contra o homossexualismo e constrói uma homossexualidade aceita por Deus.

O ambiente ideal para o nascimento, crescimento e expansão da Teologia Gay é o ambiente onde prolifera a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral. Aliás, Musskopf explica: “Os grupos e igrejas GLBT assemelham-se às Comunidades Eclesiais de Base de onde emergiu a Teologia da Libertação na década de 1970.”

Em sua tese, ele explica também que outros teólogos latino-americanos que estão se abrindo para a a teologia homossexual tinham tido primeiramente uma experiência com a Teologia da Libertação, cuja versão evangélica é, de acordo com Robinson Cavalcanti e Ariovaldo Ramos, a Teologia da Missão Integral.

Infecção homossexualista em instituições teológicas

Ele diz: “Mesmo assim, ao lado de lideranças atuantes nos grupos e igrejas cristãos GLBT, há um número crescente de teólogos desenvolvendo estudos acadêmicos e que são vozes importantes para se pensar uma teologia homossexual-gay-queer brasileira e latinoamericana. Várias dissertações de mestrado e teses de doutorado têm sido defendidas nos últimos anos enfocando estas questões. Em 2001, Mário Ferreira Ribas defendeu Dissertação de Mestrado na Universidade Metodista de São Paulo com o título ‘Escritura, tradição e razão no debate sobre a homossexualidade no anglicanismo.’

Musskopf destaca a importância do “crescente contato com teólogos gays norte-americanos, a vivência dos grupos cristãos GLBT, o contato com os estudos da homocultura, a maior imersão no Movimento GLBT e a busca por reconhecimento na academia teológica brasileira.”

Ele conta como ele ajudou a organizar a Parada Gay de São Leopoldo, cidade-sede da EST, em 2006. Ele revela também que existe um grupo de militantes homossexualistas dentro da EST.

Pelo fato de que tanto a IECLB quanto sua EST são instituições evangélicas reconhecidas, outras instituições evangélicas também mantêm relações com a EST. Em setembro de 2014, a EST realizou o II Congresso Internacional de Faculdades EST, onde a palestra de abertura foi dada por um professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Esse professor também dá aulas na Universidade Metodista de São Paulo, uma das instituições evangélicas mais esquerdistas do Brasil, juntamente com a EST.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie não é homossexualista, mas em 2013 convidou o deputado Jean Wyllys, um dos maiores ativistas gays do Brasil, para um debate com um advogado evangélico. Os estudantes dessa universidade protestante vaiaram o evangélico e aplaudiram o ativista gay.

Esse professor do Mackenzie jamais daria uma palestra na Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro. Mas deu na EST.
A Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro, o “pastor” Marcos Gladstone e Ciro D’Araújo são livres para defender a teologia homossexual e qualquer outra teologia pervertida. A igreja e as obras deles, embora o pai de Ciro fosse outrora a maior estrela presbiteriana do Brasil, não gozam de nenhum reconhecimento no mundo evangélico. Portanto, não têm validade alguma.

Contudo, quer gostemos ou não, a EST tem reconhecimento oficial no mundo evangélico.
O reconhecimento de uma grande igreja protestante histórica como a luterana proporciona para Musskopf muitas oportunidades, inclusive no Congresso Nacional. Ele é autor de vários livros e participa de eventos nacionais e internacionais para dar sua visão teológica militante a favor da agenda gay.

Musskopf é autor do livro “Talar Rosa: Homossexuais e o ministério na igreja,” que defende a ideologia gay a partir de uma interpretação torcida da Bíblia. Ele é autor também do capítulo “Teologia e hermenêutica bíblica queer” do livro Imagem & diversidade sexual: Estudos da Homocultura (São Paulo: Nojosa, 2004), organizado por Denilson Lopes, ativista homossexual autor do artigo pró-pedofilia “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea,” denunciado por mim em 2007.

A influência dele não se limita da EST. Musskopt foi preletor no 10º Seminário LGBT, realizado no Congresso Nacional em 2013. O grande seminário homossexual foi patrocinado pelo governo do PT.

Quando toda as esquerdas evangélicas do Brasil assinaram, com o patrocínio da revista Ultimato, um manifesto contra a nomeação do Dep. Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Musskopf foi um dos assinantes. Nada mais natural do que ativistas gays “cristãos” e evangélicos esquerdistas andarem em união.

Feliciano é um pastor da Assembleia de Deus e a maioria dos “cristãos” que se opuseram a ele eram protestantes tradicionais (presbiterianos, luteranos, etc.) adeptos da TMI

Como luterano, Musskopf passou anos na igreja sendo influenciado pela Teologia da Missão Integral e Teologia da Libertação. O resultado? Viadagens teológicas. Se ele tivesse vivido num ambiente evangélico aberto à libertação que Jesus Cristo oferece — e há muitas igrejas renovadas, pentecostais e neopentecostais no Brasil que dão liberdade para Jesus libertar e salvar pessoas escravizadas ao pecado homossexual —, Musskopf teria esperançosamente sido liberto de suas viadagens e, em vez de louvá-las, ele estaria louvando o Salvador Jesus Cristo.

Mas em vez de Jesus, sua denominação priorizou o liberalismo teológico da TMI, e o resultado é membros, pastores e teólogos sem libertação.
As viadagens teológicas da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro, do “pastor” Marcos Gladstone e de Ciro D’Araujo nunca foram aceitas no mundo evangélico, pois a igreja e a teologia deles não têm nenhum reconhecimento entre os evangélicos. Em resumo, eles não são evangélicos.

Igreja Luterana: Na vanguarda da Teologia da Libertação, TMI e teologia gay

No entanto, a EST e a IECLB, juntamente com seu amor pela TMI, Teologia da Libertação, a teologia feminista e teologia homossexual, são protestantes tradicionais e fazem parte do mundo protestante tradicional. Graças a EST e IECLB, Musskopf e suas viadagens teológicas fazem parte do mundo luterano e podem, cedo ou tarde, contaminar o mundo evangélico, começando pelo mundo acadêmico dos professores de teologia.


A IECLB tem líderes liberais internacionais. O Rev. Walter Altmann, que já foi presidente da IECLB, é moderador do Conselho Mundial de Igrejas e é um teólogo conhecido internacionalmente por defender a Teologia da Libertação (TL).


Outro importante líder da IECLB é o Rev. Valdir Steuernagel, conhecido no Brasil como um ativista da TMI e conhecido internacionalmente por ser líder no Movimento Lausanne e na Aliança Evangélica Mundial.


Desse ambiente liberal pró-TL e pró-TMI, o que pode resultar? Um teólogo homossexualista chamado Musskopf.


Com Altmann, a IECLB está na vanguarda da Teologia da Libertação.


Com Steuernagel, a IECLB está na vanguarda da Teologia da Missão Integral.


Com Musskopf, a IECLB está na vanguarda da Teologia Gay.


É claro que Steuernagel não é mais proeminente em defesa da TMI do que o calvinista Ariovaldo Ramos e Caio Fábio.


Apesar da grave ameaça do liberalismo teológico, que abrange desde a TMI até a teologia homossexual, a preocupação maior de igrejas protestantes tradicionais como a IECLB tem sido a “teologia” (ou falta de teologia!) de igrejas pentecostais e neopentecostais que, com todos os seus defeitos, não estão abertas ao liberalismo teológico nem à teologia homossexual.


Nessas igrejas, um militante homossexual não tem espaço e tem de sair para se envolver em ativismo homossexual.


Em contraste, na IECLB, um militante homossexual pode escrever livros teológicos e muito mais. André Sidnei Musskopf, que é professor de teologia na EST, é prova dos espaços liberais que a Teologia da Missão Integral acaba abrindo para o ativismo homossexual numa das maiores denominações protestantes tradicionais do Brasil.
Começaram na TMI e Teologia da Libertação e hoje estão no buraco negro das viadagens teológicas.


A linguagem de Musskopf é cheia de jargões de profissionais ideológicos, em contraste com a linguagem de Jesus, que usava os exemplos mais básicos para mostrar que ele estava perto do povo. Ele falava sobre pães e outras coisas do cotidiano, enquanto que os teólogos da TMI têm uma linguagem tão elevada que só alcança teólogos e ativistas.
Se você tem muito tempo para perder em filosofices e teologices gays, “Viadagens Teológicas” de Musskopf é leitura indispensável.


Bruxaria e homossexualismo


Em sua tese, Musskopf reconhece que a bruxaria e o espiritismo são mais receptivos ao homossexualismo e seus praticantes.
A tese dele tem 36 menções positivas da umbanda, 19 menções positivas do candomblé e nenhuma condenação. A tese dele diz: “Deus está na igreja, mas também está no terreiro.”


O Brasil é o país mais espírita do mundo. Musskopf explica que assim como a teologia gay brasileira teve origem nos EUA, o espiritismo brasileiro (que é favorável ao homossexualismo) também teve origem nos EUA. Ele diz:




“No contexto brasileiro houve, ainda no século XIX, o surgimento do ‘espiritismo.’ Originado no final da década de 1840 nos Estados Unidos e desenvolvido como ‘ciência’ de maneira especial na década de 1850 na Europa, a primeira sessão espírita no Brasil ocorreu em 1865 e em 1884 foi fundada a Federação Espírita Brasileira. A partir de então o espiritismo se espalhou por todo o Brasil rapidamente e ganhou grande notoriedade na década de 1950 com as ‘curas espirituais’ do Dr. Fritz e, principalmente, através da figura de Chico Xavier por suas centenas de publicações e por ter se tornado um exemplo de santidade.”


Musskopf diz que embora em sua origem o espiritismo seja uma “ciência,” no Brasil ele tornou-se uma religião (p. 82).
A fagulha espírita nos EUA se transformou em fogueira incontrolável no Brasil.
O que é preocupante é que se uma fagulha pode causar tanto estrago em outros países, como ficarão o Brasil e outras nações agora que os EUA exportam teologia homossexual e outras fogueiras teológicas?
De forma geral, o espiritismo brasileiro é aberto à agenda homossexual. Isso pode explicar a razão não só das políticas homossexualistas do governo brasileiro, mas também o apoio que o governo brasileiro dá ao governo americano em seus esforços, inclusive na ONU, de impor o homossexualismo no mundo inteiro.
Espiritismo e bruxaria andam juntos com homossexualismo.


Luiz Mott, cujo ativismo homossexual critica o Cristianismo conservador e louva a umbanda e o candomblé, é mencionado 41 vezes de forma favorável na tese de Musskopf.
Denilson Lopes é citado 15 vezes de modo igualmente favorável. Tanto Mott quanto Lopes são ativistas homossexuais acusados de defender a pedofilia. Lopes é autor do artigo “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea.”


Musskopf destaca que a Igreja Católica e as Igrejas Protestantes históricas têm tradições contra o homossexualismo. Mas é possível entender em seu trabalho que ambas as igrejas não souberam lidar com o espiritismo e a bruxaria, que têm grande espaço para o homossexualismo. Embora tanto a Teologia da Libertação quanto a Teologia da Missão Integral hostilizem o neopentecostalismo, Musskopf diz: “Mas foi o Neopentecostalismo que fez esta articulação de maneira mais completa, pois, além de encontrar maior aceitação entre as classes populares, ele ‘representa um movimento teológico de contato de cosmovisões nunca antes tocadas: do protestantismo europeu reformado e do novo mundo com o Brasil Católico ancorado na tradição afro e indígena.’”
Liberalismo presbiteriano


De fato, há exemplos de igrejas históricas que não sabem lidar com o espiritismo. O Rev. Marcos Amaral, da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), tem se tornado famoso por se unir a líderes das religiões afro-brasileiras para combater o “preconceito” contra a bruxaria.


Outro líder na IPB, o Rev. Marcos Botelho, escreveu um artigo intitulado “Os direitos LGBTT e a fé cristã,” na revista presbiteriana Ultimato, onde ele disse que a “culpa” dos ativistas gays quererem impor uma tirania homossexual sobre toda a população do Brasil é “porque nós cristãos não estamos fazendo a nossa parte e lutando para o direito de todos: o de escolher livremente a sua opção sexual.”


Botelho é um dos diretores da organização Jovens da Verdade (JV), que tem uma faculdade teológica (FLAM), dirigida pelo promotor da TMI Ariovaldo Ramos, exclusivamente ocupada com a TMI. O JV patrocina eventos da TIM.


Como exemplo de que os cristãos têm de lutar para promover a causa homossexual, Botelho havia citado que o divórcio no Brasil católico foi legalizado por um deputado presbiteriano. Botelho, que é um defensor da TMI, nunca foi repreendido por seu liberalismo teológico. Outro líder da IPB, o Rev. Luiz Longuini, é divorciado quatro vezes e tem um livro, publicado pela Ultimato, defendendo a TMI.


Se Botelho fosse pastor assembleiano, dificilmente ele escaparia de uma disciplina ou expulsão por suas palavras pró-homossexualidade.


A Igreja Católica no Brasil, que é a maior nação católica do mundo, está quase toda dominada pela Teologia da Libertação. E as Igrejas Protestantes históricas (onde a IECLB de Musskopf ocupa lugar de destaque) estão cada vez mais dominadas pela Teologia da Missão Integral. Nenhuma dessas igrejas expulsa demônios ou considera elementos demoníacos no homossexualismo ou outras perversões.


E se Musskopf frequentasse uma igreja neopentecostal?


Em comparação, como reconheceu Musskopf, as igrejas pentecostais e neopentecostais alcançam diretamente o povo, sabem lidar com o que é aproveitável das tradições da Reforma e sabem lidar com as tradições do espiritismo, umbanda e candomblé e suas ligações com homossexualismo. Enfim, essas igrejas, que não costumam ser abertas à Teologia da Libertação e à Teologia da Missão Integral, entendem o homossexualismo como pecado e, onde necessário, expulsam os devidos demônios.


Dificilmente, Musskopf conseguiria ser numa igreja neopentecostal como a Igreja da Graça o que ele é na IECB: um ativista homossexual protestante.
Dificilmente ele conseguiria fazer numa igreja neopentecostal como a Igreja Bola de Neve o que ele faz na IECLB: promover uma teologia gay.
Dificilmente uma igreja neopentecostal deixaria de dar a ele o que a IECLB e outras igrejas protestantes históricas não dão: ministrações sob o poder do Espírito Santo e até expulsão de demônios.


Numa grande igreja neopentecostal como a Igreja da Graça ou a Igreja Bola de Neve, Musskopf teria de sair da igreja para assumir sua militância homossexual “cristã” e sua teologia gay. Na IECLB, que é a maior denominação luterana do Brasil, ele pode ocupar espaço, resistir ao que resta de conservadorismo e “produzir”: militância, ativismo e teologia gay.


“Sabedoria” teológica a serviço do pecado homossexual
Aliás, Musskopf disse que sua tese “é organizada em três momentos — ‘ocupar, resistir, produzir’ — um dos lemas mais conhecidos do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).”
Ele e seu grupo já estão “ocupando, resistindo e produzindo” na EST e na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Como é comum entre evangélicos liberais, Musskopf não gosta de ambientes conservadores. Ele gosta de ambientes da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral. É só nesse tipo de ambiente progressista que ele e sua teologia têm espaço de crescer e florescer.
Com a ajuda da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral, ele espera que sua teologia gay acabe “ocupando, resistindo e produzindo” em muitos centros teológicas do Brasil.
Onde essas teologias liberais têm espaço (principalmente igrejas protestantes tradicionais), haverá uma “esperança” maldita da teologia gay ser aceita. Onde essas teologias liberais não têm espaço (principalmente igrejas pentecostais e neopentecostais), a teologia gay terá muita dificuldade de ser aceita.
“Viadagens Teológicas,” de André Musskopf, transpira profundidade filosófica, sociológica e teológica, mas sem nenhum compromisso com a verdade de Deus. É uma obra de sabedoria humana a serviço da teologia gay, loucamente torcendo a Palavra de Deus para satisfazer a um vício sexual depravado. Lendo-a, recordei:


“Porquanto está escrito: ‘Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos homens cultos.’ Onde está o sábio? Onde está o homem culto? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus completamente insensata a sabedoria deste mundo?” (1Co 1:19-20 King James AtualizadaKJA)


Em contraste, a Palavra de Deus é perfeita para os simples, não para os que se consideram teologicamente “sábios”:


“A entrada das duas palavras dá luz; dá entendimento aos simples.” (Salmo 119:130 NKJV)
“A lei do Senhor é perfeita, convertendo a alma. O testemunho do Senhor é garantido, transformando os simples em sábios.” (Salmo 19:7 New King James Version 
NKJV)

O que a Palavra de Deus diz sobre homem tendo sexo com homem?




“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 NVI)


“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
É claro que Jesus pode salvar pecadores simples que querem ser libertos de seus pecados. Mas ele não pode salvar pecadores teologicamente “sábios” que adoram justificar teologicamente seus pecados.
A teologia gay é apenas um modo de impedir os pecadores homossexuais de aceitar a redenção de Jesus.
Os que amam o reino da Sodoma teológica não entrarão no Reino de Deus.