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terça-feira, abril 10, 2018

Manuela D’Ávila chama polícia para achar apoiador de Bolsonaro que tirou foto com ela.


por Flavio Morgenstern(*).



A comunista Manuela D'Ávila, que acha que Lula não deveria estar preso e que não deu um pio para os anti-petistas agredido, chamou a polícia para um apoiador de Bolsonaro


Os americanos chamam isso de White men problems. Os problemas de “branco”, no típico linguajar do racismo contra brancos ultra-permitido hoje. A deputada, candidata a presidente (riam à vontade, riam mesmo) e provável “Avião” na lista da Odebrecht Manuela D’Ávila, do PCdoB, está acampada em frente à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde está preso o ex-presidente Lula.



Quer dizer, não acampaaaaada, que pode estragar suas roupas de New York. Dá uma passada lá durante o dia, claro. Afinal, o que mais precisa fazer com o dinheiro que ganha do trabalhador brasileiro? Enquanto nós estamos aqui, proletariando, Manuela D’Ávila está na frente da PF, fazendo… bem, número. Só precisa estar lá. É assim que o PT e a esquerda fazem política atualmente. Você ganha algo por ser ou estar. Basta o verbo to be.

Eis que um transeunte, transeuntando pela rua, pediu para tirar uma foto com Manuela D’Ávila. Assim que a parlamentar sorriu, o transeunte disse: “Aqui é Bolsonaro, porra!” (huaheuheuhehueh). Manu não gostou.


Quer dizer, Manu não gostou nem um pouco. Puta merda, você não sabe como Manu não gostou. Chamou a polícia exigindo que ela o procurasse. A polícia respondeu o óbvio: 

“Pra quê?” Bem… bem… olha, bem, por que me abraçou, e ninguém tem o direito de encostar no meu corpo!

Fica-se imaginando como seria a vida de Manuela D’Ávila se ela precisasse pegar o metrô sentido leste 6 da tarde algum dia de sua vida. Imagine o chilique a cada curva de um ônibus saindo da M’Boi Mirim.

Manu chamou a polícia. Repetindo: Manuela D’Ávila chamou a polícia porque alguém tirou uma foto com ela. Exigindo que tinha o direito de descobrir o seu nome, RG e CPF. E bradando que tinha o direito porque “ele veio de lá” (sic).

Manu Adora fazer polêmicas e até as inventa quando não existem


Que país fascista é esse em que as pessoas podem dizer em quem votam em público e não tomarem um esculacho da polícia e serem fichados por comunistas?!

Óbvio que Manuela D’Ávila ou os petistas e esquerdistas ao seu redor não deram um pio sobre a quantidade de anti-petistas agredidos de todas as formas só nos últimos dias. Mas tirar uma foto com ela e dizer “Aqui é Bolsonaro, porra”? Onde já se viu um nazismo desses?



Como são bons os problemas de quem não tem problema na vida, não? O chilique foi registrado pela Folha com o título mais paliativo “Busca por seguidor de Bolsonaro marca manhã em frente a prisão de Lula” (sic). Assim dá até a impressão de que dentro do artigo estará descrito um crime horrendo de um seguidor do Bolsonaro. E a Folha, óbvio, precisa aprender a usar crase.

Fonte: sensoincomum.org


Flavio Morgenstern é escritor, analista político, palestrante e tradutor. Seu trabalho tem foco nas relações entre linguagem e poder e em construções de narrativas. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs" (ed. Record). No Twitter: @flaviomorgen

quinta-feira, março 15, 2018

Os Insultos do Nobel da Paz e as Lições da Guerra Política







por Paulo Eneas(*)




Escrito originalmente em 29 de abril de 2016; todavia como Esquivel resolveu ofender a inteligência dos brasileiros de bem novamente, sugerindo o nome de um condenado por corrupção para o premio Nobel da Paz, o Blogando Francamente sente-se na obrigação de reviver esse interessante artigo:

O Senado brasileiro e os brasileiros na sua totalidade foram surpreendidos nessa quinta-feira (28 de abril de 2016)  com as ofensas desferidas diretamente da tribuna do Senado por um estrangeiro e delinquente intelectual chamado Adolfo Pérez Esquivel, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1980. O nobelista, trazido à tribuna pelo senador petista Paulo Paim, usou do espaço para afirmar que está ocorrendo um golpe de estado no país, e fez paralelo com processos semelhantes ocorridos no Paraguai e em Honduras.

Pérez Esquivel agiu como porta-voz do Foro de São Paulo, a associação que reúne partidos comunistas e socialistas com grupos guerrilheiros e de narcotraficantes e que coordena a ação da esquerda no continente latino-americano, e que tem a Unasul como fachada oficial. Ele repetiu a versão oficial adotada há mais de dois anos pelo Foro, que acusa de golpe todo processo político democrático e institucional que ocorre nos países da região em que a esquerda é derrotada. Antes de proferir a ofensa às instituições e ao povo brasileiro no seu conjunto, o delinquente nobelista se reuniu com a ex-presidente em exercício para, segundo o entendimento dele, prestar solidariedade ao golpe de que ela estaria sendo vítima.

Esse fato revela um dado muito importante: honrarias e títulos internacionais na maioria das vezes servem tão somente como elemento para edulcorar uma agenda ideológica e como instrumento de guerra política. Basta lembrar que Lula recebeu títulos de doutor honoris causa de diversas instituições de prestígio no mundo inteiro, e resta saber agora se essas instituições irão cassar esses títulos, mantendo apenas a piada que eles representam. No caso do Prêmio Nobel, é inegável que os prêmios concedidos nas áreas de ciências naturais refletem a excelência de seus agraciados, o mesmo valendo para a Medalha Fields, o equivalente ao Nobel em matemática. Mas nas áreas de literatura e no famigerado prêmio da paz, a concessão segue unicamente um viés político, que nas últimas décadas tem estado em linha com a agenda ideológica da esquerda.

A lista de agraciados com o Nobel da Paz nas últimas décadas contém desde assassinos e chefes de organizações terroristas, como lideranças políticas da esquerda internacional que ajudaram a tornar o mundo menos seguro e mais arriscado a conflitos bélicos de larga escala. Alguns exemplos são mais do que evidentes:

▶Nelson Mandela (1993)
O mito criado em torno de Mandela é uma das maiores mentiras criadas no final do século passado. As práticas criminosas e corruptas de seu partido na África do Sul ainda durante o regime do apartheid, e posteriormente após ter chegado ao poder, aos poucos começam a ser reveladas e possivelmente em pouco tempo esse mito será▶desfeito e sua verdadeira historia, que não tem nada de meritosa ou de nobre, virá à luz de maneira plena.

▶Yasser Arafat (1995)
Um dos maiores assassinos da história do Oriente Médio, que criou a organização terrorista Al-Fatah nos anos cinquenta por orientação de Moscou e da Irmandade Muçulmana, organização essa que era quem dava as cartas na OLP e posteriormente continuou dando as cartas do lado palestino, agora sob a fachada de Autoridade Palestina. Arafat foi o responsável direto pelo assassinato de inúmeros inocentes árabes ou judeus no Oriente Médio e sua organização terrorista foi uma das criadoras dos métodos de ação empregados pelo terrorismo no mundo inteiro hoje.

▶ONU (2001)
O fato de a principal e mais rica e mais corrupta das ONG’s da esquerda globalista no mundo inteiro ter sido agraciada com o Nobel da Paz é um sinal evidente do caráter político ideológico desse prêmio.

▶Jimmy Carter (2002)
O ex-presidente americano do Partido Democrata, o maior partido de esquerda do ocidente, foi o principal responsável pela orientação errática da política externa norte-americana que ao fim e ao cabo possibilitou à dinastia ditatorial comunista da Coreia do Norte ter acesso às tecnologias que possibilitaram ao regime construir artefatos nucleares. A ditadura comunista norte-coreana é o único caso do mundo moderno de um governo que mantém sua população inteira sob regime de escravidão, e não estamos falando no sentido figurado. O regime mantém campos de concentração para prisioneiros políticos, cuja condenação política é passada por “herança” a seus descendentes, e o grau de miséria e fome é tal que são frequentes os relatos de canibalismo. O país possui um dos maiores contingentes armados do mundo, superior a um milhão de soldados. Na hipótese de um conflito nuclear eclodir na península coreana, a conta por essa tragédia deverá ser enviada ao nobelista da paz Jimmy Carter.

▶Al Gore (2007)
O ex-vice-presidente norte-americano é um dos principais propagandistas da falácia do aquecimento global antropogênico. Todas as afirmações e previsões que esse nobelista da paz fez nos últimos anos sobre o tema mostraram-se completamente infundadas e foram negadas pelos fatos. A despeito disso, o nobelista não teve até o momento a dignidade de se retratar publicamente.

▶Barack Obama (2009)
A passagem do socialista muçulmano e queniano pela Casa Branca representou a experiência mais traumática que a mais do que bicentenária democracia americana já experimentou. Obama representou a traição dos interesses e dos valores da sociedade americana em todas as áreas de sua política externa e interna. Ao sair, esse nobelista da paz deixará como legado de seus oito anos de administração nada menos que um Estado Islâmico, fruto direto de sua política externa pró-muçulmana no Oriente Médio, além de um Irã muito mais forte e armado com artefatos nucleares.

▶União Europeia (2012)
Ao lado da ONU, a União Europeia é o principal projeto da esquerda globalista internacional com vistas a aspiração de se constituir um governo mundial. Desde a consolidação da União Europeia, o continente europeu se tornou um lugar pior, menos seguro, com fronteiras abertas para a invasão muçulmana e restrições cada vez maiores às liberdades individuais. A Europa somente reencontrará o caminho de seu futuro, que não seja o da destruição, no dia em que sepultar essa estrovenga globalista chamada União Europeia e quando os europeus voltarem a se reconhecer como herdeiros e continuadores da tradição moral judaico-cristão que por séculos formou a civilização ocidental. Tradição essa que a União Europeia se ocupa sistematicamente em negar e apagar, razão pela qual fez jus ao Prêmio Nobel.

O episódio grotesco protagonizado nessa quinta-feira (28/04/2016) no Senado brasileiro pelo delinquente intelectual nobelista da paz está, portanto, em linha com o real significado desse prêmio. Não sem motivo, outras personalidades internacionais que foram indicadas para o Nobel da Paz ao longo dos anos tiveram a dignidade de recusá-lo.


(*)Paulo de Oliveira Eneas é editor do Crítica Nacional

quarta-feira, dezembro 06, 2017

E se Bolsonaro tivesse dito que “regulamentaria a mídia” como o Lula faz?









por Flavio Morgenstern(*).



Lula tem como ÚNICA proposta para 2018 "regulamentar a mídia", para censurar críticas e se perpetuar no poder. Mas a mesma mídia diz que Bolsonaro é que é uma "ameaça".

O candidato à presidente (da República ou o Presídio de Presidente Prudente) Lula faz campanha aberta pelo Brasil, até falando da “campanha” (no momento, ilegal) sem nenhuma conseqüência midiática, que dirá jurídica. Na sua campanha, Lula repete praticamente a sua única proposta: regulamentar a mídia.


Lula quer regular os meios de comunicação para que sejam punidos caso não o elogiem, e a imprensa, a que será lesionada caso diga algo contra o PT, não noticia o caso em tom de desespero, no típico vitimismo da última moda ou em alarmante sinal apocalíptico, com comentaristas e “especialistas” discutindo dia e noite sobre os riscos à democracia representados por Lula e pelo PT.





A explicação é simples: não faz muita diferença. A grande e velha mídia já incensa Lula por onde passa, no que quer que faça, desde antes de o presidente do mensalão e petrolão subir ao cargo. No que isso afetaria os ultrapassados meios de comunicação como Folha, Globo e mesmo a Veja, uma ex-revista, só criticam Lula relativamente, se for para comparar o presidente mais corrupto do mundo democrático com alguém não-corrupto.



Não se trata apenas de regulamentar a mídia: esta é a única proposta que Lula tem em sua campanha aberta. Nada sobre como resolver o rombo da Previdência, se reclama tanto da reforma proposta, já que Lula possui uma ignorância econômica só menor do que seu apetite por poder. Nada sobre segurança, sobre os 64 mil homicídios por ano. Nem um pio sobre corrupção, obviamente. Mas não cansa de falar em regulamentar a imprensa.


É preciso ser um gênio para notar que a única coisa que Lula promete, caso consiga voltar ao poder, é instaurar a censura no país, para nunca mais desgrudar do poder, senão pessoalmente, para seu partido e a quadrilha do Foro de São Paulo, há meses?


Descaradamente lula combate
a Internet



É curioso que toda vez que o PT é descrito como um partido ditatorial, fundador do Foro de São Paulo com Fidel Castro, com ganas supremas pelo poder e tratando o maior escândalo de corrupção da história mundial como um trampolim para sua verve totalitária, tal visão é descrita como irracional, burra, obscurantista, ultrapassada, pura paranóia anti-comunista de uma Guerra Fria que já teria acabado, e todos sabem que o comunismo já morreu e que, no exato minuto em que o Muro de Berlim começou a ser derrubado, todos os velhos socialistas viraram capitalistas ortodoxos no mesmo instante num passe de mágica. É a tática de negar a existência do que é real e palpável denunciada por Flávio Gordon no seu imprescindível A Corrupção da Inteligência.

Blog do Noblat


Contudo, o PT de Lula não cansa de manifestar seu apoio ao chavismo na Venezuela e à Revolução Cubana (e à Revolução Russa!) e ter como proposta única censurar a mídia para se estabelecer como partido único, governando contra o povo e a liberdade de expressão e imprensa.


(*)Flavio Morgenstern é escritor, analista político, palestrante e tradutor. Seu trabalho tem foco nas relações entre linguagem e poder e em construções de narrativas. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs" (ed. Record). No Twitter: @flaviomorgen

domingo, maio 14, 2017

Lula-2010 confessou o que Lula-2017 esconde



por Augusto Nunes (Veja)



Em 7 de outubro de 2010, empenhado no segundo turno da sucessão presidencial, Lula desembarcou em Angra dos Reis para batizar a plataforma P-56 da Petrobras. Caminhando de um lado para outro, o palanque ambulante revelou o que acabaria por transformá-lo, neste maio de 2017, num forte candidato à cadeia:

“Teve um tempo que a diretoria da Petrobras – não é no seu tempo não, Zé Sérgio – achava… achava que era o Brasil que pertencia à Petrobras, não era a Petrobras que pertencia ao Brasil. A ponto de ter presidente que falava: ‘A Petrobras é uma caixa preta, ninguém sabe o que acontece lá dentro’”.

Enquanto José Sérgio Gabrielli, então presidente da empresa, e Luiz Fernando Pezão, vice-governador do Rio, se juntaravam no sorriso abobalhado, o estadista de picadeiro derrapou na confissão:

“No nosso governo ela é uma caixa branca. E transparente. Nem tão assim…. Mas é transparente. A gente sabe o que acontece lá dentro e a gente decide muitas das coisas que ela vai fazer”.


Sete anos depois,, a caixa transparente ficou preta durante o depoimento a Sérgio Moro: “Um presidente da República, nos oito anos que eu fiquei na Presidência da República, a gente não tem reunião com a diretoria da Petrobras”, desconversou Lula.

Intrigado com a informação, Moro perguntou: “Senhor presidente, o senhor tendo nomeado, indicado, pelo menos dado a palavra final para a indicação ao conselho de administração da Petrobras de Paulo Roberto Costa, Renato Souza Duque, Nestor Cuñat Cerveró, Jorge Luiz Zelada, o senhor não tinha conhecimento de nenhum dos crimes por eles praticados enquanto diretores da Petrobras?”. Um surpreendentemente lacônico Lula limitou-se a uma resposta monossilábico: “Não”

“Ou desse esquema criminoso que alguns deles começaram?”, insistiu Moro. “Não. Nem eu, nem o senhor, nem o Ministério Público, nem a Petrobras, nem a imprensa, nem a Polícia Federal”, viajou o ex-presidente. “Todos nós só ficamos sabendo quando foi pego no grampo a conversa do Yousseff com o Paulo Roberto Costa”.

Em outro trecho do depoimento, o representante do Ministério Público voltou ao tema. Vale a pena reproduzir o diálogo:

MP: “Senhor ex-presidente, o senhor foi o responsável por indicar o senhor José Eduardo de Barros Dutra para a presidência da Petrobras?”

Lula: “Fui. Fui.”

MP: “Foi uma indicação pessoal do senhor?”

Lula: “Indicação do presidente da República não é pessoal. A indicação de uma instituição chamada Presidência da República”.

MP: “Perfeito. O senhor”.

Lula: “Que é ele e o governo”.

Perdido, o depoente enveredou pela trilha do penhasco:

“Lamentavelmente, quando as pessoas assumem uma empresa importante como a Petrobras, as pessoas viram petroleiros. Ou seja, as pessoas passam a tomar decisões dentro do conselho da Petrobras e não precisam ouvir o presidente da República”.
Como todas as mentiras que desfiou no depoimento que consolidou sua liderança no ranking mundial dos especialistas em perjúrio continuado, também essa tropeçou em uma das inúmeras discurseiras que circulam na internet. Lula o tempo todo prova que Lula mente. Confrontados os vídeos, fica provado que, como Lula-2010 confessou, Lula-2017 é apenas um caso de polícia implorando pela condenação.

quinta-feira, março 10, 2016

Lula sabe que não engana Sérgio Moro, por isso esperneia.






Lula sabe que não engana Sérgio Moro, por isso esperneia.por Hermes Rodrigues Nery






A decisão do juiz Sérgio Moro, de obrigar o ex-presidente Lula a depor por meio de uma ação coercitiva, na manhã da sexta-feira, no dia 4 de março de 2016, foi certamente um dos fatos mais relevantes da história recente do Brasil, com implicações, consequências e desdobramentos que poderão ser um divisor de águas. Moro acertou o alvo ao deflagar a “Operação Aletheia”, e poderá estar fazendo a verdadeira reforma política, que é o grande anseio do povo brasileiro, exausto das espertezas de Lula, que há décadas encarnou Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Acertou o alvo porque, à frente da Operação Lava Jato, o juiz Sérgio Moro atinge o cerne de toda a problemática, que é a questão moral, pois a crise que vivemos atualmente é mais do que política ou econômica, mas profundamente moral. Com isso ele presta um grande serviço à nação brasileira, na medida em que trabalha para fazer cumprir a lei, pois a democracia é não só a garantia das liberdades individuais, mas sobretudo [justamente para fazer valer a liberdade com responsabilidade], o cumprimento da lei.

É evidente que Lula e seus apaniguados estão surpreendidos e chocados com tudo o que está acontecendo, com tantos desmoronamentos, pois especialmente Lula se sentia há mais de uma década, acima de tudo e de todos, acima de toda lei, o homem mais blindado de todo o País, com uma blindagem que o fazia se sentir super mimado, como sempre foi paparicado, desde quando Cláudio Hummes criou a Pastoral Operária, assessorado por Frei Betto, para lançá-lo à grande aventura do menino pobre que passou fome e chegou à Presidência da República, mas que sempre desprezou estudar. Quase toda a sua carreira política foi fazendo a “glamourização da ignorância”, como destacou Joice Hasselman, e essa ignorância de “homem-massa” (tão bem descrito por Ortega Y Gasset) que o faz apelar para o emocionalismo, choramingando, como fez, por exemplo, quando foi diplomado Presidente, chegando às lágrimas, comovendo a todos com o seu pieguismo cênico.



Surpreendido às seis da manhã (como no samba do japonês da Federal), daquela sexta-feira, foi ainda poupado pelo próprio Sérgio Moro de ser algemado ou transportado no carro com o emblema da Polícia Federal. E ele fez birra, cara feia, xingou tudo e todos, e disse que ficou muito ofendido, e esperneou. Assim que saiu do Aeroporto de Congonhas, recolheu-se ao diretório do PT, onde proferiu a sua mais hilária e trágica coletiva de imprensa, como o verdadeiro Macunaíma, chorando às pitangas, expressando raiva em seus olhos esbugalhados, e, mesmo assim, contando vantagens, e tentando persuadir com a retórica, chantagem e emocionalismo, o irrealismo de suas bazófias. Sim, porque ele perdeu totalmente o chão da realidade. A casa caiu. Mesmo assim, ele se gabou em sua fala, de considerar-se o maior presidente de todos os tempos, e transtornado com os acontecimentos daquele dia, foi flagrado conversando com a presidente Dilma Roussef, como se estivesse num boteco, com fala chula, mandando a Polícia Federal enfiar no c... o seu processo. Apesar de seus rompantes, se comparando a uma jararaca que atingiram o rabo, mas que está viva, Lula perdeu totalmente, naquele dia, a noção dos fatos. E não percebeu que aquela ação coercitiva foi o começo de um périplo, de um acerto de contas, daquele duro acerto de contas que acaba chegando para todos os embusteiros, principalmente àqueles a quem a vida deu tanta oportunidade. “Ao que muito teve, muito será cobrado”, e Sérgio Moro chega agora com a cobrança da fatura, alta demais, por tudo o que fizeram. A Lava Jato alcançou “o chefe” do maior esquema de corrupção como nunca antes se viu em toda a história do País. E não adianta agora ele esbravejar. Fica valendo, com a evidência dos fatos, a máxima de Abraham Lincoln: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.”

Quanto mais Lula tenta se justificar, mais se enrola, porque não consegue perceber o emaranhado em que se envolveu, desde quando cobiçou um poder pantagruélico, satisfazendo a lógica das forças que o levaram a se tornar o monstro político que é, uma jararaca ferida, e que certamente será pisoteada pela ação firme e corajosa da equipe da Lava Jato, comandada por Sérgio Moro. Por que não poderá haver impunidade a todos os desmandos feitos, à tanta gula e abuso de poder. Os próprios comentaristas da imprensa que tanto o afagaram esses anos todos, reconheceram que havia acabado naquele dia, o mito Lula, até mesmo para os militantes pagos, cada vez mais reduzidos, que o defendem apenas por vil interesse. Joelmir Betting acertou em dizer que “o PT é, de fato, um partido interessante. Começou com presos políticos e vai terminar com políticos presos”. Ainda quando eclodiu o escândalo do mensalão, em 2005, o jornalista Ivo Patarra escreveu “O Chefe”, enquanto a imprensa torcia o nariz e boicotava a sua obra, hoje muitos terão de reconhecer a coragem de Patarra em por a nu o que se sentia rei, o morubixaba que fez do projeto de poder do Foro de São Paulo, a miragem de Pasárgada, aonde todos os “amigos do rei”, e ele próprio, serão pois arrastado para atrás das grades, por quererem demais e de modo totalmente escuso, privilégios não pautados pela virtude, mas apenas na malandragem. Chegou a hora e a vez de Sérgio Moro, para deter Ali Babá e todos os demais ladrões, comprovando assim, mais uma vez, na História, que o crime não compensa.



Hermes Rodrigues Nery é coordenador do Movimento Legislação e Vida. 

terça-feira, abril 15, 2014

Lula compara Dilma a Jesus Cristo.








por Luciana Marques, de Garanhuns




Durante comício em Garanhuns (PE), o presidente Lula exagerou: associou a candidata Dilma Rousseff a Jesus Cristo. “Essa mulher foi barbaramente torturada. Não existe nada mais grave que o ser humano possa fazer com o outro do que torturar. Vocês sabem porque Jesus Cristo foi torturado”, declarou.

Segundo o presidente, a petista não guardou mágoa dos torturadores. “Cicatrizes no corpo dela certamente já sararam. Mas o que é mais fantástico é que sararam a alma dela e a consciência dela”. Lula também disse que confia em Dilma para tudo: “Essa é uma mulher que eu daria um cheque em branco, essa é uma mulher que eu daria meu carro para fazer uma viagem”.

Lula diz que Dilma foi torturada, assim como Jesus Cristo (Foto: Cristiano Mariz)

O presidente exaltou ainda o fato de uma mulher ser presidente.“Pode pegar o mundo animal: quem domina o macho em qualquer circunstância é a fêmea”, afirmou. Sobre o setor energético, Lula disse que se Dilma fosse ministra no tempo de Fernando Henrique Cardoso não teria havido apagão no país. A candidata foi ministra de Minas e Energia no governo Lula. O presidente terminou o discurso como de costume em comícios: “Um grande abraço e até a vitória no dia 3 de outubro”.



Fonte: Veja


O PIOR IMBECIL É AQUELE QUE ACREDITA NAS PRÓPRIAS IMBECILIDADES QUE DIZ.

terça-feira, agosto 06, 2013

Cerimônia de posse do presidente do Cade

O CASO SIEMENS e a vontade ferrenha da Quadrilha tomar o poder na marra.

Como se já não bastasse ter em mãos a Urna Eletrônica que é capaz de eleger um poste!!!





“Por que não fala sobre a Siemens?”, esgoela-se a petralhada. E logo vem a suposição, que a súcia pretende seja uma resposta: “Só porque, desta vez, envolve o PSDB?”. Ora, ora… Os tucanos, e com razão, são sempre os primeiros a negar o parentesco entre o que eles pensam e o que eu penso. Já afirmei aqui umas 300 vezes, e posso repetir outras tantas, que — para fazer uma blague influente, nestes dias — o PSDB não me representa. Mas votarei, sim, em Geraldo Alckmin em 2014 — e não vejo por que alguém deva supor algo diferente disso. Ou me imaginam escolhendo, deixem-me ver, Alexandre Padilha, do PT, ou Paulo Skaf, do PMDB? Falo, sim, sobre o caso Siemens, um troço que guarda mais parentesco com uma novela de Kafka do que com um processo conduzido num país em que vige um estado democrático e de direito. Vamos ver. Se alguém cometeu alguma safadeza nas licitações do metrô, que seja punido. Por que haveria de ser diferente? Mas é evidente que não dá para ignorar os absurdos que envolvem essa denúncia. Vejamos. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), uma autarquia subordinada ao Ministério da Justiça — cujo titular é o notório José Eduardo Cardozo —, conduz uma, atenção!, “INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR” para apurar se houve uma espécie de formação de cartel, com combinação de preços, que teria resultado em prejuízos aos cofres do estado — fala-se de irregularidades em São Paulo e no Distrito Federal. Primeira dúvida: nos demais estados, a Siemens agiria de modo diferente? Por quê? E quando negocia com o governo federal? Adiante. Ficamos sabendo que existe o chamado “Acordo de Leniência”, por meio do qual executivos da Siemens — a empresa nega que seja a fonte de informação — teriam revelado as irregularidades, sustentando que o governo de São Paulo (no caso, o de Mário Covas) teria ciência das irregularidades, compactuando com elas. Contratos renovados nos governos seguintes carregariam, então, o mal de origem. Essas informações, ou suposições, vieram a público em reportagens da Folha e do Estadão. Notem que, obviamente, não estou aqui a negar que tenha havido safadeza. Como poderia? Não conheço o processo. Não tenho os dados em mãos. Ocorre que há uma coisa espantosa: o governo de São Paulo, o principal interessado nessa história, também não tem. Assim, o ente “governo do estado” está sendo acusado na imprensa de ter compactuado com uma tramoia, mas — e eis o dado kafkiano — não tem acesso à investigação porque, afinal de contas, ela está resguardada pelo sigilo de Justiça. Então vamos ver se a gente consegue entender direito: jornalistas, como resta evidente, tiveram acesso a pelo menos parte da investigação que está no Cade. O principal acusado, no entanto, está a chupar o dedo. NÃO TEM COMO SE DEFENDER PORQUE NÃO SABE DIREITO DO QUE É ACUSADO. A justificativa do Cade é que o papelório está protegido por sigilo de Justiça. Leio na Folha: “O procurador-geral do Estado de São Paulo, Elival da Silva Ramos, disse que a lei permite ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fornecer à administração paulista documentos da investigação sobre a suposta formação de cartel em licitações de trens em São Paulo, independentemente de autorização judicial. O CADE, órgão federal de combate às práticas empresariais prejudiciais à livre concorrência, sustenta que só pode fornecer os papéis após decisão da Justiça. Segundo Ramos, a recusa de entrega de dados atrasa eventuais ações de reparação de danos a serem iniciadas pelo Estado caso haja provas de conluio nas concorrências. A Procuradoria-Geral do Estado, órgão responsável pela defesa jurídica do Executivo paulista, afirma que foi obrigada a preparar um mandado de segurança para pedir ao Judiciário o acesso às informações da investigação.


”Retomo 
Não se trata de exercitar teoria conspiratória, não! Estamos diante de uma matéria de fato. Há uma investigação preliminar no Cade; dados dessa apuração chegam à imprensa em tom acusatório — com um genérico “o governo sabia de tudo” —, mas não se sabe que “tudo” é esse, quais as pessoas envolvidas e que irregularidade foi cometida. Pode até ser que o escândalo tenha mesmo acontecido — e, se assim foi, cadeia para a turma. No momento, o único escândalo incontroverso é esse vazamento seletivo de dados de uma investigação sem que o principal acusado consiga ter acesso aos autos. Esse é um procedimento muito comum, hoje em dia, nas ditas repúblicas bolivarianas. Chávez (e agora Nicolás Maduro), Rafael Correa e Evo Morales costumam recorrer a acusações de corrupção para se livrar de seus adversários políticos. Falas suspeitas. Ademais, não dá para ignorar certas falas, não é? O site “Implicante” levou ao ar o vídeo que registra a solenidade de posse de Vinícius Marques de Carvalho, presidente do Cade. Prestem atenção:





Notem a sua verdadeira devoção a um outro Carvalho, o Gilberto. A proximidade é de tal sorte que, rompendo com o protocolo, trata o ministro como “você”. Trata-se, mesmo, de uma relação de profunda amizade; se os “Carvalhos” do sobrenome traduzem parentesco, isso não sei. Há quem diga que sim. Pouco importa. Por que um chefe do Cade recorre a esse tom laudatório para se referir ao “engajamento” de um ministro? “O que você está querendo dizer com isso, Reinaldo?” Nada de muito misterioso: um órgão técnico como o Cade não poderia, parece-me, estar sujeito a esse tipo de sotaque político. Não é preciso ser um gênio da raça para que se perceba a óbvia influência de Carvalho, o Gilberto — braço operante de Lula no Planalto —, na autarquia. Mais: o Cade pertence ao Ministério da Justiça. Dos ministros de Dilma, Cardozo tem sido o mais dedicado à tarefa de criar dificuldades para a gestão do PSDB em São Paulo. Teoria conspiratória? Não! Mais uma vez, matéria de fato. O ministro está na raiz da crise que resultou na demissão de Ferreira Pinto, ex-secretário de Segurança do estado. O ministro tentou tirar uma casquinha dos protestos em São Paulo. Escrevi vários textos a respeito. É evidente que o vazamento obedece a um propósito político. Sem que a investigação seja tornada pública, a coisa fica como o PT e o diabo gostam, não é mesmo? A suspeita recai genericamente sobre os “tucanos” e suas sucessivas gestões no estado. Nestes dias em que qualquer grupinho de 20 para a Paulista, o objetivo é fornecer combustível aos protestos de rua em São Paulo. E justamente na área que está a origem das mobilizações de rua: transporte público. Concluo A turma não brinca em serviço. E olhem que o jogo mal começou. Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, abril 24, 2007

ENFIM, UM MACHO NO PSDB


ENFIM, UM MACHO NO PSDB!


- "O presidente Tasso Jereissati, se encontra com Lula e sai dizendo que a oposição tem que ser racional? Que história é essa? Vai plantar batatas!. O governador Serra fica puxando o saco do Lula. O Serra gosta do petê. Cadê o PSDB? É uma vergonha. Não tem partido de oposição. O Democratas faz mais barulho que os tucanos."....


-"Hoje não encontro mais razões para permanecer no PSDB".


E quem foi o MACHO que disse tudo isso? Aécio? Lampião? Maguila? Nããããõ. Foi a deputada Zulaiê Cobra Ribeiro que, genéticamente não tem, mas metafóricamente tem COJONES. É de Zulaíê Cobra as célebres verdades ditas sôbre o governo:


- "Lugar do PT é na cadeia, a começar pelo José Dirceu. O lugar do Dirceu é na cadeia" "E tem o próximo bandidão que vai sair, que é o Lula. Ele é o chefe da quadrilha. E a Martinha, cadê ela? Cadeia pra ela também! Não podemos evitar a palavra cadeia. O povo tem que se acostumar a ouvir que quem rouba tem que ir pra cadeia - afirmou Zulaiê em 6 de novembro de 2005, durante a Convenção do PSDB.


ET - Só para entender bem o caso: Zulaiê, merecidamente, seria a candidata ao Senado em 2006 e Guilherme Afif (DEM) seria o vice de José Serra. Tudo certo até que alguém "serrou" esse sonho da deputada Zulaiê, às vésperas do prazo fatal para as candidaturas. Zulaiê não saiu como candidata a deputada, para não ter que sair do partido assim que fôsse eleita. O futuro? Zulaiê quer se filiar a um partido pequeno que realmente seja OPOSIÇÃO ao governo Lulla.


QUE DECEPÇÃO: Para ter um macho na política temos que eleger uma mulher. Homens, "serrem" seus simbolos de masculinidade e unam-se nessa luta: Fora Lulla!