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quarta-feira, outubro 03, 2012

Palmadas, aborto e política.




por Rodrigo Sias (*)


 GOVERNO DO PT



Nas últimas eleições presidenciais, o debate sobre o aborto surgiu espontaneamente no seio da sociedade. Sentindo o risco que isso seria para a eleição presidencial, o PT, defensor histórico e irrestrito do aborto, montou uma operação enorme para abafar o debate. Temiam o ocorrido nas eleições de 2006, quando a então candidata ao Senado pelo Rio de Janeiro, Jandira Feghali, favorita nas pesquisas com ampla margem, foi derrotada quando surgiu o tema do aborto - ela é favorável.

Em 2010, Dilma se disse cristã, "pessoalmente" contra o aborto, e se comprometeu a "não tomar medidas" para que a legislação pró-aborto avançasse, acusando adversários de "calúnia" e "difamação".
Nota do Blogando: No entanto a presidentE assim que eleita nomeou a ministra chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres Eleonora Menicucci (entrevista aqui), abertamente pró-aborto.


Na época, políticos ligados às religiões deixaram-se convencer e o próprio candidato de oposição foi tímido para explorar o eleitorado conservador. Se fosse mais ousado, veria que o movimento abortista não representa de forma alguma a opinião geral de brasileiros e brasileiras e poderia ter vencido as eleições.
Nota do Blogando: O Kit Gay está sendo "escondido" pelos concorrentes do pior ministro da educação dos últimos tempos



Na verdade, não havia "calúnia" contra a agora presidentE Dilma, e sim um fato notório e documentado que foi trazido à cena.


A prova cabal e irrefutável é que passados menos de dois anos das eleições presidenciais, temos uma autointitulada "avó do aborto" como ministra das mulheres.

O governo, em nova operação "abafa", convidou um senador ligado a Igreja Universal, para ser o ministro da Pesca.

Este terá como missão convencer a bancada evangélica de que o governo não está empenhado em defender o aborto. A simbologia da nomeação não poderia ser mais torta.

O peixe é um símbolo cristão e, na Bíblia, os cristãos aparecem como "pescadores de homens".

O PT possui diversos tentáculos e a Igreja Universal está para os evangélicos como a Teologia da Libertação está para os católicos. Resta saber se os líderes ligados às bancadas religiosas se deixarão ludibriar de novo, traindo seu eleitorado e tornando-se cúmplices do esquema.

Neste ano, veio à tona o anteprojeto para a mudança do Código Penal brasileiro da comissão de juristas do Senado.

O presidente do senado, José Sarney, rapidamente o transformou no projeto PLS 236/2012. (Leia aqui e aqui)

O projeto de lei sugere explicitamente que a permissão do aborto seja ampliada para os casos de anencefalia ou quando o feto padecer de "graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente" e por vontade da gestante até a 12ª semana de gravidez, se o médico ou o psicólogo "atestar" que a mulher "não apresenta condições de arcar com a maternidade".

Se o projeto original passar, o aborto pode ser realizado simplesmente porque as crianças são inconvenientes, seja economicamente ou psicologicamente.

Inclusive, admite-se a eugenia, ou seja, pode-se eliminar fetos com deficiências mentais, doenças graves ou imperfeições.

No Brasil, o mesmo governo que defende o aborto, é aquele que aprova a "Lei da Palmada", com o pretexto de "proteger" as crianças de seus pais.

Ou seja, se a mãe quiser dar uns tabefes no filho, não pode. Mas matar pode, desde que a criança ainda não tenha saído de seu útero. O anteprojeto defende ainda a diminuição da pena para infanticídio e a legalização da eutanásia, no que é coerente. Por que só eliminar pessoas inconvenientes no útero, não é mesmo?

É a legislação sob medida para legitimar o Estado totalitário.



(Artigo publicado originalmente no jornal Brasil Econômico, edição n. 646, ano 4, do dia 21 de março de 2012. Foi adaptado pelo autor para publicação no Mídia sem Máscara.)



(*)Rodrigo Sias é economista.


quinta-feira, março 31, 2011

De frequentador da zona a crítico dos juros altos, José Alencar está a caminho da canonização



Mais um São José? Protetor do 


empregado chinês?



No Brasil, a exemplo do que ocorre em boa parte do planeta, exigir coerência no mundo político é a mais hercúlea das tarefas. Quiçá não seja uma empreitada completamente impossível. Quando um político passa para o outro lado da vida, se é que isso de fato existe, suas mazelas chegam à sepultura muito antes do cadáver. O mau vira bom, o desonesto vira honesto, o implacável vira um coitado. Sem querer duvidar da sua honestidade, esse cenário já recobre a morte de José Alencar Gomes da Silva, vice-presidente da República nos dois mandatos de Lula da Silva (2003-2010), que morreu em São Paulo após mais de uma década de luta contra um câncer abdominal.
Tão logo subiu a rampa do Palácio do Planalto pela primeira vez, José Alencar não demorou a tecer suas críticas contra as altas taxas de juros. Mal sabia Alencar que os banqueiros derramaram verdadeiras fortunas na campanha de Lula e ao incauto povo brasileiro cabia pagar a conta. Como cabe até hoje. E o esperneio discursivo do empresário José Alencar pouco adiantou. Fosse um homem coerente, Alencar teria alcançado o boné e renunciado. Só não o fez por conta de interesses maiores.
Ano e meio depois de tomar posse ao lado de Lula, o simpático José Alencar adotou obsequioso silêncio diante do escândalo que ficou nacionalmente conhecido como “Mensalão do PT”, esquema criminoso de cooptação de parlamentares que trocaram a consciência por um punhado de dinheiro imundo. É verdade que todos são inocentes até prova em contrário, mas no PT de outrora rezava a regra de que para condenar alguém bastavam apenas evidências. A profecia é de autoria de José Dirceu de Oliveira e Silva, o Pedro Caroço, figura com a qual José Alencar conviveu sem qualquer reserva.
O agora santificado José Alencar apostou nas palavras do companheiro Lula, que certa vez disse com todas as letras que a China é uma economia de mercado. Certo de que o parceiro palaciano sabia das coisas, Alencar deflagrou um processo para abrir uma unidade de seu conglomerado têxtil no país da lendária muralha. Mesmo com o Brasil sofrendo há anos a concorrência desleal dos fabricantes chineses de tecidos e afins, Alencar exigiu que o projeto fosse cumprido à risca. E o mercado brasileiro de tecidos, que deveria ser defendido pelas autoridades verde-louras e também pelo então vice-presidente, foi mandado às favas inclusive por José Alencar.
Por ocasião da CPI dos Correios, que acabou investigando a fonte de financiamento do Mensalão petista, o nome da Coteminas veio à baila, pois a empresa de José Alencar recebeu em uma de suas contas bancárias um depósito de R$ 1 milhão feito pelo PT. Alencar, que logo tratou de isentar de qualquer culpa o seu conglomerado empresarial, alegou que as explicações deveriam ser cobradas do próprio PT. A operação, segundo José Alencar, decorreu do fornecimento de 2,75 milhões de camisetas aos candidatos petistas nas eleições municipais de 2004. O então presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, informou a José Alencar, horas depois da eclosão do escândalo, que o repasse à Coteminas não foi contabilizado pelo partido. A dívida, de R$ 12 milhões, correspondia à época a 50 carretas abarrotadas de camisetas. Para contemplar as necessidades de Lula e Alencar, o caso foi devidamente abafado.
Guindado ao Ministério da Defesa por decisão de Lula, o empresário José Alencar viu a sua Coteminas vender cada vez mais uniformes para o Exército brasileiro. Coincidência? Talvez, mas na política essa palavra não existe no dicionário.
Em 2006, ao aceitar o convite para novamente fazer dupla com Lula da Silva, José Alencar acabou por endossar o “Mensalão” e outros tantos escândalos de corrupção patrocinados pelo Partido dos Trabalhadores e por muitos palacianos. Na ocasião eclodiu o escândalo do Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos apócrifos para prejudicar os então candidatos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra. Mais uma vez, diante de um novo escárnio com a digital da esquerda brasileira, Alencar preferiu submergir.
No quase infindável imbróglio da Varig, coube a José Alencar aproximar o empresário Constantino Oliveira, o nada diplomático Nenê, do presidente Lula, que implorou para que o dono da Gol comprasse a outrora mais importante companhia de aviação do País. Muito estranhamente, Nenê Constantino, tão mineiro quanto José Alencar, atendeu aos apelos de Lula e arrematou a Varig por US$ 300 milhões, uma empresa que estava resumida à própria marca. Até hoje ninguém conseguiu entender a transação que nem mesmo o mais incauto investidor seria capaz de apostar suas economias, mas o universo do poder tem essas situações inexplicáveis.
Em agosto de 2010, ao ser entrevistado pelo apresentador Jô Soares, o nada elegante José Alencar aceitou falar sobre o processo de investigação de paternidade que lhe movia Rosemary de Morais, sua suposta filha, e a recusa em se submeter a um teste de DNA. Ao apresentador global o agora bonzinho José Alencar repetiu o que disse à Justiça. Que a mãe de sua suposta filha era prostituta e que ele [José Alencar] foi um frequentador contumaz das zonas de meretrício das cidades onde morou desde jovem. Ao expor a mãe da sua suposta filha de forma tão covarde e aviltante, José Alencar não apenas escancarou o seu caráter, mas mostrou ao mundo ser ele alguém bem diferente daquele que hoje, após a morte, a consternada população brasileira tenta canonizar.
Ter pena de José Alencar por conta da sua luta contra o câncer não causa espanto. Mas há milhares de brasileiros na mesma situação de Alencar e que lamentavelmente dependem do sistema público da saúde para lutar contra a morte. Esses sim são bravos lutadores, dignos de pena e do respeito incondicional de todos.
Em momento algum quero festejar a morte de alguém, até porque esse é o tipo de atitude que não se toma nem mesmo com os mais figadais inimigos, mas não se pode alçar aos céus com tanta rapidez quem ainda tem contas a acertar com o Criador.
De igual maneira, a minha manifestação não se trata de moralismo oportunista, mas serve como apelo aos brasileiros para que releiam a recente história política nacional e que mantenham a coerência no momento em que mais um político se despede da vida terrena.
Errar é humano, é verdade, mas o erro pontual pode ser transformado em plataforma de acertos futuros se o errante tiver um mínimo de massa cinzenta. Como sempre escrevo, digo e não canso de repetir, sou o melhor produto dos meus próprios erros. Ainda bem! E é por isso que espero que no momento da minha morte os meus inimigos preservem a coerência e mantenham as críticas que me fizeram ao longo da vida. Só assim descansarem em paz, ciente de que mesmo longe dessa barafunda continuarei coerente e incomodando.
O meu finado pai, que tantos bons exemplos me deixou, por certo não encontrou minha mãe na zona mais próxima, mas os que me odeiam podem continuar me chamando de filho da puta – o genial Jânio Quadros dizia que o melhor é se referir ao desafeto como “filho de puta” – com a anuência da minha respeitadíssima genitora. Fora isso, é preciso considerar que, assim como acontece com os árbitros de futebol, jornalistas políticos polêmicos sempre têm uma mãe sobressalente para os costumeiros e inevitáveis xingamentos.
E que o Criador escute as minhas preces e dispense ao ser humano José Alencar o tratamento devido, pois a sua luta pela vida foi inglória. Amém!

Ucho Haddad - 30/03/2011 Imagem: O falecido e a filha não reconhecida

terça-feira, novembro 25, 2008

O PETRÓLEO É DELLES




Coluna do Claudio Humberto 07/11/2008









ANP foi ‘aparelhada’ pelo PCdoB.
O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Haroldo Lima, ex-deputado federal (PCdoB-BA), ocupa cargos estratégicos da ANP só com correligionários, como os novos diretores Magda Chambriard e Allan Kardec Duailibe Barros Filho, da Comissão Estadual do PCdoB-MA. A maioria sem afinidade com petróleo e gás, como o ex-cobrador de ônibus e ex-vereador Alcides Araújo dos Santos, chefe do escritório da ANP-SP.


O que estranhar na notícia? O chato (Crabs ou Piolhos Púbicos), vive sempre no meio dos pelos pubianos. Alguém vai imaginar que se o tal Crabs fôsse um presidente - do Brasil, é claro - ele iria convidar para seu ministério um desodorante, um sabonete ou mesmo um chuveiro da Lorenzetti?
Quem o Marcola convidaria para ministro da justiça, caso fôsse presidente? Eliot Ness? T'ão doidos?
Por falar em Petrobrás, eu evito ao máximo ter que abastecer o carro em qualquer um desses postos, quando o faço, sinto-me um idiota por ter que pagar duas vêzes: é como se o marido tivesse que pagar michê p'rá esposa.

domingo, novembro 16, 2008


COMO SE CONTRÓI UMA MENTIRA


Duas dezenas de pessoas, a maioria acima dos trinta, aguardam a sua vez para fazerem seus pagamentos; como sempre, funcionários de menos ajudando a aumentar os lucros de mais para os nossos bravos banqueiros.

O sujeito bem vestido, terno de bom corte, camisa de bom linho, gravata de grife - paraguaia ou autêntica: quem sabe a diferença? - sapatos reluzentes, tudo combinando com jeitão de sociólogo da USP (cavanhaque e bigode), óculos à John Lennon e um ar de doidão; como os do próprio ex-Beatle conversa com um senhor à minha frente (na verdade parecia dialogar com seu umbigo). Aumenta o tom da voz e dispara:

- "...Não meu caro, não votei nelle não, mas conheço tudo a respeito delle..." . O sociólogo continua:

- "Ao contrário do que dizem, elle tem instrução sim: cursou universidade na Russia, fala quatro idiomas e é capaz de colocar qualquer economista no bolso..." .

O senhor à minha frente - uns setenta anos - finalmente dá o ar da graça:

- "Não posso crer. Por quê os grosseiros erros de Português sempre que abre a boca de improviso?"

O professor sociólogo uspiano ataca novamente:

- "Lembra do Vicente Matheus (ex-presidente do meu Coringão por oito mandatos !!)? Matheus vivia na mídia pelas declarações estranhas, pelos erros de português: era uma tática. Todos sabem que ele foi o melhor presidente que o Corinthians já teve...".

O painel digital/sonoro indica um guichê livre e lá vai o professor-sociólogo-uspiano pagar suas contas. Nã pude me conter e resolvi perguntar ao senhor setenta anos:

- "O senhor acreditou em tudo...?". O senhor de setenta anos num largo sorriso diz:
- "...Semana passada esse sujeito disse que dois generais presidentes foram treinados pela KGB: preparavam o terreno para que em breve um operário pudesse ser presidente da república..."
EU GUEEEEEENNNNTO????????

segunda-feira, abril 28, 2008

BRASIL, UM PAÍS DE TROUXAS

BRASIL, UM PAÍS DE TROUXAS
ATUALIZANDO AS BOBAGENS DITAS HOJE 28/04

4 - A merda do final da tarde de 28/04:
"Ninguém consegue fazer tudo em oito, nove ou dez anos. É preciso que a gente tenha um grupo de pessoas que assuma compromissos e que cada um faça mais do que o outro"
Tem razão o NoçuGhia. A quadrilha já está estruturada para dar continuidade ao esvaziamento do cofre, até o dia em que alguém resolver a coisa na chibata, movida a pólvora.
"Quem sofre com isso é o povo, pois está cheio de gente que só gosta de pobre em época de eleição. Aí, o pobre vira a coisa mais linda do mundo"
Mais uma vez o presiMente acerta em cheio. NoçuGhia inovou: elle gosta tanto de pobre que quer estender essa condição à maior parte da população; preferencialmente, quer transformar o Brasil numa Ruanda cercada de Bancos por todos os lados.
Pode-se dizer com certeza que o presiMente é um ser humano, uma ameba ou ... (fiquem à vontade)?

1 -..."não dá pra comparar a morte de um "velhinho" por falta de socorro com a de um paciente mais novo com dengue", Nelson Bedin coordenador de Saúde do Município de Osasco administrado (??) pelo prefeito Emidio de Souza do PeTê. A gravação dessa doutrina está no site da Jovem Pan AM, a notícia está aqui
Para esse aprendiz de Klaus Barbie, idoso é "velhinho" e "velhinho" é papel queimado.
2 - Adalto do Nascimento Gonçalves, 28 anos, o Pit Bull,conhecido comerciante de drogas ainda não lícitas, foi preso durante operação promovida por policiais civis e militares, no complexo Pavão Pavãozinho, na cidade do Rio de Janeiro.
O Pit Bull, na ocasião em que foi preso, ostentava garboso o crachá de Vigia das Obras PAC (Plano para Aspersão da Cocaína?). É o governo Lulla agindo firme e forte com o programa segundo emprego para traficantes.


Da série todo dia elle fala merda:

3 - "Eu não sei se está faltando palavra mágica ou alguma coisa na área da comunicação, porque antes a gente falava que o sistema de saúde precisava estar preparado, depois dizia que a gente que precisava matar o mosquito, hoje não podemos deixar o mosquito nascer; "temos que matar o mosquito no berço", sua excelência NoçuGhia
A palavra mágica se chama vergonha na cara. Que tal o ministro AedesTemporãoEgypt distribuir camisinhas para os mosquitos machos? É uma forma de escoar a produção da fábrica recém inaugurada, com o nosso dinheiro, é claro.

sábado, setembro 08, 2007

RENAN CALHEIROS



Planalto tenta evitar cassação

Faltando cinco dias para que o parecer do Conselho de Ética do Senado que recomenda a cassação do presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), seja votado pelo plenário do Senado, o Palácio do Planalto tenta discretamente convencer os senadores a votarem contra a expulsão do alagoano. De acordo com uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira, Walfrido dos Mares Guia, ministro das Relações Institucionais, e Ideli Salvatti (SC), líder do PT no Senado, foram encarregados pelo governo de conversar com parlamentares e líderes dos partidos aliados – especialmente PT e PMDB – e dizer-lhes que o Executivo quer a manutenção de Renan à frente do Senado.(Leia na íntegra AQUI)
RENAN CALHEIROS

"Discretamente, governo articula para que presidente do Senado mantenha o mandato". Não é possível que o povo brasileiro e as instituições civis organizadas permaneçam inertes, lenientes, omissas, aceitando passivamente toda esta podridão promovida pelo executivo em parceria com o legislativo, que tem como único objetivo o controle absoluto do poder, perenizando a bandalheira, a roubalheira, a corrupção e a impunidade. Será mesmo possível que do total de 81 senadores não existem 41 com um mínimo de vergonha, ética, decência e respeito pela Nação? Ou todos já assimilaram a putrefata ética do PT, cantada em verso e prosa pelo presidente Lula?

Dr. David Neto
Médico e Jornalista - Ex- Secretário de Saúde e Medicina Preventiva

domingo, agosto 26, 2007

Ética Petralha

Assuntos/Palestrantes/Consultores:

Ética na Política - Zé Dirceu - Hugo Chávez

Ética na Distribuição de Renda - Delúbio Soares - Salvattore Cacciola

Ética na Aviação Civil - Denise Charuteira Abreu - Osama Bin Laden

Ética nas Licitações - Waldomiro Diniz - Todos os presidententes da Infraero

Ética na Imprensa - Luis Gushiken - Paulo Henrique Amorin/Mino Carta/ Kennedy Alencar.

O encerramento contará com a presença do Presimente, que será homenageado pela Academia Brasileira de Letras, pelos relevantes serviços prestados à Cultura com os seus discursos improvisados.