Mostrando postagens com marcador Olivério Medina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Olivério Medina. Mostrar todas as postagens

sábado, maio 31, 2008

Angela Maria Slongo - FARC no Palácio do Planalto

Farc_lulaAngela Maria Slongo - FARC no Palácio do Planalto



...Mas é claro, o Lulla não sabe de nada.




A mulher de Olivério Medina, o representante das Farc no Brasil, foi contratada pelo governo Lula. Agora só falta arranjar um emprego para a mulher de Fernandinho Beira-Mar, outro criminoso ligado às Farc.


Em 29 de dezembro de 2006, Angela Maria Slongo foi nomeada pelo ministro da Pesca, Altemir Gregolin, para o cargo de oficial de gabinete II, com um salário de DAS 102.2. Angela Maria Slongo é mulher de Francisco Antonio Cadena Collazos, também conhecido como Olivério Medina, ou Padre Medina, ou Camilo López, ou El Cura Camilo. Quando Angela Maria Slongo foi nomeada pelo Palácio do Planalto – sim, o Ministério da Pesca é ligado diretamente ao gabinete do presidente da República –, Olivério Medina estava preso em Brasília, a pedido da Colômbia, seu país de origem, onde era acusado de atos terroristas e assassinatos.


Pausa. Respire fundo. É melhor repetir o que acabei de dizer. Pode ser que alguém tenha passado batido. É o seguinte: enquanto uma fatia do estado brasileiro cumpria a lei, prendendo um criminoso internacional, uma outra fatia – mais especificamente, Lula e seus ministros – o protegia, oferecendo à sua mulher um salário de apaniguada, a fim de que ela pudesse permanecer perto dele, numa chácara em Brasília, à espera do julgamento do STF, que iria decidir sobre sua extradição. Ele só saiu da prisão domiciliar no fim de março de 2007. Angela Maria Slongo até hoje continua aparelhada no Ministério da Pesca, recebendo seu salário de apaniguada, que acumula com o salário pago pelo governo do Paraná. VEJA pediu esclarecimentos sobre a escolha de seu nome para o cargo de confiança. O Ministério da Pesca informou que ela apenas mandou um currículo e foi selecionada por critérios profissionais. Simples? Simples.


Publicamente, Lula tenta se afastar da companhia das Farc. Às escondidas, seu governo dá cada vez mais sinais de irmandade com o grupo terrorista, como nesse caso da mulher de Olivério Medina. Nos computadores de Raúl Reyes, o terrorista morto pelos soldados colombianos, foi encontrada uma mensagem de Olivério Medina em que ele dizia poder contar com o apoio da "cúpula do governo" brasileiro, em particular com o ministro Celso Amorim. O papel de Olivério Medina no Brasil, de acordo com o jornal colombiano El Tiempo, era "trocar cocaína por armas e fazer o recrutamento de simpatizantes". O recrutamento de simpatizantes podia ser feito até mesmo no Ministério da Pesca. Já a troca de cocaína por armas passava por outros canais. Numa de suas mensagens sobre o tema, Olivério Medina referiu-se a um certo "Acácio", identificado como o Negro Acácio, sócio de Fernandinho Beira-Mar no narcotráfico.


Um relatório oficial da Abin acusou Olivério Medina de ter oferecido dinheiro das Farc à campanha eleitoral de candidatos petistas.


Quando VEJA fez uma reportagem sobre o assunto, um monte de gente chiou. Para os agentes da Abin, os membros do PT que receberiam o dinheiro eram aqueles das correntes mais esquerdistas do partido, como a do ministro da Pesca, que contratou a mulher de Olivério Medina. Sempre que alguém morre no Brasil por um crime relacionado ao tráfico de drogas, pode-se dizer que há um dedo das Farc. O grupo terrorista está perdendo terreno na floresta colombiana. Mas chegou ao poder nos morros brasileiros e na Esplanada dos Ministérios


PS - A nomeação dessa mãe-de-família-exemplar está AQUI e de quebra aparece um sobrinho do senador Eduardo Blowin' in the wind Suplicy, nomeado por ser um grande especialista em "plantação" de mariscos e "mamação" de impostos do povão. A cortesia desse link é do Tunico do Estou de Olho, que está realizando o segundo concurso Miss "cumpanhêras do PT" 2008. Não esqueçam de votar na formosura petralha.

quinta-feira, outubro 26, 2006

Imprensa pró Alckmin?

Imprensa pró Alckmin?




Pois é. O pt de Marco Sargentão Garcia acusa a imprensa de trabalhar a favor de Geraldo Alckmin. É apenas parte da tática petralha: acuse os inimigos daquilo que voce é. A Carta a Otavio Frias, da Folha - e do data-falha - desmente os petralhas:




Prezado Otávio Frias Filho,
Peço que você leia atentamente o artigo abaixo reproduzido. Não há nenhuma razão decente para o seu jornal continuar ocultando sistematicamente os fatos que ali apresento, os quais se tornaram ainda mais indesmentíveis depois do discurso pronunciado por Lula no Foro de São Paulo em 2 de julho de 2005. E não adianta alegar que o jornal publicou alguns dos meus artigos a respeito. Você sabe perfeitamente que artigos na seção de opinião não têm força nenhuma, quando os fatos em que se baseiam estão ausentes das páginas de noticiário. Nestas, o Foro de São Paulo e seus crimes foram meticulosamente omitidos ao longo de muitos anos, e continuam a sê-lo num momento em que essa omissão arrisca ludibriar novamente os eleitores, induzindo-os a confirmar na presidência da República um homem cuja verdadeira história ignoram por completo. Você, como outros empresários de mídia, está apostando seu jornal, sua carreira, sua reputação e sua fortuna contra uma verdade muito bem confirmada. Algum dia ela será fatalmente revelada aos olhos de todos, provando a covardia e a desonestidade daqueles que se furtaram à obrigação de mostrá-la em tempo. Isso é absolutamente inevitável, e se acontecer quando você tiver setenta ou oitenta anos não será nem um pouco menos doloroso do que se acontecer no mês que vem. Você tem dinheiro e influência; mas a verdade tem do lado dela uma arma invencível: o tempo. A única esperança dos que apostam contra ela é morrer antes de que ela apareça. O único consolo que lhes restará, nesse caso, será o alívio barato de haver conseguido fugir ao desprezo em vida, escondendo-se por trás do seu próprio cadáver. Pelo respeito mútuo e boas relações que sempre tive com você, espero, sinceramente, que esse não seja o seu destino.
Atenciosamente,

Olavo de Carvalho
PS - Estou divulgando esta carta por todos os meios ao meu alcance.
PS 2 - Como você sabe, tentei publicar os fatos sobre o Foro de São Paulo na própria Folha, como matéria paga. Informado de que pela lei eleitoral o anúncio não poderia ultrapassar um oitavo de página, desisti da idéia, para não ser acusado de gastar dinheiro de amigos num empreendimento inócuo.



Um negócio quase honesto
Olavo de Carvalho,Jornal do Brasil, 13 de abril de 2006

Ao mesmo tempo que o Exército Brasileiro comunicava a prisão de agentes das Farc na Amazônia, a IstoÉ de 12 de abril informava: documentos apreendidos com Fernandinho Beira-mar "comprovam a antiga suspeita de que o bandido fornecia armamentos e munições às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia em troca das toneladas de cocaína com que abastecia pontos-de-venda de droga no Brasil". Uma agenda, preenchida pelo traficante com o registro de suas operações no ano 2000, "é a prova cabal da aliança entre Beira-Mar e as Farc", assegura a revista.


Beira-Mar não decerto é o principal amigo brasileiro dos delinqüentes colombianos. A Resolução número 9 do X Foro de São Paulo, de 7 de dezembro de 2001, condenou a repressão à narcoguerrilha como "terrorismo de Estado" e como "verdadero plán de guerra contra el pueblo". Entre as assinaturas estava a do sr. Luís Inácio Lula da Silva, então ainda presidente do Foro.
No mesmo ano, líderes das Farc foram recebidos como hóspedes oficiais pelo governo petista do Rio Grande do Sul.


Mas seria injusto dizer que a colaboração do PT com as Farc se limitou à troca de gentilezas. As duas organizações publicam juntas uma revista, "America Libre", dirigida pelo sublime dr. Emir Sader, na qual defendem seus interesses comuns contra o governo da Colombia e dos EUA, o Exército brasileiro e outras entidades malignas. Pelo menos até 2004, o chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, estava no Conselho Editorial da publicação ao lado do comandante das Farc, Manuel Marulanda Vélez, o famigerado "Tiro Fijo". Lá estava também o impoluto deputado Greenhalgh -- aquele mesmo que propunha controlar a criminalidade mediante o desarmamento geral das vítimas.


Quando o porta-voz das Farc, Olivério Medina, contou que a organização tinha dado dinheiro para a campanha eleitoral do PT, houve uma correria geral para persuadir o público de que tudo não passava de bravata. Mas, logo depois, a elite petista organizava um movimento de protesto para libertar da prisão o homem acusado de manchar a reputação do partido com fanfarronadas irresponsáveis. Em vez de enxergar algo de suspeito em tamanha incongruência, a nação preferiu acreditar que o PT era um partido cristianíssimo, que retribuia o mal com o bem.


Em 2002, três dos quatro concorrentes à presidência eram membros de partidos aliados às Farc no Foro de São Paulo, e o quarto, José Serra, informado de tudo, preferiu perder a eleição de bico fechado, provando fidelidade estóica às suas raízes esquerdistas. Enquanto a mídia local celebrava a lisura do pleito, o vencedor confessava ao "Le Monde" que a eleição tinha sido "apenas uma farsa, necessária à tomada do poder", sendo confirmado nisso pelo sr. Marco Aurélio Garcia em declaração ao jornal argentino " La Nación " de 5 de outubro de 2002. Em julho de 2005, o então já tarimbado presidente admitia ter tomado decisões de governo em reuniões secretas do Foro de São Paulo, longe do Congresso e da opinião pública.


A troca de cocaína pelas armas que Fernandinho Beira-Mar trazia do Líbano era feita na Tríplice-Fronteira (Brasil-Argentina-Paraguai). Semanas atrás, o promotor do Distrito de Manhattan, Robert Morgenthau, conseguiu fechar um canal de dinheiro pelo qual três bilhões de dólares de drogas, seqüestros, contrabando e outros crimes tinham fluído dessa região para organizações terroristas muçulmanas, por meio de um banco de Nova York. Quando a existência desse canal foi denunciada pela primeira vez, a esquerda brasileira protestou com veemência, dizendo que era tudo uma sórdida mentira imperialista.


Aos poucos, a verdade está aparecendo. Mas ela é ainda grande e feia demais para os olhos sensíveis de uma nação que se deixou enfraquecer por uma longa dieta de mentiras cor-de-rosa. O Brasil talvez precise de mais alguns anos para entender que, comparado à trama do Foro de São Paulo, o Mensalão é quase um negócio honesto.