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sexta-feira, maio 05, 2017

Jornais omitem Terrorismo na Avenida Paulista


Jornais omitem atentado terrorista islâmico à bomba na Avenida Paulista

por Flavio Morgenstern


Hasan Zarif liderou um protesto contra Michel Temer no último dia 10 de abril na porta da FIESP, como registrando em matéria da Folha de S. Paulo. Ele foi entrevistado no ato que acusava Temer, descendente de libaneses, de “laços sionistas”. A prova? A escolha de Ilan Goldfajn para comandar o Banco Central. É tão Alemanha dos anos 30 que parece pesadelo (Alexandre Borges)


Em 02 de maio, na Avenida Paulista, em São Paulo, um grupo se uniu para protestar contra a lei de imigração de autoria do chanceler Aloysio Nunes, do PSDB de SP e ex-motorista do terrorista Carlos Marighella. A lei causará uma hégira no Brasil. O protesto havia sido convocado pelas redes sociais e foi pacífico.

Um grupo de pessoas, entretanto, foi até o protesto para agredir os manifestantes. Entre eles, estava Hassan Zarif, imigrante de origem palestina, que não fala português, é anti-semita e é dono de um bar “revolucionário” no Bixiga chamado Al Janiah. Em seu bar, além de aulas de árabe, são ministradas palestras com temas como “Lei Antiterrorismo: O que ainda podemos fazer?” (sic).

Os eventos são sempre realizados em parceria com um assim chamado “Movimento Palestina Para Tod@s”, que gera uma estranha inquietação pelo uso da @ trans: o que aconteceria com um homossexual ou transexual na região da Palestina dominada pelo Hamas, com sua jihad para impor a shari’ah?

Em dado momento, conflagrando o segundo atentado terrorista islâmico em território nacional, felizmente falho, Hassan Zarif joga uma bomba na direção do grupo pacífico, que precisou correr para ninguém se ferir.

Hassan Zarif, então, foi preso, portando soco inglês e sendo visto e reconhecido em um vídeo atirando o artefato explosivo. Outro vídeo pode ser visto:










Cuidado com as manchetes: falam em "confronto" com grupo de "extrema-direita", mas houve um atentado à bomba contra manifestantes na Paulista.

Ontem, na Avenida Paulista, em São Paulo, um grupo se uniu para protestar contra a lei de imigração de autoria do chanceler Aloysio Nunes, do PSDB de SP e ex-motorista do terrorista Carlos Marighella. A lei causará uma hégira no Brasil. O protesto havia sido convocado pelas redes sociais e foi pacífico.

Um grupo de pessoas, entretanto, foi até o protesto para agredir os manifestantes. Entre eles, estava Hassan Zarif, imigrante de origem palestina, que não fala português, é anti-semita e é dono de um bar “revolucionário” no Bixiga chamado Al Janiah. Em seu bar, além de aulas de árabe, são ministradas palestras com temas como “Lei Antiterrorismo: O que ainda podemos fazer?” (sic).

Os eventos são sempre realizados em parceria com um assim chamado “Movimento Palestina Para Tod@s”, que gera uma estranha inquietação pelo uso da @ trans: o que aconteceria com um homossexual ou transexual na região da Palestina dominada pelo Hamas, com sua jihad para impor a shari’ah?

Em dado momento, conflagrando o segundo atentado terrorista islâmico em território nacional, felizmente falho, Hassan Zarif joga uma bomba na direção do grupo pacífico, que precisou correr para ninguém se ferir.

Hassan Zarif, então, foi preso, portando soco inglês e sendo visto e reconhecido em um vídeo atirando o artefato explosivo. Outro vídeo pode ser visto:





Infowar: os pobres “refugiados” (com bar) contra a violentíssima “extrema-direita”

Destaca-se então a infowar, a guerra de narrativas da grande mídia para eufemizar um lado e hiperbolizar outro. De acordo com a grande mídia, um sírio, preso com um soco inglês, que levou uma bomba para um ato público e a atirou contra transeuntes pacíficos, foi apenas uma “confusão” com um “grupo de extrema direita” (sic) – grupo este que, sem destaque da imprensa, protestava pacificamente antes da chegada da turba de Hassan Zarif.




Para O Globo, Um palestino e um sírio são detidos após confusão em marcha anti-imigração em SP, e ainda Presos após confronto com direita anti-imigração vão para audiência de custódia, depois trocado para “grupo anti-imigração” (o original permanece no link). A matéria é da jornalista Juliana Arreguy, cujo avatar no Facebook pode ser visto à esquerda. A Folha prefere escancarar os dois termos que, no imaginário coletivo deturpado, representam invertidamente o oprimido e o opressor: Palestinos são presos após confronto com direita anti-imigração em SP.

O Estadão, que nunca utiliza “esquerda” ou “extrema-esquerda” em seu texto, destaca não a bomba, não o risco de vida ao qual foram expostas pessoas pacíficas, mas o pensamento político das vítimas: Ativistas pró-imigração seguem presos após briga com grupo de direita, manchete que foi reproduzida ipsis litteris na Istoé.

As únicas publicações a lembrar do “detalhe” da bomba atirada contra pessoas, que se não tivessem corrido poderiam estar mortas, foram o blog de Rodrigo Constantino na Gazeta do Povo, que marcou Manifestantes de direita contra lei de imigração acusam islâmico de explodir bomba caseira em SP, além do chinês Epoch Times: Imigrantes explodem bomba em protesto contra Lei de Migração.

Já entre as publicações petistas que eram financiadas com dinheiro do pagador de impostos brasileiro, também chamada de “esgotosfera”, a situação é ainda mais drástica: para o Brasil de Fato, abaixo da cartola “Xenofobia”, a manchete é Refugiados palestinos são presos após conflito em manifestação antimigração (sic). Na Revista Forum, espécie de porta-voz unificador do discurso petista, Palestinos são agredidos e presos em manifestação de direita anti-imigração em São Paulo. Na Rede Brasil Atual, Palestinos são agredidos e presos em manifestação contra refugiados em São Paulo, com descrições como “Os palestinos estavam passando pela Avenida Paulista e pararam para ver a manifestação, e então foram xingados e ameaçados.” A cena mais comum da cidade de São Paulo, naturalmente.


Há uma gritante semelhança de tom e objetivo entre as manchetes, sejam de O Globo, Estadão, Folha ou Revista Forum e Brasil Atual, e ainda mais semelhante ausência de comentário sobre uma bomba atirada contra pessoas (repetindo: que se não tivessem corrido, poderiam estar mortas, e não foram atingidas por se moverem rapidamente).

Para a grande mídia, que chegará ao maior número de pessoas, tudo não passou de um “confronto”, uma “confusão”: de um lado, “refugiados”; de outro, um “grupo de extrema-direita”. Foi como a narrativa chegou a TV, até mesmo escolhendo vídeos infelizes na internet em que manifestantes “admitem que agrediram refugiados” (sic).



Fake News: Al Janiah e Hassan Zarif

Se jornalistas houvessem por fazer algo mais profundo do que enxergar um cenário de violência e dizer que há uma equalização de forças caso o fato não se coadune com a narrativa padrão “palestinos coitadinhos”, veriam que a verdade está exatamente na direção oposta do que escreveram.

O jornalista Marlos Apyus, ex-Antagonista e CEO do novo portal Politicas.Info, acabou sozinho investigando e descobrindo algumas verdades inconvenientes para a narrativa da mídia.

Por exemplo, o Boletim de Ocorrência lavrado contra Hassan Zarif desmente tudo o que foi colocado pela imprensa. No B. O., Hassan Zarif é reconhecido como o autor da bomba contra o povo que manifestava. Agrediu um policial, resistiu à prisão e foi detido com um soco inglês. Sua turba estava agredindo inclusive mulheres na manifestação (sendo pró-Palestina, não é exatamente algo a se estranhar).

O que é mais significativo: apesar de Hassan Zarif e seu bando apostarem na tese de que houve um “confronto” e de que foram “agredidos”, conforme repetiu a mídia, não há marcas de agressões em seus corpos, embora haja até vídeos de suas agressões contra outras pessoas.



Como se vê, Marlos Apyus sozinho foi mais jornalista do que toda a imprensa brasileira, com exceção devida à Gazeta do Povo e Epoch Times.

Por outro lado, não é preciso ir muito atrás de documentos para ver o estado em que ficaram as vítimas deste atentado terrorista islâmico, como mostra a página Direita São Paulo:







Quando a imprensa prepara o caminho sentimental das pessoas, pode-se fazer o que bem se entende, sem esperar críticas, como quando se chama vítimas de “grupo de extrema-direita” e um verdadeiro atentado terrorista islâmico, felizmente sem nenhuma morte, de “conflito” com “refugiados” que teriam sido “agredidos” sem explicação (e corpo delito). Nem mesmo é preciso explicar o que um anti-semita que organiza palestras pensando no que fazer após a lei anti-terrorismo estaria fazendo “andando pacificamente” na Paulista com soco inglês e uma bomba.

Não à toa, a Istoé já fala que a Ouvidoria das Polícias do Estado “apura irregularidades em prisão de palestino em São Paulo” (onde está aquele chatérrimo “supostas” nessas horas?). Imagine-se se fosse um grupo de apoiadores de Doria ou Bolsonaro que jogasse uma bomba contra “refugiados”, como seriam as manchetes por meses a fio, incluindo ações no Congresso.

Sem surpresas também, descobriu-se que Hassan Zarif fez campanha para o PSOL, um dos partidos com mais flertes com o anti-semitismo do país. Logo depois, foi solto, com ajuda de Sâmia Bonfim, vereadora do PSOL. Sâmia Bonfim viu inúmeros entraves à prisão de quem solta uma bomba contra mulheres (a vereadora é, naturalmente, feminista), mas estava lá com o fito claro: reclamar que a polícia não prendeu quem respondeu com “discurso de ódio” à bomba de Hassan Zarif.





quinta-feira, fevereiro 02, 2012

As mentiras do PT sobre Pinheirinho.



(Antes, um comentário meu informando que até o presente momento, nenhum corpo da "chacina" foi encontrado e muitos dos mortos anunciados já estão alegres e felizes, talvez esperando novas áreas para serem invadidas)

Não houve nenhum massacre em São José dos Campos como anunciou o governo do PT, e a operação foi planejada por mais de quatro meses
Em face da reintegração judicial de posse da área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos, o PT montou uma fábrica de mentiras para divulgar nas próximas campanhas eleitorais. Em respeito aos leitores da Folha, eis as mentiras, seguidas da verdade:

Mentira 1: "O governo federal fez todos os esforços para buscar uma solução pacífica".
Verdade: Desde 2004, a União nunca se manifestou no processo como parte nem solicitou o deslocamento dos autos para a Justiça Federal. Em 13 de janeiro de 2012, oito anos após a invasão, quando a reintegração já era certa, o Ministério das Cidades -logo o das Cidades, do combalido ministro Mário Negromonte- entregou às pressas à Justiça um "protocolo de intenções". Sem assinatura, sem dinheiro, sem cronograma para reassentar famílias nem indicação de áreas, o documento, segundo a Justiça, "não dizia nada", era uma "intenção política vaga."

Mentira 2: "Derramou-se sangue, foi um massacre, uma barbárie, uma praça de guerra. Até crianças morreram. Esconderam cadáveres".
Verdade: Não houve, felizmente, nenhuma morte, assim como nas 164 reintegrações feitas pela Polícia Militar em 2011. O massacre não existiu, mas o governo do PT divulgou industrialmente a calúnia. A mentira ganhou corpo quando a "Agência Brasil", empresa federal, paga com dinheiro do contribuinte, publicou entrevista de um advogado dos invasores dando a entender que seria o porta-voz da OAB, entidade que o desautorizou. A mentira ganhou o mundo. Presente no local, sem explicar se na condição de ativista ou de servidor público, Paulo Maldos, militante petista instalado numa sinecura chamada Secretaria Nacional de Articulação Social, disse ter sido atingido por uma bala de borracha. Não fez BO nem autorizou exame de corpo de delito. Hoje, posa como ex-combatente de uma guerra que não aconteceu.

Mentira 3: "Não houve estrutura para abrigar as famílias".
Verdade: A operação foi planejada por mais de quatro meses, a pedido da juíza. Participaram PM, membros do Conselho Tutelar, do Ministério Público, da OAB e dos bombeiros. O objetivo era garantir a integridade das pessoas e minimizar os danos. A prefeitura mobilizou mais de 600 servidores e montou oito abrigos. Os abrigos foram diariamente sabotados pelos autodenominados líderes dos sem-teto, que cortavam a água e depredavam os banheiros.

Mentira 4: "Nada foi feito em São Paulo para dar moradia aos desabrigados".
Verdade: O governo do Estado anunciou mais 5.000 moradias populares em São José dos Campos, as quais se somarão às 2.500 construídas nos últimos anos. Também foi oferecido aluguel social de R$ 500 até que os lares definitivos fiquem prontos. Nenhuma família será deixada para trás.

Entre verdades e mentiras, é certa uma profunda diferença entre PT e PSDB no enfrentamento do drama da moradia para famílias de baixa renda. O Minha Casa, Minha Vida só vai sair do papel em São Paulo graças ao complemento de R$ 20 mil por unidade oferecido pelo governador Geraldo Alckmin às famílias de baixa renda. Sem a ajuda de São Paulo, o governo federal levaria 22 anos para atingir sua meta.

O PT flerta com grupelhos que apostam em invasões e que torcem para que a violência leve os miseráveis da terra ao paraíso. Nós, do PSDB, construímos casas. Respeitar sentença judicial é preservar o Estado de Direito. É vital que esse princípio seja defendido pelas mais altas autoridades. Inclusive pela presidente, que cometeu a ligeireza de, sem maior exame, classificar de barbárie o cumprimento de uma ordem judicial cercado de todas as cautelas que a dramaticidade da situação exigia.

Artigo para a Folha de São Paulo (que é um braço petralha) de ALOYSIO NUNES FERREIRA, senador por São Paulo (PSDB) e em quem votei por falta de opção.