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segunda-feira, maio 27, 2013

A Marcha das Vagabundas.














Dirão os mais "antenados" que a Marcha das Vadias acontece em todo o mundo; pode ser, mas nem tudo o que acontece pelo mundo afora é bom ou deve ser seguido. Os bons exemplos que acontecem pelo mundão afora, quase sempre não emplacam aqui. Leis duras para assassinos, estupradores e pedófilos, por exemplo, aqui não são aplicadas e nem se pensa no assunto: o Cardozão (o ministro da justiça) não quer, a presidentE não quer e a curriola toda do governo não quer; então ninguém quer, embora a maioria esmagadora da população queira... mas isso é um pequeno detalhe. Clique aqui e verás que a Mirina tem razão: as participantes são realmente canhões e sapatões




Então mais uma "edição" da Marcha das Vagabundas aconteceu e o resumo pode ser uma frase da jornalista Mirian Macedo (que foi misericordiosa no título do seu artigo) que expressa bem esse carnaval fora de época: "a maioria é canhão, doida que alguém lhe jogue pelo menos um gracejo na rua".




A Marcha das Vazias

por Mirian Macedo (no Mídia Sem Máscara)




Quarenta nos atrás, revolucionário de esquerda chamava 'isto' aí de decadência burguesa. Na década de 70,desbunde como a Marcha das Vadias seria visto pelo pessoal engajado como coisa de burguesinha alienada, privilegiada, desocupada e condenada à extinção (física, em muitos casos) quando florescesse e se realizasse o reino da verdadeira liberdade: o socialismo.

Quem não se lembra do escárnio com que os comunistas se referiam aos desbundados, aqueles pequenos ratos burgueses que abandonavam a luta pelo socialismo e se rendiam à alienação das drogas, do sexo livre e do rock'n roll?

Hoje, é revolucionário pedir a legalização das drogas e praticar o sexo livre (promíscuo, é a palavra). Ou seja, para a mentalidade revolucionária as idéias não têm nenhuma importância. 


Defender hoje o que combatiam ontem é mera conveniência do projeto de poder totalitário que os "guerreiros pelo socialismo" querem implantar no mundo (saibam ou não disto os 'companheiros de viagem' e inocentes (in)úteis da história).

Vamos falar claro: não são as idéias que não prestam, quem não vale nada é o próprio revolucionário. Não se pode aceitar discutir 'idéias' com qualquer um deles, seria conceder-lhes o status de interlocutores. Não o são, revolucionário é um sujeito que não defende idéias, o seu projeto é destruir o mundo. Ele não aceita a realidade, qualquer uma.

Antes, as feministas acusavam o 'sistema' de oprimir a mulher, que era obrigada a tornar-se vadia por rejeição da família e para servir de objeto sexual dos machistas chauvinistas. Agora, o must é ser vadia, prostituta virou "profissional do sexo", tem registro do Ministério do Trabalho e grife Daspu.

O que um revolucionário fala é desmentido pela realidade que está à sua frente, é negado pelo que ele está fazendo naquele momento. Não porque o revolucionário não perceba a incoerência, o desvio. Não! A intenção é exatamente esta, praticar a inversão para transformar o mundo em 'algo jamais visto', nas palavras do satânico chefe da seita, Karl Marx.

Quer ver? Basta olhar a Marcha das Vadias: a passeata está coalhada de crianças. Mas, convenhamos, só por delírio uma pessoa que diz defender o direito da criança à inocência e que é contra a sua exploração como objeto sexual decide levar o próprio filho (filha, em sua maioria) à Marcha das Vadias, em que mulheres com roupa, atitude e discurso de vagabundas se orgulham de serem vadias, putas e sapatonas. Mulheres de vida fácil, isto sim.

Agora, experimenta dizer a estas vagabundas (elas não se ofendem de serem assim chamadas, por supuesto)que criança pode, sim, levar palmadas dos pais, para sua educação e disciplina. Avançarão sobre quem o disser com unhas e dentes, berrando Violência! Mas consideram prova de amor pedagógico levar esta mesma criança ao circo de horrores, depravação, vulgaridade e indução à promiscuidade, exatamente o que é a Marcha das Vadias.

Hoje, a inversão é norma. Todo mundo sabe que mulher 'vadia' não é coisa que preste. E ficamos todas nós a gritar que somos vadias? Ninguém mais acredita nos seus próprios olhos.

É assim que funciona a mente revolucionária, Hoje e ontem, aqui e em Cuba. Quando tomou o poder, Fidel Castro pôs na cadeia e mandou para el paredón dezenas de centenas de homossexuais, porque o seu comportamento era 'anti-revolucionário'. Cinquenta anos depois, o mesmo comportamento é aceito, até louvado.

Fidel pediu desculpas: "eu errei". Lorota, ele não acha que errou, acha que estava certo lá atrás e acha que está certo agora. Se for do interesse do projeto revolucionário voltar a perseguir, encarcerar e matar homossexuais, isto será feito. Se, daqui a algum tempo, as 'vadias' não mais interessarem elas serão 'oprimidas' e 'reprimidas'.

Esta mulherada (a maioria é canhão, doida que alguém lhe jogue pelo menos um gracejo na rua) faria melhor se ficasse em casa estudando, lendo, se instruindo. Ainda nos pouparia deste espetáculo grotesco e bizarro de banhas explodindo, peitos caídos, celulite e pneus.

Uma amiga de muitos anos, mulher sensível, culta, criativa, nascida em berço aristocrático de tradicional família mineira e hoje uma distinta senhora e avó de muitos netos, cobra de mim ter mudado, de não ser a mesma pessoa que ela conheceu na juventude. Ela lamenta que eu não apoie a Marcha das Vadias.

Eu lhe perguntei se ela se orgulharia de ver suas filhas e netas ao lado de gente que porta cartazes onde se lê "A porra da buceta é minha". Ela não respondeu. Eu respondo: as minhas filhas eu quero em outras companhias. 

Ter feito e defendido coisa semelhante no passado só aumenta a minha obrigação de lutar contra isto agora. Mudar é próprio de quem pensa, de quem busca a verdade. Hoje, eu prefiro ficar com as palavras de São Paulo:"Aspirai às coisas do alto e não às coisas da terra".

Marcha das Vadias? Eu e minhas filhas não vamos. Porque não somos.


terça-feira, junho 05, 2007

Sistema COC não aceita crítica

"O progresso técnico aplicado à agricultura (...) levou o homem a estabelecer seu domínio sobre a produção agrícola em detrimento da mulher". Não foi Elle quem disse essa pérola, mas "isso" está escrito em apostilas.

Sistema COC não aceita crítica. Leia e entre nessa.

por Miguel Nagib em 04 de junho de 2007

Resumo: No departamento pedagógico do Sistema COC de Ensino mandam os educadores marxistas, que satanizam o capitalismo e os empresários. No departamento comercial da Empresa, mandam esses mesmos empresários que, alienados, processam os que criticam o viés ideológico anticapitalista da banda marxista.

Apesar de haver exercido, sem qualquer restrição, o direito de resposta garantido pelo EscolasemPartido.org, o Sistema COC de Ensino, dizendo-se ofendido pelo artigo “Luta sem Classe”, de autoria da jornalista Mírian Macedo, ajuizou ação judicial pedindo a condenação da jornalista; a minha condenação, na qualidade de coordenador do site; e a dos responsáveis por dois outros sites que também divulgaram o artigo (Mídia Sem Máscara e Usina de Letras) ao pagamento de indenização por supostos danos morais.
A tentativa de intimidação é evidente, mas não vai funcionar. O Judiciário não aceitará esse jogo. Vivemos num Estado que ainda se define como democrático e de direito; um Estado cuja Lei Fundamental assegura a liberdade de pensamento e expressão. A Justiça não permitirá que o conteúdo efetivo dessa liberdade seja definido pelo interesse e pela sensibilidade, sincera ou fingida, de empresários que, se pudessem, silenciariam toda e qualquer opinião desfavorável a seus produtos e serviços.
Mesmo assim, é inegável que a iniciativa do Sistema COC de Ensino representa, por si só, uma gravíssima ameaça ao trabalho que estamos desenvolvendo no EscolasemPartido.org em prol da descontaminação ideológica das escolas brasileiras; um trabalho que visa, entre outros objetivos, a combater a demonização, nas salas de aula e nos livros didáticos, de atores sociais como os próprios empresários que nos processam.
A situação é tão absurda que é até difícil de explicar. O Sistema COC de Ensino é um gigante bicéfalo, como a imensa maioria das instituições de ensino privadas do país. No departamento pedagógico, mandam os educadores de orientação marxista, que tudo fazem para satanizar o capitalismo e a categoria dos empresários. Já no departamento comercial, mandam esses mesmos empresários que, alienados, nos processam para defender os interesses da empresa, por criticarmos o viés ideológico decididamente anticapitalista e antiempresarial do material produzido e dos serviços prestados pela banda marxista. Ou seja, nos processam para defender, em última análise, o "direito" dos marxistas de cuspir na cara deles próprios! Não é uma loucura?
Mas o fato, leitor amigo, é que estamos sendo processados e precisamos do seu apoio. Precisamos saber que você, estudante ou ex-estudante, pai ou mãe de aluno, está do nosso lado. Clique
AQUI e deixe sua mensagem de solidariedade à jornalista Mírian Macedo, ao EscolasemPartido.org e aos outros sites que divulgaram o seu artigo.Publicado pelo Escola Sem Partido

© 2007 MidiaSemMascara.org