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quinta-feira, dezembro 22, 2011

MEU MILHÃO, MINHA MANSÃO (POVO BOBÃO).


Esse embrião de programa social(ite) pretende ser um sucesso nos próximos anos, décadas, centenários e, por que não milênio(s)?. O vitorioso programa - pelo menos para alguns - fez e vem fazendo milionários da noite para o dia. É o que nos informa o Augusto Nunes da odiada (pelos petralhas de plantão&associados) revista Veja:

Fábio Luís Lula da Silva era monitor do zoológico de São Paulo quando a chegada do pai à Presidência da República, em janeiro de 2003, animou-o a tentar a sorte como “produtor de conteúdos digitais”. Um ano depois de fundar a Gamecorp, soube que o que parecia um negócio de fundo de quintal era tudo o que a Telemar procurava. Pelo privilégio de tornar-se sócio minoritário do empreendimento, o gigante da telefonia pagou a Lulinha R$ 5 milhões. Aos 35 anos, está rico e é um dos orgulhos de Lula, que credita o sucesso fulminante ao talento empresarial do filho.

Israel Guerra era um medíocre funcionário público quando a crescente influência da mãe na Casa Civil, chefiada pela melhor amiga Dilma Rousseff, animou-o a tentar a sorte como “consultor de negócios”. Fundada em julho de 2009, a Capital Assessoria e Consultoria especializou-se em abrir portas de ministérios e estatais a empresas interessadas em fechar acordos ou resolver pendências com o governo. Os lucros subiram espetacularmente a partir de março de 2010, depois da promoção de Erenice a ministra. Vítimas da gula excessiva, a mãe perdeu o cargo e o filho, hoje com 33 anos, perdeu a clientela. Erenice continua jurando que o garoto fez sucesso, e logo voltará a fazer, por esbanjar talento na formação de parcerias.

Gustavo Morais Pereira era um arquiteto recém-formado quando a chegada do pai ao comando do Ministério dos Transportes o animou a tentar a sorte como “empresário no ramo da construção civil”. Em 2005, aos 21 anos, fundou a Forma Construções. Em 2007, graças a triangulações envolvendo fregueses do ministério a serviço da família, o filho de Alfredo Nascimento havia multiplicado por 86.500% o patrimônio da empresa. A descoberta da quadrilha do PR e a queda do pai sugerem que o arquiteto de 27 anos prosperou usando como gazua a carteira de identidade. Nascimento garante que o garoto nasceu para construir fortunas.

A reportagem publicada na seção O País quer Saber informa que o Ministério Público investiga os três exemplos de enriquecimento súbito. Se ficar provado que subiram na vida pendurados no parentesco, os filhos de Lula, Erenice e Nascimento confirmarão que a incapacidade de enxergar a fronteira entre o público e o privado é uma disfunção hereditária ─ e que a desmedida confiança na impunidade vem junto com o sobrenome. Se não têm culpa no cartório, se não derraparam no tráfico de influência, não podem ficar fora do governo. Casos de polícia aparecem de meia em meia hora. Casos de sucesso são bem menos frequentes. Casos como esses três são raríssimos.

O governo Lula criou o programa Primeiro Emprego. Dilma Rousseff deveria encomendar à trinca o programa Primeira Empresa. Em vez de um emprego com carteira assinada, os inscritos ganhariam uma pequena empresa. E aprenderiam com os jovens mestres como se fica milionário em dois ou três anos.

Fonte Augusto Nunes/Veja

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Maracutaia no STJ - (alguma novidade?)













Maracutaia no STJ - (alguma novidade?).





Tem motorista, analfabeto, no STJ, ganhando R$ 14.000,00(sem concurso), funcionários que não trabalham e passam a vida toda nos corredores procurando um meio de burlar a lei e aumentar, sem limites, seus polpudos salários.




MARACUTAIA BENEFICIA FILHA DE MINISTRO DO STJ


Gloria Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do STJ Antonio de Pádua Ribeiro (que entrou com queixa de assédio sexual contra o ministro do STJ Paulo Medina), acaba de conseguir uma decisão na justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos públicos.O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300 que está no Tribunal regional federal da 1ª região ( www.trf1.gov.br), autora a mesma Gloria Maria Pádua Ribeiro e Rés a União Federal e Fundação Universidade de Brasília.Gloria Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de técnico-judiciário área-fim em 27/05/95 para o STJ onde seu pai é ministro. Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e obteve liminar. Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente. Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados: ganhou nova liminar e mais, foi "nomeada provisoriamente" e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!).
Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22. Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica. O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular"





Enviado por LIGIA - Imagem de São Dick Vigarista, padroeiro dos três poderes, dos jornalistas vendáveis e dos sindicalistas execráveis.