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quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Paquistão: "Meninas cristãs servem apenas para satisfazer os desejos sexuais dos islâmicos"










por Raimond Ibrahim


Sumble, uma jovem cristã paquistanesa de 20 anos de idade teve seu quadril fraturado quando um grupo de muçulmanos jogou um veículo sobre ela e suas amigas. Os homens atacaram as meninas cristãs porque elas se recusaram a ter relações sexuais com eles. Kiran Masih de 17 anos, amiga de Sumble, foi assassinada no ataque.



Recentemente no Paquistão três meninas cristãs foram espancadas por terem rejeitado os avanços de alguns abastados jovens muçulmanos. Uma das meninas veio a falecer.

Wilson Chowdhry, natural de Londres, presidente da Associação Britânica dos Cristãos Paquistaneses (BPCA) e ativista dos direitos humanos que revelou o caso em primeira mão, denunciou que um dos homens disse o seguinte: "meninas cristãs servem apenas para uma coisa, satisfazer os desejos (sexuais) dos homens muçulmanos".

O incidente ocorreu em 13 de janeiro em Lahore. As três adolescentes com idades de 17, 18 e 20 anos estavam caminhando para casa após um pesado dia de trabalho. Quatro jovens muçulmanos em um veículo seguiram e assediaram as meninas. Os rapazes "se comportaram mal" gritavam "palavras indecentes e faziam comentários grosseiros", molestaram as meninas insistindo para que elas entrassem no carro deles para "darem uma volta e se divertirem".

As meninas recusaram o "convite", acrescentando que eram "cristãs devotas e que não se relacionavam sexualmente fora do casamento".

Essa postura provocou a imediata mudança de atitude dos rapazes que se tornaram mais agressivos ameaçando-as, dizendo que se elas não entrassem no carro por bem entrariam por mal. Apavoradas diante da escalada do perigo em que se encontravam, um surto de pânico se abateu sobre elas, fazendo com que saíssem correndo. Isso somente enfureceu ainda mais os rapazes muçulmanos, um deles gritou com elas, dizendo: "como vocês ousam fugir de nós, meninas cristãs servem apenas para uma coisa, satisfazer os desejos sexuais dos homens muçulmanos".

Os rapazes muçulmanos foram atrás das meninas jogando o carro em cima delas. Duas delas caíram no chão, uma quebrou o quadril a outra teve as costelas quebradas. A mais nova, Kiran Masih, de 17 anos, foi arremessada para o alto vindo a cair no para-brisa do carro que continuava acelerando. Os muçulmanos ao verem a menina estatelada no para-brisa, riam e aceleravam o veículo ainda mais. Logo em seguida, ao que tudo indica, o motorista pisou no freio com toda força. O solavanco causado pela freada arremessou a menina para o alto. Ela logo se espatifou no chão, com fratura exposta no crânio e esmagamento dos ossos. Em questão de minutos ela estava morta.

Como de costume a polícia paquistanesa, segundo consta, está "fazendo muito pouco para apreender os jovens, além de postergarem o processo de investigação". Chowdhry ressaltou:

Em qualquer outro país (menos no Paquistão) os criminosos seriam presos, condenados por assassinato e sentenciados a passar muito tempo na prisão... A violência contra cristãos é raramente investigada e ainda que seja, é altamente improvável que a justiça seja feita. As mulheres sofrem de uma condição social muito baixa no Paquistão, mas nada se compara às mulheres cristãs, que se encontram tolhidas e apavoradas, principalmente depois desse ataque. A ONG muçulmana "Movimento de Solidariedade e Paz" afirma que cerca de 700 mulheres cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão, ou seja, praticamente duas por dia e o mundo nada faz.

Relatos como esses, incluindo a alegação segundo a qual é de direito do homem muçulmano estuprar mulheres cristãs e "infiéis", são corriqueiros no Paquistão.

Um estuprador muçulmano, ao atacar uma menina cristã de 9 anos no Paquistão, disse para ela "não se preocupar porque ele já fez a mesma coisa com outras meninas cristãs".

Os residentes daquela localidade se manifestaram da seguinte maneira ao conversarem sobre o que o estuprador disse a sua vítima de 9 anos: "é vergonhoso. Esses incidentes acontecem o tempo todo. Meninas cristãs são consideradas mercadorias que podem ser arruinadas ao bel prazer. Abusar delas é um direito. Isso de acordo com a mentalidade da comunidade não é sequer um crime. Os muçulmanos consideram-nas espólios de guerra".

O conceito islâmico de "espólio" é explicado por uma das maiores autoridades em lei e jurisprudência islâmica, o já falecido Majid Khadduri, em War and Peace in the Law of Islam (Guerra e Paz segundo a Lei do Islã):

O termo espólio (ghanima) é aplicado especificamente à propriedade adquirida por meio da força de não-muçulmanos. Entretanto, isso inclui não apenas propriedades (móveis ou imóveis), mas também pessoas, seja na qualidade da asra (prisioneiros de guerra) ou sabi (mulheres e crianças). ... Em se tratando de uma escrava, o mestre tem o direito de tem relações sexuais com ela como concubina.

Mesmo nas nações ocidentais, os muçulmanos do Paquistão acreditam ser direito deles estuprar e abusar sexualmente de mulheres "infiéis" ou até mesmo de mulheres muçulmanas se estiverem desacompanhadas à noite ou se não estiverem usando um véu. É claro que uma mulher que estiver usando um véu também poderá ser atacada, mas neste caso o estupro será o mesmo como se tivesse sido cometido por um estuprador não-muçulmano, ele quer o que ele quer e ponto final. Mas se for uma muçulmana que estiver sozinha, ele pode racionalizar ou justificar o estupro como "direito seu", uma vez que ela está agindo como uma infiel, portanto merecedora do que lhe acontecer. O autor não conhece nenhum caso em que um muçulmano atacou uma muçulmana porque ele acreditava ser "direito"seu.

Em 2012 na Grã-Bretanha, nove muçulmanos, oito do Paquistão, foram condenados por estuprar e explorar sexualmente crianças na Grã-Bretanha. E assim como cristãs e outras "infiéis" no Paquistão são informadas pelos estupradores antes do estupro, estes também constantemente "diziam às suas vítimas que eles tinham o direito de passá-las a outros homens, dezenas deles, porque é o que nós fazemos em nosso país".

Hoje, com a multiplicação dos muçulmanos no Ocidente, o que eles fazem com as mulheres "infiéis" nos países que os abrigam é cada vez mais parecido com o que eles fazem com as mulheres "infiéis" em seus países de origem, conforme milhares de mulheres na cidade de Colônia e em outras cidades puderam constatar recentemente.


(Imagens: Associação Britânica dos Cristãos Paquistaneses (esquerda), Projeto Investigativo sobre o Terrorismo (direita).)



Raymond Ibrahim, é autor de Crucified Again: Exposing Islam's New War in Christians (da Gatestone Publication, publicado pela editora Regnery, abril de 2013), também é Membro da Fundação Shillman do David Horowitz Freedom Center e Membro do Instituto de Pesquisa Judith Friedman Rosen Writing do Middle East Forum.

Tradução: Joseph Skilnik

Publicado no site do The Gatestone Institute.

Fonte: Mídia Sem Máscara

quarta-feira, dezembro 30, 2015

Um cristão é massacrado a cada cinco minutos.







por Raimond Ibrahim




Durante todo o mês de setembro, à medida que mais e mais cristãos foram massacrados e perseguidos por conta da religião, não só pelo Estado Islâmico, mas também pelos muçulmanos "comuns" dos quatro cantos do planeta, um contingente cada vez maior de pessoas e organizações clama para que alguma medida seja tomada. Enquanto isso, aqueles que estão em condições de fazer alguma coisa, particularmente o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o Papa Francisco nada fazem.

"Por que perguntamos ao mundo ocidental, por que não levantar a voz diante de tanta crueldade e injustiça"? Essa foi a pergunta levantada pelo Cardeal Angelo Bagnasco, Presidente da Conferenza Episcopale Italiana.

Gregory III, Patriarca da Igreja Greco-Católica Melquita disse o seguinte: "Eu não entendo porque o mundo não levanta a voz diante de atos de tamanha crueldade".

Nas palavras da reportagem: "ativistas dos direitos humanos estão vendo o que está acontecendo. Líderes estrangeiros estão vendo. E mais de 80 membros do Congresso dos EUA estão vendo. Juntos eles estão pressionando o líder do mundo livre (Presidente Obama) a declarar que há um genocídio de cristãos em andamento no Oriente Médio".

Em resposta, a Casa Branca disse que estava preparando a liberação de uma declaração acusando o Estado Islâmico de cometer genocídio contra minorias religiosas, dando nome aos bois e identificando diversos grupos, como por exemplo os yazidis, como vítimas. Aparentemente os cristãos não serão incluídos como vítimas, pelo fato, segundo sustentam funcionários alto escalão da administração Obama, dos cristãos "ao que tudo indica, não se encaixarem no alto padrão estabelecido pelo tratado que trata de genocídio".

Entretanto, o Padre Behnam Benoka, iraquiano, explicou em detalhes em uma carta enviada ao Papa Francisco os horrores pelos quais os cristãos do Oriente Médio estão passando. Para sua empolgação, o Papa telefonou ao padre e lhe disse: "eu jamais o abandonarei". Nas palavras de Benoka "ele me telefonou. Ele me disse de forma bem precisa, é claro que eu estou ao seu lado, jamais o abandonarei... Farei o que estiver ao meu alcance para ajudá-lo".

No entanto, no final de setembro quando o Papa Francisco se encontrava na tribuna das Nações Unidasdiscursando para o mundo, sua energia mais uma vez foi dedicada em nome da defesa do meio ambiente. Durante todo o seu discurso, que se estendeu por cerca de 50 minutos, o Papa não mais que uma vez se referiu à perseguição dos cristãos, e mesmo assim eles não receberam uma atenção especial, tanto que sem tomar fôlego, na mesma sentença, seus sofrimentos foram mesclados com os sofrimentos supostamente iguais dos "membros da religião majoritária", ou seja, os muçulmanos sunitas (o único grupo que não deverá ser atacado pelo Estado Islâmico, uma organização sunita):


"Eu me sinto na obrigação de reiterar os apelos em relação à dolorosa situação em que se encontra todo o Oriente Médio, Norte da África e outros países africanos, onde cristãos, juntamente com outros grupos culturais ou étnicos e até mesmo membros da religião majoritária que não desejam se envolver pelo ódio e pela insensatez, foram forçados a testemunhar a destruição de seus lugares de culto, patrimônio cultural e religioso, seus lares e suas propriedades, além de se defrontarem com a opção de fugir ou pagar com a própria vida a adesão ao bem e à paz ou então pagarem com a escravidão."

Ainda assim conforme mostra o resumo do mês de setembro, "membros da religião majoritária", no caso os sunitas, não estão sendo massacrados, decapitados e estuprados por conta da sua fé, nem suas mesquitas estão sendo bombardeadas e incendiadas, eles também não estão sendo encarcerados ou assassinados por apostasia, blasfêmia ou proselitismo.

Selvageria e Massacre
Uganda: Três muçulmanos espancaram e estupraram uma cristã de 19 anos de idade. A jovem estudante estava voltando para casa da St. Mary's Teachers College em Bukedea quando ela foi emboscada por três homens mascarados. "Eu tentei gritar, mas um deles tampou a minha boca enquanto o outro me esbofeteava à medida que me arrastavam para fora do caminho", segundo a vítima. "Ouvi um deles dizer aos outros que eu deveria ser morta porque meus pais abandonaram o Islã. Um deles ainda disse: mas nós não temos certeza se essa garota é cristã". Em vez de assassiná-la, eles a estupraram e espancaram com tal violência que ela ainda está sob cuidados médicos em um hospital.

Estados Unidos da América: Freddy Akoa, um cristão de 49 anos de idade, profissional da saúde, em Portland, Maine, foi cruelmente espancado até a morte em sua própria casa por três muçulmanos. Ao lado do corpo de Akoa foi encontrada sua Bíblia manchada de sangue. O falecido apresentava cortes e ferimentos por todo o corpo além de um traumatismo craniano que o levou a morte. Ele teve 22 costelas fraturadas e o fígado dilacerado. O documento oficial da polícia atesta que Akoa "foi espancado e chutado na cabeça, também foi golpeado na cabeça com alguma peça do mobiliário durante o ataque que persistiu sem tréguas durante horas". Akoa foi atacado antes ou durante uma festa que ele estava dando em sua casa. Os três criminosos eram refugiados muçulmanos de origem somali. Ultimamente tanto nos Estados Unidos quanto na Europa ficou-se sabendo que vários "refugiados" eram na realidade terroristas islâmicos, alguns com ligações com o Estado Islâmico (ISIS). (A facção do Al Shabaab, a principal organização jihadista da Somália, recentemente jurou aliança ao ISIS).

Síria: Um cristão do vilarejo de Qaryatain na província de Homs foi executado pelo Estado Islâmico por se recusar a aceitar as condições impostas aos aldeões cristãos, a dhimmi (ser cidadão de segunda classe, ser "tolerado"). O ISIS também assassinou um sacerdote cristão, esquartejou seu corpo e enviou as partes do corpo a sua família dentro de uma caixa. Mais cedo o ISIS tinha sequestrado o padre e exigido o pagamento de um resgate no valor da US$120.000 de sua família, que depois de dois meses conseguiu juntar o dinheiro. Após o pagamento porém, o ISIS não cumpriu sua palavra assassinando o padre com requintes de crueldade.

Paquistão: A família muçulmana de uma mulher que se converteu ao cristianismo e se casou com um cristãoassassinou seu marido além de ferir a jovem. Aleem Masih de 28 anos de idade se casou com Nadia de 23 no ano passado depois dela ter se convertido ao cristianismo. Depois do casamento o casal fugiu da aldeia, uma vez que a família da moça queria "vingar a vergonha que a filha lhes trouxe por ela ter desistido do Islã e se casado com um cristão", isso segundo um advogado que cuidou do caso. Com o passar do tempo o pai de Nadia Muhammad Din Meo e seus capangas deram um jeito de sequestrar o casal levando os cônjuges a uma propriedade agrícola perto dali. "Primeiramente os muçulmanos torturaram o casal com chutes e socos, em seguida deram três tiros em Aleem Masih, uma das balas acertou o tornozelo, a segunda pegou as costelas e a terceira teve como alvo seu rosto," segundo o advogado. "Nadia levou um tiro no abdome". Os parentes muçulmanos deixaram o local acreditando que tinham assassinado o casal. "Os agressores retornaram à aldeia e proclamaram publicamente que tinham vingado a humilhação e restaurado o orgulho dos muçulmanos através do assassinato, a sangue frio, do casal". A polícia, contudo, ao chegar à propriedade agrícola encontrou Nadia ainda respirando. "Ela foi levada ao General Hospital em Lahore, onde está lutando pela vida depois de passar por uma cirurgia muito complicada na qual duas balas foram retiradas de seu abdome". Um enorme contingente de muçulmanos estava reunido em frente ao hospital quando a mulher gravemente ferida chegou. "Os baderneiros, alguns deles carregando armas, gritavam furiosamente palavras de ordem anticristãs... Eles também elogiavam Azhar por ele ter restaurado o orgulho da Ummah (comunidade) muçulmana dizendo que ele tinha garantido seu lugar no paraíso por ter assassinado um infiel".

Filipinas: Suspeita-se que terroristas islâmicos do grupo jihadista Abu Sayyaf realizaram o atentado a bombaa um ônibus na cidade predominantemente cristã de Zamboanga em 18 de setembro, que matou uma menina de 14 anos de idade e feriu outras 33. Fontes da inteligência já tinham alertado que o grupo Abu Sayyaf tinha como alvo cidades e comunidades com grandes contingentes de cristãos. Apenas 20% de Zamboanga são muçulmanos, o restante é praticamente todo formado por cristãos (em sua maioria católicos).

Egito: A mãe de um padre copta foi roubada e assassinada na cidade de Fekria em Minya.

Ataques de Muçulmanos contra Igrejas Cristãs
Estados Unidos da América: No Domingo dia 13 de setembro, Rasheed Abdul Aziz de 40 anos de idade foi preso por ameaçar a Igreja Batista Missionária de Corinto em Bullard, Texas. O americano muçulmano carregava uma arma de fogo e estava vestido com traje completo de combate usando capacete com camuflagem, calças de camuflagem, jaquetas e botas táticas, quando ingressou na igreja por volta das 13 horas. De acordo com o Pastor John Johnson, Aziz disse que Alá tinha lhe ordenado a "matar infiéis" e que "gente vai morrer hoje". O pastor acrescentou: "eu acredito que a intenção dele, quando se dirigiu à nossa igreja, era a de matar alguém".

Tanzânia: No espaço de uma semana seis igrejas foram incendiadas e reduzidas a cinzas. Em 23 de setembro três igrejas foram incendiadas: a Living Waters International Church, Buyekera Pentecostal Assemblies of God e a Evangelical Assemblies of God Tanzania Church. Três dias depois, em 26 de setembro mais três igrejas foram incendiadas: a Evangelical Lutheran Church, Kitundu Roman Catholic Church e a Katoro Pentecostal Assemblies of God Church. De acordo com fontes locais, "as pessoas acordaram no dia 27 de setembro e se deparam com seus santuários reduzidos a cinzas... Os cenários são sempre os mesmos, desconhecidos arrombam a porta, empilham objetos no altar, jogam gasolina em cima e ateiam fogo. Eles fugiram sem que ninguém tivesse visto nada, de modo que continuam como desconhecidos". As nações da África Oriental são compostas, em sua maioria por cristãos e muçulmanos, embora haja controvérsias em relação à proporção de cada um deles.

Belém: Muçulmanos atearam fogo no Mosteiro de São Charbel. Sobhy Makhoul, Chanceler do Patriarcado Maronita de Jerusalém disse que se "trata de um incêndio criminoso, não de um incêndio causado por uma falha elétrica (como querem as autoridades locais), trata-se de vandalismo sectário perpetrado por radicais muçulmanos". O fogo não causou fatalidades nem ferimentos, felizmente o edifício estava desocupado e em reformas, mas os estragos são evidentes e a comunidade cristã local obviamente teme mais violência. O líder maronita acrescentou: "o ataque é anticristão, assim como muitos outros incidentes que ocorrem em todo o Oriente Médio. Grupos extremistas operam na região, incluindo células do Hamas".

Iraque: Um relatório que examina o massacre de um cristão a cada cinco minutos no Iraque, complementa que "militantes do Estado Islâmico no Iraque estão utilizando igrejas cristãs como câmaras de tortura, onde cristãos são forçados a se converter ao Islã ou morrer".

Síria: Poucos dias depois de capturar a cidade de Qaryatain, o Estado Islâmico destruiu um mosteiro católico da antiguidade e jogou fora os restos de um santo reverenciado. O grupo terrorista sunita emitiu um ultimato aos cristãos de Qaryatain para que pagassem a jizya (dinheiro da extorsão), se convertessem ao Islã ou deixassem a cidade.

Iêmen: Um dia depois que a igreja católica em Aden foi destruída, um grupo de criminosos não identificados "" em um edifício cristão, segundo palavras de uma testemunha. Das 22 igrejas em funcionamento em Aden antes de 1967, quando a cidade era uma colônia britânica, poucas permanecem abertas, são raramente utilizadas por trabalhadores estrangeiros e refugiados africanos. A Igreja St. Joseph, incendiada, é uma delas.

Indonésia: No Domingo dia 27 de setembro, a Igreja GKI Yasmin em Bogor realizou o centésimo serviço ao ar livre desde 2008, quando os muçulmanos locais começaram a reclamar da existência da igreja. Muito embora a igreja estivesse em situação totalmente regular, as autoridades condescendentemente a fecharam. Em dezembro de 2010, o Supremo Tribunal da Indonésia determinou que a igreja fosse reaberta, mas o prefeito de Bogor se recusou a cumprir a ordem e a manteve fechada. Desde então a congregação realiza os serviços dominicais nas residências dos membros e de vez em quando na rua, diante da zombaria e dos ataques das turbas muçulmanas.

Ataques Muçulmanos contra a Liberdade Cristã
(Apostasia, Blasfêmia e Proselitismo)

Uganda: Uma senhora de 36 anos de idade, mãe de oito filhos requisitou uma reza depois que muçulmanos daquela região forçaram-na a retornar ao Islã ou perder os filhos e ser morta. Apesar de Madina ter se mantido fiel ao cristianismo depois que seu marido a abandonou há uma década por ela renunciar o Islã, ela voltou ao Islã em setembro: "os parentes do meu marido ameaçaram me matar e tirar meus filhos de mim se eu me recusasse a voltar ao Islã. Eles disseram: nós não vamos perder nossas crianças para o cristianismo.Preferimos te matar e trazer as crianças de volta... Eu não tenho para onde ir com meus filhos, de modo que resolvi voltar ao Islã para salvar meus filhos e a mim mesma. Eu sei que um dia Issa (Jesus) se lembrará de mim".

Reino Unido: Um paquistanês, sua esposa e seus seis filhos estão passando por "um pavoroso suplício nas mãos dos vizinhos que os consideraram blasfemos". O "crime" deles é terem se convertido ao cristianismo, isso há mais de 20 anos. Apesar de serem "prisioneiros em sua própria casa após serem atacados na rua, terem o para-brisa estilhaçado repetidamente e ovos arremessados contra as janelas" a família cristã disse que tanto a polícia quanto a igreja anglicana não providenciaram nenhum apoio razoável e "relutam em tratar o problema como crime de intolerância religiosa". Nissar Hussain, o padre, disse: "nossas vidas estão sendo sabotadas e isso não deveria acontecer no Reino Unido. Nós vivemos em uma sociedade livre e democrática e o que eles estão fazendo contra nós é abominável".

Turquia: Desde 27 de agosto nada menos que 15 igrejas receberam ameaças de morte por "negarem Alá". Mesmo assim, "ameaças não são nenhuma novidade para a comunidade protestante que vive nesse país e quer educar seus filhos aqui," segundo líderes da igreja. Tanto que ex-muçulmanos, muitos deles participantes desta congregação, apóstatas do Islã, já foram ameaçados com a decapitação. As mensagens acusam os cristãos de terem "escolhido o caminho que nega Alá" e "de terem arrastado outros a acreditarem no mesmo que vocês... Sendo hereges vocês cresceram em número graças a seguidores ignorantes". Uma das mensagens retratava a bandeira do Estado Islâmico com as seguintes palavras: "infiéis pervertidos, a hora em que nós iremos cortar suas cabeças está próxima. Que Alá receba a glória e o louvor".

Paquistão: A polícia prendeu Pervaiz Masih, um funcionário cristão de uma olaria no Distrito Kasur na província de Punjab, depois que um homem de negócios muçulmano, concorrente seu, o acusou falsamente de insultar Maomé, o profeta do Islã. Pervaiz, pai de quatro filhos, incluindo um nenê de sete meses, fugiu de sua casa depois que Muhammad Kahlid prestou queixa, dizendo que ele havia feito comentários ofensivos sobre Maomé durante uma discussão. Os policiais detiveram quatro parentes de Pervaiz, em seguida arrastaram sua esposa para o meio da rua, rasgaram suas vestes enquanto tentavam arrancar informações sobre o paradeiro de seu marido. Os policiais também espancaram cristãos locais e invadiram residências na cidade de Pervaiz para obter informações. No final Pervaiz acabou se entregando à polícia para que seus parentes fossem soltos.

Etiópia: Um grupo de 15 cristãos adolescentes foi atacado e preso por se dedicar à evangelização no leste da Etiópia. Paralelamente seis líderes cristãos foram considerados culpados por incitarem distúrbios, destruírem a confiança do povo nas autoridades governamentais e disseminarem o ódio. Os seis homens, membros do comitê administrativo da igreja, escreveram uma carta à liderança nacional da igreja em 11 de março, descrevendo a perseguição que estavam sofrendo por serem cristãos que vivem na zona Silte de maioria muçulmana. Eles reclamaram da discriminação nas oportunidades de emprego, demissão sem justa causa, tratamento hostil no ambiente de trabalho, incêndio de igrejas, ataques contra a pessoa e ameaças de morte. O teor da carta foi vazada para a mídia local e amplamente difundida, provocando a prisão e condenação dos seis.

Dhimmitude:
Alemanha: De acordo com um relatório, "muitos cristãos refugiados da Síria, Iraque e Curdistão estão sendo intimidados e atacados por refugiados muçulmanos. Em diversos centros para refugiados estabelecidos por autoridades locais, a lei da Sharia está sendo imposta sobre a minoria cristã, vítima de bullying." Gottfried Martens, pastor de uma igreja ao sul de Berlim, disse que "muçulmanos muito religiosos estão espalhado a seguinte ideia nos centros para refugiados: a lei da Sharia rege onde quer que nos encontremos". Martens expressa uma preocupação em especial em relação aos muçulmanos que se convertem ao cristianismo, apóstatas, que de acordo com a lei islâmica podem ser mortos: "há uma chance de 100% que essas pessoas serão atacadas".

Líbano: os cristãos estão sendo ultrapassados em número pelos refugiados muçulmanos da Síria e do Iraque e correm perigo de perderem seu lugar em seu próprio país, segundo o Ministro das Relações Exteriores do Líbano Gebran Bassil: "o que está acontecendo no Líbano é uma tentativa de substituir a população existente pelos sírios e palestinos (muçulmanos)". Pelo fato da população cristã do Líbano ser, e assim tem sido historicamente, minoria, Bassil diz que seus direitos estão sendo ameaçados porque "alguns estão procurando impor os muçulmanos sobre os cristãos" (um cenário que também está ocorrendo nos EUA). Mais cedo em uma entrevista, Bassil disse que a comunidade cristã do Oriente Médio como um todo está sendo corroída "em larga escala": "no Iraque isso aconteceu durante mais de 20 anos e vimos que 90% dos cristãos saíram do Iraque. Na Síria não dispomos de levantamentos atualizados por conta do caos que está acontecendo naquele país. Não temos condições de avaliar. Sabemos que houve e que está havendo muita imigração interna e externa, fora os deslocamentos... Mas o que é certo é que igrejas foram destruídas e muitos já partiram".

Reino Unido: Noureden Mallaky-Soodmand, um iraniano de 41 anos de idade, deveria ser deportado para o Irã após ser preso por fazer ameaças e brandir armas nas ruas de Londres. Mesmo assim ele não foi deportado, ao que tudo indica porque a embaixada iraniana estava fechada. Mas não, ele foi realojado a 400 km em Stockton-on-Tees. Anteriormente, em 2 de abril, empunhando uma faca encurvada ele saiu correndo atacando pessoas, às cegas, feito um louco gritando: "eu sou muçulmano e vou cortar a m*** das suas cabeças , fdp***... Eu sou Isis e minha gente vai cortar seus sa*** fora, cristãos... Eu vou matar vocês, eu vou matar todos vocês. Eu vou cortar a cabeça de vocês e f*** vocês".

Dhimmitude Egípcia
Ataques de muçulmanos contra cristãos foram desencadeados em dois vilarejos separados em Samalout, ao norte do distrito de Minya. Um dos ataques, aparentemente ocorreu em "represália" à construção de uma pequena igreja. Em um vilarejo, cinco coptas ficaram feridos, em outro vilarejo, muçulmanos amontoados em uma série de carros atacaram uma cerimônia cristã de casamento. Três coptas ficaram feridos e nas redondezas mocinhas cristãs sofreram assédio sexual.

Paralelamente, em 20 de setembro, um grupo de muçulmanos do vilarejo de al-Oula, perto de Alexandria, atacou residências cristãs e uma igreja, depois que a polícia tentou devolver terras roubadas por um muçulmano ao proprietário legítimo, um cristão. Assim que a polícia chegou ao local para executar a ordem, ela foi atacada e fugiu. "Após a fuga das forças de segurança", segundo um líder da igreja, "uma enorme multidão cercou a igreja e começou a atirar pedras contra ela. Em seguida atacaran quatro residências de propriedade dos cristãos". Pelo menos dois cristãos ficaram gravemente feridos, um deles teve a coluna vertebral fraturada. "A família El Houty (a família muçulmana que se apropriou de terras cristãs) usou microfones na mesquita local e em vilarejos vizinhos para conclamar os muçulmanos das redondezas, dizendo que a polícia veio para desapropriar as terras e entregá-las aos cristãos".

Mariam, uma estudante cristã copta, que sofreu discriminação, virou manchete na grande mídia egípcia e criou um escândalo. Conhecida como "Estudante Zero", ela foi descrita por ex-professores como uma "estudante brilhante" que tinha planos de se tornar médica. O aproveitamento dela atingiu 97% nos primeiros dois anos de estudo e a expectativa era de resultados semelhantes no último ano, pasma porém, descobriu que tinha fracassado, não tinha passado: sua nota final foi zero. Ela fez questão de ver os resultados das provas, o que lhe foi negado. Quando o caso veio à tona e virou manchete, ela conseguiu ver as provas. Tanto ela quanto outros, incluindo especialistas em caligrafia, disseram que a caligrafia dos exames não era dela.

Dhimmitude Paquistanesa
Uma família cristã foi quase queimada viva em uma tentativa de "grilagem" de sua casa por muçulmanos. Pelo fato de Boota Masih de 38 anos de idade, juntamente com sua esposa e família terem se recusado a abandonar sua casa e propriedade e entregá-la a alguns muçulmanos, eles foram violentamente espancados. Em seguida os muçulmanos derramaram gasolina nos cômodos da casa e atearam fogo, e trancaram Boota e sua família em um quarto. Os Masihs quebraram uma janela e conseguiram escapar através dela. Apesar de haver testemunhas, a polícia local relutou em fazer um boletim de ocorrência e como se isso não bastasse, de acordo com os advogados, prendeu Masih com acusações falsas.

Os trabalhos mais degradantes continuam a ser reservados aos cristãos e a outras minorias. O exemplo mais recente vem de um anúncio de vagas do Instituto de Cardiologia de Punjab em Lahore. Na lista de vagas todos os postos de trabalho estão abertos a todos, menos os de "serviços sanitários", como por exemplo a manutenção de toaletes: somente candidatos não-muçulmanos são qualificados para esse posto de trabalho. De acordo com advogados trabalhistas, "trata-se de uma forma de opressão direta, racismo e preconceito contra as minorias religiosas do país", acima de tudo cristãos, hindus e muçulmanos não-sunitas.


Sobre essa Série de Artigos
Embora nem todos, nem mesmo a maioria dos muçulmanos esteja envolvida, a perseguição aos cristãos está aumentando. A série "Perseguição Muçulmana aos Cristãos" foi desenvolvida para reunir algumas, nem todas, as instâncias de perseguição que aparecem a cada mês.

Ela documenta o que a grande mídia frequentemente deixa de noticiar.

Ela postula que esse tipo de perseguição não é aleatória e sim sistemática, e que ocorre em todos os idiomas, etnias e lugares.


Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam's New War in Christians (publicado por Regnery em cooperação com o Gatestone Institute, abril de 2013).

Tradução: Joseph Skilnik 


Publicado no site do Gatestone Institute.

terça-feira, setembro 29, 2015

Obama lança refugiados cristãos aos leões.





por Raymond Ibrahim.


Membros da comunidade cristã iraquiana da Califórnia e os seus apoiadores protestam contra a
detenção de meses de duração dos requerentes de asilo cristãos iraquianos no centro de
detenção de Otay Mesa

O destino daqueles cristãos iraquianos que fugiram do Estado Islâmico apenas para serem encarcerados nos Estados Unidos finalmente foi decidido pela administração Obama: eles deverão ser jogados de volta para os leões, onde eles provavelmente serão perseguidos se não forem abatidos assim como muitos cristãos iraquianos antes deles.

Quinze dos 27 cristãos iraquianos, que foram detidos em um centro de detenção em Otay Mesa, Califórnia, por aproximadamente seis meses, devem ser deportados nas próximas semanas. Alguns já foram deportados e outros estão sendo acusados de fraude de imigração.

Muitos da comunidade cristã iraquiana em San Diego – incluindo cidadãos americanos membros de suas famílias defendendo os refugiados, tinham esperança de que eles acabariam por serem libertados. Mark Arabo, um porta-voz da comunidade caldéia, argumentou que "Eles escaparam do inferno [EI]. Vamos permitir que se reúnam com suas famílias". Uma das mulheres detidas tinha implorado para ver sua mãe doente antes de morrer. A mãe morreu antes que eles pudessem se reunir, e agora a filha está para ser deportada, possivelmente, de volta para o inferno do Estado islâmico.

Por que os cristãos perseguidos são os refugiados menos desejados nos Estados Unidos?

Por que as minorias cristãs, que são as que mais sofrem com o caos que envolve todo o Oriente Médio, são as menos desejadas nos Estados Unidos?

A resposta é que a administração Obama define refugiados como pessoas "perseguidas por seu governo." Em outras palavras, os únicos refugiados "reais" são aqueles resultantes das ações de Bashar Assad. Quanto àqueles que estão a ser violados, massacrados, e escravizados com base em sua identidade religiosa pelas chamadas forças "rebeldes" que combatem Assad – incluindo o Estado-islâmico – seu status como refugiados é evidentemente considerado duvidoso na melhor das hipóteses.

Como Abraham H. Miller argumenta em "Não há lugar na América para os refugiados cristãos" : "Que diferença faz saber qual exército põe em perigo a vida de cristãos inocentes? Os cristãos estão ainda sendo abatidos por serem cristãos, e seu governo é incapaz de protegê-los. Será que algum grupo tem que vir junto, como os grupos judaicos fizeram durante o Holocausto – e sardonicamente garantir que sejam seres humanos reais? "

Os cristãos árabes têm sido demonizados no Ocidente por apoiarem ditadores seculares.

Na verdade, desde o início da interferência ocidental no Oriente Médio no contexto da "Primavera Árabe", os cristãos foram demonizados por serem solidários a ditadores seculares como Assad. Num artigo de 04 de junho de 2012 que discute a turbulência no Egito e na Síria, Robert Fisk do The Independent zombou do apoio dos cristãos coptas ao candidato presidencial egípcio "Ahmed Shafiq, o legalista Mubarak, [e rival de Morsi da Irmandade Muçulmana], e que Assad conta com o apoio dos cristãos sírios. Os cristãos apóiam os ditadores. Não muito diferentes, não é?”

Mais de três anos depois, a "Primavera Árabe" apoiada pelo ocidente provou ser um fracasso abismal e as mesmas minorias cristãs que Fisk censurou foram, como esperado, perseguidas de forma sem precedentes na era moderna.

Mesmo sem a definição de refugiados como sendo pessoas "perseguidas por seu governo," a administração Obama parece nunca perder uma oportunidade para exibir seu viés em favor dos muçulmanos contra os cristãos. O Departamento de Estado dos EUA tem o hábito de convidar dezenas de representantes muçulmanos, mas nega vistos a representantes cristãos solitários. Enquanto ignora habitualmente o massacre dos cristãos nigerianos nas mãos do Boko Haram, o governo apelou para os "direitos humanos" dos assassinos jihadistas. E quando perseguidos coptas planejavam se juntar à revolução anti-Irmandade Muçulmana, Obama disse não. Depois, há o fato de que cada nação árabe em que a administração Obama tem se intrometido – especialmente a Líbia e a Síria – tem presenciado uma queda drástica nos direitos humanos das minorias cristãs.

Refugiados cristãos, fugindo dos mesmos muçulmanos que estão sendo autorizados a imigrar aos milhares, estão sendo jogados de volta aos leões.

O viés da administração Obama é evidente, mesmo em relação à passagem ilegal dos cristãos iraquianos pela fronteira EUA-México, ocasião em que foram presos. WND observa corretamente: "Ao mesmo tempo em que o governo de Obama está deportando cristãos, tem, ao longo dos anos, recebido centenas de imigrantes muçulmanos da África e do Oriente Médio que cruzaram a fronteira sul da mesma forma os caldeus fizeram."

Enquanto isso, quando a administração Obama esmiúça a definição de refugiado e a usa contra as minorias cristãs severamente perseguidas, verifica-se que quatro em cada cinco imigrantes – ou 80 por cento – não são sequer da Síria.

E enquanto as minorias cristãs representam pouca ameaça para os Estados Unidos – de fato, eles na realidade trazem benefícios à segurança dos EUA – os muçulmanos em todos os EUA estão apoiando o Estado islâmico e clérigos muçulmanos estão contando com o afluxo de refugiados para conquistar nações ocidentais, na tradição Islâmica da Hijra, ou jihad pela emigração.

Como diz o Alcorão em 4:100: “Mas quem migrar pela causa de Allah, achará, na terra, amplos e espaçosos refúgios. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Deus e de Seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte – sua recompensa caberá à Allah”.

No uso islâmico, a "causa de Allah" é sinônimo de jihad para capacitar e fazer cumprir as leis de Allah na terra, ou Sharia. Neste contexto, ao imigrarem para terras ocidentais os muçulmanos ganham de qualquer maneira: se eles morrerem no processo de alguma forma, o paraíso é deles se não o fizerem, os "locais e abundância" do Ocidente são deles.

Enquanto os verdadeiros refugiados cristãos, fugindo das mesmas forças muçulmanas hostis estão sendo autorizados a entrar na Europa, na América aos milhares são jogados de volta para os leões pela administração Obama.




Tradução: William Uchoa