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quinta-feira, dezembro 20, 2012

A MÁSCARA COMEÇA A CAIR.

A MÁSCARA COMEÇA A CAIR.


Finalmente a máscara da política brasileira dos últimos tempos está caindo. Ainda que durante muito tempo tenha havido um "despejar" de mimos e agrados a importantes jornalistas fora do Brasil e, ainda que a imprensa esquerdopata tenha participado ativamente na construção da grande mentira dos últimos tempos - leia-se Lula -, não há uma mentira que se torne uma verdade absoluta.






Em reportagem publicada em sua mais recente edição, a revista britânica "The Economist" destaca o fim do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) e elogia o desfecho "sem precedentes" para o caso, com a condenação de políticos influentes.



Com o título de "Um cardápio mais saudável", a revista brinca com o ditado popular de que casos de corrupção no Brasil "acabam em pizza".

A reportagem ainda é acompanhada de uma charge que retrata o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo e relator do processo do mensalão, jogando no lixo uma pizza. Ao seu lado, um trailer vende salada em frente ao prédio do STF.





Para revista, escândalo 'teve um fim desagradável para alguns malfeitores proeminentes'






A revista destaca ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi processado pelo caso, mas foi acusado por Marcos Valério de envolvimento no esquema.
"Mas Marcos Valério, um homem ligado à publicidade e condenado a 40 anos, diz ter provas de que Lula sabia o que acontecia e que parte do dinheiro sujo pagou despesas pessoais do ex-presidente"cita a reportagem, ao comentar que a acusação pode ser uma tentativa "desesperada" de Valério de reduzir a pena. "Mas se ele tiver novas provas significativas, o mensalão ainda vai fazer barulho".



Também lembra que o ex-presidente enfrenta questionamentos a respeito de práticas irregulares praticadas quando esteve no poder e cita a denúncia contra Rosemary Noronha, ex-chefe do escritório da Presidência em São Paulo, acusada pelo Ministério Público de crimes como corrupção passiva e formação de quadrilha.

Citando ainda o "acordão" feito na CPI do Cachoeira para evitar indiciamentos, a revista afirma que, apesar de o mensalão ter resultado em condenações, a "pizza" ainda faz parte do cardápio da política brasileira.

O MENSALÃO PELO MUNDO







E como desgraça pouca é bobagem nesse pais, os "amigos" do ex-presidente fundaram (fundam enquanto afundam o país) o movimento Mexeu com Lula, mexeu comigo, que se tivesse sido "bolada" por lula seria: "Mecheu queu, mecheu cumigo".


Com 194 nomes divididos em nove núcleos, já está na seção O País quer Saber a lista mais esperada que qualquer presente de Natal. Em ordem alfabética, ali desfilam as figuras que, por decisão do timaço de comentaristas, não podem ficar fora da campanha resumida na palavra de ordem “Mexeu com Lula, mexeu comigo!”

Confira a relação de patriotas que resolveram transformar o ex-presidente no único brasileiro com licença para pecar sem castigo. Quem achar que faltou algum nome está convidado a apresentar recursos em segunda instância. Todos serão examinados com muito carinho.

NÚCLEO POLÍTICO

A/B
Agnelo Queiroz, Aldo Rebelo, Alfredo Nascimento, Almeida Lima, Aloizio Mercadante, Ana Arraes, André Vargas e Ângela Guadagnin, Benedita da Silva e Brizola Neto.

C/D
Cândido Vaccarezza, Carlos Abicalil, Carlos Lupi, Carlos Roberto Massa Junior (Ratinho Junior), Cid Gomes, Ciro Gomes, Claudinho da Geladeira, Cristóvam Buarque e Dilma Rousseff.

E/F
Edison Lobão, Eduardo Braga, Eduardo Campos, Eduardo Paes, Eduardo Suplicy, Eleonora Menicucci, Fernando Collor, Fernando Haddad e Fernando Pimentel.

G/H
Gabriel Chalita, Gilberto Kassab, Gleisi Hoffmann, Gustavo Fruet, Hélio Costa e Henrique Eduardo Alves.

I/J
Ideli Salvatti, Inácio Arruda, Iriny Lopes, Jacques Wagner, Jader Barbalho, Jaqueline Roriz, Jilmar Tatto, João Pedro Stédile, Jorge Viana, José Nobre Guimarães, José Sarney e José Zequinha Sarney Filho.

L/M
Lindberg Farias, Luiz Dulci, Luiz Fernando Pezão, Luiz Marinho, Magno Malta, Marcelo Crivella, Marcelo Déda, Marco Maia, Maria do Rosário, Markus Sokol, Michel Temer e Marta Suplicy e Matilde Ribeiro.

N/O/P
Nelson Pelegrino, Newton Cardoso, Olívio Dutra, Orlando Silva, Paulo Bernardo, Paulo Maluf, Paulo Paim, Paulo Vanucchi, Pedro Henry e Professor Luizinho.

R/S
Raul Pont, Renan Calheiros, Ricardo Berzoini, Roberto Amaral, Roberto Requião, Romero Jucá, Roseana Sarney, Rui Falcão, Sergio Cabral, Severino Cavalcanti, Sibá Machado e Silval Barbosa.

T/V/W
Tarso Genro, Teotônio Vilela Filho, Tião Viana, Vanessa Grazziotin, Wadih Mutran e Weslian Roriz.

NÚCLEO OPERACIONAL-FINANCEIRO

A/C/D
Abílio Diniz, Antonio Palocci, Celso Amorim, Clésio Andrade, Delfim Netto e Duda Mendonça.

E/F/G
Edir Macedo, Eike Batista, Erenice Guerra, Fernando Cavendish, Fernando Sarney, Freud Godoy, Gilberto Carvalho, Gilberto Miranda, Graça Foster e Guido Mantega.

H/J/K
Hamilton Lacerda, Jorge Lorenzetti, José Carlos Bumlai, José Eduardo Dutra e Klinger Souza.

L/M/P
Luiz Carlos Bresser Pereira, Luiz Gushiken, Luiz Vedoin, Marco Aurélio Garcia, Marcos Valério, Miriam Belchior, Paulo Okamotto e Paulo Vieira.

R/S/W
Ricardo Teixeira, Roberto Teixeira, Ronan Maria Pinto, Rubens Vieira, Sérgio Gabrielli, Sergio Gomes Sombra da Silva, Silvio Pereira e Waldomiro Diniz.

NÚCLEO ARTÍSTICO-INTELECTUAL-COLUNÁVEL

A/B
Alceu Valença, Ana de Hollanda, Andrés Sanchez, Antônio Cândido de Mello e Souza e Beth Carvalho.

C/F
Carlos Roberto Massa (Ratinho), Chico Buarque, Fernando Morais e Frei Betto.

J/L/M
José de Abreu, Leonardo Boff, Luiz Carlos Barreto, Maria Rita Kehl, Maria Victoria Benevides e Marilena Chauí.

N/P/R
Netinho de Paula, Paulo Betti, Paulo César Pereio e Regina Casé.

S/V/W/Z
Silvio Tendler, Vladimir Safatle, Wagner Tiso e Ziraldo.

NÚCLEO JURÍDICO

Antônio Carlos Kakay de Almeida Castro, Dalmo Dallari, Dias Toffoli, José Eduardo Cardozo, Luís Inácio Adams, Luiz Eduardo Greenhalgh, Márcio Thomaz Bastos, Nelson Jobim, Pedro Abramovay, Ricardo Lewandowski e Tourinho Neto.

NÚCLEO JORNALÍSTICO-ESGOTOSFÉRICO


Eduardo Guimarães, Emir Sader, Franklin Martins, Hildegard Angel, Jânio de Freitas, Leonardo Attuch, Luis Fernando Verissimo, Luis Nassif, Marcos Coimbra, Mino Carta e Paulo Henrique Amorim.

NÚCLEO SINDICAL

Antônio Rogério Magri, Jair Meneguelli, Maria Izabel Bebel Noronha, Paulinho da Força e Vagner da CUT.

NÚCLEO PRESIDIÁRIO

Delúbio Soares, Henrique Pizzolato, João Paulo Cunha, José Dirceu, José Genoino, Kátia Rabello, Nem e Valdemar Costa Neto.

NÚCLEO INTERNACIONAL

Bashar Al-Assad, Cesare Battisti, Cristina Kirchner, Daniel Ortega, Evo Morales, Fernando Lugo, Fidel Castro, Hugo Chávez, Mahmoud Ahmadinejad, Manuel Zelaya, Rafael Correa, Raúl Castro e Robert Mugabe.

NÚCLEO DOMÉSTICO

Fábio Luís Lulinha da Silva, Luiz Cláudio Lula da Silva, Lurian Cordeiro Lula da Silva, Marcos Lula da Silva, Marisa Letícia e Rosemary Noronha.

Fontes: FolhadeSãoPaulo/Estadão/Veja - Augusto Nunes

sábado, outubro 13, 2012

Dilma e a vassourada na ética.








por Guilherme Fiuza





Enquanto o mensalão continua em cartaz como um filme de época, com exclamações indignadas sobre aqueles tempos terríveis, os herdeiros do esquema vão muito bem, obrigado. A plateia do julgamento ainda está se perguntando: será que Lula sabia? Então o PT comprou mesmo apoio político? Ora, vamos apressar esse filme velho. O final é o seguinte: deu tudo certo, e os mensaleiros da novíssima geração governam o Brasil.

Nem é preciso escutar horas de Joaquim Barbosa, depois horas de Lewandowski dizendo que não foi bem assim, para entender o esquema que tomou de assalto (com duplo sentido) o Estado brasileiro. Vale mais, neste momento, prestar atenção a um ex-ministro do Supremo. O que aconteceu afinal com Sepúlveda Pertence?

É simples: ele acaba de abandonar a Comissão de Ética da Presidência da República, por causa de um novíssimo escândalo. Ou seria mais correto dizer, um novo capítulo do velho escândalo.

A sucessora boazinha de Lula, que não tem nada a ver com os aloprados do padrinho e ainda faz faxina duas vezes por semana, cassou na mão grande dois membros da Comissão de Ética.

Enquanto a plateia se distraía com o faroeste do mensalão, Dilma Rousseff sacou mais rápido e executou a sangue-frio os conselheiros Marília Muricy e Fábio Coutinho. Qual teria sido o pecado da dupla fuzilada?



Um pecado mortal: levantar o tapete e mostrar a sujeira guardada pela faxineira. Marília foi quem propôs a demissão do ministro bufão Carlos Lupi, que Dilma tentava manter a todo custo, com sua grande família de ONGs companheiras. O esquema de Lupi no Ministério do Trabalho, de que Dilma era madrinha, nada mais era do que um dos muitos filhotes gordos do mensalão. O DNA do valerioduto estava lá: fabricação de contratos e convênios fantasmas para sugar dinheiro público para o partido que sustenta o governo. A mesmíssima compra e venda de apoio político que arrepia o país na oratória de Joaquim Barbosa.

Como se sabe, o voto de Marília Muricy foi o empurrão que faltava para a demissão de Carlos Lupi, para Dilma não ter mais como segurá-lo. E, como também se sabe, na ocasião a presidente jurou de morte a Comissão de Ética da Presidência. Só esperou o momento certo para cortar a cabeça da conselheira sem chamar a atenção.

Fábio Coutinho, o outro decapitado, cometeu pecado ainda mais grave: mexeu com o companheiro de fé Fernando Pimentel, amigo e irmão camarada da presidente, atual ministro vegetativo do Desenvolvimento. Fábio não entende nada de ética companheira. Achou que as milionárias consultorias fantasmas de Pimentel à Federação das Indústrias de Minas Gerais não eram corretas. O desavisado conselheiro não sabia que, conforme a tecnologia mensaleira, incorreto é não aproveitar o poder para encher o caixa da revolução.

Às vésperas das eleições municipais, Dilma mandou o pecador para a vala. Preservou, assim, a ficha mais ou menos limpa do guerrilheiro consultor, que é cacique petista nas urnas de Belo Horizonte e precisa estar livre para a missão de todo maquinista companheiro: catar votos e preservar cabides.

A operação cala-boca que revoltou Sepúlveda Pertence e o levou a pedir demissão foi muito bem feita. Dilma deixou por algum tempo os dois conselheiros marcados para morrer na geladeira. Retardou a dupla substituição já decidida, para melar as reuniões da Comissão de 27 de agosto e 3 de setembro – período chato para tratar de ética, com eleição a caminho e mensalão em cartaz. Sepúlveda renunciou à presidência da Comissão, e a plateia não deu a menor bola para ele. Gol dos companheiros. Como disse Lula sobre o mensalão, o que importa agora é a eleição. É o momento de os 4 quadros” petistas que engordaram em cargos de nomeação irem à luta dos cargos eletivos. O professor Márcio Pochmann, especialista em adestramento progressista de dados, interventor da revolução popular no Ipea, concorre a prefeito de Campinas. A grande aposta, até o fechamento desta edição, era o príncipe do Enem Fernando Haddad, que prometia fazer com São Paulo o que fez com os vestibulandos de todo o Brasil.

Como se vê, o esquema vai de vento em popa. Os condenados no STF não precisam se preocupar. Seus herdeiros poderosos haverão de saber recompensá-los.

Fonte: revista “Época”




segunda-feira, agosto 06, 2012

A PERGUNTA PERMANECE NO AR.



por Percival Puggina(*)




Argumento "ad hominem" é um falso argumento que pretende vencer e convencer mediante ataque verbal ao oponente. Já me defrontei com ele várias vezes. Também pode ser descrito como falácia, pois busca concluir sobre a correção de algo que esteja em pauta sem examinar seu conteúdo. Trago a expressão para este artigo porque, em dado momento da sessão de abertura do julgamento do caso Mensalão, o ministro Ricardo Lewandowski, altercando com o ministro Joaquim Barbosa, verberou indignado não aceitar argumento "ad hominem". Opa! Esse tipo de coisa no Supremo?






""Ricardo Lewandowski é revisor do processo há dois anos, lembrou Joaquim Barbosa. Por que não levantou a questão antes? Por que justo hoje? A resposta é óbvia.
Lewandowski, então, tem um chilique e diz que não aceita argumentação “ad homnem”.
O que há de “ad hominem” nisso? (no blog de Reinaldo Azevedo).


"O senhor é revisor. Me causa espécie vê-lo se pronunciar pelo desmembramento quando poderia tê-lo feito há 6 ou 8 meses antes que preparássemos toda essa...", argumentou Barbosa. "Farei valer o meu direito de manifestar-se sempre que seja necessário", rebateu Lewandowski. "É deslealdade", disse Barbosa em voz alta.

Neste momento, Lewandowski reagiu, acusando o colega de usar um "tom muito forte".

Antes da discussão, Joaquim Barbosa considerou "irresponsável" discutir o tema novamente. "Ora, nós precisamos ter rigor no fazer as coisas neste país. O mais alto tribunal deste país decidiu, não vejo razão, me parece até irresponsável voltar a discutir essa questão", complementou. "A questão está desenganadamente preclusa." (Extraído do G1)



Tenho sido crítico do STF. Reiteradamente, aquela Corte vem se deixando levar pelas pressões de grupos de opinião mobilizados em torno de pautas que estariam mais legitimamente regradas pelo Congresso. Vejo como preocupante, também, o convívio da atual forma de provimento das vagas no Supremo com o instituto da reeleição para presidente da República. E mais incompatível ainda com a hegemonização (mexicanização) política em curso no país. Não havendo rodízio no poder político, o STF vira poder gêmeo do governo. Reproduz o mesmo perfil ideológico. É um receio que já se tem e é a causa da recente manobra desesperada com que Lula tentou adiar o julgamento para após a eleição. É que até o fim do ano o PT indicará dois novos ministros.

Voltando aos fatos da sessão de abertura do julgamento. A acusação feita por Lewandowski ao relator Joaquim Barbosa, de ter deixado de lado o conteúdo para atacá-lo pessoalmente, é tão grave quanto surpreendente. A sala de sessões do STF não é mesa de bar, e o Pleno não é assembléia de grêmio estudantil. Tudo que ali se afirma exige fundamento.

No entanto, Lewandowski acabara de se pronunciar favoravelmente ao pedido do advogado Márcio Thomaz Bastos para desmembrar o processo, o que faria remanescer sob juízo do STF apenas três dos 38 réus. Os outros 35 seriam borrifados em juízos de primeira instância, Brasil afora. Apoiar o pedido do advogado - pedido que remeteria os principais réus do processo (José Dirceu entre eles) para as calendas da impunidade e das chicanes recursais - foi, de fato, uma deslealdade com o relator e com a Instituição. Ricardo Lewandowski, há mais de dois anos, exercia a função de revisor do caso. Participara de outras decisões no sentido da unicidade do processo adotadas no plenário. E resolveu mudar de entendimento sobre essa questão fulcral no exato momento em que o julgamento começou? Note-se que se sua nova posição fosse referendada pela maioria dos colegas, o processo do Mensalão simplesmente se desfaria no ar! Os principais réus do caso não são os três que remanesceriam - deputados João Paulo Cunha, Pedro Henry e Valdemar Costa Neto. Diante disso, Joaquim Barbosa, do lado oposto da mesa, perguntou a Lewandowski os motivos pelos quais o colega, sendo revisor do processo há tanto tempo, não suscitara tal questão antes.

O ministro não estava argumentando, nem agredindo. Estava fazendo uma pergunta, a mesmíssima que o país inteiro fazia naquele momento, vendo Lewandowski responder na lata, com voto escrito de 53 páginas, à consulta verbal de um advogado. Por que agora, ministro? Era uma interrogação lógica, imperiosa. E que permanece no ar, pendurada no teto do plenário, aguardando resposta racional. Quando o ministro declarou-se ofendido por ela, chamando de "argumento" o que era apenas um indispensável pedido de explicação, uma curiosidade nacional, e afirmando não admiti-la, ele estava se escondendo do dever moral de responder. E se fugiu disso, abriu a porta para as mais medonhas suposições.


* Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.

sexta-feira, agosto 24, 2007

ÀS VEZES O LULLA ERRA

Sorte nossa. Quando escolheram o Ministro Joaquim Barbosa para o STF, fizeram questão de escolher alguém que fosse negro. Não procuraram um currículo e sim a raça; coisa de populistas baratos. Agradar as massas de ignorantes; essa é a meta do governo mais corrupto da história do Brasil, segundo o ministro do Lula, o Mangabeira Unger. Não tentarei jamais contrariar o Manga. A grande oportunidade para o Ministro Joaquim Barbosa mostrar a que veio, está sendo agora, exatamente contra os amigos e aliados do Lulla, os Mensaleiros. Para o relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, as provas utilizadas pela Procuradoria na denúncia são “lícitas”.
Ainda assim, deveria haver um critério mais rigoroso, apartidário e apolítico para a nomeação de juízes que, em tese, poderão julgar quem os nomeia. O ex-ministro do STF, Nelson Jobim é um grande exemplo. A OAB e a associação dos Magistrados do Brasil poderiam mostrar independência e honra se encampassem essa luta. Fim das nomeações políticas e eleitoreiras.

PS - Mais uma pérola do presimente, para variar: Lulla diz que não acompanha o julgamento porque "Tenho que trabalhar". Piada tem hora para ser dita....ô presimente.