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quarta-feira, maio 01, 2013

Chamando o terrorismo por seu nome









por Rabino Benjamim Blech.







Por que o massacre de Boston pode ocorrer de novo? Agora sabemos.

Os sem coração e malvados terroristas responsáveis pelo atentado na maratona de Boston foram dois irmãos que receberam asilo político nos Estados Unidos. Foi graças à bondade desse país que puderam encontrar a liberdade que lhes negavam em sua Chechênia nativa. O irmão mais velho, Tamerlan, ferido fatalmente depois de disparar com rifles de assalto e de lançar bombas caseiras nos policiais que o perseguiam, estava lá como um residente legal. Seu irmão mais novo, Dzhokhar, em estado delicado de saúde depois de ter sido encontrado ao final de uma intensa caçada humana que fez com que Boston e suas áreas vizinhas ficassem absolutamente paralisadas, havia se convertido em cidadão norte-americano naturalizado, no que só pode ser considerado uma ironia horripilante, em 11 de setembro do ano passado. E é assim como agradecem a seu país adotivo, com sangue.

Foram eles que deixaram as mochilas na linha de chegada da maratona, carregadas com explosivos e com pregos para aumentar seu horrendo impacto em homens, mulheres e crianças inocentes. Foram eles que se afastaram calmamente enquanto a área se enchia com os gritos dos feridos que perderam braços e pernas, com o sangue dos mutilados que passaram de corredores a incapacitados para o resto da vida, e os prantos dos que testemunharam uma tragédia que está muito além do que as palavras podem descrever.

E agora também sabemos que Dzhokhar passou os dias posteriores ao inumano ataque, publicando letras de rap no Twitter e saindo para festas com seus amigos. “Sou uma pessoa descontraída”, escreveu em sua página do Facebook. Há tanto que continua sendo um mistério. Ainda não sabemos se atuaram sós (pouco provável). Porém, o que já é claro é que o irmão mais velho se converteu em um muçulmano radical e deu um jeito para influenciar seu irmão mais novo, conseguindo que este se unisse à sua Jihad.

Do mesmo modo que tantos antes deles, estes eram terroristas com uma causa. Puderam racionalizar seu comportamento inumano.

O presidente Obama levou um dia inteiro depois do massacre de Boston para chegar à conclusão de que quando “nós” somos o objetivo “sempre que se utilizam bombas para atacar civis inocentes, então, certamente é um ato de terror”.

Que diferença surpreendente!

Quando os terroristas disparam mísseis nos centros civis em Israel, a imprensa - inclusive o New York Times - se esforça para identificá-los simplesmente como “militantes”. Militante é uma palavra moralmente neutra. Por outro lado, a palavra terrorista é pejorativa, não esconde a natureza malvada da ação, sempre é má, sempre é um ato imperdoável de maldade. E essa é precisamente a razão pela qual a política do New York Times, daAssociated Press, Reuters e incontáveis outras publicações é continuar camuflando os atos de terrorismo no Oriente Médio com eufemismos purificadores e etiquetando erroneamente os terroristas como “lutadores pela liberdade”, “rebeldes” ou simplesmente “militantes”.

Quando o objetivo é Israel, o New York Times e grande parte do resto do mundo não ouve sobre terrorismo, não vê terrorismo e não informa sobre terrorismo. Os mísseis disparados sem provocação desde Gaza à civis em Sderot e as áreas vizinhas, foram ocorrências diárias durante anos. Porém, certamente foram disparados por simples “militantes”.




Como assinalou Eric Draitser perspicazmente: na semana passada houve uma surpreendente mudança no léxico da imprensa maciça nos Estados Unidos. Os islâmicos chechenos já não são denominados “rebeldes”nem “lutadores pela liberdade”. Após a notícia de que chechenos estiveram envolvidos no ataque em Boston, a linguagem mudou de imediato. A Associated Press, Reuters e outros incontáveis meios de comunicação publicaram artigos discutindo a “ameaça da Jihad” em lugares como Chechênia, onde “os ataques suicidas, as disputas sangrentas e a tomada de reféns” são uma rotina.

Porém, quando o tema não é Boston, seguimos longe de reconhecer a verdade sobre o terrorismo. A retidão política continua sendo sacrossanta e a expressão de um juízo moral em um contexto político continua sendo proibida.



Onde está a ira quando nos inteiramos que nesta mesma semana dois terroristas, Alam Kaabi e Sala Hamouri, que planejaram e executaram o assassinato do ministro israelense de turismo, Rehavam Zeevi, e planejaram assassinar o Grande Rabino Sefaradí, Rabino Ovadia Yosef - descritos na imprensa como “prisioneiros libertados recentemente” em troca da libertação de Gilad Shalit - serão honrados em uma cerimônia na Bourse de Travail da municipalidade de St. Denis, um subúrbio de Paris, a capital da França, acompanhados por um representante da Anistia Internacional?

E onde está a ira, quando nos inteiramos que os terroristas mais honrados pela sociedade palestina são os que assassinaram a maior quantidade de pessoas? Abd Al-Baset Ude, assassino de 30 pessoas no massacre do Seder de Pesaj em Netania, teve um torneio de futebol chamado em sua honra durante 14 anos. Seu irmão foi honrado com a distribuição dos troféus. Dalal Mughrabi, terrorista seqüestradora de ônibus, que liderou um dos ataques terroristas mais letais na história de Israel em 1978 quando ela e outro terrorista assassinaram 37 civis, 12 deles crianças, teve colônias de férias, escolas, cerimônias de graduação e eventos desportivos nomeados em sua honra, do mesmo modo que muitos documentários de TV honrando-a. Taer Hamad, um pistoleiro solitário que assassinou 10 israelenses em 2002, foi glorificado pelo jornal oficial da Autoridade Palestina (AP) como “o herói da Intifada”.

Esta adulação aos piores terroristas e glorificação por seu heroísmo, reflete a política da liderança atual da Autoridade Palestina. O presidente da AP, Mahmoud Abbas, cujo nome é precedido invariavelmente na imprensa com o adjetivo de “moderado”, não faz muito tempo publicou: 

“Saudação de honra e apreço” a assassinos em massa, aos quais nomeou publicamente um por um:

“Envio saudações de honra e apreço a todos os prisioneiros... Said Ataba (cumprindo prisão perpétua por assassinato em ataque terrorista)... Marwan Barghouti (cumprindo cinco prisões perpétuas por planejar ataques terroristas mortais)... Ahmad Saadat (cumprindo 30 anos de prisão por liderar a organização terrorista Frente Popular pela Libertação da Palestina, honrado na televisão pela AP por planejar o assassinato do ministro israelense Zeevi em 2001, e nunca tê-lo concluído)... Aziz Dweik (líder do Hamas, presidente do parlamento palestino)... Jamal Huweil (prisão perpétua por planejar ataques terroristas)... Jamal Tirawi (prisão perpétua por ataque suicida em um café)... Saudações a vocês de nosso povo” (fonte: página no Facebookdo Fatah, em 28 de março de 2013).

Os heróis inevitavelmente conseguem seguidores. Enquanto aqueles que são desavergonhada e cruelmente responsáveis pelos assassinatos de inocente recebam a adulação do mundo em vez de desprezo e da condenação, desafortunadamente continuaremos produzindo mais e mais de seus discípulos.

Temo que Boston ocorrerá de novo até que os terroristas de todo o mundo sejam rotulados como maldade pura - não só quando nos ameacem pessoalmente como americanos, senão onde seja que façam sua diabólica aparição.

É hora de proclamarmos inequivocamente que todo aquele que é culpado de matar indiscriminadamente a inocentes, por mais justa que ele considere sua causa, já não merece ser parte da sociedade civilizada.




Tradução de Graça Salgueiro

Fonte: Mídia Sem Máscara


terça-feira, abril 30, 2013

A conspiração dos fatos.





A conspiração dos fatos.

por Felipe Moura Brasil




Descontadas as falsificações agora condenadas, Barack Obama e Hillary Clinton nunca obtiveram o número de assinaturas necessário para o registro das suas candidaturas em Indiana em 2008.

Se fosse George W. Bush, a mídia inteira estaria pedindo o impeachment.

Como é Obama, dou um pirulito para quem encontrar a notícia na capa dos grandes jornais.




[Saiba mais: aqui e aqui. E como diria Hillary: "Que diferença faz, a esta altura?"] 



Quando vi pela primeira vez de manhã, 15 mil pessoas já tinham assistido ao vídeo. Minutos atrás, quase 60 mil. E agora [na noite de quinta-feira, 25 de abril de 2013] que eu o compartilho com meus incontáveis leitores brasileiros, todos interessadíssimos em descobrir quem é o verdadeiro Barack Obama, chegaremos sem dúvida a 1 milhão.

Alguns peritos analisaram o breve e impactante discurso e disseram que o ghost-writer do deputado do Arkansas, Tom Cotton, sou eu. Obviamente, não negarei. Nós dois estamos morrendo de saudades de George W. Bush.

Segue a versão original em português. A tradução livre é a dele, claro.

Venho hoje expressar sérias dúvidas sobre as políticas e os programas de combate ao terrorismo do governo Obama. O contraterrorismo está frequentemente envolto em segredo, como deve ser, então vamos julgar pelos resultados. Em apenas quatro anos de mandato, cinco jihadistas alcançaram seus alvos nos Estados Unidos sob Barack Obama: os terroristas da Maratona de Boston, o terrorista da cueca, o terrorista da Times Square, o atirador de Fort Hood, e - no meu próprio estado - o atirador do escritório de recrutamento militar de Little Rock. Nos mais de sete anos após o 11/9 sob George W. Bush, quantos terroristas alcançaram seus alvos nos Estados Unidos? Zero! Precisamos perguntar: 'Por que o governo Obama está falhando em sua missão de deter o terrorismo antes que ele alcance seus alvos nos Estados Unidos?'

Por que será, hein? Obama parece tão bonzinho! Fala tão bonito...

[Não perca na mídia brasileira: "Filhas de Obama querem fazer tatuagem"...]

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Enquanto a grande mídia americana ignora os relatos e documentos estarrecedores do jornalista Glenn Beck no incontornável TheBlaze.com sobre a existência do Suspeito 3 do atentado na Maratona de Boston - o saudita Abdul al-Harbi, que os oficiais americanos consideravam um terrorista da mais alta periculosidade até o presidente Obama ter uma reunião com o ministro saudita Saud Al-Faisal e (santa coincidência!) o sujeito virar de repente um zé ninguém e alguém ainda tentar sumir com os documentos oficiais anteriores -, o apresentador Bill O'Reilly, do canal a cabo Fox News, deu ao menos ouvidos a Beck.



Mas quem conhece a equipe do presidente não se surpreende com essas coisas.

O diretor da CIA, John Brennan, é o sujeito que sumiu com os passaportes de Obama. O secretário de defesa, Chuck Hagel, é um muçulmano que nega genocídios e diz que terroristas não podem ser vencidos em campos de batalha. A filha do secretário de Estado, John Kerry, é casada com um médico iraniano, ligado ao governo do Irã. E Obama (por coincidência!) teve sua carreira financiada pelo saudita Khalid Al-Mansour, sem dúvida um amor de pessoa.


"O que mais você espera? O que falta para você tirar a conclusão do silogismo? É que aí entra a síndrome do Piu-Piu: 'Será que eu vi um gatinho?'... E você não tira conclusão nenhuma."

Só não vale dizer que é porque você não fala árabe...

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Obama, o príncipe dos sauditas, disse em Boston: "Uma bomba não pode nos destruir."

Para quem cortou quase pela metade o orçamento para prevenção contra bombas e infiltração de agentes do FBI, este não deve ser mesmo um pensamento novo.

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A julgar pela reação de Obama, o que pode realmente destruir os EUA é sua proposta de desarmamento da população ser rejeitada pelo Senado. Isto sim deixa o presidente bravinho.

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O presidente incapaz de falar em "terroristas islâmicos" ou "jihadistas" quando os EUA são atacados por eles é o mesmo que diz "Deus vos abençoe" em discurso pró-aborto para a Planned Parenthood, a maior organização abortista do país.


Isto é Barack Hussein Obama: aquele que protege o Islã contra qualquer associação com a morte de inocentes e coloca o cristianismo e seus valores morais a serviço da morte dos seres mais inocentes de todos.

Quando senador em Illinois, Obama já apoiara com todas as forças a ideia de que um bebê sobrevivente a um aborto mal-sucedido poderia ser morto, por ser esta a intenção original da mãe. O motivo agora está mais claro:

Para Obama, abortar é divino.

[E para a ONU - santa coincidência! - opor-se ao aborto é crime de tortura...]

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Casos aberrantes como o do dr. Kermit Gosnell, cujo julgamento a grande mídia (por coincidência!) faz questão de ignorar, são o resultado inevitável das ideias e políticas abortistas de Barack Obama.

Divino, não?

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É por essas e outras que escrevi sobre "A verdadeira insanidade" do nosso tempo.


Felipe Moura Brasil edita o Blog do Pim.

quinta-feira, abril 18, 2013

Boston e A verdadeira insanidade.








(Título Original: A Verdadeira Insanidade)
por Felipe Moura Brasil (*)




Atentado em Boston




Atentado em Boston












Dilma condenou as explosões na Maratona de Boston como um “ato insano de violência”. Mas não foi assim que ela começou a carreira? Ou não terá sido um “ato insano de violência” aquele que matou o soldado Mário Kozel Filho, de 18 anos, em junho de 1968? Foi o seu grupo, a Vanguarda Popular Revolucionária, que acelerou um carro-bomba, com vinte 20 quilos de dinamite, para dentro de um Quartel General em São Paulo, despedaçando o corpo do rapaz e ferindo mais seis militares.

Mário foi apenas o primeiro dos oito assassinados pela VPR nos tempos de Dilma, e ainda haveria mais cinco pela VAR-Palmares e três pelo Colina, os outros dois grupos que ela integrou, em total sanidade, quando lutava pela implantação de uma ditadura comunista no Brasil, com instruções e armas vindas do exemplar regime de Fidel Castro em Cuba.

Dilma expressou sua “solidariedade, em nome de todos os brasileiros, às vítimas e suas famílias”? Falou em “trágico incidente”? Não. Ajudou a criar a “Comissão da Verdade” para glorificar seus feitos terroristas como luta pela democracia e demonizar os inimigos da revolução. Tudo com o amparo de professores e jornalistas militantes, que bombardeiam há 40 anos a cabeça dos brasileiros, despedaçando seus neurônios com a falsificação da história.

Se o atentado da Maratona de Boston tivesse ocorrido no Brasil, o autor seria forte candidato a presidente de 2055. Como foi nos EUA, o autor terá de se contentar em ser o padrinho político e intelectual do futuro presidente. O amigo e ghost-writer de Obama, Bill Ayers, responsável por lançar sua carreira em Chicago com uma arrecadação de fundos em sua própria casa, no bairro onde Obama morava, também começou como Dilma.

Co-fundador do grupo revolucionário comunista Weather Underground, Ayers participou da plantação de uma porção de bombas, como na estátua de sua cidade dedicada a baixas policiais, em 1969 (estátua que foi reconstruída no ano seguinte e novamente bombardeada por integrantes de seu grupo); na sede do Departamento de Polícia de Nova York, em 1970; no Capitólio, em 1971; e no Pentágono, em 1972.

Hoje Ayers é uma figura estelar da educação americana, autor de livros, professor aposentado da Universidade de Illinois e agora professor visitante da Minnesota State University Moorhead, onde poderá mais uma vez celebrar a decadência econômica, política e cultural do “império americano”, lamentar o poderio militar do país e falar aos jovens da importância de serem “cidadãos do mundo”, como fez ano passado na Universidade de Oregon. Qualquer semelhança entre suas ideias e os atos de seu afilhado Obama contra a soberania nacional não são mera coincidência.

(A amizade íntima entre eles e a festinha para um na casa do outro foram negadas durante a campanha de 2008, mas admitidas por Ayers na semana passada, porque, com Obama reeleito, já não há mais o que temer.)

Duas ex-integrantes do Weather Underground também são hoje estrelas acadêmicas: a esposa de Ayers, Bernardine Dohrn, é professora de Direito da Northwestern University School of Law; e Kathy Boudin, condenada em 1984 por assassinato, da Columbia University. Todos empenhados em promover a "justiça social", isto é, em tornar os EUA um grande Brasil socialista.

Se são radicais? Ora, radicais somos nós, que julgamos o terrorismo real e intelectual dos esquerdistas revolucionários tão repugnante quanto o da Maratona de Boston. Radical sou eu que reconheço que aquele terror, pregado abertamente por Karl Marx, tampouco é o que há de mais insano no mundo. O verdadeiro “ato insano” do nosso tempo foi o dos americanos, brasileiros e outros que deixaram essa gente bombástica subir ao poder.


(*)Felipe Moura Brasil é autor do Blog do Pim