Mostrando postagens com marcador Hezbolá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hezbolá. Mostrar todas as postagens

domingo, agosto 19, 2012

HEZBOLÁ MARCHA EM LONDRES.


Israel "vai desaparecer do mapa", diz líder supremo do Irã.
A afirmação foi feita pouco antes de um evento (Al Quds) nesta sexta-feira contra o Estado judeu.

Teerã - Israel é uma "excrescência" artificial no Oriente Médio que "irá desaparecer", afirmou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, antes de um evento nesta sexta-feira contra o Estado judeu e em apoio aos palestinos.


A cerimônia do Dia de Jerusalém (Al-Quds) teve início em 1979 após a fundação da República Islâmica. Os protestos utilizam a palavra Quds, derivada do árabe, para designar a cidade de Jerusalém.

Khamenei, em um discurso na quarta-feira, falou que a "estrela da esperança" que brilhou no Irã durante sua Revolução Islâmica e na guerra de 1980-1988 com o Iraque "também irá brilhar pelos palestinos e sua terra islâmica será devolvida definitivamente à nação palestina".

Ele atacou Israel ao afirmar: "Esta artificial e falsa excrescência sionista vai desaparecer do mapa".

O evento de sexta-feira, afirmou, será "um duro golpe para os inimigos do Islã e da Palestina", e acrescentou que o Irã vê o apoio à causa palestina como "um dever religioso".

A celebração do Al-Quds neste ano ocorre em meio a um aumento de tensões entre Irã e Israel.

O Estado judeu tem aumentado sua retórica belicosa ao ameaçar atacar as instalações nucleares da República Islâmica, que Israel acredita que sejam utilizadas para desenvolver armas atômicas que poderiam destruir seu país.

O Irã nega as acusações, e afirma que seu programa nuclear tem fins puramente civis.

Fonte: http://exame.abril.com.br

------------

Do The New English Review (Sexta feira, 17 de agosto de 2012):

Al Quds Day march - London 2012


To London to join with March for England and those members of the Casuals and EDL who could get time off work to counter the annual Al Quds march through Ramadan. This has been widely advertised on London’s buses, much to our disgust.

The march started to form up behind the BBC building in Portland place. We could hear a rather hyper-active young man with a northern accent trying to fire up the gathering crowd.

Give me a T, give me an A what have you got - takfir…..!!!!

Jews from Neturei Karta arrived and at 4 pm the march moved off. These are a selection of photographs of the banners and the type of person who attended. Hijabed stewards handed out exactly the same flyers that I was given back in 2009 – Zainab is still wailing outside her olive grove.


There is a line in the Fiddler on the Roof song Matchmaker 'You bring the Bridegroom, slender and pale'. Not that slender and not that pale, please!
 
Marching past the BBC (above) and All Souls Church (below)



Being a dozy bint is not confined to the young women.

The march made its way slowly down Regent Street; we moved quickly to Grosvenor Square to see it form up outside the embassy.

There was a large police presence. There was a pen to the side of the embassy for March for England but they were told they were not compelled to stay in it but safety could not be guaranteed within the garden if any of the Al Quds marchers recognised them. We believe that the robust challenge to this march in previous years (when it was held on a Saturday or Sunday) is the reason the organisers decided to change to a Friday (albeit that the third Friday of Ramadan was the day originally decreed by the Ayatollah Khomeni) when it would be difficult for working men and women to get time off.

The march formed up and speeches began with the assistance of a large screen for those at the back. It began with a recitation from the Koran and continued with a speech from Rabbi Jacob or Yaqub who was wearing a PLO scarf.




The hyper-active young man above aspires to be Freddie Mercury I fear.

Zionism has got to go – say eh oh, say eh oh.

It was less stadium rock and more Teletubbies.

The next speaker was Sister Saracena who declaimed one of her ‘poems’.

“They shoot my neighbours of the hell of it . . .

They say I am a terrorist because I wave my flag

I will wave my flag till all they can see

Is red, white, green and black, “




Some of the men of March for England made a formal complaint about the presence of the green and yellow Hezbullah flags with their picture of the AK47 rifle and promotion of violence. They asked the police to have them removed as this promotion of terrorism is offensive. I don’t know what the police said to the Al Quds organisers but the complaint did reach them. The gathering was told from the platform to ‘keep the flag up, enjoy it, it’s a beautiful flag, we love it, mwah, mwah, mwah (kissing noises and gesture)’

The next speech was from one of the Mullahs (or so I took him to be from his turban)

He said ‘Israel must be wiped off the map. Iran will not wipe Israel off the map. No country will wipe Israel off the map. Israel will wipe itself off the map.”


People were starting to drift away from the rally. Sneaky cigarettes and drinks from bottles of water were being taken behind posts. Mothers had been supervising their children playing by the fountain for some time. The usual suspects Yvonne Ridley and Lauren Booth were due to speak but I had not spotted them in the march past. Groups of youths were suddenly much in evidence and I decided we could live without hearing Ridley yet again. It seemed like a good time to leave.

Photographs by E Weatherwax and S Sto Helit. August 2012 London

sexta-feira, março 16, 2012

Israel X Irã.



por David Tabacof


Dada a desinformação reinante em torno de um possível ataque israelense ao Irã, o que tem provocado preocupação, informo que, em minha opinião, após a visita de Netaniahu a Washington na semana passada, cresceram as chances de um ataque preventivo israelense.

O preço a pagar será o lançamento de mísseis iranianos e do Hesbolá em direção do centro de Israel, principalmente da área que circunda Tel Aviv. O reator de Dimona também será alvo preferido. Natanhianu faz a seguinte conta: se deixarmos o Irã se armar nucleramente, talvez não use este poderio para atacar imediatemente. O problema imediato será o estímulo e proteção que daria ao Hesbolá, no Líbano e o Hamas em Gaza. Israel passaria a viver à sombra de um Irá portador de bombas nucleares portando mísseis balísticos. Algo que muitos aqui consideram intolerável.

A recusa aliada em bombardear alguns campos de morte nazista durante a 2ª. Guerra, tem servido de exemplo para a falta de confiança que outros possam nos dar proteção. Vivo em Israel há algumas décadas a acho que aprendi uma ou duas coisas. Por isto, mesmo correndo o risco de cometer um erro de apreciação, afirmo que se os serviços de inteligência de Israel informarem que Teerã está prestes a testar um petardo nuclear, Israel atacará.

Este ataque certamente agravará enomemente a crise econômica mudial e o preço do petróleo poderá ultrapassar 300 U$ o barril. É claro que a ameaça israelense de atacar forçará o mundo desenvolvido a reagir a fim de não sofrer suas consequências. Há também um componente de blefe por parte de Israel afim de empurrar o mundo a forçar o Irã a parar. Mas, este não é um blefe normal do jogo de pôker já que Israel tem meios de executar o ataque, mas prefere não iniciar um incêndio de grandes proporções na região.

Um outro elemento que pode influir na decisão iraniana é a “desmentida” capacidade nuclear de Israel que segundo fontes estrangeiras bem informadas possui um estoque de mais de 100 bombas. Se bem que Israel diga e repita que não será o primeiro país a usar a bomba no Oriente Médio, as circunstâncias podem mudar, e estão mudando.

Todos aqui temem uma guerra com o Irá por que sabem que o país não está preparado para sofrer um grande número de baixas civis. Muitos hospitais já vivem superlotados em situações normais. A economia poderá sofrer um grande recuo. E a população civil será a grande vítima numa guerra de apertar botôes vermelhos. Soldados no front estarão mais seguros que a população das cidades.

Em suma, neste momento, Israel parece disposto a dar um prazo relativamente curto às sanções e negociações. Se Teerã não desistir, uma guerra será inevitável. Bibi foi a Washington a fim de colocar Obama a par do que pensa. Na oportunidade, Israel pediu algumas armas especiais e apoio. Parece que foi bem sucedido, se bem que o governo americano tem menos pressa que Israel. O governo israelense, porém, já fechou a questão. Ou o Irã pára seu programa ou será atacado.