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quarta-feira, setembro 23, 2015

Yom Kippur 2015.











“Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao Senhor. E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor vosso D-us. Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo. Também toda a alma, que naquele mesmo dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo. Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações”.

Lv 23:26-31






O Dia do Perdão, Yom Kippur, é o dia mais solene do calendário judaico. Constitui o ponto alto dos dez dias de penitência que se iniciam em Rosh Hashaná.

Segundo o Levítico (16.30-31) “Neste dia se fará a vossa expiação e a purificação de todos os vossos pecados; nele sereis purificados diante do Senhor”.

Yom Kippur é o dia em que o Todo-Poderoso, depois de ponderar os atos de cada criatura no Rosh Hashaná, dá seu julgamento. Assim, o destino de cada um é fixado para o ano seguinte (segundo a tradição judaica).

O Yom Kippur foi instituído primeiramente como dia de penitência para o povo judeu, quando Moisés voltou do Monte Sinai trazendo o segundo par de Tábuas da Torah (Lei). O povo soubera que D-us havia perdoado os Filhos de Israel por terem adorado o bezerro de ouro, enquanto Moisés recebia as Tábuas originais. Iom Kippur é um dia em que qualquer tipo de trabalho, comida, bebida, higiene etc... são proibidos. A sinagoga constitui seu ponto central, desde a abertura, com o ofício do Kol Nidrei, até o encerramento, com a Ne‘ila.

Em Israel, Iom Kippur é o único dia do ano em que todo o país pára. Tudo fecha, e mesmo os serviços essenciais só funcionam em regime reduzido. Todos os transportes são imobilizados e todas as estradas ficam vazias.

O que é Yom Kippur? Este termo em hebraico é literalmente, o “dia da cobertura”. A palavra kippur vem do termo hebraico kapar que significa cobrir, expiar. Este dia é hoje conhecido em Israel como o “Dia do Perdão”. Este é o tempo e quem se procura os fiéis que amam a D-us e isso fica claro inclusive no nome do mês em que é celebrada a festa. O mês é Elul que em hebraico é um acróstico de Ani Ledodi Vedodi Li: “Eu (Israel) pertenço ao meu amado (D-us) e o meu amado (D-us) pertence a mim (Israel)”. Este é também um tempo de recomeço quando nós confessamos nossos pecados para os abandonarmos e darmos início a um novo período em nossa caminhada com o Eterno!

Yom Kippur deve ser um dia consagrado à oração e súplica, um dia dedicado à intercessão por nós mesmos e por todos aqueles que necessitam de nossas orações!

Nesta ocasião alguns vestem-se de preto, pois é nesta data que o mundo – e nós também – somos julgados pelo Eterno. Segundo a tradição asquenazita os homens usam uma túnica branca chamada kitel e isso reflete a pureza espiritual que os alcançou por causa do perdão. Há também aqueles que vestem-se de branco – ou com cores claras – pois acreditam que isso acrescenta um espírito de otimismo e purificação a Iom Kippur.

Yom Kippur é um dia em que qualquer tipo de trabalho, comida, bebida, higiene etc... são proibidos. Esse dia é consagrado unicamente à oração e à súplica. A sinagoga constitui seu ponto central, desde a abertura, com o ofício do Kol Nidrei, até o encerra-mento, com a Ne‘ila.

Em Israel, oYom Kippur é o único dia do ano em que todo o país pára. Tudo fecha, e mesmo os serviços essenciais só funcionam em regime reduzido. Todos os transportes são imobilizados e todas as estradas ficam vazias.
Conhecido comumente como o dia do perdão

Celebrado no dia 10 de TISHEREI (entre Setembro e Outubro).

É considerado como o dia mais solene do calendário judaico, porque tem um jejum de 25 Horas, abstenção de tudo que nos dá prazer e quando jejum cai no SHABAT também é feito, o qual não acontece com os outros jejuns. Porém o dia mais solene do calendário judaico é o SHABAT, pois de acordo com a Torah o castigo para aquele que violar o SHABAT é a Morte, e a pena por violar ou infringir YOM KIPPUR é a Excomunhão.

Yom Kippur constitui o ponto alto dos 10 (dez) dias de penitência, que se iniciam com Rosh Hashana.

De acordo com o livro de Levítico: “NESTE DIA SE FARÁ A VOSSA EXPIAÇÃO E A PURIFICAÇÃO DE TODOS OS VOSSOS PECADOS, NELES SEREIS PURIFICADOS PERANTE O CRIADOR”.

Iom Kippur é o dia no qual o Divino Criador após avaliar os atos de cada criatura em Hosh Hashana, dá-se o julgamento. Desta maneira o destino de cada um é fixado para o ano seguinte.

Iom Kippur foi considerado primeiramente como o dia de penitência para o povo judeu. Quando Moshe voltou do Monte Sinai trazendo o 2º par de Tábuas da Lei, o povo soube que o Criador os tinha perdoado, por eles terem adorado o Bezerro de Ouro enquanto Moshe recebia as 2as Tábuas da Lei.

No dia de Iom Kippur todo tipo de trabalho está proibido, comida, bebida, higiene, perfumes, cremes, maquiagem, trabalhos, negócios físicos ou verbais, festas e manifestações físicas de carinho estão proibidas. Este dia está dedicado única e exclusivamente a prece da súplica, sendo o ponto central de reunião a sinagoga. Desde o seu início com o serviço chamado KOL NIDREI (todos os votos, cerimônias para anular votos e promessas que não foram anulados na véspera de Hosh Hashana), até o seu encerramento com o serviço chamado N’ILA (encerramento).

Em Israel, todo tipo de atividade não religioso costuma parar.

Era feita a expiação pelas pessoas de acordo com a Torah enquanto o TEMPLO existia em Jerusalém, era o Sumo Sacerdote que fazia a expiação por todo o Israel como representante do povo judeu.

A frase ESTATUTO PERPÉTUO não se indica que ainda que não exista mais o Templo nem o Sumo Sacerdote, a expiação continuara a ser feita por todos nós. Fazemos por nós mesmos através do Jejum, da Prece, da grande confissão que recitamos em nome de todo Israel.

Neste dia são perdoados unicamente os pecados do homem contra o Criador. Os pecados cometidos entre os homens, só serão perdoados pelo Criador quando um tenha pedido perdão ao outro, e este último o tiver perdoado.

Neste dia são perdoados especialmente os membros do povo de Israel, mais qualquer outro povo que se arrepender sinceramente perante o Criador, terá os seus pecados perdoados.

O jejum deste dia não é um único sinal de luto, mais sim para purificar os nossos pensamentos e intensificar o nosso arrependimento.

Tudo que é proibido no SHABAT também é proibido em YOM KIPPUR.

Toda pessoa que não afligir a sua alma neste dia será cortada do meio do povo de Israel.

Não existe nenhum mediador entre o Criador e o Homem, o homem pode pessoalmente confessar os seus pecados ao Criador, se arrepender sinceramente e levar uma vida cheia de virtude.

Fonte:www.shemaysrael.com/

quinta-feira, outubro 06, 2011

Yom Kipur o Dia do Perdão.



Vista do Monte Sinai
(10 de Tishrei 5772 / 08 Outubro 2011)

Em hebraico יום כיפור, é o mais importante e sagrado dos feriados judaicos, o Shaba dos Shabarot. É o dia da expiação, do perdão. Com tal importância a festividade solene se caracteriza pelo Jejum e o Auto-exame.

Em Yom Kipur, culmina os "Dez Terríveis dias" ou  de "Penitência" que começam no Rosh Hashanah (ano novo judaico).

É um dia de jejum que dura 25 horas, começando ao pôr do sol na véspera e continua até o cairda noite do dia seguinte.
Neste ano de 2011 o "10 de Tishrei de 5772, do calendário judaico" cai no dia 8 de outubro.

O feriado de Yom kipur foi instituído na época do segundo Templo pelos sacerdotes (Esdras 1:1 No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que ele fez proclamar por todo o seu reino, de viva voz e também por escrito, este decreto:
2 Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus do céu me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá.
3 Quem há entre vós de todo o seu povo (seja seu Deus com ele) suba para Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.
4 E todo remanescente, seja qual for o lugar em que é peregrino, seja ajudado pelos homens desse lugar com prata, com ouro, com bens e com animais, afora a oferta voluntária para a casa de Deus, que está em Jerusalém.)
Em seu início, celebrava a libertação do povo judeu das impureza rituais, mas atualmente, o seu significado é o de libertação do indivíduo e um dia de regeneração moral e pureza ética.
A origem e o significado do Yom Kipur encontram-se na Torá em Vayicrá/Levítico 16: 29 Também isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vos;30 porque nesse dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; de todos os vossos pecados sereis purificados perante o Senhor.31 Será sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.

Em Levítico 23: (Torá em Vayicrá): O dia da expiação  - 26 Disse mais o Senhor a Moisés:27 Ora, o décimo dia desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao Senhor.28 Nesse dia não fareis trabalho algum; porque é o dia da expiação, para nele fazer-se expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.
29 Pois toda alma que não se afligir nesse dia, será extirpada do seu povo.
30 Também toda alma que nesse dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo.
31 Não fareis nele trabalho algum; isso será estatuto perpétuo pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.32 Sábado de descanso vos será, e afligireis as vossas almas; desde a tardinha do dia nono do mês até a outra tarde, guardareis o vosso sábado.

O Yom Kipur é o dia de se pedir perdão por promessas quebradas ou pecados cometidos para com D'us. Já a véspera, é reservada para pedir perdão das promessas não cumpridas ou pecados cometidos contra o nosso semelhante. Sendo assim, D'us não concede automaticamente o seu perdão a todos, e só perdoa aqueles pecados cometidos contra Ele. Promessas ou pecados cometidos entre pessoas, deve-se pedir perdão diretamente contra a quem se pecou ou a quem ajudou a pecar.
A véspera do Yom Kipur é dedicada também à alimentação. Diz a tradição judaica, que aquele "que  come no nono dia de Tishrei e jejua no décimo, é como se tivesse jejuado os dois dias". Nesse dia, deve-se concentrar em se alimentar bem e assim, preparar-se para o jejum.
Antes do pôr-do-sol, todos reúnem-se na sinagoga e os homens colocam o tallit, xale de orações, que normalmente não são usados à noite, até que se inicie o serviço de Yom Kipur ao cair da noite.

A maior parte do feriado de Yom Kipur é passado na congregação em orações, súplicas, confissões coletivas e abstêm-se de ingerir qualquer alimento ou bebida, inclusive água. A essência do jejum é o arrependimento.
Além de comer e beber, não se pode também: usar loções, cremes ou perfumes, relações maritais, lavar-se ou tomar banho e vestir calçados de couro.
O jejum é obrigatório para todos os adultos, a fim de obter o perdão de D'us.

O serviço de Yom Kipur é iniciado ao cair da noite com o Chazan (cantor litúrgico) recitando o Kol Nidrei que é repetido três vezes, sendo cada vez com voz mais alta. O Kol Nidrei recorda as perseguições sofridas sob a inquisição espanhola que forçou 150.000 judeus a abdicar a própria fé e compulsoriamente adotar o Catolicismo. Esse cântico é um apelo para os que abandonaram o judaísmo retornem para sua antiga fé e enfatiza a necessidade de manter votos e promessas, já que violar um juramento é um dos piores pecados. O auge do serviço ocorre ao final do Yom Kipur com a Neilá, que proporciona a última oportunidade para o arrependimento. Trata-se de uma oração que proclama o verdadeiro anseio do fiel em ser acolhido pela compaixão de D'us, que não deseja a condenação dos maus, nem a destruição do mundo, mas a sua conversão. O serviço litúrgico e a celebração do Yom Kipur é concluído ao proclamar sete vezes: "O S-nhor é D'us, o S-nhor é D'us!" e em seguida com o sopro do Shofar, reafirmando a soberana esperança de Israel em ver "a maldade se esvair como a fumaça e o Reino de D'us triunfante em todo o mundo (...) quando todas as criaturas humanas se agruparem num só feixe para cumprir a vontade de D'us com um coração perfeito".


A Neilá é o único serviço litúrgico do judaísmo em que as portas do Heichal ou Aron Kodesh (a arca onde ficam guardados os Sifrei Torah, os rolos da Torah) permanecem todo tempo abertas, o que significa que estão abertas as portas do céu naquele momento.
Ao se levantar para sair da sinagoga, é um costume um cumprimentar ao outro dizendo: L'Shana ha-baa b'Yerushalaim!, ou seja, no ano que vem, em Jerusalém. Aquele que foi cumprimentado dessa forma, responde: Amém.
Grande parte dos judeus, inclusive os que estão afastados, costuma observar o Yom Kipur, seja em sua totalidade ou parcialmente, indo a sinagoga. Trata-se da única celebração judaica que não possui qualquer significação histórica, tendo somente um sentido essencialmente religioso.

A confissão (Vidui em Hebraico)
Elohênu velohê avotênu, tavô lefanêcha tefilatênu veal tit'alam mitechi natênu, sheên anu aze fanim ukshê óref lomar lefanêcha Adonai Elohênu velohê avotênu tsadikim anáchnu velo chatánu, aval anachnu vaavotênu chatánu.
Nosso D'us e D'us de nossos pais, que a nossa oração chegue até a Tua presença. Não te esquives de aceitar nossas súplicas, pois não somos tão arrogantes e obstinados a ponto de declarar, diante de Ti, Eterno, nosso D'us e D'us de nossos pais, que somos justos e que não pecamos. Mas, pelo contrário, nós e nossos antepassados pecamos.
Ashámnu, bagádnu, gazálnu, dibárnu-dófi. Heevínu vehirshánu, zádnu, chamásnu, tafálnu-shéker. Iaátsnu ra, kizávnu, látsnu, marádnu, niátsnu, sarárnu, avínu, pashánu, tsarárnu, kishínu-óref. Rashánu, shichátnu, tiávnu, taínu, titánu.
Pecamos, traímos, roubamos, falamos em linguagem vil. Cometemos iniqüidades e praticamos o mal, pecamos intencionalmente, praticamos atos de violência, forjamos falsidades. Aconselhamos ao mal, mentimos, escarnecemos, rebelamo-nos, blasfemamos, juramos em vão e falsamente, transgredimos, oprimimos, fomos obstinados. Agimos mal, corrompemos, procedemos abominavelmente, desencaminhamo-nos, enganamos.
Sárnu mimitsvotêcha umimishpatêcha hatovim velo sháva lanu. Veata tsadic al col haba alênu, ki emet assíta, vaanachnu hirshánu.
Desviamo-nos dos Teus bons preceitos e das Tuas ordenações, e isso não nos trouxe proveito. Mas Tu és justo em tudo quanto vem contra nós, pois Tu fizeste a verdade e nós praticamos o mal.


Fonte: Judaismo messiânico. net


Esse post é uma homenagem a Ligia Ramos, Rose Eidman, David Zylbergeld Neto, Floriano Pesaro, Jaime Pinsky e tantos outros homens e mulheres de grande valor, pertencentes à comunidade judaica e que me perdoem os que aqui não são citados.

sexta-feira, setembro 21, 2007

Iom Kipur

Iom Kipur 21 e 22 de setembro de 2007

"É o dia de arrependimento para todos, para o indivíduo e para a comunidade; é o tempo do perdão para Israel. Por isso todos são obrigados a se arrepender e a confessar os erros em Iom Kipur." Conheça mais AQUI