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segunda-feira, junho 25, 2007

SE O BRASIL FOSSE UM PAÍS VEGETARIANO...



SE O BRASIL FOSSE UM PAÍS VEGETARIANO...

Não teríamos todo esse problema com o gado do Renan e com a vaca do Roriz.

Também não teríamos problemas com o Dossiê anti-Tucano, até hoje, misteriosamente sem solução: Jorge Lorenzetti, o churrasqueiro do Lulla, não existiria.

Renan poderia apresentar notas de um criadouro de ostras, mais difíceis de se contar. O Roriz não poderia ser criador de ostras. No lago Paranoá? Poderia, é claro, ser um criador de rãs e isso já aconteceu com o Jader Barbalho e não deu em nada.

Melhor seria se não existisse o Brasil. Ó raios de Cabral, não tinha outro lugar para descobrir não, pá!

sábado, maio 26, 2007

OPERAÇÃO NAVALHA


OPERAÇÃO NAVALHA

O mundo corporativo dos três poderes sai em defesa de Renan - o probo Jader Barbalho é um dos seus defensores -, de outros políticos e das suas próprias peles. Em nenhum momento ouviu-se das bocas desses indivíduos ataques à corrupção e à impunidade, muito ao contrário, agridem, criticam e desqualificam o ótimo trabalho da Policia Federal e da imprensa que passaram a ser os vilões de toda esta bandalheira. Resta somente, que estes que nos causam profundo asco, concluam que os grandes culpados por toda esta calhordisse são os "barbeiros" dos Brasil, pois, afinal de contas, estes possuem uma íntima relação com a "navalha".

Dr. David Neto
Médico e Jornalista - Ex- Secretário de Saúde e Medicina Preventiva

PS-Essa gente merecia mesmo era a navalha da ilustração (Navalha Capadora) usada para "capar" Porcos.

domingo, abril 22, 2007

DONA JULIA, SEUS DOIS MARIDOS E O NAMORADO






DONA JULIA, SEUS DOIS MARIDOS...E O NAMORADO
Essa gente petralha tem uma estranha vocação para utilizar o dinheiro alheio como bem entende; parece um desses muitos transtornos de personalidade - que estão em moda - e que vovó, sabiamente, chamava de falta de caráter, falta de vergonha e outros nomes menos qualificados.

Veja edição 2005 de 25 de abril de 2007
A política brasileira é tão machista que, quando uma mulher chega ao poder, se espalha que é seu marido quem manda no governo. Dizia-se, por exemplo, que Jorge Murad administrava o Maranhão para Roseana Sarney e que Anthony Garotinho geria o Rio de Janeiro para Rosinha Matheus. Quando a ministra do Turismo, Marta Suplicy, era prefeita de São Paulo, insinuava-se que o comando estava com seu marido, Luis Favre. A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, 49 anos bem vividos, é a nova vítima desse tipo de comentário. A oposição diz que a eminência parda de seu governo é um de seus ex-maridos, Marcílio Monteiro, atual secretário de Projetos Estratégicos do Pará. Foi pelas mãos de Monteiro que Ana Júlia ingressou na política sindical e no PT. Nem mesmo a separação, ocorrida há mais de dez anos, impediu que ele continuasse a dedicar sua vida à carreira da ex-mulher. Mas os adversários, desalmados, não entendem que as relações afetivas possam sobreviver às intempéries. Não compreendem, enfim, que a governadora é muito família, só isso. Ela não tem medo de ser feliz, gente.
Eleita senadora em 2002, Ana Júlia retribuiu o empenho de Monteiro. Emplacou-o na chefia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) no Pará. No cargo, ele articulou a candidatura da ex-mulher à prefeitura de Belém. Ana Júlia acabou derrotada e Monteiro, suspeito de improbidade administrativa. Na CPI da Biopirataria, ele chegou a ser acusado de autorizar a exploração ilegal de madeira em troca de dinheiro para as campanhas do PT. Um empresário declarou que a propina ia para a conta de Joana Pessôa, caixa de campanha de Ana Júlia. Por causa dessas denúncias, o PT a preteriu no momento de escolher seu candidato a governador. Ana Júlia só participou da disputa porque o deputado Jader Barbalho, do PMDB, convenceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que era possível elegê-la. Uma vez instalada no palácio, Ana Júlia recompensou a todos. Empregou sete parentes, Joana Pessôa – e deu a Jader onze cargos, que, juntos, controlam 33% do orçamento estadual. Jader, puxa, é como se fosse da sua família, né?
Nos anos 80, o incorrigível Jader empregou o pai de Ana Júlia, Arthur Carepa, na Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia. Carepa estava afastado dos postos oficiais desde 1964. Naquele ano, o regime militar o demitiu da Secretaria de Obras de Belém depois que uma comissão de investigação concluiu que ele "exerceu o poder corruptor e cometeu desonestidade: sonegou; enriqueceu ilicitamente". As acusações não redundaram em processo criminal, mas Carepa teve seus direitos políticos cassados até 1979, quando foi anistiado. Longe da vida pública, sobreviveu com a receita de sua academia de natação, que, naquele tempo, era a preferida dos ricos de Belém. Por causa da escola, seus sete filhos conviveram com a juventude dourada local. Ana Júlia só teve de enfrentar a reputação do pai quando passou a fazer política, na faculdade de arquitetura. Nesse tempo, apaixonou-se por Rômulo Paes de Sousa, um líder estudantil que se tornou seu primeiro marido e pai de seu filho, Júlio. Influenciada por ele, militou no PCdoB. Ao passar num concurso do Banco do Brasil, em 1983, ela mudou de partido e de companheiro, mas, como é muito família, não se esqueceu de Sousa, indicando-o para a Secretaria de Avaliação do Ministério do Desenvolvimento Social do governo Lula. Seu novo marido, Marcílio Monteiro, levou-a para o PT. Ao fim dessa relação, Ana Júlia tinha uma filha, Juliana, e o grupo político que hoje a acompanha.

A governadora costuma relacionar o fim do segundo casamento com sua emancipação pessoal. Uma vez separada, ela caiu na night. Ao som de forró e brega (no Pará isso não é adjetivo, mas gênero musical), Ana Júlia passou a exibir em bares e boates seu talento de dançarina. Muitos caíram apaixonados. Um deles fisgou o coração da então senadora, deixando de ser "ficante" para tornar-se namorado oficial – o piloto de avião Mário Fernando Costa. E bota oficial nisso: a governadora muito família empregou-o como administrador do hangar do estado. A desenvoltura de Ana Júlia na noite de Belém acabou sendo alvo de ataques durante a campanha para governador. Até hoje, Ana Júlia se ressente de adesivos com a frase "Xô, galinha", distribuídos na capital paraense. Depois de vencer nas urnas, para evitar a condenável associação com a ave, ela trocou a residência oficial, a Granja do Icuí, por uma casa alugada pelo governo paraense. Dos imóveis disponíveis para o governador, ela só usa a casa de praia de Salinas. Na Semana Santa, levou para lá seu namorado e 22 assessores – pagando a todos diárias de "trabalho". No início do governo, o séquito oficial incluía até uma dermatologista e uma cabeleireira, que zelavam pelos atrativos que se vêem na foto acima. Ambas foram demitidas por pressão da opinião pública. Mas a governadora ainda se dá ao direito de um luxinho ou outro. Em fevereiro, usou o jato fretado pelo governo para ir a Belo Horizonte assistir à formatura de seu filho. Ana Júlia é mesmo muito, muito família.

quinta-feira, novembro 23, 2006

A Banda do Chico - A Gang do Lula















Com Licença Poética do Chico Buarque de Havana, a Banda em Nova Versão: 







A GANG



Estava à toa votando

Quando o Lulla chamou

Dizendo pode chorar

Que a bandalheira chegou

A minha gente honesta
Viu que o Sonho acabou
Depois que a gang chegou
E o meu país afundou

Orestes Quércia que tem preço barato entrou
Renan Calheiros que já t'ava comprado aceitou
O Michel Temer que estava perdido
Parou para ver, ouvir e aderir

José Sarney que nunca foi confiável aceitou
A Roseana que já tinha perdido entrou
Jader Barbalho logo se assanhou
Prá ver a gang emplacar
Porque o Brasil afundou

Estava à toa votando
Quando o hómi gritou
Dizendo pode chorar
Que a bandalheira chegou

A minha gente sofrida
amargou essa dor
Prá ver a gang roubar
Porque o país afundou

Base aliada virou gang afinada é o fim
Quem vai julgar os crimes dessa quadrilha sem fim
Tem comunista só de olho no cofre
Tornando Al Capone um vigarista chinfrim

A petelhada se espalhou no poder e insistiu
Sindicalistas arrombando estatais ninguém viu
Toda Quadrilha logo se assanhou
Prá ver a gang emplacar
Porque o país afundou

E para o meu desencanto
O roubo não acabou
Toda Quadrilha voltou
Depois que o hómi ganhou

E cada qual no seu cofre
Em cada cofre um ladrão
Depois da gang ganhar
O meu Brasil afundou

PS- Se o Chico achar ruim, que vá plantar cana em Cuba!



quinta-feira, junho 29, 2006

O gabinete de Brasília


O gabinete de Brasília.


O Gabinete do Dr. Caligari” filme mudo, em preto e branco e dirigido por Robert Wiene é um marco no cinema expressionista alemão. Caligari domina, por meio de hipnose, um rapaz chamado Cesare, quem jazia sonâmbulo havia 23 anos. A comparação entre Caligari e Hitler é evidente. Assim como aquele controlava a mente de Cesare, este dominava milhões de alemães. Caligari usava Cesare por ter a certeza de que a mente de um sonâmbulo poderia ser facilmente dominada. Para mostrar a confusão mental de Caligari os cenários são pintados em planos e linhas tortuosos, distorcidos, com forte contraste em claro-escuro, deixando o ambiente ainda mais macabro.

No Brasil o cenário eleitoral é muito parecido. Lula, aos moradores da periferia de Olinda, dizendo que a oposição faz jogo rasteiro e não possui caráter: “Todo dia aparece alguém para me agredir. Essas pessoas estão pensando: puxa vida, nós estamos governando o Brasil desde que Cabral pôs os pés aqui e não conseguimos fazer nada. Por que esse metalúrgico está fazendo?” O próprio “pai dos pobres” respondeu: “Este metalúrgico está fazendo porque tem uma coisa que eles não têm: este metalúrgico tem caráter.”


O metalúrgico deve ter esquecido o caráter em casa quando se confraternizou, no evento em que seu partido homologou as candidaturas de petistas mensaleiros, com aqueles que o “traíram” em um outro famoso filme de terror. A lista de atores candidatos ao Oscar, categoria “Valerioduto”: José Genoino, Antônio Palocci, João Paulo Cunha, Professor Luizinho, José Mentor e a deputada dançarina Ângela Guadagnin.


O problema é que na refilmagem do épico Ali-Babá e os 40 ladrões, o procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, denunciou uma quadrilha de 40 criminosos, entre eles, o ex-capitão do time José Dirceu, Anderson Adauto, Luiz Gushiken, José Genoino, Delúbio Soares, Silvio Pereira, Marcos Valério e Duda Mendonça.


Pior: na cena mais assustadora do encontro petista, Aloízio Mercadante, candidato ao governo paulista, defendeu a presença dos mensaleiros. “A população terá o direito de julgar, nas urnas, se a biografia dos protagonistas do escândalo é mais importante que seus erros”. Quais biografias? Ser ex-guerrilheiro conta? Não foram apenas erros; foram crimes. Ao menos uma palavra do roteiro Mercadante decorou: “protagonistas”.


Muitas cenas de banditismo explícito do maior filme de 5ª categoria da “história desse País” foram exibidas em horário impróprio nas tevês de todo o Brasil sem que os adultos fossem alertados a tirarem as crianças da sala: a quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo, os dólares na cueca e em caixa de uísque, os milhões da Telemar na empresa do filho de Lula, os R$ 55 milhões repassados por Marcos Valério ao PT e aliados do governo Lula que, segundo o relatório da CPI dos Correios, a origem de quase R$ 31 milhões veio da Brasil Telecom, Banco do Brasil, Usiminas e Visanet, além de inúmeras outras perversidades. Já no remake de “Sexo, mentiras e vídeo tape” vieram a cafetina de Brasília e a “República de Ribeirão”, os depoimentos às CPIs e o vídeo flagrando o funcionário dos Correios recebendo propina.


Hoje as pesquisas apontam Lula como o preferido do eleitor Cesare, o sonâmbulo, cuja mente é facilmente dominada pelo “quadrado mágico” da propaganda. Em “De Caligari a Hitler, uma história psicológica do cinema alemão”, Siegfried Kracauer afirma: “Os filmes de uma nação refletem a mentalidade desta, de uma maneira mais direta do que qualquer outro meio artístico”.


Como a vida imita a arte, em 2002 o jingle para o thriller do PT era: “Por um Brasil decente”. Mas como em seu romance inacabado Lula disse que “Sarney foi um parceiro extraordinário” e ainda assistiu ao jogo da seleção ao lado de Jader Barbalho, na campanha à reeleição uma frase do novo jingle é ainda mais horripilante: “São milhões de Lulas povoando este Brasil”. Kracauer está coberto pelo manto sagrado da razão.


Leia também Os julgamentos de Düsseldorf
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domingo, março 19, 2006

PMDB FALIDO








PMDB FALIDO


Já não basta ao PT estar mandando no Brasil e ser o patrono e promotor da maior corrupção já existente na história da Republica; ser parceiro da impunidade, da arrogância, da falta de ética, da imoralidade, das mentiras, das farsas das atitudes - as mais fascitas – utilizando-se do STF impedindo que a verdade venha à tona (Okamoto Duda Dirceu Palocci etc); agora por intermédio de Sarney - aquele que sempre se deu bem em todos os governos e tendências desde a década de 60 - juntamente com Renan, não menos esperto, quer a todo custo dominar e impedir que o PMDB democraticamente lance o seu candidato próprio.

A pergunta que se faz é: quais os interesses, os mais profundos, que envolvem esses nomes citados, bem como o de Barbalho e Gedel?.Certamente não será o nacionalismo brasileiro.


Será que não chegou a hora de alguém investigar o passado e o presente desses senhores?Será que o povo não percebe o prejuízo que esta gente está causando ao país?


Quando a oposição fará a sua parte?

Dr. David Neto - Médico e Jornalista