Mostrando postagens com marcador Danilo Gentile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Danilo Gentile. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, junho 08, 2017

Você deve defender Danilo Gentili mesmo que o odeie. Amanhã será com você.












Você achou a atitude de Danilo Gentili desrespeitosa? Então cogite por 5 minutos viver em um mundo onde somos obrigados a respeitar políticos.




por Flávio Morgenstern (*)


Lembre-se da polêmica recente envolvendo Danilo Gentili e Maria do Rosário. Você é contra Danilo Gentili ou a favor? Tomar partido sobre qualquer um envolve antes uma ideologia que nada tem a ver com o que tenha ocorrido entre os dois. Trocando-se a forma da pergunta, mas mantendo o seu conteúdo, e ainda aplicado, temos: você é a favor da censura? Aqui, todos tendem a ser unânimes. Mesmo sem notar que a questão permanece a mesma.

A “lógica” da deputada Maria do Rosário é defender quem cospe numa mulher (José de Abreu) e quem seqüestra uma mulher, a estupra seguidas vezes até destruir sua vagina, mata seu namorado com um tiro de espingarda na nuca e depois a mata lentamente, a facadas, em outra sessão de estupro no meio do mato (Champinha), mas criticar os “machistas valentões”, dizendo que seu lugar é na cadeia.

Danilo Gentili fez troça dessa lógica, apontando sua incoerência. Se não podemos apontar incoerência de políticos, e não podemos nem sequer fazer troça de políticos, podemos afirmar categoricamente que vivemos numa ditadura, com forte censura para proteger os poderosos.

Maria do Rosário, que defende cusparada em uma mulher, que defende um estuprador, seqüestrador, torturador e assassino de uma mulher, acha que Danilo Gentili cometeu um crime ao apontar tal incoerência e que não se pode fazer troça de tal, digamos, pensamento. E enviou uma notificação extrajudicial a Danilo Gentili supondo ser crime apontar incoerência de políticos e fazendo troça dos desvãos de suas sinapses.

O humorista não teve dúvida: abriu o envelope, picou o pacote, esfregou o papel em suas (dele) nozes e o mandou de volta (tudo filmado, documentado e eternizado). Isto foi a “polêmica”: um humorista que faz humor com políticos. Um humorista que não aceita a censura, o uso do poder político por um deputado para silenciar vozes que apontem sua incoerência e façam troça do caminho torto de seus raciocínios.

Imediatamente, a internet sacou o pensamento mágico, a crença pré-histórica, supersticiosa e obscurantista de que se pode transformar uma coisa em outra apenas usando uma palavra mágica para trocar o seu significante, querendo assim transformar também o seu significado.

O ato de Danilo Gentili se tornou um “ataque”. Não se falava em uma deputada usando o poder político para fazer censura, mas se escolhia bem o termo: “uma mulher”. Pessoas que se consideram “livres pensadoras” e “críticas” imediatamente compraram o discurso pronto, sem trocar uma vírgula e nenhuma palavra, e consideraram que a censora era uma vítima, e o censurado, um agressor. Abracadabra.

Note-se: Maria do Rosário não acionou o Judiciário para reclamar um direito que considerava possuir (o direito de calar uma voz dissonante, alegando ter sido prejudicada perante um juiz). Maria do Rosário usou o poder da Corregedoria da Câmara dos Deputados, órgão legislativo, sem recorrer a um juiz que pudesse aplicar a lei. E em causa particular: não era algo que afetasse o funcionamento da Câmara, mas sim algo que apontava a sua incoerência (de Maria do Rosário sozinha, não da Câmara), e fazia troça da sua (de Maria do Rosário) inabilidade em formar um todo coerente em suas declarações, atos e objetivos.



O foco nunca será no fato, mas na pessoa a ser censura. “Olha, ela foi desrespeitosa!”, “Não podemos usar da nossa liberdade para falar palavrão em público”, “Veja essas roupas, que falta de respeito”, “É alguém que não tem a dignidade da política” e outras quinquilharias de moralismo vetusto e mofado.

Através do desejo mimético (macaquinho vê, macaquinho faz), a militância vai copiando o discurso ipsis litteris, sem se dar conta de que está apoiando um censor. Criando costumes, normas e logo jurisprudência (e logo mais, leis) para impor a censura. E logo o povo estará apoiando a censura, em nome do “respeito”, da moral e dos bons costumes, da divindade dos políticos etc.


O foco nunca será no fato, mas na pessoa a ser censura. “Olha, ela foi desrespeitosa!”, “Não podemos usar da nossa liberdade para falar palavrão em público”, “Veja essas roupas, que falta de respeito”, “É alguém que não tem a dignidade da política” e outras quinquilharias de moralismo vetusto e mofado.

Através do desejo mimético (macaquinho vê, macaquinho faz), a militância vai copiando o discurso ipsis litteris, sem se dar conta de que está apoiando um censor. Criando costumes, normas e logo jurisprudência (e logo mais, leis) para impor a censura. E logo o povo estará apoiando a censura, em nome do “respeito”, da moral e dos bons costumes, da divindade dos políticos etc.

É esta moralidade feita para silenciar os humoristas, os críticos sardônicos, os jornalistas cáusticos, as investigações intempestivas que gera uma cultura de censura, que precede a censura. É um moralismo ideológico, mais violento, cruel e cego do que qualquer moralidade tradicional: é força bruta contra quem aponta incoerências, e faz troça de sua inépcia em perceber o que deve ser punido com o rigor da polícia (por exemplo, um estupro, ou pelo menos o cuspe em uma mulher) daquilo que deve ir para a alçada do argumento, ou da revisão de seu, digamos, silogismo.

É fácil dizer que Danilo Gentili foi “desrespeitoso”. Mas devemos respeitar censura? Ou é quase uma obrigação moral não respeitar o cerceamento à liberdade de expressão e de apontar a incoerência de políticos, e fazer troça de suas tentações tirânicas, enquanto protegem cuspidores, sequestradores, estupradores, torturadores e degoladores?


É tentador dizer que Danilo Gentili, ao esfregar uma tentativa de censura via uso da máquina pública nas nozes, é “machista”. Mas queiram as feministas ou não, não há tal “crime” no Código Penal – e nem deve ser o “machismo” uma norma ou costume a definir o que pode ou não ser dito, já que feministas consideram que “machismo” vai desde estupro (o que Maria do Rosário nem sempre condena) até abrir a porta do carro ou pagar a conta para uma mulher. Quem ficaria fora da cadeia?



Não adianta apelar para o pensamento mágico e considerar que basta gritar “Machismo!” para algo se tornar crime. Então Jean Wyllys pode passar uma notificação no saco se ela vier de Jair Bolsonaro, mas se Jair Bolsonaro tiver o mesmo comportamento em relação a Jean Wyllys, então aí deve ser crime? Como não considerar tal “lei” ou norma ditatorial?

É fácil censurar quem não gostamos, sacando o pensamento mágico e imputando adjetivos socialmente negativos ao censurado (“machista! misógino! sexista! taxista! hidrofóbico! acrofóbico!”). Mas se um político de que gostamos pode fazer isso com alguém de quem não gostamos, logo logo um político de quem não gostamos pode fazer isso com quem não gostamos. E aí, vamos dizer que só aquela pessoa tem o direito de despeitar um político?

Aliás, em que realidade paralela um país é bom quando se é obrigado a respeitar políticos?!

(os adjetivos são tão repetidos que sempre seguem a tríade machismo-homofobia-racismo, fazendo com que boa parte dos críticos de Danilo Gentili gritasse automaticamente que ele não pode ser defendido por ter sido “machista e racista”, como se Maria do Rosário não fosse branca e de olhos azuis.)

O suposto “desrespeito” de Danilo Gentili é algo até normativo no humor. Como escreveu o Implicante, a técnica é de fazer um absurdo, como esfregar uma notificação extrajudicial nas castanhas, para fazer o público enxergar outro absurdo bem maior: o uso da máquina pública por uma parlamentar para censurar alguém que apontou sua incoerência e fez troça de sua defesa de um seqüestrador, estuprador, torturador e degolador (note-se que “machismo” não é uma palavra aplicada justamente para a maior violência que uma mulher já sofreu neste país).

Ou seja, justamente a incoerência que Maria do Rosário volta a praticar neste exato ato contra Danilo Gentili.

“Ah, mas então é lícito que alguém ofenda outra pessoa?!” Sim, só isso é liberdade de expressão. Permitir apenas elogios até Hitler permite. Só há liberdade de expressão se há liberdade de ofender. E como disse John Stossel, quando se ofender dá poder político, as pessoas tendem a se ofender mais facilmente.



Não é surpresa notar que quem acredita no pensamento mágico, na linha seguinte (ou na caixa de comentários deste artigo) estará chamando pessoas de direita de racistas, fascistas, nazistas, homofóbicas e demais xingamentos. Aí, o “desrespeito”, a “agressão” e a injúria deixam de ser crime para se tornarem método.

O poema já dizia que primeiro vieram pelos judeus, e eu não fiz nada, pois eu não era judeu. E depois os eslavos. Os comunistas. Os católicos. Os protestantes. Etc etc. E quando vieram por mim, não tinha ninguém para me defender.

A censura hoje parece mero justiçamento, quando não se gosta de Danilo Gentili. A julgar a inabilidade da esquerda em conquistar apoio popular, além de sua retórica sempre hiperbólica, é suicídio que esquerdistas se aventurem a criar costume, norma, jurisprudência e lei para políticos censurarem aquilo que consideram “desrespeitoso”.

-----------------------------------------------------------

(*)Flavio Morgenstern é escritor, analista político, palestrante e tradutor. Seu trabalho tem foco nas relações entre linguagem e poder e em construções de narrativas. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs" (ed. Record). No Twitter: @flaviomorgen

Fonte: Sensoincomum.org

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Agora é ofensivo chamar grávidas de “mães”













por Thiago Kistenmacher







Não sei aonde essa epidemia politicamente correta vai parar. Quem conserva o mínimo de sanidade fica revoltado quando se depara com o tipo de estupidez sobre a qual discutiremos a seguir. Mas vamos lá, novamente, analisar a paranoia publicada esta semana pelo Daily Mail em matéria intitulada Don’t call pregnant patients ‘mothers’: Doctors are banned from using the word over fears it will upset those who are transgender-Não chame as pacientes grávidas de “mães”: Médicos são proibidos de usar a palavra temendo que ela ofenderá os transgêneros. É a liberdade sendo decapitada na guilhotina da linguagem politicamente correta.

Segundo o jornal britânico, os “médicos têm sido avisados para não chamar mulheres grávidas de gestantes porque isso pode ofender os transgêneros”. Ademais, de acordo com o mesmo jornal, agora as mulheres terão que ser chamadas somente de “pessoas grávidas” para que, conforme a matéria, possamos “celebrar a diversidade”. Será mesmo que querem celebrar a “diversidade” ou acabar com ela? Não acho que neutralizar tudo, transformar tudo em “gênero neutro” é celebrar a diversidade. Ao contrário, essa paranoia não passa de uma tentativa autoritária de uniformizar a humanidade e, por isso mesmo, subtrair toda sua complexidade natural. Querem na verdade neutralizar a diversidade de que tanto falam.

O jornal informa também que o desvairado alerta foi publicado num livreto chamado A Guide To Effective Communication: Inclusive Language In The Workplace [Um guia para uma comunicação eficaz: linguagem inclusiva no ambiente de trabalho]. Mais uma palavra mágica: “Inclusiva”. Em nome do “inclusivo” e da “diversidade” a humanidade caminha para a sua própria destruição como espécie. O mesmo “guia” aponta: “Podemos incluir homens trans que podem engravidar dizendo ‘pessoas grávidas’ em vez de ‘gestantes’”. O que diria Darwin desse salto “evolutivo”? Em que estágio da seleção natural estaria e espécie humana politicamente correta? Que mundo mesquinho, frágil, ressentido!

E sabe por que isso está acontecendo? Porque Hayden Cross, um britânico – ou britânicx? – de vinte anos e que nasceu mulher, está se transformando num “homem” e quer engravidar. Isso fará com que ele seja o primeiro “homem” britânico a dar a luz. Que insanidade!

Além disso, como se abordasse uma novidade, o “guia” citado acima aponta que “A grande maioria das pessoas que tem engravidado ou dado á luz são identificadas como mulheres”. Queriam que fosse o que, dinossauros? É para rir ou para chorar? Mesmo que o transgênero diga que é homem, ele – ou ela – só engravida por ser biologicamente preparada para a gestação. Homens não nascem preparados para a gestação, simples assim. Ou alegar isso é transfobia? 

Sorte nossa que nem todo mundo perdeu a sanidade – por enquanto. Laura Perrins, que faz campanha contra este tipo de demência disse o óbvio ululante: “Como todo médico sabe, somente mulheres podem ter filhos. Dizer o contrário é ofensivo e perigoso. Isso irá ofender todas as mulheres do país, e é um exemplo de uma maioria de mulheres sendo insultada por uma minoria minúscula de pessoas”. Ficou claro ou é preciso desenhar? Num mundo onde loucuras das mais variadas são levadas a sério, falar o óbvio é insanidade e, claro, preconceito. Possivelmente Laura Perrins está sendo acusada de “transfobia”. Provavelmente é disso que será acusado o conservador Philip Davies por afirmar que esta ideia é “completamente ridícula” e indagar: “Se você não pode chamar uma mulher grávida de gestante, então o que o mundo está se tornando?”

Como se todas essas alucinações não bastassem, o Daily Mail aponta que o referido “guia também diz aos médicos que eles não devem usar os termos ‘homem nascido’ ou ‘mulher nascida’ em relação aos trans, pois essas frases são ‘redutoras e simplificam demais um sujeito complexo’”. Também não devem usar “biologicamente masculino” ou “biologicamente feminino”, porque poderia ofender os ressentidos. Acrescido a isso também há o fato de que, se por um lado aqueles que nasceram homens, mas se transformaram em mulheres, deverão ser acomodados nas mesmas enfermarias das mulheres, por outro, as mulheres que se tornaram homens deverão ser acomodadas nas enfermarias dos homens.

Além do que, a matéria também trata de questões tais como a necessidade de banheiros sem gênero, toalhas para homens trans em banheiros masculinos, implicação com o sobrenome que poder ser considerado “patriarcal” por levar o nome do pai, etc. Mas uma das coisas mais estúpidas de tudo isso é começar, como está acontecendo nos Estados Unidos, a utilizar o termo “chestfeeding” no lugar de “breastfeeding” porque mulheres que se transformam em homens não têm mais seios a partir do momento em que mudam de sexo. As parteiras, como informa o Daily Mail, “estão também sendo orientadas a usar termos como ‘buraco da frente’ em vez de ‘vagina’ e ‘janela de nascimento’ no lugar de ‘cesariana’”, pois os transgêneros podem se ofender. Essa gente realmente não sé dá conta do ridículo, do relativismo, do autoritarismo que defendem! Estão tentando controlar o mundo, confundir tudo. Como disse o bispo católico de Portsmouth: “Isto é Orwelliano, não é? Outro exemplo de pessoas tentando controlar nossos pensamentos e a forma de falarmos”. É bem por aí…

O politicamente correto está gerando uma prole mimada, ressentida, frágil e psicologicamente perturbada. É uma doença gravíssima que altera e confunde a existência. Pior ainda, o politicamente correto destrói os nervos, faz com que as pessoas que ainda conservam qualquer sanidade adoeçam.

Nesses momentos a gente lamenta a inexistência de um botão para “resetar” a humanidade. O vírus politicamente correto parece ter contaminado todo o nosso software de modo irrecuperável. Em Gênesis 6:6 encontramos o versículo: “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração”. Hoje Ele deve estar arrependido por ter avisado Noé. Por isso talvez num próximo Dilúvio Ele não mande ninguém construir arca nenhuma… Em outras palavras, quem sabe da próxima vez que Deus tentar corrigir a estupidez humana pense que a melhor solução seja pressionar “delete”.

sábado, setembro 24, 2016

Fraude Eleitoral em Capítulos 2.









E já que até hoje nada mudou, repetimos a matéria de novembro de 2014

Capítulo 1
O PSDB entrou a última quinta-feira (30 de outubro de 2014) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de auditoria a fim de que se verifique a "lisura" da eleição presidencial.

Na solicitação apresentada pelo coordenador jurídico da campanha do candidato derrotado Aécio Neves, deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), o partido sugere a criação de uma comissão com representantes do tribunal e de partidos para verificar o sistema que apura e faz a contagem dos votos.

O texto protocolado diz que a confiabilidade da apuração e a infalibilidade da urna eletrônica têm sido questionadas pela população nas redes sociais.


Capítulo 2
O pedido ao TSE, encontra-se disponível no link a seguir:


Capitulo 3

Os Erros e a Inconsequência do PSDB

Na petição ao TSE prestem atenção ao que segue:


..Nas redes sociais os cidadãos brasileiros vêm expressando, de 

forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos 
e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas 
ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, 
colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado.
O aguardo do encerramento da votação no Estado do Acre, 
com uma diferença de três horas para os Estados que acompanham o horário de 
Brasília, enquanto já se procedia a apuração nas demais unidades da federação, 
com a revelação, às 20h00 do dia 26 de outubro, de um resultado já definido e 
com pequena margem de diferença são elementos que acabaram por fomentar,
ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira.


O PSDB deixa claro que quem duvida do sistema eleitoral brasileiro  é o cidadão e não propriamente o partido.


Capitulo 4

Porque então o cidadão brasileiro desconfia desse sistema?


Desde a eleição de 2006 a suspeita de Fraude nas Urnas Eletrônicas acompanha boa parte dos cidadãos e vem crescendo ao longo dos anos. Essa suspeita fica mais clara pesquisando-se no Google e encontrando-se centenas (milhares de compartilhamentos) de resultados envolvendo basicamente o engenheiro Amilcar Brunazo Filho e mais recentemente o também engenheiro e professor no Instituto de Computação da UNICAMP e especialista em Segurança Digital e Votação Eletrônica, Diego Aranha; que pode ser visto na entrevista a Danilo Gentili:



Capítulo 5

Seremos enganados novamente? O PSDB ajudará a passar recibo de honestidade a um sistema absolutamente vulnerável?

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral negou nesta terça-feira (4) um pedido do PSDB para formar uma comissão de representantes de partidos para realizar uma auditoria nos sistemas de votação e totalização do resultado das eleições de 2014.

A corte, no entanto, liberou o fornecimento de dados e acesso a programas e arquivos eletrônicos usados no processo. Com as informações em mãos, o PSDB poderá fazer sua própria auditoria ou mesmo contratar uma verificação independente.(G1)

A resposta é sim e sim se o PSDB não se municiar de todos os mecanismos já existentes, de todas as descobertas já feitas e que podem ser vistas nos artigos a seguir:

Capítulo 6

Fraude Anunciada 4 dias antes das eleições?

Sim, pode-se chamar de fraude anunciada o documento de um partido de esquerda da Guatemala, o Alternativa Nueva Nación - ANN (perfil no Facebook), publicado não só no Facebook (aqui), mas também no site do Petê (aqui). Essa congratulação não esconde nem que o documento foi emitido em 22 de outubro de 2014, portanto 4 dias antes do segundo turno e muito menos a diferença de votos entre a presidentE e Aécio Neves. Mas é claro que todos esses links podem sumir da Internet num piscar de olhos (Nem sei porque não o fizeram ainda) e portanto printamos as páginas de cada link.







sexta-feira, novembro 07, 2014

Fraude Eleitoral em Capítulos.







Capítulo 1
O PSDB entrou a última quinta-feira (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de auditoria a fim de que se verifique a "lisura" da eleição presidencial.



Na solicitação apresentada pelo coordenador jurídico da campanha do candidato derrotado Aécio Neves, deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), o partido sugere a criação de uma comissão com representantes do tribunal e de partidos para verificar o sistema que apura e faz a contagem dos votos.

O texto protocolado diz que a confiabilidade da apuração e a infalibilidade da urna eletrônica têm sido questionadas pela população nas redes sociais.

Capítulo 2
O pedido ao TSE, encontra-se disponível no link a seguir:

Capitulo 3
Os Erros e a Inconsequência do PSDB

Na petição ao TSE prestem atenção ao que segue:
...Nas redes sociais os cidadãos brasileiros vêm expressando, de 

forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos 
e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas 
ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, 
colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado.
O aguardo do encerramento da votação no Estado do Acre, 
com uma diferença de três horas para os Estados que acompanham o horário de 
Brasília, enquanto já se procedia a apuração nas demais unidades da federação, 
com a revelação, às 20h00 do dia 26 de outubro, de um resultado já definido e 
com pequena margem de diferença são elementos que acabaram por fomentar,
ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira.

O PSDB deixa claro que quem coloca o sistema eleitoral brasileiro é o cidadão e não propriamente o partido.

Capitulo 3
Porque então o cidadão brasileiro desconfia desse sistema?

Desde a eleição de 2006 a suspeita de Fraude nas Urnas Eletrônicas acompanha boa parte dos cidadãos e vem crescendo ao longo dos anos. Essa suspeita fica mais clara pesquisando-se no Google e encontrando-se centenas (milhares de compartilhamentos) de resultados envolvendo basicamente o engenheiro Amilcar Brunazo Filho e mais recentemente o também engenheiro e professor no Instituto de Computação da UNICAMP e especialista em Segurança Digital e Votação Eletrônica, Diego Aranha; que pode ser visto na entrevista a Danilo Gentili:



Capítulo 4
Seremos enganados novamente? O PSDB ajudará a passar recibo de honestidade a um sistema absolutamente vulnerável?


O plenário do Tribunal Superior Eleitoral negou nesta terça-feira (4) um pedido do PSDB para formar uma comissão de representantes de partidos para realizar uma auditoria nos sistemas de votação e totalização do resultado das eleições de 2014.

A corte, no entanto, liberou o fornecimento de dados e acesso a programas e arquivos eletrônicos usados no processo. Com as informações em mãos, o PSDB poderá fazer sua própria auditoria ou mesmo contratar uma verificação independente.(G1)

A resposta é sim e sim se o PSDB não se municiar de todos os mecanismos já existentes, de todas as descobertas já feitas e que podem ser vistas nos artigos a seguir:
- O TSE e a descoberta do programa de fraude nas Urnas.
- Dilma virou o jogo com quase 90% dos votos apurados.

Capítulo 5
Fraude Anunciada 4 dias antes das eleições?

Sim, pode-se chamar de fraude anunciada o documento de um partido de esquerda da Guatemala, o Alternativa Nueva Nación - ANN (perfil no Facebook), publicado não só no Facebook (aqui), mas também no site do Petê (aqui). Essa congratulação não esconde nem que o documento foi emitido em 22 de outubro de 2014, portanto 4 dias antes do segundo turno e muito menos a diferença de votos entre a presidentE e Aécio Neves. Mas é claro que todos esses links podem sumir da Internet num piscar de olhos (Nem sei porque não o fizeram ainda) e portanto printamos as páginas de cada link.

ANN-Perfil no Facebook


ANN-Documento no Facebook


O Documento constante no Site do Petê e no Perfil de Facebook do ANN
Mais explícito? Impossível

Site do Petê e as Felicitações Fraudulentas




Aguardemos pois, se teremos que engolir as Urnas e o Petê eternamente ou se enfim tomarão vergonha na cara e acabarão com esse sistema absolutamente vulnerável.

domingo, janeiro 13, 2013

Heterofobia deveria ser crime?.










E o fogo reascende novamente: héteros versus gays; ou seria a sanha gay contra os héteros? O caso é que Danilo Gentile questionou com o seu sempre irônico bom humor o Relatório Anual de Assassinato de Homossexuais (LGBT) relativo ao ano de 2012, divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). Segundo a pesquisa, houve um assassinato contra gays a cada 26 horas no Brasil no ano passado:


Gentile foi ao twitter:




"E esse dado da Ong Gay aí que '1 gay é morto a cada 26 horas'? 140 héteros são mortos a cada 24 horas. Alguém aí come meu c* hoje? Só por segurança", declarou apresentador do 'Agora é Tarde', da Band.


partir daí, o parlamentar - que entrou pelo estupido sistema eleitoral que deixa de fora quem teve votos e coloca quem não teve tanto assim - Jean Willis , ex-BBB (excelente currículo), passou a guerrear com Gentile. Até nem convém publicar a batalha. Entendo o desabafo do Gentile e não me conformo com a verdadeira cruzada que o ex-BBB empreende. Pessoas como ele não parecem querer o respeito, mas se aproximam mais do "impor sua condição ao mundo". Os fundamentalistas gays como ele, não conseguem entender que existe uma lei mais antiga do que a Constituição que o Lula nunca assinou e que sempre existirá: O livre arbítrio, onde faz-se aquilo que bem se entender e, é claro, arca-se com as consequências jurídicas e - para quem acredita - espirituais. Ninguém pode impor a quem quer que seja seus valores e é exatamente o que tentam fazer os fundamentalistas gays tornando-se piores do que os fundamentalistas héteros - uns e outros são deploráveis.


 

Danilo Gentile não deixa de ter razão, afinal se for esmiuçado com lupa o mesmo relatório do GGB, de 2012 e de outros anos, certamente encontrarão assassinatos de gays contra gays e aí caem por terra esse argumento da tal homofobia. O país para cada problema que surge, tenta fazer uma lei específica e o final é um emaranhado de leis que acabam se superpondo. Para que realmente se fez a lei Maria da Penha? Por acaso acabaram os assassinatos de mulheres pelos companheiros ? Essa lei realmente funciona num pais como o nosso? Decretar distâncias mínimas entre esposos perigosos e esposas desprotegidas funciona? E se essa distância for algo em torno de 30 metros? Pois foi isso que a justiça decretou no caso da procuradora Ana Alice Moreira Melo.

Criminalizar a homofobia já não está implícita na lei nos casos de ofensa à honra? É claro, assim como agressões a esposas, namoradas, amantes, homossexuais, héteros, chineses, brancos ou negros. Mas o que os gays fundamentalistas querem é muito mais, é algo que pode demandar a reunião da ONU; afinal revogar alguns mandamentos e condutas constantes na Bíblia vai requerer que o autor intelectual deste livro também seja chamado a opinar.

Alguns casos que o movimento GGB deve ter misturado - ou misturará -  à sua lista:



Janeiro 2013



Em dezembro de 2012:


Em Julho de 2012:

Em Junho 2012:

Ainda em 2011:

Não é muito fácil encontrar esses fatos na Internet que podem passar como casos comuns (se é que se possa chamar assassinatos de casos comuns). Quantos asiáticos foram assassinados por não asiáticos? Isso tem acontecido normalmente e as vítimas são coreanos e chineses, comerciantes que ousam guardar seus valores em casa; isso poderia ser chamado de Preconceito contra Asiáticos?
Quanto aos assassinatos que ocorrem todos os dias onde as vítimas são esposas, amantes, namoradas; poderemos chamar de Preconceito também? 

Bobagem; esse governo que vem limpando cofres públicos e arrebentando com os poucos valôres que ainda tínhamos é o responsável direto por, primeiro dividir a sociedade e jogar uns contra os outros: negros contra brancos; ricos contra pobres; heteros contra gays e todos acabam embarcando nesse trem que vai colidir mais à frente, com toda certeza. E o número de vítimas não será pouco.