quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Você está bem, Reinaldo Azevedo?






por Lucas Berlanza do Instituto Liberal


Foto Montagem de OAC




Nos anos que imediatamente antecederam meu ingresso à faculdade, bem como no seu começo, sempre estive a favor do colunista da VEJA, Reinaldo Azevedo, autor de O País dos Petralhas, diante dos ataques constantes que o via receber na universidade. Achava – e continuo achando – que ele era um articulista talentoso, capaz de irritar profundamente as esquerdas radicais por ser uma das poucas vozes a questionar sem dó suas articulações políticas.


Reinaldo se portou como guerreiro em seus textos, combatendo as artimanhas do petismo com desenvoltura e até, nalguns momentos, certa poesia. Estava certo de ser esse o único motivo para merecer o escárnio e a zombaria com que era tratado. Eram de sua autoria algumas das melhores sentenças e definições irônicas do entulho lulista. Não que concordasse com ele o tempo todo, e é natural sempre haver alguma discordância entre duas pessoas que se dispõem a verdadeiramente pensar; mas eu o admirava como colunista.


De uns tempos para cá, porém, a partir do momento em que Lula e Dilma se reduziram aos trapos que merecem ser, comecei a pensar que Reinaldo estava um tanto esquisito em sua eleição de prioridades. Quando teceu suas primeiras críticas a Sérgio Moro e aos procuradores da Lava Jato, observei aquilo com cautela e respeito. Não endosso qualquer discurso, afinal de contas, que santifique pessoas e as torne automaticamente impolutas, por maiores sejam os seus méritos; Moro e os procuradores podiam e podem, de fato, estar equivocados em alguns aspectos. Por que não criticá-los, se este fosse o caso?


O prosseguimento das publicações de Reinaldo, porém, mudou bastante a minha percepção. Percebi que, na contramão de muitos articulistas e colunistas, diante de todos os nossos problemas, ele elegeu as figuras por trás da Operação Lava Jato como alvos prediletos de seus vitupérios, como que numa verdadeira perseguição inveterada. Chovem acusações de que seja tucano, e me sinto bastante desconfortável em fazer ilações sobre sua ética profissional, mas é impossível não vir à cabeça a triste dúvida se, no momento em que quase todos os partidos, e não apenas o PT, ficam com a água no pescoço nas delações avaliadas, a recorrência dessas publicações se tornou tão intensa.


Quando quase todos estavam torcendo para Carmen Lúcia homologar as delações da Odebrecht, Reinaldo deu um chilique na Jovem Pan, taxando-a de aventureira; sobre Donald Trump, ele engole todas as deformações que a imprensa de esquerda fabricou a respeito; numa das últimas de sua lavra, escrachou Moro por ter comentado à imprensa, em nota protocolar, depois de questionado insistentemente, que Fachin é um jurista eficiente e de elevada qualidade. Isso, para ele, foi ir “além das sandálias”. Moro estaria muito vaidoso. Ninguém compreende a lei, apenas ele, Reinaldo, e os especialistas que consulta. Sua forma de criticar quem mereceria um pouco mais de consideração e alardear certezas jurídicas, particularmente na rádio, quase como, com o perdão da expressão, uma franga tendo um ataque histérico, só o tornou ainda mais antipático aos meus olhos.


Agora, comentando o governo Temer, Reinaldo, que se diz liberal, acredita quase em que não é relevante a palhaçada de aumentar o número dos ministérios, abrigando uma desembargadora no Ministério de Direitos Humanos – como se lei já não houvesse – e Moreira Franco, oportunamente premiado com um foro privilegiado, na Secretaria Geral da presidência, alçada a Ministério. Une-se àqueles que me decepcionam ao emular os petistas e fechar os olhos para os eventuais malfeitos de tucanos ou peemedebistas.


Tudo isso, a meu ver, é um erro grosseiro de posicionamento, mas ainda pode ser visto como bastante subjetivo; o mesmo não se pode dizer de bobagens como a que segue, em que, comentando a reeleição de Rodrigo Maia para a Câmara – que, justiça seja feita, Reinaldo afirmou ter sido ilegal -, o colunista disse: “é certo que eu e Maia pertencemos a um mesmo universo mental em matéria de política: somos liberais – o que se chamaria na Europa de ‘conservadores’ e, nos EUA, de ‘direita’. Infelizmente, no Brasil, rematadas bestas reivindicam essa condição e só criam embaraços à agenda liberalizante, com seus direitos fascistoides e regressivos”.


O que Reinaldo diz é de tal maneira uma enormidade de bobagens que fica difícil definir por onde começo. Em primeiro lugar, é discutível se o que é chamado de “liberal” no Brasil é chamado de “conservador” na Europa e de “direita” nos EUA; esse é o tipo de frase que não diz coisa alguma, porque esses termos têm um uso tão elástico entre nossos pobres tupiniquins, quiçá no resto do mundo. Contudo, se é para nos preocuparmos com o que se diz por aí ou como as coisas são chamadas, aquilo que a imprensa mundial faz, e Reinaldo aqui, sub-repticiamente, também, é chamar qualquer coisa que esteja “à direita” de tipos como Rodrigo Maia de “extrema direita” ou “fascista”.


A “direita saudável”, para Reinaldo Azevedo, é Rodrigo Maia, do partido Democratas do Rio – cujo pai fez, há pouquíssimo tempo, campanha em nome da legenda no estado clamando por um “governo público” e contra as privatizações. Rodrigo Maia que foi eleito em entusiástico apoio tanto do governo quanto de forças à esquerda que desejam manter engavetadas coisas como a CPI da UNE. Rodrigo Maia que é uma figura tão “liberal” que se ornou de pedantismo quando disse que quem manda na Câmara é ele, quando o relatório da Comissão que julgou o pacote de 10 medidas chegou à casa legislativa, como se fosse uma espécie de ente superior e o povo que assinou (certo ou errado) o tal pacote não fosse o mesmo a pagar seu salário.

Já escrevi aqui tantas vezes e reitero: acho que o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) tem sido um bom presidente da Câmara, ainda que eu discorde disso ou daquilo. Mais: penso ser ele, de longe, o melhor dos três postulantes até agora conhecidos — e isso pode mudar até o dia da votação, 2 de fevereiro. Os outros dois são Jovair Arantes (PTB-GO), que tem a simpatia de parte do Centrão, e André Figueiredo (PDT-CE).
Por Reinaldo Azevedo
30 jan 2017, 05h43



Quer dizer que qualquer um que esteja à direita de figuras fisiológicas como Rodrigo Maia – fisiológicas e sem qualquer carisma, diga-se de passagem –, com quem o próprio Reinaldo se compara, é um fascista? Então quer dizer que Rodrigo Maia é a referência de liderança saudável da direita para Reinaldo Azevedo, e ambos, na cabeça do colunista, são a mesma coisa que, digamos, os Republicanos dos Estados Unidos e os conservadores britânicos. Rodrigo Maia seria uma Margaret Thatcher ou um Ronald Reagan. É isso?

Reinaldo Azevedo, você está bem?



segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Agora é ofensivo chamar grávidas de “mães”













por Thiago Kistenmacher







Não sei aonde essa epidemia politicamente correta vai parar. Quem conserva o mínimo de sanidade fica revoltado quando se depara com o tipo de estupidez sobre a qual discutiremos a seguir. Mas vamos lá, novamente, analisar a paranoia publicada esta semana pelo Daily Mail em matéria intitulada Don’t call pregnant patients ‘mothers’: Doctors are banned from using the word over fears it will upset those who are transgender-Não chame as pacientes grávidas de “mães”: Médicos são proibidos de usar a palavra temendo que ela ofenderá os transgêneros. É a liberdade sendo decapitada na guilhotina da linguagem politicamente correta.

Segundo o jornal britânico, os “médicos têm sido avisados para não chamar mulheres grávidas de gestantes porque isso pode ofender os transgêneros”. Ademais, de acordo com o mesmo jornal, agora as mulheres terão que ser chamadas somente de “pessoas grávidas” para que, conforme a matéria, possamos “celebrar a diversidade”. Será mesmo que querem celebrar a “diversidade” ou acabar com ela? Não acho que neutralizar tudo, transformar tudo em “gênero neutro” é celebrar a diversidade. Ao contrário, essa paranoia não passa de uma tentativa autoritária de uniformizar a humanidade e, por isso mesmo, subtrair toda sua complexidade natural. Querem na verdade neutralizar a diversidade de que tanto falam.

O jornal informa também que o desvairado alerta foi publicado num livreto chamado A Guide To Effective Communication: Inclusive Language In The Workplace [Um guia para uma comunicação eficaz: linguagem inclusiva no ambiente de trabalho]. Mais uma palavra mágica: “Inclusiva”. Em nome do “inclusivo” e da “diversidade” a humanidade caminha para a sua própria destruição como espécie. O mesmo “guia” aponta: “Podemos incluir homens trans que podem engravidar dizendo ‘pessoas grávidas’ em vez de ‘gestantes’”. O que diria Darwin desse salto “evolutivo”? Em que estágio da seleção natural estaria e espécie humana politicamente correta? Que mundo mesquinho, frágil, ressentido!

E sabe por que isso está acontecendo? Porque Hayden Cross, um britânico – ou britânicx? – de vinte anos e que nasceu mulher, está se transformando num “homem” e quer engravidar. Isso fará com que ele seja o primeiro “homem” britânico a dar a luz. Que insanidade!

Além disso, como se abordasse uma novidade, o “guia” citado acima aponta que “A grande maioria das pessoas que tem engravidado ou dado á luz são identificadas como mulheres”. Queriam que fosse o que, dinossauros? É para rir ou para chorar? Mesmo que o transgênero diga que é homem, ele – ou ela – só engravida por ser biologicamente preparada para a gestação. Homens não nascem preparados para a gestação, simples assim. Ou alegar isso é transfobia? 

Sorte nossa que nem todo mundo perdeu a sanidade – por enquanto. Laura Perrins, que faz campanha contra este tipo de demência disse o óbvio ululante: “Como todo médico sabe, somente mulheres podem ter filhos. Dizer o contrário é ofensivo e perigoso. Isso irá ofender todas as mulheres do país, e é um exemplo de uma maioria de mulheres sendo insultada por uma minoria minúscula de pessoas”. Ficou claro ou é preciso desenhar? Num mundo onde loucuras das mais variadas são levadas a sério, falar o óbvio é insanidade e, claro, preconceito. Possivelmente Laura Perrins está sendo acusada de “transfobia”. Provavelmente é disso que será acusado o conservador Philip Davies por afirmar que esta ideia é “completamente ridícula” e indagar: “Se você não pode chamar uma mulher grávida de gestante, então o que o mundo está se tornando?”

Como se todas essas alucinações não bastassem, o Daily Mail aponta que o referido “guia também diz aos médicos que eles não devem usar os termos ‘homem nascido’ ou ‘mulher nascida’ em relação aos trans, pois essas frases são ‘redutoras e simplificam demais um sujeito complexo’”. Também não devem usar “biologicamente masculino” ou “biologicamente feminino”, porque poderia ofender os ressentidos. Acrescido a isso também há o fato de que, se por um lado aqueles que nasceram homens, mas se transformaram em mulheres, deverão ser acomodados nas mesmas enfermarias das mulheres, por outro, as mulheres que se tornaram homens deverão ser acomodadas nas enfermarias dos homens.

Além do que, a matéria também trata de questões tais como a necessidade de banheiros sem gênero, toalhas para homens trans em banheiros masculinos, implicação com o sobrenome que poder ser considerado “patriarcal” por levar o nome do pai, etc. Mas uma das coisas mais estúpidas de tudo isso é começar, como está acontecendo nos Estados Unidos, a utilizar o termo “chestfeeding” no lugar de “breastfeeding” porque mulheres que se transformam em homens não têm mais seios a partir do momento em que mudam de sexo. As parteiras, como informa o Daily Mail, “estão também sendo orientadas a usar termos como ‘buraco da frente’ em vez de ‘vagina’ e ‘janela de nascimento’ no lugar de ‘cesariana’”, pois os transgêneros podem se ofender. Essa gente realmente não sé dá conta do ridículo, do relativismo, do autoritarismo que defendem! Estão tentando controlar o mundo, confundir tudo. Como disse o bispo católico de Portsmouth: “Isto é Orwelliano, não é? Outro exemplo de pessoas tentando controlar nossos pensamentos e a forma de falarmos”. É bem por aí…

O politicamente correto está gerando uma prole mimada, ressentida, frágil e psicologicamente perturbada. É uma doença gravíssima que altera e confunde a existência. Pior ainda, o politicamente correto destrói os nervos, faz com que as pessoas que ainda conservam qualquer sanidade adoeçam.

Nesses momentos a gente lamenta a inexistência de um botão para “resetar” a humanidade. O vírus politicamente correto parece ter contaminado todo o nosso software de modo irrecuperável. Em Gênesis 6:6 encontramos o versículo: “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração”. Hoje Ele deve estar arrependido por ter avisado Noé. Por isso talvez num próximo Dilúvio Ele não mande ninguém construir arca nenhuma… Em outras palavras, quem sabe da próxima vez que Deus tentar corrigir a estupidez humana pense que a melhor solução seja pressionar “delete”.

Um outro mundo (sem ONU) é possível







por Flavio Morgenstern
Trump cortou o financiamento da ONU. A maior entidade de um governo global fará falta? O mundo não terá mais paz? O que, afinal, é a ONU? 





Guten Morgen, Brasilien! A primeira semana de governo de Donald Trump foi entupida de fatos surpreendentes, sobretudo para o Brasil: aqui, nada pode ser mais surpreendente do que um presidente cumprir tudo o que promete. E o pior: em quatro dias! Do presidente do México à alta cúpula da ONU, todos continuam sendo pegos de surpresa pelo presidente que, em uma semana no cargo, já conseguiu recuperar a presidência americana como posto mais poderoso no mundo.

Além de tudo o que envolve imigração de países islâmicos, muro, indicação pró-vida à Suprema Corte e de generais para acabar com o Estado Islâmico, nada foi mais chocante do que seu corte de financiamento à ONU.

As Organizações das Nações Unidas dependem primordialmente do financiamento americano para promover sua agenda. Ela é tratada como a principal força promotora da “paz” no mundo, e suas resoluções são consideradas a verdade, nada mais do que a verdade. A grande Verdade revelada: discordar da ONU seria o equivalente a assassinar 6 milhões de judeus, ou pior ainda: ofender muçulmanos ao usar um crucifixo em público, o que é o verdadeiro nazismo hoje.

Mas o que raios é a ONU? Por que o mundo precisa de um meta-governo global, e por que tudo o que a ONU diz, pesquisa, conclui, analisa e obriga goela abaixo de populações que votaram em governos que não queriam suas resoluções precisa ser aceito? Por que ninguém nunca diz um A contra a grande ONG das ONGs, a entidade de um governo global que supera as soberanias de todos os povos?

Afinal, por que – e esta pergunta deveria inquietar o mundo e gerar as verdadeiras revoluções do século XXI – a ONU se volta tanto contra governos livres, que respeitam a vontade de seu povo, que promovem a liberdade e combatem o terrorismo, como a América e Israel, e no máximo faz algumas notinhas de repúdio a verdadeiros totalitarismos violentíssimos, como Coréia do Norte, Irã e Arábia Saudita?

Por que a ONU ataca tanto Israel, o país campeão de “sanções” do governo mundial, e defende tanto a Palestina? Será um bom-mocismo contra o terrível Estado judeu? Ninguém pode desconfiar que existam razões que não são explicáveis apenas pela política rasteira – mormente a de noticiários sem contexto –, e sim por causas que atuam no mundo há milênios – e não falamos de teorias da conspiração, mas sim de culturas, religiões e conceitos, como soberania e democracia, que foram cunhados eras antes do governo mundial?

Por fim, qual a ligação entre os cortes de financiamento de Donald Trump à ONU, a entidades que promovem o aborto pelo mundo, a criação de novas possíveis “Guantánamos”, ao muro na fronteira com o México e a entidades que defendam a “causa Palestina”, questões que parecem não possuir a mais remota ligação entre si, mas todas juntas formam um todo coerente e concatenado?

É o que você ouvirá neste episódio de nosso podcast. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, no estúdio Panela Produta. Guten Morgen, Brasilien!


domingo, fevereiro 05, 2017

Pornografia infantil: Não era “fake news”: Anthony Weiner na mira da Justiça





por Alex Pereira




Marido de Huma Abedin (à dir.), a saudita que foi principal assessora de Hillary Clinton nos últimos anos, o político norte-americano Anthony Weiner (à esq.), do Partido Democrata, foi acusado formalmente de possuir material pornográfico com crianças, e de ter compartilhado imagens com uma menina de 15 anos.

O escândalo foi considerado um dos principais fatores na desmoralização da candidatura de Hillary Clinton na eleição presidencial em 2016. A alegação de que tudo não passava de “fake news” foi quase unânime entre esquerdistas dos EUA.

Fontes do Wall Street Journal afirmam que, como Weiner solicitou fotos da menina, ele enfrentará um processo por pornografia infantil, o que pode acarretar numa pena de 15 anos de prisão. Essa foi a terceira vez que Weiner foi pego enviando mensagens explícitas. Ele renunciou ao Congresso em 2011 após o primeiro escândalo. O segundo, em 2013, arruinou sua candidatura à prefeitura de Nova York.

Os promotores federais colocaram no processo os materiais com pornografia infantil, após investigações do FBI, através da perícia em aparelhos eletrônicos do democrata, como o laptop e seu telefone celular. Os oficiais da Justiça iniciaram a investigação no ano passado.

Nas últimas semanas, de acordo com uma pessoa que conhece o caso, os advogados de Weiner conversaram com os promotores federais em Manhattan na esperança de dissuadí-los de iniciarem um processo.

O FBI também investiga o esquema de exploração sexual e pedofilia conhecido como Lolita Express, encabeçado pelo milionário Jeffrey Epstein, amigo particular da família Clinton. E-mails descobertos em dispositivos eletrônicos de Anthony Weiner e Huma Abedin acabaram incriminando o próprio Weiner.

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O Boeing 727 de Jeffrey Epstein, conhecido como “Lolita Express”, com dezenas de registros de 
voo com Bill Clinton na lista passageiros




Jeffrey Epstein já foi condenado em 2008 por solicitar sexo com uma menina. Existem registros de vôos que mostram Bill Clinton como um passageiro freqüente nos vôos conhecidos como “Lolita Express”, no jato privado do milionário pedófilo, tendo com ele Chauntae Davies, uma conhecida atriz de filmes softporn. Entre os 26 vôos identificados que Bill Clinton realizou, em pelo menos 12 viagens ele estava acompanhado de Ghislaine Maxwell, ex-amante do milionário e suspeita de ser a “facilitadora” que arrumava as garotas menores de idade para as orgias.


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A “facilitadora” do sexo com menores Ghislaine Maxwell, na cerimônia de casamento da filha de Bill e Hillary Clinton

Segundo o website da Fox News, o avião teria sido equipado com uma cama na qual os passageiros praticaram sexo grupal com meninas. Mas as orgias não ocorreram apenas no jato de Epstein, mas também em sua ilha privada nas Ilhas Virgens, com 72 acres, conhecida como “Ilha da Orgia”.


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A chamada “Ilha da Orgia”, de Jeffrey Epstein, localizada nas Ilhas Virgens, onde as orgias com menores seriam realizadas




“Bill Clinton estava associado com Jeffrey Epstein, e as pessoas mais próximas dele em Nova Iorque sabiam de seus envolvimentos com pedofilia”, disse Conchita Sarnoff, da organização Alliance to Rescue Victms of Trafficking, sediada em Washington, DC, e autora do livro sobre o caso Epstein intitulado “TrafficKing”. Conchita questiona: “Por que um ex-presidente está ligado a um homem como esse?”.

Epstein, que conta com a amizade de figuras da realeza, chefes de estado, celebridades e bilionários, passou 13 meses preso em penitenciária e prisão domiciliar, por solicitar e obter relações com prostituição infantil.



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Chauntae Davies, atriz de filmes pornográficos consta em registros de vôos no “Lolita Express” junto com Bill Clinton



Ele possuía uma equipe de traficantes de pessoas que procuravam garotas de até 12 anos para atender os seus amigos na “Ilha da Orgia”, conhecida como Little St. James.

Os registros do Tribunal demonstram que Jeffrey Epstein possuia 21 diferentes números de telefone de Bill Clinton. Isso prova que os dois eram bem próximos, mas qual seria o envolvimento de Hillary Clinton e Epstein? Segundo o website World Net Daily, existem evidências de que Hillary visitou a “Ilha da Orgia”. Citando uma fonte confiável do Departamento de Polícia de Nova Iorque, o fundandor da Blackwater USA e ex-membro do grupo de elite da Marinha dos EUA, Erik Prince, o site afirma que entre os 650.000 e-mails encontrados no laptop de Huma Abedin e seu marido informações sobre o fato de que Hillary Clinton esteve pelo menos 6 vezes na “Ilha da Orgia” do pedófilo Epstein. Entre outras informações, existem provas incriminadoras que indicam lavagem de dinheiro.
Rituais satanistas com os coordenadores da campanha presidencial de Hillary Clinton

Das abomináveis revelações vazadas pelo Wikileaks durante a eleição presidencial norte-americana de 2016, consta os e-mails dos irmãos John e Anthony Podesta, o presidente e coordenador da campanha eleitoral de Hillary Clinton, que organizavam uma “festa” que na verdade seria um ritual conduzido pela “artista performática” e satanista Marina Abramovic, seguidora do bruxo Aleister Crowley. O conhecido ritual de magia negra que Marina realiza, possui elementos como sangue, esperma e leite materno oferecidos a demônios adorados na seita thelemita. Crowley era conhecido por criar e promover rituais envolvendo crianças, nos quais a pedofilia e até o assassinato ritualístico de menores era e é utilizado para obtenção de “poderes mágicos” e exaltação do diabo.

John Podesta e as principais assessoras de Hillary Clinton sabiam desde 2011 dos envolvimentos sexuais de Anthony Weiner, na época congressista em Washington, mas não fizeram absolutamente nada para afastar ele e Huma Abedin em 2015-16 da candidatura presidencial do partido.

Tudo isso são fatos reais, omitidos ou pouco divulgados pela grande mídia mundial, rotulando de promotores de “fake news” ou “teoria da conspiração” quem não aceita submeter-se às amarras psicológicas do politicamente correto, as principais armas que hão de garantir poder aos membros e seguidores da ditadura globalista revolucionária.

Fonte: Midia Sem Máscara
Referências:
Máteria da Gawker prova os registros dos vôos de Clinton nos jatos de Epstein

Registros dos vôos

Indícios de Hillary na ilha da orgia

John Podesta e a cúpula democrata sabiam dos envolvimentos de Weiner desde 2011

Lolita Express

Príncipe Andrew do Reino Unido frequentava a ilha da orgia

Se provada a tentativa de obstrução da justiça, Hillary pode pegar 20 anos de prisão

Bill Clinton no Lolita Express


Alex Pereira, jornalista e editor-chefe da Rádio Vox.





quinta-feira, fevereiro 02, 2017

Se o Carnaval gera riqueza, por que depende de dinheiro público?



por Ricardo Bordin



Em meio ao cenário de recessão que assola o Brasil desde que o “dique” que segurava a catástrofe financeira engendrada pelo PT em seus 13 anos de Planalto¹ (leia-se: logo após garantir a reeleição de Dilma), as prefeituras de mais de 70 municípios do Brasil já avisaram que não irão destinar dinheiro do pagador de impostos para a realização dos desfiles de carnaval. Não chega a parecer sandice: se eu estou passando por um período de vacas magras, natural é ficar um tempo sem frequentar festas, certo? A irresponsabilidade fiscal, ao fim e ao cabo, cobra seu preço, e supérfluos acabam por entrar na lista de cortes a serem efetuados nas despesas.

Não foi bem assim, todavia, que reagiu determinada parcela de nossa população. Em meio aos muxoxos produzidos aqui e acolá, foi possível captar três principais motivos para o azedume. Vejamos, pois, se procede a choradeira:

1) A festa pagã mais tradicional do país gera empregos:

Segundo consta dos arrazoados, o dinheiro proveniente dos cofres públicos investido na folia de Momo retorna na forma de oportunidades para os envolvidos com os preparativos e a produção do evento. De fato, não há como negar o que se vê.

São criadas vagas diretas no mercado de trabalho quando a administração local repassa dinheiro para as escolas e blocos, e estas, então, compram material para a confecção de fantasias e demais adereços, adquirem instrumentos musicais e promovem gastos afins. A “indústria do carnaval”, ademais, pode ter a capacidade de gerar empregos de forma indireta, estimulando os setores hoteleiro e alimentício, por exemplo, fomentados pelos gastos dos foliões.

Mas o perrengue reside no que não se vê. Se este prefeito direcionar estes mesmos recursos para Educação e Saúde (e eu duvido que alguém de mente sana discorde deste remanejamento), outras atividades econômicas relacionadas a estes setores, da mesma forma, serão impulsionadas e poderão, então, contratar mais pessoal. E se os cidadãos não poderão gastar seus caraminguás durante os dias de apresentações – fazendo o “dinheiro circular”, o sonho dos Keynesianos² (e pesadelo de quem fica pra ver o resultado), fique tranquilo: eles acharão alguma outra coisa para gastar. E possivelmente sejam gastos mais úteis, sinceramente.

Ah, mas e se a festa atrai pessoas de outros rincões? Passemos, então, ao item 2.

2) Se há demanda, então deve haver interesse publicitário;

Carnavais como o do Rio de Janeiro dispensam comentários: são espetáculos que trazem turistas de todas as partes do globo, empilhando dólares e euros nas caixas registradoras dos empreendedores locais, desde o vendedor de chá na praia até o proprietário do Copacabana Palace.

Mas é de se indagar: se este show possui um potencial de marketing tão notável, como ele não consegue se auto-sustentar? Por que as agremiações precisam de subvenção do Estado? Um evento transmitido para diversos países não tem como captar recursos por conta própria?

A resposta, ao que parece, pode ser encontrada no regulamento da liga das escolas de samba do RJ – e que costuma ser emulado, em grande parte, por outras associações do gênero Brasil afora:
VIII - não utilizar, distribuir ou apresentar-se com qualquer tipo de “merchandising” (implícito ou explícito) em Enredo, Alegorias, Adereços, Alas, Destaques, Samba-Enredo ou quaisquer outros meios, exceto: a. nas vestimentas dos Empurradores de Alegorias; b. em prospectos com letras do Samba-Enredo; c. nos instrumentos musicais da Bateria, desde que sejam as marcas de seus respectivos fabricantes.



Ora, se as escolas de samba são tolhidas por suas próprias entidades representativas da ferramenta mais eficiente que poderiam utilizar para obter recursos – isto é, o merchandising – fica fácil entender porque todo ano seus diretores precisam ir com o pires na mão mendigar para o prefeito e o governador.

Não que seja o caso de fazer um carro alegórico em forma de garrafa de Coca-Cola, ou a porta-bandeira tremular um símbolo do Mcdonalds, mas exibir marcas, de forma discreta, poderia representar a independência daqueles desfiles de carnaval capazes de seduzir a audiência em relação ao governo.

Eu também não gosto muito de ver anúncios na camisa do meu time, mas eu entendo que é necessário para a subsistência dele. Só fica esquisito quando há anunciantes demais. É a diferença entre aquele carro antigo colorido (tal era o número de patrocinadores) da equipe March de F-1, e a eternizada em nossa memória McLaren de Ayrton Sena ostentando o Malboro no aerofólio.

Ou seja, sequer estamos diante de um caso similar aos financiamentos da Lei Rouanet, nos quais costumam ser contemplados certos artistas que jamais sobreviveriam no livre mercado – e outros muito ricos que não precisariam, aliás –, pelo simples fato de que os consumidores, cuja vontade é soberana, não os elegeriam para brilhar nas telas ou palcos. Ao contrário: os organizadores do carnaval são capazes de gerar muita receita, mas eles não conseguem canalizá-la para seus cofres porque se recusam a fazer propaganda – ou são proibidos: em algumas cidades, é a própria lei que restringe a exploração comercial. Aí só resta resmungar mesmo.

3) Se não houver dinheiro público envolvido, não haverá desfiles nem nosso “sagrado” carnaval: será?

Este argumento lembra-me do início do governo Temer: “se não houver Ministério da Cultura, não haverá cultura”, diziam os incautos e os argutos. Quer dizer que as pessoas ficarão trancafiadas em casa na última semana de fevereiro, se não rolar patrocínio estatal? Não haverá samba nos morros e nas periferias? Não sairão às ruas os blocos e muambas? Não se reunirão às pessoas nas praias, nos botecos e até mesmo em suas casas para fazer uma bagunça? Custa-me crer.

Além disso, se fazem tanta questão assim de desfilar na avenida, que tal promover um financiamento coletivo (crowdfunding), como bem ensinou o pessoal do “Libera Que Eu Conservo”³, e mandar uma banana para o prefeito?

Conclusão: não procede a lamúria, meritíssimo. Segue o baile – seja ele de carnaval tradicional ou não: tem gente que prefere carnaval eletrônico ou até mesmo carnaval zombie, veja só. “Não deixe o samba morrer”? Muito justo, desde que ainda haja interesse suficiente das pessoas nos desfiles clássicos de carnaval, e que estes não impliquem em desviar recursos escassos extraídos do setor produtivo que poderiam ser aplicados em áreas mais sensíveis da sociedade.

Ou melhor ainda: a partir de uma eventual economia viabilizada pela negativa estatal em subsidiar o carnaval, o prefeito poderia dar desconto no IPTU, quem sabe. Mas daí é sonhar alto demais…





quarta-feira, fevereiro 01, 2017

Obama: Um ​radical​ islâmico não conseguiria fazer tanto estrago!







Um desastre chamado Obama.
por Hannity.com




Obama se foi - amém - e o clima na grande mídia brasileira e na imprensa esquerdista americana é de velório. Nas últimas semanas foi impossível não ligar a TV em qualquer noticiário, ou abrir qualquer jornal, sem assistir reportagens em tom nostálgico sobre o presidente progressista que recuperou a economia americana, tornou a saúde e educação mais acessíveis e a América mais justa.

Mas... a verdade teima em discordar da imprensa: Obama foi um desastre econômico para os EUA que se aproxima das proporções de FDR e Jimmy Carter. Obama foi um tsunami nos sistemas de saúde e educação americanos. Obama é impopular e foi um cataclismo político sem precedentes para o seu partido.

Não acredite em mim e veja você mesmo. Vamos a alguns NÚMEROS da administração Obama que você com certeza não verá na GloboNews ou qualquer órgão de imprensa brasileiro, mas que todo jornalista decente deveria estar informando se não estivesse ideologicamente comprometido. Todos com suas respectivas fontes para que você possa ir lá e checar diretamente.

NA ECONOMIA: 

US$ 19.9 trilhões: 
É o tamanho da montanha de dívida pública que Obama vai deixar. (“Daily History Of The Debt,” U.S. Department Of Treasury, 12/23/16).

US$ 9.2 trilhões: 
É o aumento na dívida desde que o Obama tomou posse. (idem).

87%: 
O aumento na dívida pública desde que Obama assumiu. (“Daily History Of The Debt,” U.S. Department Of Treasury, Accessed 12/23/16)

US$ 750 bilhões: 
O déficit comercial americano apenas no último ano (U.S. Census Bureau, 12/27/16)

US$ 99 bilhões:
O crescimento ANUAL do déficit comercial com a China desde que Obama assumiu. (“Trade In Goods With China,” U.S. Census Bureau, 12/27/16)

US$ 0.19: 
A QUEDA na média dos salários POR HORA desde que Obama tomou posse. (“State Of Working America Data Library,” Economic Policy Institute, Accessed 12/27/16)

301.000:
Número de empregos em fábricas perdidos desde que Obama assumiu. (Bureau Of Labor Statistics, Accessed 12/2/16)

5%:
A redução no número de americanos que se identificam como "classe-média" desde que Obama tomou posse. (Frank Newport, “Americans’ Identification As Middle Class Edges Back Up,” Gallup, 12/15/16)

4%:
Queda no número de americanos que possuem casa própria desde que Obama assumiu. (“State Of Working America Data Library,” Economic Policy Institute, 12/27/16)

2%:
A magra média de crescimento do PIB americano na Era Obama. (Larry Light, “Obama’s 8-Year Economic Legacy: A Mixed Bag,” CBS, 12/23/16)

REGULAÇÕES: 

US$ 870.3 bilhões:
O custo econômico estimado de todas as novas regulações e regras (burocracia) criadas desde que Obama se tornou presidente. (“Regulation Rodeo,” American Action Forum, 12/27/16)

2.998:
O número de novas regulações criadas desde que Obama assumiu (“Regulation Rodeo,” American Action Forum, Accessed 12/27/16)

583 milhões:
Horas de americanos preenchendo papelada para lidar apenas com as novas regras, regulações e burocraciadas criadas na administração Obama.(“Regulation Rodeo,” American Action Forum, 12/27/16)

US$ 344 bilhões: 
O custo econômico estimado apenas pelas novas regulações ambientais na era Obama. (“Regulation Rodeo,” American Action Forum, Accessed 12/27/16).

US$ 292 bilhões:
O custo econômico projetado para implementação das medidas de "energia limpa" da administração Obama. (H. Sterling Burnett, “Economic Analysis of Clean Power Plan Shows High Cost, Minimal Benefits,” The Heartland Institute, 12/2/15)

280.000:
Número de postos de trabalho que devem ser fechados apenas com uma nova legislação ambiental "Stream Protection Rule". (“Economic Analysis Of Proposed Stream Protection Rule,” Ramboll Environ, 10/15)

11-14%:
O aumento médio para os consumidores dos custos de energia por conta da nova regulação "Clean Power Plan" criada por Obama. (H. Sterling Burnett, “Economic Analysis of Clean Power Plan Shows High Cost, Minimal Benefits,” The Heartland Institute, 12/2/15)

SAÚDE: 

US$ 1 trilhão:
O aumento de impostos do ObamaCare em uma década (“ObamaCare: Trillion Dollar Tax Hike That Hurts Small Businesses,” U.S. House Of Representatives Committee On Ways And Means, 3/31/16)

US$ 377 bilhões:
O aumento de impostos por conta do ObamaCare que afaram exclusivamente a classe média. (Glenn Kessler, “Does ‘Obamacare’ Have $1 Trillion In Tax Hikes, Aimed At The Middle Class,” The Washington Post, 3/12/13)

2.3 milhões:
O número de americanos que no ano que vem só terão UMA opção de seguro de saúde no ano que vem por causa do ObamaCare. (Cynthia Cox And Ashley Semanskee, Preliminary Date on Insurer Exits And Entrants In 2017 Affordable Care Act Marketplaces, Kaiser Family Foundation, 8/28/16)

41:
Estados que viram aumento nas "franquias" dos seguros de saúde apenas em 2016 por conta do ObamaCare. (Nathan Nascimento, “The Latest Problem Under The Affordable Care Act: Deductibles,” The National Review, 04/12/16)

EDUCAÇÃO SUPERIOR: 

US$ 690 bilhões:
O aumento na dívida dos estudantes via crédito estudantil desde que Obama assumiu. (“Student Loans Owned And Securitized, Outstanding,” Federal Reserve Bank Of St. Louis, 12/27/16)

98%:
O aumento percentual de débito estudantil desde que Obama assumiu. (“Student Loans Owned And Securitized, Outstanding,” Federal Reserve Bank Of St. Louis, 12/27/16)

US$ 8.390:
A média de aumento dos custos nos cursos universitários públicos desde que Obama assumiu. (“Trends In College Pricing 2016,” The College Board, 10/26/16)

28%:
O aumento médio dos custos para alunos de universidades públicas na Era Obama. (“Trends In College Pricing 2016,” The College Board, 10/26/16)

23%:
O aumento na média dos custos para alunos de universidades privadas na Era Obama.(“Trends In College Pricing 2016,” The College Board, 10/26/16)

IMIGRAÇÃO ILEGAL E POLÍTICA EXTERNA: 

82.288:
Número de imigrantes ilegais CRIMINOSOS soltos pela administração Obama apenas de 2013 a 2015. (Maria Sacchetti, “Criminal Immigrants Reoffend At High Rates Than ICE Has Suggested,” The Boston Globe, 6/4/16)

5.000:
Número de imigrantes ilegais A MENOS deportados no último ano pela administração Obama. (Rafael Bernal, “Deportations Under Obama Could Hit 10-Year Low,” The Hill, 8/31/16)

US$ 400 milhões:
Foi quanto Obama pagou ao Irã para a liberação de prisioneiros desse país patrocinador do terrorismo. (Elise Labott, Nicole Gaouette and Kevin Liptak, “US Sent Plane With $400 Million In Cash To Iran,” CNN, 8/4/16)

2 milhões:
O número de empregos que os EUA devem perder por conta do acordo Trans-Pacífico patrocinado e negociado por Obama. (Robert E. Scott and Elizabeth Glass, “Trans-Pacific Partnership, Currency Manipulation, Trade, And Jobs,” Economic Policy Institute, 3/3/16) -
 
Nota do Blogando: Já no primeiro dia útil após a posse, 23 de janeiro de 2017, Trump assinou uma ordem executiva que retira os Estados Unidos da Trans Pacific Partnership. 

LEGADO POLÍTICO: 

717:
É o número de "Deputados Estaduais" que o Partido Democrata perdeu pelo país desde que Obama assumiu. (State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 1/26/09, State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 12/6/16)

231:
É o número de "Senadores do Estado" [Nota: nos EUA, estados também tem duas casas] que o Partido Democrata perdeu na Era Obama. (State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 1/26/09, State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 12/6/16)

63:
Cadeiras perdidas pelo Partido Democrata na Câmara na Era Obama (Jennifer E. Manning, “Membership Of The 111th Congress: A Profile,” Congressional Research Service, 12/23/09 “House Election Results,” The New York Times, 12/19/16)

18:
O número de Assembléias Legislativas Estaduais a MENOS que o Partido Democrata passou a controlar na Era Obama. (State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 1/26/09, State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 12/6/16)

12:
O número de governadores a MENOS do Partido Democrata desde que Obama assumiu. (State And Legislative Partisan Composition,” National Conference Of State Legislatures, 1/26/09 Jennifer Duffy, “Governors: 2017/2018 Race Ratings,” The Cook Political Report, 12/2/16)

12:
Senadores a MENOS que o Partido Democrata tem no Senado desde que Obama assumiu. (Jennifer E. Manning, “Membership Of The 111th Congress: A Profile,” Congressional Research Service, 12/23/09 “House Election Results,” The New York Times, 12/19/16)

0:
O número de candidatos a presidência que foram eleitos defendendo o legado de Obama. (The American People, 11/8/16)

Goodbye, dear.




C​onclusão:
Um ​radical​ islâmico não conseguiria fazer tanto estrago!


Nota de Heitor De Paola: 
Recebi este texto da forma em que está publicado. Desconheço o autor dos comentários iniciais, mas como concordei integralmente, publiquei. Os dados traduzidos contavam com o devido crédito a Sean Hannity e foram por mim conferidos).

Divulgação: Papéis Avulsos - www.heitordepaola.com


terça-feira, janeiro 31, 2017

Trump está banindo muçulmanos?





por Filipe G.Martins(*)




Não escrevi ainda o artigo detalhado que gostaria de escrever sobre este assunto. Por isso, deixarei aqui alguns comentários rápidos sobre a "polêmica do momento".

Há muitos aspectos a serem comentados, já que a mídia mais uma vez está demonstrando uma enorme má vontade na cobertura da medida executiva que barra o ingresso, nos Estados Unidos, de nacionais de sete países. Por ora, no entanto, me limitarei ao essencial.

A chave para compreender o critério utilizado pelo governo americano para determinar quais países deveriam entrar na lista é o conceito de "estado falido", que designa os governos que não possuem um controle efetivo de seu território.

Todos os países que compõem a lista (com a exceção do Irã) estão enfrentando guerras civis que colocam em cheque a eficácia de seus respectivos governos. É o caso da Síria, do Iraque, da Líbia, do Iémen, da Somália e do Sudão. Como todos esses países estão enfrentando conflitos internos que desafiam a autoridade de seus governos, os processos de concessão de vistos e de admissão dos nacionais desses países se tornam extremamente complexos. Estados falidos não possuem os meios para controlar o fluxo de entrada e saída de seu território, para garantir a autenticidade dos documentos de seus nacionais, e uma série de outras capacidades necessárias para a avaliação eficiente dos riscos envolvidos na admissão de um estrangeiro em um determinado território. Isso gera uma série de problemas atípicos para o processo de concessão de vistos e de verificação de segurança, o que justifica e, por que não?, torna necessária a medida anunciada ontem pelo presidente Donald Trump.

Mais uma vez, não se trata de uma invenção do novo presidente. Medidas similares foram adotadas por inúmeros presidentes americanos, incluindo o presidente Obama, que, em momentos diferentes, baniu o ingresso de iraquianos e de sírios aos Estados Unidos. Vale lembrar ainda que o banimento é temporário (tem duração de três meses) e que sua finalidade é estabelecer, em cooperação com as autoridades dos países que estão na lista, novos critérios para distinguir terroristas dos demais cidadãos.

Como a Arábia Saudita, o Egito e outros países cujos nacionais estavam envolvidos nos ataques do 11 de setembro não enfrentam nenhuma situação similar a desses países, e os EUA já possuem critérios satisfatórios para distinguir, dentre os nacionais destas países, aqueles que representam e aqueles que não representam riscos para a segurança nacional americana, não havia por que incluí-los na lista.

Por fim, cabe perguntar: contra o que estaria se voltando a suposta "xenofobia" ou o suposto "preconceito" do presidente Trump? Contra países árabes? Neste caso, por que ele deixou inúmeros países árabes de fora da lista e incluiu nela países que não possuem uma maioria étnica árabe? Contra países muçulmanos? Nesse caso, por que 80% (cerca de 1 bilhão) dos muçulmanos continuam elegíveis para ingressar legalmente nos EUA?

Não há nada que una especificamente esses países a não ser o fato de que eles podem ser considerados "estados falidos". Eis, portanto, a chave para compreender o que o presidente americano está fazendo e para demolir as acusações mentirosas de quem diz que essa é uma medida "preconceituosa", "xenófoba" e "racista". O presidente Donald Trump não está perseguindo os adeptos de uma religião, ele está tentando proteger os adeptos de todas as religiões (e irreligiões) do terrorismo jihadista.


Fonte: Mídia Sem Máscara


Aqui o comentário lúcido de Carlos Andreazza na Jovem Pan em 31 de janeiro de 2017:

domingo, janeiro 29, 2017

Não compare “refugiados” islâmicos com judeus sob Hitler. Judeus fugiam desses “refugiados”.





por Flavio Morgenstern



Usando uma linguagem metonímica, a moda agora é comparar "refugiados" islâmicos justamente com judeus, que fugiram deles por toda a história.



Imagine que várias pessoas se mudarão para seu bairro. Elas são machistas. Elas espancam mulheres. Elas odeiam judeus, negam o Holocausto e admiram Adolf Hitler. Elas são homofóbicas, acham que homossexualismo é doença e pecado, pensam como na Idade Média e que gays devem ser mortos. Também são racistas: acham que algumas raças e etnias devem ser extintas pelo bem delas. Você aceitaria receber tais pessoas? E se elas fossem os assim chamados “refugiados islâmicos”? Pois eles são praticamente idênticos.

A linguagem molda o pensamento, e a forma como algo é descrito muda nosso apreço a ela. Aliada a ideologias de moda, que se julgam profundos pensamentos estudados e sopesados, palavras como “feminismo” e “islamofóbico” convivem no mesmo discurso, sem que metade do Ocidente pareça atentar para a impossibilidade lógica, factual e existencial da convivência entre feministas e muçulmanos – apenas para se ficar no exemplo mais óbvio dos dias que correm.

Dessubstancializadas as palavras, que funcionam apenas como gritos de guerra e mandos de ordem para determinados segmentos políticos, os usuários da língua apenas podem preencher os sons que emitem dos vocábulos com analogias a realidades mais fáceis de serem absorvidas – via de regra fenômenos gigantescos ou ínfimos.

É o que estudiosos do fenômeno chamam de “linguagem metonímica”, que só faz referências às próprias impressões que pretende causar. Para entender qualquer evento complexo na política moderna, a regra de ouro é uma comparação alquebrada com o nazismo.



A ordem executiva assinada por Donald Trump, que instala um veto de entrada a 5 países muçulmanos em voga por serem contumazes exportadores de terroristas foi um destes eventos em que os comunicadores, que deveriam informar algo ao público além do que ele já presumiria saber, preferem apenas reduzir algo difícil a um referencial facilmente digerível, que cause horror às massas irrefletidamente.


O nacionalismo de Hitler




Um problema óbvio surge: os assim chamados “refugiados” islâmicos não se parecem nem um pouco com os judeus que estavam sendo perseguidos e dizimados por Adolf Hitler na Alemanha nazista. Exatamente o oposto: como qualquer criança de 10 anos assistindo a um noticiário pela primeira vez, eles estão exatamente do lado oposto, caçando judeus ao lado dos nazistas. Comparar “refugiados” muçulmanos logo a judeus é algo que deveria fazer qualquer um passar vergonha pela ignominia por anos sob risadas colossais, como a mamona de Requião. No entanto, é a regra hoje para se parecer alguém inteligente.

A substância dos fatos é bem diferente. Adolf Hitler era um socialista que levou a cabo uma forma de socialismo nacionalista, o Nazionale Sozialismus, ou nazismo. Apesar de o nacionalismo estar fora de moda no mundo e o caráter socialista do Terceiro Reich ser comumente ignorado, sua distância do modelo marxista-leninista se dava pelo conceito de Estado-Nação, algo quase exógeno à Alemanha: o poder do povo, incluindo sua “raça”, deveria se concretizar em um Estado forte com líder plenipotenciário, em um centralismo absoluto.

O inimigo que era o bode expiatório comum para ser culpado pelos defeitos europeus na época (inclusive por socialistas) eram os dois povos sem pátria a vaguear pelas nações: os ciganos e os judeus. Com a diferença óbvia de que os judeus prosperavam onde quer que parassem, dominavam a arte do comércio, da poupança e da especulação e até hoje são líderes em disciplina e patentes. Adolf Hitler, em um de seus discursos mais famosos na Hofbräuhaus em Munique e quase nunca traduzido, explica por que somos anti-semitas usando o velho bode expiatório do judeu, povo pária “sugando” os alemães, exigindo uma pátria livre de elementos “estrangeiros”.

Para o palpiteiro de 140 caracteres desconhecedor de qualquer estudo sério sobre o totalitarismo nazista, isto pode parecer um nacionalismo “simples”, modelo “meu país é melhor do que o seu”. Não é preciso avançar mais do que 10 páginas da leitura de Mein Kampf para testemunhar Hitler usando expressões francesas, elogiando arte italiana ou enxergando nos “nórdicos”, até então países pobres e rurais, seu grande modelo. O alvo de Hitler são elementos não-“arianos” em território alemão.

Sem entender isso, é praticamente impossível entender um dos eventos mais importantes da II Guerra Mundial, a Campanha Norte-Africana, quando a o Terceiro Reich operou na Líbia, Egito, Marrocos, Argélia (Operação Tocha) e Tunísia (Operação Tunísia), com efeitos que perduram até hoje. Foi tema de diversos filmes, como O poder de um jovem. O próprio Fusca foi projetado para ser bem usado no deserto (com poucos empurrões poderia ser “descapotado”). As forças Deutsches Afrikakorps foram atuantes para enfrentar o Common Wealth britânico na África, espalhando valores como representatividade popular e direitos individuais, tão caros à Inglaterra. Os planos de Hitler para a África incluíam um império colonial indo de Gana a Camarões.

Contanto que cada etnia ou, como Hitler as chamava, cada “raça” ficasse dentro de seu cercadinho, com uma potente Alemanha militarmente expansionista como “eixo” de influência no mundo, viveríamos sob o Tertium Imperium Germanicum.

Adolf Hitler: #refugeeswelcome

Seu alvo primordial eram judeus. Quem mais odiava judeus no mundo, apesar de o anti-semitismo ser corrente por séculos na Europa, era o povo que queria substituir o monoteísmo abraâmico de Israel por um outro modelo: os muçulmanos.

Com o esfacelamento do Império Otomano na Primeira Guerra, que o Estado Islâmico hoje tenta reviver, os territórios em disputa lutam pela criação também de estados soberanos, agravados pelas migrações e reformulações decorrentes da Grande Guerra. Surge um movimento que, mirando a mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém, a primeira tentativa islâmica de aniquilação completa dos judeus do mundo, reivindica um vasto território chamado Palestina, e inicia um movimento de “Nacionalismo Palestino”, para criar um novo país exatamente onde está a Israel histórica, mas livre de judeus.

O líder do Nacionalismo Palestino era Amin al-Husseini, o “Grande Mufti de Jerusalém”. Apesar de usar um título dado pelo Império Britânico, sua ideologia era “anti-colonialista”, o que se espalhou pelo mundo a partir da educação centralizada na ONU e foi a única aprendida no Brasil desde então. Era anti-sionista, o movimento que reclamava aos judeus um país próprio onde Israel sempre existiu, e contrário às leis “imperialistas” do Common Wealth, que sempre garantiram que o povo não sofresse com tiranos.

Durante a Segunda Guerra, se refugiu na própria Alemanha nazista, colaborando com o Terceiro Reich fazendo transmissões via rádio e recrutando aos alemães soldados bósnios muçulmanos para a Waffen SS, formando a 13.ª Divisão de Montanha da Waffen SS Handschar, uma tropa de elite muçulmana-nazista para assassinar judeus e acelerar o Holocausto. Handschar (bósnio Handžar, árabe khanjar, خنجر) é a cimitarra turca do Império Otomano.

Em troca, em encontro com o próprio Adolf Hitler, al-Husseini demandou ajuda para destruir Israel, estabelecendo uma independência árabe e o reconhecimento de um “Estado palestino” no lugar de Israel, conforme profecia islâmica. Em fevereiro de 1941, após encontro com Benito Mussolini, al-Husseini faz com que Alemanha nazista e Itália fascista reconheçam o “direito” de os estados árabes resolverem a “questão judaica”.

Em novembro, se encontra com o próprio Adolf Hitler, após conversas com Ernst von Weizsäcker e Joachim von Ribbentrop. Hitler estava ocupado com a guerra e com o “problema judeu”, mas prometeu apoio ao nacionalismo palestino contra judeus protegidos pela Inglaterra. A Alemanha nazista se foi, mas a retórica “anti-colonialista” e o reconhecimento a fórceps de uma suposta “Palestina”, que não permite nem assentamentos judaicos (ou seja: judeus morando e existindo pacificamente) permanece, transmitida da Alemanha nazista diretamente para a ONU.






Essa história não parece ser extremamente conhecida fora da Alemanha, e não parece que passou nas aulas de História dos jornalistas e das pessoas gritando que “Aqui se aceita refugiados!” no aeroporto JFK, em Nova York, após o anúncio de Donald Trump.

O mundo islâmico sempre odiou judeus, mas por motivos religiosos, enquanto a Europa odiava judeus por motivos econômicos (eram a burguesia que enriquecia com comércio, destruindo a antiga aristocracia rural) e nacionais: eram um povo “estranho”, que não comungava da mesma missa e não possuía os mesmos hábitos. Os judeus, na Europa, se fechavam em guetos: não tentavam impor o judaísmo aos países europeus. Eram, sim, verdadeiros refugiados: perseguidos desde a Antigüidade por impérios poderosíssimos (sua história começa com um Êxodo), agiam entre os seus, sabendo-se sempre ser uma minoria onde quer que estivessem.

Já muçulmanos de diversos matizes odeiam judeus por enxergar neste diminuto povo a Eterna Aliança Abraâmica que rivaliza com sua narrativa de um mundo sob o islamismo. Seu método de conquista é, justamente, a imigração (sua história começa com uma, a Hégira, que marca o início do calendário islâmico). Judeus, e israelitas, possuem mais Prêmios Nobel per capita do que qualquer país do mundo. Não se sabe de qualquer coisa boa ao mundo advinda do mundo islâmico recente. Há mais livros traduzidos para o espanhol no último ano do que livros traduzidos para o árabe nos últimos mil anos.

A história da invenção de uma “Palestina” por Amin al-Husseini é repetida com Hassan al-Banna, criador da Irmandade Muçulmana. Ou com todos os ditadores que, islamicamente, governam os países islâmicos do Oriente Médio. A maior parte não reconhece palestinos. Países ricos, como os Emirados Árabes Unidos, proíbem “refugiados” sírios. Quase todos proíbem judeus, sob penas que variam entre decapitação e enforcamento. O Hamas e o Irã negam o Holocausto, e prometem a destruição de Israel. O Hezbollah é abertamente pró-neonazismo, inclusive praticando a saudação nazista.


Em uma reportagem recente da Foreign Affairs vimos como Adolf Hitler é visto fora do mundo ocidental, ao alcance de redes sociais e canais de TV. Seu livro Mein Kampf é vendido normalmente em países islâmicos, e geralmente Hitler é visto como um grande líder que teve de lidar com o “problema judeu” e finalmente lhe deu uma solução. Com o fim dos direitos autorais sobre a auto-biografia de Hitler, a maior preocupação da Alemanha é com o público interessado no livro: Mein Kampf é vendido sobretudo para os “refugiados” islâmicos na Terra de Merkel.

Países como a Síria (na lista do veto de Donald Trump) e o Líbano são casos curiosos: fazendo parte do Levante, compreendem entrepostos comerciais que geraram uma das regiões mais ricas do planeta por milênios, enquanto impérios ruíam ao seu redor. Como tal, compreendiam uma variedade de etnias, religiões e povos em seu território. Assolados por guerras civis “anti-coloniais”, quando ditadores anteviam a possibilidade de aniquilar seus elementos “estranhos” ao islamismo e aplicar a shari’ah, geraram fugas em massa de sua população para países como o Brasil.


Cidades como a São Paulo, de Paulo Maluf e Fernando Haddad, possuem fartos elementos sírios e libaneses, da esfiha ao hospital de ponta Sírio-Libanês. É o prato cheio para analistas de meia pataca crerem que se deva aceitar “refugiados” islâmicos, afinal, São Paulo se enriqueceu com sírios e libaneses atuando juntos. Poucos parecem interessados em algo além de palavras ocas para verificar que são cristãos sírios e libaneses que vieram a São Paulo, justamente fugindo dos agora chamados “refugiados” que querem implantar a shari’ah.

Sem conhecer nada disso, o mais comum é ver jovens chamando todos que discordam deles de “nazistas”, comparando “refugiados” islâmicos com judeus, enxergando “anti-semitismo” na direita política e, naturalmente, negando a Israel o direito de existir, porque a “Palestina” está sofrendo com a existência de judeus.




Mas basta usar uma palavra agradável aos ouvidos dominados por expressões chocantes, como “fascista” ou “homofóbico”, cheias de -istas e -fóbicos, para atender ao grito apontando “islamofóbico!” e passar à boa e velha comparação com nazistas, tão somente porque as palavras parecem (“refugiados sírios fugindo de guerras!”), sem saber absolutamente nada da realidade destes povos.








Certamente, se alguma pessoa gritando que “refugiados são bem vindos” e postando fotos felizes ao lado de páginas sobre feminismo e criticando homofobia no Instagram ouvisse falar que está vindo uma horda de machistas, homofóbicos, racistas, anti-semitas e teocráticos que negam a Teoria da Evolução às suas calçadas, estariam todas exigindo que Donald Trump as varresse do mapa sob forte tortura.




Flavio Morgenstern é escritor, analista político, palestrante e tradutor. Seu trabalho tem foco nas relações entre linguagem e poder e em construções de narrativas. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs" (ed. Record). No Twitter: @flaviomorgen