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quinta-feira, maio 07, 2015

O futuro do PT depende da CNBB.






por Frates In Unun




Ditadura bolivariana patrocinada pelos bispos? Reforma política, CNBB e Teologia da Libertação


Completamente desmoralizado por causa dos escândalos vultuosos de corrupção, repudiado veementemente nas ruas, o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018. Nem uma eventual fraude nas urnas poderá salvá-los; ante uma eleição esmagadoramente desfavorável, uma “vitória” fraudada causaria um levante sem igual. Eles são conscientes disso.

A única alternativa que lhes resta é dar um Golpe de Estado, ou seja, suspender as instituições democráticas que caracterizam um Estado de Direito.

Para fazê-lo, porém, estão bastante desguarnecidos. Sem o favor do exército nacional e com uma militância de guerrilha insuficiente para tanto, um golpe lhes seria muito difícil e, além disso, viria em desencontro com a fachada democrática que falsamente exibem.

A saída para o impasse seria a Reforma Política, que consta de dois momentos: uma reforma eleitoral, e uma nova constituinte exclusiva e soberana. Em outras palavras, o sistema político brasileiro passaria por uma alteração completa.

Contudo, das propostas existentes, a mais expressiva é a da chamada Coalizão pela Reforma Política, que agrega entidades como CNBB, OAB, Liga Lésbica Brasileira, CUT, MST, União da Juventude Socialista, entre outras.

Não adianta a Dom Joaquim Mol diferenciar este Projeto da proposta homônima do PT. De fato, os grupos que o propõem juntamente com a Conferência dos Bispos são aqueles mesmos que apoiam todo o projeto de hegemonia política do partido governante.

Evidentemente, pela força popular que possui, a CNBB é a responsável principal pela coleta de assinaturas que será entregue à Presidência da Câmara dos Deputados, e está convocando uma imensa multidão para fazê-lo em conjunto, na Praça dos Três Poderes, no próximo dia 11 de maio.

O PT está objetivamente perdido se esta proposta de Reforma Política não prosperar.

A CNBB é a única esperança de salvação para o PT.

Os bispos enganados
Como recentemente reconheceu Dom Murilo Krieger, atual vice-presidente da CNBB, as propostas deste projeto de Reforma Política “não tiveram a participação de todos os Bispos; são fruto, sim, de uma reflexão que envolveu principalmente algumas comissões episcopais”.

A maior parte dos bispos, desacostumados a temas dessa natureza, totalmente empenhados em sua pastoral diocesana, foi literalmente enganada por um pequeno grupo que, sorrateiramente, levou a cabo o tal projeto.

Num recente vídeo, Daniel Seidel, representante da CNBB num evento sobre a Reforma Política na PUC de Goiás, afirmou que

“nós temos que tomar juízo, vergonha na cara, e nos dedicarmos a esta coleta de assinaturas. Por que que eu digo isso? Porque, na verdade, nós não estamos querendo só a reforma política. A reforma política vai dar margem para a reforma tributária, vai dar margem para outras reformas necessárias para repartir. Porque, até então, nestes doze primeiros anos de governo popular no Brasil, nós tivemos avanços importantes acontecendo, mas só que nós chegamos ao limite, e hoje nós temos que distribuir a riqueza que a classe trabalhadora produz nesse nosso país. Agora, a gente só distribui a riqueza com reforma tributária. Não dá mais pra ficar apenas com os importantíssimos programas sociais que existem: o povo quer mais, e quer avançar para uma economia mais igualitária. Agora, para isso, precisa reformar o sistema político brasileiro”.

O representante da CNBB foi bastante contundente na defesa do governo atual, qualificado por ele de “doze primeiros anos de governo popular”.

O Projeto de Lei da Reforma Política não foi votado na Assembleia dos bispos e a maior parte dos mesmos não concorda com este. O tema tampouco foi submetido a votação nesta última 53a. Assembleia da CNBB, onde apenas deu-se lugar para um “esclarecimento” de Dom Joaquim Mol.

Isso não foi por acaso! Os bispos queriam que o tema fosse votado e, se tivesse sido, teria sofrido uma derrota esmagadora, pois todos estavam em peso contra a tal reforma.

No fim das contas, o Projeto vai adiante sob a falsa aprovação da CNBB, e os bispos não reagem, quer porque não entendem direito o assunto, quer porque não conseguem enxergar que se trata de um golpe.

A pergunta que nos fazemos é: por que eles não conseguem enxergar? Como se explica essa incapacidade analítica diante de fatos tão clamorosos?

Ainda viva, a Teologia da Libertação
Não há como entendermos o que está acontecendo sem compreendermos bem em que consiste a Teologia da Libertação (TL). Contrariamente ao que se pensa, esta não morreu; antes, vive, e vive operante.

Engana-se quem imagina que a TL seja uma corrente teológica inspirada no marxismo.

A TL é uma metodologia destinada a transformar a Igreja numa organização integralmente marxista. Para entendê-lo melhor, valhamo-nos da reflexão do fundador da TL, o Padre Gustavo Gutiérrez.

Em seu livro “Teologia da Libertação” (Loyola, São Paulo: 2000, conforme a 9ª. edição original de 1996), Gutiérrez afirma que a história da teologia poderia ser dividida em três fases: no primeiro milênio, a teologia era uma reflexão sapiencial; no segundo milênio, uma reflexão racional; e agora, no terceiro milênio, seria uma “reflexão crítica sobre a práxis, uma teologia crítica” (cf. pp. 61-71).

Ele assume que “entre os antecedentes desta teologia estão o pensamento marxista centrado na práxis, dirigido para a transformação do mundo, cuja gravitação se acentuou no clima cultural dos últimos tempos, e constitui-se em marco formal de todo o pensamento filosófico de hoje, não superável” (pg. 65).

Ademais, admite que todos esses fatores “levaram igualmente à redescoberta ou à explicitação da função da teologia como reflexão crítica”, explicando que, “reflexão crítica” significa que “a teologia deve ser um pensamento crítico de si mesmo, de seus próprios fundamentos[…] Referimo-nos também a uma atitude lúcida e crítica com relação aos condicionamentos econômicos e socioculturais da vida e reflexão da comunidade cristã […] A reflexão teológica seria então, necessariamente, uma crítica da sociedade e da Igreja…, indissoluvelmente unida à práxis histórica” (pp. 67-68).

Gutiérrez não titubeia, e afirma que “se, porém, parte a teologia dessa leitura e contribui para descobrir a significação dos acontecimentos históricos, é para fazer que seja mais radical e lúcido o compromisso libertador dos cristãos. Só o exercício da função profética, assim entendida, fará do teólogo o que, usando a expressão de A. Gramsci, pode chamar-se um novo tipo de ‘intelectual orgânico’” (pp. 70-71).

“Estamos, pois”, conclui Gutierrez, “diante de uma hermenêutica política do Evangelho” (p. 71), que não se limita apenas a justapor-se a toda a tradição, mas “leva necessariamente a uma redefinição” daqueles dois modelos anteriores, de modo que “sabedoria e saber racional terão, daí em diante, mais explicitamente, como ponto de partida e como contexto, a práxis histórica” (p. 72). Portanto, o que “a teologia da libertação nos propõe não é tanto um novo tema para a reflexão quanto um novo modo de fazer teologia” (pp. 72-73).

Converter-se ao mundo
Para Gutiérrez, do ponto de vista prático, a relação entre Igreja e mundo foi se deslocando ao longo da história. O problema é apresentado através de uma afirmação de Johan Babptist Metz: “Apesar das numerosas discussões sobre a Igreja e o mundo, nada há de menos claro do que a natureza de sua relação mútua”(p. 100).

Um primeiro modelo é denominado por ele de “agostinianismo político”, e consiste na convicção de que “as realidades terrenas carecem de autonomia própria”, e são utilizadas pela Igreja apenas para chegar aos “seus próprios fins” (p. 108).

Depois da Revolução Francesa, porém, “a tarefa de construção da cidade temporal será, antes de tudo, busca de uma sociedade baseada na justiça, no respeito aos direitos de todos e na fraternidade humana” e, “em consequência, a autonomia do temporal é sobretudo afirmada perante a jerarquia eclesiástica”, querendo-se, porém, “edificar uma ‘cristandade profana’, a saber, uma sociedade inspirada em princípios cristãos” (pp. 109-110).

E, por fim, atingimos o ponto de chegada desse processo: “mais do que definir o mundo em relação ao fato religioso, parece que este deveria ser definido em face do profano” e, na perspectiva eclesial, “se dantes se tendia a ver o mundo a partir da Igreja, hoje quase se observa o fenômeno inverso: a Igreja é vista a partir do mundo. No passado, a Igreja usava o mundo para seus fins; hoje, muitos cristãos – e não cristãos – se perguntam se devem, por exemplo,usar o peso social da Igreja para acelerar o processo de transformação das estruturas sociais”.“Amundaneidade aparece assim como exigência e condição de uma autêntica relação das pessoas entre si e destas com Deus” (p. 121).

Citando Metz, ele indaga: “será a Igreja realmente algo distinto do mundo?… A Igreja é do mundo; em certo sentido, a Igreja é o mundo: a Igreja não é um não mundo” (p. 128).

Como se vê, para ele, a relação Igreja-Mundo se dá em chave claramente dialética: uma identidade em que prevalece a Igreja, a distinção entre o plano temporal e o plano espiritual, e, por fim, uma nova síntese, a identidade entre Igreja e mundo, na qual prevalece o mundo, numa reinterpretação secularista da Igreja e de sua missão. Para ele, a Igreja serve à transformação do mundo.

Falta-nos entender, porém, como isto se dá.

A Igreja como instrumento para a luta de classes
A teoria de Gutiérrez foi planificadamente exposta na formulação pastoral de Leonardo Boff.

Em seu livro, “E a Igreja se fez povo. Eclesiogênese: a Igreja que nasce da fé do povo” (3a. Edição, Vozes, Petrópolis: 1986 – este título, interpretado à luz do que já foi dito, pode ser traduzido com uma linguagem mais clara da seguinte maneira: “E, finalmente, a Igreja se converteu ao mundo”), ele explica como se devem formar as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

Primeiramente, define uma CEB como “constituída de um grupo de 15 a 20 famílias, ou mais, que se reúnem em torno da Palavra de Deus para expressar e alimentar sua fé, discutir à luz desta Palavra seus problemas, e ajudar-se mutuamente” (p. 94).

Um pouco mais abaixo, Boff passa a explicar como as CEBs usam a Bíblia apenas como instrumento para levar o povo a uma percepção materialista da vida, à revolta, à luta de classes. Dividirei o texto para facilitar a compreensão:

“O nível de consciência das comunidades abrange comumente três etapas.

1) Inicialmente, os membros descobrem a Igreja, ou melhor, descobrem que são Igreja: preparam as liturgias, apropriam-se da palavra, comentando os textos escriturísticos e formulando orações, inventam dramatizações e celebrações.

2) Num segundo momento, descobrem a vida, os problemas domésticos, profissionais, a pobreza do grupo; tudo isto não é indiferente para a fé e para o Evangelho. Sob a inspiração religiosa, passam eles à prática da ajuda mútua.

3) No terceiro momento, descobrem a sociedade e seus mecanismos de dominação. Dão-se conta de que sua situação de marginalizados é produzida por certo tipo de sociedade elitista e concentrada nas mãos de poucos.

Geralmente, o povo parte de uma perspectiva religiosa: a pobreza que sofre é opressão que significa pecado e contradição do desígnio de Deus; depois, ele passa para uma visão moral: trata-se de injustiça social, de ganância, de desejo desordenado de lucro; em seguida, chega ele a uma expressão política: há interesses de classe, exploração, violação de direitos básicos, e desemboca, finalmente, numa interpretação econômica: dominação de uma classe sobre a outra, desigualdade de condições e opressão” (p. 95).

Notem que esta é a metodologia utilizada para ir levando pouco-a-pouco todo um grupo de pessoas à psicologia da luta de classes, com escopo revolucionário.

A conclusão de Boff, no fundo, é o pressuposto do qual ele parte. Para ele, o substrato de todos os problemas humanos é de natureza econômica.

Esta convicção, porém, é a própria essência da cosmologia marxista. O próprio Friedrich Engels, discípulo e parceiro de Karl Marx, escreveu que

“as forças motrizes que – consciente ou inconscientemente e, há que o dizer, na maior parte das vezes inconscientemente – se encontram por detrás dos móbeis das ações históricas dos homens e que, de fato, constituem as forças motrizes últimas da história, os móbeis dos indivíduos, por muito eminentes que sejam, não serão tão importantes como os móbeis que põem em movimento as grandes massas, povos inteiros e em cada povo, por seu turno, classes inteiras” e que “todas as lutas políticas são lutas de classe e que todas as lutas que no seu tempo emancipam classes, apesar da sua forma necessariamente política – porque qualquer luta de classes é uma luta política –, giram, em última análise, em torno de uma emancipação econômica” (Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, Biblioteca do Socialismo Científico, 3a. Edição, Editorial Estampa, Lisboa: 1975, pp. 136-139).

Vejam a semelhança absurda da lógica deste texto de Engels com aquele texto de Boff.

Na perspectiva “libertadora” das CEBs, até mesmo a Escritura pode ser utilizada como instrumento transitório para se chegar a este mesmo resultado.

Para Boff, a Bíblia serve unicamente para isso!

Numa entrevista do ano passado, durante o período eleitoral, Boff criticou durante a candidata Marina Silva, exatamente por causa de suas convicções bíblicas. Reparem bem em suas palavras:

“O que mudou em Marina Silva? Primeiro ela mudou de religião.De um cristianismo de libertação, ligado aos povos da floresta e aos pobres, passou para um cristianismo pietista e fundamentalista que tira o vigor do engajamento e se basta com orações e leituras literalistas da Bíblia. Isso transformou a Marina numa fundamentalista com a mentalidade de alguns líderes muçulmanos: ler a vontade de Deus não na história e no povo, mas nas páginas da Bíblia de 3-4 mil anos atrás. Isso enrijece a mente e a torna ingênua face à realidade política. Ela viverá permanentemente em crise de consciência entre a lógica da realidade e a lógica religiosa, fundada numa leitura velhista, errônea e anti-histórica da Bíblia”.

Concluindo…
A TL não é uma teologia inspirada no marxismo. É o próprio marxismo, enquanto sistema, desde os seus primeiros pressupostos epistemológicos, disfarçado de teologia. É por causa desta identidade entre marxismo e TL que os teólogos e clérigos que a ela aderem passam a ver o programa do PT e, dentro dele, da reforma constitucional, que o projeto do partido exige, como um programa também da Igreja.

Engana-se quem pensa que a TL tenha sido construída com o propósito essencial de levar a Igreja a uma maior sensibilidade para com os pobres.

Durante os meses de julho e agosto de 1988, mais de cinquenta expoentes mundiais da TL reuniram-se em Maryknoll, Nova York, em um congresso para celebrar o sexagégimo aniversário de Gustavo Gutiérrez. Johan Babptist Metz, o sacerdote fundador da Teologia Política na Europa e um dos principais mentores de Gutiérrez, assim declarou sobre o seu aluno:

“Meu amigo Gustavo Gutiérrez, em suas publicações recentes, sempre tem sublinhado que a Teologia da Libertação não diz respeito a uma nova ética para a Igreja, mas à própria Teologia. É este caráter fundamental da Teologia da Libertação que desejamos discutir agora” (Theology in theStruggle for HistoryandSociety; in The Future of LiberationTheology, Essays in honor of Gustavo Gutierrez, edited by Marc Ellis and Otto Maduro, Orbis Books, Maryknoll, 1989,pp. 165-171. Tradução minha).

Para os bons entendedores, porém, isto já deveria ter estado claro desde o início do primeiro livro de Gutiérrez, quando este afirma que a nova Teologia Crítica não somente deverá suceder a Teologia Sapiencial do primeiro milênio e a Teologia Racional do segundo milênio, mas deverá, futuramente, absorvê-las em si mesma: “Não se trata de simples justaposição. A Teologia Crítica leva necessariamente a uma redefinição das duas primeiras tarefas da Teologia. A Teologia Sapiencial e a Racional terão, daí em diante, como ponto de partida, a práxis histórica. Não é um novo tema para reflexão, mas uma nova maneira de fazer teologia” (Teologia da Libertação, pp. 71-73).

Como o leitor terá percebido, a verdadeira função da TL é parasitar a Igreja, mantendo uma aparência externa, para metamorfoseá-la em um organismo integrante do projeto revolucionário marxista. Para estes “intelectuais orgânicos”, a função da Igreja é ser usada como instrumento para a transformação da sociedade na perspectivada cosmologia marxista, obrigando-a a ressignificar-se de acordo com a nova “teologia crítica”, essencialmente baseada no materialismo econômico e na luta de classes.

São os que já foram conquistados por esta nova cosmologia que nos estão querendo submeter ao engodo deste Projeto de Reforma Política, usurpando o nome da nossa Conferência Episcopal, a despeito da maioria ignorada dos bispos, ameaçando fazer os fiéis da nossa geração passarem a vergonha histórica de serem cúmplices da introdução de uma ditadura bolivariana em nossa nação.

O maior inimigo da Igreja Católica no Brasil é a TL. E é dever de todo católico combatê-la energicamente, pois não podemos permitir que a Igreja seja interceptada por uma ideologia materialista e mundana.

Por isso, convido o caro leitor a divulgar este texto, escrever outros e expor com toda a clareza o modus operandi da TL em nossas igrejas. Peçam a padres e bispos que se manifestem claramente sobre sua própria adesão à TL e sobre o seu verdadeiro conteúdo. Antes que o cupim destroce toda a mobília, peçam que tragam à luz do dia o que é e o que faz a TL.

O Projeto de Reforma Política apresentado pela CNBB é apenas uma decorrência última desta infiltração. Se for bem sucedido, pode ser que a Igreja tenha cumprido sua função e, depois de ter propiciado a completa Revolução socialista no Brasil, possa ser devidamente destruída por aqueles que a interceptaram por dentro.

O papel do Brasil no cenário da revolução continental que o Foro de São Paulo visa criar, gerando a “grande pátria latino-americana”, é decisivo. Se perder o governo do Brasil, não apenas o PT estará perdido, mas todas as décadas de revolução latino-americana irão por água abaixo. O Foro de São Paulo sofrerá uma grande hemorragia.

Por isso, não podemos nos deixar enganar. Faça um grupo, procure seu bispo, fale sobre esta situação dramática. Você vai perceber que a maioria dos bispos já está compreendendo a situação e precisa deste apoio para poder agir. Não vá sozinho; o grupo proporciona um ambiente de diálogo, dentro do qual é mais fácil chegar a um discernimento.

O futuro do Brasil está nas mãos da Igreja. Não podemos cruzar os braços diante dAquele que no-los abriu na cruz!

Deus salve a Igreja!

Deus salve o Brasil!


quinta-feira, maio 01, 2008

TERCEIRO MANDATO? JÁ TEMOS UMA SUCESSORA?

PRIMEIRO DE MAIO - DIA DO CAMELO
Está em São Paulo sem fazer nada? Então venha dar uma força ao Paulinho da Força, antes que a Policia Federal o leve à força para a forca. A Força Sindical, uma sociedade civil sem fins lucrativos, pelo menos para os trabalhadores, tem como tema este ano "Reduzir a Jornada é gerar Emprego". Para os apressadinhos, é bom deixar bem claro que esse Reduzir a Jornada é a dele Paulinho enquanto deputado e o Gerar Emprego é no próprio gabinete, para os amigos e parentes, é claro. A Força Sindical vai sortear 5 apartamentos e 10 automóvies, que devem ter sido adquiridos com financiamento do BNDES.

Se alguém espera ver o prefeito de São Paulo prestigiando a festinha ao lado do Paulinho, pode desistir, mas em política agente numKassab o que pode acontecer.

A CUT, outra cooperativa de inúteis, não sorteará nada; eles guardam o que surrupiaram do trabalhador para eleger incompetentes. Para os bebuns inverterados a CUT traz para embebedar, digo abrilhantar o seu show, o mega-tomador-de-cervejas Zeca Pagodinho. Para os eruditos e admiradores de conversa-fiada a Leci Brandão vai tentar ser ouvida cantando qualquer coisa.

ACREDITEM: As comemorações do primeiro de maio começam com uma missa na Catedral da Sé, com a presença de um montão de comunistas-católicos (PSTU, PSOL, PCB e os mega-invasores do MST). Não é interessante viver neste país? Na ex-Russia, os comunistas aniquilaram a Igreja e sumiram com os padres; no Brasil os comunistas se uniram aos padres para aniquilar com a população. É por isso que eu não acredito que Jesus voltará; pelo menos não no Brasil. É mais fácil o Ahmadinejah se converter ao judaismo do que um bispo da CNBB se converter ao catolicismo. Vade retro satana!


TERCEIRO MANDATO? JÁ TEMOS UMA SUCESSORA?
Talvez. A última chance para aparecer alguém que possa suceder o NoçuGhia à altura - ou à baixeza - é agora. Dilma não deu certo. Ela poderia muito bem ter preparado o dossiê da lixa-de-unha numa Lan House, no Lap top do Aécio ou no do Zé Serra, eles nem perceberiam - aliás, se eles não perceberam até hoje que, teóricamente, deveriam ser oposição e não puxa-sacos, vão perceber o quê? -. Faltou à mamapac a perspicácia dos tempos de guerrilha - o Adhemar de Barros não a reconheceria se estivesse vivo - Dilma, então, é carta fora do baralho ou, se quiserem, nome fora da
URNA eletrônica.
Marta Wermus, Favre, Suplicy ou sei lá que nome ela use hoje, vai ser alvo de gozações do tipo: Construiu a primeira hidro massagem para automóveis em São Paulo; gastou 700 milhões num minhocão que não levantou (Fura Fila e ela é sexóloga!; a primeira prefeita que aplicou 1,4 mi em Palmeiras (nos canteiros de bairros nobres) e torce para o Santos FC; e mais algumas pérolas do tipo "ela Relaxa e Goza, nós pagamos a conta e só ficamos olhando, etc... . Então Marta está descartada.
Como quando ainda éramos um Império e o Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon não usava cartões corporativos e os corruptos se contavam nos dedos, a salvação poderá vir da Áustria novamente. Daquela vez, trouxeram Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo...ufa! - Imperatriz Leopoldina para os íntimos -, para que se casasse com o nosso Pedro I. A coisa deu certo. A Imperatriz virou Escola de Samba e o Pedro I virou estrada no interior de São Paulo.
Desta vez poderemos importar a Sra. Rosemarie Fritzl, austríaca também, espôsa do
monstro de Amstetten. O perfil da dona Rose se encaixa perfeitamente ao do NoçuGhia:
-O marido pintou e bordou durante vinte e quatro anos a alguns poucos metros dela (lembram do Zé Dirceu?) e a Sra. Rose tem a cara de pau de dizer que "não sabia de nada". É ou não é o NoçuGhia de saias?
-A dona Rose fala alemão e por aqui ninguém a entenderá? E o NoçuGhia, quando fala depois das 16:30 hs, alguém entende?

terça-feira, junho 26, 2007

CRISTÃOS, PERO NO MUCHO!


CRISTÃOS, PERO NO MUCHO!

Mario de Oliveira, do Partido Social CRISTÃO de Minas Gerais, é presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular. Evangélico temente a Deus, chutou o pau do evangelho e está sendo acusado de abreviar a chegada ao Céu do deputado Carlos Willian do Partido Trabalhista CRISTÃO de Minas (ex-Partido da Juventude e ex- Partido da Reconstrução Nacional). Por quê essa briga entre pastores de um rebanho tão acéfalo? O Puderr. Leia aqui, se tiver estômago para tanto
Estamos muito mal de Cristãos. Padres comunistas, bispos que endossam os desmandos do presidente, pastores evangélicos que se comportam como lôbos, vendem apoio político e enriquecem rapidamente praticando falcatruas(AQUI e AQUI)... A lista de sacanagens é extensa e tudo isso em nome de Deus.

O Capeta não poderia ter melhores representantes na Terra enfiados na política brasileira; como se já não bastassem os parlamentares Ateus e À toas.

segunda-feira, maio 14, 2007

CINCO DIAS SEM A MÍDIA DE SEMPRE - BENTO XVI





Desde que o Papa Bento XVI chegou a São Paulo, o noticiário parou de dar destaques a toda e qualquer bobagem dita pelo presidente. Uns poderão minimizar as falas do Papa, outros poderão dar-lhe um destaque exagerado, mas a verdade é que todos ouviram algo mais inteligente, longe dos pronunciamentos que desviam a atenção para os reais problemas do país. O Papa não foi o "garoto propaganda" que Lulla gostaria que ele fôsse dos seus programas mentirosos. Em Aparecida, Bento XVI citou algo mais sério do que o falido Programa Fome Zero de nítida inspiração publicitária:

..."Penso especialmente naqueles irmãos e irmãs que padecem fome e, por isso, desejo recordar a ‘Marcha contra a fome’ promovida pelo Programa Mundial de Alimentos, organismo das Nações Unidas encarregado da ajuda alimentar», afirmou o Papa. «Esta iniciativa acontece hoje [13 de maio de 2007] em numerosas cidades do mundo, entre as quais Ribeirão Preto, aqui no Brasil"....


Bento XVI deixa claro que as ideologias não corrigiram a justa distribuição de renda:
..."Tanto o capitalismo como o marxismo prometeram encontrar o caminho para a criação de estruturas justas e afirmaram que estas, uma vez estabelecidas, funcionariam por si mesmas. Afirmaram que não só não havia tido a necessidade de uma moralidade individual prévia, mas que também elas fomentariam uma moralidade comum. E estas promessas ideológicas se mostraram falsas”.

Ao marxismo, Bento XVI atribuiu a culpa pela "destruição do espírito humano", enquanto ao capitalismo, atribuiu a responsabilidade de ter aumentado o enorme abismo social existente entre as pessoas, na América Latina, além de uma "inquietante degradação da dignidade pessoal, por meio das drogas, do álcool e de ilusórias formas de prazer".


O Papa Bento XVI se foi, deveria ficar até o final do CELAM, dando declarações todos os dias, sôbre todos os pontos que tratou nos seus pronunciamentos. Pelo menos muitos começariam a refletir sôbre a roubalheira em que o país se meteu por mais quatro anos. Esperemos que os puxões de orelha sirvam para os bispos e sacerdotes de coloração vermelha e para os políticos que dão sustentação aos Vermelhos, à procura das Verdinhas.

domingo, fevereiro 25, 2007

O RIO SÃO FRANCISCO FICA NO BRASIL?











Secretário-geral da CNBB afirma que entidade não se posicionará sobre transposição do São Francisco - Agência Estado






......Ele [dom Odilo Pedro Scherer, secretário geral da CNBB] considera que atitudes contrárias à obra refletem uma posição pessoal, e não a opinião da Igreja Católica como um todo....






Perguntar não ofende, ofende?:






- Por quê então a CNBB se mete em assuntos da Amazônia na campanha da Fraternidade 2007-Fraternidade e Amazônia- ?.
- É de se estranhar que na Igreja Católica (da CNBB e não a de Roma) existam tantos entendidos em Amazônia e nenhum em assuntos do Rio São Francisco?




A atitude da CNBB é muito mais política e rasteira do que lógica. A CNBB tem errado sempre que apoia as ações de Lulla; na verdade a CNBB raramente atende aos anseios do povo católico - ou de que não o seja -  e age como se fosse um colegiado de sábios, ungidos pelo Espirito Santo deles, que interpretam as aspirações de seu povo, sem nunca tê-los consultado. Caso a Igreja abraçasse a causa de dom Luiz Flávio Cappio, bispo de Barra (BA), certamente desagradaria o Planalto e o que os Srs. Bispos (que, coincidentemente,se vestem em hábitos vermelhos) menos desejam é contrariar as vontades megalômanas de seu chefe governamental - um Henrique VIII de Garanhuns cuja Ana Bolena é uma garrafa de cachaça.






Está na hora da CNBB parar de agir como estafeta de um poder tão corrupto como o que se instalou no país a partir de 2003. A contribuição, nos anos de excessão, contra tortura já terminou. Torturados hoje somos nós, que trabalhamos e sustentamos uma casta de sindicalistas incompetentes e que visam apenas seu prórpiro bem estar e um projeto de perpetuação no poder. Não é preciso mais afagar as cabeças de terroristas, sequestradores e assaltantes de bancos, a hora é de uma campanha da fraternidade como o lema "democracia para todos" e não apenas para essa quadrilha que está dominando o país. Afastem-se dos palanques da corrupção senhores vendilhões do templo.












terça-feira, novembro 21, 2006

A INQUISIÇÃO VOLTOU, MAS QUER DEIXAR O CAPETA IMPUNE!!!

Os bispos (de vermelho, é claro) agora querem:


- Julgar as privatizações,
- Torturar os donos da Vale,
- Queimar os meios de comunicação.







Mas..... esqueceram de levar ao tribunal da Santa Inquisição Vermelha o mensalão, os Valérios, Dirceus, Silvinhos, Burattis, Paloffis, Waldomiros, Sanguessugas, os favorecimentos da Telemar, as cuecas dolarizadas.....

Oh, Céus, quando enfim um buraco (não superfaturado) será aberto para as entranhas da terra (não devastada pelo desmatamento) e sugará "O prefeito (o governador e o presidente, é claro)de joelhos, O bispo de olhos vermelhos (e alma apodrecida por Karl Marx) e o banqueiro com um milhão"(*)?
Quando essa Geni-Brasil vai parar de dar - ouvidos - prá qualquer um?

Senhores bispos-vermelhos, o vôo para o inferno não tem restrições dos controladores de voo, que podem não dominar muito bem o Inglês mas o infernês é lingua universal, então: partam depressa.

"Te rogo que infernales partes tenes, commendo tibi CNBB, petralhus et Lulla ut eam celerius abducas et ibi in numerum tu abias"; resumindo: Vão plantar cana em Cuba, seus párias.


(*)Agradecimentos ao fã número 3 de Fidel, o Chico. Os outros dois são Zé Dirceu e sua Insolência Eu-não-sei-nada-da-Silva, por ceder muito a contragosto partes infimas do seu "Geni".

sábado, setembro 16, 2006

BENTO XVI



BENTO XVI.
"O papa não fez mais do que retomar o sentimento e o desejo de milhões de muçulmanos que, de uma maneira ou de outra, dizem que a violência e o Islã não podem estar relacionados", afirmou, em entrevista à Rádio Vaticano, o padre Justo Lacunza, ex-reitor do Instituto Pontifício de Estudos Árabes e Islâmicos de Roma.
(jornal a Tarde on-line)




A Igreja Católica já errou - e errou feio - no passado. Sem entrar em maiores detalhes, já que religião, futebol e política reportam a discussões quilométricas; mas somos obrigados a concordar com Bento XVI (que estava demorando a se pronunciar) que, em nome do Islã  são promovidos ataques que, estes sim, fazem-nos lembrar de Hitler, Stálin e Pol Pot.

O Islã, ao contrário do Catolicismo, não tem uma voz que una a todos - um "papa" -. O Iraque é o exemplo: todos os dias são mortos Xiitas por Sunitas (e vice-versa) que professam a mesma crença num ser Único; homens bombas são levados ao martírio (mas levando a vida de inocentes) crentes que são parte de uma guerra santa. Que Deus seria este que incita seus seguidores a matança de inocentes? A manipulação do Islã - como aconteceu no passado ao Catolicismo - por supostos chefes espirituais está promovendo chacinas. Alah certamente desaprova, mas eu não tenho procuração para defendê-lo.

Bento XVI pode até ter exagerado, mas acertou em cheio. Em 2007, quando estiver visitando o Brasil, esperamos que seja contundente também contra os Bispos-Vermelhinhos que dão apoio a certos "movimentos sociais" e a determinados partidos "éticos".





...."No discurso, intitulado "Fé, Razão e a Universidade: Memórias e Reflexões", o papa cita um diálogo de 1391 entre um emperador bizantino, Manuel II Paleologus, e um intelectual persa sobre as religiões cristã e muçulmana.
O Papa menciona que, em um determinado momento do diálogo, o emperador cita o tema da guerra santa, nas palavras do papa, com uma "assustadora brutalidade".
"Mostre-me tudo o que Maomé trouxe de novidade, e encontrarás apenas coisas más e desumanas, como sua ordem de espalhar com a espada a fé que ele pregava".

Na Cisjordânia, duas igrejas – uma católica e outra anglicana – foram atingidas por coquetéis molotov. Ninguém ficou ferido, e um grupo assumiu a responsabilidade, dizendo que o atentado foi um protesto contra os comentários do papa".....
Então o Papa estava errado???