Mostrando postagens com marcador Everthon Garcia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Everthon Garcia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, abril 12, 2018

Facebook tem censurado páginas e publicações conservadoras









por Everthon Garcia(*).

O que não era segredo para ninguém, agora foi admitido publicamente por Mark Zuckerberg: o Facebook emprega, quase que hegemonicamente, pessoas com pensamento alinhado à ideologia de esquerda, e isso se reflete, na prática, em uma postura de censura à corrente política oposta.

O bilionário empresário criador da mais popular rede social do planeta foi convocado pelo Senado dos Estados Unidos para prestar depoimento a respeito do escândalo do vazamento de dados pessoais de 87 milhões de pessoas. Um dos momentos mais tensos foi a fase de interrogatório liderada pelo senador cristão Ted Cruz, do Texas, uma das lideranças conservadoras do país.

A prática da rede social, mundo afora, é de censura. No Brasil, recentemente, a plataforma excluiu a página de um site cristão, de forma sumária. O mesmo vem acontecendo nos Estados Unidos ao longo dos anos com páginas de lideranças conservadoras, ou de empresas que se alinham a essa linha ideológica.

Acuado, Mark Zuckerberg admitiu que sua empresa não agiu da melhor forma para evitar excessos e desmandos: “Enfrentamos vários problemas com democracia e privacidade. Vocês estão certos em me questionar. Facebook é uma empresa idealista, no começo pensamos em todas as coisas boas que poderíamos fazer. Mas está claro agora que não fizemos o suficiente para impedir que essas ferramentas sejam usadas para o mal também. Isso vale para fake news, interferência em eleições e discurso de ódio”, declarou.

O senador Ted Cruz foi um dos mais incisivos em seus questionamentos, cobrando explicações sobre a postura de defesa do progressismo em detrimento do conservadorismo: “Há muitos usuários que estão profundamente preocupados com o fato de o Facebook e outras empresas de tecnologia terem adotado um ‘padrão difuso’, mostrando preconceito e censura a certas posições políticas”, argumentou.


Zuckerberg tentou minimizar as críticas populares, mas Ted Cruz insistiu, e citou casos conhecidos de páginas conservadores ou claramente “à direita” que foram banidas, lembrando ainda do caso de Lois Lerner, uma ex-funcionária do Facebook que admitiu ter coibido deliberadamente conteúdos conservadores e postagens de direita.

Além disso, segundo informações do Hollywood Reporter, o senador citou casos como os de páginas católicas, da empresa de fast-food Chick-fil-A, que pertence a um evangélico e defende princípios da família tradicional, do radialista Glenn Beck e de apoiadores do presidente Donald Trump, que também foram censurados sob o argumento de que as postagens eram “inseguras para a comunidade”.

A resposta do CEO do Facebook parecia a desculpa perfeita:

  “O Facebook e a indústria de tecnologia estão localizados no Vale do Silício, uma região sabidamente com inclinação à esquerda. Esta é uma preocupação que tenho e tentamos erradicar na empresa, assegurando que não temos qualquer preconceito no trabalho que fazemos”, disse Zuckeberg.

No entanto, Ted Cruz decidiu apertar Zuckerberg ainda mais, citando o caso de Palmer Luckey, um alto funcionário do Facebook que foi demitido dias após declarar seu apoio a Trump nas eleições de 2016, e acrescentando a pergunta: “quantas publicações ou páginas em defesa do aborto, ou de candidatos progressistas, receberam o mesmo tratamento?”.

Sem uma explicação convincente, Zuckerberg afirmou que não estava ciente de todos os casos citados, mas evitou afirmar que não houve motivação ideológica na censura: “Estou comprometido em garantir que o Facebook seja uma plataforma para todas as ideias. Esse é um princípio fundador muito importante do que fazemos”, disse, demonstrando nervosismo.

Zuckerberg falou ainda que combate conteúdos ligados a terrorismo, e que a linha que separa uma manifestação legítima de algo ofensivo é tênue: 


  “Discurso de ódio é uma das coisas mais difíceis de identificar. Tem que entender o que é ofensivo, o que é odioso. A linha entre o que é discurso político legítimo e discurso de ódio pode ser difícil de identificar”, defendeu-se.

Ao final dos questionamentos de Ted Cruz, o empresário foi questionado se queria fazer uma pausa, tamanho o nervosismo que ele expressava com a postura contundente e incisiva de Ted Cruz. Zuckerberg agradeceu a oferta e disse que preferia continuar a audiência sem interrupções.


(*)Everthon Garcia é Autor no site Conservadorismo no Brasil
Fonte: conservadorismodobrasil.com.br

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

O bebê que está mudando o debate sobre o aborto






por Everthon Garcia(*)

Abortado espontaneamente com 19 semanas, Walter sobreviveu pouco tempo 



Abortado espontaneamente com apenas 19 semanas de vida, Walter sobreviveu pouco tempo fora do útero. O suficiente para gerar comoção e marcar vidas.

-“Amontoado de células”; “Tecido”; “Apenas um feto”. 

Essas são expressões comuns usadas pelas pessoas favoráveis ao aborto para descrever o nascituro, a fim de diminuir a humanidade dessas novas vidas. Porém, o modo como as pessoas rotulam os nascituros não é o que os define, e isso está comprovado pela vida de uma pequena criança. No verão de 2013, Walter Joshua Fretz nasceu com apenas 19 semanas de gestação. Ele viveu por poucos momentos, mas sua vida tem tido um impacto duradouro.


Os pais de Walter, Lexi e Joshua Fretz, mãe e pai de duas meninas (que acolheram sua terceira filha, Mia, no último mês de Setembro), aguardavam ansiosamente a chegada do seu novo bebê, quando, de acordo com o blog de Lexi, ela começou a ter sangramentos. Isso não era algo incomum para ela durante a gestação, mas, quando o sangramento se tornou rosa, ela ficou mais preocupada e ligou para sua parteira, que a aconselhou a ir para uma Unidade de Emergência (Emergency Room, em inglês).

Na sala de emergência, várias gestantes chegaram depois dela e foram levadas diretamente para a enfermaria. Mas, uma vez que Lexi ainda não tinha completado 20 semanas – ela estava com 19 semanas e 6 dias – as normas do hospital requeriam que ela permanecesse na emergência. Cerca de uma hora depois, Lexi foi capaz de ouvir as batidas do coração de seu bebê e se sentiu aliviada, mas, enquanto aguardava um ultrassom, começou a sentir as familiares dores de parto. Quase cinco horas depois de chegar ao hospital, Lexi deu à luz seu filho, Walter Joshua Fretz. Ela escreve:


Eu estava chorando bastante naquele momento, mas ele era perfeito. Ele estava completamente formado e tudo estava no lugar; eu podia ver o seu coração batendo em seu pequenino peito. Joshua e eu o seguramos e choramos por ele e olhamos para o nosso filho perfeito e pequenino.

A próxima decisão de Joshua parecia natural e insignificante, mas acabaria se tornando um divisor de águas e até mesmo um salva-vidas para muitas pessoas. Ele foi para o carro pegar a câmera de Lexi para tirar fotos de seu filho. A princípio, isso não era o que Lexi queria, mas as fotos de Walter logo se espalharam por toda a Internet. Elas alcançaram mães enlutadas e ajudaram-nas na perda de seus próprios bebês, e foram usadas para ajudar mulheres a escolher a vida para seus filhos não nascidos.

Lexi recebeu muitas mensagens positivas e compartilhou algumas, incluindo as seguintes:




Acabo de encontrar as imagens de Walter… Eu estou grávida e em uma situação bem ruim esta semana. Fiz meu primeiro ultrassom na semana passada e ele é um menino também. Mas, esta semana, comecei a rezar por um aborto espontâneo ou para decidir acabar [com a gravidez], já que o seu pai está fugindo de toda a responsabilidade. Eu pedi a Deus para me dar um sinal hoje de que ficaríamos bem, ou eu iria em frente e procuraria um aborto amanhã. Algumas horas depois, eu vi o link no Facebook. Fez-me ir às lágrimas. Mas, o mais importante, me fez entender, sem nenhuma dúvida, que eu não posso fazer isso com meu filho.

Eu costumava acreditar que havia razões para justificar alguns abortos. (…) Mas, agora, olhar Walter ali, deitado no seu peito, me traz vergonha por minhas opiniões passadas e desgosto por cada mulher que decide abortar sem entender o valor da vida que traz dentro de si.


Eu sempre pensei que era uma escolha da mulher interromper uma gravidez! Novamente, falta de entendimento, pensar, ou melhor, ser levada a pensar que, nesse estágio, uma mulher poderia abortar um feto (um aglomerado de células!) Quão errada eu estava!!! Estou feliz porque você escolheu compartilhar sua história e as belas fotos desse momento tão triste da sua vida! Foi uma lição para mim!


Estou grávida há 8 semanas e por 3 delas eu fiquei em profunda agonia, sem saber se mantinha ou abortava o bebê (não estou numa boa situação para ter crianças no momento), mas você pôs a minha vida em perpectiva. Eu posso amar este bebê e “me virar”, e isso basta para mim agora. Eu vou manter essa criança que estou carregando e guardá-la para a eternidade.

Essas fotos de Walter revelam a humanidade da criança não nascida. Elas provam, sem sombra de dúvidas, que se trata de uma pessoa, e não de uma partícula ou de um monte de tecido. O que levanta a questão: Por que em alguns lugares é legalmente permitido acabar com a vida de um ser humano não nascido?

“Só porque a criança na barriga da mãe não pode ser vista por nós, isso não significa que ela seja um punhado de células”, escreve Lexi. “Walter estava perfeitamente formado e era muito ativo no útero. Se ele tivesse apenas mais algumas semanas, teria tido uma chance de lutar na vida. (…) Em meio a toda a nossa dor, fico feliz porque algo de bom pode sair disso. Rezo para que o Senhor continue usando as fotos de Walter para impactar a muitos.”

(*)Everthon Garcia escreve no conservadorismodobrasil.com.br
Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

quarta-feira, janeiro 31, 2018

Departamento de Justiça dos EUA investiga controverso acordo de urânio da gestão Obama




por Everthon Garcia(*).



Acordo deu à Rússia controle sobre empresa canadense que minera urânio nos EUA, apesar do urânio ter saído do país.

Os promotores do Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos requisitaram informações aos agentes do Departamento Federal de Investigação (FBI) sobre uma investigação que realizaram no negócio chamado “Uranium One“, informou a NBC News na quinta-feira, 21 de dezembro.

Os promotores do DOJ estão atualmente determinando se um conselho especial será necessário para examinar o controverso acordo que deu controle à Rússia sobre a empresa de mineração canadense Uranium One, que na época controlava 20% do suprimento de urânio nos Estados Unidos com licença para mineração.

Ao conferir o controle à Rússia de uma quantidade significativa de suprimento de urânio dos EUA, isso criou um potencial risco de segurança nacional. Apesar das garantias da Comissão Regulatória Nuclear (NRM) ao Congresso de que o urânio extraído pela Uranium One não deixaria os Estados Unidos, o urânio de fato deixou o país.


Os memorandos da NRM analisados ​​pela mídia The Hill mostram que as transferências de urânio foram aprovadas pela gestão Obama para o Canadá e a Europa. De qualquer um desses locais, o urânio poderia passar a outros países, incluindo potenciais adversários dos Estados Unidos que buscam armas nucleares.

Chuck Grassley (R-Iowa), o presidente do Comitê Judiciário do Senado, urgiu ao DOJ que nomeasse um conselho especial para analisar o acordo.

A agência russa de energia nuclear Rosatom adquiriu participação de controle na Uranium One em 2010.

Porque o urânio, quando enriquecido, é um componente-chave para as armas nucleares, o acordo exigia uma revisão de segurança nacional pelo Comitê de Investimentos Estrangeiros (CFIUS) dos Estados Unidos.

O Departamento de Estado é parte do CFIUS e teve que aprovar o acordo. No momento da revisão e da aprovação pelo Departamento de Estado, Hillary Clinton atuava como secretária de Estado.

Ao mesmo tempo em que o acordo estava em análise, pagamentos foram feitos pela Uranium One e por funcionários russos para os Clinton.

Os pagamentos foram detalhados pelo New York Times num artigo expositor em 2015, revelando que pagamentos foram feitos à Fundação Clinton, bem como ao ex-presidente Bill Clinton.

O presidente da Uranium One utilizou sua fundação familiar para fazer quatro doações totalizando US$ 2,35 milhões para a Fundação Clinton.



De acordo com o New York Times, essas doações não foram divulgadas pelos Clinton apesar de um acordo para revelar todos os doadores que Hillary Clinton alcançou com a gestão Obama antes de ser nomeada secretária de Estado

Ao mesmo tempo em que a revisão de segurança estava sendo conduzida, Bill Clinton recebeu o pagamento de uma taxa de palestrante de US$ 500 mil de um banco de investimento vinculado ao Kremlin.

Em 2005, a Fundação Clinton já havia recebido uma doação de US$ 31,3 milhões do bilionário canadense Frank Giustra, proprietário da empresa de mineração UrAsia, que se fundiu com outra empresa de mineração em 2007 para se tornar a Uranium One, informou o New York Times.

Giustra ainda serve no conselho de diretores da Fundação Clinton.

Na época, o FBI também descobriu evidências de um sofisticado plano de suborno russo para conseguir a aprovação do controverso acordo.

Citando o FBI e documentos judiciais, The Hill informou em 17 de outubro que as autoridades russas estavam envolvidas em “subornos, propinas, extorsões e lavagem de dinheiro destinados a expandir o negócio de energia atômica de Vladimir Putin nos Estados Unidos”.

O FBI também tinha uma testemunha que possuía documentos que mostravam que autoridades nucleares russas canalizaram milhões de dólares para os Estados Unidos para beneficiar a Fundação Clinton, disseram fontes ao The Hill.

Um informante do FBI no caso chamado “William Campbell” reuniu provas sobre “milhões de dólares em subornos e propinas, além de extorsão e lavagem de dinheiro”, informou The Hill com base numa revisão dos documentos fornecidos por Campbell.

Campell foi prevenido pela procuradora-geral Loretta Lynch de testemunhar ao Congresso sobre suas descobertas. Em outubro, o DOJ desfez a ordem de silêncio ao informante, permitindo que ele falasse com os painéis do Congresso.

O diretor do FBI na época era Robert Mueller, que agora é o conselheiro especial investigando as alegações de intromissão russa nas eleições de 2016.

Um cabo diplomático vazado obtido pelo WikiLeaks revela que Mueller voou pessoalmente para Moscou no início de 2009 para entregar uma amostra de 10 gramas de urânio altamente enriquecido. A transferência da amostra do diretor do FBI para os funcionários russos ocorreu na pista de voo, de acordo com o cabo. O cabo foi enviado pela secretária de Estado Hillary Clinton.

A amostra foi solicitada pela Rússia após a apreensão de urânio altamente enriquecido na Geórgia em 2006, e depois foi transferida para a custódia dos EUA.

Everthon Garcia - conservadorismodobrasil.com.br
Fonte – Epoch Times

terça-feira, janeiro 30, 2018

Agente do FBI é demitido por envolvimento em complô contra Trump





por Everthon Garcia(*).




Um agente de alta posição do Departamento Federal de Investigação (FBI) dos Estados Unidos, que foi rebaixado após demonstrar seu viés anti-Trump, foi descoberto tendo enviado uma mensagem de texto perturbadora sobre um possível complô contra o então candidato presidencial Donald Trump.

Na mensagem de texto, Peter Strzok escreve sobre uma medida sugerida pela advogada do FBI, Lisa Page, que garantiria que “não há como ele ser eleito”.

No entanto, Strozk acrescenta, “Receio que não possamos correr esse risco.” Ele também disse, “Isso é como uma apólice de seguro no evento improvável que você morra antes de completar 40 anos”, sugerindo que era quase certo que Hillary Clinton ganharia as eleições.

De acordo com a mensagem, Lisa Page fez a sugestão no gabinete de Andrew McCabe, referido como “Andy” na mensagem, que era o vice-diretor do FBI na época.

Não está claro qual é exatamente a medida sugerida por Lisa Page, mas isso suscita preocupações éticas envolvendo agentes do FBI e Andrew McCabe. McCabe tornou-se o diretor do FBI no início deste ano depois que Trump demitiu o diretor do FBI, James Comey.

Strzok foi demitido pelo Conselho Especial Robert Mueller no início deste ano, após cerca de 10 mil mensagens de texto entre Strzok e Page terem sido descobertas. Eles estariam supostamente envolvidos num relacionamento. As mensagens foram enviadas entre 16 de agosto de 2015 e 1º de dezembro de 2016.

A revelação é preocupante, pois Strzok desempenhou um papel fundamental na investigação sobre o uso de um servidor privado de e-mail pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton para enviar informações secretas e na investigação de uma suposta colusão entre a campanha de Trump e a Rússia.



A mídia The Hill informou em 4 de dezembro que Strzok mudou palavras-chave na conclusão da investigação dos e-mails de Clinton.

Strzok mudou a linguagem na avaliação do escândalo dos e-mails de Clinton de “negligência grosseira”, que teria sido um crime, para “extremamente descuidada”. Uma alteração que pode ter exonerado Clinton.

“O comportamento e o envolvimento de Strzok nesses dois casos politicamente sensíveis suscitam novas preocupações sobre a influência política inadequada no trabalho do FBI”, disse o senador Chuck Grassley (R-Iowa) numa carta ao Departamento de Justiça em 6 de dezembro.

Estado paralelo

Trump há muito criticou o chamado “Estado paralelo” por opor-se a ele e a sua presidência.

O Estado paralelo refere-se à burocracia de funcionários permanentes e não eleitos em agências em todo o governo dos EUA.

“Vocês sabem que não existe um país como o nosso. Mas temos muita enfermidade em algumas de nossas instituições. Estamos trabalhando intensamente e conseguimos que muitas delas melhorassem”, disse Trump numa reunião em Pensacola, Flórida, em 8 de dezembro.

O que é sabido até agora é que algumas autoridades se envolveram em vazamentos seletivos na tentativa de danificar a presidência de Trump.

Também foi revelado no início deste ano que membros da equipe de campanha e de transição de Trump estavam sendo espionados por meio de solicitações de desmascaramento feitas por funcionários-chave da administração Obama, incluindo por sua conselheira de segurança nacional, Susan Rice, e pela embaixadora Samantha Power.

O Congresso dos EUA está atualmente investigando se as solicitações de vigilância foram feitas com base em informações contidas no chamado “dossiê Trump”.

O dossiê dependia quase que exclusivamente de fontes ligadas ao Kremlin, e sua informação era “distorcida e não verificada”, de acordo com o ex-diretor Comey do FBI, quando testemunhou perante o Comitê Seletivo do Senado sobre Inteligência em 8 de junho.

O documento foi financiado pela campanha de Clinton e pelo Comitê Nacional Democrata, revelou o Washington Post em outubro.

O autor do dossiê, Christopher Steele, que foi contratado pela Fusion GPS, passou suas informações ao FBI, bem como para um contato intermediário do senador John McCain (R-Ariz.)

Documentos judiciais do Reino Unido, onde Steele está atualmente sendo processado por um empresário mencionado no relatório, também mostram que Steele foi ordenado pela Fusion GPS a dar instruções aos jornalistas sobre o relatório.

No mês passado, foi revelado em documentos judiciais arquivados pelo Comitê Seletivo Permanente da Câmara sobre Inteligência que a Fusion GPS também efetuou pagamentos diretos a jornalistas.

Na semana passada, revelou-se que a esposa de um alto funcionário do Departamento de Justiça trabalhou para a Fusion GPS durante as eleições presidenciais de 2016.

Bruce Ohr perdeu sua posição como vice-procurador-geral-adjunto depois que foi revelado que ele havia ocultado seus encontros com Glenn R. Simpson, fundador da Fusion GPS, e Christopher Steele, um ex-espião britânico contratado pela Fusion GPS, para produzir o dossiê.

Nellie Ohr, a esposa de Bruce Ohr, trabalhou para a Fusion GPS em 2016, informou a Fox News com base em informações do Comitê Seletivo Permanente da Câmara sobre Inteligência.


(*)Everthon Garcia escreve no Conservadorismo do Brasil (conservadorismodobrasil.com.br)

terça-feira, dezembro 26, 2017

Trump ganha batalha na Suprema Corte sobre proibição de viagens




por Everthon Garcia(*).





Banimento total entra em vigor enquanto tribunais inferiores apreciam recursos.

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu que a mais nova proibição do presidente americano Donald Trump de viagens para os EUA de sete países propensos ao terror pode entrar em pleno vigor. Sete dos nove juízes da Suprema Corte decidiram a favor da proclamação de Trump de 24 de setembro de que quase todos os cidadãos do Chade, Irã, Líbia, Coreia do Norte, Síria, Somália e Iêmen estão proibidos indefinidamente de entrar nos Estados Unidos a partir de 18 de outubro.

Citando ameaças à segurança nacional, Trump também colocou restrições a alguns cidadãos venezuelanos e exigências de escrutínio para cidadãos iraquianos. O Sudão foi colocado na lista inicial de proibição de viagem, mas depois foi removido.

Os juízes Ruth Bader Ginsburg e Sonia Sotomayor discordaram do entendimento. A decisão diz que a proibição pode entrar em vigor enquanto os tribunais inferiores resolvem os recursos que tramitam contra ela.

Tribunais inferiores disseram que pessoas dos países afetados que mantêm relacionamento “de boa fé” com alguém nos Estados Unidos não podiam ser proibidas de entrar no país ─ incluindo avós e primos.

O vice-secretário de imprensa da Casa Branca, Hogan Gidley, disse que o presidente não ficou surpreso com a decisão do Supremo Tribunal.

“A proclamação é lícita e essencial para proteger a nossa pátria. Estamos ansiosos para apresentar uma defesa mais completa da proclamação, pois os processos pendentes tramitam nos tribunais”, disse Gidley.

O Ato de Imigração e Nacionalidade determina que o presidente pode “suspender a entrada de todos os estrangeiros ou qualquer tipo de estrangeiros” sempre que ele achar que “a entrada de qualquer estrangeiro ou de qualquer tipo de estrangeiros para os Estados Unidos prejudicaria os interesses de os Estados Unidos”.



As restrições de viagem de Trump em setembro foram sua terceira tentativa e foram adaptadas aos países envolvidos, com base em uma revisão de quase 200 países entre março e julho pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês).

“Não podemos nos dar ao luxo de continuar as políticas fracassadas do passado, que apresentam um perigo inaceitável para o nosso país. Minha maior obrigação é garantir a segurança do povo americano”, afirmou Trump em um comunicado à época.

“As restrições e limitações impostas por esta proclamação são, a meu ver, necessárias para evitar a entrada de estrangeiros sobre quem o governo dos Estados Unidos não possui informações suficientes para avaliar os riscos que representam para os Estados Unidos.”

As novas regras não se aplicam aos residentes permanentes legais nos Estados Unidos, mas os vistos já emitidos para cidadãos desses países foram revogados. Uma vez que os vistos de não imigrantes expiram, no entanto, estão sujeitos às novas restrições. Os cidadãos da maioria dos países listados não poderão emigrar sob a nova proibição.

A revisão do DHS também listou países que precisam fornecer mais informações para os pedidos de visto para satisfazer as autoridades dos EUA de que o indivíduo não é uma ameaça à segurança ou à segurança pública.

Cada país também foi examinado quanto a ser um refúgio terrorista conhecido ou potencial; ser participante do programa de isenção de visto; e se recusa regularmente a receber de volta seus cidadãos que estão sujeitos a deportação dos Estados Unidos.

O DHS inicialmente identificou 16 países como “inadequados” e 31 países adicionais como “em risco” de se tornarem “inadequados”, com base em seus critérios. O Departamento de Estado passou então 50 dias mobilizando esses países para ajudá-los a cumprir os critérios e evitar restrições de viagem.

“Esses compromissos renderam melhorias significativas em muitos países”, afirmou a proclamação em setembro. “Vinte e nove países, por exemplo, forneceram exemplares de documento de viagem para uso dos funcionários do Departamento de Segurança Interna para combater fraudes. Onze países concordaram em compartilhar informações sobre terroristas conhecidos ou suspeitos.”

O Supremo Tribunal declarou que espera que todas as decisões de recursos sejam processadas rapidamente.


(*) Everthon Garcia - conservadorismodobrasil.com.br

quinta-feira, dezembro 07, 2017

O objetivo final do comunismo








por Everthon Garcia(*).



Desde que o comunismo apareceu pela primeira vez, na União Soviética, 100 anos se passaram. Dentro do período de um século, o comunismo causou mais de 100 milhões de mortes não naturais. Desde que o comunismo apareceu pela primeira vez na Terra, desafiou descaradamente o Divino pelo direito de dominar os seres humanos. Em ‘A Internacional’, o hino socialista francês, criado pelo membro da Comuna de Paris Eugène Edine Pottier, os versos bradavam: “Nunca houve um salvador do mundo” e “O velho mundo, ele será destruído”.



De onde veio o comunismo? Por que apareceu no universo? Qual é a natureza fundamental do comunismo? Qual será seu destino? As pessoas têm especulado sobre estas questões. Agora, é chegado o momento de descobrir as respostas.

“O que é meu é meu, o que é vosso é negociável.”
“As ideias são muito mais poderosas do que as armas. Nós não permitimos que nossos inimigos tenham armas, porque deveríamos permitir que tenham ideias?” 
“A imprensa é a arma mais poderosa no nosso Partido.”
Joseph Stalin

A essência do comunismo é que ele é um espectro. É constituído por elementos degenerados e rancorosos do universo. Possui um profundo ódio pelos seres humanos e quer destruí-los. Não está satisfeito de apenas matar o corpo de carne do homem; afinal, a vida não termina com a morte do corpo físico. Mas quando uma pessoa abandona completamente seu senso de moralidade, sua alma será completamente eliminada. Esta é a morte definitiva e aterradora. Arrastar a humanidade para o abismo da desgraça eterna é o que esse espectro comunista quer alcançar.

Após a queda do Muro de Berlim, em 1989, a aliança comunista da União Soviética com o bloco oriental logo entrou em colapso. Parecia que todo o mundo acreditava que a Guerra Fria havia terminado, e que a ideologia comunista se confrontava com sua queda cabal. Os países comunistas remanescentes sentiam que estavam prestes a colapsar a qualquer momento. A verdade é que, pelo contrário, o mandato original da ideologia comunista e do comunismo, com um retoque facial, continuou causando estragos no mundo. Países se declararam abertamente como nações socialistas, incluindo China, Coreia do Norte, Cuba e Vietnã. Tantos outros países na África e na América do Sul têm se governado sob o disfarce de uma república ou uma nação democrática, mas têm de fato praticado o socialismo. Ademais, também existem países na Europa e na América do Norte que não têm ciência de como seus valores foram corroídos pelo comunismo.

Quer tenha expandido sua influência com violência ou secretamente infiltrando a sociedade, o espectro comunista tem lançado mão da destruição da cultura ─ estabelecida pelo Criador para finalmente salvar as pessoas ─ como seu meio de aniquilar completamente a humanidade. Após perder sua cultura, a humanidade perderá os padrões de como ser humano. Aos olhos do Divino, as pessoas se tornarão meros animais trajando pele humana, incapazes de se restringir por meio da moralidade, culminando em sua vertiginosa decadência rumo à depravação. Elas serão incapazes de entender a mensagem celestial que o Criador revelará para salvar as pessoas. Consequentemente, as pessoas perderão sua chance de serem salvas quando a calamidade eclodir. Esse é o maior cataclismo que pode recair sobre todas as vidas ─ para destruí-las para sempre ─ e é o objetivo final do espectro comunista.

Tendo em mente o quanto o Divino valoriza nossas vidas, e o quanto Deus se importa profundamente com os seres humanos, escrevemos este livro, ‘O Objetivo Final do Comunismo’, para mostrar às pessoas, mediante análises sistemáticas, como o espectro comunista conspira para destruir a humanidade por meio da destruição da cultura e da moral das pessoas.

Diferentes culturas ao redor do mundo possuem seu próprio folclore prognosticando como o Divino salvará a humanidade nos últimos dias. Os humanos já chegaram a um momento crítico na história do universo. O maior obstáculo no caminho para a salvação é o culto maligno que é o comunismo. Como resultado, acreditamos que devemos, em caráter de grande urgência, expor completamente a natureza maligna do comunismo e suas táticas, para que então os seres humanos, com sua própria consciência, possam fazer o seu próprio julgamento para abandonar este culto maligno, desintegrar pacificamente as organizações comunistas, e sistematicamente purgar os elementos malignos do comunismo, e, finalmente, dar as boas-vindas a uma nova era para a humanidade.



(*)Everthon Garcia - escreve no ConservadorismodoBrasil.com.br

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Navios-fantasma da Coreia do Norte cheios de esqueletos à deriva no Pacífico




por Everthon Garcia(*).




Até agora este ano, mais de 40 barcos norte-coreanos foram encontrados à deriva.

“O número de navios e barcos da Coreia do Norte à deriva com cadáveres chegou a 44 este ano”

Esta semana, a Guarda Costeira do Japão encontrou uma embarcação precária feita de madeira na areia da ilha de Sado, no Mar do Japão. Este é outro dos “navios-fantasma” vindos da Coreia do Norte cheios de cadáveres.

Sua aparição ocorreu dois dias depois de o mar expor, no mesmo lugar, um par de cadáveres quase irreconhecíveis como seres humanos.






“Eram ossos rodeados de roupas e com pouca carne. Dentro do amaldiçoado barco, oito esqueletos, também vestidos”, de acordo com Infobae.

Quem seriam essas pessoas que perderam suas vidas no meio do Pacífico? Pessoas tentando escapar da ditadura da Coreia do Norte?

Através da análise feita nos corpos e nos restos de objetos ali encontrados, concluiu-se que vieram da Coreia do Norte.

Até agora este ano, mais de 40 barcos norte-coreanos foram encontrados à deriva.






Uma investigação feita pelo site es.gizmodo.com descobriu que, em 2015, foram encontrados até 34 embarcações misteriosas que flutuavam à deriva, incluídas as 11 encontradas entre o final de outubro e novembro. Mas em 2014, o Japão encontrou outras 65. E em 2013 encontraram 80. Como se explica isso?

Alguns de seus ocupantes conseguem chegar em segurança ao Japão. Mas a maioria morre na tentativa. O mar que geralmente está calmo na maioria dos meses, se torna mortal a partir de novembro.







“Dezenas de navios de pesca da Coreia do Norte chegam às margens do Japão todos os anos porque o mau tempo, a falta de radar, o mau funcionamento do motor ou a falta de combustível — situação comum na Coreia do Norte — facilitam que esses barcos fiquem à deriva durante a pesca”, informou o jornal Critica, em sua especulação sobre a origem dos navios sinistros.

Na sexta-feira passada (24), a polícia encontrou oito norte-coreanos em uma zona costeira no norte do país que ficaram à deriva no mar durante um mês. Não eram desertores, mas um grupo de pescadores que se perderam devido a problemas no motor do barco, asseguraram as autoridades.



Em outras ocasiões, os ocupantes dos navios morrem em alto mar e seus corpos acabam chegando ao território japonês, o que levou a mídia local a batizar esse tipo de navio com o nome de “navios-fantasma”.

Por exemplo, em 20 de novembro de 2015, a polícia disse que encontrou 10 corpos em três barcos próximos à costa da prefeitura de Ishikawa.

Dois dias depois, outro barco de madeira foi encontrado perto da prefeitura de Fukui com seis crânios, um corpo quase intacto ao lado de uma cabeça e vários ossos e restos humanos.

Após o último dos navios-fantasma ser encontrado esta semana, o Japão intensificou suas patrulhas costeiras e pediu às autoridades locais e pescadores, na terça-feira, para permanecerem vigilantes após a descoberta em sua costa norte de vários navios que se acredita vieram da Coreia do Norte. Um dos barcos carregava cadáveres a bordo, de acordo com o jornal El Nuevo Herald.


Fonte:conservadorismodobrasil.com.br

domingo, dezembro 03, 2017

Europeus ocidentais fogem do islã e estabelecem colónias na Hungria


por Everthon Garcia.





Não é segredo nenhum que a Hungria tornou-se num dos mais seguros países do mundo. Enquanto os traidores líderes da Europa Ocidental abriam as fronteiras dos seus países à invasão afro-islâmica (sem levar em conta os interesses do povo Nativo), os Europeus do Leste, mais Cristãos e, consequentemente, mais conservadores e mais nacionalistas, faziam exactamente o contrário.

Os governos da Europa Ocidental tentam desesperadamente encobrir os crimes levados a cabo pelos “refugiados” islâmicos, mas, a julgar pelas correntes migratórias desses países, não estão a ser bem sucedidos.

Países “liberais” e mais seculares tais como a Alemanha, a Bélgica e a Suécia estão efectivamente a perder controle. O que muita gente não teria sequer sonhado há algumas décadas atrás está a acontecer nos dias de hoje: um número crescente de pessoas estão-se a movimentar no Continente Europeu, mas não do Leste para o Ocidente, mas exactamente o contrário.

É tristemente irónico pensar nisto, mas se a Alemanha ainda estivesse dividida entra a Alemanha Federal e a Alemanha do Leste, é bem provável que um número crescente de Alemães do ocidente fugisse para a Alemanha do Leste.

Manifestações contra o Islamismo na Alemanha


A família holandesa Bastiaensen, dona duma casa de férias na Hungria, percebeu que a cidade de Budapeste era mais segura do que a capital holandesa Amesterdão. A combinação de impostos mais baixos da Hungria e o facto de não haver muçulmanos fê-los decidir imigrar para a Hungria.

A família diz que o primeiro-ministro da Hungria, o extremamente popular Viktor Orbán, está a fazer um excelente trabalho:


Viktor Orbán coloca os húngaros em primeiro lugar. A forma excelente como a Hungria controla as fronteiras tornam o medo do terror islâmico algo practicamente inexistente.
De acordo com a família, pelo menos trezentos holandeses e belgas compraram casas perto da cidade de Csemö.

Todos os nossos vizinhos são holandeses e é agradável ter outras pessoas holandesas perto de nós.
Vários agentes imobiliários confirmam a experiência da família. O agente imobiliário Holandês Robert Kemers diz que pelo menos mil belgas vivem agora na Hungria e que desde o início da crise migrante que o número de procuras online está em crescimento. Ele afirma:


Depois de cada ataque terrorista, vemos um aumento no número de visitas ao site
Não são apenas os holandeses e os belgas, mas também alemães e pessoas da Escandinávia a olhar para a Hungria como um porto seguro dentro da União Europeia. “Eles chegam da Áustria também” acrescenta o agente imobiliário. Um agente imobiliária belga diz ainda:

Dois dos meus clientes disseram que estavam a fugir dos refugiados e que precisavam duma casa na Hungria.
O agente imobiliário alemão Ottmar Heide conta essencialmente a mesma história:

Oito em cada dez pessoas que entram em contacto comigo dizem que querem deixar a Alemanha devido à sua política de imigração.
Com a continuação da crise migratória na Europa, aliada ao retorno de membros do Estado Islâmico provenientes da Síria, é de se esperar que a migração da Europa Ocidental para a Europa Oriental continue a aumentar.



Com um pouco de drama poderia-se perguntar se estas pessoas são os primeiros ‘refugiados’ que fogem do fracassado projecto multicultural da Europa Ocidental para um refúgio seguro na Europa Oriental.

quarta-feira, novembro 15, 2017

A proclamação da República – O fato e o golpe da República



por Everthon Garcia(*).




Em 1889, o Império do Brasil vivia sua era de ouro desde 1870, e o Imperador Dom Pedro II estava no auge de sua popularidade.

Em 1870, políticos republicanos lançaram o Manifesto Republicano e fundaram o Partido Republicano Paulista. Desde então, os republicanos sempre foram um verdadeira minoria, ocupando pouco cargos públicos. O Imperador garantia a liberdade de expressão e liberdade de imprensa absoluta, assim os republicanos estavam sempre fazendo ataques ao Império e ao Imperador não só governamentalmente mas também pessoalmente.

Desde a Guerra do Paraguai, muitos oficiais do Exército Imperial adquiriram um perfil de caráter positivista, tendente ao republicanismo, e com uma maior necessidade de investimentos por parte do Governo Imperial no Exército, além de um certo ciúme da relação entre a monarquia com a Armada Imperial (Marinha), esses oficias do exército passaram sonhar com uma república ditatorial onde eles seriam os líderes, e desde então começaram a influenciar os jovens nas escolas militares por todo o Brasil com positivismo e republicanismo.

Outro agravante foi a descrença, motivada por preconceito, visto que o Brasil era uma sociedade muito conservadora, na capacidade de uma mulher, mais precisamente da Princesa Isabel, de governar, apesar dela ter se mostrado muito competente tendo governo o Brasil por 3 vezes como Regente na ausência de seu pai. Junto com isso, o povo temia que o marido de Isabel, o Conde d’Eu, fosse quem realmente governasse por trás da sombra de Isabel.

Desde 1850, a escravidão vinha sendo abolida gradativamente para não afetar gravemente a economia e não gerar uma guerra civil, como nos EUA. Enfim, em 1888, a Princesa Isabel, então Regente do Império na ausência de seu pai, aboliu a escravidão definitivamente no Brasil com a Lei Áurea, porém essa lei não beneficiava ou concedia indenização aos senhores de terras que perderam seus escravos com ela.

Revoltados por não serem indenizados, os senhores de terra passaram a apoiar um novo governo que os indenizasse, assim, se voltaram aos políticos republicanos e se aliaram aos militares positivistas, passando então a apoiar a república.

Em novembro de 1889, os políticos republicanos estavam insatisfeitos com o ministério do Visconde de Ouro Preto e pretendiam derruba-lo com apoio da elite agrária e dos militares positivistas. O Marechal de Campo Manoel Deodoro da Fonseca, monarquista convicto e amigo do Imperador, havia sido chamado para este golpe e mais além, para se fosse o caso proclamar a república derrubando de uma vez por todas a monarquia. Deodoro recusou-se a derrubar a monarquia, o próprio já havia dito que “república no Brasil e desgraça nacional são a mesma coisa” e que “a monarquia é o único sustentáculo do Brasil”, apesar de se inclinar a por um fim na monarquia somente quando Dom Pedro II morresse. Mas enfim, o Marechal Deodoro não aceitou nenhuma proposta de golpe nem contra a monarquia, nem contra o ministério de Ouro Preto.

Foi então que no dia 14 de novembro os republicanos lançaram uma mentira que chegou rapidamente aos ouvidos de Deodoro propositalmente. A mentira dizia que o Visconde de Ouro Preto havia expedido uma ordem de prisão contra Deodoro e contra os lideres republicanos. Essa falsa notícia foi o argumento decisivo que convenceu Deodoro finalmente a levantar-se contra o Governo Imperial. Pela manhã do dia 15 de novembro, o Marechal reuniu algumas tropas no Campo de Santana. Penetrando no Quartel-General do Exército, Deodoro decretou a demissão do Ministério Ouro Preto – providência de pouca valia, visto que os próprios ministros, cientes dos últimos acontecimentos, já haviam telegrafado ao Imperador, que estava em Petrópolis – RJ, pedindo demissão. Ninguém falava em proclamar a República, tratava-se apenas de trocar o Ministério, e o próprio Deodoro, para a tropa formada diante do Quartel-General, ainda gritou um “Viva Sua Majestade, o Imperador!”

Enquanto isso, o Imperador Dom Pedro II retornou ao Rio de Janeiro em vista da situação, reuniu o Conselho de Estado no Paço Imperial e, depois de ouvi-lo, decidiu aceitar a demissão pedida pelo visconde de Ouro Preto e organizar novo Ministério.

Os republicanos precisavam agir rápido, para aproveitar os acontecimentos e convencer Deodoro a romper de vez os laços com a monarquia. Contaram mais uma mentira: Quintino Bocaiuva e o Barão de Jaceguai mandaram um mensageiro a Deodoro, para informar-lhe que o novo primeiro-ministro, escolhido pelo Imperador, seria Gaspar Silveira Martins, correligionário liberal do visconde deposto e político gaúcho com quem o Marechal não se dava por conta de terem disputado o amor da mesma mulher na juventude. Deodoro poderia aceitar qualquer coisa, mas não que seu inimigo pessoal de anos fosse nomeado Primeiro-Ministro. Foi então convencido de derrubar o regime.

Pela tarde, reunidos alguns republicanos e vereadores na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi lavrada uma ata declarando solenemente proclamada a República no Brasil, que foi levada ao Marechal Deodoro.

À noite do dia 15, o Imperador encarregou o conselheiro José Antônio Saraiva de presidir o novo ministério. O novo Presidente do Conselho de Ministros (do Partido Conservador – o mesmo de Deodoro) dirigiu-se por escrito ao Marechal, comunicando-lhe a decisão do Imperador, ao que respondeu Deodoro que já havia concordado em assinar os primeiros atos que estabeleciam o regime republicano e federativo.

Diante da recusa do Imperador, desiludido quanto ao futuro da monarquia, em reagir militarmente para sufocar o golpe, como instavam a Princesa Isabel, seu marido o Conde D’Eu, seu neto o Príncipe Dom Pedro e o Almirante Marquês de Tamandaré – este apoiado por toda a Armada Imperial, fez a República no Brasil, diante da surpresa generalizada do êxito da quartelada.

O povo não tinha a menor ideia dos eventos ocorridos. Para a população civil, tudo não passava de um desfile militar.

Um homem republicano havia sugerido que se fuzilasse a Família Imperial, mas o Marechal Deodoro não permitiria isso jamais. Ele reconhecia os méritos do Imperador, da Princesa Imperial e da monarquia, e devia toda a sua carreira a isso.

A Família Imperial Brasileira foi embarcada no navio Alagoas para partir para seu exílio na Europa em 17 de novembro de 1889, pela madrugada, para que a população, caso soubesse do que acontecia, não se revoltasse.

O Marechal Deodoro ofereceu a Dom Pedro II uma quantia equivalente a 4,5 toneladas de ouro para viver seu exílio, mas o Imperador recusou a oferta pois vinha do dinheiro público do Tesouro Nacional, e ainda disse: “Eu não posso aceitar. Porque nem Deodoro nem nenhum brasileiro tem o direito de tocar em um vintém sequer do Tesouro Nacional sem a aprovação do parlamento. Com que autoridade estes senhores dispõe do dinheiro público?”

Assim, sem nada, a Família Imperial deixou o Brasil em direção a Portugal, para depois se instalarem na França.

Apesar de já não mais ser Chefe de Estado há dois anos, de um país cuja forma de governo foi alterada, com a morte de Dom Pedro II em 1891 o Governo da República Francesa insistiu à Princesa Isabel para que se desse a Sua Majestade um funeral de Chefe de Estado, com tudo pago, e assim foi feito. 300 mil pessoas compareceram ao cortejo fúnebre do ex-Imperador do Brasil, dentre civis, a políticos franceses, a nobreza europeia, e representantes de diversos países republicanos e monárquicos, mesmo os mais longínquos como Pérsia, Japão e o Império Otomano.

Muitos dos participantes da proclamação da república mostraram-se severamente arrependidos do que fizeram:


“Majestade, me perdoe. Eu não sabia que a república era isto”
-Ruy Barbosa, político republicano


“Não era esta a república com que eu sonhava”
-Benjamin Constant, militar republicano


“Só volto ao senado para pedir perdão a Deus pelo que fiz para que viesse esta república”
-Quintino Bocaiuva, político republicano

“[…] E o sangue que não correu a 15 de novembro, ainda há de correr”
-Deodoro da Fonseca, presidente da república.


sexta-feira, outubro 20, 2017

Os 6 ditadores genocidas mais cruéis da história moderna








por Everthon Garcia.




O conceito de ditador ou de um governante todo-poderoso foi inventado na Roma antiga. Hoje em dia, essa é uma palavra associada ao uso sistemático da violência contra a oposição política e a perseguição de grupos religiosos e étnicos.

Abaixo estão alguns dos ditadores mais terríveis que enegreceram a história moderna com suas ações.

Adolf Hitler (1889 – 1945)



Crianças romanies em Auschwitz, vítimas de experiências médicas (Wikipedia)

Hitler – que chegou ao poder na década de 1930 – foi responsável pelas maiores atrocidades da história humana. Ele ordenou o assassinato sistemático de cerca de 11 milhões de pessoas por motivos raciais, das quais 6 milhões eram judeus, e sua política externa desencadeou a Segunda Guerra Mundial, que custou entre 50 e 70 milhões de vidas.


Com medo de sua iminente captura pelo exército vermelho soviético que avançava em Berlim durante esse período, Hitler finalmente se suicidou em 30 de abril de 1945, de acordo com a versão oficial.

Entre 1941 e 1945, os judeus foram sistematicamente assassinados no mais pavoroso genocídio da história, que fazia parte de um conjunto mais amplo de atos de opressão e assassinatos de vários grupos étnicos e políticos na Europa perpetrados pelo regime nazista. Sob a coordenação das SS, seguindo as instruções das mais altas lideranças do Partido Nazista, cada braço da burocracia alemã estava envolvido na logística e na realização do genocídio. Outras vítimas de crimes nazistas foram poloneses étnicos e eslavos, civis e prisioneiros de guerra soviéticos, romanies, comunistas, homossexuais, maçons, Testemunhas de Jeová e deficientes físicos e mentais. Uma rede de cerca de 42.500 instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pela Alemanha foi utilizada para concentrar as vítimas para o trabalho escravo, assassinato em massa e outros abusos contra os direitos humanos.

A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas, culminando com o que os nazistas chamaram de “Solução final para a questão judaica” (em alemão: die Endlösung der Judenfrage), uma agenda para exterminar judeus na Europa. Inicialmente, o governo alemão aprovou leis para excluir judeus da sociedade civil, nomeadamente as leis de Nuremberg de 1935. Os nazistas estabeleceram uma rede de campos de concentração a partir de 1933 e guetos após o início da Segunda Guerra Mundial em 1939. Em 1941, quando a Alemanha conquistou um novo território na Europa Oriental, as unidades paramilitares especializadas chamadas Einsatzgruppen assassinaram cerca de dois milhões de judeus, partidários e outros, muitas vezes em matanças em massa.


Massacre massivo em algum lugar da Rússia ocupada (Historyplace.com)

No final de 1942, trens de carga transportavam regularmente as vítimas para os campos de extermínio onde, se sobrevivessem à jornada, a maioria foi sistematicamente assassinada em câmaras de gás. Isso continuou até o final da Segunda Guerra Mundial na Europa em abril-maio de 1945.


Massacre massivo em algum lugar da Rússia ocupada (Historyplace.com)

Joseph Stalin 1878 - 1953


Inscrições sobre o monumento à repressão na URSS na praça Lubyanka em memória das mais de 40 mil pessoas inocentes que foram assassinadas em Moscou nos “anos de terror” (Wikipedia)

Esse líder genocida soviético nascido na Geórgia chegou ao poder após a morte de Lênin em 1924, cuja era é bem conhecida graças aos famosos campos Gulag, campos de trabalho forçado onde as pessoas trabalhavam até a morte.

Stalin, futuro aliado dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha contra a Alemanha nazista, era um homem paranóico que reprimiu brutalmente seus inimigos políticos e seus supostos adversários. O número de vítimas do regime stalinista varia, mas estima-se que entre 14 e 20 milhões de pessoas morreram nos Gulags ou foram executadas durante o Grande Expurgo na década de 1930, enquanto milhões foram deportados e exilados.

As estimativas do número de mortes causadas pelo governo de Stalin são debatidas com entusiasmo por estudiosos no campo dos estudos soviéticos e comunistas. Os resultados publicados variam dependendo do momento da análise, dos critérios e dos métodos utilizados para as avaliações e das fontes disponíveis para as estimativas. Alguns historiadores tentam fazer cálculos separados para diferentes períodos da história soviética, com reduções para o período stalinista variando de 8 a 61 milhões. Vários estudiosos, incluindo o biógrafo de Stalin, Simon Sebag Montefiore, o ex-membro do Politburo Alexander Nikolaevich Yakovlev e o diretor da série Yale Annals of Communism, Jonathan Brent, estimaram o número de mortos em cerca de 20 milhões.

O estudioso e pesquisador de genocídios Adam Jones afirma que “há muito pouco no registro da experiência humana que coincida com a violência desencadeada em 1917, quando os bolcheviques tomaram o poder”.



As tentativas de Stalin de consolidar sua posição como líder da União Soviética levaram a uma escalada nas prisões e execuções de várias pessoas, atingindo o auge em 1937-1938 e continuando até a morte de Stalin em 1953. Cerca de 700 mil delas foram executadas com um tiro na nuca, outras foram mortas por espancamento e tortura enquanto sob “custódia investigativa”, e nos Gulag devido à fome, doenças, exposição e trabalho excessivo.

3 – Pol Pot (1925 – 1998)

O líder do Khmer Vermelho e ditador do Camboja de 1975 a 1979 foi diretamente responsável por um dos mais graves genocídios da história moderna.

Pol Pot


O genocídio cambojano foi realizado pelo regime do Khmer Vermelho liderado por Pol Pot entre 1975 e 1979, no qual morreram entre um e meio a três milhões de pessoas. A guerra civil do Camboja resultou no estabelecimento da Kampuchea Democrática pelo Khmer Vermelho vitorioso, que planejava criar uma forma de socialismo agrário baseada nos ideais do estalinismo e do maoísmo. Políticas subsequentes resultaram no deslocamento forçado da população urbana, tortura, execuções em massa, trabalho forçado, desnutrição e doenças que mataram aproximadamente 25% da população total (mais de 2 milhões de pessoas). O genocídio terminou em 1979 após a invasão vietnamita do Camboja. Até 2009, foram descobertas 23.745 valas comuns.

Ao contrário de outros genocídios ou conflitos, ninguém estava livre de ser declarado um inimigo do Estado. Mesmo se alguém fosse considerado do lado correto, isso podia mudar no dia seguinte – muitos membros do Khmer Vermelho também foram mortos durante os expurgos.

Crianças e bebês não estavam livres de sua crueldade; muitas vezes observou-se que “para eliminar as ervas daninhas também temos que erradicar as raízes”. Qualquer pessoa afiliada ao regime de Lon Nol ou ao exército também foi morta imediatamente.


Crianças refugiadas cambojanas, que fugiram com suas famílias após as incursões do Khmer Vermelho, esperam por comida em um posto de auxílio fora de Phnom Penh em 1975 (Tea Kim Heang e Cara de Luna/AP Photo)

Nenhuma evidência era necessária para enviar uma pessoa à prisão e as pessoas muitas vezes fabricavam suas confissões de vários crimes, acreditando que isso acabaria com seu tormento. Na verdade, na maioria das vezes elas eram executadas assim que forneciam uma lista nova com o nome das pessoas que deviam ser presas.

Inicialmente, as execuções não eram necessárias: a fome servia como uma ferramenta eficaz para eliminar populações indesejáveis, mas como mais e mais pessoas eram enviadas à prisão, o Khmer Vermelho implementou um sistema de “campos de extermínio”, estabelecendo centenas deles por todo o Camboja.



À medida que o genocídio avançava, a sobrevivência era determinada pela capacidade de trabalhar em fazendas coletivas. Isso significou que muitos dos idosos, deficientes, doentes e crianças do Camboja tornaram-se alvo devido à sua incapacidade de fazer trabalho manual duro.

Foram abolidos o dinheiro, os mercados livres, as escolas, a propriedade privada, os estilos estrangeiros de roupas, as práticas religiosas e a cultura tradicional, e os edifícios como escolas, templos e propriedades governamentais foram convertidos em prisões, estábulos, campos e celeiros.

Criança no cárcere (Pinterest)

As relações familiares foram fortemente criticadas e os seguidores do Khmer Vermelho insistiram em que todos considerassem “Angkar” (traduzida para A Organização, referindo-se ao nível mais alto do regime) como sua mãe e seu pai. As crianças-soldados eram uma grande ferramenta do Khmer Vermelho, pois eram fáceis de controlar e seguiam as ordens sem hesitação, ao ponto de que muitos foram forçados a atirar em seus próprios pais.

Crianças de 5 a 9 anos foram ensinadas a matar pessoas (Pinterest)

4 – Mao Tse-Tung (1893 – 1976)

O ex-líder chinês Mao Tse-Tung governou a China durante 27 anos. É conhecido por ter promovido a luta de classes como a principal plataforma para liderar o caminho esquerdista, destruindo intencionalmente os valores e a ética tradicionais. Em sua maneira comunista de governar o país, ele causou muitos desastres que levaram danos extremos à cultura e à sociedade chinesas e cada tragédia que causou pode ser considerada verdadeiramente devastadora para a humanidade.

Com base na experiência soviética, Mao considerou que a violência era necessária para alcançar uma sociedade ideal derivada do marxismo e planejou e implementou a violência em grande escala.

A reforma agrária e a eliminação dos contrarrevolucionários


A Grande Fome

Os primeiros massacres em grande escala comandados por Mao ocorreram durante a reforma agrária e a campanha contrarrevolucionária. Nos materiais de estudo oficiais publicados em 1948, Mao previa que “um décimo dos camponeses” (ou cerca de 50 milhões) “teria que ser eliminado” para facilitar a reforma agrária. Acredita-se que o número real de mortes na reforma agrária foi menor, pelo menos um milhão.

O Grande Salto Adiante

O Grande Salto Adiante da República Popular da China foi uma campanha econômica e social do Partido Comunista Chinês entre 1958 e 1961. A campanha foi liderada por Mao Tse-Tung e tinha como objetivo transformar rapidamente o país de uma economia agrária para uma sociedade socialista através da rápida industrialização e coletivização. No entanto, é amplamente considerado como tendo causado a grande fome na China.

As principais mudanças na vida dos camponeses chineses incluíram a introdução gradual da coletivização agrícola obrigatória. A agricultura privada era proibida e os que se dedicavam a ela eram perseguidos e rotulados como contrarrevolucionários. As restrições à população rural se impunham através de sessões de luta pública e pressão social, embora também tenha havido trabalhos forçados.

Os historiadores acreditam que o Grande Salto resultou em dezenas de milhões de mortes. A estimativa mais baixa é de 18 milhões, enquanto uma extensa pesquisa realizada por Yu Xiguang sugere que o número de mortos por este movimento fica próximo de 55 milhões. O historiador Frank Dikötter afirma que “a coerção, o terror e a violência sistemática foram o alicerce do Grande Salto” e “motivaram um dos assassinatos em massa mais mortais da história humana”.

A Grande Revolução Cultural Proletária

Os Guardas Vermelhos de Mao receberam carta branca para abusar e matar os inimigos da revolução. Milhões de pessoas morreram devido à violência, enquanto muitos mais se suicidaram.



5. Kim Jong-il (1941- 2011)

Kim Jong-il foi o líder supremo da Coreia do Norte de 1994 a 2011. No início da década de 1980, Kim tornou-se herdeiro e assumiu posições importantes nos órgãos do partido e do exército.

Kim Jong-il (The Telegraph)


Kim Jong-il basicamente matava de fome seu povo e, se eles eram muito fracos para trabalhar, ele os torturava afogando-os, dissecando-os e, se tivessem sorte, dando-lhes um tiro ou asfixiando-os em uma câmara de gás. Os campos de concentração eram confidenciais e apenas os velhos guardas podiam contar a história.

Nos campos havia deformados, amputados, bebês recém nascidos nos quais era injetado um fluido que causava inchaço significativo, bebês foram enterrados vivos ou asfixiados. As pessoas debilitadas foram dissecadas vivas em laboratórios subterrâneos. De longe, essas foram as formas mais desumanas e horríveis de torturar alguém desde a época medieval. Mais de 2 milhões de pessoas morreram e suas mortes foram lentas e dolorosas. Kim Jong-il morreu em 17 de dezembro de 2011.

6. Jiang Zemin (de 1926 até os dias atuais)

Jiang chegou ao poder em 1989, depois de provar que era um homem brutal durante os protestos pró-democracia em Pequim e Xangai. Ao longo dos últimos anos, Jiang ordenou horríveis assassinatos de milhões de pessoas que têm crenças independentes, sob o pretexto de garantir a estabilidade na sociedade.

Jiang Zemin

O crime mais hediondo de Jiang é a brutal perseguição ao Falun Dafa – uma prática tradicional de meditação e auto-aperfeiçoamento praticada por mais de 100 milhões de pessoas ao redor do mundo. Esta disciplina espiritual da Escola Buda recebeu mais de 2.000 prêmios de honra e reconhecimento de vários governos em todo o mundo.

Métodos de tortura utilizados em praticantes do Falun Dafa (Minghui.org)

A perseguição a esta disciplina pacífica começou em 1999 na China e ainda continua. Por ordem de Jiang, milhares de praticantes do Falun Dafa foram torturados até a morte e centenas de milhares eram detidos em qualquer momento, de acordo com Minghui.org, um site contendo informações de primeira mão sobre a perseguição.


Praticantes do Falun Dafa carregam fotos de praticantes que morreram devido a tortura ou abuso na China (Epoch Times)

Jiang Zemin é destituído de integridade moral. Desde maio de 2015, mais de 200 mil cidadãos chineses e praticantes do Falun Dafa apresentaram acusações criminais contra Jiang Zemin por crimes contra a humanidade. Isso faz de Jiang Zemin o maior ditador com os principais processos judiciais legais pendentes contra ele.

Fonte – Epoch Times
Fonte - conservadorismodobrasil.com.br.