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sábado, novembro 19, 2016

Jerusalém, completa e unida, é a capital de Israel.














Mike Huckabee será o embaixador dos EUA para Israel e mudará a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém.


Mike Huckabee está voltando à Terra Santa.

Huckabee, que foi duas vezes candidato presidencial e apresentador do Canal Fox News e ex-governador de Arkansas, será o novo embaixador dos EUA para Israel, uma autoridade da transição presidencial confirmou para o DailyMail na sexta-feira.

Huckabee, pregador batista ordenado e baixista, se tornará a ponta de lança de Trump, que está buscando dar uma chacoalhada nas relações dos EUA no Oriente Médio, começando com a mudança da embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.
“Isso vai acontecer,” disse a autoridade de transição. “O governador Huckabee vai com isso até o fim.”

Apesar de que o Congresso dos EUA já havia aprovado a mudança da embaixada dos EUA décadas atrás, os presidentes americanos historicamente fizeram muito sapateado com nenhuma promessa cumprida em torno da questão de onde deveria ficar a embaixada dos EUA em Israel. Nenhuma outra nação tem sua embaixada em Jerusalém.

Contudo, o Parlamento e o Supremo Tribunal de Israel estão localizados em Jerusalém ocidental. E Israel capturou Jerusalém oriental na “Guerra dos Seis Dias” de 1967, assumindo seu controle da Jordânia.

Uma lei israelense de 1980 ainda em vigor declara que “Jerusalém, completa e unida, é a capital de Israel.”


As nações árabes próximas a Israel se opõem à ideia de tornar Jerusalém um centro de poder para o Estado judeu. Muitas delas chegam a negar o direito de Israel existir, e a maioria vê Jerusalém como cidade santa para muçulmanos.

O governo de Obama e outros governos americanos anteriores insistiam em que as muitas reivindicações religiosas sobre Israel deveriam ser decididas como parte de negociações de paz entre israelenses e palestinos, “o acordo supremo” do qual Trump disse durante sua campanha que ele gostaria de tratar.

O jornal International Business Times noticiou na quinta-feira que, de acordo com o Jerusalem Post, “vários membros da equipe de transição de Trump confirmaram que o ex-governador do Arkansas - Mike Huckabee - assumirá o cargo logo que o governo for instalado em janeiro.”

Huckabee chegou ao prédio Trump Tower por volta da 1 da tarde de sexta-feira. Perguntado pelos jornalistas por que ele estava se encontrando com Trump, ele brincou: “Estou aqui só para um lanche.”

A nomeação dele para o cargo diplomático importante enviará ondas de choque em todo o Oriente Médio.

Em 2011, durante uma cerimônia de inauguração num assentamento judaico em Jerusalém oriental, Huckabee disse que as tentativas dos árabes impedirem os colonos judeus de construírem ali era comparável às discriminações racistas de moradia nos Estados Unidos.

No ano passado em agosto, quando ele estava reforçando apoio para sua campanha presidencial que acabou não tendo êxito, Huckabee se encontrou com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em Jerusalém e polemicamente se referiu ao território da Margem Ocidental, ocupado por palestinos, como parte de Israel.

Um correspondente político do jornal israelense Jerusalem Post foi o primeiro a noticiar que Trump havia dado a palavra de que escolheria Huckabee para ser embaixador em Israel.

O sociável e cortês Huckabee há muito tempo é um sólido defensor de Israel, chegando, com suas dezenas de viagens ali, a fazer um empreendimento turístico de tempo parcial chamado “A Experiência de Israel de Mike Huckabee.”

Por 5.250 dólares, os participantes obtêm uma turnê de 10 dias na Terra Santa do próprio Huckabee, completa com comentário nos lugares históricos, cultos de adoração e lições morais sobre a necessidade dos EUA reforçarem apoio ao seu maior aliado no Oriente Médio.

“Durante sua viagem de Experiência de Israel, você caminhará onde Jesus caminhou, se sentará no monte onde Jesus deu o Sermão da Montanha e orará no Jardim do Getsêmani,” o site de turismo promete.

“Você verá onde Ele realizou milagres, e ficará no Túmulo vazio. Você experimentará o Mar da Galileia e será batizado no Rio Jordão. Você explorará a velha cidade de Jerusalém, olhará de Massada e nadará no Mar Morto. A Bíblia ganhará vida para você como nunca antes.”

A próxima viagem programada está marcada para 11-21 de fevereiro — depois que Trump se tornar presidente.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldnetDaily): Trump to make Huckabee ambassador to Israel

O OUTRO LADO DA QUESTÃO:



Os palestinos ameaçaram "tornar miserável" a vida do novo presidente eleito dos EUA Donald Trump, caso ele decida cumprir a sua promessa eleitoral de deslocar a embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém.

"Se pessoas nos atacarem deslocando a embaixada para Jerusalém...isso é uma violação da resolução 181 da assembleia geral das Nações Unidas delineada pelos Estados Unidos...isso significa que mostram beligerância contra nós. Se eles o fizerem, ninguém nos poderá culpar por fazermos uso de todas as armas que temos na ONU para nos defendermos, e nós temos muitas armas na ONU" - afirmou   Riyad Mansour, o representante palestiniano na ONU, no dia 11 de novembro último.

Ainda que reconheça que a resposta não poderá ser uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, uma vez que os EUA a vetariam, Riyad Mansour sugere mesmo assim que podem haver outras formas através das quais os palestinos podem vir a minar esforços promovidos pelos americanos na ONU.

"Talvez eu não possa influenciar resoluções no Conselho de Segurança, mas posso tornar a vida diária deles miserável ao precipitar um veto na  admissão como estado membro. Em 1949, a Itália recebeu três vetos consecutivos da União Soviética à sua admissão nas Nações Unidas. Este é o tipo de coisa que eu posso fazer" - ameaçou o líder palestino Riyad Mansour.

Fonte: Shalom-Israel-Shalom.blogspot.com.br

terça-feira, novembro 03, 2015

Capitalismo gospel ou socialismo gospel?





por Julio Severo


Alguns me escrevem pedindo artigos sobre a comercialização de produtos gospel como livros e CDs e até a comercialização do louvor, como se fosse música secular para comprar e vender, chamando isso de “capitalismo gospel.” Outros igualam essa comercialização com o socialismo gospel, que é a mesma coisa que Teologia da Missão Integral (TMI). Outros ainda dizem que a TMI é a resposta perfeita para combater o capitalismo gospel.


Não nego que a comercialização gospel de tudo nas igrejas seja capitalismo gospel. Mas igualar socialismo gospel com capitalismo não tem fundamento, e muito menos dizer que a TMI é algum tipo de cura divina e miraculosa para o capitalismo.


No capitalismo, as pessoas têm liberdade e muitos produtos para vender e comprar. E têm liberdade de usar seus lucros para fazer caridade.
No socialismo, as pessoas têm muito menos liberdade e menos produtos para vender e comprar. E pouco ou nenhum lucro para fazer caridade.


O maior exemplo de capitalismo gospel eram os EUA no início da sua república. Notavelmente, na época de George Washington, que era evangélico, 98 por cento da população dos EUA eram também evangélicos — e capitalistas.

Nos EUA, capitalismo e religião evangélica estavam virtualmente casados. Apesar disso, não havia comercialização gospel. O capitalismo era usado para produzir Bíblias e literatura cristã a preços baixos. Era também usado em larga escala para missões evangelísticas, tornando os EUA o principal país evangélico e missionário do mundo.

Com a decadência da religião evangélica, o capitalismo dos EUA é hoje usado para todos os tipos de comercialização, fazendo intensa propaganda e promoção do islamismo, homossexualismo, prostituição, pornografia e até armas, tornando os EUA o maior negociante de armas de guerras do mundo, suprindo amplamente os bons e os maus, os heróis e os terroristas.

Capitalismo sem Deus se torna uma prostituta que serve a todos os clientes, desde o islamismo e o homossexualismo até o aborto e o socialismo.

Esse é um mau uso do capitalismo, e será julgado por Deus.

Outra característica da população evangélica capitalista dos EUA do passado era a busca da santidade, que era o assunto principal das igrejas.

Desde então, a qualidade da religião evangélica nos EUA caiu muito. Os evangélicos hoje representam pelo menos 50 por cento da população americana — uma baixa drástica. A santidade saiu da moda. O capitalismo, que antes estava a serviço de evangélicos que influenciavam de forma benéfica e positiva a cultura americana, hoje está a serviço de várias ideologias extremamente danosas e anticristãs.


A superpotência capitalista está potencializando as ideologias mais nocivas do mundo.
No lugar da santidade, o evangélico que há hoje nos EUA é mais a favor do aborto, do homossexualismo e contra Israel.

Mas existe uma diferença entre evangélico capitalista e evangélico socialista.
No socialismo, independente da decadência cristã, todos são escravos dos Estado e seu dinheiro é usado para promover o mal.

No capitalismo, quando esse sistema é dirigido por cristãos íntegros e honestos, o resultado é dos melhores e todos os que trabalham têm lucros para poderem usar à vontade, inclusive caridade. Mas quando esse sistema está sem direção cristã, é uma máquina de tirar vantagem e também traz escravidão, embora de natureza diferente do socialismo.

O socialismo é mau porque sendo cristão ou não rouba das pessoas.
O capitalismo, sem uma forte direção cristã, é mau e explorador. Esse é o exemplo atual dos EUA. Com direção cristã, é uma bênção. Esse é o exemplo passado dos EUA.
O que nós no Brasil podemos aprender com essa realidade americana?

O evangélico que compra CDs e ajuda a financiar impérios gospel tem a liberdade de decidir o que fazer com o lucro do seu trabalho. Quer a decisão dele esteja certa ou não, é o livre arbítrio dele. Mesmo no caso de igrejas que pedem ofertas exploradoras, o frequentador dá se quiser. Não existe lei para obrigá-lo. É um capitalismo gospel? Sim, mas há liberdade e só dá ou compra quem quer.

Mas no caso do sistema socialista, que os adeptos da TMI promovem, a liberdade e o lucro do trabalho são sacrificados em prol de um suposto bem-estar social. Isto é, o evangélico trabalha muito, mas não vê o fruto do seu suor, pois uma boa parte do seu salário vai automaticamente para impostos que alegadamente financiam a tão chamada “caridade” estatal, que não tem amparo nenhum na Bíblia, mas é apoiada exclusivamente pelos adeptos da TMI e outros cristãos socialistas, tirando totalmente a liberdade econômica do trabalhador.

Socialismo gospel é, pois, muito pior do que capitalismo gospel.
No capitalismo gospel, se o trabalhador entender que precisa gastar em necessidades legítimas e até caridade em vez de gastar em CDs e enriquecer cantores gospel que já são podres de ricos ou dar ofertas extravagantes em igrejas que pedem mais do que mendigos, há sempre liberdade.


No socialismo gospel, se o trabalhador entender que é ele, não o Estado, que deve decidir e usar seu próprio dinheiro para caridade ou outras necessidades, não há nada que ele possa fazer, pois não existe liberdade econômica. Seu dinheiro é tirado sem nenhuma consulta. Ganha o Estado ladrão e seus apoiadores, inclusive os adeptos da TMI 

(Teologia da Missão Integral )

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Seria como se o trabalhador evangélico entrasse na igreja e o pastor não pedisse nada, mas tirasse dele todo o dinheiro. Se um pastor fizesse isso, seria preso. O ladrão só fica impune porque a igreja é o Estado e o pastor é a autoridade que serve à ideologia socialista contra os melhores interesses do cidadão que trabalha.
No capitalismo gospel, ganha mais quem seduz mais. Só perde quem se deixa seduzir pela propaganda enganosa.

No socialismo, ninguém pode fugir e a sedução é desnecessária. Todos perdem.

Você não gosta das músicas do Thalles Roberto e da Ana Paula Valadão pelo comercialismo? Não compre. Você tem total liberdade de não financiá-los. Você não gosta do capitalismo gospel? Evite-o.
Mas se você vive num governo socialista amplamente apoiado pelos adeptos da TMI, você e o lucro do seu trabalho não têm como escapar. Não dá para você deixar de pagar, através de impostos, os adeptos da TMI que trabalham diretamente para um governo socialista. Você não tem liberdade.

O socialismo gospel é muito pior do que o capitalismo gospel.


segunda-feira, setembro 28, 2015

Prostituição: Rachel Moran desafia Anistia Internacional.



por Wendy Wright



Enquanto a Anistia Internacional inicia sua nova política que apoia a descriminalização da prostituição, Rachel Moran  tem algumas ideias profundas para eles.

A vida dela no comércio sexual, e sua decisão de sair, fizeram dela a batalhadora principal contra a política da Anistia. A autora do livro “Paid For: My Journey Through Prostitution” (Paga: Minha Jornada na Prostituição), fala abertamente da violência, isolamento e uso de drogas inerente na prostituição. O que as pessoas como ela precisam, ela diz, é ajuda para sair.

Logo que a prostituição é legalizada, “não existe incentivo para o governo fornecer estratégias de saída para as mulheres que querem sair disso,” Rachel escreveu.

A trajetória dela começou como uma órfã na Irlanda. Aos 15 anos, “Eu estava nas ruas sem lar, educação ou experiência de trabalho. Tudo o que eu tinha era meu corpo.”

O uso de drogas é “tão comum para mulheres na prostituição quanto limpar mesas para uma garçonete,” diz ela. “A realidade diária é trauma, e você quer escapar disso.”

A resolução da Anistia Internacional “apoia a descriminalização total de todos os aspectos do trabalho sexual consensual.” A organização afirmou que “tratou da questão a partir da perspectiva dos padrões internacionais de direitos humanos.”

Contudo, os tratados proíbem a prostituição — principalmente de crianças — chamando-a de “incompatível com a dignidade e valor da pessoa humana” e coloca em perigo “o bem-estar do indivíduo, da família e da comunidade.”

A campanha pró-prostituição da Anistia focou nas mulheres que teoricamente escolhem se envolver com “trabalho sexual” e desviou a atenção de cafetões, bordéis e clientes de prostitutas — os homens que mais ganham com a normalização do comércio sexual.

“É besteira dizer que uma pessoa pode ganhar direitos ao permitir que seu corpo seja tão aberto ao público quanto uma estação de trem ou ônibus,” Rachel disse. Um consentimento exige escolhas e alternativas viáveis.

Quando a prostituição tem endosso social, o mercado se expande. “De onde esses novos corpos estão vindo?” Rachel pergunta. “Moças com escolhas não vão dizer: ‘Entrarei no comércio sexual em vez de ir para a faculdade.’”

“Não. Meninas em desvantagem social são canalizadas direto para a prostituição.”

Ativistas LGBT também notam que jovens vulneráveis têm a probabilidade mais elevada de serem prostituídos — ao mesmo tempo em que argumentam em favor da descriminalização de todos os aspectos do comércio sexual.

Duas semanas depois da votação da Anistia, grupos LGBT sem demora criticaram uma ofensiva policial contra o site “Rentboy.com.” O presidente — que se descreve como “cafetão da internet” — e os funcionários foram presos em Nova Iorque por promoverem a prostituição. O site ganhou mais de 10 milhões de dólares desde 2010 com as taxas mensais e anúncios de prostitutos que especificavam preços por serviços sexuais.

“O trabalho sexual afeta de modo desproporcional a comunidade LGBT,” escreveu Sam Brinton. O co-diretor de #BornPerfect disse que as prisões foram um “ataque devastador” em jovens que se identificam como lésbicos, gays ou transgêneros (LGBT) e recorrem à prostituição.

Muitos “jovens LGBT se envolvem em trabalho sexual para sobreviver.”

Contudo, nenhum dos prostitutos que anunciou no site foi preso. Esse método se enquadra no modelo nórdico, defendido por Rachel e outros, onde alugar prostitutas, ter bordéis e comprar sexo são criminalizados, mas não os que estão sendo prostituídos.

Os especialistas dizem que os adolescentes e as crianças se venderão barato, pelo preço de uma refeição, ao mesmo tempo em que cafetões e clientes valorizam a juventude e vulnerabilidade deles.

“Respondi a telefonemas em muitos bordéis,” Rachel tuitou, “a pergunta mais comum é sempre: ‘Qual é a menina mais nova que vocês têm?’”

A solução é criar saídas da prostituição, como ajudar com creches, educação, vícios.

A vontade de Rachel escapar foi provocada depois que seu filho de 4 anos entrou na escola, e ela começou um relacionamento íntimo com um homem onde ela “experimentou a sexualidade de um modo que foi designado para experimentar.”


Publicado no Friday Fax do C-Fam.

Tradução: Julio Severo

sexta-feira, setembro 11, 2015

Assembleia de Deus Madureira libera divórcio, inclusive para pastores e líderes.






Assembleia de Deus Madureira libera divórcio, inclusive para pastores e líderes.por Julio Severo





Uma das denominações evangélicas mais rígidas em sua doutrina parece que não é mais tão rígida assim: a Assembleia de Deus da Madureira (também conhecida como CONAMAD) decidiu mudar seu estatuto para permitir que pastores e outros líderes possam se casar novamente. Enfim, o divórcio está liberado.


A resolução foi ratificada em julho deste ano no congresso da CONAMAD (Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério Madureira), que ocorreu em Brasília, e foi assinada por um grande número de pastores assembleianos.
A resolução diz “O ideal divino para o casamento é que ele seja uma união para a vida toda.” Mas então pondera que devido a violência, adultério, abusos físicos e psicológicos bem como abandono emocional ou espiritual podem fazer com que seja “imperiosa a dissolução do matrimônio” e “admite o divórcio e nova núpcia.”

Com a resolução, a Assembleia de Deus  Madureira tenta conter a enxurrada de escândalos de separação, onde líderes de renome deixaram suas esposas em troca de mulheres mais jovens.

Não se sabe o que foi que essa denominação fez com a passagem da Bíblia que diz:

“É fundamental, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só esposa, equilibrado, tenha domínio próprio, seja respeitável, hospitaleiro, capacitado para ensinar.” (1 Timóteo 3:2 King James Atualizada)


Mas a liberação do divórcio para pastores e líderes não é o primeiro escândalo da Assembleia de Deus da Madureira. O líder máximo dessa denominação, o bispo vitalício Manoel Ferreira, apoiou Lula e Dilma nas suas duas eleições presidenciais.
Há também o escândalo de pastores assembleianos que, segundo o Portal Padom, teriam recebido dinheiro de propinas da Petrobrás.

Outro escândalo importante é o envolvimento de Ferreira com o falso messias Rev. Moon.
Esses escândalos provam que a denominação dele anda divorciada de Deus já há algum tempo.

A única coisa certa que Ferreira andou fazendo foi questionar a fé evangélica da então candidata presidencial socialista Marina Silva. Seguindo o exemplo dele, por que não também questionar Ferreira e suas incoerências, oportunismos e apostasias?
Se a Assembleia de Deus da Madureira quer voltar a ser uma igreja que prega e pratica a Palavra de Deus, precisa se arrepender e se divorciar de seus pecados e escândalos, que já clamam ao Céu. Precisa se arrepender de seu divórcio e recasar com Deus.
Lugar de pastor ligado a Lula, Dilma, Rev. Moon, propinas e divórcio e recasamento não é no púlpito. É no banco, para ouvir a Palavra e ser liberto.

Com informações do Portal Padom.

segunda-feira, agosto 17, 2015

Acobertamento de Crimes Islâmicos de Estupro Infantil.








por Douglas Murray






Há certas decisões tão absurdas que fariam com que o menos controlado perdesse as estribeiras. Uma dessas decisões emergiu na semana passada na Grã-Bretanha.
Protesto contra o aliciamento de crianças em Rotherham, em 5 de outubro de 2014, organizado pelo grupo "Britain First". (imagem: Britain First)

Durante anos o problema do "aliciamento" de meninas jovens por homens muçulmanos, principalmente de origem paquistanesa, tem sido um tópico reprimido na Grã-Bretanha. Relatos sobre esses aliciamentos têm circulado com mais frequência nos últimos quinze anos. Eles têm sido tratados não apenas com medo, mas com pavor.

Há onze anos, em 2004, a emissora Channel 4 iria transmitir um documentário chamado "Edge of the City". Fazia parte da filmagem pais de meninas de apenas 11 anos que foram aliciadas para o sexo por gangues de homens retratados como "asiáticos". Mas havia um problema. As eleições para o Parlamento Europeu estavam se aproximando. O Partido Nacional Britânico (BNP em inglês), extremista e supostamente racista, esperava se sair bem nas eleições em determinadas regiões do norte da Inglaterra. A organização "Uni-vos Contra o Fascismo", (grupo este que não raramente também se comporta de maneira racista) estava entre as associações que pediam a não transmissão do documentário. O timing, com certeza, era problemático: líderes do BNP, entre outros, estavam eufóricos acreditando que o documentário seria bom para o partido, como se fosse uma propaganda política. A polícia tomou o lado daqueles que expressavam preocupação, o Channel 4 decidiu então não transmitir o programa até depois das eleições.

Independentemente dos aspectos positivos e negativos da decisão do Channel 4, o assunto estava encerrado. Ninguém queria ajudar grupos extremistas que poderiam tirar proveito dessa história. Mas a história estava aí e tinha que ser divulgada. O escândalo em relação ao adiamento da transmissão aumentou ainda mais a ebulição em torno do caso, não sem motivo, afinal das contas houve uma ingerência do alto escalão, inclusive da polícia e das autoridades locais para minimizar as revelações.

Esse enfoque tem perdurado desde então. Unicamente por conta do destemido Times of London, seu jornalista Andrew Norfolk e um punhado de outros, que alguns casos de curra foram parar nas primeiras páginas, onde merecem estar.

Nos últimos anos a população se conscientizou não apenas que o número de crimes era bem maior do que se podia imaginar, mas também que era mais generalizado. E não foi somente no norte da Inglaterra que esses casos de "aliciamento" apareceram.

Há dois anos, no julgamento da Operação Bullfinch em Old Bailey em Londres, sete homens, todos com background muçulmano, foram considerados culpados de 59 acusações de aliciamento e exploração de crianças. Os detalhes do caso são angustiantes: entre eles estão drogar e currar pelo menos seis meninas menores de idade durante vários anos. Esses estupros aconteceram em alguma cidade do norte "esquecida", mas dentro e no entorno da cidade universitária de Oxford. Crimes de natureza semelhante começaram, finalmente, a aparecer em tribunais nos últimos anos. Jornais como o Times merecem renome e credibilidade pela cobertura séria, cuidadosa e ostensiva desses casos.

Contudo, permanece a sensação que esses crimes de estupro infantil ainda são preteridos e acobertados. Os resultados de uma investigação oficial independente sobre a exploração de meninas jovens em Rotherham, denunciados no ano passado, descobriram falhas em praticamente todos os níveis da instituição do estado. "O Relatório Jay" constatou que pelo menos 1400 meninas foram vítimas somente na região de Rotherham entre 1997 e 2013. O relatório também expõe, sem dó nem piedade, como a polícia, câmara e serviços de assistência social falharam clamorosamente no período em questão. Fica difícil imaginar uma amostra com uma falha institucional mais incriminatória do que essa.

No entanto, mesmo na esteira desse escândalo nacional, ao que tudo indica, persiste o tabu em relação a esse assunto. Na semana passada, em Bradford, 14 homens e um adolescente de 16 anos de idade foram acusados de crimes "relacionados a estupro e abuso sexual de uma criança com menos de 16 anos de idade". Os crimes teriam acontecido entre 2011 e 2012. Os homens, em sua maioria na casa dos 20 anos de idade, o mais velho tinha 62, constituída de uma lamentável lista, já bem conhecida de sobrenomes: Khan, Ali, Mahmood, Younis, Hussain. Muito embora tenha sido denunciado na imprensa local, o caso apareceu, de maneira bem discreta, somente uma vez no noticiário nacional da BBC. Pode ser que a imprensa nacional esteja aguardando o início do julgamento, ou será que estão acontecendo mais coisas? E estão mesmo. Crimes dessa natureza ainda estão sendo jogados debaixo do tapete, motivados pela "correção política", sem a preocupação com o mal perpetrado contra as crianças. O problema é realmente explosivo.

É isso que motiva a perda das estribeiras. Em meio a tudo isso, todos esses anos de inegável acobertamento, fuga e medo que grupos terroristas poderiam rechaçar a história, o rancor público está explodindo em cidades onde esses aliciamentos continuam. Em regiões no norte da Inglaterra houve protestos contra o aliciamento de meninas menores de idade. Alguns desses protestos podem se tornar generalizados e bem execráveis, eles podem incluir indivíduos que erroneamente alegam que "todos os muçulmanos" são, de certo modo, responsáveis por esses crimes. Mas enquanto esses protestos estiverem dentro da lei, devem continuar a ser permitidos. Nem todos têm uma coluna na imprensa nacional ou condições de se fazer ouvir em transmissões de rádio e televisão. Isso não significa que alguns dos grupos que organizaram os protestos, incluindo a English Defence League e um grupo chamado "Britain First" são moralmente respeitáveis. Mas dá para imaginar alguém decente querer que sua voz seja ouvida, disposto a marchar contra o total fracasso das autoridades da cidade que a tornaram tão execrável.

E agora, ao que tudo indica, a câmara municipal de Rotherham espera retirar até essa prerrogativa da população da cidade. Na semana passada, a câmara municipal de Rotherham entrou com um pedido para a Secretaria do Interior para promulgar poderes emergenciais para que possa proibir as manifestações contra o aliciamento de crianças na região de Rotherham. O motivo segundo eles é o custo. De acordo com um jornal local, uma manifestação apenas no último mês de setembro custou mais de um milhão de libras esterlinas, inegavelmente um dreno terrível de recursos.

Ninguém irá negar que esses protestos e contraprotestos podem causar grandes prejuízos para o comércio, entre outras coisas, na região de Rotherham. Mas só de pensar em proibir os protestos, os membros da câmara municipal de Rotherham estão fazendo um dos maiores erros possíveis de se imaginar. O fato do aliciamento continuar na região e ser acobertado ou ignorado pelas autoridades não é mera opinião, é um fato comprovado. O ressentimento da população em relação a esses horrores é compreensível. Mas se expressões que estiverem de acordo com a lei forem proibidas, a única coisa que poderá acontecer é o seguinte: as pessoas assumirão que há algo ainda pior acontecendo. Uma cidade em que as autoridades permitiram que estupros infantis continuassem por uma década e que agora proíbe manifestações contra o estupro de crianças, está projetando uma versão totalmente nova de vitimização da qual não sairá nada de bom. Gritos de fúria, principalmente a perda das estribeiras nesses casos, devem ser protegidos pela liberdade de expressão, principalmente quando estão fundamentados em fatos.


Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: Child-Rape Crimes Covered Up
Fonte Julio Severo


Leitura recomendada:

quinta-feira, junho 11, 2015

Viadagens teológicas: ambiente da teologia da libertação e TMI produzindo teologia gay no Brasil

por Julio Severo





Introdução

Quando eu já havia finalizado esta reportagem, veio uma bomba: Toni Reis, o fundador da ABGLT, deu uma palestra numa aula de educação sexual na Faculdade Evangélica do Paraná no final de abril de 2015. A ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil, tem hoje condição consultiva na Organização das Nações Unidas. Toni havia apresentado queixas em 2013 contra o Pr. Silas Malafaia, o mais proeminente pastor da Assembleia de Deus no Brasil, e contra Julio Severo em 2007. Ambas as queixas eram sobre “homofobia” e foram apresentadas no Ministério Público Federal. Toni tem sido ativo em pressões para que o governo apoie seus esforços para impor a doutrinação homossexual nas crianças do Brasil. A Faculdade Evangélica do Paraná, que recebeu Toni como palestrante, é sustentada por várias igrejas protestantes. A presença dele numa instituição evangélica mostra que a Igreja Evangélica no Brasil precisa urgentemente conhecer os perigos da teologia, ideologia e ativismo gay. Com esta reportagem, quero ajudar as igrejas a evitar convidar para suas instituições radicais militantes ideológicos decididos a homossexualizar crianças e perseguir cristãos.

Teologia gay e suas raízes liberais

Teologia homossexual? No Brasil isso só existe em “igrejas” não reconhecidas, fundadas por indivíduos que se apostataram do Evangelho e saíram de igrejas reconhecidas (Assembleia de Deus, Igreja Batista, etc.). Esses indivíduos não foram, em seu ativismo, aceitos em igrejas reconhecidas e assim tiveram de fundar suas próprias teologias e igrejas independentes.



Só nos EUA existe o fenômeno de teologia homossexual avançando em igrejas reconhecidas, como a Igreja Presbiteriana dos EUA e outras grandes denominações protestantes históricas americanas. Todas essas igrejas têm um problema comum antigo: o Evangelho Social, uma teologia liberal e esquerdista que começou a afetá-las na década de 1870.

A teologia homossexual só se tornou realidade entre essas igrejas reconhecidas depois que tal liberalismo teológico se alastrou e se solidificou por mais de 100 anos.
Liberalismo e esquerdismo então acabam se tornando pai e mãe da teologia homossexual.

Teologia gay numa igreja “protestante” não-reconhecida

No Brasil, o mais importante documento teológico homossexual de uma igreja protestante não reconhecida vem da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro. Essa igreja não reconhecida nasceu da Igreja da Comunidade Metropolitana dos EUA, a primeira e maior denominação homossexual americana, que se alastrou para 37 países.
Em seu documento “Algumas verdades que os gays precisam saber sobre a Bíblia,” do início da década de 2000, a Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro desconstrói as principais passagens da Bíblia que claramente condenam o pecado homossexual, dizendo que as condenações não são feitas por Deus nem pela Bíblia, mas por supostas más interpretações teológicas.

Entre suas muitas aprovações do comportamento homossexual, o documento diz:



“A orientação sexual faz tanto parte de você como a cor da sua pele ou como as manchas do leopardo, você não pode mudar ou deixar de ser o que você foi criado por Deus para ser.”

“A orientação sexual, tanto para heterossexuais como para homossexuais, não é algo que uma pessoa escolha. Alguns estudos recentes indicam que a orientação sexual tem uma grande influência genética ou biológica sendo, provavelmente, determinada antes ou pouco depois do nascimento.”

“Como a homossexualidade não é uma doença ou desvio, não existe nada para curar.”

Mas não posso fazer essas citações sem respeitar o aviso expresso do documento, que diz: “Na cópia ou reprodução total ou parcial deste material deve obrigatoriamente ser mencionado os créditos dos autores.” Respeitando então esse aviso, reproduzo a autoria que consta registrada no documento: “Escrito por Pastor Marcos Gladstone e Ciro D’Araujo.”

Gladstone era o “pastor” da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro. Ciro é o filho de Caio Fábio, outrora o mais famoso pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Caio também foi o maior e mais astuto promotor da Teologia da Missão Integral (TMI) na história da Igreja Evangélica do Brasil. Um pai na TMI acabou produzindo um filho na teologia gay.

A TMI foi inspirada no Brasil pelo Rev. Richard Schaull, um missionário presbiteriano americano que foi professor, durante a década de 1950, do maior seminário teológico da Igreja Presbiteriana do Brasil. Schaull era um grande adepto e promotor do Evangelho Social.

Teologia gay numa igreja protestante reconhecida

Embora a TMI seja comum em meios presbiterianos, sua aceitação oficial descarada é muito mais comum na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), que tem líderes proeminentes da Teologia da Libertação e líderes proeminentes da Teologia da Missão Integral.

Qualquer pessoa minimamente inteligente deveria concluir que se o Evangelho Social (que é a mãe da TMI) acabou produzindo uma teologia pró-sodomia na Igreja Presbiteriana dos EUA, o que esse “evangelho” iria produzir no Brasil?

Em 2006, a EST (Escola Superior de Teologia), o maior seminário teológico da IECLB, teve como palestrante convidado Luiz Mott, o patrono do movimento homossexual brasileiro.

Mas os escorregões homossexualistas da EST não param por aí.

André Sidnei Musskopf, professor da EST, apresentou em 2008 sua tese na EST na área de Teologia Sistemática. Sua tese, para pós-graduação em teologia, tem o título explicito de “Via(da)gens teológicas: itinerários para uma teologia queer no Brasil.”

A tese diz: “O argumento central desta Tese é que a teologia precisa andar por outros lugares. Embora este chamado seja dirigido a todas as teologias que se sustentam em uma matriz heterocêntrica para a construção do conhecimento teológico, ele se dirige de maneira especial para a Teologia da Libertação Latino-Americana, em cuja caminhada as reflexões desta Tese se inserem.”

Teólogo luterano aprendendo teologia gay nos EUA

Musskopf afirma que o que foi decisivo para ele ter um encontro com a teologia homossexual foi sua experiência com a teologia da libertação e a teologia feminista fortemente presentes na EST na década de 1990. Seu encontro direto com a teologia homossexual ocorreu nos Estados Unidos, onde ele estava fazendo intercâmbio de estudos em igrejas luteranas liberais em vários estados dos EUA. Ali ele conheceu o livro “A Gay Liberation Theology” (Uma Teologia da Libertação Gay) de Richard Cleaver. Musskopf confessa que o livro de Cleaver “foi a primeira publicação encontrada” que respondeu perfeitamente aos seus anseios alimentados na Teologia da Libertação. A experiência americana o introduziu num radical ativismo homossexual teológico.

Ele diz sobre o livro “A Gay Liberation Theology” (Uma Teologia da Libertação Gay): “Saber que existia algo que se chamava ‘teologia gay’ era reconfortante e, ao mesmo tempo, promissor, uma vez que, de onde eu vinha [o Brasil], nunca tinha ouvido falar de nada disso.”

Seu interesse então é que a teologia gay nascida nos EUA repercuta no Brasil e em toda a América Latina. Ele diz: “Se o ponto de partida é a teologia homossexual-gay-queer produzida nos Estados Unidos, a pergunta que encerra a (re)construção desta paisagem descoberta e habitada é pela existência de uma tal teologia no Brasil e na América Latina.”
Ele acrescenta: “A descoberta de uma Teologia Gay nos Estados Unidos também retorna como uma forma de compartilhar um conhecimento produzido em outros contextos, mas importante no estabelecimento dos itinerários para uma teologia queer no Brasil ou em outro contexto.”

Pelo fato de que a teologia gay nos EUA é a mais avançada e poderosa do mundo, é uma ameaça homossexualista para todas as igrejas cristãs mundiais. Aliás, os EUA estão na vanguarda da infecção homossexualista global, espalhando e impondo o vírus da agenda gay no mundo inteiro.

Quando os EUA tinham uma avançada teologia gay, o Brasil e muitas outras nações não tinha nenhuma teologia tal. Meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado originalmente pela Editora Betânia em 1998, alertava que a propagação da teologia, ideologia e ativismo gay nos EUA acabaria alcançando o Brasil. No entanto, as predições do meu livro, baseadas na realidade dos EUA, foram muitas vezes rejeitadas ou até zombadas no final da década de 1990. Muitos leitores achavam que era absurdo supor que o Brasil poderia se tornar como os EUA em ativismo homossexual. Hoje, o Brasil e seu governo socialista estão firmemente seguindo a realidade americana. Para fazer o download do livro “O Movimento Homossexual,” vá a este link: http://bit.ly/ZzOglb

A teologia gay mais importante do Brasil

Musskopf faz uma viagem descrevendo o nascimento e expansão da Teologia Gay no Brasil, revelando, inclusive, que “Em 1998 o Pastor Orellana foi ordenado como o ‘primeiro pastor assumidamente gay’ no Brasil pelo Pastor Nehemias Marien da Igreja Presbiteriana Bethesda.”

Não é à toa que, com sua tese, André Sidnei Musskopf tenha se tornado o maior teólogo da Teologia Gay no Brasil.

A teologia gay de Marcos Gladstone e Ciro D’Araújo é curta e simples, mas a teologia gay de Musskopf é longa, profunda e detalhada.

“Viadagens Teológicas,” de André Sidnei Musskopf, é uma obra com extensa bibliografia de livros americanos, evidenciando que sem as fontes americanas, seria quase impossível Musskopf ter escrito um trabalho que, com a aparência de pesquisa séria, desconstrói tudo o que Deus fala na Bíblia contra o homossexualismo e constrói uma homossexualidade aceita por Deus.

O ambiente ideal para o nascimento, crescimento e expansão da Teologia Gay é o ambiente onde prolifera a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral. Aliás, Musskopf explica: “Os grupos e igrejas GLBT assemelham-se às Comunidades Eclesiais de Base de onde emergiu a Teologia da Libertação na década de 1970.”

Em sua tese, ele explica também que outros teólogos latino-americanos que estão se abrindo para a a teologia homossexual tinham tido primeiramente uma experiência com a Teologia da Libertação, cuja versão evangélica é, de acordo com Robinson Cavalcanti e Ariovaldo Ramos, a Teologia da Missão Integral.

Infecção homossexualista em instituições teológicas

Ele diz: “Mesmo assim, ao lado de lideranças atuantes nos grupos e igrejas cristãos GLBT, há um número crescente de teólogos desenvolvendo estudos acadêmicos e que são vozes importantes para se pensar uma teologia homossexual-gay-queer brasileira e latinoamericana. Várias dissertações de mestrado e teses de doutorado têm sido defendidas nos últimos anos enfocando estas questões. Em 2001, Mário Ferreira Ribas defendeu Dissertação de Mestrado na Universidade Metodista de São Paulo com o título ‘Escritura, tradição e razão no debate sobre a homossexualidade no anglicanismo.’

Musskopf destaca a importância do “crescente contato com teólogos gays norte-americanos, a vivência dos grupos cristãos GLBT, o contato com os estudos da homocultura, a maior imersão no Movimento GLBT e a busca por reconhecimento na academia teológica brasileira.”

Ele conta como ele ajudou a organizar a Parada Gay de São Leopoldo, cidade-sede da EST, em 2006. Ele revela também que existe um grupo de militantes homossexualistas dentro da EST.

Pelo fato de que tanto a IECLB quanto sua EST são instituições evangélicas reconhecidas, outras instituições evangélicas também mantêm relações com a EST. Em setembro de 2014, a EST realizou o II Congresso Internacional de Faculdades EST, onde a palestra de abertura foi dada por um professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Esse professor também dá aulas na Universidade Metodista de São Paulo, uma das instituições evangélicas mais esquerdistas do Brasil, juntamente com a EST.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie não é homossexualista, mas em 2013 convidou o deputado Jean Wyllys, um dos maiores ativistas gays do Brasil, para um debate com um advogado evangélico. Os estudantes dessa universidade protestante vaiaram o evangélico e aplaudiram o ativista gay.

Esse professor do Mackenzie jamais daria uma palestra na Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro. Mas deu na EST.
A Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro, o “pastor” Marcos Gladstone e Ciro D’Araújo são livres para defender a teologia homossexual e qualquer outra teologia pervertida. A igreja e as obras deles, embora o pai de Ciro fosse outrora a maior estrela presbiteriana do Brasil, não gozam de nenhum reconhecimento no mundo evangélico. Portanto, não têm validade alguma.

Contudo, quer gostemos ou não, a EST tem reconhecimento oficial no mundo evangélico.
O reconhecimento de uma grande igreja protestante histórica como a luterana proporciona para Musskopf muitas oportunidades, inclusive no Congresso Nacional. Ele é autor de vários livros e participa de eventos nacionais e internacionais para dar sua visão teológica militante a favor da agenda gay.

Musskopf é autor do livro “Talar Rosa: Homossexuais e o ministério na igreja,” que defende a ideologia gay a partir de uma interpretação torcida da Bíblia. Ele é autor também do capítulo “Teologia e hermenêutica bíblica queer” do livro Imagem & diversidade sexual: Estudos da Homocultura (São Paulo: Nojosa, 2004), organizado por Denilson Lopes, ativista homossexual autor do artigo pró-pedofilia “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea,” denunciado por mim em 2007.

A influência dele não se limita da EST. Musskopt foi preletor no 10º Seminário LGBT, realizado no Congresso Nacional em 2013. O grande seminário homossexual foi patrocinado pelo governo do PT.

Quando toda as esquerdas evangélicas do Brasil assinaram, com o patrocínio da revista Ultimato, um manifesto contra a nomeação do Dep. Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Musskopf foi um dos assinantes. Nada mais natural do que ativistas gays “cristãos” e evangélicos esquerdistas andarem em união.

Feliciano é um pastor da Assembleia de Deus e a maioria dos “cristãos” que se opuseram a ele eram protestantes tradicionais (presbiterianos, luteranos, etc.) adeptos da TMI

Como luterano, Musskopf passou anos na igreja sendo influenciado pela Teologia da Missão Integral e Teologia da Libertação. O resultado? Viadagens teológicas. Se ele tivesse vivido num ambiente evangélico aberto à libertação que Jesus Cristo oferece — e há muitas igrejas renovadas, pentecostais e neopentecostais no Brasil que dão liberdade para Jesus libertar e salvar pessoas escravizadas ao pecado homossexual —, Musskopf teria esperançosamente sido liberto de suas viadagens e, em vez de louvá-las, ele estaria louvando o Salvador Jesus Cristo.

Mas em vez de Jesus, sua denominação priorizou o liberalismo teológico da TMI, e o resultado é membros, pastores e teólogos sem libertação.
As viadagens teológicas da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro, do “pastor” Marcos Gladstone e de Ciro D’Araujo nunca foram aceitas no mundo evangélico, pois a igreja e a teologia deles não têm nenhum reconhecimento entre os evangélicos. Em resumo, eles não são evangélicos.

Igreja Luterana: Na vanguarda da Teologia da Libertação, TMI e teologia gay

No entanto, a EST e a IECLB, juntamente com seu amor pela TMI, Teologia da Libertação, a teologia feminista e teologia homossexual, são protestantes tradicionais e fazem parte do mundo protestante tradicional. Graças a EST e IECLB, Musskopf e suas viadagens teológicas fazem parte do mundo luterano e podem, cedo ou tarde, contaminar o mundo evangélico, começando pelo mundo acadêmico dos professores de teologia.


A IECLB tem líderes liberais internacionais. O Rev. Walter Altmann, que já foi presidente da IECLB, é moderador do Conselho Mundial de Igrejas e é um teólogo conhecido internacionalmente por defender a Teologia da Libertação (TL).


Outro importante líder da IECLB é o Rev. Valdir Steuernagel, conhecido no Brasil como um ativista da TMI e conhecido internacionalmente por ser líder no Movimento Lausanne e na Aliança Evangélica Mundial.


Desse ambiente liberal pró-TL e pró-TMI, o que pode resultar? Um teólogo homossexualista chamado Musskopf.


Com Altmann, a IECLB está na vanguarda da Teologia da Libertação.


Com Steuernagel, a IECLB está na vanguarda da Teologia da Missão Integral.


Com Musskopf, a IECLB está na vanguarda da Teologia Gay.


É claro que Steuernagel não é mais proeminente em defesa da TMI do que o calvinista Ariovaldo Ramos e Caio Fábio.


Apesar da grave ameaça do liberalismo teológico, que abrange desde a TMI até a teologia homossexual, a preocupação maior de igrejas protestantes tradicionais como a IECLB tem sido a “teologia” (ou falta de teologia!) de igrejas pentecostais e neopentecostais que, com todos os seus defeitos, não estão abertas ao liberalismo teológico nem à teologia homossexual.


Nessas igrejas, um militante homossexual não tem espaço e tem de sair para se envolver em ativismo homossexual.


Em contraste, na IECLB, um militante homossexual pode escrever livros teológicos e muito mais. André Sidnei Musskopf, que é professor de teologia na EST, é prova dos espaços liberais que a Teologia da Missão Integral acaba abrindo para o ativismo homossexual numa das maiores denominações protestantes tradicionais do Brasil.
Começaram na TMI e Teologia da Libertação e hoje estão no buraco negro das viadagens teológicas.


A linguagem de Musskopf é cheia de jargões de profissionais ideológicos, em contraste com a linguagem de Jesus, que usava os exemplos mais básicos para mostrar que ele estava perto do povo. Ele falava sobre pães e outras coisas do cotidiano, enquanto que os teólogos da TMI têm uma linguagem tão elevada que só alcança teólogos e ativistas.
Se você tem muito tempo para perder em filosofices e teologices gays, “Viadagens Teológicas” de Musskopf é leitura indispensável.


Bruxaria e homossexualismo


Em sua tese, Musskopf reconhece que a bruxaria e o espiritismo são mais receptivos ao homossexualismo e seus praticantes.
A tese dele tem 36 menções positivas da umbanda, 19 menções positivas do candomblé e nenhuma condenação. A tese dele diz: “Deus está na igreja, mas também está no terreiro.”


O Brasil é o país mais espírita do mundo. Musskopf explica que assim como a teologia gay brasileira teve origem nos EUA, o espiritismo brasileiro (que é favorável ao homossexualismo) também teve origem nos EUA. Ele diz:




“No contexto brasileiro houve, ainda no século XIX, o surgimento do ‘espiritismo.’ Originado no final da década de 1840 nos Estados Unidos e desenvolvido como ‘ciência’ de maneira especial na década de 1850 na Europa, a primeira sessão espírita no Brasil ocorreu em 1865 e em 1884 foi fundada a Federação Espírita Brasileira. A partir de então o espiritismo se espalhou por todo o Brasil rapidamente e ganhou grande notoriedade na década de 1950 com as ‘curas espirituais’ do Dr. Fritz e, principalmente, através da figura de Chico Xavier por suas centenas de publicações e por ter se tornado um exemplo de santidade.”


Musskopf diz que embora em sua origem o espiritismo seja uma “ciência,” no Brasil ele tornou-se uma religião (p. 82).
A fagulha espírita nos EUA se transformou em fogueira incontrolável no Brasil.
O que é preocupante é que se uma fagulha pode causar tanto estrago em outros países, como ficarão o Brasil e outras nações agora que os EUA exportam teologia homossexual e outras fogueiras teológicas?
De forma geral, o espiritismo brasileiro é aberto à agenda homossexual. Isso pode explicar a razão não só das políticas homossexualistas do governo brasileiro, mas também o apoio que o governo brasileiro dá ao governo americano em seus esforços, inclusive na ONU, de impor o homossexualismo no mundo inteiro.
Espiritismo e bruxaria andam juntos com homossexualismo.


Luiz Mott, cujo ativismo homossexual critica o Cristianismo conservador e louva a umbanda e o candomblé, é mencionado 41 vezes de forma favorável na tese de Musskopf.
Denilson Lopes é citado 15 vezes de modo igualmente favorável. Tanto Mott quanto Lopes são ativistas homossexuais acusados de defender a pedofilia. Lopes é autor do artigo “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea.”


Musskopf destaca que a Igreja Católica e as Igrejas Protestantes históricas têm tradições contra o homossexualismo. Mas é possível entender em seu trabalho que ambas as igrejas não souberam lidar com o espiritismo e a bruxaria, que têm grande espaço para o homossexualismo. Embora tanto a Teologia da Libertação quanto a Teologia da Missão Integral hostilizem o neopentecostalismo, Musskopf diz: “Mas foi o Neopentecostalismo que fez esta articulação de maneira mais completa, pois, além de encontrar maior aceitação entre as classes populares, ele ‘representa um movimento teológico de contato de cosmovisões nunca antes tocadas: do protestantismo europeu reformado e do novo mundo com o Brasil Católico ancorado na tradição afro e indígena.’”
Liberalismo presbiteriano


De fato, há exemplos de igrejas históricas que não sabem lidar com o espiritismo. O Rev. Marcos Amaral, da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), tem se tornado famoso por se unir a líderes das religiões afro-brasileiras para combater o “preconceito” contra a bruxaria.


Outro líder na IPB, o Rev. Marcos Botelho, escreveu um artigo intitulado “Os direitos LGBTT e a fé cristã,” na revista presbiteriana Ultimato, onde ele disse que a “culpa” dos ativistas gays quererem impor uma tirania homossexual sobre toda a população do Brasil é “porque nós cristãos não estamos fazendo a nossa parte e lutando para o direito de todos: o de escolher livremente a sua opção sexual.”


Botelho é um dos diretores da organização Jovens da Verdade (JV), que tem uma faculdade teológica (FLAM), dirigida pelo promotor da TMI Ariovaldo Ramos, exclusivamente ocupada com a TMI. O JV patrocina eventos da TIM.


Como exemplo de que os cristãos têm de lutar para promover a causa homossexual, Botelho havia citado que o divórcio no Brasil católico foi legalizado por um deputado presbiteriano. Botelho, que é um defensor da TMI, nunca foi repreendido por seu liberalismo teológico. Outro líder da IPB, o Rev. Luiz Longuini, é divorciado quatro vezes e tem um livro, publicado pela Ultimato, defendendo a TMI.


Se Botelho fosse pastor assembleiano, dificilmente ele escaparia de uma disciplina ou expulsão por suas palavras pró-homossexualidade.


A Igreja Católica no Brasil, que é a maior nação católica do mundo, está quase toda dominada pela Teologia da Libertação. E as Igrejas Protestantes históricas (onde a IECLB de Musskopf ocupa lugar de destaque) estão cada vez mais dominadas pela Teologia da Missão Integral. Nenhuma dessas igrejas expulsa demônios ou considera elementos demoníacos no homossexualismo ou outras perversões.


E se Musskopf frequentasse uma igreja neopentecostal?


Em comparação, como reconheceu Musskopf, as igrejas pentecostais e neopentecostais alcançam diretamente o povo, sabem lidar com o que é aproveitável das tradições da Reforma e sabem lidar com as tradições do espiritismo, umbanda e candomblé e suas ligações com homossexualismo. Enfim, essas igrejas, que não costumam ser abertas à Teologia da Libertação e à Teologia da Missão Integral, entendem o homossexualismo como pecado e, onde necessário, expulsam os devidos demônios.


Dificilmente, Musskopf conseguiria ser numa igreja neopentecostal como a Igreja da Graça o que ele é na IECB: um ativista homossexual protestante.
Dificilmente ele conseguiria fazer numa igreja neopentecostal como a Igreja Bola de Neve o que ele faz na IECLB: promover uma teologia gay.
Dificilmente uma igreja neopentecostal deixaria de dar a ele o que a IECLB e outras igrejas protestantes históricas não dão: ministrações sob o poder do Espírito Santo e até expulsão de demônios.


Numa grande igreja neopentecostal como a Igreja da Graça ou a Igreja Bola de Neve, Musskopf teria de sair da igreja para assumir sua militância homossexual “cristã” e sua teologia gay. Na IECLB, que é a maior denominação luterana do Brasil, ele pode ocupar espaço, resistir ao que resta de conservadorismo e “produzir”: militância, ativismo e teologia gay.


“Sabedoria” teológica a serviço do pecado homossexual
Aliás, Musskopf disse que sua tese “é organizada em três momentos — ‘ocupar, resistir, produzir’ — um dos lemas mais conhecidos do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).”
Ele e seu grupo já estão “ocupando, resistindo e produzindo” na EST e na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Como é comum entre evangélicos liberais, Musskopf não gosta de ambientes conservadores. Ele gosta de ambientes da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral. É só nesse tipo de ambiente progressista que ele e sua teologia têm espaço de crescer e florescer.
Com a ajuda da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral, ele espera que sua teologia gay acabe “ocupando, resistindo e produzindo” em muitos centros teológicas do Brasil.
Onde essas teologias liberais têm espaço (principalmente igrejas protestantes tradicionais), haverá uma “esperança” maldita da teologia gay ser aceita. Onde essas teologias liberais não têm espaço (principalmente igrejas pentecostais e neopentecostais), a teologia gay terá muita dificuldade de ser aceita.
“Viadagens Teológicas,” de André Musskopf, transpira profundidade filosófica, sociológica e teológica, mas sem nenhum compromisso com a verdade de Deus. É uma obra de sabedoria humana a serviço da teologia gay, loucamente torcendo a Palavra de Deus para satisfazer a um vício sexual depravado. Lendo-a, recordei:


“Porquanto está escrito: ‘Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos homens cultos.’ Onde está o sábio? Onde está o homem culto? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus completamente insensata a sabedoria deste mundo?” (1Co 1:19-20 King James AtualizadaKJA)


Em contraste, a Palavra de Deus é perfeita para os simples, não para os que se consideram teologicamente “sábios”:


“A entrada das duas palavras dá luz; dá entendimento aos simples.” (Salmo 119:130 NKJV)
“A lei do Senhor é perfeita, convertendo a alma. O testemunho do Senhor é garantido, transformando os simples em sábios.” (Salmo 19:7 New King James Version 
NKJV)

O que a Palavra de Deus diz sobre homem tendo sexo com homem?




“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 NVI)


“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
É claro que Jesus pode salvar pecadores simples que querem ser libertos de seus pecados. Mas ele não pode salvar pecadores teologicamente “sábios” que adoram justificar teologicamente seus pecados.
A teologia gay é apenas um modo de impedir os pecadores homossexuais de aceitar a redenção de Jesus.
Os que amam o reino da Sodoma teológica não entrarão no Reino de Deus.

terça-feira, junho 02, 2015

Hillary Clinton ajudou no surgimento do ISIS.




Hillary Clinton ajudou no surgimento do ISIS.
por  Jerome Corsi



NOVA IORQUE, EUA - Mais de 100 páginas de um documento anteriormente secreto do Ministério da Defesa e do Departamento de Estado dos EUA envolvem o governo de Obama num acobertamento para obscurecer o papel que Hillary Clinton e o Departamento de Estado desempenharam no nascimento do ISIS.

Os documentos foram obtidos num processo, com base na Lei de Liberdade de Informação, feito pelo Observatório Judicial, uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos com sede em Washington.

Os documentos confirmam reportagens do WND durante os mais de três anos passados acerca das evidências de que o embaixador americano Christopher Stevens estava envolvido num esquema para enviar armas de Benghazi, na Líbia, para apoiar as milícias ligadas à al-Qaida que estão lutando contra o governo de Bashar al-Assad na Síria, efetivamente armando os guerrilheiros islâmicos sunitas que acabaram se transformando no ISIS.

Os documentos além disso confirmam as reportagens do WND de que a meta dos terroristas por trás do ataque em Benghazi que matou Stevens era forçar a libertação de Omar Abdul Rahman, o “xeique cego” que está preso nos EUA numa sentença de prisão perpetua por seu envolvimento no ataque a bomba de 1993 do World Trade Center, e para vingar a morte de um proeminente líder da al-Qaida na Líbia morto por um ataque de drone dos EUA no Paquistão.

“Esses documentos são de fazer o queixo de qualquer um cair,” disse Tom Fitton, presidente do Observatório Judicial. “Não é de admirar que tivemos de entrar com mais processos com base na Lei de Liberdade de Informação e aguardar mais de dois anos.”

Fitton mencionou especialmente um documento do Ministério da Defesa, da Agência de Inteligência de Defesa, datado de 12 de setembro de 2012. O documento revela que o ataque ao complexo diplomático dos EUA em Benghazi havia sido cuidadosamente planejado pela al-Qaida e pelas Brigadas do Cativo Omar Abdul Rahman, ligadas à al-Qaida, com o objetivo de “matar tantos americanos quanto possível.”

O documento, datado do dia depois do ataque a Benghazi, foi enviado à então secretária de Estado Hillary Clinton, ao ministro da Defesa Leon Panetta, aos chefes do Estado maior conjunto e ao Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca de Obama.

“Esses documentos também apontam para a conexão entre o colapso na Líbia e a guerra do ISIS — e confirmam que os EUA conheciam detalhes surpreendentes acerca da transferência de armas de Benghazi para os rebeldes islâmicos sírios,” declarou Fitton.

Ele disse que os documentos “mostram que o acobertamento do que aconteceu em Benghazi continuou durante anos e está se desvendando apenas com nossos processos independentes.”

Armas enviadas à Síria
O Observatório Judicial também comentou que documentos do Ministério da Defesa dos EUA divulgados nesta semana contêm a primeira documentação oficial de que o governo de Obama sabia que armas estavam sendo enviadas do Porto de Benghazi para tropas rebeldes na Síria.

Um relatório do Ministério da Defesa datado de outubro de 2012 confirmou:

Armas dos estoques militares da Líbia estavam sendo enviadas do porto de Benghazi, Líbia, para o Porto de Banias e o Porto de Borj Islam, na Síria. As armas enviadas durante o final de agosto de 2012 eram rifles Sniper, granadas antitanque e mísseis de 125 mm e 155mm.



Logo depois da queda do governo de Gaddafi em outubro de 2011 e até o começo de setembro de 2012, armas dos estoques militares da Líbia localizados em Benghazi, na Líbia, foram enviadas do porto de Benghazi aos portos de Banias e Borj Islam, na Síria. Os portos sírios foram escolhidos devido à pequena quantidade de tráfico de carga que transitam nesses portos. Os navios usados para transportar as armas eram de tamanho médio e capazes de conter 10 ou menos contêineres de carga.

Outro relatório da Agência de Inteligência de Defesa, escrito em agosto de 2012, no mesmo período que os EUA estavam monitorando envios de armas da Líbia para a Síria, disse que a oposição na Síria era orientada pela al-Qaida e outros grupos muçulmanos extremistas: “os salafistas, a Irmandade Muçulmana e a al-Qaida são as grandes forças que estão orientando a insurreição na Síria.”

O Observatório Judicial comentou que a predição era que a direção sectarista islâmica da guerra na Síria teria consequências horrendas para o Iraque, as quais incluíam o “grave perigo” do nascimento do ISIS.

Traduzido e editado por Julio Severo do artigo original do WND: Declassified docs: Hillary aided rise of ISIS


segunda-feira, maio 18, 2015

Testemunho Evangélico Fundamental contra o Socialismo.







Parte 1

por Julio Severo
“Fundamentalismo” hoje é uma palavra suja, e a razão é o ódio socialista contra os cristãos conservadores.




O termo original “fundamentalismo” era usado em referência a evangélicos que desenvolveram e seguiram “Os Fundamentos,” um enorme livro teológico, editado por R. A. Torrey e publicado entre 1910 e 1915, para confrontar o liberalismo, o ecumenismo, o catolicismo, o socialismo e heresias entre igrejas protestantes no início do século XX.
Pelo fato de que os socialistas não gostaram de “Os Fundamentos” e suas posturas cristãs conservadoras, eles trabalharam durante muitas décadas para transformar “fundamentalismo” numa palavra suja. Eles tiveram sucesso.
“Os Fundamentos” revela que, mesmo antes do nascimento da União Soviética, o socialismo era uma influência forte na sociedade e igrejas dos EUA.
O capítulo sobre socialismo em “Os Fundamentos” foi escrito pelo Rev. Charles R. Erdman (1866-1960), professor no Seminário Teológico Princeton. Erdman era um pastor presbiteriano, e ele não conseguiria ter visualizado seu seminário enviando socialistas para formar socialistas em outras nações.
Em 1952, o missionário presbiteriano ecumênico Richard Shaull (1919-2002) foi enviado ao Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, onde ele deu aulas até 1959. Shaull era doutor em teologia pelo Seminário Teológico de Princeton. O nascimento da Teologia da Missão Integral (TMI) no Brasil tem origem nele.
Ainda que a TMI seja rotulada de versão protestante da Teologia da Libertação, a TMI nasceu antes da Teologia da Libertação. Para mais informações, baixe meu e-book gratuito aqui: http://bit.ly/11zFSqq

A TMI é o liberalismo teológico mais difundido nas igrejas protestantes da América Latina, principalmente no Brasil, em nossa época.
O testemunho evangélico fundamental do Rev. Charles R. Erdman contra o socialismo 100 anos atrás denuncia as incursões poderosas do socialismo na sociedade e igrejas dos EUA quando não existia nenhuma União Soviética e KGB. Estou publicando o testemunho dele para ajudar os evangélicos do Brasil a evitar a TMI e suas armadilhas socialistas.
A denúncia dele contra o socialismo será publicada por mim em 4 partes, e está é a primeira:

A Igreja e o Socialismo

Prof. Charles R. Erdman, D. D., Seminário Teológico Princeton
A ascensão súbita do socialismo é o movimento mais surpreendente e importante de nossa época. Poucos anos atrás o termo sugeria um sonho de fanáticos. Hoje, esse termo personifica o credo e a esperança de milhões de pessoas inteligentes. Por exemplo, nos Estados Unidos 20.000 eleitores votaram em socialistas em 1892. Em 1912, o número de americanos que votaram em socialistas foi 900.000. Na França, o número de eleitores socialistas foi 1.104.000, e na Alemanha mais de 3.000.000. E nesses e outros países multidões que não estão abertamente alinhadas com o socialismo político estão imbuídas de princípios socialistas e são defensoras de teorias socialistas.

A Igreja Cristã está profundamente preocupada com esse grande movimento. Primeiro, por causa do esforço que muitos nos EUA estão fazendo para identificar o socialismo com o Cristianismo. Segundo, porque, no outro extremo, o socialismo popular vem sendo sugerido como substituto para o Cristianismo e é antagônico ao Cristianismo. E terceiro, pelo fato de que a força do socialismo consiste em grande parte de seu protesto contra os males sociais existentes, males semelhantemente opostos pela Igreja Evangélica, mas que só podem ser corrigidos de forma definitiva pelo governo universal de Cristo.

1. O socialismo, em sua definição estrita, é uma teoria econômica que propõe a abolição do capital privado e a substituição da propriedade coletiva para avançar o trabalho industrial do mundo. Essa propriedade coletiva deve ser estendida a todos os instrumentos materiais de produção. Esses instrumentos devem ser dirigidos pelo povo, e os produtos devem ser distribuídos de forma igual. O governo deve ficar totalmente nas mãos do povo, e deve designar a cada indivíduo sua tarefa e decidir seu salário. Cada cidadão deve ser na realidade um empregado do governo.

É evidente que se deve distinguir o socialismo do comunismo com o qual é muitas vezes confundido. O comunismo defende a propriedade coletiva de todas as riquezas. O socialismo não nega o direito da propriedade privada, mas do capital privado. Num país socialista alguém pode possuir uma casa, mas não pode alugá-la para aumentar sua renda. 

Ele pode possuir um iate, mas não pode usá-lo para transportar passageiros por dinheiro. Sob o comunismo, não haveria nenhuma propriedade privada, e seria literalmente verdade que “nenhum homem poderia chamar nada que ele possuísse como seu.”

O socialismo tem diferenças ainda mais evidentes com o anarquismo. O anarquismo busca abolir todo o governo. Mas os socialistas defendem a extensão das funções do governo para regular a vida e o trabalho de todos os indivíduos nos mínimos detalhes. A anarquia significa nenhum governo. O socialismo propõe mais governo do que qualquer nação já viu.

Obviamente, o socialismo jamais deveria ser confundido com a forma extrema de anarquia conhecida como niilismo. O niilismo defende a abolição violenta de todas as instituições sociais e políticas existentes. É verdade que os socialistas muitas vezes propõem revolução e violência, mas um número cada vez maior de socialistas acredita que seus objetivos serão alcançados por meio de um processo gradual de evolução social avançando para a meta de uma propriedade coletiva do capital. Não é certo, pois, identificar o socialismo com assassinatos, ilegalidades e revoltas.

Continua na parte 2.
Traduzido por Julio Severo do livro original em inglês “The Fundamentals” publicado nos EUA em 1910.