quinta-feira, março 31, 2011

De frequentador da zona a crítico dos juros altos, José Alencar está a caminho da canonização



Mais um São José? Protetor do 


empregado chinês?



No Brasil, a exemplo do que ocorre em boa parte do planeta, exigir coerência no mundo político é a mais hercúlea das tarefas. Quiçá não seja uma empreitada completamente impossível. Quando um político passa para o outro lado da vida, se é que isso de fato existe, suas mazelas chegam à sepultura muito antes do cadáver. O mau vira bom, o desonesto vira honesto, o implacável vira um coitado. Sem querer duvidar da sua honestidade, esse cenário já recobre a morte de José Alencar Gomes da Silva, vice-presidente da República nos dois mandatos de Lula da Silva (2003-2010), que morreu em São Paulo após mais de uma década de luta contra um câncer abdominal.
Tão logo subiu a rampa do Palácio do Planalto pela primeira vez, José Alencar não demorou a tecer suas críticas contra as altas taxas de juros. Mal sabia Alencar que os banqueiros derramaram verdadeiras fortunas na campanha de Lula e ao incauto povo brasileiro cabia pagar a conta. Como cabe até hoje. E o esperneio discursivo do empresário José Alencar pouco adiantou. Fosse um homem coerente, Alencar teria alcançado o boné e renunciado. Só não o fez por conta de interesses maiores.
Ano e meio depois de tomar posse ao lado de Lula, o simpático José Alencar adotou obsequioso silêncio diante do escândalo que ficou nacionalmente conhecido como “Mensalão do PT”, esquema criminoso de cooptação de parlamentares que trocaram a consciência por um punhado de dinheiro imundo. É verdade que todos são inocentes até prova em contrário, mas no PT de outrora rezava a regra de que para condenar alguém bastavam apenas evidências. A profecia é de autoria de José Dirceu de Oliveira e Silva, o Pedro Caroço, figura com a qual José Alencar conviveu sem qualquer reserva.
O agora santificado José Alencar apostou nas palavras do companheiro Lula, que certa vez disse com todas as letras que a China é uma economia de mercado. Certo de que o parceiro palaciano sabia das coisas, Alencar deflagrou um processo para abrir uma unidade de seu conglomerado têxtil no país da lendária muralha. Mesmo com o Brasil sofrendo há anos a concorrência desleal dos fabricantes chineses de tecidos e afins, Alencar exigiu que o projeto fosse cumprido à risca. E o mercado brasileiro de tecidos, que deveria ser defendido pelas autoridades verde-louras e também pelo então vice-presidente, foi mandado às favas inclusive por José Alencar.
Por ocasião da CPI dos Correios, que acabou investigando a fonte de financiamento do Mensalão petista, o nome da Coteminas veio à baila, pois a empresa de José Alencar recebeu em uma de suas contas bancárias um depósito de R$ 1 milhão feito pelo PT. Alencar, que logo tratou de isentar de qualquer culpa o seu conglomerado empresarial, alegou que as explicações deveriam ser cobradas do próprio PT. A operação, segundo José Alencar, decorreu do fornecimento de 2,75 milhões de camisetas aos candidatos petistas nas eleições municipais de 2004. O então presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, informou a José Alencar, horas depois da eclosão do escândalo, que o repasse à Coteminas não foi contabilizado pelo partido. A dívida, de R$ 12 milhões, correspondia à época a 50 carretas abarrotadas de camisetas. Para contemplar as necessidades de Lula e Alencar, o caso foi devidamente abafado.
Guindado ao Ministério da Defesa por decisão de Lula, o empresário José Alencar viu a sua Coteminas vender cada vez mais uniformes para o Exército brasileiro. Coincidência? Talvez, mas na política essa palavra não existe no dicionário.
Em 2006, ao aceitar o convite para novamente fazer dupla com Lula da Silva, José Alencar acabou por endossar o “Mensalão” e outros tantos escândalos de corrupção patrocinados pelo Partido dos Trabalhadores e por muitos palacianos. Na ocasião eclodiu o escândalo do Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos apócrifos para prejudicar os então candidatos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra. Mais uma vez, diante de um novo escárnio com a digital da esquerda brasileira, Alencar preferiu submergir.
No quase infindável imbróglio da Varig, coube a José Alencar aproximar o empresário Constantino Oliveira, o nada diplomático Nenê, do presidente Lula, que implorou para que o dono da Gol comprasse a outrora mais importante companhia de aviação do País. Muito estranhamente, Nenê Constantino, tão mineiro quanto José Alencar, atendeu aos apelos de Lula e arrematou a Varig por US$ 300 milhões, uma empresa que estava resumida à própria marca. Até hoje ninguém conseguiu entender a transação que nem mesmo o mais incauto investidor seria capaz de apostar suas economias, mas o universo do poder tem essas situações inexplicáveis.
Em agosto de 2010, ao ser entrevistado pelo apresentador Jô Soares, o nada elegante José Alencar aceitou falar sobre o processo de investigação de paternidade que lhe movia Rosemary de Morais, sua suposta filha, e a recusa em se submeter a um teste de DNA. Ao apresentador global o agora bonzinho José Alencar repetiu o que disse à Justiça. Que a mãe de sua suposta filha era prostituta e que ele [José Alencar] foi um frequentador contumaz das zonas de meretrício das cidades onde morou desde jovem. Ao expor a mãe da sua suposta filha de forma tão covarde e aviltante, José Alencar não apenas escancarou o seu caráter, mas mostrou ao mundo ser ele alguém bem diferente daquele que hoje, após a morte, a consternada população brasileira tenta canonizar.
Ter pena de José Alencar por conta da sua luta contra o câncer não causa espanto. Mas há milhares de brasileiros na mesma situação de Alencar e que lamentavelmente dependem do sistema público da saúde para lutar contra a morte. Esses sim são bravos lutadores, dignos de pena e do respeito incondicional de todos.
Em momento algum quero festejar a morte de alguém, até porque esse é o tipo de atitude que não se toma nem mesmo com os mais figadais inimigos, mas não se pode alçar aos céus com tanta rapidez quem ainda tem contas a acertar com o Criador.
De igual maneira, a minha manifestação não se trata de moralismo oportunista, mas serve como apelo aos brasileiros para que releiam a recente história política nacional e que mantenham a coerência no momento em que mais um político se despede da vida terrena.
Errar é humano, é verdade, mas o erro pontual pode ser transformado em plataforma de acertos futuros se o errante tiver um mínimo de massa cinzenta. Como sempre escrevo, digo e não canso de repetir, sou o melhor produto dos meus próprios erros. Ainda bem! E é por isso que espero que no momento da minha morte os meus inimigos preservem a coerência e mantenham as críticas que me fizeram ao longo da vida. Só assim descansarem em paz, ciente de que mesmo longe dessa barafunda continuarei coerente e incomodando.
O meu finado pai, que tantos bons exemplos me deixou, por certo não encontrou minha mãe na zona mais próxima, mas os que me odeiam podem continuar me chamando de filho da puta – o genial Jânio Quadros dizia que o melhor é se referir ao desafeto como “filho de puta” – com a anuência da minha respeitadíssima genitora. Fora isso, é preciso considerar que, assim como acontece com os árbitros de futebol, jornalistas políticos polêmicos sempre têm uma mãe sobressalente para os costumeiros e inevitáveis xingamentos.
E que o Criador escute as minhas preces e dispense ao ser humano José Alencar o tratamento devido, pois a sua luta pela vida foi inglória. Amém!

Ucho Haddad - 30/03/2011 Imagem: O falecido e a filha não reconhecida

domingo, dezembro 05, 2010

Sonhos e Pesadelos

Sonhos e Pesadelos

Um sonho muitas vezes é incentivado. O garotão que não vê muitas chances de se dar bem na vida, prefere jogar futebol a esquentar a cabeça num banco escolar. Aquele que já tem uma formação acadêmica, mas também não se deu lá muito bem - a concorrência é grande e só os melhores se sobressaem - prefere tomar o caminho da política, não por vocação, mas por vontade de se dar bem.
Quantos sonhadores já não vimos pela vida? Alguns se deram bem, a história está cheia deles: Einstein, Santos Dumont, Bill Gates... . Quantos sonhadores se deram mal? A história fala muito pouco deles; afinal foram perdedores e a história só enaltece aos vencedores. Muitos desses sonhadores viram de perto um pesadelo: O empreendedor que resolveu abrir uma revenda de carros Russos; o fabricante de sorvetes que resolveu instalar-se na Sibéria; o vendedor de aquecedores que aplicou muito dinheiro numa franquia no Saara... .
Esses "perdedores" viram seus sonhos se tornarem pesadelos, mas um pesadelo que atingiu apenas a eles próprios, a mais ninguém.
Mas o que dizer daqueles que são levados a sonhar algo impossível e que, no final, acabam transformando os seus sonhos num pesadelo horrível, não para sí, mas para muitos? Quem não conhece alguém assim?
Eis esse sonhador: o presidente da república, cujo mandato parece jamais ter fim.
Inventado em gabinete, em pleno regime militar, por um fã ardoroso de Maquiavel, Lula nasceu - construído fica melhor na frase - para dar uma certa validade à abertura política. A criatura cresceu embalada pela esquerda espalhada em todas as redações de todos os veículos midiáticos. Foi incentivado a entrar para a política, já que a dita esquerda usava palavras ininteligíveis ao grande público; alguém como ele, que falava o óbvio, para os trabalhadores que queriam ouvir o óbvio, era o personagem ideal.
Passando antes pelo Congresso onde teve uma ridícula participação; onde aprendeu apenas que aquele lugar era um antro de raposas - os 300 picaretas, que hoje são muito mais, todos a serviço dele -; onde foi Constituinte embora não tenha assinado, nem o seu partido, a Constituição ora vigente desde 88, finalmente, dadas as circunstâncias vigentes, Lula foi alçado ao mais alto posto da República Federativa do Brasil, após tres tentativas. Aí estava a realização de um sonho. Começava exatamente aí o pesadelo de muitos que tiveram que conviver com a corrupção deslavada - e enterrada - e com alianças nada recomendáveis com países nada democráticos.
Oito anos de pesadelo talvez fosse um preço a se pagar pelo silêncio da maioria e pela submissão de tantos: Não há mal que bem não traga. Mas não parece que esse dito popular seja uma verdade para os brasileiros de bem: as famigeradas urnas eletrônicas não pensam como tantos e resolveram - elas teem vida! - continuar com o pesadelo. Um horrível pesadelo que tem nome e sobrenome; que tem um passado não muito limpo e que como o seu antecessor,não tem nada a dizer, a não ser aquilo que os que por trás deles querem que eles digam e pensem: Dillma Rousseff.
Não há mal que sempre dure nem bem que não se acabe... Pelo visto esses ditados populares não valem nada para o Brasil: o Pesadelo vai continuar por mais quatro, oito, doze ou mais anos: o Céu (no nosso caso, o Inferno) é o limite.


PS - O Pesadelo agora é em dose dupla: Dilma na presidência e Lula fazendo aquilo que ele pensa ser política:
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a 20ª Cúpula Ibero-Americana, seu último compromisso internacional antes de deixar a presidência da República, para avisar que "não deixará a política" e que "continuará andando pela América Latina". "Eu sou um político latino-americano, não vou deixar a política. Vou ter mais tempo para viajar, quero discutir política. Então, esperem, continuarei andando pela América Latina", disse em Mar del Plata, litoral argentino, onde ocorreu o encontro neste sábado (4/12/2010)" Fonte: Bahia Notícias.


terça-feira, novembro 16, 2010



A alta cultura desapareceu do País, ao ponto de já ninguém ser culto o bastante para dar pela sua falta, quanto mais para enxergar algo de grave nesse fenômeno.
Olavo de Carvalho - 15/11/2010

Neste país, a ânsia de bajular é uma paixão avassaladora, inebriante, incontrolável. Sobretudo nos dias que se seguem à revelação do nome de um novo mandatário, ela bloqueia por toda parte o uso das faculdades racionais, rompe as comportas do mais elementar senso da realidade, dando vazão a arrebatamentos de entusiasmo laudatório que raiam a idolatria e a psicose.

Ninguém, nem entre os melhores, escapa à sua contaminação pestífera e obsediante.

Em artigo recente, o sr. Paulo Rabello de Castro, que num Fórum da Liberdade em Porto Alegre me foi um dia apresentado como uma das mais belas esperanças do pensamento liberal-conservador no Brasil, festeja a vitória de Dilma Rousseff em termos que fariam corar de inibição os mais maduros e circunspectos cabos eleitorais do PT.

Não contente de enxergar méritos inigualáveis na carreira de terrorista daquela senhora incapaz de completar uma frase com sujeito e objeto ou de recordar o título de um só livro que tenha lido, o fundador do Instituto Atlântico explode também em louvores ao antecessor da referida, ao qual ele denomina "um gigante", "provavelmente o maior dos nossos presidentes", e a quem atribui a glória de haver devolvido aos brasileiros o orgulho da nacionalidade.

Como se não bastasse, ele estende seus aplausos a toda a "geração de 68" por nos ter dado figuras estelares como José Dirceu e Franklin Martins, sem as quais, digo eu, nossa História não teria sido embelezada por episódios honrosos como o mensalão e o projeto de controle estatal da mídia.

Enquanto essas efusões de amor febril aos vitoriosos do dia são publicadas no site do Instituto Millenium, entidade nominalmente destinada a combater tudo aquilo que o establishment petista representa, alguns fatos notórios podem dar uma idéia dos motivos de orgulho que inflamam a alma nacional.

O Brasil está em 73º. lugar no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, abaixo do Peru, do Panamá, do México, da Costa Rica e de Trinidad e Tobago.

Segundo dados da mesma ONU, entre quarenta e cinquenta mil brasileiros continuam sendo assassinados por ano (o equivalente a duas guerras do Iraque), fazendo deste país um dos lugares do universo onde é mais perigoso cometer a imprudência de andar nas ruas ou, pior ainda, a de ficar em casa.

O Brasil é o único país da América Latina onde o consumo de tóxicos está aumentando em vez de diminuir.

Nossos estudantes continuam tirando persistentemente os últimos lugares em todos os testes internacionais de aproveitamento escolar.

A universidade que a mídia unânime proclama ser a melhor do Brasil, a USP, ficou em 210º. lugar no ranking das instituições universitárias calculado pelo London Times. Há várias décadas o Brasil não tem um único escritor que se possa comparar aos dos anos 60 ou 70, exceto os nonagenários e centenários que sobraram daquela época. A alta cultura simplesmente desapareceu deste país, ao ponto de já ninguém ser culto o bastante para dar pela sua falta, quanto mais para enxergar algo de grave nesse fenômeno, inédito mesmo
em nações paupérrimas.

Os índices de corrupção cresceram mais durante o governo Lula (inclusive no ministério de Dona Dilma) do que ao longo de toda a nossa História anterior, tornando, por exemplo, o uso eleitoral da máquina administrativa do Estado um direito consuetudinário contra o qual é inútil protestar.

Que motivo de orgulho sobra para ser louvado pelo sr. Paulo Rabello? A recuperação econômica, é claro. Mas, descontado o fato de que o índice de crescimento reconquistado não passa de 4,6 por cento – um terço do que chegou a alcançar no período militar –, ainda resta uma diferença moral substantiva: no tempo dos militares o presidente Médici ainda tinha a hombridade de reconhecer que "a economia vai bem, mas o povo vai mal", ao passo que hoje não só o governo, mas também os seus bajuladores "de oposição" pretendem que festejemos como conquista suprema e valor absoluto um mero crescimento econômico menor que o obtido naquelas décadas e nos inebriemos de orgulho financeiro no meio da matança, do sofrimento, do fracasso e da degradação intelectual e moral mais abjeta e constrangedora que já se viu em qualquer país do mundo.

No mínimo, no mínimo, o julgamento que o sr. Paulo Rabello faz da era Lula reflete uma obsessão dinheirista que nada enxerga além de cifrões, que reduz o progresso da civilização a uma questão contábil e, ao ver que a coluna do "haver" supera a do "deve", se torna insensível para a destruição de tudo o mais que constitui a substância, o valor e a dignidade da vida humana.

Será que ao celebrar O Poder das Idéias, como no lançamento recente de uma coletânea de Ludwig von Mises à qual o Instituto Millenium deu esse título, nossos liberais e conservadores não estão se referindo ao poder que as idéias do inimigo têm sobre os cérebros deles?

Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia



O artigo de Paulo Rabelo de Castro está aqui O efeito dilma sobre o próximo meio século

quarta-feira, novembro 03, 2010

EU QUERO O FIM DAS URNAS ELETRÔNICAS




É de conhecimento de muitos, mas sorrateiramente escondido a sete chaves, a fragilidade das urnas eletrônicas.

E não somente as urnas podem ser manipuladas, mas principalmente a transmissão dos dados dos TREs para o TSE.

Se realmente fossem confiáveis, era de se supor que países que dominam a informática há tempos já fizessem uso desse recurso para as eleições.

Ao contrário, o que se vê é que nações com um nível de democracia muitas vezes superior à nossa frágil e capenga democracia, simplesmente não querem nem tomar conhecimento desse recurso.

O que precisamos?
1 - Que comecemos a procurar, dentre nossos amigos, um bom advogado experiente em matérias constitucionais, que nos oriente a respeito.
2 - Solucionado o primeiro passo e, sendo viável constitucionalmente, passemos a elaborar uma petição para emenda constitucional, buscando o maior número possíveis de assinaturas (pelo menos 1,5 milhão) para o nosso intento.
3 - Que todos os membros convidem seus FB amigos para participarem dessa jornada.
4 - Disposição e fé de todos

Mãos à obra?

Quer participar? Entre no endereço: queroofimdasurnaseletonicas@groups.facebook.com

segunda-feira, novembro 01, 2010

MAIS OITO ANOS DE PODRIDÃO





Mais oito anos de podridão, de desvios, de politicagem podre... Talvez não sejam mais oito anos e sim mais quantos anos eles quiserem. Após um semi-alfabetizado, uma ex-guerrilheira e após esta, quem sabe, um traficante: o céu (ou o inferno) é o limite.


Quem perdeu? José Serra ou os brasileiros? Quem ganhou de verdade a não ser os quadrilheiros, todos encastelados em todos os poderes da república?.

Agora é arregaçar as mangas, sair à luta, exigir que nos devolvam o sagrado direito de votar e que esse voto seja real e não virtual e que possa ser conferido se houver necessidade.

Agora é exigir que acabem com as pesquisas de popularidade que servem a quem paga mais e, principalmente, com as pesquisas eleitorais financiadas pelos partidos interessados.

Agora é ficar de olho no Diário Oficial e começar a contabilizar quantos milhares de companheiros se pendurarão no serviço publico federal pagos com nossos impostos.

Quem tem sua gente (ou gentalha) espalhada em todos os poderes, só saírá do poder na ponta de uma baioneta; gentilmente e através do voto (que hoje não existe) não sairão jamais. Quem viver verá.

domingo, outubro 31, 2010

AGORA É TUDO OU NADA



Há tempos o blogando francamente não é atualizado. Um pouco por preguiça e muito de desânimo. Desânimo com os rumos que o país vem tomando desde o fatídico dia 1º de janeiro de 2003, quando numa festa digna de um filme de Felini - Satyricon para ser mais exato - foi transmitida em todas as emissoras de TV do país.


Eu e milhões de brasileiros que conhecíamos bem o que realmente era - e continua sendo - o Partido dos Trabalhadores, poderíamos estar enganados. Poderíamos estar sendo preconceituosos, julgando antecipadamente um governo que mal acabara de tomar posse.

O tempo passou e logo pudemos ver e sentir que não havia preconceito; que o velho ditado " o lobo perde o pelo, mas não o vício " era mais do que correto e se encaixava perfeitamente no governo.

Então vieram os escândalos. Na verdade entendo escândalo como algo que não se espera de alguém, algo que nos surpreenda negativamente e, o que começava a se estampar nos jornais era esperado.

As grandes oportunidades de mobilização da sociedade, para extirpar um governo que dava sinais de que a sujeira não pararia apenas no escândalo do Mensalão, foram disperdiçadas.
Muitos líderes "oposicionistas" pensavam que um impeachment seria interpretado como casuísmo, um ato preconceituoso para com o "


lídercarismáticopobredemãequen

asceuanalfabeta". Ninguém teve dúvidas quando o impeachment foi usado contra Collor; já no caso de Lulla, isso pareceria um verdadeiro golpe.

Esqueceram que o xampu roubado ou o banco assaltado são um mesmo crime e devem ter a mesma pena. Um corrupto pode ter nascido em Garanhuns ou numa mansão do Morumbi; será sempre um corrupto e deve ter o mesmo destino.

Em 2006, não se podia bater duro no retirante de Garanhuns; já que não o fizeram quando a ocasião fora propícia. E mais uma vez Lulla venceu. Mais uma vez as pesquisas mentiram, já que a "popularidade" do presidente lhe garantiria uma vitória folgada em primeiro turno. O segundo turno de 2006 ficará para a história: 11 milhões de votos dados a Alckmin no primeiro turno, simplesmente desapareceram. Quem vai conferir isso se o nosso voto é virtual e desaparece no exato momento em que apertamos a tecla confirma?

Enquanto o mundo crescia a taxas incríveis, o Brasil capengava. Nenhuma das reformas prometidas deslanchou e nem poderiam: não interessavam. As estradas continuaram as mesmas; na verdade piores do que quando inauguradas. Os portos que deveriam ser modernizados continuaram no "estaleiro". Os aeroportos continuaram estolando. E vieram muitos planos, todos frutos de marketing que jamais sairam das pranchetas: Primeiro emprego, Fome Zero, Sorridente, Banco do Povo e um sem numero de outros já esquecidos. E veio o PAC, que nada mais é do que aquilo que o governo tem por obrigação fazer, mas que no governo populista carece de nome. E veio o PAC 2 que nada mais é do que o que não foi feito no 1 acrescido do que não se faria no 2.

O Brasil cresceu, não resta duvidas, mas Timbuktu também cresceu e só não cresceram as "democráticas" nações autoritárias idolatratadas por Lulla e sua troupe. O Brasil cresceu toda vez que o governo dormia. O Brasil cresceu apesar do do governo e se deste tivesse colaboração, cresceria mito mais.

E veio o Pré-Sal o petróleo que era conhecido desde os anos setenta mas que, por obra e graça do marketing petralha parece ter "criado" por Lulla. A verdade virá a tona bem antes do petróleo.

E culminando com a série de maldades, Lulla sem ter um único representante para sucedê-lo usou novamente do marketing e criou Dilma. E a imprensa esquerdopata logo tratou de enaltecer a quem não mereceria sequer entregar o jornal.

E vieram então os institutos de pesquisa, todos eles suspeitos e que, desde o Mensalão começaram a fabricar a popularidade do presidente. Assim até foi melhor, já que eu me sinto importante, pois faço parte dos 2 ou 3% da população que detesta o Lulla. Esses institutos querem por que querem influenciar o eleitor. Não deu certo no primeiro turno e certamente não dará no segundo; a não ser que as malditas urnas eletrônicas que, como toda máquina depende de quem a opera, sismem de promover a segunda fraude eleitoral.

Enfim, estamos prontos para aceitar o desafio de começarmos a reconstruir o país; preferivelmente com José Serra. A tarefa será penosa já que o Congresso está, mais do que nunca, cheio de oportunistas, comunistas ou vigaristas, tanto faz.



Zacarias 10:6 Tornarei poderosa a casa de Judá, darei a vitória à casa de José; restabelecê-los-ei, porque me compadeci de sua sorte, e eles serão como se eu não os houvesse jamais rejeitado, porque eu sou o Senhor seu Deus: eu os ouvirei.

Que o José de hoje, o Serra 45, esteja como o José de ontem: nos planos de Deus. Eu confio.




sábado, setembro 11, 2010

11 DE SETEMBRO UM DIA PARA NÃO ESQUECER JAMAIS



De repente o locutor da rádio anunciava que algo estranho estava acontecendo em Nova York. As primeiras informações, davam conta de que um pequeno avião havia ido de encontro a uma das torres gêmeas. A televisão mostrava então uma imagem diferente, não era um pequeno avião.
A partir desse momento pudemos sentir o quanto o fundamentalismo religioso é perigoso.

O final desse episódio foi terrível: 2996 vítimas (incluidos nesse número os 19 fanáticos sequestradores): 246 nos quatro aviões (da qual não houve sobreviventes), 2606 em na cidade de Nova Yoork e 125 no Pentágono. Todas as mortes nos ataques eram civis exceto por 55 militares mortos no Pentágono.

Passados nove anos, o episódio não foi encerrado e as provocações muito menos: O Imã Feisal Abdul defende a ideia da construção de um centro islâmico em Nova York, exatamente no marco Zero.

Será como uma estátua de Hitler dentro do museu do Holocausto, algo inimaginável




sexta-feira, agosto 20, 2010

CNBB: TÃO NECESSÁRIA QUANTO UM ESPINHO NO PÉ





O presidente da CNBB, d. Geraldo Lyrio Rocha, afirmou que a entidade não dará apoio a nenhum candidato à Presidência da República. "A igreja não se identifica com nenhum partido ou candidato", afirmou após encontro na manhã de quinta-feira (19/08) com a candidata do partido do governo ao Palácio do Planalto, Dilma.
O encontro foi solicitado pela ex-guerrilheira a pedido do "católico" Gilberto Carvalho, interlocutor da CNBB com o governo.

D. Dimas Lara Barbosa, secretário geral da entidade, disse que o fato de um candidato se afirmar como católico não necessariamente implica na defesa de sua candidatura. Eu completo o raciocínio dizendo que o fato de alguém vestir batina e ter sido ordenado sacerdote não necessáriamente quer dizer que seja CRISTÃO: o hábito não faz o monge.
Segundo dom Dimas, "Quando se está em eleições majoritárias é preciso ponderar as diversas propostas e estabelecer um critério que, afinal de contas, seja razoável na consciência do próprio eleitor",disse d. Dimas. Eu completo: um belíssimo jogo de palavras que no final das contas não quer dizer absolutamente nada.
QUANTO AO ABORTO
Dom Geraldo afirmou que a posição da CNBB, contrária ao aborto, foi mais uma vez defendida na reunião com a ex-ministra, que não teria assumido nenhum compromisso diante do tema. Ou seja: a candidata petista mandou dom Geraldo às favas com a posição BÍBLICA CRISTÃ .
- "Fiz questão de expressar à candidata esse compromisso da CNBB, fazendo um apelo para que, se eleita, o seu governo se volte para a defesa da vida, desde a sua origem, o seu primeiro instante, até o seu término natural", afirmou dom Geraldo. Ou seja; dom Geraldo talvez seja surdo ou não ouviu direito a resposta da petista que NÃO ASSUMIU NENHUM COMPROMISSO SOBRE O TEMA ABORTO.
Dom Geraldo pediu empenho do governo no programa de construção de cisternas no semiárido, como forma de universalizar o acesso à água. Ou seja; dom Geraldo confundiu a petista com o governo ou então já dá a ex-guerrilheira como eleita, antes mesmo de abertas as malditas urnas eletrônicas.
A CNBB aproveitou para divulgar uma nota criticando o Novo Código Florestal, proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP). Para quem não sabe, Aldo Rebelo, como bom cristão e conhecedor de todos os preceitos bíblicos, apresentou em 2003 o PL-2762/2003 que propôs e transformou o dia 31 de outubro no Dia Nacional do Saci-Pererê.

O Encontro entre a ex-guerrilheira e a CNBB pode ser resumido da seguinte forma: A CNBB (salvo raríssimas excessões) continua sendo um órgão auxiliar da presidência da república e pelo Brasil afora continua-se ouvindo sacerdotes pregando ao seu rebanho a subserviência ao governo mais corrupto da história do Brasil, segundo o ex-ministro do governo lulla, Mangabeira Unger (quem sou eu para desmentir um Phd de Harvard!!!)


quinta-feira, agosto 19, 2010

O BRASIL ESPERA QUE O SERRA CUMPRA O SEU DEVER




Afinal José Serra resolveu endurecer o debate (UOL ontem,18/08), é claro que sem perder a ternura:

– Em matéria de quanto pior, melhor, o PT é imbatível – acusou Serra - quanto à tentativa do Petê de barrar a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Fundef.
— O PT ganha nesse torneio do quanto pior melhor, inclusive em matéria de ingratidão. Você tem fixação no passado. É muito ingrata com o Fernando Henrique, porque ele fez Plano Real e o Fundef, que é dinheiro para a educação no Nordeste.
O tucano também respondeu ao vergonhoso aparelhamento do estado:
– Chegamos ao ponto extremo no caso da administração federal. O loteamento chegou a praticamente todas as esferas.
– A Funasa foi praticamente jogada no chão pelo loteamento político. Um descalabro. Nos Correios, foi tudo loteado entre partidos, setores de partidos e grupos de deputados, baixando muito o nível dos serviços.

A cumplicidade de Dilma com a corrupção e vazamentos de dados sigilosos, também foram citados por José Serra.

Foi um começo. Quem sabe Serra esteja relembrando Mario Covas na campanha de 89, quando virou o jogo. Covas chegou ao segundo turno com menos de 100 mil votos à frente de Marta Suplicy e mais de 1,5 milhão atrás de Paulo Maluf: No segundo turno, com mais de 9,8 milhões de votos, Covas superou Maluf por quase 2 milhões. “O caráter fez a diferença”.

É o caráter, não só do candidato Serra, que está em jogo, mas o de todos os brasileiros que prezam a honestidade, a família e os valores morais. É no caráter de Serra que muitos querem votar, porque nele se identificam.É a falta de valores éticos e morais, da concorrente chapa-branca, que Serra deve combater e bater, porque assim os brasileiros de bem têm feito através das redes sociais.

Serra só tem essa oportunidade para escancarar o governo corrupto que a candidata do planalto representa, já que os meios de comunicação estão comprometidos com a continuidade da bandalheira.
Serra deve, na próxima e em todas as outra oportunidade, revelar o verdadeiro complô entre os Institutos de Pesquisa que escolhem o ninho do pt e aliados para realizarem suas pesquisas (se as fazem mesmo, nunca saberemos) e com essas darem o aval à manipulação dos votos.

É a ultima oportunidade para começar a passar o Brasil a limpo. Não é a ultima oportunidade do Serra, mas a nossa, a dos que almejam ainda viverem num país minimamente honesto e democrático.
Serra, Dilma, Marina, Plinio, o execrável Lula e tantos outros passarão, mas o Brasil ainda sobreviverá, apesar deles. O que a maioria quer saber é como sobreviveremos; se como um país destruído como a Venezuela ou como num país em que as oportunidades não sejam dadas apenas aos pelegos sindicalistas (um pleonasmo, desculpem-me), ex-guerrilheiros, ex-assaltantes de bancos ou ex-sequestradores.

O futuro do José Serra está garantido, ganhando ou perdendo a eleição. A ele será sempre possível sair do país, curtir uma aposentadoria ou lecionar em qualquer grande instituição pelo mundo.

E o futuro de quem fica? Daqueles que não têm a oportunidade de "fugir" caso a quadrilha continue no poder?

Cabe ao José Serra cidadão brasileiro decidir se quer ganhar essa eleição acreditando em Urnas Eletrônicas manipuláveis e fazendo o papel do bom moço ou se quer ganhar - e junto com ele levar os brasileiros de bem ao poder - falando alto e grosso, intimidando os que estão forjando resultados nas pesquisas, mas também aos que ousarão manipular os resultados já no primeiro turno.

A escolha é sua Serra; a nossa - de votar em você - nós já fizemos desde 1989: não queremos a petralhada no poder.

domingo, agosto 15, 2010

O BRASIL DOS SEUS SONHOS



O Brasil dos meus sonhos, também é o seu?

Que Brasil você quer para hoje? Sim, para hoje porque o amanhã poderá ser tarde demais. O Brasil de hoje está
bem para você - como diria um fantoche de candidato a governador de São Paulo -?
O país dos seus sonhos é esse onde um deputado flagrado retirando o mensalão, candidamente, diz que o dinheiro se destinava a pagar a TV a cabo?
O país que voce quer é esse que se une à escória humana que nega o holocausto;que censura os meios de comunicação e transforma uma potência em petróleo no seu quintal; que deixa morrer à mingua os que ousam discordar de uma ditadura caribenha; que se une a ditadores do mundo?
O país que você deseja, para hoje, é esse, inchado economicamente enquanto os bolsões de miséria continuam?

É esse o país dos seus sonhos, que prefere um assento na ONU, enquanto milhões de brasileiros não têm uma miserável cadeira para sentar?

O país dos seus sonhos é o que envia milhões de dólares a uma organização criminosa (Hamas) enquanto por aqui,os brasileiros se cotizam para salvar as vítimas das últimas enchentes no Nordeste?

O país que critica o vazamento de petróleo no golfo do México é o mesmo que esconde acidentes com a sua gigante do petróleo: é esse o país dos seus sonhos?

Que tipo de pessoas você quer dirigindo os destinos da pátria?
- Um pretenso ministro de relações internacionais (no passado envolvido em tráfico de armas) que vendo o governo a que representa envolvido - direta ou indiretamente, tanto faz - no maior acidente aéreo e, sentindo uma tênue possibilidade de se desvencilhar das responsabilidades age como o famoso fradinho baixinho e...Top Top para as vítimas?
- Um phd professor de Harvard que recobrando a consciência dispara - acertadamente - que o governo é o mais corrupto da história do Brasil e, encantado pelo canto da sereia se torna ministro desse mesmo governo?
- Alguém que "fabricado" pela mente maquiavélica de Golbery, caiu de para quedas no campo podre dos ideólogos baratos que, desde sempre, tentam transformar o Brasil num curral comunista?
- Gente que com o pretexto de abolir a discriminação de cor e de opção sexual, promove o ódio?
- Os "bem intencionados" que querem interferir no sagrado direito de opinião e de expressão?
- Aquele que em passado recente era - ou fingia ser - opositor, mas que vendo uma possibilidade de poder se submetem a ser o vice de uma despreparada mental e moral?
- Aqueles que negam medicamentos de alto custo para seu irmãos brasileiros, mas não envidam esforços em buscar um bispo polígamo que, lamentavelmente, sofre de câncer e oferecer a este os melhores recursos da medicina, às custas dos brasileiros desassistidos?
- Aqueles que privilegiam parceiros comerciais - duvidosos e anti democráticos - promovendo o fechamento de muitas empresas?


O Brasil dos seus sonhos é esse em que vivemos hoje, desde o malfadado 1º de janeiro de 2003? É esse o país que você vai deixar de herança - maldita - para os seus filhos e netos? É o país da mentira publicitária que inventa obras concluídas, mas que não sairam sequer do papel, o que você deseja para você hoje e amanhã?

Muito terá que ser revisto e reformulado, muito terá que ser desconstruído a começar pelo aparelhamento do estado, inchado por sindicalistas pelegos, incapacitados para gerir um mísero boteco de periferia.

As eleições próximas são - mais uma vez, talvez a última - apenas o começo; mas é um começo e deste, quem deseja viver num país minimamente justo não pode abrir mão.

É o fim da farsa ou o começo da derrocada final. Você escolhe.


Spe salvi facti sumus (É na esperança que fomos salvos)


Salmo 17:8 Guarda-me como à menina do olho, esconde-me à sombra das tuas asas,
9 dos ímpios que me oprimem, dos meus inimigos mortais que me andam cercando.
10 Na sua gordura se encerram e com a boca falam soberbamente.
11 Andam-nos agora espiando os nossos passos; e fixam os seus olhos em nós para nos derribarem por terra;
12 parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa e com o leãozinho que se põe em esconderijos.
13 Levanta-te, SENHOR! Detém-no, derriba-o, livra a minha alma do ímpio, pela tua espada;

domingo, agosto 08, 2010

DIA DOS PAIS




Que pai seria capaz de sacrificar um filho para que todos os outros fossem salvos?

Confesso, sinto-me um inútil diante dessa pergunta. Um filho é um ser especial, por mais materialistas que sejamos, por mais erros que tenhamos cometido ao longo de nossas vidas; sacrificá-lo seria impensável.

Quando esses filhos e filhas foram concebidos com todo o amor, sentimo-nos como deuses que criaram uma vida, erroneamente pensamos que somos tal qual o próprio Deus e dispor dessas vidas será impossível, por mais que pensemos que poderemos criar outros.

Quando enfim conhecemos um pai que foi capaz de salvar muitos, sacrificando o seu filho tão amado, sentimo-nos pequenos, incapazes e só assim temos a visão perfeita de que nada somos, de que temos muito o que aprender.

Nesse dia dos pais, que todos esses seres especiais, se sintam homenageados e que jamais se esqueçam desse pai superior, tantas vezes por nós relegado a um segundo plano.
Esse pai que nos perdoa sempre, seja qual for nosso erro; que nos consola quando nos sentimos impotentes também - e principalmente - merece hoje e todos os dias a nossa homenagem.

"Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16).