sábado, maio 20, 2006

Confissão de Goebbels: “Não falamos para dizer alguma coisa, mas para obter um determinado efeito”.



VEJA COMO RENDER POLITICAMENTE
SOBRE TRÁGICOS FATOS:




Lulla tenta revestir-se da imagem de “pacificador”, propondo o envio de forças federais para combater a onda de violência no estado e assim fazer crer a opinião publica que o governo do Estado é incapaz de manter a ordem.


Bancada petista da Assembléia Legislativa aproveita para divulgar nota em que denuncia a redução de gastos e investimentos em segurança pública.


PT decide entrar com ação contra governo estadual por ataques do PCC.


PT também pretende investigar se houve acordo entre o governo e o PCC, e convocar os secretários de Segurança e Administração, para depor na Casa.


PT afirmou que o partido vai lutar pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a crise na segurança pública no Estado.


Tarso Genro, foi o escalado pelo governo Lula para começar a explorar politicamente a onda de violência em São Paulo.


Mercadante, também saí na frente. Em vez de palavras de conforto à população paulista, fez severas críticas ao governo Alckmin. Também defendeu o governo Lulla, dizendo que a responsabilidade pela segurança pública compete ao governo do estado.


Lulla tenta se esconder da crise de SP transferindo a responsabilidade. Só que conseguiu ser ainda mais culpado que Alckmin e Lembo, segundo pesquisa Datafolha.


Para a campanha eleitoral, petistas vão utilizar as imagens de uma São Paulo paralisada pelo terror e vão responsabilizar os 12 anos de governo tucano.


Entrevista de Marcola, ao jornalista Roberto Cabrini, da Rede Bandeirantes de Televisão é falsa, conforme nota oficial da SAP.


Mais: Enquanto o Brasil inteiro voltou-se para a tragédia que se abateu sobre paulistas e paulistanos, a Bolívia consumou seu roubo ao nosso patrimônio e Lulla foi excluído do inquérito criminal do mensalão por falta de indícios contra elle.


Alguns trechos do discurso de Arthur Virgílio no Senado: ..."O Presidente da República não tem o direito de patrocinar corrupção; o Presidente da República não tem o direito de patrocinar o esmagamento da voz de Boris Casoy; não tem o direito de patrocinar esse festival de oportunismo, que faz com que uma pesquisa do Datafolha mude o comportamento dele em relação a uma crise que ele supunha que fosse atingir apenas o candidato Alckmin, pela via do Governo, Alckmin e Lembo"......."O Presidente se portou como um anão político sim, porque não se portaria assim Charles de Gaulle(*), não se portaria assim Getúlio Vargas, não se portaria assim Lord Chamberlain, não se portaria assim ninguém que tivesse efetiva noção do que significa ser um Chefe de Estado. Isso é ofensa ao Presidente? Não. Alguém pode dizer que ele é um gigante. Não deve faltar gente que diga que ele é um gigante. Para mim, o Presidente da República se comportou como um anão! Anão político, anão cívico, porque ele não compreendeu que esse momento não era de contar votos"......"Não partiu da Oposição a primeira pedra. O Ministro Tar,so Genro foi malicioso, se é verdade o que ele disse. O Ministro disse: “...o Governador Alckmin” – e ele não é mais governador, ele quer ser presidente da República, é o objetivo claro dele – “negociou com o crime organizado”. Eu tomei um choque!"......"Silenciaram o Boris Casoy. Ou não silenciaram o Boris Casoy? Eu quero ouvir o Boris Casoy. O que falta? Eu quero ouvir o Boris Casoy! Eu estou com saudades do Boris Casoy Isso é ou não é tentativa de amordaçar a livre manifestação da imprensa, pela via sei lá de que convencimento?"...



Comentário:Como podemos observar, é bastante claro a quem mais o incidente prejudicou. E, em conseqüência, a quem mais ele beneficiou. Elles faturaram sobre os escombros e sobre os cadáveres. Que lamentável! Estamos perdendo todos nós.

Por, Gaucho do Movimento da Ordem e da Vigília Contra a Corrupção

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